quarta-feira, 2 de outubro de 2019

COIMBRA · ENSINO | Estudantes apresentam em Coimbra os melhores projetos de aptidão profissional

Estudantes do ensino profissional apresentam na quinta-feira, em Coimbra, os seus projetos de aptidão profissional perante um júri nacional que vai selecionar os cinco melhores, foi hoje anunciado.
Imagem figurativa
O Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC)/Coimbra Business School recebe a quarta edição do “Concurso A Melhor Prova de Aptidão Profissional (PAP) Nacional – Geração +”, destinado a premiar projetos dos cursos das Escolas Profissionais Rumos Education.
Segundo o diretor-geral da Rumos Education, António Ruão, o concurso tem permitido a alguns alunos criarem empresas nas áreas da multimédia e design gráfico, “que hoje estão a desenvolver o seu próprio negócio” com base em projetos inovadores.
Dos 14 projetos a concurso, vão ser selecionados os cinco melhores por um júri nacional constituído por elementos de entidades parceiras e vencedores de edições anteriores, tendo em conta a estruturação do projeto, expressão escrita, criatividade/inovação, pertinência e viabilidade do projeto e apresentação final e defesa.
Um dos projetos finalista é o Theatrical Tours, apresentado por dois estudantes de Coimbra do curso de Turismo [Bruno Matos e Renata Dias], que consiste num serviço de visitas guiadas por alguns monumentos da cidade de Coimbra (Pátio da Inquisição, Ferreira Borges, entre outros) com encenações históricas, criando vivências e memórias nos turistas.
O melhor projeto recebe um prémio pecuniário no valor de 1.000 euros.
O “Concurso A Melhor PAP Nacional – Geração +” atesta a aptidão profissional dos jovens, engloba todos os conhecimentos adquiridos durante o curso e determina se o aluno está preparado para entrar no mercado de trabalho.
A iniciativa “traz muitas vantagens para os alunos”, realça António Ruão, salientando que os autores dos melhores projetos “têm uma melhor nota e, consequentemente, mais facilidade de continuar os estudos, porque uma grande faixa dos alunos candidata-se ao ensino superior”.
“Ao terem uma melhor nota e um projeto melhor têm mais facilidade de arranjar emprego e, acontece muitas vezes, existirem alunos a criarem o próprio negócio baseado no projeto que eles desenvolveram ao longo do tempo”, frisou o docente.
O diretor-geral da Rumos Education destaca ainda o impacto dos projetos nas zonas onde os alunos estudam, nomeadamente na possibilidade de “poderem criar algo mais na economia local e serem eles parte ativa dessa economia local, com projetos próprios ou com o emprego que possam encontrar”.
No futuro, “a curto ou médio prazo”, salientou António Ruão, existe a perspetiva de atrair empresários e investidores para o concurso, “de forma que possam também conseguir a concretização de alguns projetos”.
A Rumos Education é frequentada por cerca de 3.200 alunos distribuídos pela Escola Profissional de Tecnologia Digital (Lisboa), Escola Profissional Ruiz Costa (Matosinhos), Escola Profissional de Braga e Escola Profissional Profitecla (Coimbra), dos quais mais de mil terminam anualmente o terceiro ciclo, com a apresentação de uma Prova de Aptidão Profissional.
NDC

ENSINO · SINDICATOS | Mil professores do ensino privado pedem novo contrato coletivo de trabalho

