quinta-feira, 2 de março de 2017

Eu, Psicóloga: Cinco dicas de como elogiar o seu filho

Os elogios são uma das ferramentas mais poderosas que os pais podem usar para incentivar o bom comportamento e a auto-estima nas crianças. Um elogio pode ser uma palavra, um gesto, um sorriso que proporciona à criança um sentimento de bem estar e que mostra que você aprova o seu comportamento.
Como adultos, todos nós gostamos de receber elogios sinceros pelas nossas qualidades e esforços. Para as crianças, receber elogios é ainda mais importante, porque as ajudam a se sentirem aceitas e a criarem uma imagem de quem elas são e de suas capacidades.
Mas como elogiar as crianças? Há uma maneira certa? Ou com que frequência devemos fazê-lo? Será que elogiar muito faz mal? Seguem algumas sugestões:


1. Dê elogios de Ser: elogios de ser comunicam a criança que você a ama e aceita por quem ela é. As crianças não precisam fazer nada para merecer este tipo de elogio.
Exemplos: “Você é uma filha maravilhosa”, “estou tão feliz de ser sua mãe”, “você é especial”, “adoro seu bom coração”, etc.
2. Dê elogios de fazer: mostra as crianças que estamos felizes com seus esforços e bom comportamento.
Um estudos muito interessante encontrou que em vez de elogiar a inteligência de uma criança é melhor que elogiar seus esforços. De acordo com o estudo, quando dizemos a uma criança que ela é inteligente, ela tentará manter a aparência que é inteligente e não tentará tarefas difíceis, pelo medo de fracassar. Mas quando as crianças recebem a mensagem de que a inteligência é algo que se desenvolve e são elogiadas pelo seus esforços, elas terão menos medo de errar e acabarão por desenvolver-se mais.
Exemplo de elogios de fazer: “Fico feliz que você tentou!”,” Obrigado por me ajudar!, “Muito bem por compartilhar seus brinquedos”, “Continue tentando, os músculos em seu cérebro ficam mais fortes quando você tenta fazer algo difícil”.
3. Não misture elogios de ser com elogios de fazer:quando misturamos elogios de ser com elogios de fazer mandamos uma mensagem confusa às crianças.
Veja este exemplo: “te amo por que você é uma boa menina”. Você pode perceber o que há de errado com essa forma de elogio? Esse elogio mostra um amor condicional,  os amamos ou estamos felizes com eles somente  quando eles fazem o que queremos.
4. Evite elogiar demais ou sem necessidade: tudo em excesso faz mal, e isso se aplica aos elogios também. Elogiar as crianças em excesso ou sem a criança merecer faz com que os elogios perdam seu poder. E pior as crianças podem pensar que seus elogios não são sinceros e que você está tentando usar elogios para manipulá-las.
5. Não use elogios de comparação: elogios de comparação sugerem que seus filhos são melhores do que as outras crianças. Crianças que recebem mensagens que são mais especiais, ou melhor que as outras crianças podem desenvolver tendências narcisistas, ao pensar que eles são mais merecedores que outros. Os elogios de comparação também são perigosos porque não ensinam as crianças a saber como perder, e as farão mais propensas à depressão ao perceberem que existem crianças que são tão capazes ou mais capazes do que elas. Exemplos: “você é o mais inteligente da turma”, “você é a neta mais linda”.
Lembre-se:
Os elogios sinceros nutrem o relacionamento entre pais e filhos.
Os melhores elogios são os sinceros e espontâneos que reconhecem uma conquista real de seus filhos.
Ao elogiar seus filhos, eles terão um bom exemplo de como ser bondosos com outras pessoas também.
Seja constante na sua comunicação com seus filhos. Evite enviar mensagens contraditórias ao elogiá-los em um momento e depois criticá-los duramente.

Por Débora Oliveira

Divulgação - Noite de Fados Solidária



Divulgação - Noite de Fados Solidária

Município inaugura obra escolhida pelos munícipes no Orçamento Participativo

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha vai inaugurar no próximo domingo, 5 de março, pelas 17h00, o Arranjo Urbanístico da Avenida Nossa Senhora do Socorro, um dos projetos selecionados pelos munícipes no Orçamento Participativo (OP) 2015/2016.

 A intervenção implicou um investimento de aproximadamente 35.000 euros e contemplou a repavimentação do arruamento de acesso à capela, bem como a criação de passeios, drenagem de águas pluviais e a requalificação do espaço envolvente à imagem da Nossa Senhora do Socorro.

Na primeira edição do Orçamento Participativo foram submetidas quase 100 propostas, tendo sido selecionados 38 projetos para votação. Registaram-se mais de 8200 votos e, em fevereiro de 2016, os três projetos mais votados foram apresentados numa sessão pública. Para além do arranjo na Avenida Nossa Senhora do Socorro, os munícipes escolheram a criação de um albergue para animais errantes e o embelezamento do cruzamento da Rua da Cruz com a EN16, em Angeja.

