sexta-feira, 23 de março de 2018

Lleva las mejores recomendaciones de Canon paratomar increíbles fotografías estas vacaciones


por Yesica Flores
Canon Mexicana, líder en soluciones de imagen digital, presenta las mejores recomendaciones para tomar excelentes fotografías durante las vacaciones.
1. Planear escenarios
Investigar previamente el lugar que se visitará próximamente, ayuda a que los fotógrafos tengan una idea más concreta de los espacios donde pueden implementar los mejores escenarios y tomar fotografías espléndidas.

2. Experimentar
No hay que tener miedo a probar con las funciones de la cámara, esto puede resultar más sencillo con las funcionalidades de la EOS SL2 pues la cámara presenta la velocidad de autoenfoque (AF) más rápida delmundo: 0.03 segundos, permitiendo un enfoque inmediato de los sujetos a cuadro.

3. Considerar accesorios básicos
Existen tomas que pueden tardar más tiempo de lo esperado. Contar con un tripié para realizar distintas fotografías en un mismo lugar es indispensable, sobre todo si se quiere lograr estabilidad en la imagen o un efecto de time-lapse, todo es cuestión de paciencia.

4. Conectividad
Dispara, navega, edita y comparte tus fotos fácilmente por medio de tu smartphone o tablet al utilizar el Wi-Fi. Con la opción para agregar datos del GPS de un smartphone o bien utiliza la conexión Bluetooth con el control remoto BR-E1.

5. Composición
El alma de la imagen a través de la composición se puede buscar en diferentes patrones, texturas, ángulos, colores vívidos, enmarcados o colocar a los objetivos y otros puntos visuales que puedan jugar con la perspectiva del lugar. Se pueden fotografiar personas, árboles y edificios desde un ángulo diferente para darle un toque único y creativo.

6. Jugar con luz
Experimentar, con diferentes tonalidades de colores en el cielo durante el día, puede funcionar para crear una fotografía asombrosa. Para una imagen más dramática se puede jugar con las siluetas deobjetos o a contra luz.

7. Movilidad
Al encontrarse en lugares remotos puede ser difícil traer consigo una computadora para respaldar o compartir imágenes al momento, una cámara como la EOS Rebel SL2 con conexión WiFi, NFC y Bluetooth para dispositivos móviles te permitirá realizar esta tarea al instante además de ser la DSLR más ligera.

No olvides que las mejores imágenes son inesperadas y en los lugares que menos imaginas. Canon invita a todo interesado en la fotografía a compartir sus mejores recuerdos en: http://www.facebook.com/canonmexicana

Macroscópio – A culpa é do Facebook? A culpa é da tecnologia e do “big data”? Ou a culpa é dos suspeitos do costume, nós mesmos?

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Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!
 
Será mesmo verdade que “o meio é a mensagem”, como defendeuMarshall McLuhan, uma do mais influentes teóricos dos meios de comunicação? E se “o meio é a mensagem” é mesmo verdade que foi o Facebbok que elegeu Donald Trump e levou os britânicos a votar pelo Brexit? A acreditar nalguma da exaltação que se seguiu à revelação do papel, nessas campanhas políticas, da Cambridge Analytica diríamos que sim. Caso contrário não haveria campanhas como a #deletefacebook nem apelos como o do fundador do WhatsApp: “Está na hora. Apaguem o Facebook”. Há mesmo quem considera que a rede social é inimiga da democracia. Um pouco de memória ajudaria a esfriar ao ânimos, já que não é a primeira vez que o aparecimento de um maior de comunicação de massas foi visto como sendo “o problema”. Aconteceu com a imprensa de caracteres móveis de Guttemberg, aconteceu com a telegrafia sem fios, aconteceu com a televisão, aconteceu nos primórdios da Internet e está a acontecer de novo. Vale por isso a pena tentar separar o trigo do joio, separar o que é pura emoção e exaltação daquilo que são perigos reais.
 
