segunda-feira, 24 de abril de 2017

Cidade da GAFANHA DA NAZARÉ - Placa Comemorativa do 16º Aniversário



Cidade da GAFANHA DA NAZARÉ
Placa Comemorativa do 16º Aniversário

Aleluia!... Estamos na Pascoela e vai para os visitantes o nosso desejo de Boas-vindas, na passagem do 16º aniversário da elevação da Gafanha da Nazaré a cidade.
A Gafanha é hospitaleira. As nossas belas praias esperam-vos. 
Obrigado pela visita e voltem sempre!...

A Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha -ADIG.

Comentário: o que a Câmara Municipal não faz, os cidadãos deitam mãos à obra.
J. Carlos

Barcelona vence em Madrid e relança o campeonato

Messi fez o 3-2 no último segundo de jogo e devolveu emoção à liga.
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O Barcelona venceu esta noite o Real Madrid, na capital espanhola, por 3-2, relançando a luta pelo título. Um golo de Messi, no último segundo, coloca os catalães na liderança, com os mesmos pontos dos merengues, mas estes têm uma partida a menos.
Casemiro e Messi, respetivamente, fizeram os primeiros golos ainda no primeiro tempo, num jogo em que o Real Madrid, com Cristiano Ronaldo no onze, começou melhor, mas viram os catalães a irem para o descanso a dominar, sobretudo depois do golo do empate do internacional argentino, aos 33'.
O empate não servia ao Barcelona, que estava ontem a três pontos de distância (e com mais um jogo), pelo que Luis Enrique pediu mais pressão à sua equipa para o segundo tempo. A exemplo do primeiro tempo, contudo, foi mais uma vez os merengues a entrarem melhor, pecando apenas na finalização. Com o decorrer dos minutos o Barcelona voltou a comandar e aos 73' fez a reviravolta com um remate de fora da área de Rakitic, já com André Gomes em campo.
O Real Madrid parecia não conseguir responder, mas já quando ninguém acreditava James Rodriguez, aos 86', consegue bater Ter Stegen. Os catalães levavam as mãos à cabeça, mas Messi acabou por inventar um golo, no último segundo, 90+2', que dá novo ânimo à liga.
Fonte/Foto: DN

FC Porto empata e volta a ficar a três pontos do Benfica

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FC Porto soma o seu segundo empate consecutivo na receção ao Feirense, ficando novamente a três pontos do primeiro lugar, ocupado pelo Benfica.
O FC Porto deixou escapar a oportunidade de se encostar ao Benfica ao empatar, este domingo, com o Feirense, sem golos, no encontro da 30.ª jornada do campeonato português, disputado no Estádio do Dragão. Depois de ter empatado em Braga no fim de semana passado, os Dragões voltam a partilhar pontos com a equipa adversária, estando, uma vez mais, a três pontos do primeiro lugar.
Para o encontro desta noite, Nuno Espírito Santo não pôde contar com Jesus Corona, que se lesionou no treino de ontem. Perante este cenário, o técnico portista decidiu apostar no jovem Diogo Jota para o ataque. O jovem avançado português não era titular há quase três meses.
Um início de jogo muito confuso no Estádio do Dragão, com as duas equipas a lutar muito no meio-campo. Contudo, à medida que os minutos iam passando, o FC Porto ia assumindo as rédeas do jogo.
À meia hora de jogo, o Feirense foi soltando-se e conseguido chegar com algum perigo à baliza de Iker Casillas. Aos 34 minutos, surgiu o lance polémico do primeiro tempo, com um golo anulado a André Silva, gerando muitos protestos por parte da equipa da casa.
Destaque para o grande remate de Danilo aos 40’, com a bola a sair bem perto da barra da baliza de Vaná, uma das figuras desta partida.
No segundo tempo, o FC Porto encostou a equipa de Santa Maria da Feira junto da sua área e foi criando diversas situações de perigo. Contudo, a ambição de sair desta jornada com os três pontos era da mesma proporção de lances falhados por parte dos azuis e brancos.
A equipa orientada por Nuno Manta foi conseguindo aguentar a pressão portista e, sempre que surgia a oportunidade, ia tentando o contra-ataque.
Depois de ter empatado em Braga, o FC Porto volta a escorregar, ficando novamente a três pontos do primeiro lugar, ocupado pelo Benfica, que ontem empatou em Alvalade.
Fonte: Sapo Desporto
Foto: Sol

Estudo identifica mutação genética que faz algumas pessoas preferirem a noite


Posted: 23 Apr 2017 01:59 PM PDT
Notívagos lutam para tentar se encaixar num mundo de pessoas diurnas. E pesquisadores culpam uma mutação genética por essa diferença comportamental.
 

