terça-feira, 24 de setembro de 2019

Proença-a-Nova | edição do “Saúde em Primeiro Lugar” repete sucesso no CCV da Floresta


Mais de uma centena de pessoas aceitou o desafio da iniciativa “Saúde em Primeiro Lugar” e participou nesta iniciativa promovida pela União de Freguesias de Proença-a-Nova e Peral, com o apoio do Município de Proença-a-Nova e do Centro Ciência Viva da Floresta, a 14 de setembro. 

“Sabemos todos qual o impacto que a saúde tem na nossa qualidade de vida. A União de Freguesias de Proença-a-Nova e Peral pretende dar o seu contributo para a saúde de todos. O objetivo deste dia foi sensibilizar as pessoas a adotar um estilo de vida saudável e a minimizar as doenças, evitando os comportamentos de risco. Este ano quisemos integrar os mais novos, alertando-os para a importância de uma alimentação saudável”, afirma Pedro Lopes, presidente da União de Freguesias de Proença-a-Nova e Peral. 

Ao longo do dia, foram realizados mais de 150 rastreios cardiovasculares – que inclui tensão arterial, pulsação, saturação do oxigénio no sangue, glicemia, colesterol, perímetro abdominal, parâmetros de bioimpedância, com a colaboração dos médicos Ricardo Pires e Maria João Miguel, das enfermeiras Filipa Gonçalves, Ana Filipa Alves e Cláudia Gonçalves, do técnico de saúde e terapêutica, Carlos Dias, e dos professores de desporto Nuno Alves e Gonçalo Farinha. 

De acordo com os técnicos, entre os rastreios realizados, os principais problemas detetados foram casos de hipertensão, níveis de colesterol acima do considerado normal, perímetros abdominais acima do desejável, excesso de peso, excesso de gordura corporal, falta de água (principalmente nas mulheres) e gorduras viscerais acima do normal (mais nos homens). 

No caso do rastreio oftalmológico, a optometrista Ana Jacinto detetou alguns casos de tensão intraocular, muitos casos de cataratas (alguns em fase inicial, também muitos em fase de cirurgia), degeneração macular e diabetes da retina. Raunan Romanini, médico dentista, encontrou cáries, dentes para extração e próteses dentárias muito antigas e desadequadas. 

No Espaço Bem-Estar, que contou com a participação da Clínica Fisiart – Saúde e Beleza, da Patrícia Esteves – Beleza e Bem-estar, do Centro de Fitness Força e Saúde FG e o SBV - Suporte Básico de Vida dos Bombeiros Voluntários de Proença-a-Nova, foram muitos os curiosos que experimentaram as massagens, aprenderam exercícios para melhorar a postura e tiraram muitas dúvidas sobre primeiros socorros e sobre a prática de Suporte Básico de Vida. O Espaço Infantil recebeu ainda a peça de teatro “Chefe Sebastião” sobre alimentação saudável, protagonizada pelos Váatão. 

O médico fisiatra João Manuel Pires da Silva apresentou os sinais e sintomas do stress crónico e como esta doença afeta a nossa vida. Joana Leme, médica assistente Graduada em Medicina Geral e Familiar, incentivou os idosos a “mexerem-se” pela sua saúde, a terem uma alimentação cuidada, a manterem o cérebro ativo e fazerem rastreios de saúde regularmente, pequenos gestos que contribuirão para uma melhor qualidade de vida dos idosos. 

O nutricionista Rui Alves trouxe o tema “Alimentação – problemática nos nossos dias”, reforçando a ideia de que os alimentos que ingerimos têm impacto direto na nossa saúde e é necessário praticarmos uma alimentação variada. No final das palestras houve um showcooking apresentado pela nutricionista Célia Lopes com dicas saudáveis para combater a hipertensão arterial. O dia terminou com uma aula de ginástica aberta a todos, com a colaboração dos professores de desporto Nuno Alves e Gonçalo Farinha do Município.


Oeste | PROGRAMAÇÃO DO TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS PROSSEGUE...


A programação do Teatro-Cine de Torres Vedras do último trimestre deste ano está prestes a iniciar-se, trazendo muita arte, cultura e lazer a esta cidade oestina.

