sábado, 18 de julho de 2020

Aumenta o número de cursos com desemprego zero

Foto: Estela Silva/Lusa
Se o mais importante no momento de escolher o curso é garantir um emprego, saiba que há dezenas em Portugal sem registo de desempregados. A escolha é grande e passa pelas áreas da saúde, educação e engenharias.
Em Portugal, há 68 cursos e mestrados integrados sem registo de desempregados no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), mais cinco formações do que no ano anterior.
Os dados, disponíveis no portal Infocursos, revelam a percentagem de recém-diplomados registados como desempregados, mas não especificam se encontraram trabalho na área em que se formaram.
A taxa de desemprego, apresentada pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), teve em consideração os diplomados entre os anos letivos de 2015/16 e 2018/19, apresentado uma média e não apenas os valores de um ano letivo.

Quais são os cursos com menos desempregados?

Entre os 68 cursos com desemprego zero, mais de metade são lecionados em universidades e politécnicos públicos.
Um total de 29 são lecionados em instituições de ensino privado, onde se destaca a Universidade Católica Portuguesa, com oito cursos, entre eles Teologia, Psicologia, Conservação e Restauro e Estudos Portugueses e Espanhóis, com todos os 562 recém-diplomados a trabalhar.
Quanto ao ensino público, a Universidade de Lisboa destaca-se com nove cursos na lista, entre eles Medicina, Arquitetura e cinco cursos de Engenharia do Instituto Superior Técnico. Os 2.575 alunos que se formaram estão todos a trabalhar.
Os Institutos Politécnicos também marcam presença nesta tabela sem desempregados, com outros nove cursos onde todos os diplomados estão a trabalhar. Destaque para o de Setúbal e do Porto com dois cursos cada, que têm pleno emprego.
Quanto a áreas de formação, há para todos os gostos, desde a já falada Medicina, Enfermagem, Educação Básica, Matemática, Biologia e várias engenharias: Engenharia Informática, Engenheira Física Tecnológica e Engenharia Naval e Oceânica, só para darmos alguns exemplos.

Quais os cursos com mais desempregados?

Do outro lado da tabela, há 62 cursos com uma taxa de desemprego igual ou superior a 10%, entre eles, há cinco que têm mesmo uma taxa superior a 15%.
Trata-se do curso de Serviço Social da Universidade Católica Portuguesa, e os outros quatro são lecionados por Institutos Politécnicos, sendo que três são lecionados no da Guarda.
Quanto a áreas de formação, Serviço Social é uma das licenciaturas que mais se repete com taxas de desemprego elevadas, independentemente da instituição onde é lecionado.
Também Turismo, Solicitadoria, Marketing estão entre os cursos com taxa de desemprego mais elevadas.
O problema do desemprego nem sempre está no curso. Por exemplo, Arquitetura da Universidade de Évora regista uma taxa de desemprego de 10,7%. Entre os 42 diplomados só quatro estão a trabalhar, mas o mesmo curso lecionado na Universidade de Lisboa tem desemprego zero entre os 177 alunos.
O mesmo acontece com o curso de Psicologia, que tirado no Instituto Universitário Egas Moniz ou na Universidade Católica Portuguesa - instituições privadas - tem pleno emprego, enquanto o que é lecionado na Universidade do Minho, entre os 295 licenciados, só 43 conseguiram um emprego.
Fátima Casanova / RR
Foto: Filckr

Cinco feridos no despiste de viatura de bombeiros no incêndio de Ourém

Incêndio do Carregal continua com uma frente ativa e envolve 259 operacionais, 76 viaturas e oito meios aéreos.
Cinco bombeiros ficaram feridos este sábado, sem gravidade, no despiste de uma viatura de combate a incêndios, em Alvega, no concelho de Ourém (Santarém), disse fonte da proteção civil.
Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro de Santarém, a viatura, que pertence aos Bombeiros Voluntários de Ourém, estava pré-posicionada em Fátima e dirigia-se para o incêndio que deflagrou às 15h41 em Carregal, também no concelho de Ourém.
A fonte adiantou que não foi necessário proceder ao transporte de nenhum ferido por helicóptero, como havia admitido fonte da GNR. O acidente ocorreu às 15h53.
O comandante de serviço no CDOS de Santarém afirmou que o incêndio do Carregal continua com uma frente ativa, estando o combate, que envolve 259 operacionais, 76 viaturas e oito meios aéreos, dividido em três setores.
Embora a evoluir favoravelmente, o incêndio está ainda ativo, disse, adiantando não haver habitações em perigo.
Lusa

