terça-feira, 1 de outubro de 2019

Desporto | RUGBY CALDAS DA RAINHA RECEBE SUPERTAÇA 2019



O Campo de Rugby do Complexo Desportivo das Caldas da Rainha será palco da Supertaça de Rugby 2019, no próximo dia 5 de Outubro, às 16H00, disputada entre o AEIS Agronomia e CF Belenenses.
Depois da Agronomia ter vencido o campeonato frente ao Belenenses, e dos azuis do Restelo terem batido o Técnico na Traça de Portugal, as duas formações encontrar-se-ão, no Sábado, e ambas tentarão repetir a vitória numa competição que a Agronomia já venceu por cinco vezes e o Belenenses quatro.

Apesar de serem dois clubes históricos no panorama do rugby nacional, esta será uma Supertaça inédita já que a Agronomia e o Belenenses nunca se defrontaram nesta competição.
Manuel Cardoso Pinto, capitão do AEIS Agronomia, diz que o ambiente que se vive na equipa por estes dias é de “grande entusiasmo” mas reconhece o poderio do adversário. “Enfrentar o Belenenses, que tem um jogo muito rápido, vai ser interessante”, afirmou o atleta.
“Complicado” foi mesmo a palavra que o capitão da equipa do Restelo usou para descrever o jogo com a campeã Agronomia mas uma coisa garante: “vai ser um grande jogo!”

O confronto entre a formação do Restelo e o “clube da Tapada” está marcado para as 16H00.
No mesmo dia e local jogar-se-ão ainda a final de Sub18, às 11H30, e meias-finais e final de Feminino, pelas 13H30.
A final de Sub18 terá a participação do Belenenses e Técnico.
O Feminino conta com o Sporting CP x Bairrada e SL Benfica X Agrária de Coimbra.

FEDERAÇÃO QUER CONTINUAR A DESCENTRALIZAR E CALDAS CONTINUA APOSTA EM ACOLHER EVENTOS DESPORTIVOS DE REFERÊNCIA
A emblemática Praça da Fruta, no coração do centro histórico das Caldas da Rainha, foi o local escolhido pelas entidades envolvidas nesta organização – Município das Caldas da Rainha, Federação Portuguesa de Rugby (FPR) e Caldas Rugby Clube (CRC) – para falar do evento e do seu significado, para lá da vertente competitiva.
E os objectivos de uns e de outros não podiam estar mais alinhados!
Carlos Amado da Silva, presidente da FPR, quer continuar com a “política de descentralização”, levando competições a todo o País. “Queremos muito levar o Rugby para fora de Lisboa”, enfatizou o dirigente.
Caldas há muito que aposta em “ser palco de eventos desportivos de referência, que são um elemento de atractividade no contexto nacional e com comprovado retorno económico”, sublinhou o presidente da Autarquia, Tinta Ferreira.
Esta é mais uma competição que prossegue os objectivos do protocolo assinado por estas entidades, em Fevereiro deste ano, exactamente com vista à realização de jogos oficiais do Campeonato Nacional de Rugby no Complexo Desportivo da cidade. 


 

Assembleia Municipal aprovou a proposta do executivo, Município de Cantanhede volta recusar a transferência de competências em 2020


