terça-feira, 24 de julho de 2018

Macroscópio – Dos “paladares” de Cuba ao nosso alojamento local: o socialismo é sempre o socialismo

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Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!
Twitter @jmf1957

A única vez que estive em Cuba, há já quase 20 anos, o país estava sair do chamado “período especial” – os anos de enormes dificuldades económicas que se seguiu à queda do comunismo no Leste europeu e à perda dos principais financiadores do castrismo – e, precisamente porque a economia estatal tinha colapsado, o regime autorizara que as famílias abrissem as portas de suas casas e criassem pequenos restaurantes para turistas que ficaram conhecidos por “paladares”. De imediato se multiplicaram estas casas modestas onde se servia uma saborosa comida caseira, pelo que Fidel apressou-se a conter este entusiasmo com a economia privada: cada família só podia ter um “paladar”, e cada “paladar” só podia ter 12 lugares. Mais do que isso permitiria que os mais industriosos “enriquecessem”, porventura num processo que os marxistas designam por “acumulação primitiva do capital”, e isso podia fazer esmaecer os encantos do socialismo e tornar mais evidentes as limitações da economia privada. Com o passar dos anos o limite ao número de lugares passou para 20 e, já sem Fidel aos comandos, para 50, mas a preocupação central mantem-se: ninguém pode enriquecer por obra e graça do seu talento e trabalho. 
 
Não pude deixar de me lembrar destes “paladares” sob vigilância castrista quando assisti, nas últimas semanas, ao debate sobre as limitações ao alojamento local. Nós não vivemos nenhum “período especial” como o cubano, mas tivemos uma bancarrota e uma crise; entre nós não surgiram “paladares”, mas para milhares de famílias o alojamento local foi o oxigénio que lhes permitiu respirar nos momentos de maior aperto. E se estes dois paralelos não fossem suficientes, eis que se andou a debater um limite de sete alojamentos locais por proprietário, uma norma que acabou por cair mas que não seria assim tão diferente da norma “anti-enriquecimento” da Cuba de Fidel. Enfim, detalhes de um debate que as férias parlamentares obrigaram a terminar, porventura sem ponderação suficiente e tempo para aferir do efeito das leis já em vigor e que são bem recentes. Daqui que o tenha selecionado para o Macroscópio de hoje, sem grande esperança de comover corações, mas ao menos deixando alguma informação essencial e algumas reflexões. 
 
Para abrir, o que esteve e está em causa, algo que o Observador explicava em Alojamento Local. O que muda, porque muda e os riscos da mudança e o Jornal de Negócios também expunha, num tom mais descritivo, em Dez perguntas e respostas sobre as alterações ao alojamento local. As questões levantadas no Observador eram quatro – O que muda na lei do alojamento local?; Porque muda a lei do alojamento local?; Os riscos da lei. Da vingança pessoal ao Turismo; e Qual o peso do Alojamento Local em Portugal?– e no texto alinhavam-se argumentos de defensores e críticos da nova legislação. Entre os críticos destaque para Eduardo Miranda, presidente da ALEP, para quem “as alterações à lei vão trazer “consequências gravíssimas para o Turismo, que é o motor da economia”. Eduardo Miranda adverte que “um terço dos turistas que escolhem Portugal ficam em alojamentos locais e muitos vêm pela experiência do alojamento local”. Ou seja: se o setor sofrer, Portugal perde uma vantagem competitiva que tinha para outros países.” Mais: por virtude das alterações das regras dos condomínios, “os titulares de alojamento local passam a estar “completamente reféns do interesse dos vizinhos, levando à possibilidade de birras pessoais. Por hipótese, se houver alguém que tem problemas com o vizinho há anos, pode juntar-se a outros vizinhos com quem se dê bem para estragar o negócio ao vizinho com quem se dá mal”.
 
