sexta-feira, 1 de junho de 2018

Cooperação | Defesa Nacional e Saúde

O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, e o Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, acompanhados pelo Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, participaram esta segunda-feira, dia 28 de maio, nas comemorações do quarto aniversário do Hospital das Forças Armadas (HFAR).
Durante a cerimónia, e dando continuidade ao aprofundamento da cooperação existente entre a Defesa Nacional e a Saúde, os Ministros assinaram uma portaria conjunta relativa à colaboração entre o HFAR e o Serviço Nacional de Saúde no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos em Cirurgias (SIGIC).
Além disso, foi assinado um protocolo entre o Hospital das Forças Armadas e o Instituto Nacional de Emergência Médica que estabelece um grupo de trabalho para avaliar a possibilidade de instalação de viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) no Hospital, quer no polo de Lisboa quer no polo do Porto. Um reforço na prestação de cuidados de saúde do HFAR que permitirá obter ganhos relevantes em saúde.
A cerimónia decorreu no Hospital das Forças Armadas, Pólo de Lisboa – Azinhaga dos Ulmeiros.

4 tips para explotar tu perfil en una app de ligue


por Yesica Flores

  • Mostrar gustos, fotos ad-hoc, intereses y estilo, serán decisivos para que tu perfil sobresalga del resto.
Estás decidido, descargaste una app de ligue y ahora esperas hacer matches como si no hubiera mañana para poder conocer gente nueva, pero ¿sabes cómo tener un perfil que realmente capte la atención de los demás?
Aunque no hay una forma que te asegure el éxito en esta búsqueda, hay maneras de crear un perfil con mucho estilo que atrape miradas, esto dependerá de la aplicación que vayas a usar.
Styler: The Fashion Dating App, la aplicación que te permite conocer personas cercanas a tus gustos en moda y estilo, te da 4 tips indispensables para que no te quedes sin nuevos amigos.
  1.  Fotos muy ad-hoc.- Una de las características de Styler es que debes mostrar un estilo propio, sea cual sea, para lograrlo tendrás la oportunidad de subir tus mejores fotografías, por lo que te recomendamos hacerte unas donde presumas tus mejores prendas y luzcas ese look de pies a cabeza, utiliza diferentes fondos para crear dinamismo, color y ese toque único que, aunque no lo creas, también te identifica.
  1. Qué tipo de gente te gustaria conocer: Esta app de citas te ofrece 10 tribus diferentes para identificarte y las mismas tribus para elegir el tipo de gente que te gustaría conocer, puedes elegir una, dos o incluso todas, entre más opciones elijas más oportunidades tienes, si en un futuro te arrepientes de una de estas elecciones, no te preocupes, no es el fin del mundo, puedes modificarla.
  1. Qué te gusta hacer: Existe una opción donde puedes compartir tu ubicación, y te has de preguntar ¿esto cómo me ayuda? Los usuarios de Styler se darán cuenta de las actividades que te gusta realizar, desde ir al cine, al museo o incluso a conciertos, así tal vez consigas un compañero para tu próximo fin de semana. ¡Ah verdad!
  1. Tus gustos: El look que portamos día con día tal vez esté inspirado en tu cantante, actor o actriz, favoritos, y tal vez nos inclinemos por algunas marcas que nos ofrezcan las prendas ideales para lucir tal cual nos gusta, puedes detallar todo esto en un apartado que aparece al crear tu perfil, esta parte es muy importante porque permitirás dar a conocer más de tus gustos personales, lo que facilite la comunicación y el match con otras personas afines.
Todos merecemos poder externar nuestra personalidad, ser tal y como somos en cualquier momento, y demostrar nuestra verdadera esencia sin miedo a nada. Así que prueba y sácale provecho a Styler: The Fashion Dating App y atrévete a conocer personas de tus tribus de estilo favoritas.
Acerca de Styler: The Fashion Dating App.:
 Styler es la primera aplicación de citas, creada por emprendedores mexicanos, que ayuda a los usuarios a encontrar personas que compartan su gusto por la moda, basándose en la ubicación, preferencia sexual y edad. La aplicación está disponibles para sistemas operativos iOS y Android.
 Los usuarios podrán encontrar diferentes tribus de estilo como:Modern Gentleman o Modern Lady, Boho Chic, Hipster, Casual, Fashionista, Rockstar, Streetwear, Vintage, Goth y Emo. Para más información visita: styler.net o contacta support@styler.net

