domingo, 5 de maio de 2019
Feliz Dia da Mãe a todas as Mães
Com três letrinhas apenas se escreve a palavra mãe, a palavra mais pequena, mas a maior que o mundo têm
Monumento ao Leitão descerrado em Sangalhos
A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Cardoso, marcou presença no “6º Encontro de Confrarias na Bairrada”, promovido pela Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada (CGLB), que decorreu, no passado dia 27 de abril, no Aliança Underground Museum, em Sangalhos.
O evento ficou ainda marcado pelo descerramento de um marco alusivo ao Leitão da Bairrada, no Jardim do Passal, naquela vila do concelho de Anadia. Para além da homenagem ao Leitão, o “monumento” pretendeu ainda assinalar o 6º Encontro, daí que, no mesmo, se encontrem inscritos os nomes das confrarias, oriundas de diversos pontos do país, que estiveram presentes.
Na ocasião, Maria Teresa Cardoso, deixou um agradecimento à organização pelo convite feito ao Município para estar presente neste encontro de Confrarias, tendo também destacado o trabalho que a CGLB tem vindo a realizar, ao longo destes anos, na promoção e defesa deste produto endógeno. Deu ainda os parabéns pelo descerramento do marco que “ficará para memória futura”.
A autarca fez ainda referência à cedência das instalações da antiga Escola Primária do Paraíso, em Sangalhos, pela Junta de Freguesia à Confraria para que aí possa instalar a sua sede social. A edil anadiense sublinhou que o Município está disponível para apoiar eventuais obras de conservação que a CGLB pretenda efetuar no edifício, à semelhança do que já tem acontecido com outras associações do concelho a quem foram cedidas instalações similares.
De recordar ainda que o executivo camarário aprovou na sua reunião, do passado dia 17 de abril, a atribuição de um apoio no valor de 1.750,00 euros à Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada para a realização deste encontro.
O presidente da Freguesia de Sangalhos, António Floro, também esteve presente, mostrando-se “orgulhoso pelo descerramento deste monumento” e pelo facto de ter na sua Freguesia “uma Confraria Gastronómica que defende um dos principais ex-libris da região”.
A CGLB, com sede, na vila de Sangalhos, tem como missão a defesa da legitimidade do Leitão à Bairrada e preservação da sua qualidade e das suas seculares características, honrando e prestigiando a tradição, de forma a proteger esta iguaria de qualquer incumprimento da receita tradicional.
PAN Aveiro aponta falta de estratégia para os transportes colectivos
Entrou
em vigor no passado 1 de Maio o Programa de Apoio à Redução do
Tarifário dos Transportes Públicos (PART) na Região de Aveiro.
Esta medida, lançada pelo governo para as duas Áreas Metropolitanas
e para as várias Comunidades Intermunicipais do país, é positiva a
vários níveis, nomeadamente em termos ambientais, sociais e
económicos, destacando-se pelo objectivo de transferir viagens
realizadas em automóvel próprio para meios de transporte
colectivos.
Relativamente
à implementação do PART na Região de Aveiro, há primeiro que
lamentar o atraso na implementação deste programa a nível local, o
qual teve início apenas um mês depois do seu lançamento nas Áreas
Metropolitanas de Lisboa e Porto1.
Os dados apontam já para um aumento superior a 30% dos passes
vendidos na AM de Lisboa relativamente ao mês homólogo e para 18%
mais passageiros no Metro do Porto face ao mês anterior2.
Os
descontos aplicados na Região de Aveiro destacam-se por apenas
abrangerem passes intermunicipais, inter-regionais com a CIM Região
de Coimbra e no Município de Aveiro. Conclui-se assim que a oferta
de transportes públicos urbanos e intra-municipais nos restantes
concelhos da região é inexistente ou alvo de discriminação
negativa por parte da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro
(CIRA).
