sábado, 23 de junho de 2018

Manhã de sábado: Sporting. 79 dias de crise até à AG decisiva /premium

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Manhã de sábado

As principais notícias do dia
Bom dia!
Tudo começou a 5 de abril. Tudo culmina este sábado, 23 de junho. A crise do Sporting teve pontos, vírgulas, pontos e vírgulas e muitas reticências. A cronologia de 79 dias de polémicas.
O líder do Sporting perdeu esta sexta feira as duas providências cautelares que apresentou. E desistiu de outras duas já homologadas. É a capitulação judicial de BdC na véspera da AG destitutiva.
Jaime Marta Soares acusou Bruno de Carvalho de fazer "chantagem" para modificar à sua maneira os boletins de voto da AG deste sábado. E diz que a reunião magna leoninia "está em perigo".
Bruno de Carvalho, garantiu que não vai à assembleia geral do Sporting, e que não volta ao clube e nunca mais se recandidata se for destituído. Se não for, Jaime Marta Soares tem de sair, diz
É um dia decisivo para os grupos F e G do Mundial 2018. A Bélgica é a primeira em entrar em campo. Depois os alemães defrontam a Suécia após uma derrota inesperada frente ao México. Siga ao minuto.
Fomos ver o Brasil-Costa Rica para o Fan Fest e encontrámos um trio português que faz as delícias de toda a gente, uma camisola XXXXXL da Colômbia e muita farra canarinha. Pelo meio apareceu Casillas.
Com dois golos ao fechar do pano, Coutinho e Neymar colocaram a seleção brasileira no topo do grupo E. Veja os golos de todos os ângulos com imagens 3D.
Governo vai regularizar a situação dos imigrantes ilegais que trabalhem em Portugal há pelo menos um ano: serão 30 mil. E vai apostar na atração de estrangeiros para combater problema demográfico.
A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal considerou "urgente" o aumento de stock no mercado imobiliário em Lisboa e no Porto para que haja um equilíbrio de preços.
Donald Trump ameaçou impor um imposto alfandegário extraordinário de vinte por cento sobre carros europeus se a União Europeia não levantar as taxas alfandegárias adicionais.
É um dos espaços mais famosos do mundo e o seu chef, Andoni Aduriz, é dos chefs mais respeitados. O Observador esteve na grande celebração, em San Sebastian, e mostra-lhe em exclusivo como foi. 

Opinião

Ruth Manus
Se há um país onde as cores deveriam tomar as ruas, escolas e bares, era Portugal, tão verde e tão vermelho. Se há um país que não deveria ter vergonha da sua camisa, esse país era Portugal. 

Rui Ramos
A “separação das famílias” nos EUA prova que a imigração é um assunto em que quase toda a gente tende a ser desonesta: critiquem Trump, mas também os que gritam hipocritamente contra Trump.

Alberto Gonçalves
Quando não estão a pagar impostos ou a ver a CMTV, as vítimas vão tirar “selfies” com os carrascos e prometem-lhes devoção e votos. Os portugueses apreciam ser humilhados ou não percebem o que são?

P. Gonçalo Portocarrero de Almada
Faltava um livro que desse notícia dos padres que não são notícia, para contrapor às notícias dos padres que o são.

Filomena Martins
Rebenta a bolha e lá voltaremos ao mesmo. Alguém terá de colar os cacos. E muita gente será outra vez atingida. É o risco de aceitar viver dentro de bolhas de ilusão.
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Actividades a realizar pela ADASCA ainda em Junho e Julho



Primeiro ano de morte assistida legal com 374 mortes na Califórnia


As autoridades de saúde do Estado norte-americano da Califórnia afirmaram que 374 pessoas com doenças terminais recorreram à morte assistida no primeiro ano de legalização dessa opção.
Primeiro ano de morte assistida legal com 374 mortes na Califórnia
No total, 577 pessoas receberam as drogas necessárias durante 2017, mas nem todas as usaram.

Dos 374 que morreram, 90 por cento tinha mais de 60 anos, 95% tinha seguro de saúde e 83% recebia cuidados permanentes numa instituição.

Os números dobraram em relação ao primeiro semestre depois de a lei ter entrado em vigor, em 2016, quando se contavam 191 pessoas que tinham recebido as drogas para morrerem e 111 que as tomaram.

