quinta-feira, 6 de junho de 2019

Opinião | China comunista: destruição de imagens de santos

Estátuas dos santos mártires Wu, removidas por injunção marxista. Foto Bitter Winter. 

Arrancam estátuas de mártires para que chineses não imitem seu exemplo

As imagens e monumentos erigidos para comemorar os 120 Mártires chineses são objetivo da sanha marxista na província de Hebei, China, escreveu “Infocatólica”.
Segundo as denúncias provenientes do continente e veiculadas pelo site Bitter Winter, o regime comunista está demolindo e retirando sistematicamente as estátuas desses mártires modelos de fidelidade a Nosso Senhor Jesus Cristo numa era de perseguição.
Tudo começou em Dongxihetou, diocese de Hengshui, em outubro de 2018. Os fiéis que contribuíram para confeccionar as estátuas foram intimidados com o espectro dos cárceres socialistas.
As estátuas comemoravam a São Paulo Wu Anju (1838-1900), São João Baptista Wu Mantang (1883-1900) e São Paulo Wu Wanshu (1884-1900).
O Papa Pio XII proclamou mártires aos três em 17 de abril de 1955 que, aliás eram da mesma família. Por fim, foram canonizados no dia 1° de outubro de 2000.
A violência faz parte de uma generalizada campanha de demolições de símbolos religiosos. Essa visa não somente os católicos ditos clandestinos (fiéis a Roma), mas até as imagens da Associação Patriótica Católica (órgão governamental do regime comunista para controlar a Igreja).
Os inimigos são Nosso Senhor, Nossa Senhora, os Santos e todo o bem que a Igreja Católica fez na China.
Foram também suprimidas as imagens na igreja católica de Wuyi dos missionários franceses jesuítas mártires São Modesto Andlauer (1847-1900) e São Rémy Isoré (1852-1900), assassinados pelos nacionalistas Boxers.

Segundo os católicos locais o PCC (Partido Comunista Chinês) quer apagar a lembrança dos mártires, que deram a vida em fidelidade a Jesus Cristo por volta do ano 1900.
O PCC julga que esses mártires mantêm viva a memória e encorajam muitos heróis católicos que estão fazendo o holocausto de suas vidas sob a atual ditadura comunista.
O furor marxista aparece desprovido de toda moderação após ter conseguido um acordo com a Santa Sé em 2018, registra Bitter Winter. 
A mesma fonte foi informada que os fiéis de Wuyi foram constrangidos a desmantelar as imagens dos santos com suas próprias mãos. Se não o fizessem, o leigo que deu o maior donativo teria seus bens confiscados.
Também a estátua de São Chi Zhu (1882-1900), que estava exposta na igreja católica de Dechao (Shenzhou, Hebei), foi desmontada por pressão das autoridades.
São Chi havia sido linchado com facas e armas de fogo durante a rebelião nacionalista dos Boxers (1899-1901).
Os repressores locais intimaram os fiéis a fechar a igreja, remover todas as imagens de Jesus e dos santos.
Se não o fizessem, a igreja seria demolida.
O exemplo de todos esses mártires inspirou gerações inteiras de fiéis católicos chineses.
Incapaz de convencer os chineses de abandonar a Igreja e vendo que muitos se convertem a Ela, a ditadura tenta apagar a lembrança dos heróis. E com a anuência da política externa vaticana!
Porém, eles brilham de glória no Céu, e manobra humana alguma conseguirá apagar seu fulgor, e seu exemplo empolgante seguirá fortalecendo a fidelidade dos católicos autênticos.

ABIM

Moçambique | Caso Nini Satar: sentença mostra que Ministério Público “atirou em alvo” errado


O Tribunal Judicial de Kampfumo, na cidade de Maputo, condenou, a uma pena de prisão de um ano convertida em multa, Nini Satar por falsificação de passaporte. Ainda no mesmo processo, o tribunal absolveu Sahim Momad e Sidália dos Santos, funcionária da Migração.

Eram por volta das 11H20 quando iniciava a sessão que marcava o fim de um “pesadelo” que começou em Abril deste ano: a leitura da sentença do caso de falsificação do passaporte que permitiu a Nini Satar fugir do país em 2015.

