sábado, 14 de abril de 2018

Campanha de sensibilização “Questão de Educação”




Durante o mês de abril, a Câmara Municipal da Marinha Grande e a empresa Suma estão a desenvolver uma campanha de sensibilização ambiental “Questão de Educação”, nas escolas do 1º ciclo do concelho.

A ação pretende envolver diretamente os alunos de 1º ciclo e os respetivos professores, através da exploração de um paralelismo entre “boas maneiras”, “regras de etiqueta” e os procedimentos de gestão doméstica dos resíduos.

A campanha visa a transmissão das rotinas corretas de acondicionamento e deposição do lixo (em várias circunstâncias e incidindo sobre várias tipologias), tendo em vista a manutenção das melhores condições de salubridade e urbanidade dos espaços.

No dia 10 de abril, a Escola do 1º ciclo Francisco Veríssimo recebeu a campanha “Questão de Educação”, contando com a participação entusiasmada dos alunos intervenientes.

Conselho de Segurança da ONU reúne-se hoje para discutir ataque na Síria

O Conselho de Segurança das Nações Unidas reúne-se hoje a partir das 15h00 TMG (16:00 em Lisboa) sobre o ataque conjunto dos Estados Unidos, Reino Unido e França contra alvos na Síria, anunciaram fontes diplomáticas

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O Conselho de Segurança das Nações Unidas reúne-se hoje a partir das 15h00 TMG (16h00 em Lisboa) sobre o ataque conjunto dos Estados Unidos, Reino Unido e França contra alvos na Síria, anunciaram fontes diplomáticas.
A reunião foi pedida pela Rússia, aliada do regime sírio.
Trata-se da quinta reunião que o Conselho de Segurança da ONU realiza esta semana sobre a situação na Síria.
Os EUA, a França e o Reino Unido realizaram hoje uma série de ataques com mísseis contra três alvos associados à produção e armazenamento de armas químicas na Síria, em resposta a um alegado ataque com armas químicas na cidade rebelde de Douma, em Ghouta Oriental, nos arredores de Damasco.
Lusa

Deputados das ilhas reembolsados por viagens que não pagam

Pelo menos sete deputados residentes nas ilhas acumulam benefícios de viagens: recebem 500 euros por semana do Parlamento e pedem depois o reembolso dos mesmos ao Estado. Carlos César é um deles.
Pelo menos sete deputados residentes nas ilhas acumulam benefícios de viagens: recebem 500 euros por semana do Parlamento e pedem depois o reembolso dos mesmos ao Estado. Carlos César é um deles.
Vários deputados- pelo menos sete- eleitos pelas regiões autónomas da Madeira e dos Açores recebem uma dupla ajuda para pagar as viagens ao continente. Os deputados recebem 500 euros por semana da Assembleia da República e pedem depois o reembolso dos bilhetes ao Estado, revela o Expresso na edição deste sábado.
Os deputados que recorrem a esta dupla compensação são Carlos César, Lara Martinho, João Azevedo Castro, Luís Vilhena e Carlos Pereira do PS, Paulo Neves do PSD e José Paulino de Ascensão do Bloco de Esquerda. Aliás, os mesmos terão confirmado a informação garantindo tratar-se de um comportamento legal. Já os deputados Berta Cabral, Sara Madruga, Carlos Costa Neves e António Ventura não responderam. Dos deputados regionais, apenas Rubina Berardo, vice-presidente da bancada social-democrata, disse ao Expresso que não pedia o reembolso do custo de viagem por “opção pessoal”.
Os deputados das regiões autónomas têm direito a uma compensação de 500 euros semanais, mesmo que não viajem e sem necessidade de apresentar comprovativo, a não ser que faltem aos trabalhos parlamentares. No entanto, os beneficiários desta compensação reclamam também o reembolso do custo do bilhete a que têm direito todos os residentes nas ilhas desde que apresentem um comprovativo dos CTT. Para os Açores, o Estado reembolsa as despesas acima de 134 euros (99 euros no caso dos estudantes), sem qualquer teto; para a Madeira, os viajantes só pagam 86 euros (65 para estudantes), até ao teto de 400 euros.
Os deputados que admitem acumular as compensações justificam o comportamento com o facto de muitas vezes não conseguirem comprar viagens em classe económica- é nesse pressuposto que é calculado o valor entregue pelo Parlamento- ou de os preços dispararem.