Um tribunal suspendeu a lei este ano, mas foi reposta depois de um tribunal de recurso ter analisado o caso.

Fonte: noticiasaominuto

Fernando Medina | "Foi um grande erro destruir a rede de elétricos em Lisboa"


Após receber o troféu Cidade Verde Europeia 2020, em Nijmegen, na Holanda, disse que as cidades têm de defender a sustentabilidade

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, quer mais transporte público na cidade e uma relação próxima com os municípios vizinhos pois é de lá que chegam à capital grande parte das pessoas que diariamente aqui trabalham e estudam.

O que representa para Lisboa ser a Capital Verde Europeia 2020?

Em primeiro lugar, o reconhecimento de uma estratégia política que se iniciou em 2007, que hoje se mantém e que visa cuidar da sustentabilidade da cidade. Isso significou uma política concreta em várias áreas: espaços verdes (no plano diretor municipal de 2012 tivemos um grande incremento com a duplicação para 400 hectares de espaços verdes, acrescentando 200 aos já existentes); espaços públicos (a arborização e devolução do espaço público aos cidadãos); a atenção à drenagem das águas das cheias (com a aprovação de um plano de drenagem que está na sua fase de execução) e a aposta na mobilidade sustentável, com a prioridade ao transporte público.

E traduz-se em mais responsabilidades?

É um prémio importante para uma cidade do Sul da Europa, uma cidade antiga, consolidada. Este prémio significa reconhecimento e ao mesmo tempo dá-nos muita força para continuarmos. Reforça a nossa vontade e convicção, dá-nos ânimo, parceiros, mais visibilidade e sentimos também que temos uma responsabilidade acrescida com esta distinção. Somos embaixadores da causa da sustentabilidade e isso tem de ser valorizado.

E como Lisboa vai dar voz a essa causa?

Estamos a desenvolver o nosso projeto, todo ele organizado na ideia da sustentabilidade, na visão da sustentabilidade, seja económica, financeira, social, seja naturalmente ambiental. E estas políticas são integradas. Quando requalificamos o espaço público e o devolvemos aos cidadãos estamos a tratar da sustentabilidade ambiental da cidade. Estamos também a tratar a sua sustentabilidade económica (com mais áreas de fruição, de comércio) e social, ao entrosar melhor o que são as diferentes representações sociais da cidade que passam a viver e a conviver num espaço público em vez de um espaço mais privado.

Há algum exemplo do que diz projetado?

Vamos abraçar o projeto de requalificação da Praça de Espanha, transformando uma zona árida de circulação automóvel numa grande zona de fruição pública. No fundo estamos a cumprir vários objetivos de sustentabilidade ao mesmo tempo. Temos já no nosso programa um conjunto muito ambicioso de medidas e iniciativas, um esforço enorme no que diz respeito ao transporte público - este é o primeiro mandato em que a autarquia é proprietária da Carris -, e a partir de setembro começam a chegar os novos autocarros. No total serão mais 200, cerca de um terço da frota atual da empresa. Serão autocarros ambientalmente mais sustentáveis e que aumentam a capacidade de oferta de forma significativa. E que nos vai permitir reduzir carros e emissões ao mesmo tempo que melhoramos a nossa competitividade e a nossa qualidade de vida.

É um reforço da frota ou uma substituição?

De início será reforço e depois quando começar a chegar a segunda leva vamos substituindo os autocarros mais antigos. Mas a nossa preocupação agora é a de aumentar a resposta [aos utentes]. É disso que a cidade precisa. Depois, numa segunda fase, vai-nos permitir abater à frota aqueles que são hoje autocarros mais antigos, mais poluentes, que já não deviam estar ao serviço.

Quando diz que a Carris vai ser reforçada, de que forma isso vai refletir-se no dia-a-dia das pessoas?

Vai significar menos intervalos e tempo de espera entre os autocarros, mais carreiras, algumas em sítios diferentes da cidade e em horários diferentes. Este reforço vai ter essa dimensão.

E já está decidido onde vão ser essas novas carreiras e reforços?

Toda a zona de Alcântara, Ajuda, Belém, e também Beato e Marvila. As ligações destas zonas ao centro são prioridades a que temos de dar resposta, também quanto ao transporte ao fim de semana e à noite, que foi muito cortado nessas freguesias.

