segunda-feira, 8 de julho de 2019

Caldas da Rainha vai receber segunda edição da maior exposição Lego da Península Ibérica - Sala de sessões do Município

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A Expoeste irá acolher, de 21 a 29 de Setembro, a maior exposição de construções LEGO® da Península Ibérica. Ao todo, cerca de 8 mil metros quadrados com displays diversos irão preencher o imaginário dos visitantes.

O evento, intitulado “Caldas Fan Event – For LEGO Lovers”, irá apresentar mega cidades, fantásticos cenários, vários milhões de peças distribuídas por variadas mesas temáticas, dioramas, esculturas, comboios, monumentos, entre outras novidades.

A organização espera que esta segunda edição seja novamente um grande êxito, com um envolvimento especial de todos os residentes, populações de concelhos vizinhos e amantes de Lego dos quatro cantos do mundo. À semelhança da edição anterior, em 2015, a organização espera cerca de 30 mil visitantes.

O evento é organizado em parceria com a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Expoeste, ADN – Agência de Comunicação Global e Alfalug, uma associação sólida, pautada pelo respeito e troca saudável de conhecimentos entre pessoas de todas as idades que têm em comum a paixão pelo LEGO®.

COIMBRA | Equipa da FCTUC cria programa que avalia emoção presente nas canções!

Já há um programa informático que reconhece automaticamente a diferença entre músicas alegres e tristes, tensas e melancólicas. Foi criado por uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e pode vir a ser aplicado em diversas indústrias – desde entretenimento e videojogos a marketing e publicidade ou mesmo na área da saúde.
Renato Panda, Rui Pedro Paiva, Ricardo Malheiro
Genericamente, estamos perante um sistema informático bimodal inovador que junta informação textual e acústica, obtida através de tecnologias de inteligência artificial, machine learning, processamento de sinal áudio e processamento de linguagem natural, para classificar as músicas com base no seu conteúdo emocional, ou seja, detetar e entender as emoções contidas na música. 
Este sistema bimodal foi desenvolvido no âmbito de um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) do qual resultaram as teses de doutoramento de Renato Panda e Ricardo Malheiro, sob orientação do professor Rui Pedro Paiva.
Tendo em conta que identificar a emoção é um processo extremamente complexo e subjetivo, os investigadores tiveram de superar vários desafios até chegarem a um protótipo fiável, que permitissem juntar num único sistema informático duas abordagens distintas: a análise do som e a análise da letra. 
Renato Panda focou-se no reconhecimento de emoções musicais com base em sinais de áudio. Com recurso a técnicas de análise da onda sonora, em que é possível extrair caraterísticas musicais com relevância emocional, como, por exemplo, a tonalidade ou o tempo, o investigador criou descritores acústicos explorando oito dimensões musicais: melodia, harmonia, ritmo, dinâmica, tom, expressividade, textura e forma musical.
Em seguida, para testar e validar a eficácia desta abordagem no reconhecimento de emoções, foi construída uma base de dados pública (disponível em mir.dei.uc.pt, que pode e deve ser usada por outros investigadores da área) contendo 900 músicas. Os algoritmos inteligentes desenvolvidos mapearam as músicas e classificaram as emoções presentes em cada uma delas.
Por seu lado, Ricardo Malheiro explorou a informação textual das letras das canções. Usando técnicas de processamento de linguagem natural, criou atributos estilísticos, semânticos, etc., com relevância emocional que possibilitassem o estudo da relação entre as letras e as emoções. Foi possível encontrar combinações de palavras que correspondem a uma música triste, romântica ou alegre.
Ambos os estudos foram desenvolvidos a partir do modelo circumplexo da emoção de Russell, um modelo psicológico que assenta em dois eixos: horizontal (valência) e vertical (ativação) – a valência relaciona-se com o tipo de emoção, positiva ou negativa, e a ativação com a energia presente na música.
«Se pensarmos que a música tem um impacto socioeconómico muito relevante, este tipo de sistemas é muito vantajoso, já que permite pesquisas automáticas avançadas adequadas às exigências dos utilizadores», destaca Rui Pedro Paiva.
Serviços como o Spotify (serviço de streaming de música, podcast e vídeo) ou Pandora (serviço de rádio streaming) «terão muito a ganhar com sistemas de reconhecimento automático de emoções na música, permitindo gerar rapidamente playlists adequadas a cada contexto emocional desejado, por exemplo, uma festa ou prática de exercício físico», especifica o especialista em reconhecimento de emoções musicais da FCTUC. Mas não só. «Este sistema poderá ser aplicado no cinema ou na publicidade, tornando muito mais fácil a elaboração de uma banda sonora adequada ao tema de um filme ou a procura de músicas específicas para captar os clientes desejados», acrescenta.
Outra aplicação possível é na área da saúde. Sabendo-se que a música tem o potencial de induzir emoções em quem a ouve, este sistema poderá ser aplicado, por exemplo, na musicoterapia.
A classificação de emoções em música através do computador é uma área de investigação muito recente, com várias possibilidades em aberto e espaço para melhorias. Nesse sentido, Rui Pedro Paiva esclarece que o sistema desenvolvido «ainda carece de melhorias, nomeadamente ao nível de precisão, para que possa entrar no mercado real. Queremos realizar mais testes e explorar outras possibilidades como, por exemplo, avaliar a variação das emoções ao longo de uma música».