A Fenprof entregou hoje um abaixo-assinado subscrito por cerca de mil professores do ensino particular e cooperativo a exigir um novo contrato coletivo de trabalho que reponha os salários e os horários de trabalho antigos.
“Defendemos que estes professores tenham as mesmas condições dos professores do ensino público”, afirmou o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, um dos maiores críticos das condições de trabalho dos professores das escolas públicas.
No entanto, perante a situação em que vivem atualmente os docentes do ensino particular e cooperativo, Mário Nogueira reconhece que seria uma melhoria equiparar as condições.
“Não se pode discriminar os professores”, sublinhou, criticando o novo Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) que a Fenprof se recusou a assinar por entender que agravava ainda mais as condições de quem trabalha no ensino particular e cooperativo, artístico especializado e profissional.
Representantes da Fenprof entregaram hoje um abaixo-assinado à entidade patronal dos colégios privados – a Confederação Nacional da Educação e Formação (CNEF) – a pedir o regresso às negociações.
“Este abaixo-assinado quer repor os direitos relativamente a um contrato coletivo que a Fenprof tinha e que caducou”, explicou por seu turno Graça Sousa, professora do ensino particular e Coordenadora Nacional do Departamento de Ensino Particular e Cooperativo da Fenprof.
Entre as exigências dos professores, está a recuperação das tabelas remuneratórias que existiam antes do atual contrato coletivo e a contagem de todo o tempo de serviço cumprido durante o período em que o anterior CCT se manteve caducado.
O novo contrato veio aumentar o horário de trabalho, segundo Graça Sousa, que deu o exemplo de dois docentes com um horário de 22 horas semanais: o do “privado trabalha 1.320 minutos por semana e o professor do público trabalha 1.100 minutos”.
Além disso, acrescentou a sindicalista, quando a entidade patronal contrata um docente do ensino particular “pode decidir não contar nenhum tempo de serviço anterior” para efeitos de progressão na carreira.
A professora referiu ainda que a entidade patronal poderá decidir extinguir o posto de trabalho de quem não aceite diminuir o seu horário de tempo completo para parcial.
Todos os professores que pertencem à Fenprof podem recusar-se a aderir ao novo CCT, mantendo assim “algumas das condições do contrato que caducou”, disse Graça Sousa. No entanto, estes professores “não progridem na carreira”.
De acordo com a legislação em vigor, ao não aderir ao novo CCT ficam salvaguardadas algumas normas tais como o salário e o horário de trabalho, mas existem matérias em que são aplicadas as normas do Código de Trabalho, cujas alterações entraram hoje em vigor.
Entre as principais alterações ao Código do Trabalho está o alargamento do período experimental para jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração ou a redução da duração dos contratos a termo.
O secretário-geral da Fenprof sublinhou o facto de cerca de um milhar de professores terem subscrito o abaixo-assinado: “É muito difícil para os professores darem a cara para exigirem aquilo que, na realidade, são os seus direitos fundamentais”, saudou.
A Federação Nacional dos Professores escolheu o dia em que entrou em vigor as alterações ao Código do Trabalho, aprovadas no parlamento em julho, para chamar a atenção para os problemas com que lidam diariamente milhares de docentes que dão aulas em instituições de ensino particular e cooperativo.
NDC

México | Por Qué Es Importante El Cómputo En La Nube Para Tu Empresa?