Primeiro que tudo, de que é que estamos a falar? Falamos do papel desemprenhado pela Cambridge Analytica na campanha de Donald Trump e como esta foi capaz, usando dados do Facebook, de traçar os perfis de milhões de eleitores e, emfunção disso, de criar mensagens políticas personalizadas até ao limite. Nada que não se soubesse que tinha existido mas que se tornou um facto político e mediático depois das revelações ao Guardian de um jovem de 27 anos, Christopher Wylie, um nerd de ciência dos dados que foi um dos arquitectos dessa campanha. O título desse trabalho inicial quase que diz tudo – ‘I made Steve Bannon’s psychological warfare tool’: meet the data war whistleblowe’ – e desde então que o diário inglês não tem parado de escrever sobre o tema, estando os seus artigos agrupados sob a tag The Cambridge Analytica Files. O Observador resumiu o essencial deste caso em50 milhões de perfis do Facebook terão sido usados para ajudar a eleger Trump.
 
Antes de entrarmos na discussão, alguns artigos ajudam a perceber um pouco melhor como é que a operação foi feita. No Telegraph, em The data machine: What Facebook knows about you - and how it uses your information, dá-se conta, por exemplo, de como os nossos “likes” podem ser interpretados para perceber quem nós somos, de como a lista dos nossos amigos ajuda a traçar o nosso perfil ou de como o local onde nos ligamos à rede permite perceber por onde andamos. No Financial Times, John Gapper explica como a Cambridge Analytica exploited Facebook data with style. Este texto é mesmo acompanhado por um pequeno vídeo, How Facebook 'likes' can be weaponised for political gain, curtinho e muito didático. Neste artigo podemos perceber que tudo isto é mais fácil porque nós somos o que somos, e o Facebook é o que é: “It is remarkable how easily most of us are willing to share our data in return for free services. Equally remarkable is that Facebook has little effective means of stopping the misuse of data, apart from asking those who run applications on its platform to behave well, or suspending them if it notices misbehaviour. Facebook has never implemented safeguards that match the power of the data machine it created.”
 
(Informação útil: se quer continuar a usar o Facebook mas passar a proteger melhor a sua conta e a limitar os dados que partilha, lei este texto de Manuel Pestana Machado: 5 medidas (e mais uma) para proteger a sua conta e que pode fazer já. A mais uma é apagar mesmo a conta, mas não necessita de ir tão longe. E não se assuste por o Manuel ser o nosso nerd que se atirou de uma ponte para testar uns auscultadores, este texto é um elogio da prudência.)
 
Depois de percebermos qual a base da ciência dos dados que permite utilizar as redes sociais e outros meios mais tradicionais de comunicação para enviar mensagens políticas direccionadas vale a pena baixar o grau de indignação separando as duas facetas deste caso. Por um lado, temos a utilização de big data para fins políticos; por outro lado temos o recurso pela Cambridge Analytica a processos duvidosos (como a chantagem sexual) ou mesmo ao roubo de dados. Estes métodos são altamente condenáveis, podendo mesmo ser criminosos. Já usar big datapara fins eleitorais é bastante mais comum do que se pensa, e até agora até costumava ser um processo elogiado na comunicação social.
 

Com efeito, como nos recorda, com detalhes, Freddy Gray na Spectator, Cambridge Analytica’s use of Facebook is straight from Obama’s playbook. O autor recorda que na campanha de 2012 o anterior Presidente dos Estados Unidos fez quase o mesmo: “Barack Obama’s 2012 campaign used one of Facebook’s APIs (application programming interfaces) and data to target voters. It’s clever and complicated, but what it boils down to is that Obama’s data scientists were able to persuade about a million Facebook users to connect their profile to the Obama campaign website. They were then able to access the profiles of these people, which also showed who their friends were. From this they were able to construct real life social networks, which enabled them to target many, many more potential Obama voters. “If you log in with Facebook, now the campaign has connected you to all your relationships,’ boasted a digital campaign organiser.” As diferenças, desta vez, que em vez de partir de uma base de um milhão de utilizadores, a campanha de Trump partiu de uma mais pequena, apenas 250 mil; e a API que a campanha de Obama utilizou foi descontinuada pelo Facebook, por razões de privacidade, pelo que se suspeita que a campanha de Trump utilizou dados do Facebook de forma fraudulenta. O resto, e o resto é o mais importante, seguiu o mesmo padrão de utilização de big data, uma utilização potenciada por mais quatro anos de acumulação de dados pessoais nas redes, uma utilização que a campanha de Hillary também fez, mas sem o mesmo sucesso.
 
