sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Caixa Geral de Depósitos passa de prejuízo a lucro em 2017

CGD teve no ano passado um resultado líquido de 51,9 milhões de euros.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) obteve lucros de 51,9 milhões de euros em 2017, depois de no ano anterior ter tido prejuízos históricos de 1.859 milhões de euros, foi anunciado esta sexta-feira.
"Em 2017, a CGD teve um resultado líquido consolidado de 51,9 milhões de euros e um resultado de exploração 'core' de 634 milhões de euros. Assim, pertencem ao passado os prejuízos, a incerteza e a instabilidade institucional", afirmou o presidente do Conselho de Administração do banco público, Emílio Rui Vilar.
Em 2016, o banco público tinha apresentado prejuízos históricos de 1.859 milhões de euros, depois de ter reconhecido um montante de 3.017 milhões de euros em imparidades e provisões.
Lusa

Carnaval no Centro de Portugal: o difícil é escolher onde se divertir!

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Há desfiles, bailes de máscaras e festas um pouco por toda a região. Saiba onde e quando

Chegou a altura do ano em que ninguém leva a mal as brincadeiras! Fevereiro é o mês do Carnaval e o Centro de Portugal é o destino para muitos foliões e visitantes em busca de diversão. Afinal, é nesta região que se vivem alguns dos Carnavais mais tradicionais e populares do país. De Ovar a Torres Vedras, da Figueira da Foz a Canas de Senhorim, de Alcobaça à Mealhada, não faltam os motivos de celebração, que prenunciam a chegada de dias mais longos e soalheiros.
O Centro de Portugal tem apostado numa estratégia de diversificação dos seus produtos turísticos. Uma estratégia que tem alcançado excelentes resultados: somos a região de turismo que mais cresce no país. O Carnaval é um dos pilares dessa estratégia de diversificação, pois tem o condão de trazer, em fevereiro, turistas a vários concelhos da região”, considera Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal. “É um produto que contraria a sazonalidade e que, além disso, contribui para que os visitantes fiquem a conhecer melhor a riqueza cultural da região e que experimentem a sua gastronomia. O investimento que as autarquias e outras entidades fazem no Carnaval tem um retorno claro. É um produto vencedor”, sintetiza.
Carnaval por todo o Centro de Portugal
Na zona mais a norte do Centro de Portugal, sobressaem o Carnaval de Ovar e o Carnaval de Estarreja – dois concelhos muito próximos e, contudo, com formas bem distintas de festejar esta quadra. Em comum partilham a certeza de serem palco de alguns dos melhores Carnavais do país.

