terça-feira, 24 de maio de 2022

Estudante da Universidade de Coimbra distinguida pela Ordem dos Arquitectos

Um projeto de intervenção para o Castelo de Monsanto, realizado por Joana Ferreira, do Departamento de Arquitetura (DARQ) da Universidade de Coimbra (UC), foi distinguido pela Ordem dos Arquitectos no âmbito da 1ª edição do “Prémio Colégio de Património Arquitectónico (CPA) - Um serviço prestado ao Património, à Arquitetura e ao País”.

O estudo, intitulado “A Envolvente do Castelo de Monsanto: Uma proposta de Intervenção”, foi efetuado no âmbito da dissertação de mestrado da estudante, orientada por Luís Miguel Correia. Corresponde «a uma investigação em torno do projeto, revelando altas competências de reflexão metodológica e domínio do processo de projeto», informa o júri do prémio.

«Utiliza o desenho como instrumento de trabalho para a compreensão do local e para desenvolvimento das ideias de projeto», acrescenta, destacando que a proposta «apresenta um método de análise e intervenção para o Castelo de Monsanto que tem por base a disciplina da arquitetura e as suas ferramentas», mas que, a par, revela uma «compreensão aprofundada das questões ligadas à preservação do património que não são meramente arquitetónicas».

Ainda de acordo com o júri do prémio, o trabalho «propõe uma leitura do objeto de estudo que é simultaneamente arqueológica, cultural e social. Tem a correta relação entre as várias pequenas intervenções e a compreensão dos percursos de território como descoberta e interpretação do local».

O projeto de Joana Ferreira é uma abordagem segura e equilibrada na «relação entre investigação e projeto», conclui o júri.

O Prémio CPA pretende «incentivar a qualidade dos trabalhos de investigação, no âmbito de Mestrado, com incidência na salvaguarda e valorização do património arquitetónico português ou de origem portuguesa, promovendo o seu reconhecimento público e o fortalecimento da relação do CPA com a Academia».

Cristina Pinto

GUILHERME CARDOSO SAGRA-SE VICE CAMPEÃO NACIONAL

Nos dias 21 e 22 de maio teve lugar em Avis, na Praia Fluvial do Clube Náutico local, a edição de 2022 do Campeonato Nacional de Águas Abertas organizado pela Federação Portuguesa de Natação e que contou com o apoio da Associação de Natação do Interior Centro e do município de Avis.  

Nesta competição participaram 91 atletas em representação de 22 clubes que puderam desfrutar de um plano de água e condições climatéricas quase perfeitas e que foram uma excelente oportunidade para a promoção desta vertente de Águas Abertas.

A Secção de Natação da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense esteve representada pelo atleta júnior, Guilherme Cardoso, tendo o atleta colega de equipa João Lucas sido impedido de participar na véspera da competição, por ter testado positivo a Covid19.

Guilherme Cardoso teve um desempenho de elevada qualidade nas duas competições que se realizaram ao longo do fim de semana, nomeadamente nos 7,5 e 5 km.

O Atleta da SCC alcançou 3 pódios, alcançando na jornada de sábado a 3ª posição na distância de 7,5Km no escalão de 16/17 anos e no domingo sagrou-se vice-campeão nacional na distância de 5 km tendo obtida a 3ª  posição na geral.



Aveiro | Café de Ciência sobre a importância da Terapia da Fala em crianças

Na próxima quinta-feira, 26 de maio, às 15h00, acontece online mais uma conversa do ciclo de Cafés de Ciência “Comunidades Saudáveis”. Marisa Lousada e Tatiana Pereira, investigadoras da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (UA), são as convidadas desta conversa sobre a importância da Terapia da Fala em crianças.
 
A existência de dificuldades de linguagem é uma realidade cada vez mais presente na vida de muitas famílias. Estas dificuldades afetam a forma como as crianças interagem, comunicam e se relacionam com os outros, tornando-as muitas vezes incompreendidas pela sociedade. É urgente conhecer; é urgente identificar; é urgente intervir para ajudar.
 
