segunda-feira, 20 de julho de 2020

Portalegre | Avis com três dezenas de dadores de sangue


Dando seguimento ao calendário, a Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP – marcou presença, pela segunda vez neste ano, em Avis e no quartel dos bombeiros.
Na brigada, em articulação com o serviço de imunohematologia da ULSNA, compareceram três dezenas de dadores. Destes, 14 eram mulheres (46,7%).
Em Avis, um dos inscritos não conseguiu concretizar a doação, pelo que, felizmente, foram angariadas 29 unidades com o precioso tecido humano.
Doaram sangue pela primeira vez na vida dois jovens. Um dos presentes passou a fazer parte do Registo Português de Dadores de Medula Óssea.
Números animadores nesta colheita em Avis.
Em agosto
Aproxima-se o mês preferido para férias. Mas a ADBSP não repousa, pelo que marcará presença já em agosto: sábado 22 no centro de saúde de Fronteira; dia 29 no centro cultural de Alpalhão (Nisa). As brigadas são em sábados e na parte da manhã.
Neste tempo estival espreite na mesma: 
JR

Ativista Greta Thunberg vence um milhão de euros de prémio Gulbenkian para Humanidade

A ativista Greta Thunberg venceu hoje a primeira edição do prémio Gulbenkian para a Humanidade, no valor de um milhão de euros, que vão ser aplicados no combate às alterações climáticas.
Numa mensagem áudio dirigida à cerimónia de apresentação do prémio, o presidente do júri e ex-Presidente da República Jorge Sampaio salientou que a adolescente sueca "conseguiu mobilizar as gerações mais novas para a causa do clima".
Através da fundação com o seu nome, Greta Thunberg vai aplicar o dinheiro do prémio em ações de combate às alterações climáticas, começando pela campanha SOS Amazonia, dedicado a ajudar as populações da Amazónia a enfrentarem a pandemia da covid-19, com 100 mil euros.
Outros 100 mil euros vão ser encaminhados para a Stop Ecocide Foundation, que pretende criar a figura criminal do "ecocídio" no caso de atentados em massa contra o meio ambiente e a natureza.
Lusa

Abrigos para animais em Santo Tirso já tinham sido alvo de queixa que foi arquivada

Os abrigos em Santo Tirso onde na noite de sábado morreram cinquenta e quatro animais carbonizados já tinham sido alvo de uma queixa em 2018, que foi arquivada por o Ministério Público entender que animais com lixo não é crime...
No final de 2017 os dois espaços, “Cantinho das Quatro Patas” e “Abrigo de Paredes” tinham sido alvo de denúncia  por parte de populares por “uma situação de insalubridade, ameaça à saúde pública e mais grave ainda, de maus tratos e negligência a animais indefesos”.
O caso seguiu para Tribunal e em 2018 o Ministério Público (MP) arquivou o processo considerando “não haver crueldade em manter animais num espaço sujo, com lixo, dejetos e mau cheiro”, segundo o despacho.
No despacho do arquivamento o MP escrevia que “apesar de não prestar as ideais condições aos animais que ali estão acolhidos, pois poderia e deveria estar mais limpo, não existe crueldade em manter animais num espaço sujo, com lixo, dejetos e mau cheiro”.
Precisando que “um mau trato é antes um tratamento cruel, atroz, impiedoso, revelador de algum prazer em causar sofrimento ou indiferença perante o sofrimento causado”, o MP justificava ter-se apurado “que os animais não estavam em sofrimento”, mas que “viviam num local muito sujo”, concluindo não ter este enquadramento “relevância jurídico-penal”.
Joana Dias dos Santos, uma das promotoras da denúncia, disse na altura à Lusa que “ficou muita coisa por esclarecer” e que a postura do MP não foi a mais correta.
Joana Dias dos Santos contou então que, durante o período em que o processo esteve a correr, “houve no ´Cantinho das Quatro Patas´ uma tentativa de melhorar as coisas”, mas a situação não pode ser verificada “por continuar a ser impedido pelos proprietários o acesso ao local”.
No momento da acusação de “maus tratos a centenas de cães”, os promotores alertavam para “um cenário dantesco”, com “cães acorrentados por todo o lado, saudáveis, doentes, novos, velhos”, com alguns que já tinham desistido da vida e estavam “apenas a aguardar que a morte chegue”.
Um incêndio florestal de grandes dimensões no concelho de Santo Tirso atingiu os dois locais na noite passada e morreram carbonizados mais de meia centena de animais.
Populares tentaram salvar os animais mas foram impedidos de entrar no local pela GNR, que hoje informou que os animais que podiam ser salvo já o tinham sido.
A questão está a levantar polémica e já envolveu tomadas de posição de partidos, Câmara de Santo Tirso, GNR e organizações de defesa dos animais. Uma petição a pedir “justiça pela falta de prestação de auxílio aos animais” reuniu já mais de 45.000 assinaturas.
Lusa