por Yesica Flores

Cuando el uso de internet comenzaba a generalizarse, la recomendación obligatoria para quienes buscaban optimizar su empresa y llegar a más personas era construir una página web. Hoy, no basta con estar en internet, pues gracias a la adaptación del internet a los smartphones, es necesario que las empresas lleguen más lejos.
Ahora, el avance de la computación en la nube creó la tendencia de transformar productos en servicio con el propósito de reducir costos, adaptar la oferta a la demanda y mejorar los procesos.
“Cada vez más empresas están comenzando a construir su modelo de negocios confiando en el cómputo en la nube, que ahora se ha convertido en una nueva tendencia en la gestión de centros de datos”, comenta Gustavo Parés, director general de la firma mexicana especializada en Inteligencia Artificial (IA), NDS Cognitive Labs. “Esto se debe a que ha visto la adopción más rápida en la corriente principal que cualquier otra tecnología”, explica.
El cómputo en la nube está ayudando a la empresas a hacer frente a problemas futuros como la gestión de los datos, la seguridad cibernética y el control de calidad. Además de esto, tecnologías como la IA, el blockchain y muchas otras capacidades están disponibles como servicios a través del cómputo en la nube.
En consecuencia, estas tecnologías pueden estar disponibles desde cualquier dispositivo, lo que aumenta su uso. La innovación basada en el cómputo en la nube, como la automatización de ciertos procesos alojados en la nube, enfocada en soluciones específicas de una industria, también se está desarrollando para integrar a la nube en actividades industriales más específicas que harán que varias operaciones internas o de TI sean aún más optimizadas.
De acuerdo con NDS Cognitive Labs, estos son cuatro beneficios principales de implementar el cómputo en la nube en una empresa:
 Infraestructura escalable y confiable
El cómputo en la nube proporciona una infraestructura flexible para las empresas. Y si bien esto puede no ser adecuado para todas las aplicaciones, para muchas compañías, mover algunas o todas las operaciones de TI a la nube puede tener grandes ventajas sobre su gestión interna.
Uno de los mejores servicios ofrecidos por la nube es Infraestructura como Servicio (IaaS).  De acuerdo con Parés, la función IaaS en la nube es útil para las cualquier empresa porque presenta diferentes recursos informáticos en un sólo marco. Con ello, se ofrece la opción de ampliar y reducir recursos rápidamente como el almacenamiento, dependiendo de la situación actual de la organización.
Recursos sobresalientes
Si las soluciones de TI actuales lo obligan a dedicar demasiada atención a los problemas de almacenamiento de datos y computadoras, entonces no podrá centrarse en alcanzar los objetivos comerciales y satisfacer a los clientes. Por otro lado, al depender de una organización externa para encargarse de todo el alojamiento y la infraestructura de TI, es decir, de sus recursos, tendrá más tiempo para dedicar a los aspectos de su negocio que afectan directamente sus resultados.
El cómputo en la nube es una tecnología muy avanzada: presenta software, almacenamiento, red, plataforma, base de datos y seguridad como un sólo servicio, aumentando el tamaño de los recursos y la capacidad conforme la empresa va creciendo. Todo lo que se necesita para administrar un negocio está disponible ahí.
Costo de integración y gestión de soporte
Uno de los grandes beneficios de los servicios en la nube es que los proveedores de estos servicios cobran en función del uso de los recursos, además de tener soporte 24/7. Sumado a esto, el proveedor del servicio gestionará todo, desde las actualizaciones hasta la seguridad de los servidores, por lo que no es necesario hacer que tu departamento de TI a realice una actualización manual en toda la organización.
Esto ahorra tiempo valioso al personal y dinero gastado en consultas externas de TI. De acuerdo con PCWorld, el 50% de los usuarios de la nube mencionó que requieren menos recursos internos de TI como un beneficio en la nube. Por lo que las empresas no tienen que invertir grandes cantidades de dinero en instalación e infraestructura, sólo los servicios en la nube.
Alcance del objetivo geográfico
En el entorno de la nube, se puede dirigir a los clientes de acuerdo con sus necesidades. El cómputo en la nube brinda acceso para configurar y alojar máquinas desde los centros de datos de nuestra elección en función de la zona de disponibilidad y los servicios. Por lo tanto, la nube ayuda a aumentar el alcance del negocio en todo el mundo.

Mundo | Nuevo Estudio Revela Que Los Adolescentes Mexicanos Sienten Mayor “Adicción” Por Sus Dispositivos Móviles Que Adolescentes De Otros Países En Donde También Se Llevó A Cabo La Investigación.