Não
existe qualquer estratégia de simplificação tarifária por parte
do Município de Aveiro ou da CIRA, de forma a atrair mais
passageiros para os transportes colectivos. Veja-se o exemplo da AM
de Lisboa, em que com o mesmo passe Navegante Metropolitano (40 €)
é possível viajar por todos os 18 municípios da AML e em todos
serviços de transporte público (comboio, autocarro, barco,
eléctrico, metro, etc.)3.
Na região de Aveiro, os passes dos utilizadores estão restringidos
a percursos fixos ou zonas limitadas, e quem quiser utilizar, por
exemplo, comboio e autocarro nas suas deslocações, tem de adquirir
2 passes diferentes, com distintos sistemas de bilhética e sem
qualquer desconto pelo conjunto.
Em Aveiro não existe também o passe familiar, que permita a um agregado familiar pagar um valor mais apelativo pela totalidade dos elementos que o constituem, nem sequer isenções até aos 12 anos de idade como acontece por exemplo em Lisboa.
É
inconcebível que seja mais fácil, cómodo e, por vezes, até mais
barato viajar de Aveiro até ao Porto, do que por exemplo entre
Aveiro-Ílhavo, Aveiro-Águeda ou outros municípios da CIRA.
É também inadmissível que quem necessita de trocar de autocarro para realizar um só percurso entre 2 pontos no município de Aveiro, tenha de pagar 2 viagens.
É também inadmissível que quem necessita de trocar de autocarro para realizar um só percurso entre 2 pontos no município de Aveiro, tenha de pagar 2 viagens.
E é ainda incompreensível como é que passados 2 anos após as eleições autárquicas, o município de Aveiro ainda não tenha implementado o sistema complementar de transporte público rodoviário a pedido, dirigido aos residentes em zonas periféricas e de menor densidade populacional, tal como constava no programa eleitoral da coligação PPD/PSD, CDS-PP, PPM.
O executivo municipal continua sem qualquer plano e estratégia para a mobilidade sustentável em Aveiro, isto apesar das claras insuficiências do serviço de transportes colectivos ao dispor da população, tal como mostra o inquérito realizado pela DECO no ano passado, em que o nível de insatisfação por parte dos cidadãos relativamente à escassez da oferta é a mais elevada do país no conjunto das cidades analisadas4.
A
Câmara Municipal de Aveiro e a Comunidade Intermunicipal da Região
de Aveiro limitaram-se a utilizar as verbas disponibilizadas pelo
governo para baixar os preços de alguns tarifários específicos,
mas é necessária muito mais ambição e vontade para realizar uma
efetiva transformação nos hábitos de mobilidade da região,
altamente dependente do automóvel particular para as suas
deslocações, com todos os prejuízos que daí advêm tanto
individual como colectivamente.
_______________
PAN – Pessoas Animais Natureza – Aveiro
04 de Maio de 2019
1
Seis
das 21 Comunidades Intermunicipais adiaram redução do preço dos
passes para maio, 23-03-2019,
Observador.
https://observador.pt/2019/03/23/seis-das-21-comunidades-intermunicipais-adiaram-reducao-do-preco-dos-passes-para-maio/
2
Descontos
de 50% nos passes chegam esta quarta-feira ao resto do país,
30-04-2019, Público.
3
Sobre os novos passes, 2019, Área
Metropolitana de Lisboa.
https://www.aml.pt/index.php?cMILID=SUS5C743299BA9B1&cMILL=3&mIID=SUS5C743261A63E4&mIN=sobre&mILA=&cMILID1=SUS5787A25518AED&mIID1=3&mIN1=Mobilidade%20e%20transportes&cMILID2=SUS5C7431770397C&mIID2=SUS5C743115D5991&mIN2=novos%20passes&cMILID3=SUS5C743299BA9B1&mIID3=SUS5C743261A63E4&mIN3=sobre
4
Transportes públicos ineficazes em 6 cidades, 24-04-2018, DECO
Proteste.
https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/noticias/transportes-publicos-ineficazes-em-6-cidades
https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/noticias/transportes-publicos-ineficazes-em-6-cidades
e
autocarro nas suas deslocações, tem de adquirir 2 passes
diferentes, com distintos sistemas de bilhética e sem qualquer
desconto pelo conjunto.