Papa compara centros de refugiados a campos de concentração

Comité Judaico Americano já criticou a escolha de palavras de Francisco na homilia numa missa em memória dos "novos mártires"
Francisco contou a história de um muçulmano que conheceu numa visita ao campo de refugiados de Lesbos, em abril de 2016
A missa na Basílica de São Bartolomeu, em Roma, era de homenagem aos "novos mártires" do século XX e XXI e o Papa Francisco resolveu afastar-se do texto previsto da homilia para contar a história de um homem que conheceu numa visita a um campo de refugiados de Lesbos, na Grécia. "Não sei o que lhe aconteceu, se conseguiu sair desse campo de concentração, porque os campos de refugiados, muitos, são de concentração, por causa da multidão de pessoas que é deixada ali", disse. Uma comparação criticada pelo Comité Judaico Americano, que lhe pediu para "reconsiderar a sua lamentável escolha de palavras".

"As condições em que os migrantes vivem atualmente em alguns países europeus podem muito bem ser difíceis, e merecer maior atenção internacional, mas não são campos de concentração", indicou, num comunicado, o líder do comité, David Harris. Apesar de o termo "campo de concentração" ser anterior à II Guerra Mundial - foi muito usado, por exemplo, para identificar campos britânicos na África do Sul, durante a Segunda Guerra Boer (1899--1902) - ficou ligado aos extermínios nazis. "Os nazis e seus aliados construíram e usaram os campos de concentração para o trabalho escravo e extermínio de milhões de pessoas na II Guerra Mundial. Não há comparação com a magnitude dessa tragédia", acrescentou Harris.

O homem que o Papa conheceu em Lesbos era um muçulmano, que tinha três filhos. "Ele olhou para mim e disse-me: "Padre, eu sou muçulmano, a minha mulher era cristã, e no nosso país os terroristas degolaram-na. Perguntaram-nos qual era a nossa religião. Viram o crucifixo e pediram-lhe que o tirasse. Ela não quis e degolaram-na à minha frente", lembrou Francisco, dizendo querer acrescentar esta mulher à lista de "novos mártires" do século XX e XXI. "Não sei o seu nome, mas ela olha para nós lá do céu". Na missa deste sábado, houve uma homenagem ao padre francês Jacques Hamel, de 85 anos, que foi degolado por militantes islamitas que, no ano passado, invadiram a igreja de Saint-Étienne-du-Rouvray. A Basílica de São Bartolomeu tem um livro de orações que pertencia a Hamel.

Em relação aos refugiados, o Papa elogiou quem os está a ajudar, agradecendo-lhes o "trabalho extra". E lamentou que "os acordos internacionais sejam mais importantes que os direitos humanos". Uma crítica que parece dirigida aos acordos da União Europeia com a Turquia e a Líbia para tentar prevenir a chegada de mais refugiados à Europa. Da mesma forma, Francisco deixou o desejo de que a "generosidade do Sul", de Lampedusa, da Sicília, de Lesbos, possa "infetar um pouco o Norte" de Itália, berço da Liga Norte, um partido anti-imigração. Segundo as suas contas, se cada município italiano recebesse dois refugiados, "haveria espaço para todos". E concluiu: "É verdade. Somos uma civilização que não tem filhos, mas também fechamos a porta aos migrantes. Isso chama-se suicídio."

A Itália tornou-se a principal porta de entrada para os migrantes depois de o acordo com a Turquia (que prevê a devolução dos que são apanhados) ter resultado no encerramento da rota usada por mais de um milhão de pessoas em 2015 para chegar à Grécia (e daí seguir pelos Balcãs até ao centro do Velho Continente). No ano passado, 181 mil migrantes chegaram a Itália, estimando-se que 4600 pessoas tenham morrido na travessia. Este ano, as chegadas subiram mais de 40% e já houve pelo menos mil mortes, segundo a Organização Internacional para as Migrações.

