quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Homem fere guarda da embaixada francesa na Arábia Saudita


As forças de segurança sauditas detiveram hoje um cidadão que atacou um guarda do consulado francês na cidade de Jiddah, na Arábia Saudita, com um objeto pontiagudo, deixando-o com ferimentos ligeiros, informou a agência oficial saudita SPA.

A polícia da região de Meca "deteve um cidadão que atacou um guarda do consulado francês com um objeto pontiagudo, [tendo este ficado] ligeiramente ferido", noticia a SPA sem mais pormenores.

"O agressor foi imediatamente preso pelas forças de segurança sauditas após o ataque e o segurança levado para o hospital", informou a embaixada francesa, em comunicado, garantindo que a vida do guarda não está em perigo.

"Apelamos aos nossos compatriotas na Arábia Saudita para estarem em alerta máximo", aconselhou, no entanto, a embaixada.

Lusa

Novas restrições serão circunscritas a territórios


O secretário de Estado Adjunto e da Saúde defendeu hoje que as novas restrições para combater a pandemia no país serão a nível territorial e mais circunscritas, num modelo que ainda terá que ser estabilizado.

A dois dias de se realizar um Conselho de Ministros extraordinário (sábado) para definir as medidas de controle da pandemia, o governante afirmou que "todos os países vão começar a adotar medidas de restrições ao nível territorial, mais circunscrito".

E essas restrições serão com certeza ao nível mais dos territórios, para que outros territórios que não estão tanto sob pressão possam respirar do ponto de vista económico e social", admitiu António Lacerda Sales numa entrevista ao 'podcast' Política com Palavra do Partido Socialista.

Questionado se o Governo optará por ações localizadas ou se admite restrições nacionais como um novo confinamento geral, Lacerda Sales disse que "todos os países da Europa estão neste momento a tentar estabilizar num determinado modelo que pode comportar muitas variáveis".

Enumerando que essas variáveis são a incidência de casos nos últimos 14 dias, os novos casos confirmados por 100 mil habitantes, as faixas etárias mais atingidas ou a pressão sobre os hospitais, defendeu que o que é preciso é "estabilizar num determinado modelo e obviamente que quanto mais uniforme conseguir ser esse modelo (...) maior segurança e maior confiança será dada às populações".

Confrontado se esse modelo será de base concelhia ou distrital, o secretário de Estado disse apenas que deve ter "o consenso da grande maioria dos intervenientes" das áreas da saúde, proteção civil, das autarquias ou segurança social.

Na quarta-feira, o presidente da Área Metropolitana do Porto pediu ao Governo que decrete o Estado de Emergência, generalizando as medidas a todo o país e o presidente da Comissão Distrital da Proteção Civil do Porto propôs o recolher obrigatório no distrito.
Confrontado com estes pedidos, Lacerda Sales reiterou a necessidade de "estabilizar o modelo e uniformizar o modelo para que não haja grandes discrepâncias, quer entre concelhos quer entre distritos".

Pediu, no entanto, que "não se façam sobreavaliações de determinadas situações e por outro lado subavaliações noutras situações".

"Penso que as medidas têm que se adaptar aquilo que é em cada região a própria evolução e os próprios dados epidemiológicos", resumiu.

Além do Conselho de Ministros extraordinário de sábado, o primeiro-ministro marcou para sexta-feira reuniões com os partidos.

No final do dia de quarta-feira, uma nota do gabinete da ministra de Estado e da Presidência adiantava que Mariana Vieira da Silva e a ministra da Saúde, Marta Temido, iriam realizar uma audiência com os peritos habitualmente auscultados nas chamadas "reuniões do Infarmed" seguida de uma reunião com médicos especialistas em infecciologia e medicina intensiva.

Fonte do Governo tinha anteriormente adiantado à agência Lusa que, perante a evolução da pandemia em Portugal nas últimas semanas, a ministra da Saúde, Marta Temido, e a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, estavam já a ouvir um conjunto de epidemiologistas.

O ministro de Estado da Economia e Transição Digital, Pedro Siza Vieira, esteve a ouvir parceiros sociais.

Ainda no âmbito do combate à covid-19, o primeiro-ministro participará hoje num Conselho Europeu extraordinário, por videoconferência.

