segunda-feira, 15 de junho de 2026

Prémios Pfizer 2026

 
Prémios Pfizer 2026
Candidaturas Abertas no Ano em que se Assinalam 70 Anos de Apoio à Ciência em Portugal
 
Estão oficialmente abertas as candidaturas à edição de 2026 dos Prémios SCML/Pfizer. Esta será uma edição especialmente simbólica, que assinala os 70 anos de uma das mais prestigiadas e duradouras iniciativas de apoio à investigação biomédica em Portugal.
Criados em 1956 pela Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa (SCML), em parceria com a Pfizer, estes galardões têm desempenhado um papel determinante na valorização da investigação científica nacional. Ao longo de sete décadas, a iniciativa distinguiu alguns dos mais relevantes investigadores e projetos na área das Ciências da Saúde, somando já mais de 850 investigadores reconhecidos desde a sua criação.
Os Prémios Pfizer distinguem trabalhos de investigação básica e clínica desenvolvidos, total ou parcialmente, em instituições portuguesas. A avaliação das candidaturas será realizada por um júri independente, nomeado pela Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa, tendo como critérios centrais a excelência e o mérito científico dos trabalhos apresentados.
Com um valor global de 60 mil euros, os Prémios SCML/Pfizer continuam a afirmar-se como um dos maiores incentivos à investigação biomédica nacional, promovendo a excelência científica e contribuindo diretamente para reforçar a competitividade da ciência produzida em Portugal.
Informações úteis para candidaturas:

*Joaquim Ferreira
Presidente da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa

Evento com música, gastronomia e actividades culturais. PRIMEIRO PROGRAMA “RAIVA EM FESTA” CONTABILIZOU SUCESSO NO MONTE DE S. DOMINGOS


ANDRÉ VALENTE E MARISA VIEIRA VENCERAM PRIMEIRA EDIÇÃO DA RAMPA 
Depois da desagregação da União de Freguesias de Raiva, Pedorido e Paraíso, o cartaz anual do “Couto Mineiro em Festa” deu agora lugar ao certame do “Raiva em Festa”, uma iniciativa cultural promovida pela Junta de Freguesia da Raiva que teve lugar no passado fim de semana, e realizado com sucesso em parceria com a Câmara Municipal de Castelo de Paiva, 
A exemplo de anos anteriores, o evento foi desenvolvido junto ao Santuário de S. Domingos da Serra, na Raiva, e apresentou nesta primeira edição, uma jornada festiva que contemplou um programa diversificado, com demonstrações de artesanato, gastronomia e vinhos, doçaria tradicional, actividades culturais e recreativas, associativismo e muita animação musical. 
O programa desta primeira edição contemplou dois dias de actividades, arrancando na tarde de Sábado, com a abertura oficial e a actuação do Côro dos Mineiros do Pejão, seguindo se o périplo pelos expositores presentes para entrega dos Diplomas de Participação, e uma arruada pelo recinto do Grupo “ Postas de Bacalhau “, com a noite a ser preenchida com o concerto do Agrupamento Musical “ Novo Show “ REMEMBER “, às 22 horas, protagonizando um animado arraial popular. 
No Domingo, apesar da aparição da chuva, o programa começou bem cedo com uma Caminhada Solidária subordinada ao tema “Move-te connosco pela vida, contra o cancro “, seguida da primeira edição da prova de atletismo “Rampa de S. Domingos”, aberta a atletas juniores, séniores e veteranos., com início desde a sede da Junta de Freguesia, com André Valente, do Grupo Desportivo de Castelo de Paiva a assegurar o triunfo, com a marca 8m46s, enquanto no sector feminino foi Marisa Vieira, do Saca Trilhos de Anadia, a vencer, com o crono de 12m35seg. 
Durante a tarde, o certame contou com insufláveis, balões e pinturas Faciais para os mais novos, com destaque para a actuação do Rancho Infantil do Centro Social do Couto Mineiro do Pejão e ainda a registar a participação do Grupo de Concertinas “Os Amigos do Douro “, que animaram o recinto até ao final da tarde.
Na cerimónia de abertura do certame, registaram-se as intervenções do presidente da Assembleia de Freguesia, José Gonçalves, do presidente da Assembleia Municipal, Victor Moreira, e do novo presidente da Junta de Freguesia, Rui Correia, que fez questão de destacar que, o grande objectivo deste novo evento, continua a estar orientado para a demonstração daquilo que esta freguesia do concelho tem de melhor, ao nível cultural e associativo, bem como potenciar momentos de grande alegria e confraternização, num local emblemático do município, que costuma atrair muitos visitantes.
O autarca da freguesia da Raiva acredita que, a iniciativa tem potencial para avançar e consolidar, traduzindo-se num grande sucesso, voltando a evidenciar a importância da realização deste certame para projectar este território paivense junto ao Douro, bem como os espaços do associativismo, da gastronomia e vinhos, do fumeiro regional e da doçaria tradicional. 
Lembrando o sucesso da anterior organização, abrangendo todo o Couto Mineiro, o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Cardoso, enalteceu a vontade da Junta de Freguesia da Raiva dar continuidade a este evento, elogiou a organização do certame e participação dos expositores, rotulados como a alma do evento. 
Na sua intervenção, o edil Ricardo Cardoso considerou que, são estas iniciativas que criam dinâmicas e potenciam oportunidades de negócio, evidenciando o gosto de ver representadas neste evento as principais forças vivas desta freguesia, a mostrar as dinâmicas e potencialidades locais, a vitalidade das associações, colectividades e comissões de festas que continuam a realizar um trabalho meritório, sublinhando a importância de retomar iniciativas e tradições, que potenciam a confraternização popular, a recordação de bons momentos e a vivência de boas experiências.
*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa

Assembleia Municipal de Évora realizou audição pública sobre a instalação de centrais fotovoltaicas


Uma audição pública relativa à instalação de três centrais fotovoltaicas a norte de Évora, teve lugar no dia 12 de junho, no salão nobre do Paços do Concelho de Évora. 
A Assembleia Municipal convidou a APA - Agência Portuguesa do Ambiente, o ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, a Comissão Nacional da UNESCO, as empresas que pretendem instalar as centrais (Hyperion Renewables e Newcon40), bem como a plataforma de cidadãos "Juntos pelo Divor” que denunciou o perigo de o Centro Histórico perder o estatuto de Património da Humanidade. 
No início da sessão aberta a toda a comunidade, Jorge Araújo, Presidente da Assembleia Municipal, esclareceu que se pretendia ouvir e aquilatar a força dos argumentos que fundamentam o perigo, denunciado pela plataforma “Juntos pelo Divor”, de o Centro Histórico de Évora poder vir a perder o estatuto de património mundial se avançar a construção de três centrais fotovoltaicas a norte/nordeste da cidade e zona da Graça do Divor, que ocupariam 1700 hectares e cobririam o solo com cerca de um milhão e meio de painéis fotovoltaicos. 
Durante cerca de duas horas e meia, os intervenientes expuseram os seus pontos de vista sobre o assunto, encontrando-se no público diversos especialistas das áreas jurídica, ambiental, patrimonial, arquitetura, saúde pública, empresarial do setor fotovoltaico, entre outras, que esclareceram com os seus conhecimentos técnicos, a população e apontaram alternativas a estas mega centrais. 
A representar as empresas que pretendem instalar as centrais fotovoltaicas, esteve Diogo Trindade, que expôs as razões pelas quais considera o projeto fundamental e respondeu às questões colocadas pelo público.
Recorde-se que o projeto irá ainda ser submetido a consulta pública, sendo essa uma fase do debate essencial para a decisão final que será tomada posteriormente. 
Assista à audição na página do Município https://www.youtube.com/live/FhZZZWZ5FtY?si=2DCl4zjqBjsNFazA 






Rota do Românico promove obras de conservação na Igreja de Sousa


A Igreja de São Vicente de Sousa, em Felgueiras, vai receber obras de conservação, salvaguarda e valorização a partir desta semana.