GNR inicia a Fase 1 da “Operação Campo Seguro”

Resultado de imagem para GNR inicia a Fase 1 da “Operação Campo Seguro”
A Guarda Nacional Republicana (GNR), entre os dias 1 de Junho e 31 de Julho, intensifica o patrulhamento nas explorações agrícolas, em todo o território nacional, com o objetivo de prevenir a criminalidade em geral e os furtos em particular, com especial atenção aos acidentes com tratores agrícolas e possíveis situações de tráfico de seres humanos.
Durante a operação a GNR vai promover ações de informação e sensibilização junto das comunidades rurais, muito especialmente dos agricultores, sobre medidas de prevenção e proteção contra furtos, em particular contra o furto de cortiça, ou outros produtos agrícolas, cobre e outros metais não preciosos.
Os militares, atendendo ao número de acidentes mortais, que envolvem veículos agrícolas, irão sensibilizar os utilizadores de tratores e máquinas agrícolas, para as regras de segurança inerentes à condução e utilização de tais veículos, dando primazia ao contacto pessoal.
No intuito de garantir que as diversas campanhas agrícolas decorram num clima de segurança, a GNR, vai desenvolver ações de policiamento de proximidade e de fiscalização, empenhando militares de diferentes valências, nomeadamente, dos Comandos Territoriais, do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente, da Investigação Criminal e da Unidade de Ação Fiscal, existindo ainda um reforço do patrulhamento a cavalo. Para fazer face à criminalidade transfronteiriça serão efetuadas ações de fiscalização em coordenação com a Guardia Civil.


III Curso de Psicotraumatologia do Centro de Trauma/CES-UC Certificado Europeu em Psicotraumatologia da ESTSS