A Assembleia Municipal de Cantanhede voltou a rejeitar, para 2020, a transferência de competências da Administração Central previstas na Lei n.º 50/2018, reiterando assim a posição assumida relativamente a 2019. Aprovada por maioria, com 27 votos a favor, cinco contra e uma abstenção, a recusa baseia-se nos mesmos fundamentos da proposta aprovada para o efeito pelo executivo camarário, por unanimidade, em 17 de setembro, entre os quais “a grande complexidade do processo, cujas repercussões são ainda imprevisíveis para as Autarquias Locais, nomeadamente ao nível dos encargos financeiros”.
Helena Teodósio diz mesmo que “se nada for alterado entretanto e se em 2021 as competências efetivamente transferidas nos termos que estão definidos na lei, independentemente da vontade das autarquias”, então elas “vão ser confrontadas com enormes dificuldades, pois nos setores em que já foram avançadas as verbas a transferir no âmbito do processo, estas estão muito aquém do necessário”.
Para ilustrar a sua convicção, a autarca enfatiza “a gritante disparidade dos valores que o Governo propôs ao Município de Cantanhede pela transferência de competências nas áreas da Educação e da Saúde quando comparados com os resultantes da avaliação efetuada pela autarquia: no caso da Educação, o Governo propõe 2.642.790 euros, mas segundo as nossas contas vamos precisar de quase quatro vezes mais, concretamente 9.759.680 euros, dos quais uma parte significativa é para requalificação de estabelecimentos de ensino; e o mesmo se passa na Saúde, setor para o qual a proposta é de 324.364 euros, enquanto segundo a nossa inventariação são de 1.086.756 euros os custos das responsabilidades que a Câmara Municipal teria de assumir, incluindo naturalmente a beneficiação de edifícios e outros equipamentos”.
A líder do executivo camarário refere que, “perante esta discrepância de verbas, o Município de Cantanhede não tem alternativa senão rejeitar de novo a transferência de competências”. E sublinha: “Como já disse várias vezes, nós estamos disponíveis para as aceitar, temos até interesse nisso, pois connosco os serviços em causa melhorariam substancialmente, não podemos é aceitá-las a qualquer preço, sem que a Administração Central transfira as verbas que permitam suportar os custos das responsabilidades inerentes. Não é justo nem leal transferir assim novos encargos para os municípios, que de resto não têm margem para os suportar”.
Para Helena Teodósio, “o processo, a concretizar-se tal como o Governo preconiza, terá um forte impacto no orçamento das autarquias, além de que implicará alterações significativas na estrutura e orgânica dos serviços municipais. A autarca considera “positiva a descentralização administrativa e o reforço da autonomia do poder local, o que implica a transferência de competências, mas é evidente que tem de ser muito mais aprofundada, melhorando substancialmente o pacote financeiro associado”.
Além da avaliação dos encargos nos setores da Educação e Saúde, a Câmara de Cantanhede estimou também os custos inerentes à transferência de competências ao nível das vias de comunicação, embora da parte da Administração Central não haja ainda nenhuma proposta neste campo. Em causa está a limpeza e manutenção dos troços da EN 109, da EN 234, e da EN 234-1 no território do concelho, tarefas que irão ascender a 376 834 euros por ano. Além disso a autarquia cantanhedense defende a necessidade de se proceder à beneficiação e pavimentação da EN 234 entre Murtede e Ourentã, obra avaliada em 161.500 euros.

IGF faz auditoria à Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos acerca dos pagamentos em atraso e e as conclusões não são boas

A realidade contraria a propaganda 

Ação de controlo ao Município de Figueiró dos Vinhos (Controlo da Lei dos Compromissos e Pagamentos em Atraso).  Relatório IGF

Posição do Partido Social Democrata de Figueiró dos Vinhos


O controlo da execução orçamental e, em particular, da despesa pública constituiu um elemento fundamental para o equilíbrio financeiro dos Municípios.

Neste âmbito, o controlo dos pagamentos em atraso assume uma relevância particular, sendo a não acumulação de dívidas vencidas um critério permanente de avaliação.

O princípio fundamental é o de que a execução orçamental não pode conduzir à acumulação de pagamentos em atraso. Neste sentido, foi aprovada a Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro - Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em Atraso (LCPA).

Estamos agora perante uma auditoria da Inspeção Geral de Finanças realizada com o objetivo de verificar se o Município de Figueiró dos Vinhos cumpriu, ou não, as normas consagradas pela Lei dos Compromissos e Pagamentos em Atraso.

Esta auditoria, proeminentemente, abrangeu o mês de referência de reporte de abril de 2014 até dezembro de 2015.