A música é um dos destaques dessa programação, sendo nesse âmbito de realçar, para além dos concertos do Festival Internacional de Acordeão de Torres Vedras, o espetáculo de Carlos Bica com André Santos + João Mortágua (19/10, 21h30). Referência também para o concerto Cante, integrado na "Temporada Darcos" (um ciclo de concertos dirigido pelo compositor e maestro torriense Nuno Côrte-Real), que será interpretado pelo Ensemble Darcos e o Coro Ricercare (24/11, 18h).
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Já na área do teatro, saliente-se da programação do quarto trimestre de 2019 do Teatro-Cine de Torres Vedras os espetáculos Voz dos Pássaros, a apresentar pelo Teatro Estúdio Fonte Nova (4/10, 21h30), e A Última Noite do Capitão, de Filipe Crawford (6/12, 21h30). Ainda nesta área artística, refira-se da programação próxima da sala de espetáculos municipal torriense o espetáculo Procuro Homem, Marido já tive, que será representado pela Dramax – Oeiras (12/10, 21h30), e Os Passos em Volta, que será levado a palco pela Companhia João Garcia Miguel (30/11, 21h30).
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De sublinhar ainda da programação do último trimestre deste ano do Teatro-Cine de Torres Vedras o espetáculo de dança Sopro, de Sofia Neuparth (18/10, 21h30), e o de humor de Pedro Teixeira da Mota, intitulado Caramel Macchiato (22/11, 21h30).

De referir, também, da programação próxima deste equipamento cultural municipal, a continuação do seu projeto educativo, sendo de salientar neste particular o Concerto para os mais novos de Bruno Pernadas (14/12, 18h) e o teatro Burbuja, que será representado pela Cía. 7 Burbujas (7/12, 18h). Refira-se, ainda, desta componente da programação do Teatro-Cine de Torres Vedras, o teatro com marionetas Com 3 Novelos, que será apresentado pela companhia A Bolha (1/12, 18h30), o espetáculo de dança e música para bebés Mi~Mar, que será levado a cabo pela companhia Passos e Compassos (13/10, 18h30), e a sessão dupla do ciclo "Café com Filmes" em que serão exibidos os filmes Tio Tomás, a Contabilidade dos Dias e Papel de Natal (15/12, 18h30).

Este ciclo, que é, recorde-se, dinamizado pelo Académico de Torres Vedras, também terá continuidade no Teatro-Cine desta cidade, estando nesse âmbito previsto ainda a exibição de Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos (10/10, 21h), Eldorado XXI (11/10, 21h), Terra Franca (14/11, 21h), Equinox e Sobre Tudo, Sobre Nada (21/11, 21h), Quatro Estações e outono (5/12, 21h) e Portugueses do SoHo - Uma História que Mudou de Geografia (13/12, 21h). De referir, ainda, que o ciclo "Café com Filmes" voltará a sair das portas do Teatro-Cine de Torres Vedras, desta vez para a Maceira, mais concretamente para o edifício onde funcionou a respetiva junta de freguesia, no qual será exibido Raiva (19/10, 21h).

Uma última palavra para o ART&TUR - Festival Internacional de Cinema de Turismo, que o Teatro-Cine de Torres Vedras acolherá entre os dias 22 e 25 de outubro.

Oeste | Biblioteca Municipal de Leiria abre ao público Jardim das Pirâmides


A Câmara Municipal de Leiria requalificou recentemente o Jardim das Pirâmides, um espaço a céu aberto na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em pleno centro histórico da cidade.

Com esta requalificação, que envolveu a colocação de plantas e árvores para ensombramento, entre outros equipamentos, pretende-se promover a utilização do espaço por todas as faixas etárias, seja como local de leitura, ou para ouvir música ou simplesmente descansar, num local aprazível, central e seguro.

Os serviços da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira são um complemento à disposição dos utilizadores do Jardim das Pirâmides, aberto de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 19h45 e, ao sábado das 14h00 às 19h45 (exceto no mês de agosto).