NDC

Região de Aveiro | Apreendidos 181 quilos de berbigão na Gafanha da Nazaré

A Unidade de Controlo Costeiro, através do Subdestacamento de Controlo Costeiro de Aveiro, no dia 4 de Julho, apreendeu 181 quilos de berbigão (cerastoderma edule), na localidade da Gafanha da Nazaré.
No âmbito de uma operação de fiscalização ao transporte de moluscos bivalves vivos, os militares detetaram um individuo, de 32 anos, que fazia o transporte dos bivalves para comercialização, apurando-se que os teria capturado na Ria de Aveiro, sem que para tal estivesse devidamente licenciado. Foi elaborado o respetivo auto de contraordenação, cuja infração poderá atingir os 50 000 euros.
Os bivalves, por ainda se encontrarem vivos, foram devolvidos ao seu habitat natural.

Um morto e quatro feridos em Valença após atropelamento em festa

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Um homem morreu hoje depois de ter sido atropelado por um carro esta madrugada em Ganfei, Valença, distrito de Viana do Castelo, num acidente que provocou ainda quatro feridos ligeiros, disseram à Lusa fontes da Proteção Civil.
O homem que morreu foi, pelas 00:00, “colhido por um carro” que circulava no largo onde decorriam as festas da Senhora da Esperança, no lugar das Azenhas, freguesia de Ganfei, e ficou “entalado contra um muro”, sofrendo “ferimentos em todo o corpo”, explicou à Lusa o comandante dos bombeiros de Valença, Miguel Lourenço.
O veículo “colheu outras três pessoas que estavam na festa”, que também sofreram ferimentos ligeiros, tal como um dos ocupantes da viatura, disse o comandante.
A vítima que morreu tinha sofrido ferimentos graves e, quando ia a caminho do hospital de Braga, “o estado de saúde agravou-se” e foi tomada a decisão de a transportar para o hospital de Ponte de Lima, “onde veio a falecer”, acrescentou.
Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo, o atropelamento provocado por um automóvel ligeiro provocou “cinco feridos, quatro ligeiros e um grave”.
Para o local, de acordo com a página da Internet da Proteção Civil, foram mobilizados 16 homens e oito viaturas, dos bombeiros de Valença, de Monção, e da GNR, entre outros.
Lusa