Em resultado da auditoria realizada entendemos salientar as conclusões e as recomendações a que chegou a inspeção. Relativamente às conclusões salientamos duas, das oito que a IGF enumera, por serem as duas primeiras e que mais se salientam:

a. A Câmara Municipal assumiu, entre abril/2014 e dezembro/2015, compromissos sem Fundos Disponíveis no montante total, relativamente a cada ano, de 4 M€ e 3,9 M€, factos que seriam suscetíveis, em abstrato, de gerar responsabilidade financeira sancionatória, não fosse a alteração do regime de responsabilidade dos membros dos órgãos executivos das autarquias locais e à jurisprudência consistente do Tribunal de Contas sobre a mesma.

b. O stock de Pagamentos em Atraso teve uma evolução irregular entre abril/2014 (109 m€) e dezembro/2015 (77,5 m€), pois apresentou, em regra, uma variação decrescente, mas com aumento em vários meses da série (designadamente, entre junho/julho de 2014 e setembro/novembro de 2015), o que contraria o principal objetivo subjacente à Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em Atraso (LCPA).

Queremos ainda salientar as recomendações que a IGF faz à Câmara Municipal e que urge implementar:

1. Adoção de procedimentos que garantam a proibição (sem exceções) da assunção de compromissos sem que existam Fundos Disponíveis;

2. Apuramento e controlo rigoroso dos Fundos Disponíveis;

3. Implementação de medidas que contribuam para uma gestão orçamental verdadeiramente equilibrada e, consequentemente, para o cumprimento sistemático da LCPA e a redução/eliminação dos Pagamentos em atraso;

4. Consideração, de forma sucessiva, articulada, equilibrada e prudente, nos reportes de Fundos Disponíveis de agosto a dezembro de cada ano;

5. Revisão das Normas de Controlo Interno;

Em face do exposto o Partido Social Democrata considera que o executivo municipal tem com o relatório da Inspeção Geral de Finanças a informação necessária e suficiente para efetuar as correções desejadas ao integral cumprimento, por parte do Município de Figueiró dos Vinhos, da Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em Atraso.

Mas a problemática dos Pagamentos em atraso não se fica por esta auditoria da IGF. Também o Conselho de Finanças Públicas se pronunciou recentemente sobre este assunto e relativamente a Figueiró dos Vinhos. 

Lembramos que o Conselho de Finanças Públicas é um organismo independente que fiscaliza o cumprimento das regras orçamentais em Portugal e a sustentabilidade das finanças públicas e tem como missão avaliar de forma independente a consistência, o cumprimento e a sustentabilidade da política orçamental pública, promovendo a sua transparência.

Ora o este Conselho publicou este mês o Relatório do Conselho das Finanças Públicas n.º 9/2019 com a Evolução orçamental da Administração Local até junho de 2019 e a referência que nele faz, sobre esta matéria, a Figueiró dos Vinhos é muito preocupante.

E citamos “A parte da despesa por pagar já em atraso (dos Municípios) registou uma redução desde o início do ano, o mesmo sucedendo em termos homólogos, prosseguindo a trajetória descendente observada desde 2012. “  Esta redução mais do que compensou o aumento dos pagamentos em atraso por parte de 25 municípios, sete dos quais passaram a apresentar dívidas em atraso. O maior agravamento (repito, o maior agravamento) ocorreu no Município de Figueiró dos Vinhos (1,4 Milhões). De notar que, dos 308 municípios, cerca de quatro quintos (249) não apresentavam quaisquer pagamentos em atraso no final do 1.º semestre deste ano.”  

Figueiró dos Vinhos é, ainda, referenciado neste relatório do Conselho das Finanças Públicas como pertencendo aos 18 Municípios, dos 308 existentes, com pagamentos em atraso superiores a 1 Milhão de euros no final do 1.º semestre de 2019. E desses 18 está nos primeiros 11  como um município com maior volume de pagamentos em atraso.

Como facilmente se compreenderá, já não é só o PSD, nem é uma, mas duas as entidades independentes que sobre o mesmo assunto e num curto espaço de tempo referenciam Figueiró dos Vinhos com preocupação. Podemos desvalorizar, chutar para canto, desculparmo-nos com isto ou com aquilo, mas nada disso é prudente, nem faz com que a realidade e os factos se alterem. E os factos são estes e não são nada abonatórios para Figueiró dos Vinhos.