A sala estava preenchida e alguns dos presentes acompanharam a leitura da sentença, como se fossem os próprios réus, em pé. Os jornalistas, estes, estavam contentes porque não teriam de encher um bloco de notas, como aconteceu nas sessões anteriores, em que os homens da informação entravam sem nenhum dos seus instrumentos.

“Meus amigos (referindo-se a jornalistas), hoje, poderão entrar com máquinas fotográficas, telefones só não devem usá-los no recinto prisional, ou seja, captem as imagens na sala”, em coro e sorridentes, os jornalistas acataram a ordem do oficial.

Na sala, o clima era tenso. Tensos e ansiosos pelo resultado da sentença, os familiares dos arguidos faziam um silêncio que chegava até a assustar. Em contraste, Nini Satar, relaxado e despreocupado, conversava com os advogados, mas a conversa não durou muito tempo e o juiz da causa, Eusébio Lucas, entrava na sala. O silêncio foi absoluto. “Bom dia senhoras e senhores. Podem se sentar” ordenou o juiz. “Sem levarmos mais tempo, vamos à leitura da sentença”, disse o juiz.

O juiz da 4ª secção do Tribunal Judicial do distrito Kampfumo, na cidade de Maputo, começou por resumir os crimes que pesam sobre os arguidos. E foi depois de expor todos os elementos provados e não provados decidiu condenar Nini Satar a uma pena de um ano.

“O colectivo de juízes da 4ª secção do Tribunal Judicial do distrito municipal Kampfumo, unanimemente e obediência à constituição da República e das leis decide: condenar Momad Assif Abdul Satar, mais conhecido por Nini Satar a uma pena de um ano de prisão substituíveis em multa a uma taxa diária de 10% do salário mínimo em vigor na função pública e 800 meticais de imposto de justiça”, sentenciou Eusébio Lucas, o juiz da causa.

Depois de condenar Nini Satar, o colectivo de juízes presidido por Eusébio Lucas decidiu absolver Sidália dos Santos que, a altura dos factos, era funcionária da Migração e Sahim Momade, sobrinho de Satar, que terá facultado os seus dados para a falsificação do passaporte, por insuficiência de provas.

“O mesmo colectivo de juízes decide absolver Sahim Momade Aslam e Sidália dos Santos da instância, mandando-os em paz e liberdade definitiva com os fundamentos acima esgrimidos. Emitam mandado de soltura definitiva do réu Sahim Aslam e Sidália dos Santos”, ordenou Eusébio Lucas.

Lida a sentença a seu favor, Sidália dos Santos não conseguiu conter as lágrimas e não era para menos: ela ficou detida de Agosto a esta parte. Segundo apurou o tribunal, a arguida conhecia todas as fases da produção do passaporte, excepto o da actualização da fotografia onde presume-se que tenha sido a fase na qual houve troca da foto de Sahim pela de Nini. Aliás, para poder aceder a esta fase, ela pediu ajuda aos outros colegas, nomeadamente Aldo da Costo e Gabriel Zacarias a quem o Ministério Público não moveu nenhum processo.

Nini Satar, falando à imprensa, mostrou-se confortável com a decisão, mas não deixou de criticar, duramente, o Ministério Público, acusando-o de estar a perseguir pessoas inocentes, ou seja, Sidália dos Santos e seu sobrinho Sahim Aslam.

“Desde a instrução preparatória desse processo, eu provei aos procuradores que estavam a investigar-me e provei mesmo que há pessoas inocentes nesse processo, mas o Ministério Público, como gosta de perseguir pessoas, perseguiu até deter as pessoas e levar ao julgamento”, atacou Nini Satar, acrescentando que depois dessa sentença o Ministério Público vai aprender muito a não acusar pessoas inocentes, “se a imagem do Ministério Público estava chamuscada então eles devem perseguir os verdadeiros responsáveis e não procurar pessoas inocentes”, rematou.

Damião Cumbane, um dos advogados de Nini Satar, disse que a sentença foi didáctica e mostrou-se duvidoso se vai ou não recorrer da decisão.

“Confesso que, tendo em atenção todo o espectáculo que foi montado a volta deste processo, não encontro motivos para ainda ter de recorrer da decisão, mas de qualquer das formas ainda terei tempo para conversar com o meu constituinte”, declarou Damião Cumbane, um dos advogados de Nini Satar.

Assim, Nini Satar vai cumprir os restantes sete anos da pena que lhe foi aplicada no caso Carlos Cardoso por ter violado, em 2015, a liberdade condicional que lhe havia sido concedida pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo.