Quanto a informação de enquadramento, referência ainda ao facto de uma sondagem ter mostrado que os Lisboetas vêem com bons olhos o aumento do turismo na cidade e de existirem dúvidas sobre se Bruxelas tem ou não de aprovar as quotas das câmaras portuguesas para o alojamento local. Há mesmo quem ache que “Isto vai acabar nos tribunais”

Twitter @jmf1957

Relativamente ao argumentário, começo por algumas tomadas de posição de quem está ligado ao sector, como Ana Jacinto, Secretária-Geral da AHRESP, uma associação do ramo do turismo, que num texto no Diário de Notícias pediu Mais respeito pelo alojamento local: “Dos estudos que a AHRESP realizou, surge a clara conclusão de que a maioria dos imóveis estavam desocupados antes de serem convertidos em AL. Em Lisboa, por exemplo, grande parte dos edifícios da Baixa estavam devolutos. Aqui sim, o alojamento local é o grande responsável, mas pela reabilitação urbana e por um novo dinamismo, especialmente nos centros históricos das cidades, com impacto em todo o comércio e em toda a restauração.Um outro aspeto, não menos importante, tem que ver com os efeitos positivos que esta atividade tem tido na nossa economia, e que não pode ser descurado. Em 2016, o AL já representa 1% do PIB nacional, tendo criado oito mil postos de trabalho, só na Área Metropolitana de Lisboa.”
 
A estes argumentos económicos juntam-se argumentos que deveriam ser de bom senso, pois recordam que a cidade que hoje se diz perdida para os turistas tinha antes sido perdida ou para escritórios ou simplesmente abandonada, como recordou Vera Gouveia Barros no jornal online Eco, em O monopólio a recuperar o sentido: “Durante anos (e anos em que a população portuguesa estava a aumentar, ao contrário do que sucede agora), escritórios de advogados, consultórios médicos, sedes de empresas ou instalações de organizações várias tomaram conta de prédios de habitação. Nunca foi um problema. Tal como não foi um problema que a nova lei do financiamento dos partidos desse a estes a hipótese de ocupar gratuitamente os imóveis do Estado. Ou que para eles não haja pagamento de IMI. O alojamento local é que é o óbice à disponibilidade de habitações. Mesmo quando estudos mostram que mais de metade das unidades se instalou em imóveis que estavam desocupados.
 
Numa prosa mais pessoal, e por isso mais calorosa, Ana Só Lopes, ainda no jornal i, lembrou em A fúria contra o alojamento local e a turismofobia que “Lisboa reconstruiu-se com o turismo. Todo o discurso que está subjacente à guerra contra o alojamento local e ao turismo radica numa falta de memória do que era a Lisboa degradada de há apenas 10 anos e numa nostalgia de centro histórico paradisíaco que nunca existiu.”
 
Num texto mais longo, mais argumentado e mais sistemático, Ricardo Arroja procurou explicar no jornal online Eco porque é que, com a nova legislação, O alojamento local foi torpedeado. Eis uma passagem do seu texto: “A exemplo da proposta de lei de bases da habitação (...) – que se arroga o direito de definir “a dimensão adequada da habitação” dos portugueses – as alterações legislativas de ontem seguem o mesmo sentido de estatização do investimento e de limitação dos direitos de propriedade dos investidores. Só assim se consegue compreender a atracção do legislador pela definição de um número máximo de estabelecimentos por proprietário.”

Twitter @jmf1957

“Estatização do investimento”, “limitação dos direitos de propriedade”: eis dois comportamentos típicos do socialismo cubano e, pelos vistos, tentadores para o socialismo português, mesmo para o mais moderado. E como assim vou mesmo terminar remetendo-vos para o texto de ontem de Helena Matos, Quantos votos vale um senhorio? A prosa merece que passem os olhos por ela, pelo que só deixo este aperitivo, entre o divertido e o trágico, inspirado pelo famoso limite à propriedade de alojamentos locais: “Porquê sete? Porque não dez? Cinco? Uma dúzia? Admitindo que este tecto máximo não foi definido a partir da canção de roda “Sete e sete são catorze/ com mais sete vinte um/ tenho sete namorados/ mas não gosto de nenhum” em que se baseia este limite? Por outro lado a ideia de que existe uma “sobrecarga do alojamento local face ao volume para habitação” é uma mistificação pois o alojamento local não roubou fogos à habitação: a maioria dos fogos afectados ao alojamento local estavam devolutos.”
 
