sexta-feira, 22 de maio de 2020

Pastor popular, que dizia poder curar o Covid-19 por toque, morre de Covid-19

Um popular pastor de Camarões, Frankline Ndifor, morreu de Covid-19 no último sábado (16) depois de afirmar que suas orações haviam curado centenas de seus apoiadores do coronavírus.
Infelizmente, a tragédia não serviu de lição para as pessoas se cuidarem contra a doença. Após sua morte, a polícia teve que dispersar uma multidão que se reuniu em frente à sua casa na cidade de Douala, rezando por sua ressurreição.

Ndifor era uma figura notória, e chegou até a ser candidato na última eleição presidencial do país da África Central, embora tenha ficado em sétimo lugar entre nove competidores.

A morte

Segundo o médico Gaelle Nnanga, Ndifor morreu menos de uma semana depois de ser diagnosticado com Covid-19.
Alguns membros de sua igreja (Kingship International Ministries Church) o chamaram para ajudar o pastor quando descobriram que ele estava agonizando, mas quando a equipe médica que Nnanga liderava chegou em sua residência, Ndifor já estava em sérias dificuldades respiratórias e faleceu menos de 10 minutos depois de ser tratado.
O governador da região de Douala afirmou em uma declaração para a imprensa que precisou implantar força policial para abrir caminho até a casa de Ndifor, uma vez que seus seguidores estavam tentando expulsar a equipe médica enquanto alegavam que o pastor não estava morto, apenas em um retiro espiritual com Deus, e não deveria ser enterrado.


No domingo (17), centenas deles se reuniram novamente na frente da casa de Ndifor para cantar e afirmar que o “profeta” iria retornar em breve. As canções e orações foram transmitidas por vários canais locais.

A preocupação: cura por toque  

Diversas pessoas haviam visitado a igreja de Ndifor em busca de uma cura para o Covid-19 ou imunidade ao vírus.

De acordo com o seguidor Rigobert Che, o pastor havia rezado por ele e por outras dúzias de pessoas infectadas com Covid-19 ou suspeitas de ter a doença na quarta-feira (13). Logo, sua morte gerou pânico em centenas de indivíduos que estiveram com ele a procura de uma intervenção divina.
“Este é um pastor que tem posto as mãos [sobre os doentes] e afirmado que cura o Covid-19. “Se você, a pessoa que afirma que está curando o Covid-19, está morta, o que dizer dos companheiros que foram afetados pelo Covid-19? Agora que ele está morto, não sei como as pessoas que ele pôs as mãos serão curadas”, afirmou Che ao VOA News.
Os médicos aconselharam qualquer pessoa que tenha tido contato com Ndifor a ir ao hospital para ser testado para Covid-19.

Ações 

Além de rezar por pacientes afetados em sua casa e em sua igreja, Ndifor também doava baldes e sabão para os pobres lavarem as mãos e se protegerem do coronavírus.
Sua última aparição pública foi em 20 de abril, quando ele percorreu as ruas de Douala distribuindo máscaras.

Por Natasha Romanzoti, em 21.05.2020
hypescience

Aumentam crimes contra a liberdade sexual em Moçambique, PGR considera “problema de saúde pública”

Foto da Assembleia da República
Pelo 4º ano consecutivo aumentaram os crimes contra a liberdade sexual em Moçambique, prestando a 1º Informação do seu 2º mandato à Assembleia da República a Procuradora-Geral da República enfatizou que “constituem uma grande preocupação para o nosso país e, pela sua natureza, frequência e efeitos, podem ser considerados um problema de saúde pública”. Beatriz Buchili manifestou repugnação para a violação sexual de menores de 12 anos de idade “em que o agressor é alguém com laços de parentesco ou afinidade”.

“Os crimes contra a liberdade sexual constituem uma grande preocupação para o nosso país e, pela sua natureza, frequência e efeitos, podem ser considerados um problema de saúde pública”, enfatizou Beatriz Buchilli na Informação que começou a prestar nesta quarta-feira (20) ao Parlamento.