Em Ovar, o Carnaval arrancou a 20 de janeiro, com um espetáculo único e diferenciador: o desfile de Carnavais de Portugal. A Caminhada Noturna e o desfile da Chegada do Rei também já aconteceram, mas não vão faltar momentos de grande animação até 13 de fevereiro. Até ao encerramento das festividades, os visitantes podem assistir ao Carnaval Sénior, ao Carnaval das Crianças, aos Bailes de Máscaras, à Noite da Farrapada, à Grande Noite Mágica, às Visitas Guiadas à Aldeia, à Grande Noite de Reis, à Noite Dominó e aos vários concertos do Espaço Folião. E, naturalmente, ao Desfile Noturno das Escolas de Samba e aos Grande Corsos Carnavalescos de Domingo e Terça-Feira.
Mais sobre o Carnaval de Ovar em https://goo.gl/qnrdRw
Em Estarreja, o Carnaval deste ano começou um mês antes. As Oficinas de Figurinos e Gigantones aconteceram no dia 13 de janeiro, abrindo um mês de programação variada. Um dos momentos mais diferenciadores, o Sítio do Carnaval, será aberto ao público no dia 3 de fevereiro, com o ensaio técnico das escolas de samba, para no dia seguinte o corso infantil encher o centro da cidade com a participação de mais de 1400 figurantes. Em crescendo até aos dias dos cortejos, haverá as populares Marchas Luminosas, a Noite Brasil, a Festa da Folia e os Grandes Corsos.
Mais sobre o Carnaval de Estarreja em https://goo.gl/ERgfbQ
Ainda no distrito de Aveiro, outro Carnaval com grande historial é o Carnaval Luso-Brasileiro da Mealhada. O início das festas está agendado para 4 de fevereiro, quando 900 crianças invadirem as ruas no desfile do Carnaval de Palmo e Meio. Até aos dias dos corsos principais, em que participarão quatro escolas de samba, a animação vai concentrar-se numa tenda eletrónica, animada por grupos musicais e DJs.
Mais sobre o Carnaval da Mealhada em https://goo.gl/ZLmqHX
Mais para a costa atlântica, o Carnaval de Buarcos-Figueira da Foz tem conquistado protagonismo, ano após ano. Em 2018 não será diferente. As celebrações tiveram inicio a 27 de janeiro, quando as escolas de samba apresentaram os seus enredos. Os reis do Carnaval chegam no dia 4 à estação da CP, onde serão recebidos com animação e samba. Outros momentos marcantes serão o Carnaval Infantil Solidário, com o lema “Nesta Folia não há Barriga Vazia”, o desfile noturno das escolas de samba e, claro, os corsos de 11 e 13 de fevereiro.
Mais sobre o Carnaval de Buarcos em https://goo.gl/AZRkWk
Continuando a descer pelo litoral, o Carnaval de Alcobaça é paragem obrigatória. O programa, dedicado a todos os públicos, tem início no dia 8, com um baile de Carnaval para a população sénior, mas aberto a todos os foliões. No dia seguinte, serão os mais pequenos a sair à rua e apresentar as suas próprias fantasias no desfile das escolas. Até dia 14, haverá muita música, animação e, claro, os desfiles de 11 e 13.
Mais sobre o Carnaval de Alcobaça em https://goo.gl/PkmZgM
Na Nazaré, o Carnaval atrai também milhares de turistas, pelas muitas atividades que proporciona. No dia 3, há a saída de grupos como os “Bicicletas”, “Trotinetas”, “Sakanagem”, “Alberqueras” e “Tenantas”, que desfilam ao longo da vila, anunciando a chegada do Carnaval. Até dia 13, há o Carnaval da Criança, o Desfile Noturno e os dois desfiles principais (o de domingo é o desfile “infernal”, com muita algazarra, e o de terça-feira é mais tradicional), além de bailes de máscaras e bailes de rua.
Mais sobre o Carnaval da Nazaré em https://goo.gl/ix9tuW
Ainda mais para sul no Centro de Portugal, chegamos a Torres Vedras, destino daquele que é considerado, há muito, o “Carnaval mais português de Portugal”. “Mares e Oceanos” é o tema da edição deste ano. De 9 a 14 de fevereiro, haverá múltiplos motivos de interesse. O corso escolar, os corsos diurnos e noturnos, os carros alegóricos, os cocotes, as tradicionais matrafonas, os grupos de mascarados, os zés-pereiras, os cabeçudos, suas Altezas Reais... Durante 6 dias e 5 noites, Torres Vedras não dorme. Se procura diversão, este é o sítio a visitar!
Mais sobre o Carnaval de Torres Vedras em https://goo.gl/5N7VFB
Carnavais peculiares e tradicionais no interior 
Há outros Carnavais no Centro de Portugal que merecem a atenção de todos, por proporcionarem experiências diferentes.