Workshop XIX: Trauma e Media  -  9 de junho de 2018 | CES Lisboa
Oficina Ad hoc | 9º Módulo Opcional do III Curso de Psicotraumatologia do Centro de Trauma/CES-UC - confere a atribuição de 10 pontos para a certificação europeia pela ESTSS.
 Conteúdos – Os media como primeiros interventores (first responders). Sinais e sintomas de trauma nos jornalistas. Compreensão do trauma experimentado por notícias dos media. Compreender as habilidades de comunicação necessárias ao tratamento de profissionais da comunicação. Cultura do trauma em termos de imagem.
 Formadores/as – Adelino Gomes (Jornalista e investigador associado do CIES-IUL), Ana Aranha (Realizadora de programas de rádio), Celina Manita (Professora Associada da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto), José Manuel Rosendo (Jornalista), Leonor Figueiredo (Jornalista), Paulo Moura (Jornalista, escritor) e Sílvia Roque (Investigadora do CES-UC).
Enquadramento:
O tema Trauma e Media permite diversas abordagens, do tratamento jornalístico de situações potencialmente geradoras de trauma – desastres, conflitos, catástrofes – o modo como esse tratamento se vai refletir, a curto, médio e longo prazo, nos participantes e vítimas, no público e, também, nos próprios profissionais dos media.
Na verdade, os jornalistas que fazem a cobertura dessas situações são sujeitos, eles também, a uma imensa tensão, desde
logo no seu primeiro contacto com os diretamente envolvidos – muito dos quais severamente traumatizados – mas também no esforço de conseguir conciliar, no tratamento noticioso, rigor e compaixão, distância e compromisso com a defesa dos Direitos Humanos, obrigação de informar e respeito pela privacidade, equilíbrio que o contexto tende a dificultar, acresce o duplo papel a que estão sujeitos como relatores do desastre e, em simultâneo, como potenciais vitimas primárias.
Um estudo de 2002 (Feinstein, Owen e Blair) indicou que cerca de um terço dos correspondentes de guerra desenvolve, num momento ou outro da sua carreira, um estado de stress pós-traumático. Vários outros estudos apontam no mesmo sentido, mostrando, também, que nem sempre é necessária a presença física nos locais onde ocorrem as situações para que os profissionais venham a sofrer desse distúrbio.
Se na introdução do diagnóstico de PTSD, presente no manual de Diagnostic Statistical Mental de 1980, era exigida a experiência direta do acontecimento traumático, logo nas revisões seguintes do DSM III (DSM-III-R, em 1987) é reconhecido que os efeitos do stress traumático podem ser transmitidos às pessoas que não estiveram diretamente expostas à situação, mas que a conheceram ou testemunharam. Também na revisão do manual em 2002 (DSM-IV-TR, 2002, pp. 464), são contempladas outras situações traumáticas como “observar um acontecimento que envolva morte, ferimento ou ameaça à integridade física de outra pessoa”.
O Dart Center for Journalism and Trauma – um projeto da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, dedicado ao estudo de formas inovadoras e éticas de fazer reportagens e notícias sobre violência, conflitos e tragédias – recorda que os jornalistas confrontam desafios fora do comum ao cobrir esses acontecimentos. Interagem com vítimas com um elevado grau de sofrimento.
Muitas vezes, constroem um muro de defesa profissional entre eles e os sobreviventes e outras testemunhas que entrevistam. Mas, depois de estarem e falarem com pessoas que sofreram perdas imensas, esse mesmo muro pode impedir os jornalistas de reagir à sua própria exposição à tragédia. Como escreveu, poucos dias após a destruição das torres gémeas de Nova Iorque, em 11 de Setembro de 2001, Al Tompkins, do Poynter Institute for Media Studies:
“Repórteres, fotojornalistas, engenheiros de som e de imagem, produtores no terreno, trabalham muitas vezes lado a lado com o pessoal dos serviços de emergência. Os seus sintomas de Stress Pós-Traumático são muito semelhantes aos de polícias e bombeiros que trabalham na sequência imediata da tragédia, mas normalmente recebem pouco apoio após terem enviado as suas histórias. Enquanto que ao pessoal de emergência é dado aconselhamento após o trauma, os jornalistas são, simplesmente, enviados para cobrir outra história.”
E, no entanto, vários ficam marcados pela tragédia que acabaram de reportar. Pela dor dos outros. Pela sua impotência perante essa dor. Pela culpa de a testemunharem sem a sofrer. Ou de fazerem as malas e partirem.
Acrescente-se que as notícias sobre a morte de jornalistas em serviço de reportagem comprovam também que, longe de serem apenas testemunhas da dor dos outros, os jornalistas são também, muitas vezes, vítimas dos mesmos conflitos que reportam. No dia 20 de Abril deste ano, a Federação Internacional de Jornalistas assinalava 18 mortos entre jornalistas e outro pessoal dos media. Os números para os dois anos anteriores foram de 82, em 2017 e 122, em 2016.
Daí a importância de pensar o exercício do jornalismo em situações potenciadoras de stress. É essa a razão pela qual o Centro de Trauma do CES-Coimbra decidiu incluir um módulo sobre Trauma e Media no III Curso de Formação em Psicotraumatologia. A sessão é igualmente aberta à participação de investigadores de outras áreas que, no seu trabalho, interajam com vítimas de violência, conflitos e/ou catástrofes.


