segunda-feira, 8 de maio de 2017

Hora de Fecho: A história e o mistério do maior tesouro de Fátima

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Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
Sabe quem mandou construir a Nossa Senhora de Fátima? E que há um mistério inexplicável que envolve a coroa e a bala que atingiu João Paulo II? Histórias de uma imagem em que só podem tocar 10 pessoas
Vereador e número dois de Rui Moreira deixa responsabilidades de Habitação e Acção Social. O acordo feito em 2013 com Rui Moreira, no entanto, é para manter, garante o PS.
O presidente da Câmara do Porto decidiu assumir o pelouro da Habitação e Ação Social e atribuir o do Urbanismo a Rui Loza, eleito independente que até agora não tinha pelouro.
Mais de um quarto dos alunos do 5.º e 6.º ano têm negativa a matemática, sendo que são poucos os que conseguem recuperar para terreno positivo, quer chumbem de ano ou não.
O Vaticano divulgou esta segunda-feira o missal da peregrinação do papa Francisco a Fátima, incluindo a oração que fará na sexta-feira, na Capelinha das Aparições, em que vai orar pela paz.
A família da criança brasileira que terá sido curada por intercessão de Francisco e Jacinta Marto vai participar no cortejo do ofertório de sábado, em Fátima, lê-se na página oficial da visita do Papa
Salvador Sobral sobe amanhã, 9 de maio, ao palco da primeira meia-final da Eurovisão, no dia em que disputa um lugar na final com mais 17 países - mas o português já é o segundo favorito à vitória.
Nas grandes cidades, entre arranha-céus e asfalto, o espaço é um bem precioso. Por isso é que arquitetos e designers se juntaram para criar micro-casas, onde se pode viver em grande. Conheça algumas.
O Governo apresentou, esta segunda-feira, a nova estratégia de modernização da Segurança Social, que prevê implementar 34 medidas até ao final de 2018.
Habitantes e autarcas de Almeida já abandonaram o balcão da Caixa Geral de Depósitos de Vilar Formoso, onde estiveram concentrados esta sexta-feira. Mas anunciaram a data para o próximo protesto.
Foram detidas mais de 140 pessoas em protestos contra Emmanuel Macron. Mais de 300 pessoas passaram a noite nas ruas de Paris numa manifestação anticapitalismo. Veja o vídeo em direto. 
Opinião

Rui Ramos
Macron derrotou Le Pen, mas agora pode salvá-la, se conseguir destruir, nas legislativas, os velhos partidos do regime e assim entregar a Le Pen a chefia da oposição. 

Alexandre Homem Cristo
A França escolheu um liberal que evitou o triunfalismo eleitoral e fugiu ao irrealismo dos que acreditam que basta boa-vontade para mudar a UE. É uma amostra, mas chega para ser melhor do que Hollande

João Carlos Espada
Os europeístas defensores do comércio livre e da globalização não devem aceitar a infeliz dicotomia entre “nacionalismo e globalismo”. Nem entre “contra-revolução e revolução”.

Inês Domingos
Macron prometeu prometeu substituir a linha de divisão tradicional esquerda-direita pela diferenciação entre reformistas e conservadores. Para isso necessita de apoios tanto à esquerda como à direita.

Manuel Villaverde Cabral
A convergência entre a extrema-esquerda e a extrema-direita é, como se vê, permanente. Macron não se localiza tanto ao «centro», como está sobretudo contra os soberanismos de direita e de esquerda.

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COMEMORAÇÕES DO FERIADO MUNICIPAL

A Câmara Municipal de Aveiro apresenta o programa das Comemorações do Feriado Municipal que irão decorrer de 9 a 14 de maio, destacando-se, como habitualmente a Sessão Solene e a tradicional Procissão em Honra de Santa Joana Princesa, padroeira da Cidade – uma das procissões mais marcantes a nível nacional, no dia 12 de maio.

MACRON E LE PEN, A SOPA QUE NÃO QUERIAM COMER MAS QUE ESCOLHERAM E… COMEM


Mário Motta, Lisboa
Macron venceu Marine Le Pen por uma diferença de quase 30%. Podemos dizer que um híbrido venceu a extrema-direita. Melhor ainda: podemos dizer que um banqueiro (a que agora chamam ex-banqueiro) venceu as fascista Le Pen. Já antes o dissemos aqui no PG, entre um e outro venha o diabo e escolha.

No Expresso podemos ler que “O ex-banqueiro e ex-ministro, que será o novo Presidente francês, chegou ao átrio do Museu do Louvre ao som do “Hino da Alegria”, composto por Ludwig Van Beethoven e adotado pela União Europeia. No seu discurso, declarou: a Europa e o mundo esperam que “tragamos uma nova esperança de um mundo mais seguro, de liberdades defendidas, de mais justiça, de mais ecologia”.