Fonte: O País 


Caminha Solidária | Uma forma saudável de ajudar os Bombeiros de Cantanhede…

O Litoral Centro associa-se à iniciativa. Os Bombeiros de Norte a Sul são dignos dos nosso apoio.



Vagos | Praia da Vagueira recebe 3ª etapa do Campeonato Nacional de Bodysurf

Os melhores atletas de Bodysurf dirigem-se à Praia da Vagueira, em Vagos, já no próximo sábado, dia 8 de junho, para disputar a terceira etapa do Campeonato Nacional de Bodysurf e do Campeonato Nacional de Bodysurf Júnior.
Decorre no dia 8 de junho, na Praia da Vagueira, em Vagos, a terceira etapa do Campeonato Nacional de Bodysurf Open e Júnior.
Regressa assim à “melhor praia do mundo” o Campeonato que trouxe para a ribalta um dos melhores Bodysurfers de Portugal e tri campeão nacional, Miguel Rocha que vem na liderança do Ranking, já com um primeiro e um terceiro lugar este ano. Esta é, também, a praia de Tiago Mesquita, primeiro campeão nacional de Bodysurf Júnior, que espera mostrar, perante o público sempre entusiasta da Vagueira, porque é que em 2018 foi campeão.
O maior destaque vai para os atletas, Miguel Rocha na categoria OPEN, atual campeão nacional, com forte possibilidade de se manter como um sério candidato ao título, e, Tiago Mesquita na categoria de Júnior, que pretende mostrar que, apesar da forte concorrência, está empenhado em não deixar escapar o título de campeão nacional.
O Município de Vagos, no seguimento da aposta em divulgar as suas praias como um destino de Surf, pretende criar condições para a concorrência saudável entre atletas, promovendo o desenvolvimento técnico dos mesmos e projetando a modalidade.
Esta iniciativa faz parte do calendário competitivo da Federação Portuguesa de Surf, promovida pela Associação de Surf – Social Wave em conjunto com a ASV-Associação de Surfistas de Vagos, e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Vagos.

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Proença-a-Nova | Percurso da Grande Rota da Cortiçada testada pelo vice-presidente da autarquia



Com o objetivo de testar a marcação da Grande Rota da Cortiçada, o vice-presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova decidiu caminhar os 135 quilómetros que compõem a GR39, dividindo-os em seis etapas, entre os dias 27 de maio e 1 de junho. “Acredito que a melhor forma de avaliar o potencial de um projeto / ideia / equipamento é testá-lo criando vários ensaios reais ou muito próximos da realidade; desta forma, e após a conclusão da marcação da Grande Rota 39, propus-me testar este projeto de um elevado potencial turístico no nosso concelho, avaliando e registando o que tem de melhor e o que poderá ser aperfeiçoado ao longo do percurso”, escreveu João Manso na sua página pessoal do Facebook, convidando quem quisesse a acompanhá-lo na experiência. 

O Município irá agora implementar alterações para valorizar a Grande Rota da Cortiçada depois de terem sido identificadas várias situações a regularizar com urgência. “Umas dizem respeito à falta de sinalética, o que poderá induzir o caminheiro em erro, que são facilmente ultrapassáveis, e outras estão relacionadas com a alteração do percurso em duas das etapas da Grande Rota, com a construção de locais de repouso e com a colocação de placas de final e início de etapa com a respetiva informação, trabalhos que só ficarão concluídos no final do ano, tendo em conta a limitação de uso de máquinas nas zonas florestais durante o verão”, contextualiza João Manso. “Estas alterações não impedirão a realização da Grande Rota da Cortiçada que, temporariamente nestes meses de verão, terá a etapa três mais curta”. 

Para além da componente de análise da GR39, o vice-presidente da autarquia faz um balanço muito positivo desta iniciativa. “Para um recém caminheiro como eu, esta experiência revelou-se uma descoberta de locais, emoções e capacidades, nomeadamente as físicas. É, de facto, muito interessante o percurso que, ao longo das suas etapas, nos vai proporcionando paisagens e locais fantásticos, dificuldades que testam a nossa preparação física, emoções de passarmos por zonas ardidas onde observamos a força da natureza em renascer, sons - e por isso não aconselho o uso de auriculares. Se a Grande Rota for feita nos meses mais quentes que seja nos períodos mais frescos e em grupos não superiores a dez caminheiros. Comparo as sete etapas à subida de umas escadas por uma criança, onde todos os dias nos sentimos realizados pela conquista de mais um degrau até chegarmos ao topo”.