A Procuradora-Geral da República revelou que durante o ano de 2019 “foram instaurados, em todo o país, 2.018 processos, contra 1.843 do ano anterior, verificando-se um aumento de 175 processos”, dos quais “foi deduzida a acusação em 1.494 processos, em 366 recaíram despachos de abstenção e 721 encontram-se em instrução preparatória”.

“A Província da Zambézia, Cidade de Maputo e a Província de Sofala são as que registaram maior números de processos de crimes contra a liberdade sexual, com 321, 240 e 235, respectivamente” indicou a guardiã da legalidade que destacou o crime “de violação sexual, tendo como principais vítimas mulheres e menores de sexo feminino, com 875 e 678, respectivamente.

No ano passado ocorreram 678 violações de menores de 12 anos, “repugna-nos o facto de continuarmos a registar, no país, casos de violação sexual, em que o agressor é alguém com laços de parentesco ou afinidade com a vítima, como sejam, o pai, avô ou, ainda pessoas com alguma proximidade, tal é o caso de professor ou vizinho, propiciando o silencia, por temor reverencial, vergonha ou medo de represálias”.

Beatriz Buchilli referiu, a título ilustrativo, uma violação ocorrida “na Província de Manica, no bairro Vila nova, na Cidade de Chimoio, em Janeiro de 2019, um cidadão de 53 anos de idade, por sinal tio de uma menor de 3 anos, com problemas de mudez, aproveitando-se da ausência dos outros familiares, introduziu-se para o interior da residência e com ela manteve relações sexuais. No processo, com o arguido em prisão preventiva, foi deduzido despacho de acusação e remetido a tribunal, no dia 18 de Maio de 2019, onde aguarda julgamento”.

Guardiã da legalidade sugere “profunda reflexão sobre as causas e factores” que contribuem para violações sexuais em Moçambique

A PGR destacou outro caso ocorrido no Distrito de Vilankulo, na Província de Inhambene, em Março de 2019, onde foi descoberto um indivíduo de nacionalidade mauriciana, de 50 anos de idade que no seu tablet tinha “50 imagens e 15 vídeos, retratando actos de violação sexual a menores de idade, que variam entre 8 meses e 7 anos, de nacionalidade moçambicana”. O réu foi condenado a pena de 40 anos de prisão maior.

“Preocupa-nos, ainda, situações em que vítimas do crime de violação, do sexo feminino, que depois de praticado o crime, são mortas e abandonadas nas matas, em lugares ermos ou valas de drenagem, o que demonstra a degradação dos valores morais e sociais, havando necessidade de unir esforços para resgata-los, através da conscientização e denuncia, com vista a responsabilização dos agressores”, declarou Beatriz Buchili.

A guardiã da legalidade em Moçambique recordou que “Incumbe à família, à sociedade e ao Estado assegurar os direitos fundamentais da criança, especialmente, em situação de vulnerabilidade, garantindo desta forma, a sua protecção e desenvolvimento pleno e integral”, e sugeriu “uma profunda reflexão sobre as causas e factores destas infracções”.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Moçambique | “Rapto de pessoas é usado como meio fácil de obtenção de dinheiro” Procuradora-Geral da República

Foto da Assembleia da República
Num atípico dia de eficiência policial foram resgatados do cativeiros dois empresários sequestrados em Moçambique, trata-se de Rizwan Adatia e de Manish Cantilal. “O rapto de pessoas, cometido com violência e com a finalidade de extorsão ou resgate, continua a desafiar os nossos esforços e é usado como meio fácil de obtenção de dinheiro por parte dos criminosos”, declarava quase em simultâneo a Procuradora-Geral da República na Assembleia da República.

Foi resgatado nas primeiras horas desta quarta-feira (20), no bairro de Mulotana, no Distrito de Boane, na Província de Maputo, o empresário de nacionalidade indiana Rizwan Nuruddin Adatia, sequestrado no passado dia 30 de Abril no bairro do Fomento, no Município da Matola.