Programa:
9h30 | Acolhimento dos participantes

10h00 | Apresentação do tema: Trauma e Media – Diana Andringa (Jornalista, documentarista, investigadora do CES-UC)
10h15 | No local de conflito/catástrofe – Paulo Moura (Jornalista, escritor)
10h45 | Reportando o conflito/a catástrofe – José Manuel Rosendo (Jornalista)
11h15 | Pausa
11h30 | Narrando o conflito/a catástrofe – Adelino Gomes (Jornalista, investigador associado do CIES-IUL)
12h00 | Debate com os intervenientes
13h00 | Almoço
14h30 | Apresentação do tema: A Entrevista: riscos de retraumatização para as vítimas, riscos de trauma
vicariante para os/as entrevistadores/as – Luísa Sales (Psiquiatra, coordenadora do Centro de Trauma/CES-UC)
14h45 | Vítimas de violência política (27 de maio em Angola) – Leonor Figueiredo (Jornalista)
15h15 | Mulheres vítimas de violência (América Latina) – Sílvia Roque (investigadora do CES-UC)
15h45 | Vítimas de tortura da PIDE – Ana Aranha (Realizadora de programas de rádio)
16h15 | Pausa
16h30 | Ouvindo o trauma dos outros – Celina Manita (Professora associada da FPCEUP)
17h00 | Debate com os intervenientes
18h00 | Sessão de Encerramento: Diana Andringa e Luísa Sales (Centro de Trauma/CES-UC)


Itália ok, Espanha ko. E nós por cá...

P
 
 
Enquanto Dormia
 
David Dinis, Director
 
Bom dia! 
Revisitando as últimas de ontem:

Di Maio e Salvini ressuscitaram Itália de uma crise imediata: parece uma ironia, mas os populistas negociaram, insistiram e conseguiram convencer o Presidente a formar um Governo, tirando o país de um impasse que estava a pôr os mercados numa crise de nervos. A solução está aqui explicada, pela Ana Gomes Ferreira.
Em Espanha, foi o fim da linha para Rajoy. O líder socialista conseguiu o que muitos consideravam impossível e reuniu apoio suficiente para, pela primeira vez na história democrática de Espanha, aprovar uma moção de censura. Ainda há vários cenários possíveis, mas o Governo de Rajoy não vai chegar ao fim-de-semana. E, não se demitindo, abre caminho ao improvável governo de Sánchez. A isto, o Jorge Almeida Fernandes chama "o passe mágico do PSOE"
Trump impôs tarifas no aço e alumínio da UE, Canadá e México. A administração americana concretizou as ameaças que vinha fazendo e suspendeu a isenção de tarifas aduaneiras às importações de três dos seus maiores parceiros, que agora vão pôr em marcha acções de retaliação. Em Bruxelas, a Rita Siza pergunta: foi esta a primeira salva de uma nova guerra comercial global?
Bruno de Carvalho cancelou a Assembleia Geral que o podia destituir. E substituiu a Mesa da Assembleia Geral que pedia a sua saída. Com isto, a equipa do presidente do clube diz ter assegurado "o normal funcionamento do clube". Entretanto, o principal accionista da SAD já pôs em tribunal uma acção para destituir o presidente, diz o Jornal Económico

Notícias do dia

A PJ está a investigar corrupção em oito jogos da Liga - diz o JN -, incluindo dos três grandes. 
A OPA sobre a EDP deixa os chineses da REN na mira do regulador. Se a China controlar a EDP, a ERSE terá de reavaliar a independência do operador da rede eléctrica, detido em 25% pelo Estado chinês, face à produtora e comercializadora de energia. Bruxelas pode ter uma palavra a dizer.
Com os problemas no aeroporto de Lisboa a avolumar-se, hoje sabemos que o lucro da ANA subiu 13 vezes em quatro anos (via Negócios).
O FMI acha que temos espaço para poupar nos salários da função pública, diz o chefe de missão numa entrevista ao Negócios.
Há 96 mil candidaturas de professores para 3500 lugares no quadro. E um terço dos novos lugares já tem dono, acrescenta agora a Clara Viana.
A nova campanha antitabaco será “misógina”? A polémica estourou, mas a DGS diz que ela visa as jovens mulheres porque são as que estão a fumar mais

