sexta-feira, 2 de junho de 2017

Enfermeiros ameaçam parar blocos de parto a partir do próximo mês

Enfermeiros especializados que não são pagos como tal ameaçam não continuar a exercer especialidade
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Os enfermeiros ameaçam parar blocos de parto em todo o país a partir do próximo mês e deixar de exercer cuidados especializados em áreas como a saúde mental, anunciou hoje a bastonária da Ordem dos Enfermeiros.
Ana Rita Cavaco falava aos jornalistas no final da cerimónia que assinalou em Lisboa o ingresso nos quadros do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) de mais 60 enfermeiros.
Segundo a bastonária, em causa estão largas centenas de enfermeiros que em todo o país exercem funções de seis especialidades, mas que ganham como um enfermeiro não especializado. Ana Rita Cavaco refere ainda que estes profissionais "estão cansados" de exercer uma especialidade pela qual não são renumerados e têm manifestado à Ordem a sua intenção de deixar de o fazer a partir de julho.
Um dos casos mais relevantes é o dos enfermeiros obstetras, que asseguram a maioria dos blocos de partos, os quais podem encerrar se os enfermeiros recusarem continuar a exercer a especialidade sem receber como tal.
Em comunicado a Ordem dos Enfermeiros adianta que o hospital "Amadora-Sintra é a primeira unidade do SNS a ser alvo da contestação dos enfermeiros que ameaçam boicotar partos e cuidados às grávidas nos serviços de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia, a partir de 3 de Julho, caso os seus contratos individuais de trabalho e correspondente remuneração não sejam revistos e não seja reconhecida a sua categoria de enfermeiro especialista em Saúde Materna e Obstétrica".
A Ordem apoia esta forma de protesto e já avisou que os conselhos de administração não têm competência para penalizar os profissionais que adiram a esta forma de luta. "A Ordem está ao lado de todos os especialistas que se recusem prestar cuidados especializados e vai defendê-los. Há já outros grupos de enfermeiros a tomar a mesma posição que os colegas do Hospital Amadora-Sintra. A Ordem dos Enfermeiros está a disponibilizar uma minuta para que o possam fazer", diz a bastonária.
"Se os hospitais do SNS querem enfermeiros especialistas têm de pagar as suas competências. Não podemos continuar a ter hospitais a beneficiar dos conhecimentos técnicos e científicos de enfermeiros que se especializaram mas que continuam a receber apenas como sendo de cuidados gerais. Por isso, a Ordem é absolutamente clara: Se as unidades do SNS não pagam, os enfermeiros podem recusar exercer essas funções", reforça Ana Rita Cavaco.
No comunicado a mesma acrescenta que "o Governo tem a responsabilidade de corrigir a situação. Em 2009 acabaram com esta categoria na carreira. Os pareceres do Conselho Jurisdicional da Ordem dos Enfermeiros são claros. É, aliás, uma violação à Constituição da República".
Fonte: DN/Lusa

Última hora Judiciária faz buscas na REN e EDP em Lisboa

A Polícia Judiciária está a realizar buscas em instalações da Rede Elétrica Nacional (REN) no âmbito de uma investigação da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC).

Os inspetores estão a recolher documentos relacionados com transações de licenças para emissões de gases de carbono.

Para já, não foram efetuadas detenções.

A SIC Notícias está a avançar que a EDP e uma corretora também foram alvo de buscas.

Fonte: JN

Cooperativas vão poder ser criadas na hora a partir de 1 de Julho

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Foi hoje publicado diploma do Governo que cria um regime especial de constituição imediata de cooperativas, tal como já existe essa possibilidade para a criação de uma associação e de empresas.