A intervenção, com o prazo de 150 dias, irá incidir nas coberturas, paredes, tetos, portas e janelas da igreja, bem como na torre sineira e cruzeiro.
O auto de consignação da empreitada foi assinado na tarde desta segunda-feira, 15 de junho, numa cerimónia que contou com a presença, entre outros, do presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, Nuno Fonseca, da presidente da União de Freguesias de Torrados e Sousa, Sandra Teixeira, do representante da Fábrica da Igreja Paroquial, José Silva, da diretora da Rota do Românico, Rosário Correia Machado, e do sócio-gerente da empresa Bel-Heritage, Belmiro Xavier.

A empreitada implicará um investimento de cerca de 103 mil euros, cofinanciado, a 75%, pela União Europeia através do Programa Regional NORTE 2030, e, a 25%, pelo Município de Felgueiras, no âmbito da operação “Rotas do Norte: Conservação e Salvaguarda do Património da Rota do Românico”, submetida pela Associação de Municípios do Vale do Sousa (VALSOUSA).
Monumento Nacional desde 1977, a Igreja de São Vicente de Sousa fazia parte de um conjunto conventual, cuja construção se concluiu no século XIII.

Na fachada principal destaca-se o portal românico, inserido em estrutura pentagonal saliente à fachada, com três pares de colunas e quatro arquivoltas.

Da Época Moderna salienta-se o conjunto de talha e pintura, com temas alusivos à vida de São Vicente, de São José e aos Mistérios do Rosário.
A Rota do Românico reúne, atualmente, 58 monumentos e três centros de interpretação, distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende), no Norte de Portugal.

As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.

*António Coelho
Planeamento e Comunicação
Rota do Românico | Itinerários Culturais
Praça das Pocinhas, 107, 4620-674 Lousada

Águeda é “o exemplo” nacional na Proteção Civil, afirma Ministro da Administração Interna


Luís Neves elogia investimento, prevenção e trabalho de equipa, que confirma “o bom caminho” do concelho nesta matéria

Águeda foi apontada como “o exemplo” a nível nacional na área da Proteção Civil pelo Ministro da Administração Interna, Luís Neves, durante uma visita à Unidade Local de Proteção Civil de Belazaima do Chão, à margem da cerimónia evocativa dos 40 anos dos incêndios de Castanheira do Vouga.

“Não é um exemplo, é o exemplo”, afirmou o governante, sublinhando o trabalho desenvolvido no concelho. “Vou muito feliz com aquilo que aqui vejo. Há muito trabalho feito, há muito investimento e há, sobretudo, trabalho de equipa”, acrescentou.
Luís Neves defendeu que o modelo de Águeda deve ser replicado no resto do país. “O que temos que fazer é exportar este exemplo pelo país fora. Este é o caminho: partilha, investimento, prevenção e antecipação”, afirmou, destacando ainda o papel do poder local e a existência de lideranças “coesas e fortes”.

Numa altura em que se aproxima o período mais crítico de incêndios rurais, o Ministro alertou para a necessidade de realismo na avaliação da preparação do país. “Nunca podemos dizer que está tudo preparado. Seria intelectualmente desonesto”, referiu, apontando a imprevisibilidade dos fenómenos extremos, agravados pelas alterações climáticas, mesmo em países com elevados níveis de meios e capacidade de resposta.
Ainda assim, reforçou que o investimento na prevenção e na preparação das equipas é determinante. “O trabalho que aqui vimos, de preparação, antecipação e treino das forças, é um fator de sucesso para mitigar riscos”, afirmou, sublinhando também a importância do trabalho articulado entre todas as entidades que estão envolvidas no teatro de operações.

Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, considerou que as palavras do Ministro representam um reconhecimento importante do trabalho desenvolvido no território. O Edil salientou que este elogio “reforça a convicção de que estamos no bom caminho”, destacando o empenho coletivo de todos os que integram o sistema local de Proteção Civil.

Sublinhando o orgulho no percurso realizado, o Presidente da Câmara de Águeda destacou ainda que este é “um trabalho de todos e para todos”, assente na cooperação entre instituições, agentes de proteção civil e comunidade, com o objetivo de garantir maior segurança e capacidade de resposta no concelho.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem

Águeda vive dia de memória, respeito e homenagem pelas vítimas dos incêndios de 1986

Cerimónias evocativas juntaram Governo, bombeiros e comunidade num dia de memória, emoção e apelo à responsabilidade coletiva

Águeda assinalou, ontem, os 40 anos dos trágicos incêndios de 1986 com um conjunto de cerimónias evocativas marcadas pela emoção, pelo silêncio e por fortes apelos à responsabilidade coletiva na prevenção de incêndios.
A iniciativa, promovida pelo Município de Águeda e pelos Bombeiros Voluntários de Águeda, contou com a presença do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, e teve início com a visita à exposição “A Última Floresta”, patente no Largo Dr. António Breda, que convida à reflexão sobre o impacto dos incêndios e a necessidade de mudança de comportamentos.
Seguiu-se a deposição de uma coroa de flores junto ao monumento no Quartel dos Bombeiros de Águeda, num gesto simbólico de homenagem às vítimas.
Na Castanheira do Vouga, palco central das cerimónias, decorreu a formatura das corporações de bombeiros de Águeda e do distrito. O momento mais marcante foi a evocação dos bombeiros e civis falecidos, assinalada pelo grito de “presente” por cada uma das vítimas da tragédia de 1986.
Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, sublinhou a dimensão marcante da tragédia, recordando que “há coisas que se impõem pela violência com que nos marcam” e que o dia 14 de junho de 1986 “nos marcou de uma forma absolutamente determinante”. Quatro décadas depois, afirmou, “é uma vez mais o momento de nos inclinarmos com todo o respeito por todos aqueles que pereceram”, incluindo sobreviventes e famílias que continuam “marcados na carne e na alma”.
O Edil destacou que “hoje é um dia de recolhimento e de respeito, quase em silêncio”, defendendo que a evocação deve ser feita “com a tranquilidade de percebermos que aprendemos com esta experiência”. Ainda assim, deixou um alerta: “depois de 1986 foram vários os grandes incêndios que nos têm vindo a assolar e não aprendemos tanto como isso”, sublinhando que a responsabilidade não é apenas das autoridades, mas de toda a sociedade.
“Esta missão de nos protegermos e de protegermo-nos uns aos outros é um trabalho de todos”, afirmou, acrescentando que “não podemos estar à espera que o Governo ou o presidente da câmara façam tudo aquilo que todos nós temos que fazer”. Nesse sentido, apelou a uma mudança de comportamento dos cidadãos, alertando que “há pessoas que, a troco de coisas muito simples, esquecem rapidamente o risco em que se colocam e que colocam os outros”.
Jorge Almeida destacou ainda a necessidade de uma intervenção estrutural na floresta, defendendo que “precisamos efetivamente de tratar da floresta” e explicando que o concelho e a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, a que preside, tem vindo a implementar uma estratégia assente em quatro eixos: proteção das populações, ordenamento e gestão integrada, reforço dos meios de combate e valorização económica da floresta. “Se fizermos tudo bem feito, vamos ver resultados daqui a algum tempo, bastante tempo”, afirmou, sublinhando a necessidade de consistência e perseverança.
O Presidente da Câmara de Águeda deixou também um apelo direto aos proprietários. “Precisamos de retirar a floresta da beira das casas”, defendendo que cada cidadão deve assumir o seu papel. “Que cada um, em vez de estar à espera que seja o vizinho a fazer, dê o exemplo”, afirmou.
Também o Ministro da Administração Interna reforçou a dimensão simbólica e prática da evocação. Luís Neves considerou que este é “um momento de introspeção, de silêncio pela dor do que aqui se passou”, mas também “um momento de vida”. O governante defendeu que “recordar não basta, é preciso aprender, melhorar todos os dias” e sublinhou que “a melhor forma de honrarmos aqueles que aqui perderam a vida é retirar consequências da história”.
Num discurso marcado pela ideia de unidade, acrescentou ainda que “somos uma só nação, um só país”, frisando que a proteção civil é uma responsabilidade transversal, reforçando a ideia transmitida pelo Presidente da Câmara de Águeda de que “este é um trabalho de todos, todos, todos”.
A dimensão local da memória foi evocada pelo presidente da Junta de Freguesia de Castanheira do Vouga, Vítor Silva, que classificou a tragédia como “uma cicatriz gravada na memória de Águeda, da região e de Portugal”. Quatro décadas depois, disse, “o tempo não apagou o silêncio que se abateu sobre esta serra”, lembrando que “não há maior prova de amor do que dar a vida por aqueles que nem sequer conhecemos”.
Já Manuel São Bento, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Águeda, destacou o espírito de missão dos operacionais, afirmando que “os bombeiros vivem do altruísmo, da coragem silenciosa e da abnegação absoluta”. Sublinhou ainda a importância da segurança, defendendo que “a melhor forma de honrar os que tombaram é garantir que cada bombeiro regressa a casa em segurança”.
Também Isabel Silva, presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, evocou a união entre territórios, recordando que, na noite da tragédia, “Águeda e Anadia não foram dois concelhos separados, foram um só coração”, acrescentando que “o sacrifício daqueles que partiram é a bússola que nos guia”.
Durante a cerimónia, a Liga dos Bombeiros Portugueses distinguiu os estandartes das associações humanitárias dos Bombeiros Voluntários de Águeda e de Anadia com a atribuição do crachá de reconhecimento grau ouro. A distinção, entregue pelo comandante Vítor Machado, representa “um reconhecimento perpétuo da comunidade bombeira portuguesa pelo heroísmo demonstrado, pela coragem dos que tombaram e pela forma exemplar como estas corporações souberam preservar a memória dos seus homens”.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem



17 jovens "POMBOS" competem na 4ª jornada do 1º Mergulho


A Secção de natação da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, esteve presente com 17 jovens nadadores maioritariamente do escalão de Cadetes B2 e B1 na 4ª e última jornada do Festival 1º Mergulho.
A competição organizada pela Associação de Natação de Coimbra, contou com a presença de uma centena de nadadores em representação de 7 clubes.
A piscina municipal da Lousã teve uma bancada demasiada pequena para albergar as Famílias dos nadadores que quiseram acompanhar o desempenho dos seus educandos, sendo uma tarde de boa disposição e alegria.

Primeiro concerto é já esta quarta-feira, 17 de junho. Câmara promove ciclo de concertos “Noites Páteo do Museu” entre junho e setembro


O Município de Cantanhede vai promover um conjunto de quatro concertos, nos dias 17 de junho, 15 de julho, 19 de agosto e 16 de setembro, às quartas-feiras, pelas 21h30, no Páteo do Museu de Arte e do Colecionismo.

O Coimbra Gospel Choir sobe ao palco já esta quarta-feira. Sob a direção do maestro Nuno Mendes, o coro apresenta um espetáculo que percorre espirituais negros, temas africanos, clássicos internacionais do gospel e composições originais, incluindo temas do seu trabalho discográfico lançado em 2023 e do mais recente single editado em 2025.
No dia 15 de julho, o palco recebe Slim Charley Santus & Susie Filipe uma parceria artística que cruza o universo do blues, folk e rock de raiz. A dupla combina a expressividade da guitarra e da voz de Slim Charley Santus com a escrita sensível e a energia marcante de Susie Filipe, proporcionando um concerto intimista.

