sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

SOCIEDADE SEM LIMITES | O leilão da virgem

Japonês arremata por US$ 780 mil virgindade de brasileira colocada à venda na internet. Não há limites para a sociedade de consumo?
FAMA Ela virou celebridade e irá posar nua

O estilo de vida da sociedade mercantilista em que vivemos parece não ter limites. A decisão da catarinense Ingrid Migliorini, 20 anos, de leiloar sua virgindade na internet causou polêmica e foi alvo de críticas. Primeira brasileira a tomar esse tipo de iniciativa, a jovem ouviu inúmeros comentários de reprovação, mas não parecia se incomodar. Os lances se sucederam durante dois meses e o vencedor foi anunciado em outubro. Um japonês de 53 anos teria pago US$ 780 mil, aproximadamente R$ 1,5 milhão, para ser o primeiro homem a ter relações sexuais com a jovem, cujo codinome é Catarina. Tudo fez parte da produção do documentário australiano “Virgins Wanted”, que patrocinou o evento para registrar o cotidiano e as reflexões antes e depois do início da vida sexual de uma dupla de jovens – Catarina e um rapaz russo – que colocaram à venda esse momento. “Antigamente, eu sonhava com uma primeira vez com alguém que eu gostasse. Hoje, vejo como um negócio”, disse ela na época do leilão.
Catarina, claro, virou celebridade. Chegou a ser convidada, e posteriormente desconvidada, para desfilar pela grife TNG no Fashion Rio, em novembro, devido aos protestos de patrocinadores e admiradores da marca. Mas a garota já assinou contrato para ser capa de uma revista masculina no início do ano. Agora: o japonês e Catarina consumaram o ato? Não se sabe. A ideia era de que a primeira vez acontecesse em um voo entre Austrália e Estados Unidos. Esperta, ela não confirma nem desmente. O enigma parece fazer parte de seu marketing pessoal. E, para quem achava que os homens não ligavam mais para virgindade, o japonês rico demonstra que não é bem assim.
Fonte: ISTOÉ

Frelimo aprova, na generalidade, Plano Económico (pouco) Social para 2018

Foto do Gabinete do Primeiro MinistroOs deputados do partido Frelimo aprovaram nesta terça-feira(12), na generalidade, o Plano Económico e Social(PES) do Governo de Filipe Nyusi para 2018. Na verdade trata-se de um Plano pouco Social pois embora a Educação e a Saúde tenham voltado a ser os sectores com maior verba essas alocações destinam-se, em grande medida, a pagar salários, afinal essas áreas empregam mais de metade os Funcionários do Estado. Dramático é que quase não há investimento nesses sectores sociais: para suprir o défice de mais de 30 mil salas de aulas o Executivo prevê construir somente 1.422 salas e dos 87 Distritos que ainda não têm uma Unidade Sanitária apenas em 11 estão previstos edificar um durante o próximo ano.

A proposta de PES que o Executivo submeteu à apreciação dos representantes do povo previa “na área da Educação, admitir 2.213 novos professores, sendo, 1.848 Professores do Ensino Primário, 165 do Ensino Secundário Geral e 200 para o Ensino Técnico Profissional, conjugada com a aposta na mobilidade de quadros da Função Pública para leccionar diversos níveis de ensino”.

Antecipando-se à crítica dos deputados, anteriormente manifestada nas diferentes Comissões que analisaram a proposta, o primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, num passe de mágica conseguiu aumentar o número de professores a serem contratados, “com recurso às poupanças resultantes das medidas de racionalização da despesa pública, iremos contratar 3.000 professores adicionais aos 2.213 já previstos na proposta do Orçamento do Estado para 2018, o que irá perfazer um total de 5.213 professores para o próximo ano”.

Todavia Carlos Agostinho do Rosário, e o seu Executivo, não tiveram o cuidado de reflectir esta promessa no documento que arrola as “Principais medidas de politica e acções por prioridades e pilares de suporte” e nem sequer explicaram aos deputados de que forma esses professores adicionais serão repartidos pelo país assim como pelos diferentes graus de escolarização.