Renato Sanches infetado com covid-19

Informação confirmada pelo treinador Christophe Galtier
O internacional português Renato Sanches é um dos três futebolistas do Lille que contraíram covid-19, anunciou hoje o treinador Christophe Galtier, referindo-se ainda a Jonathan Ikoné e Jonathan Bamba.
“Renato, o primeiro a apresentar sintomas, está em Portugal. Ele deve ter dois testes negativos para ter autorização para viajar” para França, disse o técnico, sobre o campeão da Europa em 2016.
Segundo Christophe Galtier, os três futebolistas terão sido infetados com o novo coronavírus na semana de descanso dada ao grupo, entre 6 e 13 de Julho.
Bancada.pt

Encontrado corpo carbonizado no interior de viatura durante combate a incêndio em Leiria

Uma pessoa foi hoje encontrada morta, em Barreira, no concelho e distrito de Leiria, dentro de uma viatura que se incendiou e que foi encontrada por operacionais que combateram um incêndio naquela zona, disse fonte da proteção civil.
Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria, a viatura, com o corpo carbonizado no seu interior, foi encontrada pelos operacionais que combatiam um incêndio que deflagrou cerca das 16:03 em Barreira.
A fonte afirmou desconhecer se a viatura se incendiou originando o fogo ou se foi apanhada pelo incêndio, estando a ocorrência a ser investigada pela Polícia Judiciária.
O incêndio foi dado como extinto às 17:43, disse.
Lusa

Presidente do PSD usa regresso de Cristina Ferreira à TVI para reiterar críticas a apoios aos media

O presidente do PSD utilizou hoje o regresso de Cristina Ferreira à TVI para reiterar as críticas à forma como o Estado apoiou os media, ironizando que "realmente as despesas são muitas e a crise é grande".
"Percebe-se agora o apoio de 15 milhões de euros do Governo a este setor; realmente as despesas são muitas e a crise é grande. Aguardemos agora notícias sobre o apoio público socialista à dispendiosa contratação do novo treinador do Benfica", escreveu Rui Rio, numa publicação na rede social Twitter, com um 'link' para uma notícia do jornal Expresso em que se refere que a SIC exige pelo menos quatro milhões de euros à apresentadora pela saída.
O líder do PSD tem criticado frequentemente os apoios anunciados pelo Governo à comunicação social, que passam pela compra antecipada de publicidade paga para compensar a perda de receitas publicitárias devido à pandemia de covid-19.
No início de maio, em entrevista à CMTV, Rui Rio equiparou o setor da comunicação social, para efeitos de apoios no âmbito da pandemia, a fabricas de móveis ou de sapatos.
"As empresas de comunicação social são empresas iguais às que fabricam móveis, sapatos, têxteis. Se têm uma dificuldade, devem ter todos os apoios que existem para todas as empresas", afirmou, dizendo discordar de uma subsidiação especial.
Nessa entrevista, Rio admitiu, contudo, que pode ser "mais simpático dar dinheiro à comunicação social", uma vez que o Governo precisa deste setor para "passar a sua mensagem".
Mas isso não é um argumento de interesse nacional, é mais partidário", apontou.

Numa outra publicação no Twitter, em meados de maio, o líder do PSD escrevia: "15 milhões de euros de impostos para ajudar a pagar os programas da manhã e o Big Brother que voltou em força. Tanto me têm atacado por eu não compreender esta urgência democrática".
E quando o secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, Nuno Artur Silva, apontou que Rui Rio também foi convidado de alguns programas da manhã, respondeu com novo 'tweet' irónico: "Olha! Este acha que os sítios onde eu vou merecem um subsídio público".
A apresentadora Cristina Ferreira regressa à TVI em setembro como diretora de entretenimento e ficção e manifestou interesse junto da Prisa em comprar uma participação no capital social da dona da estação, divulgou na sexta-feira a Media Capital.
A apresentadora, de 42 anos, vai iniciar "funções no próximo dia 01 de setembro".
Entretanto, a SIC referiu que Cristina Ferreira "decidiu cessar unilateralmente a sua ligação à SIC, colocando termo ao contrato que a vinculava até 30 de novembro de 2022".
Com a cessação unilateral do contrato com a SIC, Cristina Ferreira poderá ter de ressarcir o canal em, pelo menos, quatro milhões de euros, de acordo com fonte ligada ao processo. Daquele montante, dois milhões de euros correspondem ao salário.
A Lusa contactou fonte oficial da SIC sobre o tema, que remeteu qualquer comentário para o comunicado, onde informava que "reserva todos os seus direitos em face desta situação".
Lusa

“Caldas, Cidade Criativa da Unesco” Câmara lança programa de aquisições para ceramistas locais