por Yesica Flores
Los dispositivos móviles afectan diariamente la vida de las familias mexicanas, de acuerdo con una innovadora investigación realizada por la Escuela de Comunicación y Periodismo Annenberg de la Universidad del Sur de California y Common Sense, la cual analiza su uso, hábitos y actitudes entre adolescentes mexicanos y sus padres. La cantidad de padres que expresaron su preocupación por el uso de dispositivos móviles por parte de sus hijos adolescentes, y de adolescentes que reportaron sentirse distraídos y adictos a sus teléfonos, fue mayor en comparación con las familias de otros tres países: Estados Unidos, Japón y Reino Unido.
El estudio, titulado La Nueva Realidad: Padres de familia, adolescentes y dispositivos móviles en Méxicose basa en una encuesta realizada a más de 1,200 padres y adolescentes, dirigida por Willow Bay, directora de USC Annenberg y James P. Steyer, fundador y CEO de Common Sense. México es el cuarto país en donde se realiza esta investigación — después de Estados Unidos, Japón y Reino Unido — como parte de un proyecto global diseñado para fomentar el estudio transcultural del uso de medios digitales entre las familias.
Casi la mitad de los adolescentes (45%) que participaron en la investigación en México afirma creer que pasa demasiado tiempo en sus dispositivos móviles, la mitad dice “sentir adicción,” y 71% manifiesta que sus teléfonos celulares los distraen todos los días. Cuatro de cada cinco de los padres encuestados están de acuerdo en que los dispositivos distraen a sus hijos adolescentes diariamente, mientras que casi dos terceras partes sienten que éstos pasan demasiado tiempo en sus celulares, y creen que son adictos a ellos.
Por otro lado, los padres y adolescentes mexicanos se esfuerzan más por tratar de encontrar un uso saludable de los dispositivos móviles: 33% de los padres de familia y 29% de sus hijos adolescentes expresan que “con mucha frecuencia” procuran reducir el tiempo que utilizan los dispositivos, en comparación con sólo 12% de padres y 7% de adolescentes en los Estados Unidos. Asimismo, las familias mexicanas son más propensas a establecer reglas sobre el uso de dichos dispositivos que las familias de los demás países en donde se ha realizado el estudio.
Los principales resultados del estudio en México revelan que:
  • Los dispositivos móviles han transformado la vida diaria de los adolescentes y sus padres. Dos terceras partes de los padres (71%) y adolescentes (67%) en México manifiestan que utilizan sus dispositivos móviles casi todo el tiempo. Casi la mitad de los adolescentes (47%) y de sus padres (46%) revisan sus dispositivos varias veces en sólo una hora.
  • Los dispositivos móviles interrumpen el sueño de los padres de familia y de sus hijos adolescentes. Durante la noche, más de una tercera parte de los adolescentes (35%) y de sus padres (34%) se despierta para revisar sus dispositivos; no sólo por saber la hora, también lo hacen para revisar mensajes de texto, correos electrónicos o redes sociales.
  • Una gran cantidad de adolescentes y padres admite que sus teléfonos son una causa de distracción diaria. Tres de cada cuatro adolescentes (77%) y de sus padres (75%) afirman que sus teléfonos los distraen por lo menos una vez al día. La gran mayoría de los padres de familia (82%) manifiestan que sus adolescentes se distraen diariamente, incluyendo a más de dos terceras partes (69%) que expresan que sus adolescentes se distraen varias veces al día. Más de la mitad de los adolescentes (56%) declara que sus padres se distraen con sus dispositivos todos los días.
  • Los padres de las familias mexicanas se preocupan por la forma en que sus hijos adolescentes utilizan los dispositivos móviles. Casi dos terceras partes de los padres (64%) sienten que sus adolescentes pasan mucho tiempo en su dispositivo móvil y creen que son “adictos” al móvil (62%). Por su parte, casi una tercera parte de los adolescentes (31%) piensa que sus padres son “adictos” a sus dispositivos. De manera notable, casi tres cuartas partes de los padres que expresan “sentir adicción” por sus dispositivos, tienen un hijo que también “se siente adicto”, dando lugar a hogares en donde es más probable que toda la familia se “sienta adicta” a sus dispositivos móviles.
  • La cantidad de adolescentes mexicanos que sienten que pasan mucho tiempo en sus dispositivos móviles es mayor a la de los demás países donde se ha realizado el estudio. En México, 45% de los adolescentes dice que pasan demasiado tiempo en sus dispositivos móviles, en comparación con 39% en Estados Unidos, 32% en el Reino Unido y 17% en Japón.
“Los dispositivos móviles se ubican al centro de la vida de las familias mexicanas, al igual que de las familias en Estados Unidos, Reino Unido y Japón”, declaró Bay. “En la actualidad, los padres de familia enfrentan retos sin precedentes con respecto al uso de dispositivos móviles por parte de sus hijos y la suya propia. Observamos que en México, por ejemplo, la mitad de los padres siente que el uso de los dispositivos móviles por parte de sus hijos ha impactado negativamente las comidas, conversaciones y actividades familiares”.
“El objetivo de esta investigación es mostrar un panorama de los hábitos, actitudes y opiniones que los padres e hijos adolescentes en México tienen de los dispositivos móviles en un contexto transcultural. Buscamos fomentar una mayor discusión sobre la forma en que los dispositivos y la tecnología están modificando la interacción entre ellos, en el marco de una cultura que atesora a la familia”, comentó Steyer. “Esperamos ayudar a guiar a las familias alrededor del mundo hacia un uso saludable y equilibrado de estos dispositivos, en un contexto de comunidades interconectadas”.
Bay y Steyer presentaron los resultados de su investigación en el Centro de Cultura Digital de la Ciudad de México. El texto completo del cuestionario y la información correspondiente se encuentran disponibles en http://www.annenberg.usc.edu/new-normal.
Metodología:
La Nueva Realidad: Padres de familia, adolescentes y dispositivos móviles en México, se basa en una investigación en línea realizada por la empresa GfK Market Research, de la Ciudad de México, con la participación de más de 1,200 encuestados (613 adolescentes entre 13-17 años y al menos uno de sus padres). La investigación se llevó a cabo entre el 15 de mayo y el 19 de junio de 2019, analizó a adolescentes y padres de familia de diferentes niveles socioeconómicos, en zonas urbanas. Se trata de una investigación única en su tipo, ya que se enfoca de forma específica en padres de familia e hijos adolescentes, la forma en que adoptan y se adaptan a los dispositivos móviles en su vida diaria y en el modo en que cada uno interpreta el uso de dichos dispositivos.