Um caso exemplar é o Carnaval de Canas de Senhorim, no concelho de Nelas. Aqui, uma rivalidade com mais de 400 anos manda que dois bairros da vila, o Paço e o Rossio, desfilem em despique. As duas marchas carnavalescas percorrem as ruas, na Terça-Feira de Carnaval, e entram em despique no cruzamento principal. A marcha que cantar e dançar com mais alegria é a vencedora. Mas há mais nesta festa: a Farinhada, em que as raparigas que tiverem a ousadia de sair de casa correm o risco de serem enfarinhadas, ou a Feira das Velhas, com marchas e fatos de outras eras.
Mais sobre o Carnaval de Canas de Senhorim em https://goo.gl/ZzJc8Z
Muito peculiar é igualmente o Carnaval de Cabanas de Viriato. Nesta localidade do concelho de Carregal do Sal, as festas carnavalescas comemoram-se desde o século XIX e celebrizaram-se pela tradicional “Dança dos Cús”: ao terceiro compasso da música - uma valsa tocada pela filarmónica - os pares, divididos em duas filas, viram-se para o centro e chocam os traseiros. Uma forma espontânea e divertida de brincar ao Carnaval. Mas há mais neste Carnaval, desde bailes e desfiles ao Carnaval da Criança.
Mais sobre o Carnaval de Cabanas de Viriato em https://goo.gl/tQdnMq
Diferente é também a Corrida do Entrudo das Aldeias do Xisto, em Góis, na Serra da Lousã. Esta acontece no dia 11 e é uma forma tradicional de brincar ao Entrudo, que recorda outros tempos. Procura-se roupa e objetos velhos, algo que oculte o rosto, e de seguida brinca-se… São realizadas "corridas" às aldeias vizinhas e tudo é permitido: declamar quadras jocosas sobre os habitantes dessas aldeias, atormentar as velhas e seduzir as novas!
Mais sobre a Corrida do Entrudo das Aldeias do Xisto em https://goo.gl/2VzNQ5
Seria fastidioso elencar todos os Carnavais que acontecem no Centro de Portugal. Afinal, esta é uma região com 100 municípios. Além dos mais famosos, há desfiles e festas em CadavalFigueiró dos VinhosFundãoMiraMira de AireOleiros… e muitos mais.
A festa vai começar!
Sobre o Turismo Centro de Portugal:
Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.



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O diabo do bloco central

Se dúvidas houvesse sobre a inevitabilidade do fim do passismo, a eleição do novo líder do PSD veio confirmá-las. Antes de Rui Rio, os entendimentos entre os partidos do bloco central serviam apenas de arma de arremesso mútuo. Agora a sua possibilidade teórica tornou-se o tema político “du jour”.
André  Veríssimo
André Veríssimo 01 de fevereiro de 2018 às 23:00
O tema causa especial ansiedade no PCP e no Bloco. Além da disponibilidade manifestada por Rui Rio para entendimentos com o PS, ela foi sublinhada com especial ênfase por outras figuras gradas do PSD. A frase mais marcante foi de Manuela Ferreira Leite: o "PSD deve vender a alma ao diabo [o PS] para pôr a esquerda na rua".


Passos Coelho pode ser passado, mas a metáfora do diabo pegou de estaca. O líder comunista, Jerónimo de Sousa, também se socorreu dela. "Não se pode estar bem com Deus e com o diabo [o PSD] ao mesmo tempo", atirou numa entrevista ao Público publicada esta quinta-feira.


O aviso é feito mesmo depois de António Costa ter vindo dizer que não mudará de parceiros – "Quando se está bem acompanhado, o que é que se faz? Não se muda de companhia" – e Pedro Nuno Santos ter dito ao Expresso que "a maioria esmagadora do PS" quer alianças com a esquerda.


O líder do PCP não ficou, naturalmente, descansado. Afinal de contas, o PS_começou por saudar a disponibilidade para entendimentos manifestada por Rui Rio. António Costa apelou, num passado não muito distante, a entendimentos com o PSD em matérias como as grandes obras públicas. E sabe-se que o Presidente da República irá pressionar para que esse assuma esse tipo de compromissos em políticas públicas de médio e longo prazo.


Aquilo que se perspectiva é exactamente o que Jerónimo de Sousa diz não querer: um PS que se dá com Deus e o diabo. Ou seja, um PS que viabiliza orçamentos e mudanças na legislação laboral com PCP e Bloco, mas procurará entendimentos em questões como os fundos europeus com o PSD de Rui Rio.