México | BAUFEST CONSTRUYE LA TRANSFORMACIÓN DIGITAL DE LOS NEGOCIOS

por Yesica Flores



Con 25 años de experiencia en el desarrollo de software y soluciones en TI, esta compañía
centra su estrategia en liderar este mercado en México

● Baufest nació en Argentina en 1994. Su nombre alude al significado alemán de
“construcción sólida”
● Cuenta con operaciones en LATAM, Estados Unidos y Europa, donde ha brindado
soluciones de software y TI a más de 200 empresas líderes
● Es una de las firmas tecnológicas más importantes de Latinoamérica, siendo una de
las pocas que son originarias de la zona
● Llegó a México en 2007 y -actualmente- tiene presencia en CDMX y Monterrey, con
una operación de 60 colaboradores
● Sky, Vitro, Bimbo y Santander: algunos de sus principales clientes

La industria del software en México registra uno de los avances más importantes de los últimos años. El creciente uso de modelos de negocio, basados en la virtualización, movilidad o la nube, son factores que alientan su importancia. De acuerdo con la consultora
IDC, nuestro país registra un valor para este mercado de 2.8 billones de dólares , lo que lo convierte en el segundo mercado más importante en América Latina.

“ Este es un territorio fértil para el desarrollo de tecnología basada en TI” , afirma Analía Baño, country manager de Baufest en México, una de las principales firmas -de este rubro- en América Latina, quien agrega: “aquí encontramos un territorio de oportunidades, no sólo para expandir nuestra operación; sino también, para atender al mercado nacional.

Nuestro objetivo está en impulsar la transformación digital de los negocios”.

En este sentido, México registra cifras récord en inversión en este tipo de recursos. Apenas en marzo pasado, Gartner calculaba en 7 mil 831 millones de dólares , la inyección de capital que, las empresas en el país, harán a lo largo del año para este rubro. Además, de acuerdo con la firma investigadora, este número es 4.5% mayor a lo destinado en 2018.

Bajo este panorama, Baufest se posiciona como una de las compañías con mayor crecimiento en México, enfocada en atender el mercado privado de desarrollo de software y TI; además de ser consultora en transformación digital, especializada en acompañar a
otras empresas en su evolución para transformar la forma en que trabajan.

De hecho, esta firma -de origen argentino- cuenta con 25 años de experiencia en América Latina y 2 mil proyectos desarrollados. Además, mantiene operaciones en diferentes zonas de la región, Estados Unidos y Europa, siendo nuestro país uno de sus principales mercados.

Actualmente, Baufest divide a sus clientes en cuatro segmentos: financiero, retail-producto, servicios y nature.

“Desde que llegamos a México, en 2007, buscamos posicionarnos como una empresa distinta que transforma el trabajo de las personas”, comenta Analía Baño, quien también refiere: “hoy atendemos a compañías de gran importancia para el mercado nacional -en diferentes sectores- como Bimbo, Vitro, Sky o Santander, brindándoles soluciones tecnológicas centradas en el usuario”.

Con el objetivo de destacar en los mercados donde tiene presencia, Baufest mantiene una relación cercana con sus clientes. De hecho, en nuestro país, cuenta con relaciones de negocio -hasta de 10 años- con algunas de las firmas que la han contratado. “ Nuestro enfoque está basado en la IA, machine learning, tecnologías cognitivas y data science”, señala la ejecutiva.

“Buscamos siempre dejar un legado en las soluciones que ofrecemos. No se trata sólo de ofertar tecnología; sino también, de producir cosas buenas para las personas. Siempre a través de agilidad, transformación cultural y avance digital ”, agrega la directiva.

Sobre los planes de expansión que tienen en México, Analía Baño adelanta que ya trabajan en proyectos de licitación con otras compañías emblemas : “buscaremos seguir impulsando nuestra presencia, atrayendo a más clientes a nuestro portafolio. Este país brinda condiciones inmejorables para ser una de las capitales internacionales de tecnología a nivel internacional. Y en ese crecimiento, queremos posicionar a Baufest”.