Aqui chegados coloca-se naturalmente um problema: o critério para saber se o Facebook e as outras redes sociais são boas ou más não pode ser gostarmos ou não do candidato que melhor uso faz do big data. Por outras palavras, a “habilidade” que se elogiava em Obama não pode transformar-se em “indignação” só porque agora foi Trump que tirou o melhor partido da tecnologia.
 
Isso mesmo defendeu João Miguel Tavares, no Público, em O Facebook não ganha eleições. Aí escreve, por exemplo, que “o Facebook ganha tanto eleições como a televisão, a rádio ou os jornais. Posso até admitir que o seu poder de persuasão é maior, e que chega com mais eficácia a milhões de eleitores. Mas isso não modifica a natureza do exercício da propaganda. A Cambridge Analytica é uma agência de comunicação política 2.0 sem escrúpulos — nem mais nem menos do que isso. É preciso bem mais do que um feed amestrado para conseguir manipular milhões de votos.”
 
(Eu próprio, num texto que escrevi há mais de um ano, ironicamente intitulado A culpa é das redes sociais. E da máquina a vapor, também defendi que os populismos não eram uma criação das redes sociais, antes de erros políticos das elites dirigentes, e que “fake news” eram tão antigas como a Humanidade, tendo o seu lastro pesado de vítimas. Em vez de procurar bodes expiatórios devemos enfrentar a realidade: “As redes sociais, como a televisão por cabo, como o Google, como os smartphones, estão para ficar – como esteve para ficar a máquina a vapor no dia em que começou a substituir o trabalho braçal e a aterrorizar os ludistas. Como o Sol não se tapa com uma peneira, não se pára um mundo em mudança.”)
 
Todos estes raciocínios ajudam a questionar a reacção instintiva de culpar o Facebook e as redes sociais por todos os males do mundo, ou mesmo de considerar que foi o senhor Zuckerberg que elegeu Donald Trump ou provocou o Brexit. Não nos deve contudo distrair dos desafios colocados pela nova realidade em que vivemos. É por isso que considero fundamental ler dois artigos que chamam a atenção quer para as novas realidades criadas por estas tecnologias, quer para a velha e eterna natureza humana.

 
Em Big data is watching you – and it wants your vote, Jamie Bartlett analisa na Spectator alguns dos perturbantes desenvolvimentos destes novos tempos. Primeiro reparemos no que mudou na forma de organizar as campanhas políticas: “The modern election is still mostly about having the right candidate. But it’s increasingly important to get the right message to the right people at the right time — tapping into their deepest emotions and fears to figure out what buttons to push. We used to call this sort of thing propaganda. Now we call it ‘a behavioural approach to persuasive communication with quantifiable results’ and give awards to the people who are best at it.” Depois reparemos que a quantidade de dados à disposição só vai continuar a aumentar, sobretudo quando se vulgarizar a “internet das coisas”: “By 2020 there will be around 50 billion devices connected to the net — four times the current figure — and each one will be hoovering up your data: cars, fridges, clothes, road signs, books. Your precious daughter playing with her doll: data point! Your loved one adding some sugar to her tea: data point! Within a decade your fridge will work out what time you eat, your car will know where you’ve been, and your home assistant device will work out your approximate anger levels by your voice tone. This will be gobbled up by hungry political analysts.” Finalmente um dos problemas que, pessoalmente, mais me preocupa, a fragmentação do espaço público, pois com mensagens políticas distribuídas pessoa a pessoas haverá cada vez menos conhecimento comum que sustente uma discussão em comunidade e tomadas de decisão democráticas, conscientes e informadas: “In the long run, the constant a/b testing and targeting might even encourage a different type of politician. If politics drifts into a behavioural science of triggers and emotional nudges, it’s reasonable to assume this would most benefit candidates with the least consistent principles, the ones who make the flexible campaign promises. Perhaps the politicians of the future will be those with the fewest ideas and greatest talent for vagueness, because that leaves maximum scope for algorithm-based targeted messaging.”
 