Um detalhe que não impediu que 137 deputados da bancada parlamentar do partido Frelimo aprovassem sem hesitar o PES na generalidade.

Grande parte do dinheiro alocado à Educação e Saúde é para salários

Entretanto o @Verdade, analisando os detalhes do Plano assim como da proposta da sua expressão financeira, o Orçamento de estado, apurou que mais de 70% dos 52,3 mil milhões de meticais alocados para a educação são para pagar salários, não fosse sector o maior empregador do Estado com mais de 130 mil professores só nos ensinos primários e secundários, aos quais se juntam os docentes dos outros sistemas de ensino assim como funcionários que não leccionam mas trabalham na Educação.

O carácter pouco social do PES nota-se ainda que cerca de 20% restantes da verba alocada, fundamentalmente fundos externos que os doadores não suspenderam na totalidade por destinar-se a um sector social, vão ser usados para construir apenas 1.193 salas de aula para o Ensino Primário e 229 salas de aula para o Ensino Secundário, muito longe das mais de 30 mil salas de aulas que Moçambique precisa para que todos cidadãos tenham acesso a Educação com dignidade.

Na Saúde repete-se a verba significativa, 26,6 mil milhões de meticais, porém quase 80% da alocação destina-se a salários cerca de 30 mil profissionais do sector assim como dos restantes funcionários que não exercem medicina mas trabalham no sector que é também um dos grandes empregadores do Estado.

O @Verdade descortinou que os 2.019 novos profissionais que estão previstos contratar em 2018 são uma pequeníssima porção dos mais de 40 mil enfermeiros, técnicos e médicos que Moçambique precisa. Em 2015 o rácio de médicos, enfermeiros e enfermeiros de Saúde Materno Infantil era de 54,8 por 100.000 habitantes, muito abaixo do “standard’’ de 230 por 100.000 habitantes recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

Aliás estes rácios já nem sequer constam dos Planos Económicos (pouco) Sociais de Filipe Nyusi tendo em conta o nenhuns avanços que têm acontecido nos últimos 3 anos.

Analisando o PES ora aprovado o @Verdade detectou também que da meta, do Plano Quinquenal, de edificar Unidades Sanitárias nos 153 distritos no próximo ano estão foram previstos somente concluir a construção de dois Hospitais Distritais e prosseguir a construção de outros nove nos distritos de Memba, Jamgamo, Montepuez, Mocímboa da Praia e Macomia, Cuamba, Machaze, Macia e Massinga. Outros 87 distritos do nosso país continuarão sem hospitais.

“A nossa economia está a funcionar muito à custa do investimento directo estrangeiro”

Portanto a promessa do primeiro-ministro de que o Governo que coordena priorizou “a afectação de 63.4% do total de recursos para os sectores prioritários, com destaque para educação, saúde” é falaciosa pois esse dinheiro é para pagar salários de sectores que empregam o maior número dos Funcionários e Agentes do Estado e não investir nas escolas e nos hospitais como aliás reconheceu o ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane.

“Todos os anos nós temos que ir buscar, mais ou menos, 115 (mil milhões de meticais) para financiar porque a Receita que nós temos dá para financiar a despesa de financiamento e só deixa 40 (mil milhões) para investimento, portanto há um défice de sempre de qualquer coisa como 85 mil milhões que temos que ir buscar”.

“E onde é que nós vamos buscar? Vamos buscar no financiamento externo porque não há outra forma. Mesmo que a gente despedisse metade dos funcionários nós não íamos buscar na despesa da verba com pessoal suficiente para financiar o investimento. E sabem que na parte só de funcionamento, gasto com pessoal, só nesta proposta corresponde a 52,2%. E se formos buscar as transferências correntes, que são na verdade pagamento de salários nós estamos com 64% só na despesa de funcionamento”, esclareceu o governante aos deputados.

O ministro Maleiane reconheceu ainda que “a nossa economia está a funcionar muito à custa do investimento directo estrangeiro porque a nossa capacidade de poupar ainda é pouca e mais ainda porque não conseguimos aumentar mais exportações para termos uma conta corrente razoável e tornar a taxa de câmbio estável”.