Em conexão com o resgate o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve três jovens, um deles do sexo feminino, que confessaram a sua participação a mando de um “chefe” alegadamente na África do Sul.

A directora do SERNIC na Província de Maputo, Benjamina Chaves, disse a jornalistas que um outro jovem, funcionário “sénior” do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, havia sido detido anteriormente em conexão com o rapto.

Na sequência o Serviço Nacional de Investigação Criminal resgatou ainda nesta quarta-feira (20) um outro empresário que estava em cativeiro há 92 dias, num dos bairros do Município da Matola, trata-se de Manish Cantilal que revelou ter sido torturado como forma de pressão a sua família a pagar o montante exigido para a sua libertação. Este empresário moçambicana, de ascendência asiática, também conhecido pelo nome de Moniz Carsane já foi indiciado como mandate de pelo menos quatro sequestros na capital moçambicana.

Ironicamente estas operações policiais, que não resultaram na detenção de nenhum mandante dos raptos, aconteceram no primeiro, de dois dias, em que a Procuradora-Geral da República está na Assembleia da República a apresentar a sua Informação Anual sobre a legalidade em Moçambique.

“O rapto de pessoas, cometido com violência e com a finalidade de extorsão ou resgate, continua a desafiar os nossos esforços e é usado como meio fácil de obtenção de dinheiro por parte dos criminosos. Estas redes criminosas que inicialmente actuavam mais nas Cidade de Maputo, Matola e Beira, tendem a alastrar as suas acções para outras províncias, tais são os casos de Manica e de Tete, sendo os principais alvos agentes económicos e seus familiares, colocando, sempre, a vida da vítima como moeda de troca”, afirmou Beatriz Buchili.

A guardiã da legalidade, que revelou terem sido abertos 15 processos de raptos durante o ano de 2019, seis com despachos de acusação e dez em instrução preparatória, apelou a “uma intervenção enérgica, não só das instituições judiciárias, mas também a colaboração dos familiares das vítimas, das estruturas administrativas de base, dos agentes económicos e da sociedade em geral, na denuncia de suspeitas de raptos, pois os locais que, normalmente, são usados como cativeiro, situam-se nos nossos bairros e, a angariação dos valores para o pagamento do resgate, conta, algumas vezes, com o apoio de familiares, amigos ou agentes económicos mais próximos”.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Oito novos infectados na Província de Maputo, 80º trabalhador da Total diagnosticado com covid-19 em Moçambique

Foto do Ministério da Saúde

A Província de Maputo tornou-se num novo foco da covid-19 em Moçambique com o diagnóstico de oito novos infectados, dois dos quais são crianças e um adolescente. Os restantes dois casos diagnosticados nesta quarta-feira (20), que elevam o cumulativo de casos positivos para 156, estão nas cidades de Xai-Xai e Maputo, este último é o 80º trabalhador da petrolífera Total infectado no nosso país.

A Directora Nacional de Saúde Pública actualizou em conferência de imprensa que mais 232 testes, resultantes da vigilância em unidades sanitárias e rastreio de casos suspeitos, foram realizados pelo Instituto Nacional de Saúde, “222 revelaram-se negativos e dez casos, revelaram-se positivos para covid-19”. Todos de nacionalidade moçambicana dos quais, nove com sintomatologia leve a moderada e um sem sintomas.

“Na Província de Maputo, na Cidade da Matola, temos seis indivíduos, sendo quatro do sexo masculino e dois do sexo feminino. Destes, um menor de 5 anos de idade, um na faixa etária de 5 - 14 anos, um na faixa etária de 15 - 24 anos, dois na faixa etária de 25 - 34 anos e um na faixa etária de 35 -44 anos de idade”, descreveu a Dra. Rosa Marlene.

No entanto o Director Nacional para a Área de Inquérito e Monitoria de Saúde clarificou “que pelo menos sete destes casos estão relacionados a uma cadeia de transmissão, tem uma relação com um caso anunciado no dia 14 (de Maio), portanto houve uma investigação epidemiológicas e estabeleceram-se níveis de risco entre contactos, alguns desses casos são contactos mesmo muito próximos, domiciliários, penso que há dois casos que são contactos domiciliários de um caso reportado no dia 14”.