De resto por aqui me fico para começo desta semana, não vos tomando mais tempo. Bom descanso e boas leituras. 
 
 
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LA MARCA ULTRA PREMIUM LG SIGNATURE LLEGA A MÉXICO


por Yesica Flores
El mercado de lujo en México, una gran oportunidad para esta nueva marca
La renombrada marca de electrónicos y electrodomésticos exclusivos LG SIGNATURE ha seleccionado a México como su próximo destino para posicionarse en el mercado premium, donde el número de consumidores de artículos de lujo continuará creciendo en los próximos años, de acuerdo con reportes de Euromonitor International.
México se ha convertido en un atractivo mercado para las marcas premium tras ubicarse como el noveno país con mayor número de consumidores de alto poder adquisitivo en el mundo, número que se estima aumente 68% para el 2020 de acuerdo con el Informe Global de Riqueza de Credit Suisse. De darse este crecimiento, México se convertiría en la principal potencia de la región Latinoamericana para este segmento.
Con su presentación oficial en México durante el mes de agosto, este será el primer país de América Latina en recibir a la marca. Actualmente LG SIGNATURE se encuentra disponible en ciudades como Dubái, Milán, Sídney y Nueva York, capitales del lujo y la moda por excelencia.
The Art of Essence es la filosofía detrás de LG SIGNATURE, la cual busca eliminar los elementos innecesarios con su diseño minimalista, para abrir paso a la elegancia de la simplicidad y la vanguardia en tecnología. La sofisticada familia LG SIGNATURE está compuesta por cuatro impecables productos: el multipremiado y ultra delgado televisor LG OLED W8, el cual ofrece una experiencia de uso inmersiva gracias a su tecnología Dolby Atmos® y Dolby Vision™, que se complementa con su tecnología exclusiva de Inteligencia Artificial ThinQ™ (AI); el refrigerador con puerta de cristal InstaView Door-in-Door™ que ha impactado por su innovador diseño y sus puertas con apertura automática; la sofisticada lavadora TwinWash™ con tecnología Centum System™ para un funcionamiento casi imperceptible y con tecnología de lavado para el cuidado impecable de las prendas más preciadas; finalmente, el poderoso e intuitivo purificador de aire con tecnología Watering System, que utiliza la pureza del agua para revitalizar el entorno y mantener un nivel de humedad ideal.
“Desde su concepción hasta la experiencia de uso del consumidor, la línea de productos LG SIGNATURE ha sido diseñada como un complemento del estilo de vida de los usuarios más exigentes que buscan únicamente los mejores productos”, comentó Gemma Abad, Directora de Marketing de LG Electronics México.
La preventa de los productos LG SIGNATURE se encuentra actualmente disponible para clientes exclusivos de las tiendas departamentales más importantes del país, quienes disfrutarán de beneficios únicos al formar parte del LG SIGNATURE Club.

