sábado, 21 de abril de 2018

Colheita de sangue dia 21 das 9 horas e as 13:00 horas no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro | Hoje não fique indiferente… o próximo pode ser um de nós no dia seguinte!



As sessões de colheitas de sangue a realizar no mês de Abril vão decorrer nas seguintes datas e horários:
-Dia 25 de Abril das 15 horas às 19:30 horas (4ª.s Feiras)
- Dias 21 e 28 de Abril das 9 horas às 13 horas (Sábados) no Posto Fixo localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso em Aveiro, Rua de Ovar, Coordenadas GPS: N 40.62659 - W -8.65133.
Os interessados em aderir à dádiva devem fazer-se acompanhar do Cartão de Cidadão para facilitar a inscrição ou do Cartão de Nacional de Dador de sangue.
Atenção: Após tomar o almoço convém ter em conta o período de tempo para digestão, nunca inferior a 2:30 Horas. Na região de Aveiro só não adere à dádiva de sangue quem não pode ou não quer…
Lembramos que o Mercado Municipal de Santiago dispõe de excelentes para estacionamento das viaturas, como ainda um Parque de Estacionamento Subterrâneo onde podem deixar as viaturas. Ali os dadores não correm o risco de serem multados. Estão reunidas as melhores condições para trazerem os carros.
Solidários, seremos união. Separados seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos” como escreveu Bezerra de Menezes. Mais, entendam que juntos somos mais fortes!
O propósito da ADASCA é fazer tudo o que está ao seu alcance para que a adesão à dádiva de sangue em Aveiro aumente, nunca somos de mais para fazer face às necessidades de sangue nos hospitais.
Estatuto do Dador de Sangue
Diário da República, 1.ª série — N.º 165 — 27 de agosto de 2012, Lei n.º 37/2012 de 27 de Agosto, Estatuto do Dador de Sangue.
Artigo 7.º
Ausência das atividades profissionais
1 — O dador está autorizado a ausentar -se da sua atividade profissional pelo tempo necessário à dádiva de sangue.
2 — Para efeitos do número anterior, a ausência do dador é justificada pelo organismo público responsável.
3 — O dador considera -se convocado desde que decorrido o intervalo mínimo fixado entre as dádivas.
4 — O médico pode determinar, em cada dádiva, o alargamento do período até à retoma da atividade normal, quando a situação clínica assim o exija, desde que devidamente justificado.
5 — O disposto no presente artigo não implica a perda de quaisquer direitos ou regalias do dador.

Mapa para 2018 pode ser consultado no Site: www.adasca.pt

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA



Cancelamento da aula de "Body and Mind" | 21 de abril


Devido à previsão de condições meteorológicas adversas, a realização da aula de Body and Mind  prevista para este sábado, 21 de abril, foi cancelada.
No próximo sábado, 28 de abril, o "Mexa-se" regressa com uma aula de zumba.
Agradecemos a divulgação da informação.
Informação sempre disponível e atualizada em: www.cm-tvedras.pt

Câmara Municipal de Torres Vedras

Tlf: +351 261 320 751

Governo de Nyusi alheio a crise porque “sacou” biliões do Orçamento do Estado que usa sem controle do TA e do Parlamento