Contudo o @Verdade apurou que no dia 14 de Maio não foi diagnosticado nenhum caso positivo de covid-19 na Província de Maputo, tendo ficado por esclarecer afinal com qual dos infectados estes novos casos na Cidade da Matola estão relacionados.

Adicionalmente o Dr. Sérgio Chicumbe aclarou que nenhum dos novos diagnosticados na Cidade da Matola está relacionado com a funcionária de uma agência bancária que acusou positivo para o novo coronavírus no passado dia 16 de Maio.

Os restantes casos positivos diagnosticados nesta quarta-feira (20) um está na Província de Maputo, no Distrito de Boane, e é um moçambicano na faixa etária de 25 - 34 anos de idade, e um outro caso diagnosticado na Província de Maputo é uma rapariga na faixa etária de 25 - 34 anos de idade.

Já na Província de Gaza, na Cidade de Xai-Xai, foi identificada uma moçambicana na faixa etária de 45 - 59 anos de idade infectada com o novo coronavírus.

O Director Nacional para a Área de Inquérito e Monitoria de Saúde explicou que “não nos parece ter relação com os outros casos (4) existentes naquela província entretanto ainda decorrem investigações epidemiológicas”.

O 10º caso positivo desta quarta-feira (20) é um moçambicano, na faixa etária de 25 -34 anos de idade, está em isolamento no Distrito Municipal de KaMpfumo, na Cidade de Maputo, e é trabalhador da Total, tendo recentemente regressado do acampamento de Afungi num voo comercial das Linhas Aéreas de Moçambique.

Recorde-se que as tripulações das Linhas Aéreas de Moçambique não estão a ser testadas para o novo coronavírus, embora transportem casos suspeitos e mesmo doentes assintomáticos, e nem mesmo estão a cumprir a quarentena obrigatória para quem viaje de um local com doentes positivos.

“Este caso relacionado a Afungi é do último grupo, nós organizamos a saída em função do grau de risco para infecção, testou-se e retirou-se daquele contexto pessoas de menor risco e as pessoas de maior risco foram retiradas por último. É um caso que mostra carga viral relativamente baixa, em relação com a carga viral que habitualmente vemos com um caso primário”, argumentou o Dr. Sérgio Chicumbe.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