A partir de 1 de julho,  Cooperativa na Hora, quer particulares quer empresas vão poder m criar cooperativas no mesmo dia, em atendimento presencial único e sem deslocações aos serviços das finanças e aos serviços da segurança social. O novo regime especial de constituição imediata de cooperativas, a Cooperativa na Hora, foi hoje publicado em Diário da República
“Numa perspetiva de modernização e consolidação do setor cooperativo e social por meio de mecanismos de simplificação administrativa, prevê-se o relançamento do projeto Cooperativa na Hora, o qual não chegou a ser concretizado em 2011”, lê-se no diploma hoje publicado.
Este projecto está, já, previsto nas medidas do Simplex que estão a ser implementadas e enquadra-se na responsabilidade do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, com a colaboração do Ministério da Justiça. Trata-se de um projeto, descontinuado em 2011, que visa implementar mecanismos de simplificação administrativa no setor cooperativo e social.
Na sequência do Programa Simplex entraram em funcionamento diversos balcões de atendimento único que permitem prestar um serviço de valor acrescentado aos cidadãos e às empresas, evitando deslocações desnecessárias. É o caso dos balcões de atendimento único «Empresa na Hora», «Marca na Hora», «Casa Pronta», «Associação na Hora», «Sucursal na Hora», «Heranças e Divórcio com Partilha» e o balcão do «Documento Único Automóvel».
Foram também eliminadas várias formalidades dispensáveis nas diversas áreas de registo comercial, registo automóvel e registo civil, entre as quais a obrigatoriedade de celebração de escritura pública para a generalidade dos atos sujeitos a registo.
De acordo com o portal do Simplex, a criação da Cooperativa na Hora pretende tornar possível a constituição imediata de cooperativa em balcão próprio, tal como já existe essa possibilidade para a criação de uma associação e de empresas, tendo como prazo de implementação previsto o segundo trimestre de 2016, o que significa que a medida surge com mais de um ano de atraso.
Com a criação do procedimento Cooperativa na Hora, são comunicadas aos interessados informações que antes implicavam várias deslocações a diversos serviços da Administração Pública. É o caso da informação constante do registo comercial, que agora passa a estar disponível através da certidão permanente da cooperativa, acessível gratuitamente em sítio da Internet pelo período de três meses e da comunicação aos interessados do número de identificação na segurança social da cooperativa.
A medida Cooperativa na Hora permite ainda o acesso a outros serviços úteis para os cidadãos, nomeadamente a criação automática de um registo de domínio na Internet a partir da denominação da Cooperativa. Desta forma, frisa o diploma, “a cooperativa criada passa a poder usufruir, desde logo, do acesso a ferramentas tecnológicas indispensáveis ao desenvolvimento das suas atribuições, como o endereço de correio eletrónico ou uma página na Internet num curto espaço de tempo”.
Exclusão do âmbito da aplicação
De acordo com o diploma hoje publicado, o novo regime não é aplicável às Cooperativas de crédito, de ensino superior, de Seguros, de grau superior; de interesse público, estando ainda excluídas a Sociedade Cooperativa Europeia. Não é igualmente aplicável às cooperativas cujo capital seja realizado com recurso a entradas em espécie, bem como às cooperativas que integrem membros investidores.
O regime agora criado é da competência das conservatórias do registo comercial, ou de quaisquer outros serviços de registo do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), fixados por despacho do presidente do conselho diretivo, independentemente da localização da sede da cooperativa a constituir.
Esta  competência abrange a tramitação integral do procedimento, incluindo a prática dos atos de registo comercial a efectuar.
É ainda fixado que os serviços competentes para o procedimento devem iniciar e concluir a sua tramitação no mesmo dia.
Quanto ao início do procedimento, o diploma prevê que os interessados na constituição da cooperativa formulam o seu pedido junto do serviço competente, manifestando a sua opção pela denominação e marca, se for o caso, e pelo modelo de ato constitutivo. A prossecução do procedimento depende da verificação inicial da identidade, da capacidade e dos poderes de representação dos interessados para o ato.
Documentos a apresentar
Para o efeito da constituição da cooperativa, os interessados devem apresentar os documentos comprovativos da sua identidade, capacidade e poderes de representação para o ato, bem como autorizações especiais que sejam necessárias.
Caso ainda não haja sido efetuado, os cooperadores devem declarar, sob sua responsabilidade, que o depósito das entradas, no mínimo de 10%, é efetuado no prazo de cinco dias úteis, e que o remanescente do capital social é realizado no prazo previsto nos estatutos, nos termos do Código Cooperativo.
Os interessados são advertidos de que devem proceder à entrega da declaração de início de atividade para efeitos fiscais, no serviço competente, no prazo legalmente fixado para o efeito.
Recusa de titulação
Segundo o diploma, o conservador deve recusar o preenchimento do ato constitutivo, por documento particular “sempre que verifique a existência de omissões, vícios ou deficiências que afetem a formação e exteriorização da vontade dos intervenientes no ato ou nos documentos que devam instruir e que obstem à realização, com caráter definitivo, do registo da constituição da cooperativa bem como quando, em face das disposições legais aplicáveis, o ato não seja viável”.
O conservador deve ainda recusar a realização daquele ato constitutivo quando este seja anulável ou ineficaz.
Em caso de recusa, se o interessado declarar, oralmente ou por escrito, que pretende impugnar o respetivo ato, o conservador deve lavrar despacho especificando os fundamentos respetivo.
Fonte: Jornal Económico

Combustíveis descem pela primeira vez em três semanas

A partir de segunda-feira, o preço do gasóleo registará uma descida generalizada de 1,5 cêntimos. A gasolina também desce, mas menos: 0,5 cêntimos.


