domingo, 2 de agosto de 2026

Cantanhede | Três secretários de Estado visitaram o evento nos primeiros dois dias. Membros do Governo dão “nota” alta à Expofacic

 
Os três secretários de Estado que visitaram a 34.ª Expofacic nos dois primeiros dias ficaram rendidos à dinâmica do evento, que consideram ser um exemplo nacional neste tipo de iniciativas.
No dia da inauguração, presidida pelo secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, esteve também presente o seu homólogo da Proteção Civil, Rui Rocha, tendo ambos elogiado o impacto de um evento desta magnitude. Silvério Regalado disse mesmo que “a Expofacic é muito mais do que uma feira e muito mais do que uma festa”. “É a afirmação da capacidade de Cantanhede para mobilizar uma comunidade inteira”, enfatizou.
O titular das pastas da Administração Local e Ordenamento do Território referiu ainda que a proximidade e articulação da Câmara Municipal com os agentes económicos, sociais e culturais ajudam a explicar o crescimento da Expofacic, bem como “a sua afirmação no panorama nacional”.
Também o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, referiu-se à maior feira-festa do país como “uma referência nacional”, justificando, assim, a participação da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária no evento, com um espaço próprio onde estão disponíveis diversas atividades interativas, nomeadamente em matéria de prevenção.
No segundo dia, o certame recebeu a visita do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, que antes presidiu à sessão de abertura do Dia dos Açores, uma estreia na programação.
Na ocasião, o governante destacou a diversidade de setores presentes na Expofacic, que refletem a dinâmica do município.
Para a presidente da Câmara Municipal e da Comissão Organizadora, Helena Teodósio, a presença de membros do Governo “é o reconhecimento da importância económica e sociocultural da Expofacic como o maior evento do país a este nível”.
Estas visitas permitem aos membros do Governo um melhor conhecimento das realidades regionais, mas também fortalecer a confiança entre os cidadãos e as instituições”, concluiu.

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