 O projeto de instalação de um albergue, que inclui canil e gatil já se encontra adjudicado e tem um prazo de execução de 30 dias. O edifício irá ocupar uma área de 385 metros quadrados em São Marcos, freguesia de Albergaria-a-Velha, e será composto por 26 celas, um depósito de rações e um pequeno espaço de arrumos. Quanto à obra de embelezamento do cruzamento da Rua da Cruz com a EN16, o procedimento de contratação encontra-se em curso. O projeto inclui a criação de passeios e de um parque de estacionamento, bem como de um parque de lazer com várias espécies de árvores.

Entretanto, a Câmara Municipal deu início, esta semana, ao período de submissão de propostas para o Orçamento Participativo 2017. Para a segunda edição, a Autarquia atribuiu uma dotação global de 120 mil euros, mais 20 por cento do que na primeira, havendo um limite de 30 mil euros de investimento para cada freguesia.

De forma a esclarecer a comunidade sobre este instrumento de participação dos munícipes na gestão da Câmara Municipal, vão ser organizadas, entre 6 e 15 de março, várias Assembleias Participativas nas atuais e antigas freguesias do Concelho. No dia 6 de março, haverá duas sessões, a primeira em Angeja, às 19h00, seguindo-se Alquerubim, pelas 21h00. A 7 de março, nos mesmos horários, o OP será explicado em Valmaior e Albergaria-a-Velha. O edifício da Junta de Freguesia da Branca recebe uma sessão no dia 8, pelas 21h00 e, no dia seguinte, é a vez de Ribeira de Fráguas, também à mesma hora. As últimas Assembleias Participativas têm lugar no dia 13 de março, em São João de Loure, e a 15 de março, em Frossos. Ambas têm início às 21h00


 Os residentes no Concelho, emigrantes, visitantes, estudantes, investidores, representantes da sociedade civil e amigos de Albergaria-a-Velha podem participar no OP, desde que tenham mais de 18 anos. A submissão de propostas pode ser feita através da plataforma eletrónica “Albergaria Participa”, em www.op.cm-albergaria.pt, ou em formulário próprio disponível nas Assembleias Participativas.


(Re)Visitar a História da Igreja Matriz de Ançã - Visita guiada


(Re)Visitar a História da Igreja Matriz de Ançã - Visita guiada

Benefícios às empresas do concelho Programa de Apoio ao Empreendedorismo aprovado


A Assembleia Municipal da Marinha Grande aprovou por maioria, com 14 votos a favor e 8 abstenções, na sua sessão ordinária de 24 de fevereiro, o Programa de Apoio ao Emprego e Empreendedorismo.

O programa de apoio ao investimento económico visa, no âmbito das atribuições municipais, incentivar os empreendedores a investirem no concelho da Marinha Grande e simultaneamente a criarem emprego. 

Este programa visa conceder aos beneficiários a redução ou isenção de taxas devidas pela realização de operações urbanísticas, dirigindo-se aos investimentos de reconhecido interesse social e económico municipal e é graduada em função do número de postos de trabalho a criar.

A graduação é a seguinte:
De 3 a 10 postos de trabalho: 50 % de redução
De 11 a 15 postos de trabalho: 75 % de redução
Mais de 15 postos de trabalho: isenção total.

Em qualquer caso, os beneficiários gozam de isenção da taxa devida por ocupação de espaço público, durante o período estritamente necessário à execução das operações urbanísticas.

Estabelece-se também um prazo reduzido para apreciação e decisão de todas as operações urbanísticas que visem a concretização de investimentos de natureza económica.

A Câmara Municipal assume, ainda, os encargos com a execução dos ramais domiciliários de água e águas residuais.

O presente programa de apoio ao investimento económico vigora até ao dia 31 de Dezembro de 2020.

Conclusões de inquérito de opinião apresentadas Projeto do novo Mercado Municipal vai ser iniciado

A Câmara Municipal da Marinha Grande aprovou por maioria, com 5 votos a favor e 2 votos contra, na sua reunião extraordinária realizada no dia 1 de março, iniciar o procedimento de elaboração do projeto para a construção do futuro Mercado Municipal.

Na referida reunião, foi analisado o relatório final do estudo de mercado encomendado pelo executivo permanente para avaliação da satisfação das necessidades dos inquiridos em relação ao novo Mercado Municipal, nomeadamente dimensão, modelo e localização, do qual resultam as seguintes conclusões:


Quanto à dimensão, a maioria dos inquiridos prefere um Mercado maior que o atual (69%),
Quanto ao modelo, a maioria prefere ter um mercado todo o coberto (71%),
Quanto aos diferentes tipos de equipamento / bancas existentes, a maioria prefere um mercado com mais equipamentos (83%),
Relativamente à localização, a maioria dos inquiridos (entre comerciantes do mercado, clientes do mercado e residentes) prefere a localização atual, ou seja nas imediações da zona desportiva (91%), sendo que os “outros comerciantes” dão preferência às antigas instalações da Fábrica Esola Irmãos Stephens (95%),
Os bares / cafés / restaurantes são os equipamentos cuja existência é considerada mais importante no futuro mercado (3.72 numa escala de 1 a 5).