A crise económica e financeira que não pára de esmifrar o povo moçambicano nunca chegou aos dirigentes Superiores de Estado e titulares de Cargos Governativos em Moçambique. Para além dos salários com regalias que não são públicas, dos carros luxo, helicópteros e jatinho pagos com dinheiro do Orçamento do Estado têm a sua disposição biliões de meticais, drenados pelo Governo de Filipe Nyusi antes da suspensão do apoio do Fundo Monetário Internacional, que usam sem a aprovação da Assembleia da República e fora do controle do Tribunal Administrativo.
O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades ainda precisa de 636 milhões de meticais para Plano de Contingências da época chuvosa, o Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar não tem 46 milhões de meticais para contenção da praga que afecta o milho, não há dinheiro para pagar o subsídio de pobreza, não há dinheiro para construir escolas e tirar todos meninos do chão, a Autoridade Tributária não reembolsa o IVA que deve as empresas, não há fundos para o combate à corrupção, o Presidente Filipe Nyusi admitiu que faltou dinheiro para medicamentos, enfim a crise parece ter tornado Moçambique mais pobre do que já era antes da descoberta das dívidas ilegais!
Contudo dinheiro não falta para os salários com subsídios infindáveis e regalias para os dirigentes Superiores de Estado, nem faltam fundos para novas viaturas de luxo para os titulares de Cargos Governativos ou para um novo jatinho de luxo para o Chefe de Estado.
No entanto o @Verdade descobriu que para além dessas mordomias, pagas com fundos do Orçamento do Estado aprovado pela Assembleia da República, o Governo de Filipe Jacinto Nyusi conseguiu acumular mais de 73 biliões de meticais em saldos de caixa durante o ano de 2016 e que o tem gasto a seu bel-prazer, quiçá também na logística dos eventos do partido Frelimo que se repetem durante as visitas presidenciais.
“Para o ano de 2015, transitou o saldo de 71.521.888 mil meticais e o final foi de 46.438.000 mil meticais, valor com que se abriu o ano de 2016, que equivale a 23,2 por cento das despesas totais do exercício. O saldo final de 2016 foi de 73.307.340 mil meticais, significando um aumento em relação ao ano anterior e equivalendo a 33,2 por cento das despesas”, constatou o Tribunal Administrativo (TA) no seu Relatório e Parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2016.
Relatório do Tribunal Administrativo sobre CGE 2016
Questionado pelo TA, “em sede do pedido de esclarecimento, o Executivo não teceu qualquer comentário sobre os motivos que ditaram o incremento daquele saldo”.
Governo de Nyusi conseguiu drenar mais dinheiro do OE que Guebuza
Mais grave é que do saldo em caixa a 31 de Dezembro de 2016, pouco mais de 54 biliões de meticais, é dinheiro que não estava sequer na Conta Única do Tesouro, como manda a lei, mas em contas de bancos comerciais tituladas por “Outras Instituições do Estado” que nem ao Tribunal Administrativo o Governo de Nyusi informa.
Diante do silencio do Ministério da Economia e Finanças o tribunal que fiscaliza as contas do Estado, para aferir a fiabilidade do valor agregado de “Outras Instituições do Estado”, foi verificar as receitas e despesas de tais instituições autónomas, que seriam os Fundos e Instituto Públicos, Autarquias e Empresas Públicas, mas ainda assim detectou “inconsistência” nos montantes reportados pelo Governo.
Aliás tal como já acontecera para rubricas similares durante o exercícios de 2015 e o Tribunal Administrativo concluiu que a informação prestada pelo Governo de Nyusi não era verdadeira.
“O Executivo não se pronunciou em relação aos montantes avultados que permanecem nas “Outras Contas do Estado” e “Outras Contas do Tesouro” respectivamente, que no seu conjunto correspondem a cerca de metade dos saldos”, lamenta o TA no seu Relatório e Parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2016.
Relatório do Tribunal Administrativo sobre CGE 2016
Importa notar que o montante acumulado pelo Governo de Filipe Nyusi fora do controle da Assembleia da República e do Tribunal Administrativo, mais de 73 biliões de meticais, supera o montante acumulado em caixa pelo Executivo de Armando Guebuza, 71 biliões de meticais, ainda nos tempos do crescimento pujante da economia.
Para ter uma outra dimensão deste montante que o Executivo de Nyusi gere à margem do Orçamento do Estado seria suficiente para amortizar mais de metade da Dívida Pública Interna, que está cifrada em 107 biliões de meticais.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Super Marés em Maputo multado, encerrado e gestores agridem repórter da STV


O Super Marés, na cidade de Maputo, foi encerrado e multado em mais de 500 mil meticais à conta de anomalias relacionadas com a má gestão do meio ambiente. Furioso com a medida, qual um homem endiabrado, um dos gestores daquele centro comercial descarregou a sua fúria sobre o operador de câmera do canal de televisão privada STV, agredindo-o fisicamente, na presença dos inspectores da Agência Nacional de Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA).