No AbrilAbril já a prosa é outra, curta e grossa: “Ganhou o candidato da alta-finança”. E é a verdade.

Banqueiro uma vez, banqueiro para toda a vida”, diz o povo em adágio popular. Tanto de banqueiros como de ladrões ou de vigaristas. Diz isso mesmo de quase tudo que desagrade e fira os interesses das populações.

Se olharmos de frente para o que se passa nas eleições francesas ou noutras do chamado mundo-livre, mundo-democrático, países do ocidente, devemos reparar nas semelhanças e sintonias que se percebem em pelo menos dois dos candidatos. Regra geral naqueles que têm mais hipóteses de vencer. Todos eles são pela defesa dos interesses da alta-finança. Tivemos em França, agora, o exemplo. Le Pen, da extrema-direita e pelo capital desbragado e selvagem e Macron, um dos do grupo da alta-finança, do capital selvagem, salafrário, ladrão, explorador concomitante que beneficia da sistemática impunidade dos que governam, legislam e se dizem da Justiça. Assim, vote-se num ou noutro acontece praticamente tudo de igual modo, salvo em alguns pormenores. Porém, os da alta-finança têm sempre ali, naqueles, um grande aliado, um servil complot de bastardos que zela por interesses contrários aos que produzem, aos que trabalham simplesmente para sobreviver e pouco mais. Pelo menos dois dos candidatos a eleger são quase iguais. A mídia faz o seu trabalho apontando diferenças, espalhando o medo, etc. Certo é que um deles é escolhido pelos eleitores e é o vencedor.

O processo faz recordar a mãe (e hoje até é dia da mãe) que tem sempre duas  panelas de sopa prontas para dar aos filhos. Filhos que dizem sempre que não querem sopa quando ela lhes pergunta se querem sopa. Assim ela desenvolveu a prática “democrática” de lhes impingir a sopa (já não lhes pergunta se querem sopa). Somente lhes pergunta se querem de espinafres ou de cenoura. Dá-lhes a escolher. Mas, é sopa. É a sopa que eles não querem comer. Vai daí, por ter sido dada a escolha sobre o que não querem (a sopa) os miúdos atarantam-se e nem se dão conta que afinal vão escolher o que não querem, respondendo que querem sopa de espinafres, ou de cenoura. Mas sopa é sopa. Eles não querem nenhuma delas, mas não dão essa resposta, nem tomam a atitude de a rejeitar pura e simplesmente. Escolhem "democráticamente". E comem.

É como nos candidatos a eleições, os desta segunda volta francesa e de outros. Não querem nenhum deles mas acabam por escolher apesar de não existirem grandes diferenças entre eles. E até existirem enormes semelhanças, pelo menos na defesa da alta-finança e prejuízo da maioria dos que neles votaram.

Por este método quase que podemos dizer que os candidatos são como a sopa dos que não a querem mas que acabam por a escolher e comer.

Em Portugal também é o que acontece eleitoralmente. E até existe uma sopa chamada "arco da governação"...

SOCIOPATAS E ASSASSINOS COM O MUNDO NAS MÃOS


Dirigentes sociopatas e assassinos com o destino do mundo nas mãos estão livres e à solta, protegidos, acarinhados até como salvadores dentro da bolha mediática. Se não forem os cidadãos livres, inconformados e informados a dar o alerta quem o fará por eles?

José Goulão | AbrilAbril | opinião

O frequentador, ainda que ocasional, da bolha mediática que envolve o mundo de hoje vive sob anestesia daqueles que serão, com elevado grau de probabilidade, os derradeiros tempos da situação planetária tal como a temos conhecido. Entretido com as peripécias engendradas para instaurar a censura férrea na internet a pretexto das fake news (notícias falsas) nas redes sociais – uma campanha conduzida pelos grandes operadores mediáticos, que assim pretendem reservar para si o monopólio das fake news – o desprevenido cidadão passa ao largo da multiplicação de manobras letais conduzidas por mentes assassinas que ascenderam ao governo mundial.

É verdade que conhecemos ao pormenor as intenções do agora benquisto presidente dos Estados Unidos para castigar o atrevimento do seu congénere da Coreia do Norte, que pretende ter bombas atómicas tal como Israel, por exemplo, com a diferença de que não esconde as suas intenções.

No entanto, quem se der por informado através do conteúdo dos telejornais, das publicações sensacionalistas ou de referência, tanto faz, fica a ignorar as duas outras facetas do mesmo problema: que a ameaça de Donald Trump e dos senhores da guerra que agora ocupam por completo a sua corte se dirige verdadeiramente contra a China; e que, como um espelho de feira da sua metade Norte, ampliando e distorcendo os defeitos, a Coreia do Sul é uma colónia norte-americana infestada de armas nucleares e funcionando em ditadura maquilhada de modo a parecer uma democracia neoliberal.