Em Aveiro não existe também o passe familiar, que permita a um agregado familiar pagar um valor mais apelativo pela totalidade dos elementos que o constituem, nem sequer isenções até aos 12 anos de idade como acontece por exemplo em Lisboa.
É
inconcebível que seja mais fácil, cómodo e, por vezes, até mais
barato viajar de Aveiro até ao Porto, do que por exemplo entre
Aveiro-Ílhavo, Aveiro-Águeda ou outros municípios da CIRA.
É também inadmissível que quem necessita de trocar de autocarro para realizar um só percurso entre 2 pontos no município de Aveiro, tenha de pagar 2 viagens.
É também inadmissível que quem necessita de trocar de autocarro para realizar um só percurso entre 2 pontos no município de Aveiro, tenha de pagar 2 viagens.
E é ainda incompreensível como é que passados 2 anos após as eleições autárquicas, o município de Aveiro ainda não tenha implementado o sistema complementar de transporte público rodoviário a pedido, dirigido aos residentes em zonas periféricas e de menor densidade populacional, tal como constava no programa eleitoral da coligação PPD/PSD, CDS-PP, PPM.
O executivo municipal continua sem qualquer plano e estratégia para a mobilidade sustentável em Aveiro, isto apesar das claras insuficiências do serviço de transportes colectivos ao dispor da população, tal como mostra o inquérito realizado pela DECO no ano passado, em que o nível de insatisfação por parte dos cidadãos relativamente à escassez da oferta é a mais elevada do país no conjunto das cidades analisadas1.
A
Câmara Municipal de Aveiro e a Comunidade Intermunicipal da Região
de Aveiro limitaram-se a utilizar as verbas disponibilizadas pelo
governo para baixar os preços de alguns tarifários específicos,
mas é necessária muito mais ambição e vontade para realizar uma
efetiva transformação nos hábitos de mobilidade da região,
altamente dependente do automóvel particular para as suas
deslocações, com todos os prejuízos que daí advêm tanto
individual como colectivamente.
1
Transportes públicos ineficazes em 6 cidades, 24-04-2018, DECO
Proteste.
Opinião | A turquesa rompida livrou o Brasil
- Marcos Luiz Garcia
Todos estamos presenciando como a grande mídia está atacando desabridamente o governo. Chama a atenção o destempero e o ódio que a move bem como a infinidade de picuinhas que a atiçam. Como era diferente no tempo do PT em que ela, escandalosamente promoveu a comunistização do País.
Se nós os brasileiros chegamos ao fundo do poço no qual estamos, em grandíssima parte é pelo imenso apoio que tal mídia deu ao petismo.
Isso explica um aspecto do problema, mas não explica tudo.
Outra grande força que apoiou escandalosamente o petismo foi o clero de esquerda. Quantas missas, quantas homilias, quantas campanhas da Fraternidade, quanta doutrinação feita nos confessionários etc., de cunho nitidamente esquerdista jogaram a favor das eleições dos presidentes petistas, aliás fato confessado descaradamente por Lula numa entrevista: “Eu fui eleito pelas CEBS” (Comunidades Eclesiais de Base).
Nós presenciamos invasões de terras, industrialização de índios “feitos em camarins”, fomentação de luta de classes e de raças emanadas das sacristias, INFELIZMENTE!
Ao mesmo tempo, o mundo “artístico” impulsionado por forças poderosas de dinheiro se encarregou de criar modas imorais e até malucas, músicas carregadas de mensagens “libertadoras”, grafitagens ilógicas para não dizer caóticas, e outras coisas que foram desmontando a estrutura cristã das almas e substituindo-a por outra coisa inteiramente afim com a completa inversão da ordem. É só sair às ruas e ver.
Quando, porém, a onda conservadora gerada pelo despertar da maioria da opinião pública manifestou o seu enfaramento e a sua recusa, todas as articulações esquerdistas que mencionei acima se puseram em sonora polvorosa, mais ou menos como uma fera quando a caça lhe escapa das mãos.