É irónico que o ministro da Economia e Finanças tenha admitido esta dependência numa altura em que se aprova o terceiro Plano Económico e Social sem um Programa do Fundo Monetário Internacional, que por uma feliz coincidência tem uma equipa de economistas em Maputo.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Vice-ministro da Saúde visita Hospital de Mavalane e é confrontado com doentes de ambos sexos na mesma enfermaria


Foto de Emildo SamboO vice-ministro da Saúde, João Leopoldo da Costa, visitou, na terça-feira (12), o Hospital Geral de Mavalane (HGM), que recentemente beneficiou de obras de reabilitação e ampliação. À sua chegada, ele percorreu vários departamentos, desde a aceitação geral dos pacientes e gabinete de consultas, passar pela triagem de pediatria e sala de tratamento, e desembocou no depósito de medicamentos e na medicina, interagiu com os trabalhadores e doentes. No fim, disse à imprensa que saiu de lá satisfeito, porque a unidade sanitária já pode oferecer melhor atendimento aos utentes e já dispõe de equipamentos para uma vasta gama de necessidades. Todavia, manifestou o seu desagrado, por exemplo, com o facto de a medicina albergar enfermos do sexo masculino e feminino.

Nas diferentes enfermarias por onde o governante passou ficou impressionado com o atendimento dado aos doentes. Contudo, “não posso deixar de comentar o caso da enfermaria de medicina, com muitos pacientes do sexo masculino e feminino no mesmo lugar. Esta situação não é agradável. Percebi que resulta de obras inacabadas e não há espaço suficiente”.

Na farmácia, a constatação foi de que existe cuidado para assegurar a disponibilidade dos fármacos, mas há falta de alguns [para hipertensão arterial e exclusivamente usados no hospital para doentes internados] cuja disponibilidade ultrapassa a gestão daquela unidade sanitária.

No serviço de Raio X, há necessidade de capacitar os técnicos para que possam usar adequadamente os aparelhos ali alocados recentemente. “O aparelho de Raio X é digital” mas a respectiva impressora está avariada e a reparação custa 428 mil meticais. O hospital, dirigido por João Guimarães Tembe, não dispõe, neste momento, desse valor.

Devido à oscilação de energia eléctrica, o vice-ministro exortou a direcção do HGM a envidar esforços no sentido e adquirir um estabilizador de corrente, “para evitar a danificação dos aparelhos”.

Quanto ao atendimento, no geral, alguns pacientes disseram ao vice-ministro que ficam tempo considerável na fila, à espera de serem atendidos. Porém, João Leopoldo da Costa acredita que, tendo em conta o que verificou no terreno, a direcção do hospital saberá encontrar uma forma de ultrapassar a situação.

Em média, aquele hospital atende por dia 200 pacientes, número que durante o fim-de-semana atinge 350.

A enfermaria de medicina tem, neste momento 278 camas, mas quando as obras em curso forem concluídas serão montadas 400, segundo a informação facultada a jornalistas pela pediatra Maria Helena.

Relativamente à superlotação da enfermaria de medicina, a fonte explicou que devia acolher 73 doentes, contra os 95 que se encontravam internados até o dia da visita.

Fonte: Jornal A Verdade. Moçambique

Eco Parque continuará a ser o motor para mais emprego em Estarreja :: Câmara Municipal aprovou o Orçamento para 2018

Câmara Municipal aprovou o Orçamento para 2018

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A Câmara Municipal de Estarreja deliberou por maioria, com cinco votos a favor da Coligação PSD/CDS-PP e dois votos contra do PS, aprovar a Proposta do Orçamento Municipal e Grandes Opções do Plano para o exercício do ano 2018. Um renovado ciclo político evolui na continuidade das políticas municipais, tendo como elemento central o desenvolvimento económico no Eco Parque Empresarial e mantendo a “consistência e a disciplina”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, como fatores chave para a saúde financeira do município.