A geometria variável do Parlamento passou a ter outra flexibilidade para o PS e António Costa. Claro que PCP e Bloco não deixarão de atirar aguçadas farpas ao PS se este se associar aos sociais-democratas. O CDS, esse, ficará comodamente a ver de fora. Claro que tudo não passará do registo de um bloco central informal. Bloco central à séria, como em 1983, só mesmo se o diabo vier. Neste caso, o de Passos Coelho

Fonte: Jornal de Negócios


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Fenprof regressa às greves para pressionar ministério

Fenprof realiza hoje um plenário nacional de professores na Faculdade de Farmácia. Em cima da mesa está o regresso à luta
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Está prestes a esgotar-se a margem de manobra conquistada pelo Ministério da Educação com a assinatura, em novembro, de uma declaração de compromisso com os sindicatos de professores. A falta de avanços negociais, em particular nos temas do reposicionamento nas carreiras e da recuperação do tempo de serviço congelado, está a criar um mal-estar que a generalidade das organizações do setor já não esconde. Em declarações ao DN, Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), avisa que se as coisas não mudarem rapidamente as greves e as manifestações deverão estar de volta já no terceiro período.
"A nossa opinião é de que o Ministério da Educação, neste momento, está a usar uma estratégia que é adiar as negociações", disse.
"A declaração de compromisso de novembro foi muito importante", ressalvou. "O que estava para ficar estabelecido antes dela", recordou, "era que não havia recuperação nenhuma do tempo de serviço dos professores e que os professores retidos no 1.º escalão teriam um reposicionamento ao longo de dois anos, tendo-se definido que esse reposicionamento terá efeitos [retroativos] a 1 de Janeiro de 2018."
No entanto, acrescentou, tardam em surgir avanços sobre estes e outros temas contemplados no acordo, como as questões do envelhecimento da classe e dos horários de trabalho. "Abertura para discutir há, reuniões negociais marcadas não faltam. Já soluções, medidas... não está nada fechado mas está sempre tudo a ser adiado. E estar sempre a ser adiado não vamos permitir", avisou. "Estas questões têm de ter resposta no segundo período. O mês de fevereiro tem de ter propostas concretas e soluções efetivas."
É neste contexto que surge o "plenário nacional de professores" agendado para esta quinta-feira, pelas 15.00, em Lisboa. A Fenprof reservou o Grande Auditório da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa e os seus sindicatos, de norte a sul, estão a organizar autocarros para transportar docentes ao evento, com o claro objetivo de transmitir uma posição de força ao governo. Formalmente, a reunião servirá para avaliar as negociações com o governo, discutir e aprovar a ação a desenvolver. Mário Nogueira garante que, no final, a posição da Fenprof será "aquela que os professores decidirem". No entanto, também não esconde que do secretariado nacional virá a recomendação para o regresso à luta caso não se registe uma evolução favorável nas negociações com a tutela.
"Voltar à grande ação"
"Fevereiro tem de ser o mês da negociação das medidas", insistiu. "No final do segundo período, no dia 23 de março, as coisas têm de ter uma solução prevista. Se em fevereiro houver um vazio nas negociações, o que vamos propor ao plenário é que em março regresse a luta. E já não será a luta através de uma concentração, uma vigília ou um abaixo-assinado", avisou. "Será voltar às greves, voltar à rua, voltar à grande ação. É isso que vamos propor ao plenário", resumiu. As diferentes organizações sindicais de professores (afetas à CGTP, UGT e independentes) convergiram nos protestos de novembro do ano passado, culminados com uma manifestação e uma greve no dia 15 de novembro que acabaram por forçar o Ministério das Finanças a juntar-se ao da Educação na mesa das negociações.
O objetivo da Fenprof é manter essa aproximação - que já não acontecia desde os governos de José Sócrates. Por isso, disse Mário Nogueira, as posições que venham a ser tomadas no plenário, e que serão votadas pelos 85 conselheiros nacionais da federação sindical no sábado, também serão debatidas com as outras estruturas. "Se o conselho nacional aprovar essas ações - e à partida não deverá afastar-se do que vier a ser proposto no plenário -, estas serão para levar a uma reunião que teremos no dia 9 com todos os sindicatos. Em convergência esta luta ganha mais força."


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Opinião: Bombeiros Assalariados VS Bombeiros Profissionais – Reembolso de Formação

Para os que ainda não sabiam o artigo 26 no seu numero 4 do decreto-lei nº 241/2007, de 21 de junho, alterado e republicado pelo decreto-lei nº 249/2012, de 21 de novembro prevê o reembolso do salário correspondente aos dias de ausência do bombeiro do seu local de trabalho, até ao máximo de 15 dias por ano, para frequência de cursos de formação na ENB, sendo da competência da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) o reembolso de tais importâncias assim como a condução do processo administrativo com as Associação Humanitárias de Bombeiros.

