quarta-feira, 4 de março de 2026

FNAJ REALIZOU CONSELHO INTER-REGIONAL PARA DEFINIR NOVAS ESTRATÉGIAS DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO


Realizou-se recentemente na cidade do Porto, a 1.ª Reunião do Conselho Inter-Regional, do mandato 2024-2026, da FNAJ - Federação Nacional de Associações Juvenis, reunindo a esmagadora maioria dos seus conselheiros, dirigentes e equipa técnica da FNAJ, sendo naquele fórum, avaliadas as actividades desenvolvidas, durante o ano de 2025 e discutido as linhas orientadoras para colocar em prática, no corrente o ano, nomeadamente o plano de acção definido pela Direcção da FNAJ.
Fernando Vieira Presidente daquele órgão, procedeu à explicação detalhada das iniciativas realizadas ao longo do ano, sublinhando o trabalho político, institucional e formativo desenvolvido pela Federação, salientando a importância de, em todos os Conselhos Inter-Regionais, as atividades serem apresentadas de forma discriminada e sistematizada, permitindo uma análise mais clara do trabalho desenvolvido e um melhor acompanhamento estratégico por parte dos membros do CIR, destacando igualmente, a Rede de Municípios Amigos da Juventude, que continua a afirmar-se como um dos instrumentos mais eficazes para reforçar e qualificar o associativismo juvenil de base local, promovendo maior articulação entre associações e autarquias.

Após breves intervenções dos Conselheiros, coordenadas por Rafael Vaz, presidente do CIR, Fernando Vieira apresentou detalhadamente o plano de acção para o ano corrente, destacando a prioridade estratégica do reforço da ação política da FNAJ, assumindo uma postura mais afirmativa nos temas estruturantes do associativismo juvenil, sendo ainda defendida a necessidade de continuar o processo de mobilização do CIR e de outros eventos estratégicos da Federação, garantindo desse modo, maior proximidade às associações e maior capacidade de intervenção territorial, bem como defender em sede de negociação a simplificação das ações eletrónicas em articulação com o CNJ e o IPDJ, reduzindo burocracias e tornando os processos mais acessíveis às associações.

Foi ainda manifestada a abertura para o diálogo relativamente à negociação do PAJ, defendendo uma majoração de 10%, relativamente ao valor anteriormente disponibilizado, sendo igualmente nesta “cimeira”, avaliados e discutidos outros assuntos de interesse para o movimento associativo.


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