Os investimentos relacionados com a mobilidade estão apenas focados na Carris?

Estamos a analisar e vamos fazer um investimento na rede de elétricos. Lisboa tinha uma rede muito abrangente que ia a muitos locais da cidade. Foi um grande erro ter sido destruída, termos abdicado dessas infraestrutura extraordinária. Agora o que vamos fazer é recuperá-la. Vamos fazer a ligação que falta do 24 do Largo Camões até ao Cais do Sodré; vamos levar o 15 numa primeira fase a Santa Apolónia e depois até ao Parque das Nações. E estamos a trabalhar com os municípios vizinhos para também estender a rede de elétrico.

E é para chegar onde essa rede?

Ainda não quero concretizar, mas há algo que posso dizer: há um diálogo avançado com Oeiras relativamente à extensão até à Cruz Quebrada, pois a infraestrutura já lá está e é operacional. Precisamos de fazer a aquisição de material circulante. A seu tempo se saberá no que estamos a trabalhar. É uma coisa mais ambiciosa para o regresso dos elétricos, que vai implicar um investimento muito significativo na aquisição de material circulante, material novo. O elétrico tem uma dupla capacidade: meio pesado no sentido de conseguir transportar muita gente por hora com qualidade e eficácia, se os canais forem bem desenhados, e, ao mesmo tempo, é mais amigo do ambiente.

Que estratégias estão a ser preparadas na área metropolitana para concretizar essa mobilidade que diz ser essencial para Lisboa?

Ao nível da área metropolitana contamos ter em setembro o plano geral com os investimentos que cada câmara entende que devem ser feitos para a melhoria da mobilidade. E este é um programa da maior importância para Lisboa; a cidade nunca resolverá sozinha o seu problema de mobilidade. Hoje, entre metade a dois terços da população ativa que está em Lisboa (a trabalhar ou estudar) vem de fora da cidade. Ora, se não houver transporte público é muito difícil a mobilidade dentro da cidade. Tudo isto são iniciativas muito importantes.

O que já está a ser feito na área metropolitana?

Neste momento estamos a trabalhar muito intensamente com todas as câmaras municipais da área metropolitana no sentido de definir em concreto quais os projetos que são necessários para ter um sistema interligado que seja eficaz, acessível, mais económico e realista, um sistema que com investimentos mínimos aumente o que damos às pessoas. É um trabalho muito importante e motivador. A Área Metropolitana de Lisboa (assim como a do Porto) assumiu que a questão da mobilidade, da sustentabilidade ambiental e dos transportes devia ser a grande prioridade do próximo quadro comunitário de apoio numa cimeira que tivemos com o governo. E é esse programa que estamos a desenvolver.

Na candidatura, Lisboa deu ênfase ao mediatismo da cidade como um ponto positivo para a divulgação das questões relacionadas com o ambiente. É mesmo? Ou aumenta a pressão para ter resultados?

Esse desafio já existe, já está no terreno. É exigente ter de adaptar os sistemas da cidade ao aumento do turismo e ao aumento do emprego que o turismo gera. É um desafio muito exigente, seja nos resíduos ou nos transportes. Esse desafio já está muito presente hoje e nós temos de o resolver. Temos é de aproveitar também o que é de grande valor. Obviamente que o turismo traz-nos grande valor no emprego, de abertura ao mundo, de reconhecimento internacional, e há que aproveitar essa dimensão, essa visibilidade, para mostrar melhor aquilo que estamos a fazer, para dar voz a esta causa. A causa da sustentabilidade é central em todas as comunidades.

Nem todas. Mesmo a nível mundial...