A Câmara Municipal das Caldas da Rainha vai lançar um programa de aquisições para os ceramistas locais, no valor global de 25 mil euros, no âmbito das atividades do “Caldas da Rainha Cidade Cerâmica” integrada na rede de Cidades Criativas da UNESCO do Artesanato e Artes Populares.
2020 marca o primeiro ano de iniciativas do projeto mas devido à pandemia COVID-19, as “prioridades de investimento” foram revistas. No imediato, o importante é apoiar a comunidade de artistas ligados à cerâmica, fortemente atingida por esta crise.
“O risco é da paragem se traduzir numa devastação”, é a preocupação manifestada pela comissão executiva do Programa que entende que “a Cidade Criativa não deve passar ao lado desta emergência”.
O programa das atividades inicialmente pensado passa agora por tomar medidas que garantam a sobrevivência do artesanato cerâmico e da produção autoral instalada no concelho. Nesta linha, também está prevista a atribuição de bolsas de estudo.
“Programa de Aquisições: Cerâmica de Autor”
A Câmara Municipal, gestora deste projecto, decidiu criar este programa de compras aos ceramistas do concelho de forma a atingir dois objectivos:
 1 – constituir uma colecção de cerâmica representativa dos autores que fazem hoje a cerâmica das Caldas da Rainha;
2 – apoiar os ceramistas num período de enorme dificuldade económica e social no contexto da pandemia da covid-19.
O “Programa de Aquisições: Cerâmica de Autor” materializa-se na aquisição de peças de cerâmica que caracterizem a produção dos proponentes e cuja candidatura seja aceite pelo júri de selecção.
As propostas de aquisição não deverão ultrapassar o valor global de 1.000€ por autor, não existindo restrições quanto ao número total de peças.
Excecionalmente, poderá o Júri entender que uma peça ou um conjunto de peças de um mesmo autor, pela sua importância ou representatividade, poderá ultrapassar esse montante, devendo, nesse caso, pedir autorização à Câmara Municipal.
 De forma sucinta as regras de candidatura são as seguintes:
 #1 São elegíveis como candidatos ao Programa de Aquisições: Cerâmica de Autor, os ceramistas que desenvolvam trabalho criativo nesta área e que tenham comprovadamente um trabalho continuado no concelho das Caldas da Rainha há pelo menos 3 anos até ao presente.
#2 Os candidatos devem preencher um formulário - que poderá ser solicitado ao Centro de Artes das Caldas da Rainha e submetê-lo até ao próximo dia 31 de Agosto de 2020.
#3 No formulário de candidatura deve ser anexada a documentação solicitada, designadamente: imagens das peças, respectiva ficha técnica e preço de aquisição (IVA incluído), bem como NIF e morada fiscal e declarações de não dívida à Autoridade Tributária e à Segurança Social.
#4 O autor deve propor para aquisição obras da sua autoria que melhor caracterizem o seu trabalho, atribuindo-lhe um preço consentâneo com os valores praticados no mercado. Poderá ainda propor para aquisição peças em projeto, devendo, nesse caso, submeter à apreciação do Júri, desenhos ou maquetas que ilustrem a proposta. O Júri reserva-se o direito de aceitar ou não as propostas dos autores, podendo contrapropor outras opções se tal se verificar possível. Poderá ser solicitado uma visita ao atelier do artista (ou outro local) para apreciação das obras in loco.
#6 O Júri de selecção será constituído pelo Diretor do Museu José Malhoa, Carlos Coutinho, o docente na ESAD, Professor Fernando Carradas, e o chefe da unidade de Cultura do Município, José Antunes.
#8 Depois de terminado o processo, em data e local a comunicar posteriormente, a Câmara Municipal irá organizar uma exposição, em que serão apresentadas publicamente as obras adquiridas no âmbito deste Programa.
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Para além destas aquisições, será dada continuidade a projetos anteriores, bem como lançadas atividades preparatórias das ações previstas para 2021, e realizados projetos especificamente concebidos para este ano, e articulados de forma a integrar o programa da Rede Portuguesa de Cidades Criativas.
Assim, esta adaptação ao cenário expectável para o desenrolar de 2020, foi feita de acordo a partir de três considerações principais:
1. Apoiar a comunidade cerâmica
2.Apostar na criação de conteúdos digitais
O programa previsto vai exigir um investimento reforçado no campo da transmissão mediática, uma vez que algumas formas clássicas presenciais vão ser, previsivelmente, muito limitadas nos próximos tempos. Vai ser necessário por isso dar uma atenção nova às plataformas de criação e comunicação digitais.
3. Preparar o futuro, alicerçado no conhecimento na inovação e na sustentabilidade.
A investigação, que tem uma presença significativa no programa, também deverá ser reforçada, tendo em conta que a produção de conteúdos vai ser o sinal diferenciador perante uma tendência para a anemia da criação em geral.