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Depois da subida de 0,5 cêntimos registada na passada semana, o preço do gasóleo prepara-se para descer a partir de segunda-feira, fruto de uma tendência “de descida em todos os produtos, com uma acentuação nos gasóleos”, de acordo com declarações de fonte do setor ao Jornal Económico.
Outra fonte contactada pelo Jornal Económico afirma que “a evolução das cotações em euros aponta para uma descida dos preços do gasóleo até um 1,5 cêntimos por litro, enquanto a gasolina deverá recuar 0,5 cêntimos/litro na próxima semana”.
Esta descida dos preços vai sentir-se tanto nas bombas das principais gasolineiras como também nos postos dos hipermercados. É a primeira descida semanal dos preços dos combustíveis em três semanas.
Os dados da Direção Geral de Geologia e Energia colocam o preço médio do gasóleo em 1,261€, com o da gasolina simples 95 a ficar pelos 1,454€. As alterações dos preços não significarão alterações no ranking europeu dos preços de combustíveis. Portugal detém o nono lugar no que respeita ao preço do gasóleo e o sexto no preço da gasolina.
Os mais Económicos (dados DGEG): 
Gasolina(s):
Socrabine – 1,328€
Intermarché de Soure (Espadinha) – 1,339€
Intermarché Condeixa-a-Nova – 1,339€
Jumbo Coina – 1,339€
Intermarché de Vila Real de Santo António – 1,339€

Gasóleo(s):
Pingo Doce Moita – 1,074€
Pingo Doce Amarante – 1,074€
Pingo Doce Cartaxo – 1,074€
Pingo Doce Quinta do Conde – 1,074€

Fonte: Jornal Económico

Apoio ao arrendamento jovem com fraudes de três milhões de euros

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O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) pediu a devolução de mais de três milhões de euros a jovens que foram apoiados pelo programa Porta 65, revela oJornal de Notícias desta terça-feira. Em causa estão situações de fraude que foram detetadas pela entidade pública através de um sistema de cruzamento de informação.
Documentos falsificados ou falsos recebidos de renda motivaram os pedidos de devolução, cujo valor foi anunciado pelo pelo presidente do IHRU, Vitor Reis. “Já ultrapassará os três milhões de euros os valores de renda que foram exigidos a devolução aos candidatos por situações até de fraude”, afirmou o responsável do organismo, segundo o JN.
As candidaturas ao programa Porta 65 abriram em meados de abril para ajudar jovens entre os 18 e os 30 anos a arrendar casa, reduzindo o valor a pagar até 50% no primeiro ano de apoio. Esta é a primeira edição deste ano do concurso, que existe desde 2012, e as inscrições estiveram abertas até às 18 horas do dia 18 de maio, no Portal da Habitação.
Existem vários requisitos para a candidatura ao Porta 65, a que podem concorrer jovens que vivam sozinhos ou em coabitação, sendo que no caso de um casal uma das pessoas pode ter até 32 anos. O arrendatário, que não pode auferir um rendimento mensal superior a quatro vezes a renda máxima da zona ou quatro vezes o salário mínimo nacional, deve viver permanentemente na habitação e tê-la como morada fiscal.
Por outro lado, a renda também tem de ser igual ou inferior a 60% do total do rendimento bruto do conjunto dos arrendatários, uma imposição conhecida como a taxa de esforço máxima de 60%. A renda tem ainda de ser inferior ao limite máximo da zona. Outros requisitos do programa incluem que a tipologia da habitação seja adequada ao número de arrendatários e que o contrato tenha sido celebrado ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).

Fonte: Jornal Económico

PR NOS AÇORES | Marcelo visita base das Lajes e almoça com idosos na ilha Terceira


O Presidente da República vai dedicar hoje o segundo dia da sua visita aos Açores à ilha Terceira, onde se deslocará à base das Lajes e terá um almoço em que são esperados dois mil idosos.

O chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas vai estar pela primeira vez nesta base da Força Aérea Portuguesa, na qual os Estados Unidos mantêm uma presença militar, mas com um gradual desinvestimento, e em relação à qual se discutem também os custos de danos ambientais.

Marcelo Rebelo de Sousa falou por telefone com Donald Trump sobre a base das Lajes, entre outros assuntos, no dia 12 de janeiro, oito dias antes da sua tomada de posse como Presidente dos Estados Unidos, mas não quis adiantar, na altura, o conteúdo dessa conversa.

Em 07 de dezembro, durante uma conferência na presença do embaixador dos Estados Unidos, o Presidente da República defendeu um reforço das relações bilaterais e destacou a importância dos Açores como "primeira porta para a Europa", afirmando que "a geografia não muda".