Mundo | 33% De Empresas Mexicanas Confían En La Seguridad Empresarial


por Yesica Flores

  • La PyMEs tienen mayor probabilidad de salir adelante frente a la adversidad porque son más flexibles
  • El caso de la playa radioactiva
De acuerdo con Víctor Salgado, consultor empresarial, las inversiones están detenidas a causa de la incertidumbre empresarial que viven las empresas mexicanas.
Un estudio de PwC realizado este año comenta que existe cierta incertidumbre sobre una buena salud en los ingresos de las empresas, ya que ante la pregunta ¿qué tanta confianza tiene sobre las perspectivas de ingresos de su organización en los próximos 12 meses?, el 16% de los encuestados, que son dueños y/o directores de compañías, respondió que no tiene mucha confianza, el 44% dijo que sólo cierta confianza y el 33% comentó que sí tenía mucha confianza.
“Esta incertidumbre en los negocios se debe en parte a las decisiones políticas que están tomando tanto el gobierno de México como el de Estados Unidos, las cuales traen consecuencias directas hacia los productores, consumidores, emprendedores, agricultores, maestros, etcétera. Las inversiones están detenidas”, opina Víctor Eduardo Salgado Carmona, consultor para Pymes.
El caso de la playa radioactiva
Sobre lo anterior, el experto pone un ejemplo muy claro: Imagina que tienes la oportunidad de comprar una casa en una playa de México para rentarla y ganar algo de dinero, pero justo antes de comprarla se da la noticia de que un científico expone que hay posibles índices radioactivos en la playa (justo en la que ibas a comprar tu casa) y recomienda que nadie nade en ese lugar.
¿Comprarías la casa? Por supuesto que no. Te esperarías a ver qué pasa.
Y así como tú, otros cientos de personas que querían comprar una casa se detienen y deciden esperarse a ver qué pasa. Lo curioso es que aún no ha pasado nada, pero como lo dijo un científico en un noticiario de cobertura nacional, las compras de casas en la playa se detienen.
Esta espera es un grave problema, porque no se venderá ninguna casa nueva por determinado tiempo. Todos los que viven de comisiones sobre la venta de casas se quedarán sin ingresos y los desarrolladores se quedarán sin flujo; los albañiles, los que venden materiales, los que venden muebles, los que instalan aires acondicionados y todos los que tienen relación con la construcción tendrán menos trabajo y, por tanto, menos ingresos.
Esto es lo que está ocurriendo con México. Como no sabemos bien qué es lo que va a pasar, muchas grandes inversiones están en “espera”, y esto genera la misma cadena de la playa radioactiva.
Estrategia para vencer la incertidumbre
Víctor Salgado cuenta con 12 años de experiencia en la asesoría de negocios. Su conocimiento en diversas industrias lo ha hecho estudiar la situación y hacer las siguientes recomendaciones a los empresarios que están justamente en esa fase de “espera”.
  1. Cuida el flujo de efectivo. Si vas a realizar una inversión, hazlo a crédito y con tasa fija.
  1. Protege a tus buenos clientes y desecha a los malos. Aunque ahora se tarden más en pagarte, tienes que ver cuáles son realmente tus clientes buenos y cuáles son los malos; éstos últimos te van a dejar de pagar en algún momento y te consumen mucho tiempo.
  1. Si llega a haber crisis económica, habrá entonces muchas oportunidades, nuevos servicios, nuevos productos o nuevos mercados. Estas crisis hacen que algo nuevo sea más atractivo. Por ejemplo, podrían darse descuentos por un pronto pago, o mejorar los días de crédito para atraer a nuevos consumidores.
  1. Nuevamente, cuida el flujo de efectivo. Se recalca porque es lo más importante. En tiempos de crisis los que se hacen millonarios son los que tienen el dinero para comprarle a su competencia sus máquinas, sus empleados, sus clientes. Sólo haz inversiones inteligentes y de bajo riesgo.
“En lo personal, creo que el resultado al final de toda la turbulencia será que no encontraron índices de radiación en la playa. En el caso de las Pymes, tienen una gran ventaja contra las empresas grandes: la flexibilidad. Lo que se tardan en dar un nuevo servicio o conseguir un nuevo proveedor, es una fracción del tiempo de lo que le toma a una empresa grande, principalmente por la burocracia que tiene. Las Pymes pueden sobrevivir a las crisis económicas, sin embargo, también es necesario que sigan los 4 pasos arriba descritos”, indica el asesor de negocios.

