sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Porto eleito melhor destino europeu

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O Porto era a única cidade portuguesa candidata na edição deste ano. Organização diz que nunca a votação foi tão unânime.
A cidade do Porto foi eleita, pela terceira vez, melhor destino europeu, indica informação disponível na página da Internet desta iniciativa - "European Best Destinations", apontando que "nunca a votação foi tão unânime".
"Com os votos dos viajantes mundiais de 174 países, o Porto ganha este título europeu pela terceira vez (2012, 2014, 2017). Viajantes dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Dinamarca, África do Sul, Coreia do Sul, Suécia, Irlanda e Canadá votaram o Porto no primeiro lugar nesta competição", lê-se na informação colocada no site' da iniciativa.
Já a câmara do Porto, liderada pelo independente Rui Moreira, destaca também no seu portal online que esta distinção "atesta o potencial e atratividade da cidade, não só para os portuenses, mas também para os portugueses e para os turistas provenientes de todo o mundo".
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Em segundo e terceiro lugar ficaram, respetivamente, as cidades de Milão (Itália) e Gdansk (Polónia).
Entre as 20 cidades finalistas encontravam-se, além das citadas, Porto, Viena (Áustria), Berlim (Alemanha), Atenas (Grécia), Londres (Inglaterra), Bruxelas (Bélgica), Praga (República Checa), Basileia (Suíça), Stari Grad (Croácia) e Wild Taiga (Finlândia), Sozopol (Bulgária), Roterdão e Amesterdão (Holanda), Roma (Itália), Paris e Bonifacio (França), San Sebastian e Madrid (Espanha).
A votação decorreu desde 20 de Janeiro até hoje.

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Morreu Manuela de Azevedo, a primeira mulher a ter carteira de jornalista

Manuela de Azevedo faleceu esta sexta-feira aos 105 anos de idade.

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Foi a primeira mulher portuguesa a receber a carteira profissional de jornalista, em Portugal. Manuela de Azevedo, nascida a 31 de agosto de 1911, morreu esta sexta-feira aos 105 anos de idade, no Hospital de São José, em Lisboa, de acordo com o divulgado pelo Sindicato dos Jornalistas (SJ), associação da qual era a mais antiga sócia.
Jornalista e escritora, foi condecorada pelo antigo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva em 2015 e recebeu inúmeros prémios ao longo da sua carreira.
O Sindicato dos Jornalistas manifesta através do comunicado o seu “profundo pesar” pela morte de Manuela de Azevedo, a quem prestou homenagem no ano passado, contando com a presença de vários deputados, representantes de associações do setor, camaradas de profissão, familiares e amigos.
Manuela de Azevedo começou a sua carreira como jornalista no jornal República e terminou no Diário de Notícias, aos 85 anos. Criou a Casa-Memória de Camões, em Constância, e escreveu uma vasta obra literária.
Fonte: Notícias ao minuto
Foto:Sábado

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Hora de Fecho: Os dias do "muslim ban", contados pelos advogados

Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
A proibição de entrada nos EUA a cidadãos de 7 países, agora suspensa, lançou o caos nos aeroportos. Dois advogados estiveram no local a ajudar e contam como se viveram esses dias intensos.
Primeiro-ministro diz que "as pessoas" não estão preocupadas com "tricas políticas", mas sim com o relançamento da economia. Toda a gente vê em Centeno, diz Costa, um "referencial de confiança".
Depois do ataque do CDS e do contra-ataque das Finanças, o CDS prepara-se para o segundo round e pediu esta sexta-feira toda a troca de mensagens, por SMS ou outros, entre Domingues e as Finanças.
Em resposta ao comunicado das Finanças, que acusa o CDS de fazer "vil tentativa de assassinato de caráter", centristas insistem que Centeno tentou "iludir" e "ocultar" informação no inquérito à CGD.
O Bloco de Esquerda considerou que só o ministro das Finanças poderá esclarecer as suas declarações a propósito da Caixa Geral de Depósitos, aguardando por essas explicações.
A Invicta ficou à frente de cidades como Paris, Roma, Atenas, Praga e Amesterdão. Mais de metade dos votos no Porto chegaram do estrangeiro.
A 5 mil metros de altitude, no meio do nada (e de algumas raposas), o Observatório Europeu do Sul lança lasers poderosos ao céu para conhecer melhor as estrelas. Veja as imagens.
A coincidência nos timings levantou suspeitas: a cada nova polémica Trump, o fotógrafo oficial de Obama, Pete Souza, coloca uma fotografia do ex-Presidente no mesmo contexto. Mas num tom oposto.
Depois de Portugal continental e da Madeira, agora foi a vez de os Açores colocarem do que melhor o arquipélago tem para mostrar e oferecer, a Trump, mas claro sempre num registo de crítica e gozo.
Conselheira do Presidente norte-americano apelou ao consumo de produtos da filha de Donald Trump. O deslize, em direto para Fox News, pôs em causa código de ética de funcionários da Casa Branca.
Nesta série as amizades não são perfeitas e as personagens não são aspiracionais. Também graças a isso, "Girls" fez a diferença. E antes do início da última temporada, Susana Romana explica porquê. 
Opinião

Rui Ramos
Os casos da TSU e da CGD são um sinal do que vai acontecer quando a geringonça chegar ao fim: vamos descobrir que as promessas não tinham garantias, e eles vão dizer-nos que não assinaram nada. 

Ricardo Santos
Mesmo que a geringonça mude de políticas e Portugal passe a ser o melhor aluno dos 19, dificilmente as taxas de juro deixarão de subir. Não será melhor evitar mais um choque contra a parede?

Guy Verhofstadt
Normalmente o Presidente dos EUA afirma-se como líder do mundo livre. Trump pretende ser líder na luta contra o mundo livre. É um momento existencial para a Europa, que tem de contra-atacar e liderar.

Miguel Tamen
No contexto judicial das publicações periódicas e dos tribunais, o tratamento por diminutivo é avesso à presunção de inocência, enquanto o tratamento por título académico lhe é favorável.

Helena Garrido
A CGD é agora o único banco controlado por portugueses. Depois da energia e das telecomunicações foi a vez da banca ser vendida. Também assim evitamos mais austeridade.

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AVISO À POPULAÇÃO: PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARITIMA

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1. SITUAÇÃO
Situação Meteorológica: No seguimento do contato com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), realizado hoje, 10 de fevereiro, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada para as próximas 72 horas, prevê-se um agravamento das condições meteorológicas durante o fim-de-semana, devido à precipitação e vento nas regiões do Sul, em particular no Baixo Alentejo e Algarve, destacando-se: – Precipitação mais intensa a Sul de Montejunto-Estrela, podendo ser pontualmente forte, no Baixo Alentejo e Algarve a partir da manhã de sábado, prolongando-se durante a tarde de sábado e durante o dia de domingo; – Queda de neve acima de 800/1000 metros de altitude, subindo gradualmente a cota para 1200/1400 metros durante o dia de hoje e até manhã de sábado (11 fev); – Vento forte (até 40 km/h) de quadrante leste no litoral a sul do cabo Carvoeiro e forte (até 50 km/h) nas terras altas, por vezes com rajadas até 95 km/h, rodando para o quadrante sul no Algarve a partir da tarde de sábado (11 fev), onde existe a possibilidade de ocorrência pontual e localizada de eventos extremos; – Agitação marítima na costa ocidental, com ondas de NW com 4 a 5 metros de altura até final da manhã de sábado; – Agitação marítima na costa sul com ondas de SW com 2 a 3 metros, passando a 3 a 4 metros a partir da noite de sábado e até final da manhã de domingo (12 fev).
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos: – Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo; – Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem; – Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis; – Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem; Danos em estruturas montadas ou suspensas; – Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis; – Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte; – Possíveis acidentes na orla costeira; – Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.
3. MEDIDAS PREVENTIVAS
A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente: – Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas; – Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias; – Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas; – Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve; – Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas; – Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte; – Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais; – Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima; – Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