A este propósito, o Café de Ciência “Fala pouco mas tem muito para dizer: a ciência pode ajudar?” irá abordar o papel fundamental que a terapia da fala pode ter na vida destas crianças.

Marisa Lousada, professora da Escola Superior de Saúde da UA (ESSUA) e investigadora do CINTESIS.UA, e Tatiana Pereira, aluna de doutoramento do Programa Doutoral em Ciências da Linguagem da UA, receberam recentemente o Prémio de Mérito Científico 2021 atribuído pela Revista Portuguesa de Terapia da Fala.


A conversa com as duas investigadoras acontece em formato online e tem participação livre. 

 
Esta é uma iniciativa da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, da Escola Superior de Saúde e do Departamento de Ciências Médicas da Universidade de Aveiro, no âmbito do projeto "Comunidades Saudáveis", financiado pela Ciência Viva.

Diana Breda candidata-se à presidência dos Administradores Hospitalares pelo reconhecimento da profissão

Diana Breda candidatou-se à presidência da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) pelo “reconhecimento, dignificação e valorização” da profissão, disse hoje à agência Lusa a administradora hospitalar há cerca de 20 anos.
A APAH vai a votos no dia 31 de maio e a disputa vai ser a dois, entre a lista A, encabeçada por Xavier Barreto, que tem o apoio do atual presidente, Alexandre Lourenço, e pela Lista B, liderada por Diana Breda, que se apresenta como a lista da renovação.
Diana Breda desenvolveu a sua atividade maioritariamente no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e desde abril de 2020 que é presidente do conselho diretivo do Hospital Arcebispo João Crisóstomo, em Cantanhede.
Sobre as razões que a levaram a querer dirigir a APAH nos próximos três anos, afirmou que a principal razão foi “gostar muito” de ser administradora hospitalar.
“Tenho muito orgulho nesse facto e apesar de ter uma vida pessoal preenchida e uma vida profissional estabilizada, achei que tinha o dever de me candidatar, porque a verdade é que eu e alguns colegas nos sentíamos cada vez menos representados pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares”, declarou.
“A ideia que nos dava é que se perdeu o foco daquilo que deveria ser verdadeiramente a razão de ser da sua existência, que são os administradores hospitalares”, sustentou.
A Lista B avança com o mote “pelo reconhecimento, dignificação e valorização da profissão de Administrador Hospitalar” e, segundo Diana Breda, a candidatura tem cinco vetores estratégicos.
“Desde logo e à cabeça reconhecer a administração hospitalar como uma carreira especial. A APAH é uma associação profissional e como tal, tem que se focar e valorizar os seus associados”, defendeu.
A segunda questão “é continuar a apoiar, capacitar, valorizar os administradores hospitalares, promover a transparência da informação e a informação pelos seus sócios”.
É muito importante também para nós lutar por um SNS mais forte, mais capacitado e eficiente e fomentar a participação dos sócios que tem vindo de alguma forma a esmorecer em todo este processo”, salientou Diana Breda.
Mas, disse, “a questão das profissões da saúde é provavelmente o principal desafio que nos assola e uma preocupação também grande dos administradores hospitalares”.
Segundo Diana Breda, este assunto tem sido abordado nas muitas reuniões que teve com administradores hospitalares e que questionavam como é que podem “atrair os melhores para o sistema”.
“O administrador hospitalar é essencial e isto na pandemia ficou mais que provado (…) mas a verdade é que a nossa carreira não é revista há 40 anos, há 40 anos que aguardamos por essa revisão”, observou.
Diana Breda lembrou que estes profissionais têm uma formação específica complementar em termos de pós-graduação, o que é uma habilitação para ingressar na carreira, e têm que ser reconhecidos por isso.
“Existem administradores hospitalares que ainda têm contrato público e existem outros que têm contrato individual de trabalho” e para estes últimos não existe qualquer perspetiva de progressão.
“Há pessoas há 20 anos rigorosamente na mesma situação, não têm sequer possibilidade de prestar provas públicas e o que entendemos é que a última direção APAH não tornou isso uma questão”, lamentou Diana Breda.
Sobre a equipa que compõe a lista, Diana Breda disse que “é experiente e diversa a vários níveis”, desde a idade, até em termos do contrato de trabalho e de representação nacional.
“Sentimos que ou avançamos todos agora juntos por um SNS mais forte, mais capaz e mais capacitado ou podemos perder uma oportunidade histórica e os administradores hospitalares estão cá para isso”, rematou.
Madremedia/Lusa
Imagem: Just News