México | La Nueva Normalidad Post-COVID-19 En Las Empresas


por Yesica Flores

Luego de vivir meses en confinamiento a causa de la pandemia por COVID-19, desde grandes corporaciones hasta pequeñas y medianas empresas (pymes) se han visto obligadas a mejorar sus procesos -e incluso- a iniciar o acelerar una verdadera transformación digital, que modificará el funcionamiento de los negocios como los conocíamos hasta ahora.
La crisis sanitaria ya ha traído grandes aprendizajes y, cuando termine, habrá motivado cambios en los hábitos sociales y en las organizaciones. Si bien el confinamiento concluirá, es un hecho que no regresaremos a la normalidad habitual; será una nueva, con reglas y dinámicas diferentes.
Habrá, por ejemplo, nuevos modelos de viaje y de puntos de venta; además de áreas de compras que busquen controlar el acceso y la permanencia de las personas en espacios públicos o privados, para no generar aglomeraciones, como era usual en el pasado.
Al igual que lo que hemos visto en toda la pandemia, la tecnología será la gran aliada en esta nueva realidad, y la transformación digital -que de acuerdo con IDC hasta 2018 solo había sido emprendida por 23% de los corporativos mexicanos- es el camino para potencializar su uso en favor de la humanidad y las empresas.
En esta normalidad post-COVID 19, varios negocios seguirán evolucionando hacia una cultura de trabajo remoto, privilegiando interacciones y formas de relacionamiento más digitales y humanas a la vez; lo que demandará la creación y el rediseño de procesos centrados en atender y resolver los problemas reales de las personas, derivados de nuevos hábitos y comportamientos.
La Inteligencia Artificial (IA) seguirá siendo clave en la transformación digital de las empresas ya que puede usarse, por ejemplo, no sólo para monitorear comportamientos y realizar trámites; sino también, para dar soporte al cuidado de las personas y realizar tareas de prevención de contagios.
Sus múltiples aplicaciones hacen de ésta una de las tecnologías más prometedoras, como lo demuestra su crecimiento global de 154% este año en comparación con el anterior; índices que se mantendrán en 2021, según datos de la empresa alemana de estudios de mercado, Statista.
Para las compañías, sumar a su operación este recurso debe ser una prioridad, pues ofrece soluciones que impulsarán su crecimiento; pero también, las fortalecerá para enfrentar cualquier disrupción futura.
Otra tecnología fundamental a considerar es la automatización, la cual ha permitido a las organizaciones aplicar acciones de movilidad hacia su capital humano para mantener una sana distancia; además, ha ayudado a las cadenas de suministros a seguir en funcionamiento, dando respuesta a las demandas que imponen los nuevos hábitos y preferencias de los consumidores.
Utilizar este recurso tecnológico permite: tener mayor eficiencia, reducir los costos de operaciones y llegar a mercados más grandes a través de nuevas estrategias que impulsen los negocios y que contemplen los flujos de trabajo y las últimas tendencias.
Con el perfecto balance de estos factores es posible extraer el verdadero valor de la automatización, la cual no sólo es de ayuda en estos momentos de aislamiento; sino que también, será clave para el periodo post COVID-19.
En este contexto, también hay que considerar a los metadatos, que deberán transformarse y adaptarse a esta nueva realidad. Habrá que crear nuevos modelos predictivos que superen a los que hoy han quedado obsoletos y que nos permitan entender los nuevos hábitos y comportamientos de las personas, en los escenarios planteados por la nueva normalidad.
Estos datos, que deben generarse también, deben enfocarse en facilitar la creación de mejores formas de relacionarse para todos aquellos que no se han adaptado aún a las nuevas tendencias.
Hoy más que nunca, los empresarios requieren ver el uso de datos como una estrategia que brinda flexibilidad y agilidad para la toma de decisiones; además de que, sumado a la IA y la automatización, permitirá consolidar una verdadera transformación digital en sus negocios y así, destacar en esta nueva realidad.
Por Analía Baño y Luis Battilana, directores generales de Baufest México

Mais de 1000 empresas de atividade turística do Centro de Portugal já são “Clean and Safe”

Cerca de um terço dos empreendimentos turísticos da região estão abertos. Postos de informação turística a caminho da normalidade.
Mais de 1000 empresas de atividade turística do Centro de Portugal já conquistaram o direito de exibir o selo “Clean and Safe”. Este selo, recorde-se, resulta de um processo de certificação do Turismo de Portugal que visa transmitir maior confiança aos turistas.
Na região Centro de Portugal, exibem já o selo, ao dia de hoje, 418 empreendimentos turísticos, 224 unidades de alojamento local, 214 agentes de animação turística, 149 agências de viagens e operadores turísticos e ainda 86 restaurantes (estes ao dia de ontem). Para a restauração, assinale-se, o processo começou mais tarde, a 15 de maio. Os números têm crescido diariamente, assim como o interesse manifestado pelas empresas em aderir ao processo, através da colocação de questões práticas sobre o processo formal de obtenção do selo e quanto aos procedimentos a adotar, uma vez que cada tipo de atividade tem associado um conjunto de requisitos específicos.
Turismo Centro de Portugal  associou-se desde a primeira hora a esta iniciativa, através da divulgação do selo “Clean & Safe” junto das empresas elegíveis e da disponibilização de apoio técnico a todos os interessados. Paralelamente, o Turismo Centro de Portugal  tem em curso um conjunto de video-conferências, em parceria com o Turismo de Portugal e com representantes das associações do setor, com o intuito de reforçar a formação dos empresários sobre todos os aspetos deste selo.
Registe-se que o Gabinete de Apoio ao Investimento Turístico do TCP recebeu, desde 10 de Março, mais de 550 atendimentos a empresários, com dúvidas relacionadas com o período de pandemia e também sobre novos projetos de investimento. Só em maio, registaram-se já, 225 atendimentos, o que prenuncia que este vai ser o mês com mais atendimentos de sempre.
Os empresários da atividade turística do Centro de Portugal estão de parabéns. Assim que o Covid-19 os obrigou a suspender as operações, arregaçaram as mangas e dedicaram-se a preparar o dia em que poderiam reabrir”, sublinha Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal. Hotéis, alojamentos, restaurantes e todas as empresas do setor não se pouparam a esforços para dotar os seus estabelecimentos e os seus negócios de todas as condições exigidas por esta nova realidade, pelo que não surpreende que sejam já mais de 1000 as empresas da região com o selo ‘Clean & Safe’. Este selo é a melhor garantia que podemos dar aos turistas de que podem visitar o Centro de Portugal em total segurança, acrescenta.