Alice: um avião elétrico com o interior desenhado e construído por portugueses

Eco-avião israelita mede 12 metros, tem três baterias, produz zero emissões e foi construído para distâncias até pouco mais de mil quilómetros. Pode subir até 10 mil pés e transportar nove passageiros. A portuguesa Almadesign começou por desenhar a cabine e terminou a criar todo o interior, tudo o que está à vista, dos bancos ao painel de instrumentos. Com a ajuda de outras empresas nacionais.
Alice é o nome de batismo. Parece um foguete. Mede 12 metros. Tem três hélices, duas delas em cada uma das longas e aerodinâmicas asas, pás coladas em sentido contrário ao vento. E outra está na cauda, igualmente virada para trás. É uma aeronave totalmente elétrica, com três motores elétricos, construída maioritariamente a partir de materiais compósitos (95%) e movida a bateria (com um peso de 3500 kg), da qual resultam zero emissões. É capaz de transportar até nove passageiros e tem uma autonomia de 600 a 650 milhas (cerca de 1000 quilómetros) a uma velocidade de 260 nós (440 km/h). E pode subir até 10 mil pés (três mil metros de altitude).
Foi apresentada pela empresa israelita Eviation na 53.ª Edição do Paris Air Show, em Le Bourget, evento que decorreu no final de junho e durante o qual esta startup celebrou um contrato com a Cape Air, companhia de aviação regional norte-americana que opera em 35 destinos nos EUA e nas Caraíbas.
Esta forma de mobilidade verde pelo ar permite não só uma considerável poupança em relação ao preço da aviação comercial (70% afirmaram os seus responsáveis), como também “vai redefinir a forma como as pessoas viajam a nível regional e dar início a uma nova era em que voar será mais calmo, mais limpo e com maior eficiência de custos”, afirmou o Omer Bar-Yohay, CEO da Eviation, citado pela Reuters.
Mão portuguesa no futuro da aviação
“Esta aeronave não é um futuro talvez. Está aqui, pronto e à espera”, sublinhou Omer Bar-Yohay na apresentação aos jornalistas, em Paris. À espera da Alice está, no decurso deste ano, um teste, no Arizona (EUA). Deverá, depois, passar pelo crivo das autoridades (Administração Federal de Aviação norte-americana), e, de seguida, a construção arranca em 2021 e as entregas um ano depois.
Preparada igualmente para entrar para a história na indústria aeronáutica e na mobilidade está uma empresa portuguesa. “Fomos convidados (pela Eviation ), inicialmente, para desenhar somente a cabine”, desvendou Rui Marcelino, CEO e Design Manager na Almadesign, empresa com sede em Paços de Arcos.
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“Não faria sentido ter propostas diferentes entre cabine, cockpit e o resto”, continuou. Por isso não se ficaram por uma simples assinatura no eco-avião. “Fomos, depois, desafiados a desenhar e apresentar uma proposta tridimensional e construir todo o interior, pelo que tivemos que recorrer a parceiros portugueses (de engenharia, têxteis e iluminação)”. E esse todo “passou pela casa de banho, cadeiras, banco do piloto, consolas laterais, painel de instrumentos. Tudo o que está à vista, a iluminação, cores, materiais e acabamentos, foi feito por nós,”, elencou Rui Marcelino que se apresentou aos israelitas como “uma startup com 23 anos”.
Madremedia