A versão incompleta, logo distorcida, transformou-se em regra na abordagem dos temas de envergadura mundial que se vão sucedendo nas manchetes e gritaria mediática, através das quais se repetem as mensagens primárias e maniqueístas para cada um decorar e multiplicar. O essencial fica por explicar, para não maçar as pessoas com coisas complicadas, para não sobrecarregar a sua limitada capacidade de atenção, ou porque não há tempo e os anunciantes reclamam o seu espaço, principescamente recompensado em numerário.

Através desta estratégia censória esconde-se da generalidade dos cidadãos o abismo para o qual o mundo caminha agora apressadamente, iluminado pela tese cada vez mais ganhadora de que os avanços tecnológicos e científicos no domínio militar permitem a utilização circunscrita de bombas atómicas, sem que haja risco de uma hecatombe nuclear generalizada.

E na bolha mediática não irrompe qualquer abcesso de inquietação, ao menos para gritar uma advertência do género salve-se quem puder. Pelo contrário, se acaso o assunto é aflorado por ilustres comentadores, uma tal tese é considerada verídica, podemos então dormir descansados, a desgraça será longínqua e limitada.

O Centro de Informação Nuclear das Forças Armadas dos Estados Unidos anunciou que foram testados há pouco, com êxito absoluto, os componentes inertes da nova bomba atómica B61-12, na verdade um novo engenho com capacidade para furar bunkers de silos nucleares e dispondo de quatro opções de potências selecionáveis entre 0,3 e 50 quilotoneladas, o que permite «dimensionar» os danos pretendidos.

Além disso, a Boeing forneceu um novo sistema de orientação que permite ao engenho procurar o alvo, dispensando-se o lançamento na vertical, considerado menos preciso. Enfim, tudo mais controlável, com a vantagem de a nova bomba ser utilizável pelos já existentes F-16 e Tornado, evitando a espera pelos míticos F-35, já vendidos a uma série de países da NATO sem existir um único protótipo.

A recepção da nova bomba atómica começou, aliás, a ser preparada no interior da NATO através do treino de pilotos de várias nacionalidades, designadamente italianos, belgas, alemães, holandeses e, para que conste, também turcos e polacos – oriundos, portanto, de uma ditadura fundamentalista islâmica e de um regime fascizante.

Em simultâneo, decorreu em Nova Iorque uma simulação de operações de socorro no caso de um ataque nuclear. Os comentários advertindo que um exercício deste tipo só faz sentido para precaver a defesa contra uma resposta nuclear a um eventual ataque norte-americano foram qualificados, obviamente, como fruto de teorias da conspiração, talvez de fake news das não toleráveis. Sim porque existe aquele incontestável soundbite garantindo que todas as armas norte-americanas são defensivas, Washington jamais atacará primeiro.

Por isso se condena a ousadia da China ao exigir a retirada do sistema THAAD de «defesa» antimíssil que os norte-americanos instalaram na Coreia do Sul; a exemplo dos escudos «defensivos» operacionais na Polónia, na Roménia e outros países da Europa de Leste, que eram contra o «perigo iraniano» e acabaram convertidos em prevenção contra a «ameaça russa»; tal como os SCUD oferecidos a Israel enquanto a NATO destruía o Iraque, a Líbia, a Síria, o Iémen, a Somália, o Afeganistão, o que mais adiante se verá.

Do mesmo modo que no caso da China, devem condenar-se igualmente os injustificados protestos russos e de países árabes contra os engenhos «defensivos» plantados nos territórios vizinhos. Portem-se bem e nada terão que temer.

Porém, em boa verdade o melhor ataque é a defesa. Os sistemas antimísseis multiplicados pelas Forças Armadas norte-americanas em zonas de conflito e frente às potências rivais pretendem assegurar a impunidade depois de um primeiro golpe; isto é, têm como principal objectivo garantir que a resposta de um país atingido pelo primeiro ataque será sempre menos eficaz do que este. E como agora já podem dosear-se os efeitos de uma agressão atómica, eis uma situação comprovando a tese da guerra nuclear limitada.

Wilbur Ross, secretário do Comércio de Trump, disse esta semana, durante uma conferência na Califórnia, que o bombardeamento contra a base de Cheirat na Síria, provocando a morte de vários civis, foi «uma sobremesa», um «divertimento» no final do jantar que o presidente norte-americano oferecia na ocasião ao homólogo chinês. Uma mensagem servida com um drink, em jeito de brinde. Em Roma, o circo para sacrificar seres humanos era limitado ao Coliseu; agora tem dimensões planetárias.