Marcelo Rebelo de Sousa, que viaja desde a ilha das Flores, deverá chegar pelas 11:30 locais (mais uma hora em Lisboa) à Base Aérea n.º 4, nas Lajes, no concelho da Praia da Vitória, onde ficará cerca de duas horas, antes de almoçar com os idosos da ilha Terceira.

O Presidente da República estará nos Açores até terça-feira, para visitar, em seis dias, as ilhas do Corvo, Flores, Terceira, Pico, Graciosa, Faial e São Jorge, por esta ordem, e todos os seus doze concelhos - embora evitando cerimónias formais nos municípios, por causa das eleições autárquicas deste ano.

Hoje, ao início da tarde de hoje, o chefe de Estado vai receber, em representação de todos os autarcas açorianos, o presidente da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores, Roberto Monteiro, que é também presidente da Câmara da Praia da Vitória, mas impossibilitado de se recandidatar devido à limitação de mandatos.

Depois, Marcelo Rebelo de Sousa irá ao Porto Oceânico da Praia da Vitória, seguindo de lá para Angra do Heroísmo, para um jantar oferecido pelo Representante da República para os Açores, Pedro Catarino, no Solar da Madre de Deus, a sua residência oficial, e um espetáculo musical na Praça Velha.

De fora desta sua visita de seis dias aos Açores ficaram as ilhas do grupo oriental, São Miguel e Santa Maria, mas o Presidente da República já prometeu que voltará ao arquipélago em outubro, para novo périplo.

Lusa | Notícias ao Minuto

AÇORES | 6 DE JUNHO - SEMPRE


José Soares | AICL* |  opinião

Como não acredito em coincidências e a idade já não permite crer no pai natal, há muito que entrei no santuário da dissidência.

A vinda de Marcelo ao território açoriano trás água no bico. Tanto mais que além de cobrir o Dia do Espírito Santo, festa nacional dos Açores, toca próximo do 6 de junho, data da grande manifestação para a independência dos Açores.

E sempre foi assim através dos tempos. Só que antes, Américo Tomás tinha mais colónias a tocar com pés sagrados. Até me lembro de Craveiro Lopes, simpático general com o qual Salazar teve alguns atritos de sofá. Mas todos vinham naquela visita de soba aos nativos. E estes, de estômago vazio, aqueciam as mãos de palmas. Pelo menos já não são obrigados a vestirem batas e alinharem à beira dos caminhos por onde passavam os senhores da casta suprema.

Hoje, vai quem quer. Mas como Marcelo foi uma estrela televisiva (tal como Trump) muitos querem vê-lo.

O Professor Catedrático e homem de letras, senhor de uma cultura geral considerável, sabe e conhece muito bem a importância das datas e não veio ao calhas por aí abaixo de qualquer maneira nem à sorte! Veio sabendo (e sendo informado) que o Dia do Espírito Santo unifica e dá corpo, identidade e força moral ao Povo Açoriano – o mesmo Povo Açoriano que o seu antecessor afirmava com rigidez cadavérica, não existir, pormenor este que os Açores sempre ignoraram.

Nessa ação psicológica de soberano, Marcelo apresenta-se em mais um dos seus inúmeros golpes de relações públicas, com aquele palavreado que já conhecemos. Vasco derrete-se à gargalhada instantânea a seu lado, bem como toda a corte que o segue, acompanha, mimoseia, bajula e sorraba.

Estas visitas de soberania vigiada, bem ao estilo de regime monárquico ou do absolutismo salazarista, estão completamente fora de moda. A deferência para com essas figuras deve ser sempre cordial, mas nunca servil. A nossa condição insular oferece-nos uma superioridade natural, no que respeita à dignidade do trato. Recebemos bem quem nos visita. Sempre foi assim.

Só que a visita do presidente da República portuguesa ao território açoriano é, exclusivamente, uma visita de guarda à união do império, um encoste do ferro quente na perna do boi. O cumprir e fazer cumprir o estipulado na lei imperial.

Por outro lado, o 6 de junho vai de novo realizar-se no Jardim da Zenite (Sena Freitas) em Ponta Delgada. Com discurso, música, copos e boa disposição. Nem o aparato policial que todos os anos é enviado a envolver o jardim, nem isso atemoriza o açorianismo de todos os que lá vão.

Os Marcelos vêm e vão. Os Açores estarão sempre aqui, no meio deste oceano que nos protege e enriquece as ambições do poder.

Prefiro quedar-me no meu exílio atlântico. Continuarei no Santuário da Dissidência.
Precisamos fazer lembrar sempre esta data, segundo a qual ficamos a conhecer os judas, mas também os leais patriotas da causa açoriana.

O Direito Público Internacional está a evoluir e chegará ao ponto de pressionar todos os estados que ainda detenham territórios pela força das armas.


**José Soares, jornalista