Challenger Series: Teresa Bonvalot vence em Manly Beach e faz história

 Teresa Bonvalot fez, mais uma vez, história para o surf nacional, depois de conquistar, esta terça-feira, o triunfo no Sydney Surf Pro, a segunda etapa do circuito Challenger Series. Uma vitória conseguida após uma performance de luxo no dia final da prova australiana e que atira Teresa para o top 3 do ranking deste importante circuito, que dá acesso ao World Tour da World Surf League.  
Depois de na véspera ter conseguido a passagem às meias-finais e de ter carimbado, logo aí, o melhor resultado de um surfista português neste Challenger Series Tour, que teve a primeira edição no ano passado, esta terça-feira a surfista portuguesa viveu mais um dia de glória, confirmando na água ser a surfista em melhor forma nas ondas de Manly Beach.

Na primeira meia-final, disputada ao início da madrugada portuguesa, Teresa enfrentou a havaiana Keala Tomoda-Bannert, começando a disputa por cima da adversária. Contudo, Tomoda-Bannert respondeu na segunda metade da bateria e passou para a frente. Com a prioridade nos últimos minutos do heat, a campeã europeia soube esperar pelo momento certo e no último minuto desferiu um ataque letal à vitória. A precisar de uma nota já na casa dos 7 pontos, Teresa Bonvalot usou toda a radicalidade do seu surf para conseguir uma nota de 7,37 pontos.

O resultado foi anunciado já após o final de bateria, conferindo ainda mais drama à passagem de Teresa para a grande final da prova australiana. Com este desfecho favorável, Teresa Bonvalot marcou encontro no heat de todas as decisões com a australiana Nikki van Dijk, antiga top mundial e uma das surfistas mais experientes deste circuito.

O heat decisivo aconteceu só pelas 5H30 da madrugada portuguesa, uma vez que pelo meio ainda se realizaram meias-finais da prova masculina e também as finais das provas de longboard. Apesar da experiência e de algum favoritismo de Van Dijk, Teresa abriu a disputa de uma forma muito forte, colocando-se numa liderança firme. Após quatro ondas surfadas, Teresa já somava 15,83 pontos, o que deixava a australiana em combinação.

Na reta final Nikki van Dijk respondeu, conseguiu sair de combinação e ainda obrigou a surfista portuguesa a saber gerir a prioridade nos minutos finais. Depois de uma exibição de luxo na primeira metade da bateria, Teresa soube gerir as emoções e deixar rolar o tempo até à buzina que confirmou o histórico triunfo, com a australiana a não conseguir fazer mais que 13,13 pontos.

Trazida em ombros desde a água até à zona de entrevistas, onde foi entoado o hino português pela mão cheia de portugueses presentes no areal, incluindo as colegas Kika Veselko e Mafalda Lopes, Teresa Bonvalot era uma surfista feliz por ter alcançado a maior vitória da carreira, aos 22 anos. Depois de dominar e vencer o circuito de qualificação europeu, Teresa mostra, agora, todo o seu valor a nível mundial.

"É um sentimento incrível", começou por afirmar a surfista de Cascais. "Adoro a Austrália e ter regressado após dois anos de pandemia pareceu surreal. Já tinha tido aqui um grande resultado no passado e, agora, sinto-me muito feliz por colocar a bandeira portuguesa no topo. Só me preocupei em surfar e mostrar o melhor do meu surf. Ganhar foi uma grande sensação, sobretudo por ter enfrentado uma surfista tão boa como a Nikki van Dijk na final. É um sentimento muito bom", frisou.