A Orquestra Opus 21 apresenta-se a 19 de agosto com um concerto que celebra a diversidade musical e o encontro entre gerações. Constituída por 11 músicos profissionais e jovens talentos formados na Academia de Música António Fragoso, esta formação de sopros percorre diferentes estilos e épocas, do clássico ao jazz, do tango à música ligeira. O concerto presta ainda homenagem ao legado de António Fragoso, figura incontornável da música portuguesa.
José Cruz e Pedro Sousa apresentam o recital “Entre Danças” e encerram este ciclo de concertos no dia 16 de setembro, com um espetáculo que reúne o eufónio e a marimba num diálogo sonoro entre tradição e modernidade.

Entre obras contemporâneas e clássicas, intercaladas por danças de Manuel de Falla, o concerto constrói um diálogo entre tradição e modernidade, explorando diferentes atmosferas, cores e emoções. O repertório inclui compositores como Nathan Daughtrey, Hannah Drage, Nathan Shirley e Astor Piazzolla.

Marinha Grande | TORNEIO DE FUTEBOL “VÍCTOR PINA” 2026 REUNIU CERCA DE 240 PARTICIPANTES


O Estádio Municipal da Marinha Grande recebeu, no passado dia 13 de junho, o Torneio de Futebol “Víctor Pina” 2026, que juntou cerca de 240 participantes, entre jovens atletas e responsáveis de escolas do 1.º ciclo do concelho.
Organizado pelo Município da Marinha Grande, o evento voltou a mobilizar a comunidade educativa, envolvendo os diretores e alunos dos Agrupamentos de Escolas Marinha Grande Nascente, Marinha Grande Poente e Vieira de Leiria.
A iniciativa contou com a presença da vereadora da Educação, Carla Santana, que acompanhou de perto o entusiasmo e envolvimento dos participantes e destacou a importância desta iniciativa para o desenvolvimento integral das crianças, sublinhando que o desporto em contexto escolar contribui não só para a promoção de hábitos de vida saudáveis, mas também para o reforço das competências sociais e do sentido de comunidade entre os alunos dos diferentes agrupamentos.
Mais do que uma competição desportiva, o torneio afirmou-se como uma importante ferramenta pedagógica e social no contexto escolar. Através da prática do futebol, foram promovidos valores essenciais como o fair-play, o espírito de equipa, a inclusão e o respeito mútuo.
A classificação final do Torneio Víctor Pina foi a seguinte:
1.º classificado: EB1 Engenho (A)
2.º classificado: EB1 Comeira (A)
3.º classificado: LIS (A)
4.º classificado: Pátio da Inês.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

CONCURSO LITERÁRIO DA ESCOLA BÁSICA GUILHERME STEPHENS PREMEIA ALUNOS EM FESTA DE FINAL DE ANO

Decorreu no passado dia 12 de junho, na EB Guilherme Stephens, a entrega de prémios no âmbito da 5ª Edição do Concurso Literário da APEGUS, nas categorias de Escrita (conto ou poema) e de Composição Visual (banda desenhada).
A iniciativa teve o apoio do Agrupamento de Escolas Marinha Grande Poente, do Município da Marinha Grande e da Livraria “Livros e Companhia”.
Os trabalhos apresentados por alunos do 1.º, 2.º e 3º ciclos do ensino básico, na forma de conto, poema ou banda desenhada, de tema livre, foram distinguidos com a atribuição de 15 vales para compra de livros, no montante de 20€ (3.ºs prémios), de 25€ (2.ºs prémios) e 30€ (1.ºs prémios).
A Vereadora Carla Santana enalteceu a adesão dos jovens alunos, nas diferentes categorias, bem como o envolvimento dos docentes e dos pais e encarregados de educação, em projetos de incentivo à escrita e de potenciação da criatividade.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Voos atrasados: receba até 600€ de indemnização (faça valer os seus direitos!)

 Olá Litoral,

Se nos últimos 3 anos teve algum voo cancelado, atrasado mais de 3 horas ou foi vítima de overbooking e não conseguiu embarcar, esta mensagem é para si.

Partilho uma história que se passou comigo e que pode ajudar outros viajantes a fazerem valer os seus direitos face a voos atrasados, cancelados ou em situações de overbooking na União Europeia.