Fonte: DN

Coreia do Norte ameaça afundar porta-aviões norte-americano

EPA/MCS 3RD CLASS MATT BROWN/US NAVY
Tóquio e Washington iniciaram hoje manobras navais conjuntas no Oceano Pacífico antes de se dirigirem nos próximos dias para águas próximas da península da Coreia num momento de alta tensão na região, anunciou hoje o Ministério da Defesa japonês.

Depois de ter zarpado na sexta-feira de Sasebo (suroeste do Japão), os contratorpedeiros nipónicos "Ashigara" e "Samidare" juntaram-se hoje à frota de porta-aviões de propulsão nuclear norte-americano "Carl Vinson" perto do arquipélago das Filipinas.

Os navios norte-americanos e japoneses permanecerão no arquipélago das Filipinas a realizar exercícios conjuntos estratégicos e de comunicação antes de se dirigirem no final da semana para norte apara se aproximarem da península da Coreia, sublinharam fontes do ministério à televisão estatal NHK.

Washington anunciou há duas semanas que tinha ordenado transferir o porta-aviões para a península coreana, medida que se interpretou como uma advertência perante o desenvolvimento de armamento de Pyongyang, apesar de a frota ter participado primeiro nuns exercícios com a Austrália e atualmente estar a caminho da região.

O anúncio equivocado foi realizado pelo Comando do Pacífico (PACOM) e secundado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, através do Twitter, e até à passada quinta-feira a Casa Branca não explicou que se tinha tratado de um mal-entendido.

A reação da Coreia do Norte

"Se os Estado Unidos se atreverem a optar por uma ação militar, ao clamar por um 'ataque preventivo' ou por 'destruir o nosso quartel-general'", a Coreia do Norte "está pronta para reagir perante qualquer forma de guerra" por Washington, afirmou a agência estatal de notícias norte-coreana KCNA.

No jornal oficial do Partido dos Trabalhadores da Coreia, o Rodong Sinmun citado pelo Público, surgiu outra resposta: "As nossas forças revolucionárias estão preparadas militarmente para afundar o porta-aviões nuclear dos EUA com apenas um ataque".

Desde o início do mês, a tensão na península coreana tem estado a aumentar devido às alusões de Washington a um ataque preventivo contra Pyongyang e a um novo teste de mísseis realizado no passado domingo pela Coreia do Norte, que no dia anterior exibiu num desfile uns supostos novos projéteis intercontinentais.

A isto junta-se a possibilidade de que o regime de Kim Jong-Un realize um novo teste atómico nos próximos dias, depois das últimas fotografias tomadas por satélite do centro de testes nucleares de Punggye-ri (nordeste da Coreia do Norte) mostrarem alegados preparativos para realizar um teste deste tipo.

Contratorpedeiros das forças de Auto Defesa (do Exército japonês) já participaram no mês passado em manobras conjuntas com o porta-aviões "Carl Vinson" no Mar da China Oriental.

Seúl também estuda participar nas manobras combinadas da frota nipónica e do referido navio de propulsão nuclear da classe Nimitz (a maior do mundo em termos militares) entre os dias 25 e 28 de abril.


As tensões na região subiram substancialmente nos últimos tempos enquanto paira a ameaça de um sexto ensaio nuclear da parte do regime de Pyongyang. O vice-Presidente norte-americano, Mike Pence está a realizar uma viagem pela Ásia, que o levou entre outros à Coreia do Sul e ao Japão e à Austrália.

"Se a Austrália persiste em seguir os passos dos Estados Unidos para isolar e sufocar a Coreia do Norte, isso seria suicidário", declarou um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano citado pela agência oficial da Coreia do Norte KCNA.

Fonte: DN

Marine, a filha de Le Pen que leva a extrema-direita à segunda volta

Quinze anos depois, a extrema-direita francesa volta a marcar presença na segunda volta de umas Presidenciais. Marine, filha do histórico Jean-Marie Le Pen, adota muitos dos temas que motivaram as sucessivas campanhas do pai: o combate à imigração e a oposição à União Europeia.
Eleições França 2017


Marine, a filha de Le Pen que leva a extrema-direita à segunda volta
O nome não deixa margem para dúvidas. Marine Le Pen é a candidata da Frente Nacional, o partido da extrema-direita francesa, fundado pelo próprio pai, Jean-Marie Le Pen. A candidata adota muitos dos temas que motivaram as sucessivas campanhas do pai: o combate à imigração, ao que considera ser o sistema e à oposição à União Europeia.