La economía circular un modelo que permitirá el crecimiento de las empresas


por Yesica Flores
La economía circular no sólo contribuye en la preservación del medio ambiente, sino que también le brinda una oportunidad a las empresas para reducir sus costos y crear modelos económicos nuevos y virtuosos.
La escasez de los recursos, el aumento en las emisiones de gases de efecto invernadero, así como los plásticos que contaminan los océanos, son algunas de las preocupaciones que ya no son compatibles con el modelo económico lineal basado en crear- usar – desechar. La economía circular, por el contrario, convierte la basura en nuevos recursos para implementar un ciclo de creación – uso – reutilización. Un cambio de paradigma que está alentando a las compañías a reconsiderar por completo sus estrategias y procesos de producción, puesto que el problema no sólo es ambiental, sino también económico.
Generando ahorros
Para los negocios, el primer impacto positivo de la economía circular es la reducción de los costos. De acuerdo con la Fundación Ellen MacArthur, las materias primas representan entre el 40 y 60% de los costos básicos que tienen que realizar las empresas manufactureras. Los costos son altos porque la mayoría de estos recursos son importados y escasos, incluidos los combustibles fósiles.
Este nuevo modelo puede reducir en gran medida los costos al reciclar los desechos. El informe de la Fundación Ellen MacArthur estima que en Europa se podrían ahorrar 600 mil millones de dólares en recursos primarios para 2030. Por otra parte, si tomamos en cuenta que en México la industria manufacturera es de suma importancia, la economía circular podría no sólo mejorar sus procesos de producción, sino reducir costos a la par que disminuyen su huella ambiental.
Actualmente, Veolia -compañía global líder en la gestión de agua, residuos y energía – desarrolla procesos innovadores para crear accesos, preservar y recargar los recursos naturales y de esa manera responder a las necesidades emergentes a nivel global. Cuenta con diversos proyectos basados en la economía circular, en Europa, específicamente en Bruselas, donde se producen bioplásticos a partir de aguas residuales; a nivel regional, en Chile, recuperan el cobre de los tanques de sedimentación.
Según datos del Instituto Nacional de Estadística y Geografía (INEGI) en el país, el Producto Interno Bruto (PIB) de la industria manufacturera creció 3.4% en 2017, el más alto reportado hasta 2014, por lo que sería oportuno considerar este modelo como una herramienta para seguir incentivando el crecimiento.
Asimismo, las empresas pueden disminuir de manera significativa sus costos de eliminación de desechos, especialmente en países con regulaciones estrictas, como Bélgica o el Reino Unido, donde las empresas pagan un impuesto a los vertederos pesados.
“En el caso de México, en nuestras diversas actividades de Agua, Residuos y Energía implementamos distintas estrategias para contribuir con el crecimiento del mercado y ofrecer una cartera de servicios únicos e integrales que agreguen valor con los intereses de nuestros clientes, permitiéndoles integrarse al modelo de economía circular a la par que reducen su huella ambiental” puntualizó Lillian Salazar, Directora de Comunicación Corporativa de Veolia México
Contribuye en la creación de trabajos y aumenta el capital
La economía circular también tiene un impacto positivo en términos de creación de valor y empleo. Transformar los residuos en recursos significa desarrollar nuevas funciones para repensar la cadena de producción y productos de diseño ecológico. También alienta a nuevos sectores que reparan, reutilizan y reciclan para seguir desarrollándose.
De igual forma, tiene el efecto de reubicar la producción dentro del territorio nacional. El modelo actual externaliza la producción, pero cuando los residuos se recuperan localmente, ofrecerá una fuente de suministro directa y de bajo costo para las industrias.
La Fundación Ellen MacArthur estima que, en total, la economía circular podría generar un aumento de 7 puntos porcentuales en el PIB de Europa para 2030. Aún no se estima el beneficio económico para América Latina, sin embargo, debemos recordar que en la región viven 625 millones de habitantes y en pocos años cerca del 80% de la población se concentrará en áreas urbanas, por lo que, para cumplir con la demanda alimenticia de una población que crece a este ritmo se deberán producir un 50% más de alimentos, 45% más de energía y un 30% más de agua para 2030.
Por otra parte, en cuanto a la generación de empleo este nuevo modelo de economía, podría generar una gran cantidad de trabajos. Emeric Fortin, profesor de la École des Ponts- escuela nacional de puentes y caminos de relevancia en Francia- enumera tres tipos que podrán ser fundamentales: aquellos necesarios para clasificar los residuos, con las operaciones de tratamiento y procesamiento, así como el ecodiseño, que incluye el diseño de productos desde una perspectiva circular, es decir, que están hechos con materiales reciclados que se puede recuperar cuando llegan al final de sus vidas.
Lo relevante del tema no es que tantos proyectos existen hoy en día, si no tener en cuenta que debido al constante aumento en la demanda de los recursos básicos, este modelo, sin lugar a dudas se convertirá en la herramienta que permita cumplir con ellas y contribuir en extender la vida del planeta tierra.
Información de Livingcircular.com Powered by Veolia https://www.livingcircular.veolia.com/en