Já no que diz respeito à natureza humana, e a como ela não resiste às tentações proporcionadas pelas novas tecnologias e pelas redes sociais, Henrique Monteiro escreve no Expresso Diário (paywall), em Quem ameaça a democracia? O Facebook ou os seus utilizadores?, que este caso exigiu mais gente a dançar o tango: “A ganância dos homens, a vaidade dos homens, a batota dos homens, as fraquezas dos homens. A ganância explica por que razão Mark se terá deixado seduzir por uma operação que tem no seu cerne a violação da privacidade; a segunda permite entender por que motivo as pessoas, além de fotografar o que comem e comunicar a que horas se deitam, põem cruzes a permitir tudo e um par de botas; a terceira é a chave para quem tem um dedo de testa aproveitar esta cultura e, de forma secreta, ou pelo menos dissimulada, tentar levar água, ideias, dinheiro, ao seu moinho; a última explica como se torna normal enganar os incautos a favor de se ganhar uns bons dinheiros.”  
 
Por tudo isto não podia ver mais a propósito a frase de George Orwell que o mesmo Henrique Monteiro escolheu para esta sua coluna esta semana: “A linguagem política – e com algumas variações isto aplica-se a todos os partidos políticos, dos conservadores aos anarquistas - foi concebida para fazer as mentiras parecer verdades, o assassino respeitável e para dar uma aparência de solidez ao puro vento”. 
 
Pois é, e é bom recordá-lo. Mas por hoje fico-me por aqui, pois estas últimas palavras são suficientemente desafiantes para reflexões mais alargadas. Tenham boas leituras e um reparador descanso.  
 
 
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Morreu pescador que caiu ao rio em Paredes de Coura

Resultado de imagem para bombeiros de Paredes de Coura
Os bombeiros de Paredes de Coura resgataram um pescador que caiu esta quinta-feira ao rio Coura, naquele concelho do Alto Minho, junto à ponte de Cossourado, mas a vítima acabou por morrer no local.
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo adiantou que "o homem terá caído ao rio quando se encontrava a pescar e terá sido arrastado pela corrente".
O alerta às autoridades foi dado cerca das 10.30 horas.
Ao local compareceram seis homens e três viaturas dos bombeiros voluntários de Paredes de Coura e a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Valença.
Lusa

Município de Pombal promove o seu território em mais uma edição da Feira de Nanterre

O Município de Pombal promove, pela terceira vez consecutiva, o seu território e a sua identidade, património, cultura e gastronomia na Feira de Produtos Regionais Portugueses e da Ruralidade em Nanterre, nos arredores de Paris.
O Município estará representado pelo Vice-presidente, Pedro Murtinho, e pela Vereadora Ana Cabral, que irão estar em contacto com a comunidade pombalense.
Este certame é tido como um importante espaço de reencontros e de convívio para os muitos pombalenses radicados em França, em particular o que se encontram naquela região do país, que aproveitam estes dias para reencontrar um pouco da sua terra.
A participação do Município de Pombal na Feira de Produtos Regionais Portugueses e da Ruralidade de Nanterre é tida como uma excelente montra para a promoção externa do território e do destino Pombal, naquela que é a maior feira do género que se realiza fora de Portugal
A Feira de Nanterre decorre de 23 a 25 de Março no Espace Chevreul, naquela cidade francesa.