Ler com atenção

1. É o Dia da Criança, era todos os dias, escreve o Mário Lopes, numa crónicaque nos remete para outros dias, muito felizes. É o dia de sonhadores de ontem e de hoje, neste caso 25 jovens que aprendem a ser campeões dentro e fora do relvado - que o Adriano Miranda aqui homenageia. É dia de celebrar o mundo que avança nos impossíveis de uma criança, na reportagem da Mariana Correia Pinto e do Manuel Roberto. Mas também é o dia para percebermos como o caso IURD lançou um debate sobre retiradas "abusivas" de crianças, questão analisada pela Ana Dias Cordeiro, ou como “a pobreza está na base" de muitas retiradas de crianças às famílias. Porque hoje é Dia da Criança, é o dia de a celebrar e de nos preocuparmos com ela. 
2. Ele foi o nosso homem em Pyongyang. Houve um tempo em que Portugal era o país europeu com melhores relações com a Coreia do Norte. O embaixador José Manuel Duarte de Jesus era o nosso representante em Pyongyang, num período muito sensível: os efeitos do colapso da União Soviética faziam sentir-se profundamente na Coreia do Norte, que atravessava uma grave crise económica e uma devastadora escassez de alimentos; o fundador do país acabava de morrer e começavam a ser conhecidas as suspeitas de que o regime de Pyongyang estava a dar os primeiros passos do seu programa nuclear. Hoje, o embaixador lembra "o choque" que sentiu ao perceber que a Coreia do Norte era "uma encenação”. E deixa avisos para a cimeira Trump-Kim.
3. Profissional de cibersegurança, procura-se.  Com as pessoas a passar cada vez mais tempo online e com as empresas e serviços públicos cada vez mais informatizados, o risco de ciberataques é maior e também aumenta a gravidade que estes podem ter, até bloqueando o nosso acesso a serviços essenciais. Mas a especialização é tão rara que abriu uma "guerra de talento". A Karla Pequenino foi medir o mercado e avaliar o problema. 
4. Uma solidão imensa que só o sexo acalma. Treze anos depois do seu anterior livro, José Riço Direitinho regressa com o sexo na mão e pouco amor no coração.O Escuro Que te Ilumina é um falso livro pornográfico, uma sucessão de casos sexuais que retratam uma solidão imensa, que só o corpo acalma. É um livro cru, ferido - como não existe em Portugal -, que faz a capa do ípsilon de hoje, cheio de ideias e sugestões para descobrir no fim-de-semana.

Hoje na agenda 

Por cá, é o último dia para entregar o IRS, também o dia limite para a entrega da OPA pela EDP. A Fitch deve também pronunciar-se sobre revisão do rating de Portugal. Hoje começa também a 15. ª edição do Serralves em Festa! - e é o Dia da Criança.
Lá por fora, vota-se no congresso a censura ao Governo de Rajoy e deve tomar posse o novo Governo de Itália. Enquanto isso, um membro do Governo da Coreia entrega uma carta de Kim a Trump - talvez, com fé, a carta chegue ao destino. 
Um dia bom, um óptimo fim-de-semana!

Dassault Systèmes lamenta el fallecimiento de Serge Dassault, presidente de Grupo Industrial Marcel Dassault