Castelo de Paiva | Cumprindo as regras de higiene e segurança

REALIZAÇÃO DA “FEIRA AGRÍCOLA”
REGRESSA AO ESPAÇO DO LARGO DO CONDE

     A Câmara Municipal de Castelo de Paiva volta a promover a 26 de Julho,, agora de regresso ao espaço do Largo do Conde, mais uma edição da “ Feira Agrícola “, um certame de sucesso com vista à promoção e valorização dos produtos agrícolas e tradicionais do concelho, que reune mais de três dezenas de bancas de venda, constituindo uma excelente oportunidade para a população paivense e inúmeros visitantes, conseguirem comprar a preços acessíveis, produtos frescos e de excelente qualidade, produzidos no território concelhio.
     O Vereador José Manuel Carvalho, responsável pelo Pelouro de Feiras e Certames, faz questão de enaltecer esta organização e destaca a importância deste regresso ao local habitual  , bem como a oportunidade do evento, aproveitando para realçar o interesse da valorização e divulgação dos produtos endógenos, evidenciando a importância da Feira Agrícola, criada há nove anos pela Câmara Municipal, e desde sempre assumida como factor de dinamização económica e de possibilidade de negócio para muitos paivenses.
      Este responsável municipal sublinhou que, ainda são muitos paivenses que têm neste certame mensal, uma forma de escoamento dos seus produtos rurais e ainda melhorar o rendimento familiar, assegurando-se assim, um espaço previligiado e alternativo de comércio, de divulgação e um modelo para exposição de uma diversidade de produtos agrícolas de grande qualidade produzidos no território de Castelo de Paiva e que, são sempre muito procurados por quem visita o municipio de Castelo de Paiva, no ultimo Domingo de cada mês,
                Recorde-se que, desde os produtos agrícolas, este certame é aberto a vários sectores de actividade, como produtos hortícolas, aves de capoeira, fumeiro caseiro, mel, os doces regionais, licores, vinhos, compotas e outros produtos do artesanato local, produtos e trabalhos de gente que encontra nesta feira, uma oportunidade única para comercializar aquilo que vão produzindo nas suas explorações agrícolas e nos seus pequenos negócios.
    Mesmo realizada ao ar livre, a Feira Agrícola será realizada com todas regras de higiene e segurança, esperando-se que a população paivense possa continuar a aderir de forma responsável, cívica e segura, cumprindo todas as directrizes emanadas das autoridades de saúde pública.

Carlos Oliveira

Deixar de recorrer a Deus nos dramas atuais?


Em plena epidemia, o vulcão Anak Krakatoa explodiu com mais 13 vulcões do ‘anel de fogo do Pacífico’; o Popocatépetl, maior vulcão ativo das Américas; e o gigante Volcán de Fuego, da Guatemala.

A NASA anunciou a passagem próxima do asteroide ‘Deus do caos’, que certa mídia noticiou que poderia destruir a Terra.