Morreu Milos Forman, realizador de “Voando sobre um Ninho de Cucos” e “Amadeus”

Premiado com vários óscares, o realizador norte-americano de origem checa morreu aos 86 anos
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O realizador norte-americano de origem checa Milos Forman, responsável por filmes como "Voando sobre um Ninho de Cucos" e "Amadeus", morreu este sábado aos 86 anos, segundo os meios de comunicação da República Checa, que citam a mulher Martina.
"Ele morreu pacificamente, cercado pela sua família e entes queridos", disse a mulher Martina, citada pela agência de notícias checa CTK.
Milos Forman foi duas vezes premiado com o Óscar de Melhor Realizador, em 1976 por "Voando sobre um Ninho de Cuco", e em 1985 por "Amadeus".
Jan Tomas Forman nasceu a 18 de fevereiro de 1932, em Caslav, na antiga Checoslováquia e aos nove anos assistiu ao extermínio dos pais no campo de concentração de Auschwitz, na Polónia.
Forman concluiu o curso de Cinema da Universidade de Praga, tendo iniciado de seguida a sua carreira no cinema como ator e argumentista. Estreou-se como realizador em 1963 com "O Ás de Espadas".
Em 1965 venceu o primeiro Óscar de Melhor Filme Estrangeiro com a comédia "Os Amores Duma Loura" e em 1968 voltaria a receber o mesmo galardão com "O Baile dos Bombeiros".
Mais tarde, com a invasão de Praga pelas tropas soviéticas, Milos Forman refugia-se em Paris e depois vai para os Estados Unidos onde realiza, em 1971, o seu primeiro filme em língua inglesa "Os Amores Duma Adolescente".
Em 1973, Milos Forman participou no documentário sobre os jogos Olímpicos de Munique: "Vencedores e Vencidos". Em 1975 realiza "Voando sobre um Ninho de Cucos", com o ator Jack Nicholson, com o qual ganharia o primeiro Óscar de Melhor realizador.
O musical "Hair (1979), "Amadeus" (segundo Óscar para Melhor Realizador), "Valmont" (1989), com o qual venceu o segundo Óscar de Melhor Realizador, "Larry Flynt" (1996) e a biografia "O Homem na Lua" (1999) são outros dos filmes de Milos Forman.