O orçamento para 2018 sobe o valor face a 2017, atingindo 18,1 M€. Com a integração do saldo de gerência previsto de 4,1 M€, o valor final será na ordem dos 22,2 M€. É dado neste exercício particular enfoque ao investimento no Eco Parque Empresarial, mantendo em paralelo a aposta na Reabilitação Urbana, na Coesão Social e Cultura e na valorização do Património Natural como outros pilares da estratégia de desenvolvimento do Município.

O Presidente da Câmara Municipal de Estarreja, Diamantino Sabina, reforça a aposta no “Eco Parque Empresarial como uma das nossas principais estratégias e como principal motor da nossa economia local”Em 2018, “cumpre ampliar as infraestruturas e identificar e adquirir os terrenos para que se alarguem novas frentes de lotes, para que aí se instalem ainda mais empresas”. É nesta ambição que o autarca deposita toda a confiança para “um futuro promissor”, em que Estarreja chegará ao “pleno emprego”.

E a sua concretização passará em 2018 pelo aumento das Receitas de Capital, em grande medida por via de contração do empréstimo, destinado à aquisição de terrenos no Eco Parque, e ainda do aumento das vendas de bens de investimento, ou seja, dos lotes para a instalação de novas empresas.  No horizonte está ainda a empreitada de ampliação das infraestruturas do Eco Parque Empresarial cujo valor global de investimento se estima em cerca de 5,0 M€ e cuja comparticipação comunitária rondará os 2,0M€, mas esta receita só chegará nos anos seguintes.

No eixo de Reabilitação Urbana, concluída que está a reabilitação do Mercado Municipal e Feira, será lançado em 2018 o concurso público para a adjudicação da empreitada de reabilitação da antiga fábrica do Descasque de Arroz, onde surgirá a Fábrica da História, investimento comparticipado pelo Portugal 2020.

No que se refere ao PDCT-RA (plano para o desenvolvimento e coesão territorial da Região de Aveiro) estão contemplados projetos de Estarreja na área da eficiência energética e obras de beneficiação da Escola EB 2,3 Egas Moniz. Neste contexto, enquadra-se também o financiamento do Projeto Agrícola do Vouga, num total que atingirá os 20,0 M€, dividido entre verbas do POSEUR e do PDR2020.

De notar que em 2018, as despesas de capital alcançarão um valor total de 11,0 M€, após a integração do saldo de gerência, representando 46% do orçamento. De uma forma geral, os dados financeiros indicam que “continuamos a evoluir positivamente no trilho de sustentabilidade financeira do Município de Estarreja, gerando poupança corrente e consignando-a ao Investimento em despesa de capital”, explica o Vice-presidente da autarquia e Vereador das Finanças, Adolfo Vidal. 

É estabilizado o quadro fiscal, ao qual estão associadas medidas concretas de alívio fiscal, que soma cerca de 900 mil€, ou seja cerca de 5% do orçamento anual global, e que são possíveis pela boa gestão que tem vindo a ser feita. Em 2018, a taxa de IMI mantém-se nos 0,35%; mantém-se a redução por via do IMI Familiar; a Derrama terá uma taxa residual de 0,01% para empresas com faturação inferior a 150 mil€; a participação no IRS mantém-se nos 3%.


DADOS FINANCEIROS MAIS RELEVANTES

  • As Receitas Correntes (13.970.000,00€), que representam 77,18% da Receita Total (em 2017 representavam 80,6%), aumentam 1,98% face a 2017; esta situação ocorre pelo “balanço” da subida dos impostos diretos (com subida da Derrama (22,53%) e IMT (23,32%) e descida (-3,90%) da receita do IMI. Já os impostos indiretos diminuem também 9,8%, tal como as transferências correntes (-0,5%).

  • As Despesas Correntes (11.633.982,00€), que representam 64,3% da Despesa Total (em 2017 representavam 65,3% e em 2016 67,17%), aumentam 4,75% face a 2017, essencialmente devido à rubrica de despesas com pessoal e aquisição de bens e serviços.