Lusa

Covid-19: Brasil ultrapassa 158 mil mortes após somar 510 óbitos em 24 horas


O Brasil ultrapassou hoje a barreira das 158 mil mortes (158.456) devido à covid-19, após ter contabilizado 510 óbitos nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde brasileiro.

As autoridades de Saúde do país investigam ainda a eventual relação de 2.361 mortes com a doença, que tem uma taxa de letalidade de 2,9% no Brasil.

Em relação ao número de infeções, 28.629 novos casos foram registados entre terça-feira e hoje, num total de 5.468.270 pessoas diagnosticadas desde o início da pandemia, cujo primeiro caso no país foi apontado em 26 de fevereiro.

No momento, 4.934.548 pacientes já recuperaram da covid-19 em território brasileiro, enquanto que 375.266 infetados permanecem sob acompanhamento médico.

São Paulo concentra 1.103.582 casos do novo coronavírus, sendo o estado com mais infeções, seguido por Minas Gerais (353.311), Bahia (349.711), e Rio de Janeiro (306.672).

As unidades federativas com mais mortes são São Paulo (39.007), Rio de Janeiro (20.376), Ceará (9.325) e Minas Gerais (8.872).

Para as estatísticas de vítimas mortais do Brasil entrou hoje a mãe de Rosângela Silva, namorada do ex-presidente Lula da Silva, que morreu em São Bernardo do Campo, aos 80 anos, devido a complicações decorrentes da covid-19.
A informação foi confirmada pela assessoria do antigo chefe de Estado, que indicou que a idosa, que morava com a filha e com Lula da Silva, contraiu a doença após ser internada devido a uma infeção urinária.

“Todos os que conviviam com dona Vani Ferreira, inclusive Rosângela Silva e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fizeram vários testes para covid-19 nas últimas semanas, desde que a doença foi diagnosticada. Todos os testes deram resultado negativo”, acrescentou a assessoria em comunicado.

Lusa

Vagos explica as “REGRAS PARA UMA BOA UTILIZAÇÃO DOS CEMITÉRIOS”


Os cemitérios do concelho de Vagos irão estar abertos para que os munícipes possam prestar as suas homenagens aos entes queridos.

No entanto, tendo em conta a evolução da pandemia covid19, no decurso da qual foi decretado pelo Governo o Estado de Calamidade e a proximidade do fim de semana em que se celebra os dia de finados e fiéis defuntos, é fundamental garantir a Saúde e a Segurança de todos.

A fim de assegurar ambos, o Município de Vagos anuncia os procedimentos a tomar por todos aqueles que pretendam deslocar-se aos cemitérios do concelho neste fim de semana:

Uso obrigatório de máscara ou viseira(retira e deixa só máscara);

-Desinfeção das mãos
-Proibida a partilha de equipamentos e materiais de limpeza
-Manutenção de distância social de 2m entre pessoas
-Permanência junto das campas e jazigos limitada a duas pessoas
-Permanência no cemitério apenas no tempo estritamente necessário para que se evitem aglomerados.

O​​s cemitérios terão assistentes para verificar do bom cumprimento destas regras. Caso estas não sejam cumpridas proceder-se-á ao encerramento dos espaços.

Pai e filho detidos em Águeda, por maus-tratos a idosos


A GNR de Aveiro, através do NIAVE - Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas de Aveiro, no dia 26 de outubro, deteve dois homens de 44 e 20 anos, pela prática do crime de maus-tratos, na localidade de Assequins, concelho de Águeda.

No decorrer de uma investigação que teve início em Abril deste ano, os militares da Guarda apuraram que as vítimas, um homem de 82 anos e uma mulher de 78 anos, sofriam maus-tratos verbais e psicológicos por parte do filho e do neto.

Das diligências policiais efetuadas, os militares efetuaram uma busca domiciliária, culminando na apreensão do seguinte material:

· Duas reproduções de arma de fogo em plástico;

· Uma arma elétrica;

· Uma botija de CO2.

Os detidos foram presentes ao Tribunal Judicial de Aveiro no dia 27 de outubro, para primeiro interrogatório judicial, tendo-lhes sido aplicadas as medidas de coação de afastamento da residência e proibição de contatos por qualquer forma com as vítimas.

Esta ação teve o reforço do Posto Territorial de Águeda e do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Águeda.

Eleições do Benfica: Vieira destaca momento histórico e pede “respeito” pelos resultados


O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, hoje eleito para um sexto mandato, manifestou "orgulho" por vencer o ato eleitoral mais concorrido da história do clube e apelou a que os benfiquistas "respeitem os resultados" do escrutínio.

"Vencer as eleições que tiveram o maior número de sócios a votar em toda a história do clube é um orgulho. Os sócios decidiram e os resultados são claros. Espero quer todos assumam a sua responsabilidade e o seu benfiquismo", afirmou Vieira, durante o discurso da tomada de posse, por volta das 03:00.

Após vencer as eleições mais concorridas de sempre do emblema lisboeta, nas quais votaram 38.102 associados, o presidente benfiquista, em exercício desde 2003, elogiou a "capacidade de mobilização" e "militância" do clube, considerando ter-se tratado da "maior manifestação eleitoral de um clube em Portugal".

Vieira, que venceu as eleições com 62,59% (471.660 votos), batendo João Noronha Lopes, que conseguiu 34,71% (261.574), e Rui Gomes da Silva, que ficou nos 1,64% (12.341), pediu união no universo benfiquista, assumindo que esse será "um dos desafios mais importantes para os próximos quatro anos".

"Conseguimos crescer e chegar até aqui porque não houve fações, nem grupos apostados em dividir ou em provocar desgaste. Apesar das diferenças, a união foi o denominador comum nestes anos. Disse-o durante a campanha e repito-o hoje: A partir de agora não há vencedores, nem vencidos, mas apenas benfiquistas que vão unir esforços para continuar a construir o futuro do clube. Espero que respeitem os resultados e que a partir de agora haja um só Benfica", vincou Luís Filipe Vieira.

Por outro lado, o presidente do Benfica confirmou que este sexto mandato será o último à frente dos ‘encarnados', referindo que "será um mandato de continuidade, para apostar no que de bom" foi feito e "para corrigir os erros cometidos".

Com "quatro anos exigentes" pela frente, Vieira mostrou-se confiante de que os órgãos sociais eleitos para o quadriénio 2020-2024 saberão "responder à altura da história do Benfica" e encerrou o discurso com uma ideia já antes transmitida: "Permitam-me reforçar que o Benfica tem, há sete anos consecutivos, contas positivas."

Luís Filipe Vieira, de 71 anos, que já é o presidente com mais tempo na liderança do Benfica, foi reeleito para o quadriénio 2020-2024, depois de ter sido eleito pela primeira vez há 17 anos, em 2003.

Nos anteriores cinco atos eleitorais, Vieira tinha sido sempre eleito com uma percentagem de votos acima dos 80%, com 90,47% em 2003, frente a Jaime Antunes (7,32%) e Guerra Madaleno (0,7%), 91,74% em 2009, perante Bruno Costa Carvalho (2,71%), e 83,02% em 2012, diante Rui Rangel (13,83%).

Nos outros dois sufrágios, em 2006 e 2016, Vieira foi candidato único, tendo acolhido, respetivamente 95,6% e 95,52% dos votos.
As eleições de quarta-feira para a presidência do Benfica bateram o recorde histórico das mais votadas de sempre, com 38.102 votantes, superando o registo alcançado no sufrágio de 2012, quando 22.676 exerceram o direito de voto, num ato em que Vieira foi desafiado por Rui Rangel.

Texto: Lusa

México | Aprendizaje Continuo, Clave Para Evitar El Rezago Laboral Y Profesional

 


por Yesica Flores

D2L, líder mundial en tecnología de aprendizaje, publicó el informe “El futuro del aprendizaje a lo largo de toda la vida”, el cual hace un análisis profundo de las habilidades que requiere la fuerza laboral actualmente, entre las que destaca la formación continua para evitar el rezago profesional.

El documento subraya que hoy en día no se abordan adecuadamente los cambios en el universo de las habilidades esperadas. Ante estos desafíos, surge “el aprendizaje a lo largo de toda la vida”, concepto que se define como el afán constante, voluntario y autónomo de una persona de desarrollar conocimientos y habilidades a lo largo de su vida, ya sea por razones personales o profesionales.