Fonte: DN/Lusa
Foto: EPA/MICHELE LIMINA
Ministro aproveita embalo e não cede no corte do défice, diz que há regras a respeitar. Será 0,7% neste ano e em 2020 já há excedente
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O orçamento do setor da saúde fica exatamente na mesma em 2018 face ao que está no Orçamento do Estado deste ano (OE 2018), mas será dos programas com maior reforço de verbas em 2019, ano das eleições legislativas (ganha mais 2,7% ou 228 milhões de euros), mostra o novo Programa de Estabilidade (PE 2018--2022), ontem entregue no Parlamento e que seguirá imediatamente para ser avaliado em Bruxelas.
Aliás, à exceção da Segurança Social e do programa das próprias Finanças, Mário Centeno decidiu manter os limites de despesa de todas as áreas da governação em 2018 comparativamente ao que ficou decidido no OE. Mas em 2019 haverá um reforço generalizado nas autorizações. O aumento da saúde é de 2,7%, como já referido, o da cultura é o maior (5,2%). A educação (ensino básico e secundário), outro dos gigantes orçamentais, leva mais 2% (reforço de 107 milhões de euros).
"Face aos limites definidos para 2018, verifica-se um acréscimo global de 2,1% (1058 milhões de euros) em 2019", confirma o PE.
Foram semanas de disputa entre o governo PS e os partidos da esquerda parlamentar (BE e CDU), que reclamaram o uso da folga orçamental obtida em 2017 (cerca de 800 milhões de euros) para não cortar tanto no défice de 2018, canalizando essas verbas para setores sociais onde houve desinvestimento durante vários anos, como a saúde e a educação.
O governo decidiu não ir por aí, pelo menos para já. No PE, ontem apresentado em conferência de imprensa nas Finanças, Centeno não cede um cêntimo no programa setorial da saúde deste ano face ao que ficou combinado no OE, nem no da educação. O primeiro só pode gastar 8470 milhões de euros, as escolas só podem ir até aos 5314 milhões de euros. Estes são os "limites de despesa financiada por receitas gerais", isto é, os que dependem diretamente das Finanças, do Orçamento.
A manutenção dos limites ajuda a que o défice se mantenha em queda, essencialmente pelo lado da receita, que continuará a beneficiar do crescimento da economia (2,3% em 2018). Depois de um défice de 0,9% do produto interno bruto (PIB) (valor sem efeito CGD), o governo quer ir aos 0,7% em 2018. No OE 2018, a meta era 1% (subiu depois para 1,1% para acomodar despesas com os incêndios).
Mas Mário Centeno usou ontem o seu palco, no Terreiro do Paço, para refutar a ideia de que não se está a apostar em saúde e educação. Disse que entre 2018 e 2022 serão construídos "cinco novos hospitais pela primeira vez na última década", o PE fala da "capacitação dos recursos humanos" que prestam cuidados de saúde primários. Relembra ainda a "aposta em serviços públicos de qualidade, com um aumento em 2017 da despesa efetiva nas áreas da saúde (3,5%), da educação e do ensino superior (5,6%)".
Em termos globais, a despesa total de 2018 irá crescer nominalmente. As Finanças contam com uma expansão de 4,1% em 2018, sendo a componente que mais se destaca o investimento público, que deve disparar 34,2%. Os apoios sociais avançam 3,2%, a folha salarial pública 2,1%.
Em sentido contrário aparece a poupança com juros: menos 5,7% face a 2017. Centeno aludiu justamente a esse maná, mesmo num ambiente em que a tendência das taxas é para subir. E estima em quase mil milhões de euros a poupança com juros - perto de 400 milhões a menos em 2018 e outros 500 milhões em 2019. Mas o défice desce mesmo é pela receita, que aumenta 4,5%. Os impostos ajudam com mais 3,1%; os descontos para a Segurança Social sobem quase 5%.
Assim, tudo considerado, o défice público total emagrece "apenas" 370 milhões de euros neste ano, quando o que estava inicialmente previsto era um corte de quase mil milhões, observou Centeno.
O ano de 2017 permitiu aliviar o esforço em 2018, mas ministro e sua equipa vincaram bem que não podem nem querem abrir mão de novo corte. O défice tem de continuar a descer por causa das regras a que o país está obrigado pelo Pacto de Estabilidade.
A caminho do excedente em 2020
O PE mostra que o défice foi revisto em baixo em toda a linha. Era para ser 1,1% neste ano e será 0,7%: há um ano previa-se 0,3% em 2019 e agora apenas 0,2%; e em 2020, passa a excedente de 0,7%, superior aos 0,4% calculados no PE de abril de 2017.
A carga fiscal cai muito ligeiramente, de 25,1% do PIB neste ano para 24,9% no próximo. A dívida pública desce para 122,2% do PIB em 2018 e 118,4% no ano que vem.
Centeno destacou que "a economia está a crescer, a convergir com a Europa" e isso marcará este período de previsão, e justificou a descida persistente no défice com a necessidade de respeitar compromissos e "enfrentar um mundo com riscos e incertezas" e "a eventualidade de uma conjuntura desfavorável" nos próximos anos. Isto é, a ideia é ter folga orçamental para poder reagir contra uma possível nova crise ou recessão.
Ajustamento estrutural
Um dos problemas que o governo poderá enfrentar, além das divergências com os partidos da esquerda parlamentar (ver texto ao lado), é mesmo com a Comissão Europeia. Segundo o novo PE, o défice nominal desce muito, mas o ajustamento estrutural (baseado em medidas permanentes, expurgadas do efeito do ciclo económico) fica aquém do exigido por Bruxelas (pelo menos 0,6% do PIB ao ano).
O governo compromete-se apenas com 0,4% este ano, 0,3% em 2019 (ano de eleições) e 0,6% em 2020. Talvez devido às famosas diferenças metodológicas que separam as Finanças dos serviços de Bruxelas.
Crescimento estável em 2,3%
A economia ajuda daqui para a frente, pois não desacelera entre 2018 e 2020. Depois de ter crescido uns expressivos 2,7% no ano passado, o ritmo dos próximos anos será constante, estabilizando nos 2,3%, indica o novo documento.
A intensidade do desemprego também alivia "de forma gradual". Ficou em 8,9% da população ativa em 2017, mas deve descer para 7,6% neste ano e 7,2% em 2019. Em 2020, o desemprego já estará em 6,8%, a fazer fé no novo documento.