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As Festas de Portomar também “passam” pelo Fado…

Diana Palhavã e António Silva são os artistas que cantarão (e encantarão!) na noite de sábado, 11 de Fevereiro, em Portomar, juntamente com o Grupo de Fados Aldeia Velha.
Organizado pela Comissão de Festas de Portomar e Cabeço 2017, este espetáculo está inserido no programa feito pela Comissão, com vistas à angariação de fundos sempre necessária para que as Festas decorram dentro do previsto!
Compareça. Divirta-se. Desfrute!
Mira Online

Culpa? Qual culpa?

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por Pedro Marques Lopes

Em Portugal, ninguém é responsável por coisa nenhuma. E esse é um comportamento que atravessa toda a comunidade.
Seis pessoas correm o sério risco de cegar definitivamente, depois de lhes ter sido administrado um medicamento.
A notícia não tarda em sair das primeiras páginas dos jornais e dos noticiários televisivos, trocada por umas importantíssimas discussões sobre listas de deputados ou questionários de Verão.
O Sir Humphrey Appleby de serviço já anunciou o habitual rigoroso inquérito para apurar responsabilidades. Ou seja, daqui a uns anos, quando já ninguém se lembrar do que se passou, vamos descobrir numa pequena nota, entre os anúncios de penhoras e o aparecimento de um furúnculo ao Cristiano Ronaldo, que esclarecerá que não houve propriamente culpa de ninguém em especial mas sim um conjunto de pequenas falhas assacáveis a questões sistémicas. Quer dizer, há culpa de todos, em geral, mas de ninguém em particular.
Seremos também informados que, devido a uma profunda reforma nos processos, este tipo de problemas não mais acontecerá.
Entretanto, as vítimas irão interpor uma acção em tribunal para verem os seus danos ressarcidos e os culpados por este crime punidos.
Entre perícias, investigações e incidentes processuais correrão uns bons dez anos e o desfecho mais provável será o arquivamento, por falta de indícios de comportamentos negligentes ou culposos.
Se, por milagre, alguma responsabilidade vier a ser apurada e os queixosos ainda estiverem vivos ou não tiverem sido vencidos pelo cansaço, ser-lhes-á atribuída uma indemnização ridícula e insultuosa.
Nada disto é novo nem surpreende ninguém.
Em Portugal ninguém é responsável por coisa nenhuma: uma ponte cai e morrem dezenas de pessoas e é como se nada tivesse acontecido. Uma obra no metropolitano corre mal, atrasa-se anos, e é-nos dito que foram uns pequenos erros de cálculo. Não há obra pública que cumpra o orçamento e é considerado normal. Um Governo mente descaradamente sobre o valor do défice - o caso de 2002 é uma vergonha nacional que, claro está, nunca mais ninguém se lembrou de investigar para apurar responsabilidades - e toda a gente assobia para o lado.
Mas, e a bem da verdade, esta desresponsabilização não é, longe disso, exclusiva do Estado e demais entidades públicas; é um comportamento que atravessa toda a comunidade.
Um agente de segurança é baleado e não faltam vozes a pedir um enquadramento da situação. Um polícia dá um tiro à queima-roupa a um cidadão de quinze anos e fala-se dos problemas de fardamento das forças de segurança. Um banqueiro é preso por suspeita de graves irregularidades e aparece logo alguém a dizer que devem ser presos todos e, se assim não for, esse banqueiro deve ser libertado.
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Num país que detesta a liberdade, este tipo de comportamento é normal. É que a outra face da liberdade é a responsabilidade. No fundo, não queremos ser mais livres porque não queremos ser mais responsáveis.
Não faz sentido condenar uma pessoa porque ela só faz sentido dentro de um certo, lá está, enquadramento social, profissional ou cultural. Logo a responsabilidade é do conjunto não individual.
Há medida que nos vamos desresponsabilizando vamos também alijando a nossa consciência de ser provido de vontade e livre arbítrio. Somos apenas parte de uma máquina, de um processo massificado que tudo nos dá e tudo nos perdoa.
É assim que se perde a consciência e os valores.
Quando deixamos de acreditar na nossa capacidade de julgamento e de acarretar com as consequências dos nossos actos, transferindo-as para o colectivo, deixamos de ser senhores das nossas próprias vidas.
E assim vamos criando um sistema que nos defende de nós próprios e que nos tira o mais precioso dos valores: a liberdade.