Opinião | Lamparina na praça de máquinas

  • Péricles Capanema
Título sugestivo escolheu Roberto Campos para suas memórias: “A lanterna na popa”. A proa fende as águas da vida, é o presente. Parte de trás, a popa, é o passado. O texto do memorialista, a lanterna, o iluminava.
O movimento revolucionário pode ser comparado a um grande navio. Singra os mares da história humana. Tem parte pouco visitada, a praça de máquinas, onde estão seus motores, aquilo que o impulsiona. Vou entrar lá com uma lamparina, ali mostrar certos desvãos.
Tudo estava nas mãos do comunismo. Em 1917 o comunismo mais radical, sob o comando de Lênin, por meio de golpe de Estado, conquistou um império gigantesco, a Rússia. Implantou rápida e brutalmente ditadura total, governou balizado por concepções totalitárias, dominou o Estado, massacrou a oposição; enfim, o Partido Comunista tinha tudo nas mãos. Caminho desimpedido, seu objetivo, a sociedade sem Estado dos livres e iguais poderia ser implantado com celeridade, se necessário a ferro e fogo. E dali, pelo exemplo e pelos aparatos da expansão imperialista (em especial a Internacional Comunista) logo conquistaria o mundo encantado com as maravilhas da sociedade comunista — os amanhãs que cantam. Havia enorme esperança no poder redentor do Estado. A superpotência comunista, o poder militar, o financiamento do comunismo no Ocidente de fato ajudaram o proselitismo e a expansão do comunismo. É realidade conhecida, a cara da moeda.
Obstáculos. Vou pôr em destaque agora o outro lado, a coroa da moeda. O mundo logo reagiu horrorizado aos espetáculos dantescos do bolchevismo. O Partido Comunista registrou o baque, não conseguia ganhar eleições em boa parte por causa da realidade no país dos sovietes. O horror da situação na Rússia cristalizou fortíssimo sentimento anticomunista e possibilitou a formação de movimentos dessa orientação no mundo inteiro, muitos dos quais tomaram o poder. Os próprios socialistas, ainda que concluindo alianças eleitorais, marcavam distâncias. Pior. O homem novo da utopia comunista não estava se formando na Rússia soviética. A liberação legal dos costumes ocorrida nos primeiros anos que deu origem a pavorosa desagregação social, foi trocada pelo enrijecimento da legislação, sob Stalin, a ponto de certas partes da legislação civil, por exemplo, as relativas ao divórcio, serem mais restritivas que disposições semelhantes vigentes em países democráticos. De outro modo, a liberação moral prometida pela doutrina era limitada pela prática, pois Stalin precisava da disciplina social para industrializar a Rússia — praticava-se um capitalismo de Estado. Mais ainda. Lá o comunismo não transformava fundo as mentalidades. O russo comum era parecido com o russo sob o tsarismo.
Tudo estava nas mãos do comunismo? O Estado estava nas suas mãos, as instituições, ensino, polícia, empregos sob inteiro controle. Contudo, não o interior das pessoas, suas crenças, aspirações, gostos, costumes. Saltava à vista para os dirigentes, na política e nas esferas intelectuais, não bastava ter o Estado nas mãos para acelerar a criação do homem novo comunista. Mais ainda, era pouco ter o Estado nas mãos. E, olhando o Ocidente, era pavoroso o exemplo de sociedade comunista (tirania e miséria) que o comunismo russo lhe dava. Dele fugia o povo. Em curto, havia um impasse e a pura doutrina marxista, determinista, e tudo fazendo derivar de realidades econômicas, era incapaz de apresentar a solução.
Saídas. De passagem, em artigo anterior, “Dominação e emancipação”, postado no meu blogue (periclescapanema.blogspot.com) em 26 de junho, prometi voltar a tratar da Escola de Frankfurt. Cumpro aqui parcialmente a promessa, espero ainda discorrer mais longamente do tema. Várias foram as correntes e pensadores comunistas de partido e mesmo anarquistas que procuraram saídas para o impasse acima referido. Destacaram-se no cipoal das opiniões em choque, duas delas, o gramscismo e as doutrinas cuja origem de maneira um pouco simplificada podemos colocar na Escola de Frankfurt. É o que hoje via de regra se qualifica de forma abrangente de marxismo cultural. Antônio Gramsci (1891-1937) mostrou a importância de conquistar a sociedade civil (uma grande marcha no interior das famílias, das igrejas, do ensino, dos meios de divulgação) antes de buscar o poder no Estado, etapa posterior. E a Escola de Frankfurt abriu a mente de milhões de pessoas nas correntes comunistas abrigadas nos PCs ou em torno dele para a importância da destruição da família tradicional, da generalização da moral libertária, da criação de novas mentalidades e costumes, da valorização do instinto com a consequente desvalorização da razão, antes de visar obsessivamente o poder político. Em resumo, é preciso empapar sobretudo o interior das personalidades e a sociedade inteira com novos costumes e novas concepções de caráter libertário e desagregador. O poder político figura apenas como um dado a mais. Entre seus mais conhecidos representantes são mais conhecidos Herbert Marcuse (1898-1979), Max Horkheimer (1895-1973), Theodor Adorno (1903-1965), Walter Benjamin (1892-1940), Erich Fromm (1900-1980).
Um exemplo. Daniel Cohn-Bendit, Dany Le Rouge, foi ícone da revolução de maio de 68 na França. A evolução ao longo de 50 anos do que então ele representava desembocou no que hoje chamamos de marxismo cultural. Em maio de 1968 concedeu ele entrevista ao Magazine littéraire da qual transcrevo extratos. “Se quiser, sou marxista, como Bakunin. Sou muito antileninista, contra o centralismo democrático. Existem três temas importantes: a luta contra a repressão democrática, contra o autoritarismo e a hierarquia. Estes três fenômenos se encontram no Leste e no Oeste. Sou contra a sociedade soviética, sou contra a sociedade capitalista. A classe operária russa não tem nenhum poder de decisão. Não me interessa dialogar com o mito Mao. O estalinismo é a forma absoluta de repressão, uma sociedade burocratizada. Lutamos contra a repressão sexual. Marcuse na sua crítica da sociedade capitalista e na sua recusa da sociedade dita socialista é para nós um ponto de apoio”.
De forma muito resumida, é o que o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira no livro “Revolução e Contra-Revolução” intitula 4ª Revolução (sucedânea da 1ª Revolução, a Revolução Protestante, da 2ª Revolução, a Revolução Francesa, e da 3ª Revolução, a Revolução Comunista). E os temas levantados por tais correntes têm relação próxima com o que o pensador católico chama de revolução nas tendências, que em seu ensaio embasa a revolução nas ideias e depois nos fatos — as três profundidades da Revolução.