Até aqui tudo bem, a grande maioria dos Bombeiros desconhece esta possibilidade e talvez nem todos os comandos e direções conhecem o correto procedimento para pedir o dito reembolso e isso leva a que muitos empresários saiam prejudicados sem qualquer necessidade ou até mesmo aos Bombeiros Voluntários a gozar férias para não perderem remunerações.
Esta uma medida merece aplausos dado que as empresas não devem ser prejudicadas do ponto de vista financeiro pela dispensa dos seus funcionários na melhoria pedagógica dos seus colaboradores que em simultâneo são também Bombeiros Voluntários.
O problema é o mesmo de sempre, há uma dificuldade muito grande das entidades públicas em distinguir um bombeiro profissional de um assalariado. Há problemas vários em que Normas de Execução Permanente da ANPC vão além daquilo que o Decreto-lei define e proíbe coisas que não fazem qualquer sentido, ou que pelo menos da leitura da lei não se consegue retirar o porquê.
Ora a ANPC que tanta vez fala das tais instituições de direito privado, que denominamos de Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários (AHBV) são também elas “patrões” de vários bombeiros voluntários que, para o desempenho da sua missão, precisam igualmente de frequentar ações de formação da Escola Nacional de Bombeiros.
O fato de se ser funcionário de uma AHBV não implica que se exerça funções de Bombeiro até porque, instituições públicas e até algumas semi-públicas assumem que os funcionários das associações humanitárias não são bombeiros profissionais mas sim funcionários assalariados das AHBV.
Tudo isto para vos dizer que, apesar de o decreto-lei se sobrepor a qualquer NEP de qualquer presidente seja lá do que for, a ANPC em 2014 lançou a NEP 1/UAV/2014 (que pode ler aqui) que diz algo deste género:
“NÃO HÁ LUGAR A REEMBOLSO DE SALÁRIOS PERDIDOS OU RESSARCIMENTO DA ENTIDADE PATRONAL QUANDO ESTA É A PRÓPRIA ENTIDADE DETENTORA DO CORPO DE BOMBEIROS A QUE O ELEMENTO, PARTICIPANTE NAS AÇÕES DE FORMAÇÃO, PERTENCE.”
Se isto não é mais um atentado às AHBV então digam-me ou esclareçam-me do que se trata.
Ricardo Correia
Presidente da Associação Bombeiros para Sempre – ricardo@bps.com.pt


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Metallica tocam “A Minha Casinha” dos Xutos & Pontapés numa dedicatória a Zé Pedro

Os Metallica homenagearam Zé Pedro com uma versão de "A Minha Casinha", dos Xutos & Pontapés, no concerto que deram esta noite na Altice Arena, em Lisboa.
Sensivelmente a meio do concerto, James Hetfield dirigiu-se à plateia dizendo que Kirk Hammett e Robert Trujillo iam tocar uma canção local. "Esta canção é dedicada a Zé Pedro", diz Trujillo antes de, perante surpresa geral, começarem a tocar os primeiros acordes de "A Minha Casinha".
Seguiu-se então um momento arrepiante, com o baixista a cantar alguns versos do êxito dos Xutos & Pontapés e o público a tratar do resto. Veja o vídeo, partilhado por um fã, abaixo.
Blitz

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Comissões bancárias tiram cinco milhões de euros por dia das contas dos clientes