Madeira: PSD e CDS-PP chegam a acordo para formar governo na região

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Público
O PSD e o CDS-PP chegaram hoje a acordo sobre as "linhas orientadoras e estratégicas" para a formação de um governo de coligação na Região Autónoma da Madeira, cabendo agora aos órgãos dos dois partidos ratificar os termos.
"Aquilo que está, no fundo, definido é que o partido que foi mais votado - o PSD - convidou o CDS para formar governo, para constituir as bases de entendimento para os próximos quatro anos", disse Pedro Calado, vice-presidente do Governo Regional e porta-voz da delegação social-democrata nas negociações com os centristas.
Pedro Calado falava aos jornalistas após o segundo encontro entre as delegações dos dois partidos, que decorreu numa unidade hoteleira, no centro do Funchal.
O PSD venceu em 22 de setembro as eleições legislativas regionais da Madeira, mas perdeu pela primeira vez a maioria absoluta, ao eleger 21 dos 47 deputados que compõem o parlamento regional.
Uma vez que o CDS-PP conseguiu três mandatos, os dois partidos juntos somam 24 deputados, número necessário para uma maioria absoluta.
Pedro Calado sublinhou que o grupo de trabalho criado pelos dois partidos definiu as "linhas orientadoras e estratégicas" de um acordo político para vigorar entre 2019-2023, ao nível da composição parlamentar e de governo.
"É um acordo que legitima e representa os interesses de toda a Madeira e do Porto Santo", afirmou, vincando que o objetivo é assegurar a "estabilidade governativa a que a Madeira está habituada nos últimos 40 anos".
Por outro lado, o porta-voz do CDS-PP, Teófilo Cunha, disse que o acordo tem em consideração o resultado eleitoral de cada partido, tendo os centristas manifestado já a vontade de tutelar duas secretarias regionais.
"É preciso ser humilde e perceber que há um partido que teve mais votos que outro e há uma coligação que dá uma maioria parlamentar na assembleia. Este ponto é o mais importante de realçar: só há governo porque há uma maioria parlamentar", afirmou.
Depois de ratificado pelos órgãos internos de cada partido, os respetivos líderes - Miguel Albuquerque do PSD e Rui Barreto do CDS-PP - farão a apresentação pública do acordo, indicando também a composição do futuro governo e do parlamento regional.
Lusa