Con la educación de nivel primario y secundario como punto de partida, este aprendizaje a lo largo de toda la vida se enfoca más en aquellas oportunidades educativas y de capacitación a lo largo de la adultez (antes, durante e incluso después de la etapa laboral) que conllevan resultados específicos en materia de inserción laboral, logro profesional y crecimiento personal. Las oportunidades del aprendizaje a lo largo de toda la vida incluyen no solo las formas de aprendizaje formales y académicas, sino también las informales y no estructuradas.

La posibilidad de acceder a la formación continua se está volviendo un componente cada vez más necesario del desarrollo económico de las comunidades.

El informe “El futuro del aprendizaje a lo largo de toda la vida”, responde las preguntas más importantes del tema, entre ellas: ¿cómo se manifiesta el aprendizaje a lo largo de toda la vida en lo concreto? ¿Dónde están los sistemas a tal fin hoy en día, y con qué finalidad se aplican? ¿cómo pueden adaptarse nuestros sistemas educativos, de capacitación, de empleo y de desarrollo profesional con el fin de brindar más oportunidades para este tipo de aprendizaje, calibradas de acuerdo con las habilidades exigidas por los empleadores y las necesidades de los trabajadores?

El documento expone dos tendencias: 

  • La población activa está cambiando de empleo o de vocación con más frecuencia, por elección o por necesidad, y esto se debe a los avances tecnológicos.
  • No es tanto el logro académico lo que determina la inserción en el mercado laboral, sino la capacidad de cada individuo de demostrar que cuenta con las habilidades necesarias para la tarea encomendada.

La pérdida progresiva de valor de las habilidades duras hace que una persona deba actualizar sus habilidades o desarrollar otras completamente nuevas a lo largo de su carrera, para evitar quedarse afuera del mercado laboral.

Una de las conclusiones de la edición 2018 del informe The Future of Jobs, sobre el futuro del trabajo, elaborado por el Foro Económico Mundial, es que “todos tendremos que convertirnos en alumnos de por vida”.

De acuerdo con el McKinsey Global Institute, en términos macroeconómicos, hasta 375 millones de trabajadores a nivel mundial —o sea, el 14 % de la fuerza laboral— puede encontrarse ante la necesidad de cambiar de trabajo y aprender nuevas competencias para el 2030. El porcentaje es muy superior en las economías desarrolladas, afectando hasta un tercio de la fuerza laboral en los Estados Unidos y Alemania, y casi la mitad en Japón.

Por su parte, una encuesta mundial sobre recursos humanos, realizada en 2019 por Deloitte entre 10,000 líderes de diferentes países y sectores, identificó el aprendizaje como la principal necesidad organizacional, por sobre el liderazgo, el acceso al talento humano, y otras problemáticas urgentes.

Tan solo una pequeña minoría (11 %) de los adultos en edad laboral de los países miembros de la OCDE dicen que desean capacitarse pero no pueden, por falta de tiempo, de fondos, de apoyo de su empleador, o por razones familiares. Y aun así, casi la mitad refiere no haber recibido capacitación alguna en todo un año, y no manifiesta ningún deseo de acceder a ella.

El actual panorama del aprendizaje a lo largo de toda la vida se caracteriza, por un lado, por una fuerte demanda entre los integrantes de la población activa y, por el otro, por fallas en términos de participación y motivación de los alumnos de edad adulta (en particular, los menos calificados). Hay carencias de disponibilidad, calidad y afinidad con las exigencias del mercado laboral y las necesidades de los empleadores.

D2L cree que el futuro habrá de exigir una “vida permeada por el aprendizaje”,  caracterizada por una constante inclinación a aprender, y por la presencia de oportunidades intensivas y puntuales de adquirir conocimientos integradas en el tejido cotidiano de la vida, con el fin de preparar a las personas  para carreras profesionales exitosas y experiencias de vida plenas. El informe “El futuro del aprendizaje a lo largo de toda la vida” está disponible para su consulta y descarga de manera gratuita en https://www.d2l.com/es/recursos/informes/el-futuro-del-aprendizaje-a-lo-largo-de-toda-la-vida/