México | Lanza Huawei Nuevos Procesadores Para Entornos De IA En La Nube


por Yesica Flores
Agrega los productos de la serie Atlas basados en Ascend y los servicios para la Nube a sus soluciones full-stack de Inteligencia Artificial para todos los escenarios
En el evento anual Huawei Connect de este año, la compañía lanzó su serie de productos Atlas y 43 servicios para la nube basados en procesadores Ascend, los cuales cuentan con potentes capacidades informáticas.
El clúster de Inteligencia Artificial, Atlas 900, la tarjeta de entrenamiento de IA Atlas 300 y el servidor de entrenamiento de IA Atlas 800 se encuentran entre los productos que han alcanzado la cúspide de la potencia informática en todo el mundo.
Gracias a la continua innovación de los procesadores Ascend, el proveedor líder de soluciones de Tecnologías de Información y Comunicación (TIC) ofrece a los clientes los algoritmos de inteligencia artificial (IA) más numerosos, económicos y adaptables a todos los escenarios. Este lanzamiento enriquece aún más el portafolio de soluciones de IA de Huawei para todo tipo de escenarios.
“Estamos en la era dorada de la arquitectura informática. Una potencia informática numerosa, de alto rendimiento, diversificada, más ecológica e inclusiva impulsará el desarrollo de una sociedad inteligente”, expresó Hou Jinlong, Presidente de Cloud y Productos y Servicios de IA en Huawei, en su discurso de apertura, titulado Empoderar la nueva Computación con Ascend + Kunpeng.
“Nuestro objetivo es innovar a demanda de los clientes y proporcionar potencia informática para una nube extendida e inteligencia generalizada. La serie de productos Atlas basados en Ascend y los servicios para la nube son parte de la estrategia de IA de Huawei. Las potentes capacidades de los procesadores Ascend están disponibles ahora, a través de la nube y el hardware, lo que hace que la potencia informática sea accesible y la IA inclusiva”, agregó.
Hou Jinlong, Presidente de Cloud y Productos y Servicios de IA en Huawei, al pronunciar su discurso de apertura.
43 Nuevos servicios para la nube basados en Ascend
Los servicios presentados están basados en Ascend 910 y Ascend 310 y se adaptan a diferentes escenarios como la inferencia de datos de IA, el entrenamiento de datos de IA, el procesamiento de imágenes, el conocimiento de la informática y el entrenamiento de conducción autónomo.
Gracias a la innovación continua, Huawei Cloud ofrece ahora servicios de IA de alto rendimiento, a costos asequibles, a una amplia gama de industrias para una IA inclusiva para todos.
Los servidores para la nube de IA tienen ahora el doble de potencia. A través del knowledge-graph empresarial de Huawei, los expertos de la industria petrolera utilizan tecnologías de convergencia con conocimiento de múltiples fuentes con el fin de ser 70% más eficientes. La conducción autónoma en la nube utiliza clústeres ultra grandes para procesar los petabytes (PB) de datos en tiempo real, lo que hace que el desarrollo de E2E sea cinco veces más eficiente.
Serie Atlas: los productos de computación más potentes del mundo
Basado en los procesadores de IA Ascend 910 y 310, el clúster de entrenamiento de IA más rápido del mundo Atlas 900, el servidor de entrenamiento de IA Atlas 800, la estación de IA Atlas 500, las tarjetas de inferencia y entrenamiento de IA Atlas 300, así como el módulo acelerador de IA Atlas 200, son parte del extenso portafolio de productos Atlas de Huawei. Esta propuesta cubre todos los escenarios de nube, estación y dispositivos y ofrece la potencia informática necesaria para formación e inferencia. En sintonía con una arquitectura Da Vinci unificada y un marco informático de IA para todos los escenarios, la serie de productos Atlas aprovecha la sinergia nube-estación-dispositivo para acelerar la reconstrucción inteligente de la industria.