Mais de um terço dos empreendimentos turísticos da região de portas abertas

O Gabinete de Apoio ao Investimento Turístico do TCP calcula que mais de um terço dos empreendimentos turísticos da região Centro de Portugal estão a funcionar, de acordo com um levantamento feito pela entidade. Os números, que resultam de uma amostra representativa das unidades da região (à exceção de parques de campismo), demonstram que 39,8% dos empreendimentos estão abertos, 33,7% vão reabrir até 15 de junho e 26,3% só o farão depois de 15 de junho.

Postos de informação turística a caminho da normalidade

Dois dos postos de informação turística do Turismo Centro de Portugal já reabriram as portas, após o período de confinamento obrigatório, e estão disponíveis para prestar todo o auxílio a quem os procura. São eles os postos de Aveiro e Fátima, que estão abertos desde dia 18 de Maio, funcionando das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00. A partir de 1 de junho, funcionarão no horário regular.
Os postos de informação turística de Leiria, Coimbra, Covilhã e Viseu vão reabrir a 25 de maio, funcionando das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00. A partir de 1 de junho, funcionarão no horário regular. A 1 de junho, abrirão também os postos de informação turística de Manteigas, Belmonte e Vilar Formoso (estes dois de forma condicionada), no horário regular.
Todos os colaboradores receberam formação específica para poderem prestar esclarecimentos aos visitantes no contexto da pandemia de COVID-19, estando igualmente disponíveis para disponibilizar equipamento de proteção individual e dispensadores de solução à base de álcool. Os espaços são, naturalmente, higienizados e limpos várias vezes ao dia.

Cristiano Ronaldo e Juventus com testes negativos ao novo coronavírus

Covid-19: Cristiano Ronaldo e Juventus com testes negativos ao ...
O plantel da Juventus, do qual faz parte o futebolista internacional português Cristiano Ronaldo, teve testes negativos para a covid-19, informou hoje o clube italiano, que testou os jogadores na quarta-feira."Ontem [quarta-feira] todo o grupo da equipa fez testes de diagnóstico, que deram resultados negativos", indicou o emblema, octocampeão italiano e que liderava a Séria A de futebol antes da suspensão, após 08 de Março, devido ao novo coronavírus.
Hoje, a equipa prosseguiu os trabalhos em Continassa, o seu centro de treinos, onde Cristiano Ronaldo se apresentou na terça-feira, depois de duas semanas de quarentena e depois de um período de quase dois meses de isolamento na Madeira.
"O programa de trabalho em Continassa prossegue. Durante alguns dias os jogadores fizeram sessões individuais de treino em pequenos grupos, mantendo as distâncias", assinala o clube, que se prepara para nova metodologia.
Dentro do protocolo da comissão médica e científica da Federação Italiana de futebol, depois de terem sido testados os jogadores com resultados negativos, a equipa irá alargar as sessões de treino com grupos maiores.
Lusa