  • As Receitas de Capital (4.127.500,00€), que são 22,8% da Receita Total (19,2% em 2017 e 14,26% em 2016), aumentam 25,16% em relação a 2017, essencialmente por via do aumento (22,6%) da receita da venda de bens de investimento e da contração do empréstimo para aquisição de terrenos no Eco Parque Empresarial.

  • As Despesas de Capital (6.466.018,00€), que representam 35,72% da Despesa Totalaumentam 8,8% relativamente a 2017, sendo certo que com a integração dosaldo de gerência, o valor desta rubrica passará para um valor na ordem dos 11,0 M€, passando a representar cerca de 46% do orçamento.
Este aumento assenta essencialmente na componente da aquisição de bens de capital que vê aumentada em 26,33% a sua dotação, mantendo-se as restantes componentes desta receita em linha com os valores do ano transato. Também na mesma ordem de valores de 2017 se mantém o valor previsto para os encargos associados às amortizações e juros do endividamento de médio e longo prazo, ou seja, continuamos sustentadamente a reduzir a divida municipal.

  • Poupança Corrente será de 1.118.339,40€;

  • Continuamos a cumprir confortavelmente o Principio do Equilíbrio Orçamental
[Receitas Correntes >= Despesas Correntes + Amortizações de Empréstimos de MLP]

Importa sublinhar ainda as seguintes realidades:
  • peso percentual das despesas correntes diminuiu;
  • venda de bens de capital mantém-se em níveis elevados;
  • investimento municipal aumenta
  • peso dos impostos e das transferências diminuem 1% face a 2017


Os documentos serão submetidos a votação na Assembleia Municipal no próximo dia 21 de dezembro.

::As atas das Reuniões de Câmara estão disponíveis no site da autarquia, em Informação Municipal - Atas.


CÂMARA MUNICIPAL DE ESTARREJA


Praça Francisco Barbosa - 3864-001 Estarreja

Tel. (+351) 234 840 612 (Ext. 404) 

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Junta de Beijós promove Feira de Natal

A Junta de Freguesia de Beijós vai realizar mais uma edição da Feira de Natal.
Marcada para o próximo domingo, 17 de dezembro, a iniciativa vai decorrer entre as 10h e as 19h, na antiga Escola do 1.º Ciclo da localidade sede.
Impulsionar o comércio local e tradicional e promover o convívio e interação entre os participantes são os objetivos da autarquia local que convida todos os interessados a visitarem a Feira de Natal onde podem também almoçar, lanchar ou simplesmente petiscar!
Pelo convite, é ponto assente que não vai faltar a deliciosa gastronomia num espaço onde podem ser adquiridos artigos/produtos muito diversificados: artesanato, vestuário, acessórios, têxtil lar, livros, árvores e plantas, artigos de decoração e utilidades.
Aproveitando a época festiva, em que são evocados o espírito de família e solidariedade, a Junta de Freguesia de Beijós entrega nesse mesmo dia, às 15h30, os já habituais incentivos à natalidade e prémios de mérito aos melhores alunos da Freguesia.
Dia 17 de dezembro, visite a Feira de Natal, em Beijós!

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VIVER PELA FÉ!

Oh Deus, não me deixe sair nunca de sua presença, e não permita que eu seja pedra de tropeço para ninguém.

Eu reconheço o amor incondicional de DEUS, e por isso me considero alguém especial. Ele ouve o meu clamor e então me derramo e digo que o amo e que lhe preciso e que lhe sou grato por tudo que sou e por tudo que tenho.

Quer conhecer o poder do Senhor? Leia 1 Samuel, capítulo 2.

O homem justo vive pela fé, nunca contende com Deus, porém sua alma é um grande problema. Um problema só solucionado quando subjugamos nossa alma (incredulidade, achismos, dúvidas, temores, ansiedades) ao nosso espírito. Você só conseguirá isso quando se render...

Isto é viver pela fé e se vivermos assim, seremos prósperos, frutíferos e conquistaremos tudo àquilo que nos propusermos. Nunca duvide disso!

Cada ser humano foi formado pelas mãos de Jesus (O Senhor Deus) e somos todos tricotômicos, isto é, possuímos corpo e alma e espírito. E em Genesis 1:26, está escrito que eu, assim como você, fomos criados para governar. O que você está governando?