Michael Ma, Presidente del Grupo de Negocios de Computación Inteligente de Huawei, durante el lanzamiento de Atlas 300 y Atlas 800.
  • Atlas 900: este clúster escalable de IA consta de miles de procesadores Ascend 910. El Atlas 900 ocupa el primer lugar en el mundo en las pruebas ResNet-50 cuya duración de 59.8 segundos, es un 15% más rápido que el segundo lugar. Atlas 900 posee la potencia informática para la investigación científica, la exploración espacial y petrolera.
  • Atlas 800: este servidor 4U integra ocho procesadores de IA Ascend 910 para 2 operaciones de coma flotante por segundo (PFLOPS) de potencia informática, a una densidad 2.5 veces mayor que la de su competencia. El Atlas 800 pesa solo 75 kg, menos de la mitad del peso de la competencia. El enfriamiento por aire y líquido reúne el despliegue de requisitos de alta densidad de los centros de datos y clústeres empresariales. Cada servidor tiene 1.8 veces la ratio de eficiencia energética de la competencia.
  • Atlas 300: esta tarjeta de entrenamiento de IA proporciona 256 tera-FLOPS (TFLOPS) de potencia informática para un aumento de imágenes entrenadas por segundo desde el convencional 965 a 1802, o el doble que las tarjetas de entrenamiento más potentes de la industria. El Atlas 300 utiliza interfaces de paso 100G RoCE de alta velocidad para la transmisión paralela de parámetros y conjuntos de datos pendientes, reduciendo el retraso de la sincronización hasta en un 70% y acortando el tiempo de entrenamiento del clúster a solo segundos.
Hasta la fecha, Huawei ha lanzado procesadores de IA Ascend, productos de la serie Atlas basados en Ascend, servicios para la nube, y escenarios para el marco informático MindSpore de IA. Juntas, estas innovaciones conforman soluciones full-stack de inteligencia artificial para todo tipo de escenarios.
Los próximos pasos de Huawei continuarán con la implementación de los procesadores Ascend en su estrategia de IA, y se llevarán a cabo más asociaciones para promover la IA para todos.
Un ecosistema abierto de ganar-ganar con Ascend y Kunpeng
Más allá de los procesadores Ascend, Huawei se suma a los esfuerzos para construir el ecosistema Kunpeng. Esta infraestructura compleja cubre PC, servidor, almacenamiento, sistema operativo, middleware, virtualización, base de datos, servicios en la nube y aplicaciones.
Huawei también lanzó 69 servicios para la nube basados en Kunpeng y hardware para acelerar la innovación del cliente. Guiados por el Kunpeng de Huawei y el diseño de referencia, los socios pueden desarrollar servidores y productos de escritorio rápidamente. Para promover este desarrollo, OpenGCC, el Instituto de Normalización de Electrónica de China, Arm China, IDC, Huawei y socios de la industria lanzaron la Guía sobre el Desarrollo de la Industria de la Computación de Kunpeng. Para más detalles, visite http://opengcc.org/forums/194
El sistema operativo del servidor y la base de datos son esenciales para los sistemas empresariales de Tecnología de la Información. Huawei también anunció la disponibilidad del openEuler como sistema operativo a partir del 31 de diciembre de 2020 y de la base de datos openGauss, disponible a partir de junio de 2020.
En esta era de la informática diversificada, Huawei trabaja con socios de la industria para construir un ecosistema basado en los procesadores Ascend y Kunpeng. Este ecosistema proporcionará infraestructura y aplicaciones de tecnología de la información a todas las industrias.