É um desafio que se torna mais exigentes nas cidades na medida em que os Estados estão a recuar, na Europa, mas fundamentalmente na América, com o abandono do Acordo de Paris [aprovado em 2015 por 195 países que se comprometeram a reduzir as emissões de gases com efeito estufa para tentar manter o aumento da temperatura média global em menos de dois graus centígrados] por parte do atual presidente dos EUA, Donald Trump. Este foi um sinal político muito negativo. E se já era difícil, lembrando António Guterres [secretário-geral das Nações Unidas], cumprir os Acordos de Paris e que tivessem eficácia para nos permitir conter o aquecimento global, muito mais difícil se torna quando há adversários de peso a contrariar. Quando os Estados Unidos se colocam numa posição de adversário, torna-se tudo mais difícil, mas também nos obriga mais a assumir a nossa responsabilidade. E as cidades estão a fazer isso cada vez mais. Há casos por todo o mundo de grandes cidades que estão a assumir esse papel da sustentabilidade, e muitas vezes contra o Estado. Conhecem bem as dificuldades que enfrentam, por isso cidades como Paris, Detroit, Los Angeles, Barcelona ou Madrid têm estado empenhadas na causa da sustentabilidade. E este prémio vai-nos dar mais voz, mais força, para nos juntarmos.

Foi essa convicção e os projetos previstos e em andamento que "conquistaram" o prémio para Lisboa?

Sim, não tenho dúvidas. Estamos nesta linha política antes de sequer pensarmos em concorrer ao prémio. Temos uma profunda convicção nesta visão para o futuro da cidade de Lisboa. E talvez o que tenha pesado foi a forma convicta como transmitimos. Não adaptámos nada para o galardão, pelo contrário. Temos de ser capazes de pôr no terreno projetos emblemáticos, projetos que resolvam problemas para chegarmos a 2020 e sermos uma montra para a Europa, um exemplo. Esta é também uma responsabilidade que a Comissão Europeia também nos pede.

Fonte: DN


Sporting | Bruno de Carvalho não vai à Assembleia Geral e acusa juízes de interesses


O presidente do Sporting garantiu que não vai marcar presença na Assembleia Geral e afirmou que existem juízes "que vestem outras causas".

"Não vou à Assembleia. Fiz uma proposta que era acabarmos com os processos, quer fossem disciplinares ou jurídicos, e a Assembleia, amanhã, seria o Conselho Diretivo em funções, a Mesa da Assembleia Geral seria ele (Jaime Marta Soares) e o Conselho de Fiscalização seriam três pessoas escolhidas por ele e três pessoas escolhidas por mim. Os sportinguistas não merecem o que está a acontecer. Não posso ir porque os estatutos são claros: as pessoas que não são sócios não podem ir. Dado que não sou sócio não posso ir", atirou em declarações à RTP3.

Bruno defende que estatutos não foram cumpridos

O presidente do Sporting garantiu ainda que nenhum notário certificou votos e que, por consequência, os estatutos não foram cumpridos: "Tenho pena que todos os órgãos, que para mim são ilegais, nos tenham suspendido para não irmos à Assembleia que nunca foi para se realizar. Está ferida de ilegalidades. O notário validou os votos que ele tinha nas assinaturas, eu digo que é impossível. O que conta não são assinaturas, são os votos. Porque é que ele não deu o nome do notário? Porque ele iria dizer que não validou. Não há notário. Estes votos não existem."

"A paciência de toda a gente tem limites. Ele (Marta Soares) demitiu-se, foi público, disse que o Conselho Fiscal foi demitido e apelou à nossa demissão. Tinha 45 dias para marcar as eleições e não o fez. Incumpriu os estatutos. O que a lei diz é que o Conselho Diretivo tem a obrigação e o dever de zelar pelos superiores valores do Sporting. Criei uma figura que existe, que é uma comissão transitória, para marcar uma Assembleia Geral para dar voz aos associados e uma assembleia geral para as eleições para a mesa e o Conselho Diretivo", explicou.

Acusa juízes de interesses

Bruno de Carvalho deixou ainda algumas acusações aos juízes das providências cautelares.

"As providências cautelares que colocámos... arrisco-me a dizer que foram todas indeferidas. Vou assumir que o Sporting está sob assalto. (...) Percebi que existem juízes (das providências cautelares) que vestem outras causas que não a causa da Justiça e tenho pena de dizer isto enquanto português", começou por dizer.

"Não acha estranho que uma pessoa que não tenha razão nenhuma convide para um combate na televisão do clube e não apareça ninguém? Eu sei o que me estão a preparar para amanhã, vai valer de tudo", acusou o líder dos leões.