Gafanhotos invadiram a África Oriental, como na 8ª praga do Egito, e surgiu nos EUA um inseto designado ‘vespa assassina’ pela imprensa. Tanto sensacionalismo da mídia, que se diz avessa às fake news, faz pensar na abertura dos selos do Apocalipse. Maior simbolismo apocalíptico é o das igrejas fechadas por orientação do Papa, de bispos e párocos de todas as tendências teológicas e litúrgicas.

O inimaginável aconteceu: santuários como o de Lourdes e o de Fátima estiveram fechados durante a desolação, e neles não se pode implorar a misericórdia de Deus e de Sua Mãe Santíssima.

ABIM

Estudo indica que a camarinha poderá ter propriedades anticancerígenas


O extrato de camarinha, uma espécie endémica da Península Ibérica, poderá ter propriedades anticancerígenas, revelam os primeiros resultados de um estudo liderado por uma equipa da Unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&D) Química-Física Molecular, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

O estudo foi realizado no âmbito das atividades previstas no projeto IDEAS4life, com financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), cuja equipa conta com a participação de investigadores da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, através da REQUIMTE (Rede de Química e Tecnologia), e do Instituto Superior de Agronomia (ISA) da Universidade de Lisboa (UL).

Nas várias experiências realizadas em linhas celulares de cancro do cólon (HT29), observou-se que «extratos de Corema album [nome científico da camarinha] conseguem inibir a proliferação deste tipo de células cancerígenas», indicam Aida Moreira da Silva e Maria João Barroca, coordenadoras do estudo.

As investigadoras da Unidade de Química-Física Molecular da FCTUC e docentes da Escola Superior Agrária de Coimbra sublinham o facto do extrato obtido a partir das folhas da planta (camarinheira) se ter mostrado «mais eficaz do que propriamente o extrato das bagas de camarinha, o que é que muito interessante, atendendo a que as folhas existem durante todo o ano, enquanto as bagas são sazonais». De modo a obter o máximo de informação sobre o comportamento dos extratos, foram aplicadas várias técnicas físico-químicas, entre as quais espectroscopia vibracional: espectroscopia de Raman e de Infravermelho.

Perante estes resultados promissores, a equipa tenciona agora alargar os testes in vitro, aplicando os extratos em células de outros tipos de cancro. Além disso, «estamos a explorar as várias partes da camarinha e da camarinheira. Mesmo dentro do fruto estamos a explorar evidências e comportamentos que nos possam fornecer informação para eventuais futuros fármacos», avançam Aida Moreira Silva e Maria João Barroca.

«Pretendemos recuperar estas bagas ancestrais, que eram usadas como antipirético e vermicida», afirmam as investigadoras, adiantando que também vão explorar a vertente gastronómica, tendo já recuperado várias receitas antigas, para que, «por um lado, não se perca este património e, por outro, possa contribuir para a subsistência de alguns agricultores da orla marítima portuguesa».

Apesar de ser abundante na orla marítima portuguesa, a camarinha está ainda por explorar e a literatura científica sobre a espécie é relativamente reduzida. Este estudo está a ser desenvolvido no âmbito de um projeto mais vasto (IDEAS4life) que pretende valorizar recursos marinhos endógenos, obtidos a partir de plantas marítimas, incluindo as plantas halófitas. Recentemente, um dos artigos científicos produzidos pela equipa foi tema de capa da revista científica Journal of Raman Spectroscopy.

Cristina Pinto

Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território visita Vouzela


Câmara Municipal de Vouzela
No próximo dia 22 de julho, a partir das 10 horas, o Presidente da Câmara Municipal de Vouzela irá receber o Senhor Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, Engº João Paulo Catarino, para, numa reunião de trabalho, abordarem os problemas que assolam o concelho, tais como a estratégia de ordenamento do território para a floresta, os seus problemas estruturais e cadastro de propriedade. 

A visita contará ainda com uma ronda pelo Monte da Srª do Castelo, Perímetro Florestal da Penoita, áreas ardidas no grande incêndio de outubro de 2017, que apresentam perigosidade elevada. 

Por fim proceder-se-á a uma deslocação a uma unidade industrial que se encontra em construção na Z.I. de Campia, na área do sub-aproveitamento dos resíduos florestais.