Fonte: DN

Portugal compreende ataque na Síria mas defende necessidade de evitar escalada do conflito

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O Governo português disse hoje compreender as razões que levaram à intervenção militar desta madrugada na Síria, realizada pelos Estados Unidos, Reino Unido e França, defendendo, no entanto, ser necessário evitar uma escalada do conflito.
"Portugal compreende as razões e a oportunidade desta intervenção militar", afirma o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado, acrescentando que o objetivo foi "infligir danos à estrutura de produção e distribuição de armas que são estritamente proibidas pelo direito internacional".
De acordo com o comunicado divulgado pelo ministério de Augusto Santos Silva, o regime sírio "deve assumir plenamente as suas responsabilidades", já que "é inaceitável o recurso a meios e formas de guerra que a humanidade não pode tolerar".
Lembrando que o ataque desta madrugada visou a capacidade de armamento químico da Síria, o MNE refere que os bombardeamentos foram feitos por "três países amigos e aliados de Portugal, os Estados Unidos, a França e o Reino Unido".
No entanto, afirma o ministério, é necessário "evitar qualquer escalada no conflito sírio, que gere ainda mais insegurança, instabilidade e sofrimento na região".
O Governo relembra ainda que o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e a União Europeia "têm repetidamente insistido" que "todas as partes devem mostrar abertura para investigações independentes que possam apurar e punir responsabilidades por crimes de guerra".
Além disso, defende que todas as partes envolvidas "devem mostrar contenção no uso da força e empenhamento na procura de uma solução política, negociada e pacífica, para o conflito na Síria, que representa hoje uma muito séria ameaça à paz e segurança no mundo".
Os EUA, a França e o Reino Unido realizaram hoje uma série de ataques com mísseis contra alvos associados à produção de armamento químico na Síria, em resposta a um alegado ataque com armas químicas na cidade de Douma, Ghouta Oriental, por parte do Governo de Bashar al-Assad.
Resultado de imagem para Portugal compreende ataque na Síria mas defende necessidade de evitar escalada do conflitoA ofensiva consistiu em três ataques, com uma centena de mísseis, contra instalações utilizadas para produzir e armazenar armas químicas, informou o Pentágono.
O Presidente dos EUA justificou o ataque como uma resposta à "ação monstruosa" realizada pelo regime de Damasco contra a oposição e prometeu que a operação irá durar "o tempo que for necessário".
A Rússia anunciou, entretanto, que vai pedir uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU após os ataques ocidentais contra alvos na Síria.
"A Rússia convoca uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU para discutir as ações agressivas dos Estados Unidos e seus aliados", refere Moscovo em comunicado.
Peritos da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) tinham previsto iniciar hoje uma investigação sobre o alegado ataque com armas químicas. A missãorecebeu um convite do Governo sírio, sob pressão da comunidade internacional.
Mais de 40 pessoas morreram e 500 foram afetadas no ataque de 07 de abril contra a cidade rebelde de Douma, em Ghouta Oriental, que segundo organizações não-governamentais no terreno foi realizado com armas químicas.
A oposição síria e vários países acusam o regime de Al-Assad da autoria do ataque, mas Damasco nega e o seu principal aliado, a Rússia, afirmou que o ataque foi encenado com a ajuda de serviços especiais estrangeiros.

Fonte: Lusa


Apresentação do Mapa de Sessões de Colheitas de Sangue a realizar no ano de 2018 no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro

Manhã de sábado: EUA, Reino Unido e França bombardeiam a Síria

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Manhã de sábado

As principais notícias do dia
Bom dia!
O ataque durou uma hora e visou três alvos. Trump, Theresa May e Macron falaram de "crimes de um monstro", "puro horror" e "linhas vermelhas". A Rússia avisa: estas acções terão consequências.
O ataque que os EUA, Reino Unido e França dirigiram contra três alvos militares na Síria foi considerado um "ato de agressão" por Putin. Rússia avisa para "consequências" e pede reunião de urgência.
Um laboratório, um depósito e um outro armazém usado para guardar armas químicas foram os alvos do ataque conjunto de EUA, França e Reino Unido lançado na madrugada deste sábado
As imagens que mostram os céus de Damasco durante o bombardeamento conjunto de EUA, França e Reino Unido. E as manifestações na capital síria, com bandeiras russas e iranianas, ao amanhecer.
As principais praças da capital, Damasco, acordaram com manifestantes a buzinar os carros e a empunhar bandeiras sírias, russas e iranianas, enquanto clamavam vitória.
O apogeu da demência foi atingido na lendária “missa” que precedeu a prisão: “Já não sou um ser humano. Sou uma ideia.”, proclamou. É deste material que se fazem boa parte das calamidades históricas.
Centeno apresentou o Programa de Estabilidade com uma mensagem de rigor para a esquerda, mas também com promessas para lá das eleições, como a descida no IRS para 2021 -- prometida desde 2015.
Governo promete novo alívio de 200 milhões no IRS a concretizar só em 2021. Dinheiro será usado para criar o crédito fiscal para os trabalhadores com mais baixos rendimentos prometido pelo PS em 2015.
As reações dos partidos ao Programa de Estabilidade têm um ponto em comum: PSD, CDS, BE e PCP rejeitam as ideias do documento apresentado. Mas por razões diferentes.
João Galamba diz que projeto de resolução anunciado por Mariana Mortágua "parte de um equívoco". Em causa estão divergências sobre revisão do défice anunciada pelo Governo no Programa de Estabilidade.
António Costa disse esta sexta-feira que o seu Governo está "a cumprir tudo" com o que se comprometeu" e que não vê razões para o Bloco de Esquerda e o PCP estarem descontentes com a redução do défice 

Comer/Ver/Fazer

"God of War", a série exclusiva da PlayStation, regressa depois de oito anos de desenvolvimento. Kratos está diferente, mas isso não é necessariamente mau. 

Um palácio que se transformou em hotel e, depois, em fábrica de chocolates - esta é a história do Royal Cocoa Chocolatier & Palace, a empresa familiar que agora quer apostar na internacionalização. 

A propósito do 2º Concurso da Patanisca Lisboeta, evento que faz parte do Peixe em Lisboa - que começa esta quinta-feira, 5 de abril - o Observador foi à procura da história desta iguaria. 

Estes três restaurantes portugueses distinguidos pelo guia Michelin têm novidades para provar e o Observador foi conhecê-las. Saiba o que esperar das novas cartas de primavera/verão. 

Ioga, representação, jardinagem, pintura, experiências científicas. Estas são só algumas das formas de entreter as crianças nestas férias da Páscoa. 

"Ni No Kuni II: Revenant Kingdom" é a sequela do jogo criado entre o famoso estúdio Ghibli e a histórica Level-5, e que apaga a linha entre um bom filme de animação e um videojogo. 

É no último dia, este sábado, que o festival açoriano recebe Lone Taxidermist. Da maquilhagem à obra de arte total, conversámos com a performer britânica sobre látex e sobremesas. 

O Portugal Fashion rumou ao Porto. Na passerelle, Anabela Baldaque simplificou o próximo inverno, Júlio Torcato assinalou 30 anos de carreira e Estelita Mendonça tentou desvendar a moda do futuro. 

"Talvez esta seja a hora deste boy bazar para a terra prometida", rima Slow J no primeiro álbum de Papillon, revelado esta semana. "Isto sou eu", resume o rapper ao Observador. 



Opinião

Alberto Gonçalves
O apogeu da demência foi atingido na lendária “missa” que precedeu a prisão: “Já não sou um ser humano. Sou uma ideia.”, proclamou. É deste material que se fazem boa parte das calamidades históricas.

P. Gonçalo Portocarrero de Almada
Os suicídios de adultos que recorreram a tratamentos com hormonas do sexo oposto, ou se submeteram a cirurgias de mudanças de sexo, é 20 vezes superior ao normal.

Ruth Manus
Existe uma leva de brasileiros que há 10 ou 15 anos se mudaria para Miami, mas que agora decidiu vir para Portugal para “se livrar do terceiro mundo”. Têm muito dinheiro, mas pouco na cabeça. 

José Manuel Fernandes
Se 19 países da UE cresceram mais do que nós em 2017, porquê os foguetes de Centeno? Se 40% dos novos contratos são de salário mínimo, porquê tanto entusiasmo com o emprego? Melhor tem de ser possível

Rui Ramos
Porque não responsabilizar pessoalmente o presidente da república ou o primeiro-ministro, enquanto mecenas por conta do Estado, pela despesa pública no subsídio às artes? Tudo seria mais transparente.

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