Sabe-se, entretanto, que os últimos lugares vagos na corte de Trump deixados por nomeados que se opunham à política de confrontação militar foram ocupados por Kurt Volker e Tom Goffus, duas figuras republicanas da máxima confiança do falcão John McCain, por sinal o elo de ligação entre o establishment norte-americano e os principais grupos terroristas ditos islâmicos, entre eles o Daesh ou Estado Islâmico.

Enquanto isso, as Forças Armadas dos Estados Unidos fizeram dois testes com mísseis balísticos intercontinentais «para validar e verificar a eficácia, prontidão e precisão do sistema de armas nucleares».

Dirigentes sociopatas e assassinos com o destino do mundo nas mãos estão livres e à solta, protegidos, acarinhados até como salvadores dentro da bolha mediática. Se não forem os cidadãos livres, inconformados e informados a dar o alerta quem o fará por eles?

Foto: Donald Trump e Wilbur RossCréditos/ Agência Lusa

EMMANUEL MACRON É O NOVO PRESIDENTE DE FRANÇA


Milhares de franceses votaram ao longo deste domingo. O resultados das Presidenciais francesas é seguido ao minuto na TSF

- Primeiras projeções apontaram para uma vitória de Macron com 66,1% dos votos. Le Pen com 33,9%

- Futuro presidente francês diz que "se virou uma página na nossa longa história. Uma página que permite refundar a esperança e a confiança".

- Líder da Frente Nacional dá os parabéns a Macron

- Lideres europeus já saúdam Macron pela sua vitória

- Número recorde de votos brancos e nulos. Os institutos que divulgaram hoje as primeiras projeções de resultados da segunda volta preveem um número recorde de votos brancos e nulos. O instituto Ipsos estima que 8,8% dos votos, correspondentes a 4,19 milhões, foram brancos ou nulos. Segundo o mesmo estudo, a abstenção ter-se-á elevado a 25,3%, a mais alta numa segunda volta das presidenciais francesas desde 1969.

*Anselmo Crespo | TSF | com alterações de forma por PG


Aluno embriagado terá incendiado carro no cortejo da Queima de Coimbra

Um carro que participava no cortejo da Queima das Fitas de Coimbra, no domingo, pegou fogo na parte final do desfile. A rápida intervenção dos bombeiros impediu que o incidente provocasse feridos.
Foi já na parte final do cortejo da Queima das Fitas de Coimbra, perto das 20.00 horas, que um dos carros que participava no desfile dos estudantes pegou fogo.
Nas imagens a que o JN teve acesso, pode ver-se as chamas na parte lateral do veículo e a pronta intervenção dos bombeiros, que com o auxílio de extintores controlaram a situação. Ao JN, uma testemunha que estava no local explicou que na origem do fogo terá estado um estudante embriagado.
Fonte do Bombeiros Sapadores de Coimbra disse ao JN que não houve feridos. "Cerca de 90% deste tipo de ocorrências são provocadas por estudantes embriagados. Encostam um isqueiro ao carro, que está coberto de papel, e depois começa a arder", referiu.
Fonte: JN

Imprensa: Indignação no Boletim Informativo da Ass. Dadores de Sangue do Distrito de Viana do Castelo

Comunicado à imprensa nacional

É do conhecimento geral que vivemos tempos que nos dificulta define-los vs caracterizá-los. Ninguém está imune às suas influencias e consequências, muitas delas provocando profunda indignação. 

O conteúdo do Boletim Informativo que acabei de receber cuja edição é da responsabilidade da Associação de Dadores de Sangue do Distrito de Viana do Castelo, transmite-nos um pequeno reflexo do descontentamento que se faz sentir em alguns dirigentes associativos na área da dádiva de sangue.

Sabemos que roma e pavia não se fizeram num dia, mas, já somamos 5 meses que o novo presidente do Conselho Directivo do IPST assumiu funções, sem que se notem inovações nesta área.

Não se compreende o atraso das transferências dos apoios financeiros, cujos contratos já assinados há muito. Admite-se que haja associações que tenham fontes de receitas, mas, no caso da ADASCA não, depende inteiramente do IPST.

Será que à falta de aprovisionamento de verbais para cumprir com o acordado? Como podemos fazer face aos compromissos financeiros? Mais, os valores a receber são respeitantes aos resultados alcançados no ano de 2016...

De Janeiro do ano em curso até ao presente dia sem apoios, quem sobrevive? Portanto, a indignação contida no Boletim em Anexo deve ser encarada como indignação, quiçá, revolta na medida que do nosso lado o IPST sempre contou com a nossa disponibilidade.

As portas mantém-se abertas, o planeamento de colheitas não sofreram alterações. Que mais esperam de nós? Já se faz sentir o sentimento do medo? O Boletim referido pode ser lido pelo link indicado abaixo.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA

site: www.adasca.pt 

NB: sou um dos que tenho vindo a colocar dinheiro do meu bolso, já com a fama da ADASCA ser caloteira ninguém a salva.