A agora candidata presidencial é advogada, tendo exercido até 1998. É neste ano que se junta aos quadros do partido liderado pelo pai, na altura como responsável jurídica. Vai aos poucos tornando-se uma personagem crucial do partido, candidatando-se pela primeira vez nas legislativas de 2002, onde surpreende com a passagem à segunda volta. Até hoje nunca conseguirá ser eleita numa eleição legislativa, com o partido a ser prejudicado pela não existência de um sistema proporcional. 

Se falhou como possível deputada, conseguiu logo em 2004 ser eleita eurodeputada. Ao todo, a Frente Nacional elege oito deputados europeus. Ao ser a única eleição francesa baseada em grandes círculos que elegem vários deputados, é nas eleições europeias que a FN consegue constantemente os melhores resultados. Marine mantém-se até hoje como eurodeputada. 

Marine Le Pen assume a liderança da Frente Nacional em 2011. Derrota o candidato Bruno Gollnisch, durante muitos anos vice-presidente de Jean-Marie e visto como seu sucessor natural, antes do crescimento político de Marine. Já sem adversário, é reeleita presidente da FN em 2014.

É responsável por uma forte renovação no partido desde então, vista pelos analistas como uma tentativa de afastar as frequentes associações da FN a movimentos nazis. O ponto mais alto desta estratégia passa pela expulsão do próprio pai, Jean-Marie Le Pen, em 2015.

O partido justifica a decisão com declarações polémicas do fundador da Frente Nacional. O patriarca Le Pen tinha classificado as câmaras de gás como uma mero “detalhe” da Segunda Guerra Mundial e defendido o regime colaboracionista do marechal Pétain. Jean-Marie contestou a decisão do partido nos tribunais franceses. A justiça confirmou a expulsão do fundador mas manteve-lhe o título de “presidente honorário”, como o próprio confirmou recentemente na entrevista à RTP.




A própria campanha tenta deixar para trás o passado da Frente Nacional. A candidata apresenta-se simplesmente como Marine, deixando de fora do material de campanha o nome Le Pen. Também a imagem da Frente Nacional aparece pouco, com a candidata a adotar uma rosa azul como símbolo da candidatura. 

Marine Le Pen é durante largos meses a favorita na primeira volta, apesar de todas as sondagens a darem como derrotada na votação decisiva. Sofre agora a concorrência de Emmanuel Macron. A campanha presidencial fica também marcada por diferentes polémicas, com a candidata a ser acusada de financiar o partido com fundos europeus destinados á atividade dos eurodeputados.

Durante a campanha, Marine desresponsabilizou ainda o Governo francês pelo massacre de Vel D’Hiv, um dos mais negros episódios da história da França sob ocupação nazi. Uma declaração que contrasta com o empenhamento em apresentar-se como líder de um partido que terá mudado e deixado para trás o cariz antissemita.
O que promete Le Pen?

A rutura com a Europa é o principal ponto do compromisso político de Marine Le Pen. A candidata já disse que, caso seja eleita, começará desde logo por retomar o controlo das fronteiras francesas. Marine Le Pen quer ver a França fora do Euro, do Espaço Schengen e da União Europeia.

A candidata promete renegociar os tratados europeus e organizar um referendo para que os franceses decidam se querem ou não permanecer no projeto comunitário. O America First de Donald Trump dá lugar à “prioridade nacional” de Le Pen, que a própria quer inscrever na Constituição. 

A Frente Nacional mantém a longa oposição à imigração. Quer permitir um saldo migratório de 10 mil entradas por ano, acabar com o direito de solo, dificultar o reagrupamento de famílias estrangeiras e o acesso dos filhos de imigrantes às escolas francesas.

Le Pen defende ainda que todas as eleições devem seguir um sistema proporcional, ao contrário do que existe atualmente, e que tem dificultado a transformação dos votos na Frente Nacional em representação efetiva. 

A candidata promete reduzir a idade da reforma para os 60 anos e reduzir o impostos sobre os rendimentos para as classes mais baixas. Os produtos importados serão sujeitos a uma taxa de três por cento e também os salários de cidadãos estrangeiros serão sujeitos a impostos adicionais.

Le Pen cavalga ainda nas questões securitárias. Promete reforça a polícia, o exército francês e expulsar todos os suspeitos estrangeiros de terrorismo. Aposta ainda na construção de mais 40 mil lugares nas cadeias francesas, no reforço do investimento em defesa e na saída da NATO.

Fonte: RTP