A Lei dos Compromissos e Pagamentos em atraso surge como um instrumento regulador das finanças públicas portuguesas, introduzindo componentes de rigor com dois objetivos essenciais:

Em primeiro lugar, um objetivo de natureza antecipatória, disciplinando a assunção futura de compromissos e pagamentos. Em segundo lugar, um objetivo de natureza limitadora, regularizando os já existentes pagamentos em atraso, não possibilitando o seu incremento.

O Partido Social Democrata olha com muita apreensão para o que dizem estas duas entidades independentes acerca das contas da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos e espera que o atual executivo olhe para estes relatórios com humildade, saiba interpretar o que está em causa e possa agir em conformidade de forma a aplicar o que a lei define e estipula.


Partido Social Democrata de Figueiró dos Vinhos

ALVAIÁZERE CAPITAL DO CHÍCHARO 39.ª FAFIPA e 17.º Festival Gastronómico


O certame “Alvaiázere Capital do Chícharo”, que congrega a Feira Agrícola, Florestal, Industrial, Pecuária e de Artesanato (FAFIPA) e o Festival Gastronómico do Chícharo, arranca no dia 11 de outubro, sexta-feira, e termina no domingo, dia 13. 

O cartaz musical é de grande qualidade, procurando abranger um conjunto variado de públicos. No dia 11 irá atuar “Surma” e “ProfJam”; a 12 de outubro, dia em que será transmitida, a partir da Capital do Chícharo, o programa da TVI “Juntos em Festa”, subirá a palco os “Birds are Indie” e o “Pedro Abrunhosa & Comité Caviar” e no dia 13, a tarde acolherá as atuações da Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília, e os concertos dos grupos “Cavaquinhos da Pedreira” e “Adufe e Alguidar”. A encerrar o certame, à noite, o Festival Internacional de Acordeão e a atuação de Emanuel. 

Do ponto de vista cultural, são de facto muitos os atrativos em programa: visitas ao património, exposições várias, muita animação, quer de rua, quer noturna, facto que é também uma inovação nesta edição do “Alvaiázere Capital do Chícharo”, com os “P*ta da Loucura” no dia 11 e com os “The Fucking Bastards”, no sábado, dia 12. 

Mantém-se em agenda a realização do emblemático passeio de tratores, do passeio de motas e do passeio de bicicletas antigas, no domingo, dia 13. 

O desporto também integra o Alvaiázere Capital do Chícharo, estando prevista a realização da segunda edição do torneio de futebol de formação “Al-Bayazira Youth Cup”. 

Naturalmente que a componente gastronómica vai continuar a ser uma das marcas deste evento, estando a oferta a cargo, fundamentalmente, das tasquinhas presentes no recinto, pela rede de restaurantes aderentes e pelos produtores de produtos regionais, que darão a provar a quem nos visita, o melhor que Alvaiázere e a região têm para oferecer. 

O programa desenhado demonstra que o Município de Alvaiázere está empenhado em promover um evento que pretende ser muito mais do que uma atividade de entretenimento, mas antes um meio de promoção do território e dos seus recursos endógenos, potenciando, desta forma, o surgimento de mais oportunidades de negócio, o crescimento da economia local e o reforço da notoriedade do concelho.

Município de Águeda apoiou ABIMOTA no âmbito do Eurobike 2019


O Município de Águeda concedeu um apoio financeiro de 4.500,00€ (quatro mil e quinhentos euros) à ABIMOTA – Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins, para participação na Eurobike 2019. 

A Eurobike é a feira de referência da bicicleta, a nível do comércio, indústria e comunicação que decorre todos os anos na Alemanha. Num só espaço físico, este certame de referência mundial reúne empresas e entidades com intervenção direta na área da bicicleta, comerciantes e industriais, jornalistas e simples aficionados. 