por Yesica Flores
• Serge Dassault respaldó consistentemente los retos tecnológicos y estratégicos como la maqueta digital, la gestión del ciclo de vida del producto y la plataforma 3DEXPERIENCE.
• El empresario aeronáutico murió el 28 de mayo de 2018 en su oficina, a causa de un fallo cardíaco.
Dassault Systèmes, la compañía 3DEXPERIENCE, líder mundial en diseño 3D, maquetas digitales tridimensionales y Soluciones de Administración del Ciclo de Vida del Producto (PLM, por sus siglas en inglés) lamenta el fallecimiento de Serge Dassault, presidente de Grupo Industrial Marcel Dassault.
Serge Dassault estaba fuertemente vinculado a Dassault Systèmes, pues desde el principio apoyó con entusiasmo la visión y los objetivos industriales establecidos para la empresa, fundada en 1981, por Charles Edelstenne con el apoyo de Marcel Dassault.
Como participante mayoritario de la compañía, Serge Dassault respaldó consistentemente los retos tecnológicos y estratégicos lanzados por Bernard Charlès en los últimos treinta años, incluida la maqueta digital, la gestión del ciclo de vida del producto y la plataforma 3DEXPERIENCE que han impulsado a Dassault Systèmes a ser líder mundial en 3D.
"Perdimos un amigo. Serge Dassault hizo una inmensa contribución a la innovación industrial en Francia, luchando constantemente por elevar el perfil de este país en la economía global. Nuestros pensamientos están con su esposa, Nicole Dassault, con sus hijos y nietos", dijo Charles Edelstenne, presidente del Consejo de Administración de Dassault Systèmes, miembro del Consejo de Administración de Dassault Aviation, consejero delegado y miembro del Consejo de Vigilancia de Groupe Industriel Marcel Dassault, y Bernard Charlès, vicepresidente del Consejo de Administración y Consejero Delegado de Dassault Systèmes.
El empresario aeronáutico falleció a los 93 años, el pasado 28 de mayo de 2018 en su oficina, a causa de un fallo cardíaco.

Daniel Guedes: «Há reações sempre muito boas e expansivas que torna tudo muito motivante.»