DN, 26 de Julho de 2009

Comentário: vale sempre a pena recordar o que foi escrito no passado não muito longínquo, e que permanece arquivado.
Falar de culpa em Portugal é não ter a noção do País em que vive. Um banco é conduzido à falência, houve diversos alertas, nada se fez. De quem é a culpa? Dos contribuintes.

J. Carlos

Crianças à descoberta da Câmara Municipal no Dia do Município de Albergaria-a-Velha

Cerca de 200 crianças do 3.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico vão fazer uma visita guiada aos serviços da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha na segunda-feira, 13 de fevereiro, no âmbito das comemorações do Dia do Município. Este ano, para além dos 182 anos da fundação do Concelho, celebram-se os 900 anos da atribuição da Carta de Couto de Osselôa por D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques.

 Na visita guiada, os alunos vão percorrer diversas divisões e serviços municipais, acompanhados por funcionários da Câmara, que lhes vão explicar o funcionamento da Autarquia. Uma das paragens é no Gabinete da Presidência, onde os alunos podem conhecer os membros do Executivo e colocar questões sobre as funções específicas do Presidente e dos Vereadores. Durante a visita será feita ainda uma breve apresentação sobre a fundação de Albergaria-a-Velha no século XII e a sua evolução até aos nossos dias.

O dia aberto para os alunos do 3.º ano insere-se na estratégia de promoção da História e Património Local e da Educação para a Cidadania, procurando sensibilizar os mais novos para o funcionamento da Administração Pública e para as formas de exercer uma participação ativa. A visita à Câmara Municipal no 3º ano do 1º Ciclo antecede e complementa a visita à Assembleia da República, que as crianças farão depois no 4º ano.

 Ainda no âmbito das comemorações do Dia do Município e dos 900 anos da fundação de Albergaria-a-Velha, a Câmara Municipal vai realizar no dia 18 de fevereiro, sábado, pelas 16h00, uma sessão solene onde serão atribuídas distinções honoríficas a individualidades, instituições e associações do Concelho.

O Município vai atribuir a Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro a Rui Marques, antigo Presidente da Câmara Municipal, à Associação de Instrução e Recreio Angejense e ao Clube de Albergaria, duas coletividades centenárias do Concelho. A Medalha de Mérito Municipal – Grau Prata será concedida à Casa do Povo de Alquerubim, que comemora 86 anos em 2017. A Câmara Municipal vai também distinguir, com a Medalha de Mérito Municipal – Grau Cobre, Margarida Ferreira Coutinho, confeiteira dos doces tradicionais Turcos, o Agrupamento n.º 838 de Escuteiros de Albergaria-a-Velha, o Grupo Columbófilo de Valmaior, o Grupo Desportivo e Cultural de Ribeira de Fráguas, a União Desportiva e Cultural de Mouquim e a União Desportiva de Valmaior.

A finalizar as comemorações do Dia do Município, terá lugar um concerto com o músico e compositor Rodrigo Leão no Cineteatro Alba, às 21h30. Os bilhetes têm o preço de 12 euros, sendo de dez euros para os portadores Cartão Amigo, Cartão Sénior Municipal, Cartão Municipal de Voluntário e Jovens SUB 23.


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