Pampilhosa da Serra | Adrenalina do Gravity International Freeride de volta a Pampilhosa da Serra



Nos dias 8 e 9 de junho, o Gravity Internacional Freeride, regressa a Pessegueiro, em Pampilhosa da Serra, para 2 dias de descidas frenéticas e muita adrenalina, sendo que no dia 10 cabe à aldeia de Simantorta, em Góis, a honra de acolher o último dia evento. 

O Gravity Internacional Freeride, que este ano avança para a segunda edição, consiste numa iniciativa destinada a desportos de gravidade que se divide em duas provas distintas: as descidas em trikes (semelhantes aos triciclos, mas com rodas de karting atrás e de triciclo à frente), e as descidas em longboards (semelhantes aos skates). 


Tal como adiantou, João Antão, tesoureiro do Clube da Rota da Jerupiga, associação que concebeu e organiza o evento, as descidas das provas em Pessegueiro, decorrem ao longo de um “trajeto com 2200m, do alto da Telhada para Pessegueiro”. 

As inscrições já se encontram encerradas, sendo que vão entrar em prova 110 participantes de 5 nacionalidades distintas: Portugal; Brasil; Espanha; França e Andorra. João Antão, assegura ainda que apesar das descidas vertiginosas, a segurança está garantida e o espetáculo promete contagiar os visitantes. “Temos sempre muita gente no terreno, para os participantes estarem sempre acompanhados”. 

Nos dois primeiros dias, em Pessegueiro, haverá ainda animação noturna, com as atuações de Vando Barros (música ao vivo) e do DJ Edwhitez. 

A organização do Gravity Internacional Freeride, salienta, na página oficial do evento no Facebook, que serão “3 dias de pura adrenalina, diversão e descidas frenéticas”, mas para além disso, o evento incita à “descoberta de duas regiões”, Pampilhosa da Serra e Góis, cujas Câmaras Municipais colaboram com o Clube Rota da Jerupiga na organização da competição. 

Flávio Neves Salgado

Coimbra | Investigadores da FCTUC celebram o Dia Mundial dos Oceanos com ação de limpeza de praia e recolha de lixo| 8 de junho| 10h30m| Mira


Para celebrar o Dia Mundial dos Oceanos, no próximo sábado, 8 de junho, os investigadores Elsa Rodrigues e Miguel Pardal, do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), juntam-se ao município de Mira e ao Colégio Rainha Santa Isabel para uma ação de limpeza e recolha de lixo na praia do poço da Cruz.

Esta ação insere-se também no projeto de investigação “FishFree”, que tem como grande objetivo contribuir para a validação de um ensaio alternativo aos testes letais com peixes.

As preocupações com o bem-estar animal e «o tempo e recursos despendidos usando testes letais com peixes têm promovido o desenvolvimento de ensaios alternativos, considerando-se promissores e de grande interesse os testes in vitro com linhas celulares. Porém, até ao momento, as linhas celulares derivadas de peixes têm mostrado ser menos sensíveis do que os ensaios com peixes», explica a investigadora Elsa Rodrigues.

Por isso, «é imperativo encontrar modelos celulares, derivados de artrópodes, peixes ou mamíferos, que permitam diminuir o risco de falsos negativos. No nosso grupo de investigação, estudos recentes revelaram que, de seis linhas celulares testadas, derivadas de mamíferos e peixes, a derivada de cardiomioblastos de rato apresenta uma sensibilidade semelhante aos resultados do ensaio com peixes para a azoxistrobina, considerado neste momento o fungicida agrícola mais utilizado no mundo. No entanto, são necessários mais estudos que confirmem a fiabilidade desta linha celular, e o projeto FishFree veio colmatar estas lacunas», realça a investigadora.

O projeto FishFree é financiado pela Fundação para Ciência e a Tecnologia (FCT) e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional no âmbito do PT2020.

O ponto de encontro para a ação de limpeza e recolha de lixo é no parque de estacionamento da praia do poço da Cruz (Mira), às10h30 (junto ao Bar Porto D’Abrigo).
Ao dispor,

Cristina Pinto