Imagine o seguinte: Um homem trabalhando numa forja imensa. Com uma turquesa ele agarra uma peça à qual ele quer dar uma certa forma. Ele a firma com a turquesa, a amolece no fogo e a modela com um martelo. Bate, bate, bate, até que a peça esteja como ele quer.
Imagine o estrago no plano do ferreiro se a turquesa se quebra de tanto ele usá-la. De tanto segurar a peça que martela, dado momento o eixo que une as duas partes da turquesa se quebra e o ferreiro já não tem como firmar a peça que está formando. Se ele martelar a peça sem a turquesa, a mesma voará longe. Martelá-la dentro da forja, no fogo, é impossível. E o martelo perde a sua capacidade de ser eficaz na formação da peça.
Pois bem. O que aconteceu no Brasil foi a quebra da turquesa formada de duas forças: a grande mídia e a esquerda católica. A força da mídia era para inculcar as ideias de esquerda, o socialismo, o comunismo, o ecologismo, a ideologia de gênero etc.
Já a esquerda católica, que constituía o outro braço da turquesa, tinha o papel de fazer a opinião pública aceitar remodelar a sua consciência católica pelo ideal da teologia da libertação etc. É o mesmo ideal da grande mídia adaptado ao aspecto espiritual.
O que fez quebrar a turquesa foi a perda da confiança da opinião pública brasileira nos dois braços da preciosa ferramenta.
O fogo da forja, que amolece a peça, é a revolução cultural, a guerra nas tendências que atua preparando psicologicamente as pessoas para aderirem aos ideais da esquerda. Donde famosas atrizes defenderem ideais inteiramente da esquerda, certos craques do esporte se ufanarem de serem esquerdistas (embora nababos).
Isso tudo junto visava fazer do Brasil uma outra Venezuela!
Mas Nossa Senhora Aparecida nos protegeu.
Quem era o ferreiro? Já percebo a pergunta do leitor.
Porém este artigo esgotou seu tamanho, fica para uma outra vez.

O que cabe ainda lembrar é a afirmação de vários próceres da esquerda que a razão da grande virada da opinião pública no Brasil foi a trilogia tradição, família e propriedade [foto], criada por Plinio Corrêa de Oliveira. É um fato.
Sim, sua luta foi para quebrar a turquesa destruindo o eixo que unia suas duas partes, a confiança da opinião pública na grande mídia e na esquerda católica.
A turquesa rompida livrou o Brasil do comunismo.
ABIM
FC Porto goleia Desportivo das Aves em dia dedicado a Iker Casillas
'Dragões' continuam a dois pontos do Benfica
O FC Porto voltou a colocar-se a dois pontos do Benfica ao golear o Desportivo das Aves, por 2-0, em jogo da 32.ª jornada da Liga. A partida deste sábado ficou marcada pela homenagem a Iker Casillas, jogador que está internado a recuperar de um enfarte agudo no miocárdio, mas que esteve bem presente no Estádio do Dragão.
A formação de Sérgio Conceição, que alinhou com o nome do espanhol em todas as camisolas, chegou à vantagem aos 18 minutos, por intermédio de Corona, que respondeu da melhor maneira a um cruzamento de Alex Telles.
Soares apontou o segundo à passagem da meia hora, na conversão de uma grande penalidade sofrida pelo mexicano e que o árbitro Hugo Miguel assinalou depois de recorrer às imagens do VAR.
A etapa complementar mostrou um guião idêntico, com os 'dragões' a assumirem o controlo e a chegarem à goleada num espaço de dois minutos, entre os 68 e os 70'. Primeiro foi Manafá a marcar após uma assistência de Marega e coube a Soares fechar as contas, depois de um belo calcanhar de Brahimi.
Desta forma, o FC Porto continua a dois pontos do Benfica quando faltam duas jornadas para o final da Liga. O Desportivo das Aves é 11.º, com 36 pontos.
Bancada.pt
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