Tudo começou aos oito anos de idade, quando recebeu a sua primeira caixa de magia. Naquele momento, soube que queria ser mágico.
Hoje, vinte e cinco anos depois, Daniel Guedes é um dos mais reconhecidos ilusionistas portugueses. Na sua carreira, o mágico de Matosinhos conta com diversos prémios e inúmeras participações televisivas sendo, atualmente, mágico residente no programa “À Conversa com Ricardo Couto”, no Porto Canal, e mágico oficial da UEFA.
Por gostar de desafios e de se pôr à prova, Daniel decidiu participar na edição deste ano do programa “Got Talent Portugal”, na RTP. E, mais recentemente, presenteou-nos com o espetáculo “52”. A Casa em Movimento (Matosinhos), idealizada pelo arquiteto Manuel Vieira Lopes, foi o local escolhido para Daniel fazer magia non stop durante 52 horas. Assim, das 10h do dia 25 de maio às 14h do dia 27 de maio, Daniel Guedes adotou a Casa em Movimento como sua casa e realizou diversos espetáculos de magia para quem quisesse assistir. Tudo o que o público tinha de fazer era tocar à campainha e, independentemente da hora que fosse, o mágico abria as portas da sua casa e, imediatamente, realizava um truque de magia.
Dois dias depois desta aventura, o Jornal Mira Online encontrou-se com o Daniel que, ainda visivelmente cansado, nos contou como viveu esta experiência.
Daniel, já conseguiste recuperar as horas de sono? (risos)
Ainda não totalmente (risos). Mas hoje já estou bastante melhor. Já passaram três dias. Portanto, isto foi no domingo… Hoje é quarta, certo? (risos)
Ainda estás meio perdido nos dias (risos)
Ainda estou meio baralhado. Mas já estou muito melhor. Segunda-feira foi o dia mais complicado, naturalmente. Agora já estou mais recuperado.
Tinhas algum plano já preparado para conseguir estar 52 horas fechado no mesmo sítio?
Descansei o máximo possível nos dias anteriores e também reservei os dias seguintes para poder estar mais descansado. Acima de tudo, nem é dormir muito nos dias seguintes, é mesmo não ter coisas com que me preocupar.
E mesmo lá dentro, podias sempre tirar uns minutos para descansar…
Sim e tive que o fazer senão não me aguentava (risos).
Tens noção de quantas vezes ouviste a campainha tocar?
Não, foram muitas. E bater à porta. Inclusivamente, houve duas ou três vezes que eu já estava a dormir e tocaram à porta. Eu acordei, fui abrir e fiz magia. Assim, meio ensonado, de pijama… (risos).
E os truques surgiam-te na hora? Tu acordavas e sabias logo o que ias fazer?
Sim. Claro que eu levei um reportório grande para o evento, portanto, levei uma lista de várias dezenas de números para apresentar. Mas no momento é que decidia o que me apetecia fazer, também em função do público.
Conta-nos um bocadinho de como foram esses três dias.
Foi uma experiência muito gira. Recebi a visita de vários amigos. E, basicamente, eu estive disponível durante 52 horas consecutivas para fazer magia. Nos momentos em que não havia público, era quando eu aproveitava para tentar descansar. As manhãs eram um pouco mais calmas, mas as tardes e a noite era sempre a andar (risos). Às vezes tive dificuldades em arranjar tempo para conseguir comer. Mas a experiência excedeu todas as expectativas e estou a ponderar repetir.
Este tipo de iniciativas é sempre interessante porque tu nunca sabes muito bem o que esperar. Houve algum acontecimento que te tivesse marcado particularmente durante essas 52 horas?
Várias coisas. Acima de tudo, deu para rever imensos amigos que já não via há imenso tempo. Por outro lado, as reações do público são sempre o melhor de tudo. Se calhar até mais das crianças. Há reações sempre muito boas e expansivas que torna tudo muito motivante.
2018 é também o ano que marca a participação de Daniel num concurso televiso. O mágico marcou presença no programa “Got Talent Portugal”, na RTP , onde chegou às semi-finais.
Há pouco tempo concorreste ao Got Talent Portugal. O que é que te levou a participar num programa televisivo?
Em primeiro lugar, o desafio. Gosto do espírito da competição e de me pôr à prova. E, portanto, entrei com o objetivo de ganhar e de ser o primeiro mágico a vencer este tipo de programas em Portugal. Em segundo, naturalmente o objetivo de me divulgar e tornar o meu trabalho mais conhecido e esse objetivo foi completamente conseguido.
Como referiste, nunca nenhum mágico ganhou um concurso de talentos. Achas que as pessoas ainda não estão preparadas para dar a vitória a um mágico?
Acho que sim. Isso viu-se nas atuações que chegaram à final. Essencialmente eram, ou da área de música, ou de dança, e isso é o que se verifica ano após ano nestes programas. E acho que, fora dessas áreas, haviam atuações incríveis. Por exemplo, o Bruno Rosa, o NTS,… Se calhar o público, por algum motivo, não se sente atraído para este tipo de talentos e vai sempre parar novamente à dança ou aos cantores que, obviamente, não têm culpa nenhuma disso porque também são muito bons!
É diferente fazer magia na rua e na televisão?