OFICINA SARAPATEL DE GOA


Prezados A​migos,
Vimos convidar-vos para mais um Evento levado a cabo pelo Grupo de Amigos de Castelo de Vide e inserido nas celebrações dos 450 anos do falecimento de Garcia d' Orta. 
O Cartaz segue em anexo e como se aproxima a Páscoa, servirá de comparação com o nosso tradicional Sarapatel, cuja qualidade gastronómica ninguém põe em causa. 

Com os melhores cumprimentos
​jrui​

Twitter transmite hoy por primera vez en México más de 50 partido en vivo de la Liga Mexicana de Béisbol


por Yesica Flores
La LMB estrena la primera transmisión deportiva en vivo de México por Twitter
 Arranca una nueva temporada de beisbol mexicano y todo se encuentra ya listo para que hoy Twitter traiga la primera alianza deportiva en vivo de Twitter en México. En alianza con La Liga Mexicana de Beisbol, los aficionados podrán disfrutar en vivo desde Twitter, más de 50 partidos ya calendarizados, Twitter traerá al rey de los deportes en tiempo real.
A partir de este 22 de marzo a las 21:00 horas, tiempo del centro de México (19:00 Tijuana), la transmisión en vivo estará disponible de forma gratuita en @LigaMexBeis, para los usuarios y no usuarios de Twitter, con el partido de inauguración entre Acereros de Monclova y Toros de Tijuana. El video en vivo también se podrá encontrar en la pestaña Explorar de Twitter, en la que el contenido se resaltará en la parte superior de la página. Los partidos transmitidos por La Liga en Twitter estarán en español.
Las conversaciones alrededor de la LMB se disparan en Twitter.
La LMB es la única liga fuera del territorio de EUA afiliada a la MLB, a nivel mundial. Los 16 equipos cubren prácticamente todo el territorio nacional. Equipos:
  • Acereros de Monclova - @AcererosOficial
  • Algodoneros Unión Laguna - @AlgodonerosUL
  • Bravos de León - @NacimosBravos
  • Diablos Rojos del México - @DiablosRojosMX
  • Generales de Durango - @GeneralesdDgo
  • Guerreros de Oaxaca - @GuerrerosOax
  • Leones de Yucatán - @LeonesOficial
  • Olmecas de Tabasco - @OlmecasTabasco
  • Pericos de Puebla - @Pericos_Oficial
  • Piratas de Campeche - @PiratasCampeche
  • Rieleros de Aguascalientes - @RielerosDeAgs
  • Saraperos de Saltillo - @OficialSarapero
  • Sultanes de Monterrey - @SultanesOficial
  • Tecolotes de los Dos Laredos - @LaredosTecos
  • Tigres de Quintana Roo - @tigresqroficial
  • Toros de Tijuana - @TorosDeTijuana
"Estamos muy contentos por brindarle a nuestros aficionados la posibilidad de disfrutar los juegos de la LMB a través de Twitter en todo el mundo, además de que podrán compartir su pasión en tiempo real con la interacción que ofrece esta plataforma digital, la cual es una de las más utilizadas por nuestros fanáticos. Estamos orgullosos de ser la primera Liga en México que tiene este tipo de partnership y estamos seguros que esto ayudará a que más personas se enamoren de nuestro espectáculo", comentó Javier Salinas, CEO de la LMB.
Twitter comenzó a transmitir video en vivo a finales de 2016 como parte de su estrategia global, que ha tenido éxito en varios mercados, incluidos Estados Unidos, Europa y América Latina. Los principales eventos deportivos, espectáculos musicales y premios de entretenimiento para momentos políticos han sido transmitidos en vivo en Twitter. El último cuarto trimestre de 2017, Twitter ha anunciado aproximadamente 22 nuevas asociaciones de transmisión en vivo, destacado y VOD, que incluyen nueve acuerdos internacionales. En total, transmitimos aproximadamente 1,140 eventos en vivo a lo largo del trimestre. Además, se emitieron 28 millones de transmisiones en vivo generadas por los usuarios en el cuarto trimestre tanto en Twitter como en Periscope.
"Twitter es la plataforma donde la gente viene a ver lo que está sucediendo en el mundo o en su país y las audiencias son tan diversas como sus intereses, ya sea ver la final de un reality show local, o la inauguración de las Olimpiadas de invierno, intereses y aficiones de todos tamaños.
 La transmisión de los partidos de la LMB en Twitter refuerzan nuestra estrategia de ser la plataforma donde están los deportes que son la pasión de los mexicanos, en tiempo real. Creemos mucho en el acuerdo con la LMB y el desarrollo de deportes como el Béisbol en México” señaló Pitter Rodríguez, Director de Alianzas de Contenido de Deportes para Twitter Latam.
 Serán muchos home runs, lanzamientos y jugadas que encantan el pueblo mexicano. Juegos transmitidos en Twitter:

