sexta-feira, 24 de julho de 2026

Proença-a-Nova | Cunqueiros Sound Fest regressa a 31 de julho

 
O Cunqueiros Sound Fest regressa já no próximo dia 31 de julho para mais uma edição que promete voltar a colocar esta localidade em ProençaaNova, como a aldeia mais eletrónica de Portugal, expressão que o evento mantém desde 2005.
Com entrada livre, o festival volta a transformar a aldeia num ponto de encontro para amantes da música eletrónica, reunindo nomes de referência nacional e talentos emergentes. A edição de 2026 apresenta um cartaz de destaque, liderado por Carlos Manaça, figura histórica da música eletrónica portuguesa, que celebra este ano 40 anos de carreira. O alinhamento integra ainda ‘Karl In’, ‘Panchito’, ‘Snakeysanchez’ e o convidado especial ‘DJ Peres’ da YYY, reforçando a aposta do festival em sonoridades contemporâneas e numa curadoria musical de qualidade.
O evento cresce também na sua estrutura, com a criação do novo palco secundário “Magma Cellar”, dedicado a DJs locais e artistas em ascensão, complementando a energia do Main Stage, junto à associação local, que abre às 22h00. O Palco Magma Cellar inicia a programação às 17h00, oferecendo uma tarde de música e convívio antes da grande noite eletrónica.
Para além da música, o Cunqueiros Sound Fest aposta numa experiência completa e sustentável. A Camping Zone, de acesso gratuito, incentiva a permanência dos visitantes e a interação com a comunidade local, promovendo a descoberta do território. O festival implementa ainda copos reutilizáveis com design exclusivo e medidas de gestão eficiente de resíduos.
Com o objetivo de ultrapassar os 1000 festivaleiros, a organização, a Associação Recreativa e Cultural de Cunqueiros (ARCC), pretende continuar a valorizar a aldeia e divulgar os pontos de interesse turístico do concelho, como as praias fluviais, os percursos pedestres e as paisagens envolventes. Mantendo a entrada livre, o festival continua a afirmarse como uma alternativa cultural relevante para os jovens do concelho e da região. Nascido em 2005, o Cunqueiros Sound Fest combina música eletrónica de vanguarda com a tradição e identidade de uma aldeia do Pinhal Interior.

*Gabriel Reis
Comunicação, Turismo e Eventos

MusicaMós - Festival de Música de Porto de Mós – 2ª Edição

 Entre os dias 21 e 30 de agosto, o Castelo de Porto de Mós, a Praça da República e a Igreja de São João recebem o MUSICAM(Ó)S – Festival de Música de Porto de Mós, que regressa para a sua segunda edição com um programa diversificado, onde a música, o património e a identidade se encontram em cenários de grande valor histórico.

Ao longo de seis dias, o festival propõe um percurso musical por diferentes expressões artísticas e culturais, reunindo diferentes artistas numa programação pensada para públicos de todas as idades. Sob a direção artística de Fábio Pascoal, o MUSICAM(Ó)S volta a afirmar-se como um espaço de encontro entre diferentes linguagens musicais, promovendo o diálogo entre tradição, inovação e criação artística.

O arranque acontece no dia 21 de agosto, às 21h30, no Castelo de Porto de Mós, com o espetáculo "Elton John Extravaganza", protagonizado por Mickey Keys e Marcelo Silva, dedicado à obra de um dos maiores ícones da música mundial.
No dia 22 de agosto, às 21h30, a Praça da República recebe "ORIGENS – Tradição Sinfónica", um encontro entre a Filarmónica de Chãs, o Coral Calçada Romana e o Rancho Folclórico de Geraldes, num espetáculo que valoriza as tradições e a identidade sociocultural do território.

A programação prossegue no dia 23 de agosto, às 18h30, na Igreja de São João, com Unir.o.Mare, um concerto que junta Pedro Ferreira, na guitarra clássica, e Rairton Lima, no bandolim, numa viagem musical inspirada na identidade dos povos.

Depois de uma breve pausa, o festival regressa ao Castelo de Porto de Mós no dia 28 de agosto, às 21h30, com a Residência Artística de Luísa Pinção e Francisco Vieira, dedicada à identidade criativa.

No dia 29 de agosto, também às 21h30, o Castelo acolhe "Da Moda à Desgarrada", um espetáculo que une a tradição e a música popular, com atuação das Concertinas da Barrenta na primeira parte e uma animada desgarrada protagonizada por Soraia Araújo e Daniel Alves na segunda.