Kronos empodera a los gerentes y empleados con un Chatbot en el lugar de trabajo


por Yesica Flores
La colaboración con Microsoft amplía la innovación de la tecnología de próxima generación, Workforce Dimensions, a través de la plataforma de Microsoft Teams, Microsoft Outlook y Microsoft Power BI
Kronos Incorporated anuncia su nueva colaboración con Microsoft a través del Programa de Socios Tecnológicos de Workforce Dimensions para ofrecer herramientas innovadoras que empoderan a toda la fuerza laboral, ya sea para el pago por hora o por jornada completa de un gerente o un empleado.
Con un chatbot desarrollado por Workforce Dimensions dentro de Microsoft Teams que se encuentra disponible para ayudar a los empleados y gerentes a resolver problemas de administración laboral, la colaboración también ofrece integraciones poderosas entre Workforce Dimensions, Microsoft Outlook y Microsoft Power BI, que ayudan a los colaboradores a tomar decisiones importantes en cualquier momento, desde cualquier lugar y cualquier dispositivo.
Hechos
• Las organizaciones que implementan, la solución de administración de la fuerza laboral de próxima generación de Kronos, Workforce Dimensions y Teams, la plataforma de colaboración digital de Microsoft para empresas, ahora tienen acceso a un chatbot (asistente virtual) que brinda respuestas inmediatas a preguntas cotidianas.
o Los empleados utilizan el chatbot para solicitar y obtener vacaciones o permisos en tiempo real sin necesidad de iniciar sesión en múltiples aplicaciones, lo que reduce los intervalos de tiempo del software que desencadena los procesos y desvincula a los empleados. El chatbot proporciona los saldos de tiempo de espera y detalles del cronograma, incluido el tiempo de descanso solicitado previamente, los próximos turnos y el registro de entrada que el empleado pueda haber perdido.
o Antes de asignar turnos extra, los gerentes pueden preguntarle al chatbot quién está a punto de finalizar su tiempo límite de horas extras para asegurar una distribución equitativa del trabajo y evitar el agotamiento de los colaboradores. El chatbot les permite a los gerentes saber si todos los colaboradores han ingresado, lo cual es importante para una empresa de manufactura que no puede comenzar la línea de producción con una ausencia o donde un empleado puede estar trabajando en un día en particular, como una enfermera que trabaja entre diferentes unidades en un hospital.
o Incorporar Workforce Dimensions dentro de Teams permite tomar decisiones de negocio más rápidas, permitiendo a los gerentes iniciar llamadas instantáneas o videollamadas para resolver preguntas sobre los recursos de programación, colaborar en documentos de Microsoft SharePoint o compartir su pantalla de Workforce Dimensions con un colega en tiempo real, sin salir nunca Teams.
• Los empleados y gerentes pueden ahorrar tiempo enviando, revisando y aprobando solicitudes de tiempo libre y registros de asistencia directamente desde Outlook, facultando aún más a los usuarios para completar estas actividades comunes desde la aplicación que elijan.
• Workforce Dimensions continúa transformando a los gerentes de primera línea en analistas de negocios para resolución de problemas. Un conector para Power BI, la suite de análisis de negocios de Microsoft, permite a los administradores combinar datos operativos y de personal para explorar las tendencias en tiempo real y crear visualizaciones de alto impacto que ilustran conexiones difíciles de detectar, como enlaces entre programación y seguridad.
• El Programa de Socios Tecnológicos de Workforce Dimensions fomenta la colaboración en la entrega de nuevas herramientas para el mundo laboral a través de Workforce Dimensions y la plataforma Kronos D5 preparada para el futuro. Es la primera plataforma de la fuerza laboral moderna e inteligente diseñada para aprovechar las nuevas tecnologías, tales como la Inteligencia Artificial y el Machine Learning, además se integra fácilmente con los sistemas existentes a través de API´s abiertas y amigables para el desarrollador.
• Según el informe de Gartner Prepárese para el futuro de la administración del futuro laboral: "la última generación de aplicaciones para la administración laboral (Workforce Management) incluyen capacidades y características que pueden aumentar, transformar y alterar a la mayoría de las industrias que operan con un gran volumen de trabajadores por hora (como en el retail, manufactura, salud y servicios). Estas capacidades incluyen: automatización de la experiencia del gerente, experiencia del empleado, una fuerza de trabajo flexible, asistentes virtuales (VA) y nuevas plataformas ".

Experimento de jornada de trabalho de apenas 4 dias teve resultados tão bons que esta empresa manterá o esquema

Posted: 23 Jul 2018 03:26 PM PDT
Por oito semanas, os 240 funcionários da Perpetual Guardian trabalharam menos pelo mesmo salário, mas quem realmente saiu ganhando foi a própria empresa
 
Posted: 23 Jul 2018 02:44 PM PDT
Ainda que houvessem especulações de que pertencesse a alguém de status importante no Antigo Egito, o que os arqueólogos acharam dentro do sarcófago foi mais simples e surpreendente
 
Posted: 23 Jul 2018 02:17 PM PDT
Estudo mostra um episódio enorme de canibalismo que aconteceu na vizinhança da nossa galáxia há bilhões de anos e pode explicar melhor as fusões galácticas
 
Posted: 23 Jul 2018 05:11 AM PDT
Vivemos em uma era bastante avançada. Já temos a tecnologia para fazer carros dirigirem sozinhos, enviar nudes instantaneamente para o globo todo e transmitir filmes em dispositivos que cabem em nossos bolsos. Se agora já parece o futuro, então como será realmente o futuro?
 

Programação do Centro de Artes do Espetáculo de Portalegr

12 anos de CAE Portalegre

Divulgação Semanal
Programação do Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre

Mais info em: caeportalegre.blogspot.pt/
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YouTube : youtube.com/c/CAEPortalegreOficial
Instagram: instagram.com/caeportalegre/
Twitter: twitter.com/caeportalegre
5 OUT. SEX. 16.30H
Fernando Mendes "INSÓNIA"
Teatro | GA | 15€ Plateia, 10€ Balcão | M/12 anos

Em ‘Insónia’, Fernando Mendes estará a solo e encarnará na pessoa de Custódio Reis, um vendedor de vinhos e licorosos, que vive com a corda no pescoço, tanto financeiramente, como familiarmente. É o comum português de classe média, que vive afogado em dívidas e créditos.
Custódio encontra-se à beira do divórcio. A mulher, Sónia, esgotou de vez a sua paciência para com um marido que é cada vez mais um falhado e um tipo sem rumo ou grandes objetivos de vida para além de comer, beber e dormir.

Autoria e Encenação: Roberto Pereira
29 SET. SÁB. 21.30H
Ricardo Gordo e os Indecentes
Pop | PA | 5€, preço com CD 10€ | M/4 anos

Grupo rock com originais e covers dos anos 60 e 70, oriundos de uma cidade do interior, outrora Portus Alacer, mais recentemente conhecida por Portalegre.
Este grupo, conduzido pela voz e guitarra elétrica de Ricardo Gordo (que não se contenta apenas com a guitarra portuguesa), tem como base uma secção rítmica de peso, com Filipe Barbas, na bateria, João Caeiro, no baixo e, para que a formação fosse demolidora, Samuel Lupi, na guitarra e harmónica.

Com um currículo abrangente (36ª Concentração Motard de Faro 2017, Festival Ekos 2016 e 2017, Semana Académica de Portalegre, Évora, etc.), e dois trabalhos discográficos editados e distribuídos pela editora Ovação, estes “indecentes” garantem uma sonoridade única, com uma ousadia alentejana regada com os melhores sabores dos anos de ouro do rock.
CINEMA CAEP.
Morada: Praça da Republica nº 39, 7300-109 PortalegreTel: 245 307 498 

Dassault Systèmes impulsa el desarrollo de drones con solución 3D Reinvent de Sky


por Yesica Flores
• Dassault Systèmes lanza nueva solución de experiencia por industria para la industria aeroespacial y de defensa.
• Las empresas emergentes (startups) de movilidad aérea y los fabricantes originales de equipo pequeños como Joby Aviation, pueden reducir el tiempo de desarrollo de los aviones ligeros y prototipos UAV (Vehículo Aéreo no Tripulado) en un 50%.
• La plataforma 3DEXPERIENCE ofrece nuevas formas de inventar soluciones de movilidad aérea en la nube que cambien el mercado.

Dassault Systèmes, la compañía 3DEXPERIENCE, líder mundial en diseño 3D, maquetas digitales tridimensionales y Soluciones de Administración del Ciclo de Vida del Producto (PLM, por sus siglas en inglés) anunció el lanzamiento de Reinvent the Sky (“Reinventar el Cielo”), su nueva solución de experiencia para la industria aeroespacial y de defensa. Basada en la plataforma 3DEXPERIENCE, la herramienta acelera el desarrollo de aviones ligeros y vehículos aéreos no tripulados, desde el concepto hasta el prototipo de trabajo. Dassault Systèmes está ayudando a que las nuevas empresas, los nuevos participantes y los pequeños fabricantes de equipos originales, inventen experiencias de movilidad aérea sustentable que transformen el mercado de la aviación en el Renacimiento de la industria en la actualidad.
"El avión eléctrico tendrá un impacto transformador en el siglo XXI. Estamos desarrollando un vehículo impulsado por energía de despegue y aterrizaje eléctrico autónomo vertical que hará que los desplazamientos sean más rápidos y agradables", dijo JoBen BeVirt, fundador de Joby Aviation. "Una solución basada en la nube permite que nuestra compañía tenga acceso a las mismas herramientas utilizadas por fabricantes mucho más grandes. También agregamos capacidades a medida que cambian nuestras necesidades. Con ”Reinventar el cielo” de Dassault Systèmes, nos enfocamos en desarrollar el mejor prototipo posible, no en gestión de hardware".
Los universos virtuales ofrecen nuevas formas de inventar, aprender y producir que amplían el concepto de movilidad más allá del sector automotriz. En la aviación, reducen los obstáculos que encontraban los innovadores más pequeños para entrar en el mercado creando taxis eléctricos autónomos, drones de entrega y otras soluciones sustentables de movilidad aérea para pasajeros, bienes y ciudades inteligentes.Reinvent the Sky reduce el tiempo de desarrollo de un primer prototipo a la vez que minimiza los costos. Estos son factores clave para acelerar el proceso general de innovación para lanzar un producto al mercado.
"Se espera que la demanda de aviones ligeros y aviones no tripulados de varias misiones alcance los 15 mil millones de dólares en 2020 y que haya al menos 450 proyectos de movilidad terrestre y aérea en marcha en el mundo. Los pequeños fabricantes deben cumplir plazos exactos para obtener una ventaja competitiva, cumplir las expectativas de los inversionistas y mostrar su valor único", dijo David Ziegler, Vicepresidente para la Industria Aeroespacial y de Defensa de Dassault Systèmes. "Reinventar el cielo” les ayuda a separarse del resto, ya que les permite alcanzar certificaciones específicas a tiempo, reducir los costos de la misma, planificar procesos de fabricación exactos y mejorar el rendimiento”.
Diseñado para la innovación de productos para empresas emergentes de movilidad aérea y pequeños fabricantes originales de equipo (OEM’s, por sus siglas en inglés), Reinvent the Sky ofrece acceso escalable en la nube para aplicaciones de diseño y simulación digital en un entorno único, seguro y basado en estándares, con una implementación rápida y fácil. Los equipos multidisciplinarios pueden colaborar en tiempo real para definir requisitos que garanticen el seguimiento de un producto desde el concepto inicial hasta la fabricación, el acceso y reutilización de procesos y partes comunes, y toma de decisiones previa para reducir los errores.
Dassault Systèmes estuvo presente recientemente en el Festival Aéreo de Farnborough.