A vitória de Teresa Bonvalot ajudou a conservar a liderança isolada da norte-americana Caitlin Simmers no ranking feminino deste circuito, com Nikki van Dijk a falhar o assalto ao primeiro posto. A australiana surge na 2.ª posição, com Teresa no 3.º posto, a somente 2845 pontos da liderança. Após duas etapas realizadas, das oito que compõem o circuito, a surfista portuguesa está, assim, bem posicionada para atacar as cinco vagas femininas disponíveis para o CT 2023.

Em Sydney destaque ainda para o 25.º posto alcançado por Mafalda Lopes, o 33.º de Yolanda Hopkins e o 49.º de Kika Veselko. Entre as três, quem surge melhor no ranking é Yolanda Hopkins, que está, agora, no 19.º posto, depois de ter sido 9.ª na etapa inaugural, na Gold Coast australiana. Mafalda ocupa o 33.º lugar e Kika surge na 58.ª posição.

Do lado masculino o triunfo pertenceu ao indonésio Rio Waida, num resultado também histórico. Aqui, as contas portuguesas não estão tão animadoras, com Frederico Morais, que foi 49.º neste campeonato, no 80.º posto do ranking e Vasco Ribeiro, que fez 25.º em Sydney, no 19.º lugar, de um ranking liderado pelo italiano Leo Fioravanti e que apura o top 10 para o CT 2023.

Terminada que está a “perna australiana”, o circuito Challenger Series vai, agora, enfrentar um mês de pausa, regressando com a etapa de Ballito, na África do Sul, de 3 a 10 de Julho. Daí o circuito segue para Huntington Beach, na Califórnia, ainda em Julho. Em Outubro a ação acontece em Portugal, mais concretamente na Ericeira, seguindo depois para Hossegor, em França. Saquarema, no Brasil, recebe a penúltima etapa em Novembro, com todas as decisões a terem lugar na etapa final, no início de Dezembro, em Haleiwa, no Havai.

 Texto: ANS
Imagem: Teresa Bonvalot (Crédito: WSL)

Morte de mães no parto atingiu em 2020 o nível mais alto dos últimos 38 ano

A taxa de mortalidade materna atingiu em 2020 os 20,1 óbitos por 110 mil nascimentos, o nível mais alto dos últimos 38 anos, estando a Direção-Geral da Saúde a investigar, segundo o Jornal de Notícias de hoje.

De acordo com o jornal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) criou uma comissão multidisciplinar para estudar e acompanhar as mortes maternas e a morbilidade materna grave, que inclui peritos de obstetrícia, medicina interna, anestesiologista, entre outros.
O jornal adianta que foram 17 as mulheres que morreram devido a complicações da gravidez, parto e puerpério, em 2020.
Das mortes maternas registadas em 2020, a DGS especifica, numa resposta escrita ao jornal, que “oito aconteceram durante a gravidez, uma durante o parto e oito no puerpério (até 42 dias após o parto). Quanto ao local do óbito, 13 “ocorreram em instituições de saúde”.
Segundo as séries do instituto Nacional de Estatística (INE) uma taxa superior de mortalidade materna foi registada em 1982, com 22,5 óbitos por 100 mil nados-vivos.
De acordo com a DGS, estes indicadores devem ser analisados em séries temporais, “preferencialmente cinco a 10 anos”.
A DGS adianta que “desde o início deste ano, foi atribuída prioridade de codificação às mortes maternas, para que o processo de investigação através de um inquérito epidemiológico possa ser o mais célere possível para garantir maior qualidade da informação necessária ao estudo e investigação do fenómeno”.
Refere igualmente que está ainda a “ser estudada a forma de vir a implementar, no futuro, um instrumento de monitorização dos episódios de morbilidade materna grave”.
O diretor do departamento de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Santa Maria, que integra a Comissão de Acompanhamento da Mortalidade Materna, Diogo Ayres-de-Campos, disse ao jornal que “este é um problema que tem de se encarar com seriedade”.

Madremedia/Lusa

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Marinha Grande | DIA DO MUNICÍPIO CELEBRADO COM DISTINÇÕES E EVENTOS CULTURAIS

 A Câmara Municipal da Marinha Grande vai comemorar o Dia do Município (Quinta-Feira da Ascensão), no próximo dia 26 de maio, feriado municipal, numa cerimónia solene, a decorrer no Teatro Stephens, na qual irá atribuir distinções honoríficas a cidadãos do concelho que se tenham destacado numa determinada área, e através de um evento cultural e gastronómico, a realizar no Parque de Merendas da Portela, com a participação dos músicos João Só e Carolina Deslandes e do Chef de cozinha Rui Paula.