A informação foi recolhida através de entrevistas diretas e pessoais na residência dos 400 inquiridos com mais de 18 anos, nos quais se integraram atuais comerciantes, outros comerciais e potenciais vendedores do futuro equipamento, atuais clientes do mercado e outros residentes no concelho, em total privacidade, com base em questionário elaborado pela empresa GfK, realizadas entre os dias 8 e 11 de dezembro.

O estudo de mercado cujas conclusões foram agora apresentadas foi realizado com base na pluralidade de opiniões quanto à localização, dimensão e modelo de uma nova infraestrutura.

Recorde-se que o Mercado Municipal da Marinha Grande, localizado no Edifício da Resinagem, foi encerrado em 2007 e que, desde então, tem funcionado provisoriamente em tendas.

Sábado, 04 de março Ciclo Teatro Amador de Cantanhede com espetáculos em Ançã, Sanguinheira e Casal

O Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede regressa no próximo sábado, 4 de março, com a itinerância de três grupos envolvidos nesta ação de revitalização da atividade teatral promovida pela edilidade cantanhedense, designadamente o Grupo de Teatro S. Pedro (Cantanhede) o Grupo de Teatro “As Fontes do Zambujal” e o Cordinha d’Água.

O Grupo de Teatro S. Pedro sobe ao palco do Centro de Dia de Ançã, às 21h30, para apresentar Do Céu à Terra, adaptação de Dulce Sancho do filme O Milagre de Fátima.
Assinalando os 100 anos das aparições, a peça remete para o contexto económico e social em que se vivia na pequena aldeia de Aljustrel e propõe uma reflexão sobre os sentimentos, as dúvidas e as emoções vividos pelos protagonistas do acontecimento, os pastorinhos, e seus familiares e amigos.

Também às 21h30, mas no Salão Paroquial da Sanguinheira, o Grupo de Teatro “As Fontes do Zambujal” vai representar O Sol na Floresta, comédia de Romeu Correia com ação rada no seio de uma densa floresta onde reside o Ti Resina e a sua filha Manuela. Esta jovem casadoira pretende encontrar um homem para se casar e para isso dispõe-se a tudo, mesmo que tenha que lançar um feitiço. Numa clara e divertida referência ao povoamento e à vida comunitária, o sol brilha com maior intensidade por cada árvore que é abatida, pois mais um homem surge e tudo se transforma.

Ainda no sábado, igualmente às 21h30, o Grupo de Teatro o Cordinha d’Água – Grupo de Teatro do Rancho Folclórico “Os Lavradores” de Cordinhã leva ao Salão da Associação Cultural e Desportiva do Casal (freguesia de Cadima) a encenações de dois textos originais de Manuel Tomé. A Promessa é um drama sobre a experiência de um casal que, depois de se ter visto confrontado com o desaparecimento do seu filho primogénito na guerra colonial, vê partir o mais novo com a promessa de trazer o irmão mais velho, em quaisquer circunstâncias.

 Num registo diferente, Balburdia na Aldeia é uma comédia que relata a história de uma comunidade, as suas tradições e as suas desavenças. Apesar das contendas, das discussões e dos litígios, a verdade é que, quando se trata de defender a terra e os conterrâneos, todos se unem em prol do interesse coletivo.

Sobre o Grupo de Teatro S. Pedro
Nascido do grupo Coral Litúrgico da Paróquia de Cantanhede, em 2005, com a realização dos primeiros ensaios, o Grupo de Teatro S. Pedro juntou o gosto de cantar e o gosto da representação com a dedicação à causa da Igreja local e preparou a sua primeira apresentação para a inauguração do Centro Paroquial S. Pedro, em junho de 2006.

Tratou-se de um musical intitulado “Festa na Aldeia” que contou maioritariamente com elementos do grupo litúrgico e do Grupo de Jovens de Cantanhede e cujo primeiro objetivo era angariar fundos para o referido Centro. Dada a grande aceitação por parte do público da cidade e do concelho, integrou, em 2007, o IX Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede, organizado pela Câmara Municipal.

Em 2008 participou no X Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede com o musical “J.C. Ontem, Hoje e Sempre” que reapresentou na edição anterior com os devidos ajustes. Em 2009, levou a palco “Recordar… e viver…”, no ano seguinte representou “Tributo ao passado” e em 2011 “De malas feitas”. Em 2012, participou no Ciclo de Teatro com a peça “Uma história com fado”, no ano em que o mesmo foi classificado pela UNESCO Património Imaterial da Humanidade.