Meu corpo vem da terra e não entrará no céu. O sopro de Deus sobre o boneco de barro é o meu espírito. A minha alma (que é o meu problema) é o choque entre meu corpo e meu espírito. Ela não tem identidade determinada, pois uma hora é carnal e outra hora é espiritual. Híbrida, como gosto de dizer.

Daí a razão da necessidade de subjugarmos a alma ao espírito. Nossa alma não deve ser instável e precisamos conter os desejos de nosso corpo influenciados pela alma. Se atendermos a alma, fatalmente pecaremos porque o pecado é gostoso e seduz, mas nos afastará de Deus e de suas bênçãos. As tentações são muitas, e há que resistir.

Deus estabeleceu princípios que o homem deve obedecer e guardar. Muitos desobedecem e crêem que no último instante de vida terrena Deus os salvará. É um erro fatal! Deus é bom, porém Deus é justo e Ele nunca muda!

Deus não poupou seu próprio filho unigenito e não poupará ninguém que não viver e consolidar seus princípios. Pense sobre isso, e mude radicalmente seu modo de vida, se não estiver vivendo de acordo com a palavra de Deus.

Jesus morreu a pior de todas as mortes, para que tivéssemos a oportunidade de chegar à glória dos céus, um maravilhoso paraíso preparado a cada cristão convicto. É por isso que não vale à pena  pecar! É por isso que precisamos acumular riquezas no céu!

Não creia que alma e espírito é a mesma coisa. Leia Hebreus 4:12 e concluirá que são coisas distintas. Este versículo me ensina a eficácia da Bíblia Sagrada porque produz aquilo que diz que vai fazer!

Aos incrédulos é uma lição e tanto!

Você deseja estar acima da dor, acima do medo, acima da angústia? Leia Salmos capítulo 131, e acalme-se em Deus.

E transforme-se num novo homem lendo Ezequiel 36, versículo 24 em diante.

Com meu carinho e orando pela presença do Senhor em sua vida.
João Antonio Pagliosa
Curitiba 15 de dezembro de 2017


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Novo modelo de gestão do Carnaval de Estarreja

Câmara Municipal e Associação do Carnaval assinam protocolo na sexta-feira, dia 15 de dezembro, às 9h30, nos Paços do Concelho

A Câmara Municipal de Estarreja e a Associação do Carnaval de Estarreja (ACE) irão assinar na próxima sexta-feira, dia 15 de dezembro de 2017, pelas 9h30, no Edifício dos Paços do Concelho, o protocolo de cooperação financeira, tendo em vista a organização da edição de 2018 daquele que é um dos eventos mais emblemáticos do município.

No âmbito do programa de reposicionamento e requalificação do Carnaval de Estarreja, 2018 será o ano de desenvolvimento da estratégia definida, implementando o plano de ação que conduzirá a um novo conceito. É, pois, o momento de fortalecer o Carnaval de Estarreja enquanto demonstração cultural, artística e identitária do território.

A Câmara Municipal de Estarreja assume outras responsabilidades, iniciando um novo modelo de gestão em sintonia com a ACE, de forma a garantir os meios financeiros, logísticos e humanos para uma eficaz e eficiente coorganização e gestão de todos os recursos.

O novo modelo terá um significativo incremento orçamental, seja ao nível das comparticipações aos grupos participantes, seja na criação de melhores condições. Constitui objeto do documento, a concretização do processo de cooperação financeira, organização e logística, tendo em vista a realização do Carnaval nas suas diversas dimensões.

O Carnaval, neste novo conceito, alarga a sua ocupação na cidade deslocando o seu núcleo central para o Parque Municipal do Antuã, que será transformado no Sítio do Carnaval e integrará várias valências, com uma vasta oferta da qual fazem parte os corsos carnavalescos e um programa complementar que integra concertos, espetáculos e espaços de atelier.

A programação decorrerá entre 13 de janeiro e 13 de fevereiro de 2018, com os principais corsos agendados para os dias 11 e 13 de fevereiro.


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