Mundo | Se Estima Que En México Para El 2030 La Automatización Afectará Entre 1 Y 7 Millones De Trabajadores


por Yesica Flores

  • Debido a la rápida producción de información, casi 50 % del conocimiento temático que se estudia en el primer año de una carrera técnica de cuatro años será obsoleto para cuando la persona se gradúe.
  • La brecha educativa y la fuerza laboral están divorciadas y no es un asunto exclusivo de la región latinoamericana. Por el contrario, es un flagelo que se ve en todo el continente.
¿Cuántas veces hemos criticado al actual sistema educativo porque está formando seres humanos con pocas capacidades, habilidades y competencias para el mundo competitivo de hoy en día? En México el asunto cobra especial relevancia por el estado actual del sector educativo, y claro, por ser vecinos de la todavía primera potencia económica del mundo, Estados Unidos.
Lo cierto es que el sistema educativo y de desarrollo de habilidades actual no solo en México, sino a nivel internacional, no es accesible ni alcanzable para muchas personas; aunado a ello, empero, no está produciendo las habilidades necesarias para satisfacer las demandas de un mercado cada vez más competitivo. Un ejemplo de esto es la alta demanda de ingenieros y poca oferta en las regiones donde se ha ido instalando la industria automotriz a lo largo y ancho del país durante las últimas décadas: norte -los estados fronterizos, sobre todo Nuevo León, Chihuahua y Coahuila-, bajío -Aguascalientes, Guanajuato y San Luis Potosí- y centro del país -Estado de México y Puebla-.
De esta manera, los empleadores del sector automotriz, entre otros muchos, enfrentan desafíos para cubrir los puestos laborales y el impacto en la competitividad económica es considerable. Por ello, han llegado a hacer convenios con gobiernos y universidades estatales. Aunado a ello, además de la demanda técnica, la ingeniería, está el reto del idioma, el inglés.
Para tratar de subsanar la demanda -y para no traer gente de otras latitudes- la formación dual alemana es una capacitación técnica específica para la industria automotriz que se hace después de la secundaria, con jóvenes a partir de los 15 años. Se llama dual porque, a lo largo de la capacitación, existe la alternancia entre la academia y la empresa, la organización y la academia. Los adolescentes empiezan alrededor de los 15 años su carrera y a los 18 terminan y salen con la certificación mexicana del Consejo Nacional de Educación Profesional Técnica (Conalep), de la Secretaría de Educación Pública (SEP), además de la certificación del Gremio Alemán de Matriceros.
La adopción de la tecnología mediante un sistema de gestión de aprendizaje ayuda a los estudiantes a aprender de forma flexible y personalizable. Además, los alumnos pueden ver y completar actividades de sus cursos directamente desde sus dispositivos móviles.
Muchos estudiantes, todavía tienen el objetivo de obtener un título de educación superior, porque se les ha vendido la idea -a través de sus propios padres, o bien de la tradición social de que es importante tener una carrera-, de que ello significa contar con las herramientas necesarias para prosperar en el mercado laboral, pero los actuales niveles de desempleo, en México y el mundo, exhiben por desgracia que esto no es cierto.
Sin embargo, un estudio de McKinsey & Company de 2013, realizado en nueve países sobre la juventud, los proveedores de educación y los empleadores, demostró que, mientras que 72 % de las instituciones de educación superior considera que prepara bien a sus alumnos para la fuerza laboral, la mitad de los estudiantes no está segura de si su preparación académica mejorará su oportunidad de encontrar empleo.
Esta desconexión también se observa en el sector privado, donde solo 11 % de los líderes comerciales está “completamente de acuerdo” en que los estudiantes tienen las habilidades fundamentales para el mercado laboral, en comparación con 96 % de los directores académicos que cree que sus instituciones fueron eficaces en brindar a los estudiantes las habilidades necesarias. Para garantizar una formación universitaria que responda a las necesidades del mundo laboral los estudiantes deben apropiarse de su experiencia de aprendizaje al desarrollar habilidades de presentación, resolución de problemas y pensamiento crítico. Un sistema de gestión de aprendizaje permite a los estudiantes recibir retroalimentación oportuna de los docentes y progresar a su propio ritmo.
Otro asunto que pone el dedo en la llaga es el costo de una carrera profesional. En la Unión Americana, la matrícula promedio se ha cuadruplicado en los últimos 35 años, lo que ha aumentado la brecha entre quienes pueden acceder a la formación profesional y quiénes no. Solo para dar un dato: las universidades públicas de Estados Unidos tenían una matrícula estatal promedio de 9,650 dólares al año en 2016, pero ésta se eleva a más de 20 mil dólares al sumar los costos de residencia y comida.
Por supuesto, este aumento no es exclusivo de nuestro país vecino del norte, por el contrario, es un asunto que se percibe a lo largo y ancho de América Latina; sin embargo, en algunos países como el nuestro, existe una oferta de educación superior gratuita, aunque cada vez es más difícil acceder a ella por el alto número de solicitantes.
En suma, y mucho ojo con esto, a medida que se incrementan los cargos de la matrícula y la deuda estudiantil, los alumnos que quieren aprender y asistir a la universidad, o a un colegio universitario, no están viendo un aumento proporcional a la utilidad de sus habilidades para prosperar en la vida. Es muy importante entender cuáles son precisamente las necesidades de las empresas para que los jóvenes puedan formarse de acuerdo con ellas.
La triste realidad es que las ganancias promedio de una persona que tiene una licenciatura cayeron alrededor de 14.7% entre 2000 y 2012. Esta incongruencia por la obtención de un título debería hacer que muchas instituciones de educación superior reevalúen su propuesta de valor y su forma de trabajar, pero éstas luchan mucho para garantizar la cobertura de los costos operativos y la calidad de la enseñanza.
En suma, como conclusión, podemos afirmar que hoy en día la brecha educativa y la fuerza laboral en los países de América Latina está divorciada. Eso es muy grave porque en los años por venir la gran oleada de la automatización -que aborda estupendamente Andrés Oppenheimer en su más reciente libro ¡Sálvese quien pueda! – afectará a muchas plazas de trabajo por falta de capacitación, de ahí la importancia que desde el área educativa hasta la formación dentro de las empresas requieran de esta visión para atender las necesidades del mercado derivado de la 4ª Revolución Industrial.
Por Mario Sánchez, director de Latinoamérica de D2L.