No
.
 
DÍA
 
FECHA
 
HORARIOS
 
TWITTER
 
1
 
JUEVES
 
22 DE MARZO
 
22:35 HORAS
 
MVA-TIJ
 
2
 
VIERNES
 
23 DE MARZO
 
21:35 HORAS
 
TIG-CAM
 
3
 
MARTES
 
27 DE MARZO
 
20:05 HORAS
 
LAR-MVA
 
4
 
VIERNES
 
30 DE MARZO
 
20:05 HORAS
 
MEX-OAX
 
5
 
MARTES
 
3 DE ABRIL
 
19:15 HORAS
 
TIG-LAG
 
6
 
VIERNES
 
6 DE ABRIL
 
19:30 HORAS
 
MTY-CAM
 
7
 
MARTES
 
10 DE ABRIL
 
20:05 HORAS
 
MVA-YUC
 
8
 
VIERNES
 
13 DE ABRIL
 
20:05 HORAS
 
LEO-AGS


 
9
 
MARTES
 
17 DE ABRIL
 
19:00 HORAS
 
TIJ-LAG
 
10
 
VIERNES
 
20 DE ABRIL
 
19:30 HORAS
 
CAM-OAX
 
11
 
MARTES
 
24 DE ABRIL
 
20:00 HORAS
 
AGS-SAL

UCC de Avis antecipa a comemoração do Dia Nacional do Doente com AVC

No âmbito do Dia Nacional do Doente com AVC , que se assinala a 31 de março, decidiu a Unidade de Cuidados na Comunidade de Avis, em parceria com a União das Freguesias de Alcórrego e Maranhão e Município de Avis, antecipar a data tendo desenvolvido no passado dia 15 de Março de 2018, uma ação de sensibilização sobre o Acidente Vascular Cerebral, aberta à comunidade desta freguesia.

A sessão decorreu numa sala da Junta de Freguesia, e contou com a participação de aproximadamente 20 utentes.

Para a abordagem do tema foi apresentado um pequeno filme intitulado "Já Ouviste falar de AVC? - Dia Nacional do Doente com AVC" – da Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral" que retrata os sintomas do AVC e os fatores de risco associados. Seguiu-se o testemunho de um utente com história recente de AVC, que partilhou toda a experiência vivenciada com os presentes.

Depois do Filme e do depoimento do utente foi dado aos participantes a oportunidade de esclarecer algumas dúvidas, explicando com mais acuidade a sintomatologia do AVC e os fatores de risco inerentes a esta patologia tendo sido depois avaliada a pressão arterial e medida a glicémia capilar a todos os presentes. Dos 20 utentes 9 apresentavam valores acima dos 140/80 tendo sido sugerido uma consulta com o enfermeiro de família para acompanhamento.

Para monitorizar estas situações foi criado pela UCC um cartão para registo dos valores incluindo os sinais e sintomas de alerta no AVC, que foi disponibilizado a cada utente no dia da sessão.

Sendo uma patologia que abrange grande parte da população os participantes mostraram-se muito interessados nesta sessão uma vez que ficaram esclarecidos não só sobre os cuidados a ter para prevenir como também ficaram habilitados a reconhecer os sinais de alerta.

ULSNA


Apresentação do Mapa de Sessões de Colheitas de Sangue a realizar no ano de 2018 no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro