quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Easyjet: Porto vai começar a ter voos diretos para Málaga

O Porto vai começar a ter voos diretos para Málaga entre 02 de abril e 26 de outubro, com operação quatro vezes por semana, anunciou hoje a companhia aérea Easyjet. 
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Jornal do Luxemburgo
"A companhia será a primeira a operar a rota Porto-Málaga com voos diretos, sem escalas, onde disponibilizará quatro voos semanais, a bordo dos seus aviões A320, uma estratégia da companhia para oferecer maior capacidade", lê-se em comunicado.
Segundo a Easyjet, a partir de hoje já será possível reservar um voo até Málaga desde a cidade do Porto, a partir de 28 euros, numa reserva para duas pessoas, às terças, quartas, quintas e sábados.
Porto-Málaga vem juntar-se às quatro rotas lançadas pela companhia este ano (Faro-Manchester, Porto-Nice, Porto-Bordeaux, Lisboa-Manchester), sendo a terceira aposta da companhia com partida do aeroporto Francisco Sá Carneiro.
"Esta é a terceira rota que lançamos este ano na cidade do Porto. Portugal é, e continuará a ser, estratégico para a EasyJet e é por isso que continuaremos a apostar neste mercado, com uma oferta que vá ao encontro das necessidades dos portugueses", defendeu José Lopes, diretor EasyJet para Portugal, citado no documento.
Com esta nova rota, a companhia aérea totaliza 18 destinos a partir do Porto.
Lusa

Delenda est Carthago

Delenda est Carthago
♦  Péricles Capanema
Pensava eu com meus botões, fosse outra a educação secundária entre nós, “Delenda est Carthago” seria agora expressão nos lábios de muitos. Em minha juventude, foi. Vira e mexe a ouvia para indicar que alguma coisa encrespada deveria sempre chamar a atenção no meio de outras preocupações. De momento, em muitas circunstâncias importantes (vou ressaltar uma), cai como uma luva. Contudo, nunca é escrita, nunca é ouvida em conversas. Lembro duas razões, a primeira, já não se estuda latim; a segunda, é superficial, para dizer pouco, o estudo da História.
E assim, para alguns vou explicar. Quem já sabe tudo a respeito, pule este e o parágrafo próximo. “Delenda est Carthago” significa Cartago deve, precisa ser destruída [acima, as ruínas de Cartago]. Outras fórmulas circulam, indicando no fundo a mesma coisa. “Ceterum censeo Carthaginem delendam esse” ou “Ceterum autem censeo Carthaginem delendam esse”. Julgo, penso, acho que Cartago deve ser destruída. Eram afirmações populares na Roma do século II a.C., por ocasião das guerras púnicas, como se sabe a disputa entre Roma e Cartago, dois grandes poderes da Antiguidade. Em suma, a existência de Cartago poderosa era o grande problema para a continuidade de Roma como Estado soberano e livre. Todo o resto vinha depois.
Um homem público simbolizou tal política, Catão, o Velho (234-149 a.C.). Senador, sempre terminava seus discursos, não importava o tema, com a frase “Delenda est Carthago” — Cartago precisa ser destruída.
Delenda est Carthago
Vou aparentemente dar um salto carpado triplo. Tereza Cristina, a nova ministra da Agricultura, ecoando reivindicação dos produtores rurais reclamou: “Desmame de subsídios não pode ser radical”. Ou por outra, é preciso desacostumar devagar o bezerro (os produtores rurais) das tetas (o Tesouro). Se não, o bicho pode crescer franzino ou morrer.

A ministra reconhece implicitamente que um dia o bezerro, já novilho, vai viver do pasto, sem crédito subsidiado e proteção alfandegária para alguns produtos. Só não diz quando. E aqui, no longo prazo, dá razão à equipe econômica que pretende acabar com a farra de subsídios, protecionismos e incentivos pois em casos sem conta além de pesar no Tesouro praticamente falido e invadir o bolso do contribuinte, estimulam a ineficiência; em suma, lesam o bem comum.
Quanto à realidade vivida no momento pelo setor, a ministra fustigou: “Vamos quebrar a agricultura? É esse o propósito? Tenho certeza que não é. Não pode criar um pânico no campo”.
Ela tem razão. É situação a ser tratada com luvas de pelica, problema que a bancada ruralista precisaria conversar preto no branco com a equipe econômica. Todas as preocupações são justificáveis.
Destaco a expressão criar pânico no campo. No longo prazo, há uma espada de Dâmocles sobre a classe rural, pior que o problema dos subsídios e do protecionismo — delenda nela. Começa com a vigência tranquila do ignóbil artigo 184 da Constituição Federal que estatui: Compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma agrária, o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social, mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária, com cláusula de preservação do valor real, resgatáveis no prazo de até vinte anos, a partir do segundo ano de sua emissão, e cuja utilização será definida em lei. § 1º As benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro. § 2º O decreto que declarar o imóvel como de interesse social, para fins de reforma agrária, autoriza a União a propor a ação de desapropriação”. Continua com o alastramento do problema, que não está só na Constituição, espalha-se como a peste negra pela legislação infraconstitucional.
Delenda est Carthago
Vou expor aqui, passo a passo, o método já largamente utilizado para ir entregando partes das terras a grupelhos fanatizados. 1º) Escolha da fazenda, verificação da situação fiscal, tributária etc. por amigos dos grupelhos; 2º) Contratação de magotes de agitadores dirigidos pelo MST, CIMI, CPT, PT, PSOL, por vezes FETAG, acumpliciados com pessoal do INCRA e de outros órgãos públicos (em especial com utilização de dados técnicos, fiscais, tributários que tornam mais fácil o esbulho). Tumulto na região escolhida, em que se localiza a terra a ser roubada. No caso, na prática, todas essas entidades agem como organizações criminosas acumpliciadas. 3º) O governo com base na tensão social artificialmente criada pelo conluio de organizações criminosas expropria (esbulha) a terra. E a enche de desocupados, arruaceiros para constituir mais uma favela rural, intitulada assentamento, valhacouto de brigas, roubalheira, até tráfico de drogas, sempre com baixíssima produtividade e dinheiro público para ficar em pé.

Esse expediente, biso, foi largamente usado pelos governos de FHC, Lula e Dilma. Se vier um novo governo de esquerda e de tonalidades mais agressivas, vai utilizá-lo sem dúvida a rodo para desgraça do Brasil. E infelizmente temos de momento em Brasília episódios contínuos de autodemolição, que levantam preocupações quanto ao resultado das eleições de 2022. E poderemos então escorregar rumo à presente situação da Venezuela.
A reforma agrária, estou cansado de repetir, tumor de estimação nosso, só traz desgraça, devia acabar para nunca mais dela se falar, mas continua viva, um disparate sem fim destruindo o campo, afugentando investidores e empreendedores ativos, baixando a produção, comprimindo salários. É uma praga do Egito para os pobres. Fora o resto.
Relembro agora o que escrevi semanas atrás e já o relaciono diretamente ao título do artigo. Allende comunistizou o Chile com esteio na legislação existente, “os resquícios legais”. Não precisou de legislação nova. Atenção, vou repetir: não precisou de legislação nova. Entre nós, com base na Constituição de 1988 e em legislação infraconstitucional vigente, o campo pode ser devastado.
Vou dar apenas um exemplo. Um dos dispositivos mais letais para as desapropriações delirantes do período Lula-Dilma, sempre utilizado pela dupla para cevar grupelhos de extrema esquerda agrária foi o artigo 15, cujo teor é o seguinte: Art. 15. A implantação da Reforma Agrária em terras particulares será feita em caráter prioritário, quando se tratar de zonas críticas ou de tensão social.”
Criar zona crítica ou de tensão social é tarefa fácil para organizações criminosas conluiadas. Acima está o método na sua simplicidade. E aí chega o Poder Público, também no conluio e desapropria. Ninguém nunca mais cancela a injustiça. O artigo 15 é de qual lei? Não a indiquei ainda. É da lei nº 4504 de 30 de novembro de 1964, presidente o marechal Castello Branco, Roberto Campos o ministro do Planejamento e Octávio Gouveia de Bulhões na Fazenda.
Para segurança jurídica dos próximos anos e das gerações futuras de produtores rurais, é urgente limpar a legislação das disposições ignóbeis, facilmente utilizáveis por qualquer governo mal-intencionado. A existência de tal arcabouço, mesmo que não pareça, é o maior obstáculo para a segurança jurídica e a tranquilidade dos produtores — agora e daqui a 50 anos; a lei de 1964 que em boa hora (para eles) caiu no colo de Lula tem 55 anos. Este fato é pior e mais ameaçador que o fim abrupto dos subsídios. Não se berrou contra o “entulho autoritário”, que precisava ser varrido logo? E sobre este entulho de maldição, garantia de devastação da agropecuária, logo que a esquerda o tenha em mãos vai pairar o silêncio sepulcral?
ABIM
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AVEIRO FESTEJA O ENTRUDO INFANTIL | Milhares de crianças vão desfilar pelas ruas da Cidade

No próximo dia 1 de março, sexta-feira, com início às 10h00, terá lugar pelo quinto ano consecutivo o Entrudo Infantil de Aveiro, um desfile promovido pela Câmara Municipal de Aveiro que irá contar com a participação de cerca de 2800 crianças das escolas públicas, privadas e cooperativas de ensino, do pré-escolar ao 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB).
Pretende-se, com o Entrudo Infantil, reviver o carnaval genuíno e espontâneo português, e que terá o seu ponto mais alto com a passagem pela Avenida Dr. Lourenço Peixinho (via ascendente), onde estarão instaladas bancadas abertas à população para que se possa assistir à passagem dos mais novos, pela via mais icónica da Cidade.
De resto, o desfile terá início na Praça Marquês de Pombal com passagem pela Rua dos Combatentes da Grande Guerra, Rua de Coimbra, Praça General Humberto Delgado (Ponte-Praça), Av.ª Dr. Lourenço Peixinho, Travessa do Mercado, Praça do Mercado (Manuel Firmino), com o seu términus nos jardins do Cais da Fonte Nova.
Condicionamentos de trânsito
A iniciativa irá provocar alguns cortes e condicionamentos de trânsito nos arruamentos abaixo indicados:
» Praça General Humberto Delgado (Ponte Praça);
» Av.ª Dr. Lourenço Peixinho (via ascendente até à Travessa do Mercado);
» Praça do Mercado (Largo do Mercado Manuel Firmino);
» Rua Silvério Pereira da Silva;
» Travessa do Dispensário;
» Rua Carlos Silva Melo Guimarães;
» Rua de José Afonso;
» Rua do Batalhão de Caçadores 10;
» Av.ª de S.ta Joana (sentido Sé > Parque Infante D. Pedro, no período compreendido entre as 08h30 e as 10h00.
Durante o período em que decorrerá o desfile, o acesso ao Parque de Estacionamento do Mercado Manuel Firmino estará condicionado.

ATELIER EM BARRO – MÁSCARAS ARGILOSAS


A Câmara Municipal de Aveiro realiza este sábado, 23 de fevereiro, das 10h30 às 12h00, na Biblioteca Municipal de Aveiro, a oficina “Máscaras argilosas – atelier em barro”, destinada a crianças a partir dos 4 anos.

Englobado no espírito do Entrudo Infantil que celebramos no próximo dia 1 de março, a ação irá permitir que cada participante faça uma máscara de Carnaval em argila.

A inscrição é obrigatória e tem o custo de 5,00€ por participante. Em alternativa os interessados podem adquirir o pacote familiar no valor de 15,00€ com entrada para quatro pessoas.

Inscrições e informações através do número de telefone 234 386 158 ou e-mail biblioteca@cm-aveiro.pt.

21 E 22 FEV 2019 - A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO: OLHAR O PASSADO, SENTIR O PRESENTE, PENSAR O FUTURO!


II JORNADAS DA EDUCAÇÃO
EVENTOS | WORKSHOPS & CONFERÊNCIAS
Mais saude 22 fev 1 360 400
Estas Jornadas abordarão a educação e a formação na sua relação dialética entre o passado, o presente e os desafios vindouros. Entre outras áreas temáticas, incidiremos sobre a formação de professores, a prática pedagógica, aspetos didáticos, organização e gestão escolar, carreira docente e os muitos desafios colocados neste século XXI aos alunos, ao ensino e à profissão docente.

Para todos os agentes da educação (alunos, docentes, etc) e todos aqueles que quiserem refletir sobre a educação

9h30 - 18h00

Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro

Núcleo de Estudantes de Educação Básica da Universidade de Aveiro
Tel. 913 384 451 | neeb@aauv.pt

CEDÊNCIA DA PISCINA E PAVILHÃO DO IPDJ À CMA

 Sessão Pública de Assinatura acontece na próxima segunda-feira 

A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) garantiu a cedência da piscina e do pavilhão do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), após vários anos de solicitações contínuas ao Governo do País, para que os equipamentos fossem transferidos para a esfera do Município.

No acordo a ser celebrado, o imóvel fica cedido por um período de 20 anos, para utilização da CMA e de Associações privadas sem fins lucrativos com Protocolo com o Município, nomeadamente o Clube dos Galitos e o Alavarium Andebol Clube de Aveiro.

Sem prejuízo da utilização do Complexo Desportivo pelos referidos Clubes Desportivos, o mesmo poderá ainda ser utilizado por outras Associações e pela Escola Secundária José Estevão em condições acordadas com a CMA.

Qualificação do Complexo Desportivo

Com o acordo de cedência a CMA irá também cuidar de imediato de qualificar os equipamentos em causa, perspetivando-se um investimento de cerca de 500.000€ (+IVA) com a utilização dos Fundos Comunitários do Portugal 2020 (PO Centro 2020), destinados à reabilitação e requalificação dos equipamentos desportivos, dando mais e melhores condições aos Clubes, Associações, Comunidade Educativa e a todos os Cidadãos que usufruem destes espaços.

Trata-se de uma importante conquista ao nível desportivo e social para o Município e para os nossos concidadãos, no contínuo trabalho de mudança que começámos a executar no mandato anterior (2013/2017), com o devido seguimento no atual (2017/2021).

A Sessão Pública de Assinatura do Acordo de Cedência da Piscina e do Pavilhão do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) à Câmara Municipal de Aveiro realiza-se na próxima segunda-feira, dia 25 de fevereiro, pelas 12h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Descobrimos porque uvas no micro-ondas geram um plasma incendiário

Você já tentou cortar uma uva no meio e colocá-la no micro-ondas por 15 segundos para assisti-la pegando fogo em uma bola de plasma? A internet já
 
Parece óbvio: comer alimentos orgânicos, que não foram tratados com pesticidas, deve reduzir nosso risco de câncer. Será?
 
Um novo estudo liderado pela da Universidade de Harvard descobriu que a capacidade de fazer flexões pode ser um indicador de como vai a saúde do seu coração