CGD agravou preçário para jovens e idosos a partir de março desencadeando um coro de críticas, ao banco e ao Governo
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Já são poucos os abrigos para quem quer escapar às comissões bancárias. Nos últimos anos, os preçários dos bancos dispararam e, só para se ter uma conta à ordem em Portugal, já são pedidos, em média, 63 euros por ano para "manutenção". A fatura conjunta surpreende: as comissões bancárias levam cinco milhões de euros por dia aos portugueses; 1,8 mil milhões de euros ao fim de um ano, segundo as contas da Deco. As comissões valiam, na primeira metade do ano passado, 35% das receitas dos bancos; um ano antes era 34% e 31% em 2010.
O agravamento mais recente é o da Caixa Geral de Depósitos. O banco do Estado reviu a tabela de preços e, a partir de março, os custos vão subir. Jovens, reformados e empresas vão sentir o maior aumento. As reações não se fizeram esperar.
"A tendência tem sido de aumento generalizado das comissões na banca portuguesa, acima do aumento da inflação, uma matriz normalmente utilizada pelos bancos para justificar estes ajustes nos preços", alerta Nuno Rico, economista da Associação para Defesa do Consumidor. Nos últimos doze meses, as comissões bancárias aplicadas pelos bancos a operar em Portugal avançaram mais de 6%, um crescimento que foi acompanhado pelos cinco maiores bancos (BCP, BPI, CGD, Novo Banco e Santander Totta). Bem acima da inflação, que se ficou por 1,4%.
"Só a comissão de manutenção de conta aumentou 45% nos últimos dez anos." E não são apenas os aumentos que pesam nas contas dos portugueses. "Nos últimos dois a três anos, os bancos cortaram fortemente nas isenções." Isto é, os bancos endureceram os critérios que permitem a um cliente não pagar uma taxa pela manutenção.
"Um dos casos é o das contas ordenado. Antes domiciliar o ordenado garantia uma isenção, mas atualmente os bancos criaram condicionamentos adicionais" que fizeram disparar em 30% o custo de uma conta ordenado, estima Nuno Rico.
O fim das isenções explica parte do novo preçário da Caixa Geral de Depósitos, que já tinha previstos aumentos desde o ano passado. Em maio de 2017, Paulo Macedo sinalizou que as comissões teriam de aumentar em 100 milhões em quatro anos. Admitiu que não seria uma correria, mas menos de um ano depois os aumentos estão de volta.
Os primeiros a sentir serão os clientes jovens - Megacartão Jovem -, que em março começam a pagar comissão de manutenção de conta à ordem. Um mês depois, serão os reformados que utilizem a caderneta no balcão para fazer levantamentos que passam a pagar 1,04 euros, e em abril surgem agravamentos no pedido e a utilização de cheques. Em junho, os preços sobem para as empresas em serviços relacionados com remessas de exportação e importação, créditos documentários e garantias bancárias.
A Deco lembra que escapar ao pagamento de uma comissão de manutenção será uma missão quase impossível. De fora ficam, por enquanto, os reformados com mais de 65 anos que recebam uma pensão até 870 euros e as contas com um único titular até 25 anos. Os restantes clientes serão chamados a pagar 61,80 por ano - exceto se usarem os cartões de crédito e débito pelo menos uma vez a cada três meses. Mas, por sua vez, pagarão anuidades e custos dos restantes produtos contratados, como cartões de débito ou as transferências interbancárias online. Evitar pagamentos já só é possível, praticamente na banca online e no Banco CTT, alerta Nuno Rico.
As críticas à CGD subiram de tom, no dia em que Paulo Macedo comemorou um ano à frente do banco público. António Costa foi confrontado pelos deputados por causa do novo preçário, mas o primeiro-ministro argumentou que não entende "a função acionista como intervindo nos atos de gestão". Lembrou ainda que não é "administrador da Caixa". Mas não convenceu. O Bloco de Esquerda quer que o ministro das Finanças trave o aumento que considera abusivo; e a CGTP "considera inaceitável que o banco público continue a agravar os custos, chegando a cobrar comissões mais elevadas do que a banca privada".
Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente, veio meter água na fervura, lembrando que a recuperação do banco "exige sacrifícios" que "se justificam em geral".
Ana Margarida Pinheiro / DN
Comentário: Este artista surripiou a isenção das taxas moderadoras aos dadores de sangue, enquanto foi ministro da saúde, agora limpa os bolsos dos mais fracos, que mal têm dinheiro para os medicamentos e para se alimentarem condignamente, para tapar os milhões que meia dúzia de chicos espertos gamaram.
Assim vai este mísero País. O Povo gosta de ser sacrificado. Para não pensar nas aflições vêem telenovelas e jogos de futebol, para de seguida adormecerem.
J. Carlos


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