ABIM

Os OVOS MOLES DE AVEIRO são candidatos e finalistas distritais às 7 Maravilhas Doces de Portugal



“Os OVOS MOLES DE AVEIRO são candidatos e finalistas distritais às 7 Maravilhas Doces de Portugal, concurso promovido pela RTP.

No dia 8 de julho, próxima segunda feira, irá ser emitido em direto a partir de Aveiro (concretamente junto ao momumento aos ovos moles, no Cais da Fonte Nova), o programa referente ao nosso distrito.

Nesse dia iremos conhecer o doce que irá representar o distrito de Aveiro, em competição com os doces dos restantes 19 distritos e regiões autónomas do nosso pais, numa grande final que há-de ter lugar em setembro.

Mas, por agora, é preciso que os ovos moles ganhem aos seus concorrentes distritais, que são a Aletria do Mugasa de Anadia, os Bairradinos de Anadia, as Barrigas de Freira de Arouca, a Broa de Abóbora de Arouca, o Pão de Ló de Ovar, a Sopa Seca com Favo e Gelado de Mel, de Castelo de Paiva.

E, para que isso aconteça, para que possamos vencer, é necessária uma votação em larga escala nos nossos ovos moles, a qual é feita através de chamadas telefónicas. O numero dos ovos moles é o 760 107 033 e a chamada tem um custo de 0,60€ + iva. As pessoas podem votar quantas vezes quiserem e quantas vezes mais votarem nos ovos moles de Aveiro, melhor.

A nosssa candidatura tem uma página oficial de facebook. Indicamos o link respetivo, pedindo que gostem da página e a sigam: https://www.facebook.com/ovosmolesdeaveiro.7maravilhasdoces

Anexamos imagem com o número de telefone e mensagem de sensibilização ao voto, que pedimos encaminhem para os vossos associados.

As votações encerram na próxima segunda feira, durante o programa.

Assim, vimos pedir a Vossa colaboração no sentido de sensibilizarem todos os Vossos associados, amigos e conhecidos, pedindo-lhes que votem nos Ovos Moles de Aveiro, ligando para o 760 107 033.

Só assim conseguiremos vencer os nossos concorrentes e dar aos ovos moles de Aveiro o destaque que merecem, fazendo deles o nosso legítimo representante na final nacional.”

José Francisco Silva
Presidente da Direção