Concorrência acusa MEO, NOS, NOWO e Vodafone de cartel em publicidade no Google

A Autoridade da Concorrência (AdC) acusou hoje a MEO, NOS, NOWO e Vodafone de terem celebrado um cartel para limitar a concorrência em publicidade no motor de busca Google, prejudicando os consumidores.
"A AdC acusou os operadores de telecomunicações MEO - Serviços de Comunicações e Multimédia (MEO), NOS Comunicações, S.A., NOWO - Communications, S.A. (NOWO) e Vodafone Portugal - Comunicações Pessoais, S.A. (Vodafone) de terem celebrado um cartel para limitar a concorrência em publicidade no motor de busca Google, em prejuízo dos consumidores", lê-se em comunicado.
Em consequência do acordado, segundo a AdC, quando os utilizadores fazem pesquisas no Google sobre serviços de telecomunicações contendo o nome de um dos operadores, nos resultados de maior visibilidade nesse motor de busca, não encontram as propostas para o mesmo serviço dos restantes operadores concorrentes, o que dificulta a comparação das ofertas.
A investigação da AdC revela que o cartel terá tido início em 2010, "não havendo prova de que tenha cessado".
O processo foi aberto pela AdC em janeiro de 2019 e teve origem numa denúncia efetuada no âmbito do Programa de Clemência.
"Na prática, o cartel processa-se pela abstenção de comunicação de três operadores concorrentes com os consumidores através dos resultados de maior visibilidade e destaque no Google, privando o consumidor do acesso fácil a propostas alternativas", refere a Concorrência em comunicado.
A ADC sinaliza que, em condições normais de concorrência, "qualquer operador pretenderia que a sua proposta surgisse sempre que um consumidor fizesse uma pesquisa sobre serviços de telecomunicações.
"Num mercado onde essa comparação já é complexa para qualquer consumidor, dadas as especificidades envolvidas nos pacotes de telecomunicações (número de canais, tráfego de internet, telecomunicações fixas, entre outros), o cartel firmado entre os operadores MEO, NOS, NOWO e Vodafone torna ainda mais difícil a pesquisa e consequente mobilidade dos consumidores", considera.
Assim, refere, "este cartel é passível de reduzir o incentivo e a capacidade de concorrer pela apresentação de propostas com os melhores preços e condições, limitando, assim, a concorrência e prejudicando os consumidores".
Este é o segundo processo aberto por cartel nas telecomunicações, "um mercado em situação de pouca dinâmica concorrencial há vários anos", como referiu recentemente a presidente do Conselho de Administração da AdC, na Assembleia da República.
Em dezembro de 2019, a AdC já tinha acusado a MEO e a NOWO de terem constituído um cartel de repartição de mercado e fixação dos preços dos serviços de comunicações móveis, vendidos isoladamente ou em conjunto com serviços de comunicações fixas.
Nestes dois processos, resultou prova apreendida nas diligências de busca e apreensão que a AdC desenvolveu em novembro e dezembro de 2018, em diversas instalações de empresas de telecomunicações visadas.
A Nota de Ilicitude (acusação) divulgada hoje põe fim à fase de inquérito, dando início à fase de instrução do processo, na qual é dada oportunidade às empresas visadas de exercerem o seu direito de audição e defesa em relação ao ilícito que lhes é imputado e à sanção ou sanções em que poderão incorrer.
A AdC salienta no comunicado que a adoção de uma Nota de Ilicitude não determina o resultado final da investigação.
A AdC emitiu recentemente recomendações para o setor das telecomunicações, com o objetivo de garantir mais e melhor informação para o consumidor, maior facilidade de mudança e menos retenção contratual, que se reflitam em maior concorrência.
"As barreiras à mobilidade dos consumidores tornam difícil a mudança de operador e resultam na redução da concorrência, na ausência de alternativa para os consumidores e no aumento do poder de mercado dos operadores", refere.
Com efeito, acrescenta, "se o processo de digitalização já estava em ritmo acelerado e é transversal a todos os setores, a pandemia, com o teletrabalho, o ensino à distância, o comércio online, fez com que os serviços de comunicações sejam ainda mais essenciais a todos".
"O combate aos cartéis, nomeadamente em setores com peso significativo na economia como o setor das comunicações eletrónicas, continua a merecer a prioridade máxima da atuação da AdC, atendendo aos prejuízos que invariavelmente causam aos consumidores e às empresas, forçando-os a pagar preços mais elevados e reduzindo a qualidade e diversidade dos bens e serviços à sua disposição", refere.
A violação das regras de concorrência não só reduz o bem-estar dos consumidores, como prejudica a competitividade das empresas, penalizando a economia como um todo, acrescenta.
A Nota de Ilicitude (comunicação de acusações) foi adotada no dia 16 de julho, precisa a AdC.
Lusa