Sim, claro. Quando estamos a fazer magia em televisão, o público são as câmeras. Se é em direto ou se é gravado também é diferente. Às vezes pode ser mais difícil conseguir passar a mensagem. Mas acho que o essencial é o mesmo: surpreender e fazer as pessoas sonhar.
Tu dás muita importância à proximidade com o público e isso viu-se no programa…
Sim, aliás, na primeira vez, envolvi a plateia toda. Distribuí 52 baralhos de cartas. E, na atuação seguinte, também envolvi a plateia toda com uma bola gigante que andou a passear pelo meio do público para fazer a escolha aleatória dos espetadores que eu precisava.
A magia torna-se mais real quando a pões nas mãos das pessoas?
Eu acho que sim. O melhor número não é, necessariamente, aquele número grande em que se faz desaparecer um avião ou uma estátua. Eu acho que o melhor número pode ser aquele que acontece na mão do espetador, porque a pessoa diz “estava na minha mão e desapareceu”. Eu acho que isso tem um potencial e um impacto junto do espetador muito maior.
E o espetador ainda percebe menos de que forma aquilo aconteceu… (risos)
Sim, naturalmente que sim. Mas eu costumo dizer que o espetador também tem de ter o compromisso de se deixar enganar. Tem de se deixar levar. É um acordo. Eu estou aqui para iludir, mas as pessoas também têm de se deixar ser iludidas e não estarem do início ao fim a tentar perceber como é que foi feita a ilusão. Acho que é difícil, mas é melhor para o espetador abstrair-se de como foi feita a ilusão e, por momentos, acreditar que não há mesmo impossíveis e que a magia existe.
Saber como se faz nunca te desiludiu?
O que me motivou no início foi, ao assistir um espetáculo de magia, vivi a magia de tal forma que pensei “mais do que querer saber como é que isto se faz, eu quero provocar aos outros isto que estou a sentir”. Foi isso que me motivou a ser mágico.
Saberes como se faz não tirou a magia à magia…
Não. O segredo não é o principal. Obviamente, sendo mágico, sei como são feitas praticamente todas as ilusões de todos os mágicos do mundo e continuo a gostar de ver um bom espetáculo de magia. Consigo apreciar a parte mais técnica e ver a capacidade de comunicação do artista. No fundo, é como na música: qualquer um de nós conhece a escala de notas. A escala é como se fosse o segredo da música. Mas a sequência com que essas notas são colocadas numa melodia faz com que nós gostemos do que estamos a ouvir. Acho que a magia é a mesma coisa. Conseguimos disfrutar mesmo sabendo o segredo.
E achas que a magia deve ser reinventada? Ou seja, tornar um truque que já foi visto imensas vezes em algo diferente…
Eu tenho essa preocupação. Eu gosto muito de pegar nos clássicos da magia e tentar dar-lhes um toque pessoal e apresentar as coisas à minha maneira.
É essa originalidade que consegue levar um mágico a viver só da magia em Portugal? Porque não é fácil viver apenas da magia no nosso país…
Em Portugal é um bocadinho difícil viver do que quer que seja (risos).  Acho que sim. Acho que o sucesso de um artista passa pela originalidade. No caso da magia, acho que passa muito pelo que eu chamo as “artes anexas” à magia. É muito importante a originalidade, a comunicação, a apresentação, a forma como se trata e se fala com o público… A verdade é que eu reparo que as pessoas que veem hoje o meu espetáculo amanhã lembram-se de um ou dois números, no máximo. Mas ficam com a sensação de que foi divertido. É isso que fica na memória das pessoas, não é o truque propriamente dito. Portanto, tudo isto que está à volta da parte mais técnica é tão ou mais importante do que a execução.
Um talento exige sempre muito trabalho. Em média, quanto tempo praticas?
Depende das fases em que estou do espetáculo. Se for num espetáculo que está em fase de criação e de estreia, requer mais trabalho e mais prática. Se for em espetáculos que já estão mais construídos e preparados, é preciso ir fazendo uma revisão da matéria antes de apresentar no espetáculo.
Relativamente a próximos espetáculos, por onde vais estar e o que vais estar a fazer?
Eu vou andar em tour depois do verão, a partir de outubro. Vai chamar-se “52”. Esta coisa das 52 horas (risos). Tem a ver com o número de cartas de um baralho. Vem da minha influência por parte da matemática. Eu gosto muito de números e da simbologia que lhes está associada. Este espetáculo vai ser, sobretudo, sobre magia com cartas. Mas não só. E este evento de 52 horas de magia non stop foi a primeira ação promocional que, como correu mesmo muito bem, estou a pensar repetir. Portanto, andar um pouco pelo país a fazer mais sessões de 52 horas de magia. Esta sexta-feira, dia 1 de junho, vou estar na Casa da Música. Na celebração do Dia Mundial da Criança, vai haver um espetáculo de acesso livre, no exterior da Casa da Música. Eu vou estar a fazer magia, mas vai haver também um espetáculo de marionetas e um malabarista e equilibrista (André Borges). Vai ser um espetáculo desde as 10h até às 16h.
Jornalista Cátia Barbosa/Jornal Mira Online