O Município da Marinha Grande pretende instituir a prática formal de reconhecimento do mérito dos diferentes agentes nas áreas da cultura, educação, economia, social, desporto, turismo, entre outras. Assim, e face ao interesse em atribuir distinções honoríficas a Marinhenses que se tenham destacado numa determinada área, vão ser entregues Medalhas de Mérito Municipal.

Ao abrigo do Regulamento de Atribuição de Medalhas de Mérito Municipal da Marinha Grande, vão ser feitas as seguintes distinções, na Cerimónia Solene, a decorrer no Teatro Stephens, no dia 26 de maio, pelas 10h00:

Medalha de Honra do Município;
Medalha Municipal de Mérito Social;
Medalha Municipal de Mérito Cultural;
Medalha Municipal de Mérito Educativo;
Medalha Municipal de Mérito Desportivo;
Medalha Municipal de Mérito Económico;
Medalha Municipal de Mérito Humanitário;
Medalha Municipal de Mérito Científico.

A sessão vai também distinguir os trabalhadores que completaram 25 anos de serviço no Município, no ano 2021, bem como os funcionários que se aposentaram em 2021, pelos bons serviços, dedicação e empenho à causa pública municipal.

O programa da comemoração do Dia do Município é o seguinte:

26 de maio de 2022

09h30 | Edifício dos Paços do Concelho | Hastear da Bandeira
10h00 | Casa da Cultura Teatro Stephens | Cerimónia Solene
“A herança cultural dos Stephens” | Jorge Custódio
Distinções honoríficas
Intervenção do Presidente da Assembleia Municipal | Aníbal Curto Ribeiro
Intervenção do Presidente da Câmara | Aurélio Ferreira
Momento musical | André Barros

Parque de Merendas da Portela
13h30 | CANTAR À MESA DOS CHEF`S
Participação do Chef de cozinha Rui Paula e do músico João Só

Evento em que se procura recriar pela mão de Chef`s reconhecidos pratos típicos do concelho e do feriado municipal, como o Coelho com Ervilhas.
Org.: Câmara Municipal Marinha Grande
Apoio: Junta de Freguesia da Marinha Grande

16h30 | FUSÃO ACÚSTICO (Programa Cultural), com Carolina Deslandes e Nuno Esperto - Espetáculo em formato acústico protagonizado pela artista nacional Carolina Deslandes e pelo artista local Nuno Esperto.
Em cima do palco, os dois artistas irão apresentar-se numa partilha de experiências pessoais e artísticas. O espetáculo será resultado de uma cocriação artística entre os dois músicos.
Ações cofinanciadas pelo Programa Portugal Acústico e à Mesa Também se Canta
Org.: Câmara Municipal Marinha Grande
Apoio: Junta de Freguesia da Marinha Grande

27 de maio de 2022
21h30 | Casa da Cultura Teatro Stephens
TALK SHOW | “NA TERRA DO VIDRO, JORGE HUMBERTO CONVIDA”

Ficha Artística:
Autoria e apresentação - Jorge Humberto Tihoti
Artista convidado - Luís Represas
Convidados - Mário Macatrão, Francisco Gomes, Isabel Neto e Edu Miranda
Banda Residente - Paulo Norte (Bateria) - Fred Noel (Guitarra) - Dário Maskaro - (teclados) - Luís Agostinho (Teclados) - Sara Ribeiro (Voz)
Som - António Pisco
Imagem - Klassic, Lda
Transmissão - Pedro Filipe
Direção de Produção - Sandra Santos
Ass. Produção - André Marques
Produção - Klassik/Jorge Humberto
Realização - Miguel Filipe
Duração – 2h aprox.
Classificação Etária – M6
Preço – 10€
Bilheteira do Teatro de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, ou na bilheteira online em www.bol.pt