O artigo fala de uma companhia aérea que se tentou esquivar ao cumprimento das suas obrigações legais refugiando-se no jargão das “circunstâncias extraordinárias”, e só acedeu a fazê-lo quando pressionado por ação de terceiros. No caso, a AirHelp.

Depois de ler, verifique os seus emails e notificações antigas, puxe pela memória e, caso se lembre de algum voo cancelado ou significativamente atrasado, não hesite e peça ajuda à AirHelp. E o primeiro passo é verificar no site da AirHelp se determinado voo pode ou não dar direito a indemnização​. O processo é super intuitivo e não perde nada em verificar. Depois agradece-me... ;)

Verificar se tem direito a indemnização

A terminar, deixo o habitual pedido para utilizar estes links ao planear as próximas viagens. Para si não faz diferença mas para mim é uma grande ajuda. Muito obrigado.

Fazer seguro de viagens IATI (5% off)

Grande abraço e boas viagens,

Filipe Morato Gomes

Hospitais têm de pagar pelo sangue que os dadores oferecem ao IPS?

O que está em causa?
Os apelos para a dádiva de sangue são muitos. Mas há quem desacredite a prática, alegando que os hospitais têm de “comprar” o sangue doado ao Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST). É mesmo assim?

A dádiva de sangue é um procedimento simples e rápido, mas sobre o qual circula muita desinformação. Há quem questione, por exemplo, se apesar de os dadores não receberem contrapartidas financeiras pela doação, os hospitais têm de comprar o sangue ao Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST). É mesmo assim?

Em Portugal, é o IPST que gere a rede nacional de bancos de sangue de todos os hospitais. Além disso, doar sangue é, de facto, “um ato cívico, voluntário, benévolo e não remunerado”, como especifica o estatuto do dador, enquadrado na Lei n.º 37/2012 de 27 de agosto.

Mas não é verdade que, depois de receber as dádivas, o Instituto Português do Sangue venda o sangue e as respectivas componentes sanguíneas aos hospitais com fins lucrativos. A história está mal contada…
Imagem da ADASCA -DR
Em declarações ao Polígrafo, o IPST sublinha que “a venda de sangue é proibida por lei em Portugal”. Há, no entanto, um custo da disponibilização do sangue doado aos hospitais. Esse valor “reflete unicamente os custos da recolha, processamento e análises ao sangue doado”, explica a mesma fonte.

Isto significa que, apesar de a dádiva ser gratuita para o dador, o processo acarreta custos para o estabelecimento responsável pela colheita, seja o próprio IPST ou outro banco de sangue da rede hospitalar do país.

A dádiva de sangue é um procedimento simples e rápido, mas sobre o qual circula muita desinformação. Há quem questione, por exemplo, se apesar de os dadores não receberem contrapartidas financeiras pela doação, os hospitais têm de comprar o sangue ao Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST). É mesmo assim?

Em Portugal, é o IPST que gere a rede nacional de bancos de sangue de todos os hospitais. Além disso, doar sangue é, de facto, “um ato cívico, voluntário, benévolo e não remunerado”, como especifica o estatuto do dador, enquadrado na Lei n.º 37/2012 de 27 de agosto.

Mas não é verdade que, depois de receber as dádivas, o Instituto Português do Sangue venda o sangue e as respectivas componentes sanguíneas aos hospitais com fins lucrativos. A história está mal contada…

Em declarações ao Polígrafo, o IPST sublinha que “a venda de sangue é proibida por lei em Portugal”. Há, no entanto, um custo da disponibilização do sangue doado aos hospitais. Esse valor “reflete unicamente os custos da recolha, processamento e análises ao sangue doado”, explica a mesma fonte.

Isto significa que, apesar de a dádiva ser gratuita para o dador, o processo acarreta custos para o estabelecimento responsável pela colheita, seja o próprio IPST ou outro banco de sangue da rede hospitalar do país.
*Bárbara Baltarejo
14 de Junho de 2026 às 15:00
Fonte:https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/hospitais-tem-de-pagar-pelo-sangue-que-os-dadores-oferecem-ao-ips/