Ou Bruno ou Jaime

"Como Marta Soares não acedeu ao meu apelo para fazermos uma Assembleia digna, vou dizer isto: se (...) eu for destituído, nunca mais ponho os pés no Sporting. Se for votada a não destituição, se os sportinguistas não fizerem com que Marta Soares e as comissões tirem as consequências politicas e desapareçam do Sporting, (...) eu ganho a Assembleia e volto a não pôr os pés no Sporting e proíbo a entrada deles até que os sportinguistas decidam o que fazer com ele. Se os sócios decidirem que ficamos nós, em questão de duas, três semanas recuperamos o que Marta Soares fez perder", assegurou.

Exige mudança nos boletins de voto

Na Assembleia Geral deste sábado, com início marcado para as 14 horas, os sócios do Sporting vão poder responder "sim", "não" ou "abstenção" à frase "Revogação coletiva, com justa causa, do mandato dos membros do Conselho Diretivo". Bruno de Carvalho discorda da formulação, defendendo que a mesma pode induzir em erro os sócios.

"O Conselho Diretivo pediu, a bem dos sportinguistas, que as respostas não fossem apenas sim, não ou abstenção, mas que fosse "Sim (significa a saída do Conselho Diretivo)", "Não (significa a continuidade)". Jaime Marta Soares embirrou com a palavra significa e está a fazer uma fita. Acho lamentável", concluiu.

Antes da entrevista a Bruno de Carvalho, Marta Soartes tinha dito, à TVI, que a Assembleia Geral "está em perigo", mas esclareceu que vai fazer tudo para levar avante a reunião, ainda que tenha de aceitar a "chantagem" de Bruno de Carvalho.

Fonte: JN


Mundial 2018: Em direto/ Tudo em aberto no grupo de Brasil, Sérvia e Suíça

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Mundial 2018

As principais notícias do Mundial 2018
Boa noite!
O Brasil salvou-se com a Costa Rica (2-0), eliminou os 'ticos' e tudo ficou adiado para a última jornada, depois da vitória da Suíça sobre a Sérvia (2-1). A Nigéria bateu a Islândia por 2-0 no grupo D
A Suíça bateu a Sérvia por 2-1, depois da vitória canarinha sobre a Costa Rica (2-0) e deixou quase tudo em aberto no grupo E. Brasil, Sérvia e Suíça lutam pelo apuramento na última jornada.
Uma derrota deixava a Nigéria fora do Mundial e a Argentina eliminada enquanto assistia no sofá. A mota Musa não fez por menos, marcou dois golos e salvou a pele a nigerianos e sul americanos.
Neymar e Philippe Coutinho nasceram ambos em 1992. Mas a idade não constitui maturidade. E essa é a principal diferença entre o jogador do PSG e o do Barcelona. A crónica do Brasil-Costa Rica.
Fomos ver o Brasil-Costa Rica para o Fan Fest e encontrámos um trio português que faz as delícias de toda a gente, uma camisola XXXXXL da Colômbia e muita farra canarinha. Pelo meio apareceu Casillas.
Jogou em Espanha, foi campeão na Grécia. Aos 34 anos, Masoud Shojaei é uma referência do Irão, dentro e fora de campo. E falou com o Observador sobre a última luta: a entrada de mulheres nos estádios.
Gabriel Jesus pintava as ruas do Brasil para celebrar o Campeonato do Mundo em 2014. Quatro anos depois estreia-se num Mundial com a camisola do Brasil. E é o caçula da equipa, com 21 anos.
Charlie Brown, CR7 e um caniche estão a ser usados em memes sobre a desilusão da Argentina e, em especial de Lionel Messi, que voltou a perder neste Mundial. Veja as mais divertidas.
A imprensa argentina classifica a derrota da seleção como uma "vergonha" e destaca que a equipa pôs "o futuro em xeque". O Olé fala em "Caballeros da angústia", num trocadilho com o nome do guardião.
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Esta árvore mágica produz 40 tipos diferentes de frutas

Posted: 22 Jun 2018 09:17 AM PDT
Esta árvore seria perfeita para um quintal pequeno, pois cada galho produz um tipo de fruta diferente
 
Posted: 22 Jun 2018 08:59 AM PDT
Com tantos estudos levantando bandeiras vermelhas, está cada vez mais fácil culpar o smartphone por todos os males da sociedade, principalmente a depressão. Mas o que é verdade e o que é exagero?