Mundo | Bilionário francês oferece 100 milhões de euros para reconstrução de Notre-Dame

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Sábado
O bilionário francês François Pinault e o seu filho François-Henri Pinault assinaram hoje os documentos que reservam 100 milhões de euros para a reconstrução da Catedral de Notre-Dame, segundo fonte da Arquidiocese de Paris.
Os Pinault assinaram o acordo de doação na Arquidiocese de Paris, após meses de atraso que deixaram as autoridades francesas dependentes de pequenas doações de caridade para financiar a primeira fase dos reparos.
Este donativo dará à Fundação Notre-Dame um impulso financeiro há muito esperado, enquanto as autoridades planeiam a reconstrução da catedral, depois do incêndio em 15 de abril deste ano.
O arcebispo de Paris, Michel Aupetit, disse que “todo o mundo dá o que pode de acordo com as suas necessidades”, mas, acrescentou: “Os grandes doadores dão-nos espaço para respirar”.
François Pinault, cujo grupo internacional de luxo Kering tem como a subsidiárias a Gucci e Saint Laurent, prometeu a oferta logo após o incêndio e disse que esperava que ao anunciar publicamente a sua doação motivasse outras pessoas a participar também.
O bilionário francês Bernard Arnault, do grupo de artigos de luxo LVMH, seguiu o exemplo e prometeu 200 milhões de euros, tal como a Fundação Bettencourt Schueller da fortuna L’Oreal.
Arnault finalizou o seu contrato de doação na semana passada.
Uma onda de apoio materializou-se rapidamente nas horas e dias que se seguiram ao incêndio.
“Aconteceu espontaneamente naquela noite, quando ainda não sabíamos se a catedral poderia ser salva”, disse Aupetit sobre o compromisso da família Pinault.
“Ele lançou um movimento que ainda está em andamento, porque ainda temos 140 doações por semana”, acrescentou.
A fundação recebeu 36 milhões de euros de 46.000 contribuições individuais, 60 empresas e 29 municípios entre 15 de abril e o final de setembro, segundo um comunicado. Aupetit disse que recebeu doações tão pequenas quanto um euro.
Grandes doações, como as dos Pinault, levaram meses até se materializarem. Enquanto isso, a fundação conta principalmente com pequenos doadores individuais da França e dos EUA para pagar os salários dos trabalhadores que ainda trabalham para limpar o local e conter os danos causados pelo incêndio.
Lusa

AÇORES: Furação Lorenzo já passou, mas “situação ainda se vai agravar até às 9:00 horas locais”

Apesar do centro do furacão já ter passado, período crítico mantém-se até às 9h (10 horas no contimente). Registadas 15 ocorrências e duas pessoas foram realojadas.
O furacão Lorenzo provocou até às 05:00 locais (06:00 em Lisboa) 15 ocorrências nos Açores, tendo sido necessário realojar duas pessoas na ilha de São Jorge, avançou o Governo Regional.
"Neste momento temos 15 ocorrências registadas, nove resolvidas e seis em resolução", adiantou, em declarações aos jornalistas, a secretária regional da Saúde, Teresa Machado Luciano, acrescentando que existem duas pessoas desalojadas, que foram para casa de familiares.
Segundo a governante, que está no serviço de protecção civil dos Açores, sediado na ilha Terceira, as ocorrências, sobretudo "obstrução de vias, queda de árvores e telhas caídas", foram registadas "nas Flores, no Pico e no Faial".
O furacão Lorenzo baixou já para categoria 1, na intensidade prevista pela Protecção Civil açoriana.
Já foram encerradas 61 estradas em várias ilhas dos Açores e segundo o Presidente do Governo já foi registada uma rajada com mais de 200 km/h na ilha das Flores.
As previsões apontam para que o ponto de maior proximidade do centro do furacão Lorenzo à ilha das Flores se registe pelas 06:00 locais de hoje (07:00 em Lisboa), disse também o delegado local do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), à agência Lusa.
Público / Lusa