Edson Santos, Vice Presidente do Município referiu o seguinte: “O Município de Águeda tem uma forte tradição no setor das duas rodas, somos conhecidos dentro e além fronteiras pela história e desenvolvimento desta indústria no concelho. É importante mostrar ao mundo o que de melhor se faz em Águeda nesta área, esta oportunidade permitiu também apoiar através da ABIMOTA todo o setor das duas rodas.

Estarrejazz´19: primeiro fim de semana com nomes incontornáveis do jazz nacional


A 14.ª edição do Estarrejazz – Festival de Jazz de Estarreja arranca esta quinta-feira, dia 3, com um cartaz inteiramente dedicado ao jazz nacional.

No primeiro fim de semana há três concertos imperdíveis no palco do Cine-Teatro de Estarreja (CTE). Às 21h30, Tomás Marques Quinteto abre o festival com um concerto que revela um jazz moderno, muito próprio deste grupo de amigos composto pelo jovem saxofonista estarrejense Tomás Marques, Augusto Baschera (guitarra), Óscar Graça (teclado), Rodrigo Correia (contrabaixo), e Diogo Alexandre (bateria).

Salvador Sobral desafiou o pianista cubano Victor Zamora para cantar alguns dos intemporais clássicos cubanos, mas também de outros países da América Latina, como a Argentina, com arranjos de jazz. Nasceu assim o projeto Alma Nuestra ao qual se juntou ainda Nelson Cascais (contrabaixo e direção musical) e André Sousa Machado (bateria). Na sexta-feira, dia 4, às 21h30, o CTE enche-se para ouvir Salvador Sobral e os seus amigos, acompanhados pela La Orquestra Remolacha, para um concerto quente com ritmos contagiantes.

A fechar este fim de semana João Paulo Esteves da Silva apresenta “Brightbird”, acompanhado pelo contrabaixista Mário Franco e o baterista Samuel Rohrer. A música proposta pelo trio toca no sábado, dia 5, às 21h30, e combina toda aquelas qualidades que costumam garantir o êxito deste formato de jazz mais clássico, com um pé na música de câmara.

De 10 a 12 de outubro, é tempo de assistir aos concertos de Desidério Lázaro, Elas e o Jazz, e da Orquestra de Jazz de Estarreja com Luís Portugal. Os espetáculos são sempre às 21h30 no palco do CTE.

Os bilhetes para o Estarrejazz encontram-se à venda e podem ser adquiridos na Bilheteira do CTE ou no site da BOL - Bilheteira Online. A CP - Comboios de Portugal apoia a divulgação do Estarrejazz’19 – Festival de Jazz de Estarreja.

São 13 anos de divulgação de jazz que já trouxe ao Estarrejazz nomes como Salvador Sobral, Mária João, Bernardo Sassetti, Mário Laginha, Bernardo Moreira, Carlos Bica, Jeff Davis, Mário Delgado, Perico Sambeat, Carlos Barretto e Carles Benavent, sem esquecer o cantor norte-americano Kurt Elling.

Daniela Couto

II Gala dos Enfermeiros acontece neste sábado

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A II Gala dos Enfermeiros vai decorrer já neste sábado, dia 5 de Outubro, a partir das 18:30 horas, no Expocenter, na cidade de Viseu.
Este evento, organizado pela Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros, será “O Princípio de uma Tradição” que se pretende instituir entre os seus membros e que irá tornar-se num marco, não só para os recém-licenciados em Enfermagem, mas também para os Enfermeiros já no activo.
Durante a gala serão premiados vários membros nas categorias Enfermeiro e Equipa do Ano, Investigação e
Carreira.

Seguir-se-á a tradicional Cerimónia de Vinculação à Profissão, com a entrega das Cédulas Profissionais aos novos membros e leitura conjunta do Juramento Profissional, com a presença da Digníssima Bastonária, Ana
Rita Cavaco.

Ao longo de toda a Gala, os participantes serão presenteados com vários momentos de animação e música e, no final do jantar de gala, com um espaço de discoteca.