O encerramento acontece no dia 30 de agosto, às 18h30, novamente no Castelo, com "Duelo de Bateristas", que coloca frente a frente Rafael Santos e João Maneta, num espetáculo dedicado à identidade individual e à criatividade musical.

O MUSICAM(Ó)S afirma-se como um espaço de encontro entre diferentes linguagens musicais, promovendo o património, os artistas e a cultura, num ambiente único que convida residentes e visitantes a viverem a música em locais emblemáticos de Porto de Mós.
 
*Patrícia Alves
Gabinete de Comunicação

No dia 27 de julho, segunda-feira. Cinema na Praça leva “Diabo veste Prada 2” a Cantanhede


O filme “Diabo veste Prada 2”, protagonizado por Meryl Streep e Anne Hathaway, vai ser exibido na Praça Marquês Marialva, em Cantanhede, dia 27 de julho, às 21h30.

Esta ação decorre no âmbito da iniciativa Cinema na Praça Continente, que percorre todo o país com sessões gratuitas e inclusivas.

Com entrada livre e oferta de pipocas, a quarta edição desta iniciativa conta com 500 lugares sentados, sendo ainda possível assistir ao filme em mantas e cadeiras próprias.
Para completar a experiência, a food truck ‘Continente On Wheels’ também irá marcar presença, com uma proposta gastronómica acessível e conveniente, pensada para acompanhar os momentos de descontração.

A iniciativa tem como objetivo democratizar o acesso à cultura e entretenimento, e promover momentos de encontro e de celebração para toda a gente.

O Cinema na Praça Continente conta com o apoio institucional da Câmara Municipal de Cantanhede, reforçando o compromisso da marca com a proximidade, a inclusão e a valorização das comunidades.