Fazem parte deste grupo cerca de 25 atores, jovens e adultos e é sua orientadora Maria Dulce Sancho, autora dos textos com o grupo se apresenta, não dispensando todas as colaborações dos elementos do Grupo.

Sobre o Grupo de Teatro As Fontes do Zambujal
O Grupo de Teatro “As Fontes do Zambujal” foi constituído em 1996 e é composto atualmente por cerca de 20 elementos, maioritariamente das localidades de Zambujal e Fornos. A sua designação é uma referência às quatro fontes de origem romana que existiram no Zambujal, designadamente Fonte de Rodelos, Fonte Má, Fonte Perto e Fonte Seca.

As raízes desta formação teatral podem ser encontradas em 1954, mais precisamente em 27 de maio, data em que foi fundado um agrupamento com o nome “Viva O. R. Zal” (Viva o Rancho do Zambujal). A iniciativa partiu de alguns indivíduos da comunidade que pretendiam desenvolver atividades de lazer para preencher os seus tempos livres, assim como manter vivas a tradição e a autenticidade dos trajes danças e cantares do Zambujal.

Depois de uma interrupção de alguns anos, o Grupo retomou o seu funcionamento em 1992, sob a nova designação de Grupo Folclórico “Os Malmequeres do Zambujal”. Em julho de 1995, passou a integrar a Associação Juvenil do Zambujal e Fornos, mais precisamente a sua secção de folclore, e em 1996 filiou-se no INATEL.

É nessa mesma altura que surge o Grupo de Teatro “As Fontes do Zambujal” que inicia um trabalho de produção teatral regular apresentando uma a duas peças anualmente, por altura da quadra natalícia e participando no Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede, desde a sua primeira edição.

Em 1998, faz a sua primeira apresentação fora da terra, mais precisamente nas Franciscas, no âmbito do I Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede, com as peças “Falar Verdade a Mentir” e “O Senhor”. No ano seguinte faz um périplo por várias localidades do Concelho de Cantanhede com as produções “O Céu da Minha Rua” e “Terra Firme”.

A peça que ensaiou e apresentou de seguida, no Natal de 2000, a comédia em três atos “Dois Maridos em Apuros”, constituiu-se como um grande sucesso perante o público, sendo apresentada igualmente no Ciclo de Teatro de Cantanhede do ano seguinte. Em dezembro de 2001 esta formação teatral apresentou a comédia “O Padre Piedade”, que também apresentou no Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede, em 2002.

 Nos anos seguintes levou à cena as peças “A Carta Anónima”, em 2003, a comédia “O Processo de Mário Dâmaso”, em 2004, o drama “As Rosas de Nossa Senhora”, em 2005 e, em 2006, a comédia “Mendonça & Mendonça”. Na presente edição do Ciclo de Teatro Amador, leva a palco a peça com que participaram na primeira edição, “Falar Verdade a Mentir” de Almeida Garrett.

Desde o início da sua atividade que cabe a Dinis Fatia, atualmente Presidente da Assembleia-Geral e Coordenador do Grupo de Teatro, escolher as peças a serem apresentadas, bem como distribuir os diferentes papéis pelos atores, atendendo sempre às características e capacidades de cada um. É também o autor dos cenários, passando largas horas a pintar as imagens que servem de fundo à atuação dos atores e cede, na sua própria casa, o espaço para os ensaios.

Sobre o Rancho Folclórico "Os Lavradores" de Cordinhã
O grupo foi fundado em 19 de outubro de 1978 por iniciativa do pároco da freguesia, chamado Fernando, e de um grupo de pessoas convidadas para o efeito, entre elas o músico Arsénio Cavaco. Cinco anos depois, mais propriamente no dia 17 de fevereiro de 1983, foi legalizado por escritura pública no Cartório Notarial de Cantanhede e publicado no Diário da República III Série, n.º 81 de 8-4-1983 como Associação Cultural e Recreativa, denominada Rancho Folclórico de Cordinhã.

Este rancho esteve em atividade 15 anos consecutivos seguindo-se um breve interregno de cerca de três meses. Posteriormente reiniciou a sua atividade com a designação de Rancho Folclórico "Os Lavradores” de Cordinhã, que ainda hoje mantém.

Neste momento, ao grupo de adultos junta-se o grupo juvenil-infantil composto por 20 crianças, servindo simultaneamente de escola de folclore.

Integrado nesta associação está o grupo Cordinha d'Água Teatro, composto por pessoas de todos os escalões etários, que participa nos Ciclos de Teatro da Câmara Municipal de Cantanhede e nos Ciclos de Teatro organizados pelo INATEL, onde se encontra inscrito.