Crónica - O Acordo Ortográfico ainda não pode ser julgado

Há uma pergunta que raramente encontro no debate sobre o Acordo Ortográfico: será que já passou tempo suficiente para o julgar? A facilidade com que se proclama o seu sucesso ou o seu fracasso revela, muitas vezes, uma dificuldade em compreender o ritmo próprio da História. Como historiador, aprendi que as grandes transformações raramente podem ser avaliadas enquanto ainda estão a acontecer. O tempo é um elemento essencial para perceber o verdadeiro alcance das mudanças profundas de uma sociedade, sejam elas políticas, culturais ou linguísticas.
E as línguas, talvez mais do que qualquer outra criação humana, não obedecem ao calendário das decisões políticas. Uma língua não muda porque um decreto é publicado, nem deixa de mudar porque alguém se opõe a essa mudança. As línguas transformam-se lentamente, através da escola, dos livros, dos escritores, dos meios de comunicação, das novas tecnologias e, sobretudo, através das gerações que as aprendem e utilizam.
É precisamente por isso que me parece precipitado afirmar, apenas vinte anos depois da implementação do Acordo Ortográfico, que esta reforma foi um fracasso. Vinte anos podem parecer muito na vida de uma pessoa, mas representam um período extremamente curto na história de uma língua com quase nove séculos de existência. Nenhuma grande transformação linguística pode ser verdadeiramente avaliada enquanto a primeira geração que a recebeu na escola ainda está a construir o seu percurso académico, profissional e cultural.
A História da ortografia portuguesa demonstra isso mesmo. As reformas anteriores também provocaram resistência e também foram vistas por muitos como uma rutura com a tradição. Durante séculos escrevemos palavras como pharmacia, photographia, orthographia ou theatro. Quando essas grafias foram alteradas, houve quem considerasse que se estava a destruir a ligação da língua às suas origens históricas. Hoje, porém, essas formas pertencem ao património escrito do passado e poucos defenderiam seriamente o seu regresso.
Esse exemplo deve levar-nos a alguma humildade perante o presente. Muitas vezes esquecemos que aquilo que hoje consideramos natural foi, em determinado momento, uma mudança polémica. A língua que recebemos nunca foi exatamente a língua dos nossos antepassados, porque cada geração recebeu uma herança linguística e acrescentou-lhe a sua própria marca.
Existe, contudo, uma realidade que ninguém pode ignorar. Enquanto alguns continuam a discutir se o Acordo Ortográfico devia ou não ter existido, há uma geração inteira que aprendeu a escrever segundo as suas regras. Muitos jovens nunca escreveram "acção", "direcção" ou "recepção" porque essas palavras nunca fizeram parte da sua aprendizagem escolar. Para eles, a forma natural é "ação", "direção" e "receção". Não houve uma perda, porque não existe memória de uma alternativa.
É aqui que a tecnologia veio acelerar um processo que, no passado, demoraria certamente mais tempo. Os computadores, os telemóveis, os corretores ortográficos, os motores de pesquisa e, mais recentemente, os sistemas de inteligência artificial trabalham naturalmente com as normas atualmente utilizadas. A escrita digital, que domina cada vez mais a nossa comunicação, tornou-se também um poderoso agente de consolidação linguística.
Isto não significa que o Acordo Ortográfico seja uma reforma perfeita ou que não possa ser discutido. Todas as reformas têm imperfeições e todas podem ser melhoradas. Uma língua viva nunca deve fechar a porta ao debate científico, nem os linguistas, escritores e professores devem deixar de analisar criticamente as escolhas feitas. A discussão é saudável e faz parte da própria evolução da língua.
Mas uma coisa é discutir a qualidade de algumas opções do acordo; outra, bem diferente, é defender que devemos regressar ao ponto anterior como se os últimos vinte anos nunca tivessem existido. A História mostra-nos que as reformas ortográficas, quando entram na escola e passam a fazer parte dos hábitos de escrita de uma geração, dificilmente são anuladas.
Também não parece razoável exigir ao Acordo Ortográfico um objetivo que nenhuma língua internacional conseguiu alcançar: eliminar todas as diferenças entre países e comunidades. O português continuará a ter variantes nacionais, diferentes pronúncias e vocabulários próprios. O mesmo acontece com o inglês, o espanhol ou o francês. A riqueza de uma língua global está precisamente na capacidade de unir comunidades diferentes sem apagar a sua diversidade.
Talvez o maior problema deste debate seja confundirmos memória com imobilidade. Respeitar a história da língua portuguesa não significa impedir que ela continue a evoluir. Pelo contrário, significa compreender que a mudança sempre fez parte dessa história. Camões não escrevia como Fernão Lopes, Fernando Pessoa não escrevia como Camões e nós não escrevemos exatamente como os nossos escritores do século XIX.
Como historiador, não pretendo antecipar um julgamento que pertence ao futuro. Talvez daqui a cinquenta anos uma nova geração de estudiosos conclua que algumas opções do Acordo Ortográfico deveriam ter sido revistas. Talvez conclua que a reforma cumpriu plenamente os seus objetivos. O tempo ainda não terminou o seu trabalho.
Mas há uma conclusão que já podemos retirar: o Acordo Ortográfico deixou de ser apenas uma decisão política e passou a ser uma realidade cultural vivida por uma geração inteira. Podemos debatê-lo, aperfeiçoá-lo e estudá-lo, mas dificilmente poderemos fingir que a história da língua portuguesa ficou parada no momento anterior à sua entrada em vigor.
As línguas sobrevivem porque mudam. E o português continuará a sobreviver precisamente porque, ao longo dos séculos, soube adaptar-se sem perder a sua identidade.

*Paulo Freitas do Amaral
Professor e Autor

Marinha Grande | MUNICÍPIO AGRADECE O EMPENHO DA COMUNIDADE EDUCATIVA NA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS DOS EXAMES NACIONAIS

Na sequência da divulgação das classificações dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário, o Município da Marinha Grande manifesta o seu reconhecimento e agradecimento a todos os profissionais da comunidade educativa do concelho que contribuíram para o bom desenvolvimento deste processo.

O Município enaltece o trabalho dos diretores dos agrupamentos de escolas do concelho, professores, técnicos e restantes profissionais envolvidos, pela dedicação, profissionalismo e elevado sentido de missão demonstrados ao longo de todo o período de preparação, realização e acompanhamento dos exames nacionais.

Num momento particularmente relevante para o percurso académico dos alunos e para as expectativas das suas famílias, foi essencial o empenho de todos aqueles que asseguraram o funcionamento dos procedimentos associados aos exames, colocando sempre o interesse dos estudantes em primeiro lugar.
O Município da Marinha Grande reconhece o compromisso coletivo da comunidade educativa, cuja ação diária é determinante para garantir condições de aprendizagem, apoio e orientação aos jovens do concelho.

A autarquia reafirma o seu apreço pelo trabalho desenvolvido pelos profissionais da educação e deseja aos alunos os maiores sucessos para esta nova etapa do seu percurso académico e pessoal.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Castelo de Paiva | PARA PROTECÇÃO AMBIENTAL NO PERIODO DE VERÃO ABERTAS AS CANDIDATURAS PARA O VOLUNTARIADO JOVEM

O Município de Castelo de Paiva anunciou esta semana, a abertura de candidaturas para o "Projecto de Voluntariado Jovem", uma iniciativa apresentada e promovida no âmbito do “Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas". 
A autarquia paivense convida os munícipes mais novos a aproveitar o período de pausa escolar de "forma útil, divertida e em contacto directo com o meio ambiente", sendo que, a calendarização oficial define que as actividades de protecção ambiental irão decorrer durante o período de Verão, especificamente de 22 de Julho a 2 de Setembro de 2026. 
O município de Castelo de Paiva explica que o "desafio cívico “ se destina, de forma exclusiva, aos cidadãos que se encontrem na faixa etária "entre 14 e 30 anos e que, preferencialmente, gostem "de atividades ao ar livre. Para garantir uma gestão eficaz dos recursos humanos e uma cobertura contínua durante os meses de maior risco e necessidade de vigilância ambiental, estas acções no terreno vão ser realizadas em turnos organizados por períodos de 15 dias. 
Com o objetivo de atrair os jovens paivenses, a Câmara Municipal preparou um pacote de incentivos associado à participação no projecto e quem aderir à iniciativa terá direito a receber uma compensação financeira através de uma subvenção diária de 13 € / dia", verba que é suportada "para uma participação de 5h/dia. 
A organização autárquica garante ainda que, todos os inscritos beneficiarão da devida "protecção", uma vez que o programa abrange a activação de um "seguro de acidentes pessoais e de responsabilidade civil", enquanto a nível curricular e de "valorização" pessoal, os jovens participantes terão ainda direito à emissão de um "certificado de participação para currículo. 
Antes de iniciarem as rondas e os trabalhos, haverá lugar a "capacitação", que consistirá na frequência de uma "formação geral sobre voluntariado e formação específica para as atividades a realizar no terreno". 
Relativamente às burocracias, a edilidade paivense clarifica que "as candidaturas são feitas directamente na Plataforma do IPDJ". Os jovens interessados que ainda não estejam registados no sistema do Instituto Português do Desporto e Juventude devem primeiro efectuar o seu "registo inicial" no portal BDU (Base de Dados Única). 
Após este primeiro passo informático, os interessados em participar devem avançar e inscrever se "no projeto de voluntariado ambiental do nosso concelho" para conseguir garantir a respectiva vaga. Entretanto, a Câmara Municipal de Castelo de Paiva deixa um forte apelo à mobilização da juventude para que faça "a diferença na comunidade", recordando a toda a população que "a protecção da nossa floresta e do património natural também depende de ti".

*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações-Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa


Marinha Grande | XXIII FESTIV' ÁLVARO ANIMA AS NOITES DE AGOSTO NA PRAIA DA VIEIRA

 O XXIII Festiv’ Álvaro regressa à Praia da Vieira durante o mês de agosto, trazendo quatro espetáculos de teatro para toda a família, com entrada livre, no Largo 1.º de Maio (junto à Biblioteca de Instrução e Recreio), sempre às 21h30.
Promovido pelo Teatresco, em parceria com o apoio do Município da Marinha Grande e o apoio de várias entidades locais, o festival volta a apostar na descentralização cultural e na dinamização da Praia da Vieira durante a época balnear, proporcionando momentos de convívio, lazer e cultura para residentes e visitantes.
Ao longo de dois fins de semana, o público poderá assistir a diferentes produções teatrais, destinadas a todas as idades, num ambiente ao ar livre que valoriza a fruição cultural junto ao mar.
O programa é o seguinte:
Largo 1.º de Maio (Biblioteca) – Praia da Vieira
Sempre às 21h30
 Entrada livre
1 de agosto (sábado) . 21h30
A Princesa de Orelhas de Burro – Teatresco
2 de agosto (domingo) . 21h30
O Macaco do Rabo Cortado – Teatresco
8 de agosto (sábado) . 21h30
O Principezinho – Teatresco
9 de agosto (domingo) . 21h30
O Projecionista – Teatro do Botão

*Gabinete de Comunicação e Imagem