O profissional de comunicação social foi derrubado a murros e mesmo estatelado no chão, sem poder se defender, Valdemir de Sousa, de nacionalidade portuguesa, continuou a pontapeá-lo.

Hélder Matwassa, teve de ser socorrido para Hospital Central de Maputo (HCM) e, felizmente, não contraiu lesões graves e foi dispensado para casa. Porém, deverá retornar esta sexta-feira (20) para ser submetido a um exame de Medicina Legal.

A ofensa foi participada na unidade da Polícia da República de Moçambique (PRM), no bairro Triunfo.

O agressor, que não mediu esforços para protagonizar tais actos de pugilato sobre o fendido, responde pelo nome de Valdemir de Sousa, de nacionalidade portuguesa. O pior não aconteceu graças à pronta intervenção dos colegas da vítima.

Questionado sobre os motivos que o levaram se fazer passar por uma pessoa de mau carácter, Valdemir não se redimiu e fez caretas dirigindo-se aos jornalistas que cobriam o evento da AQUA.

O objectivo do agressor, ora gorado, era inviabilizar o registo de imagens do encerramento daquele complexo no qual funcionam 45 lojas e outras instalações.

Segundo o director-geral da AQUA, Eduardo Samuel, o aquele centro comercial estava a funcionar em condições atentatórias ao meio ambiente, pois não dispõe de estudo de impacto ambiental nem de um gestor ambiental.

Ademais, o encerramento deveu-se a descargas de águas negras directamente para o mar a partir de uma distância não recomendável e sem o devido tratamento, em consequência de a estação para o efeito não funcionar há aproximadamente um ano.

A punição ao extremo foi decretada também porque, desde 2015, que os gestores do empreendimento recebiam advertências no sentido de resolver as irregularidades mas mandavam passear as autoridades.

Reagindo em torno da agressão de Matwassa, o grupo SOICO disse que houve uma obstrução ao direito “plasmado na Lei no.18/91, de 10 de Agosto, que determina, na alínea b) do artigo 27, que nenhum jornalista no exercício das suas funções deve ser detido, afastado ou por qualquer forma impedido de desempenhar a respectiva missão no local onde seja necessária a sua presença como profissional de informação, nos limites (...) previstos na lei”.

Neste contexto, o órgão não só condena veemente o acto, como também “reserva-se o direito de accionar os mecanismos jurisdicionais para a responsabilização dos gestores do complexo Super Marés”.

Por sua vez, o MISA Moçambique alinhou no mesmo diapasão, pedindo às instituições da justiça que responsabilizem imediatamente os agressores.

“Igualmente, o MISA irá iniciar procedimentos judiciais com vista à responsabilização criminal dos gestores da Super Marés pelos actos protagonizados”.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

UCC de Arronches promove sessão sobre “Prevenção de Quedas no Idoso

A prevenção de quedas no idoso deve ser entendida de forma a capacitar o idoso na aquisição de estratégias, que reduzam a possibilidade de estas ocorrerem.

Assim a  Unidade de Cuidados na Comunidade de Arronches em colaboração com a Escola Superior de Saúde de Portalegre, levou a cabo no passado dia 10 de Abril na junta de Freguesia de Assunção,  uma  sessão de esclarecimentos  alusiva ao tema " Prevenção de Quedas no Idoso".

Pretendeu-se  com esta sessão sensibilizar a comunidade para a prevenção de quedas dando a conhecer os fatores de risco e possíveis consequências,  com especial destaque para as formas de prevenção das mesmas, principalmente na pessoa idosa.

Prevenir a queda em pessoas idosas significa prevenir a perda de autonomia e independência e preserva a conservação da capacidade funcional do idoso.

As informações recebidas poderão fazer a diferença entre cair ou não e muitas vezes, entre a instalação ou não de uma incapacidade e dependência.

Após exposição do tema e para testar os conhecimentos adquiridos na sessão, utilizou-se um Quiz de conhecimentos nos quais os 15 utentes  que participaram, responderam de uma forma assertiva às questões colocadas, concluindo-se que a informação transmitida foi apreendida.

No final da sessão foi entregue a cada utente um folheto com a informação relevante para que pudessem consultar e divulgar na sua rede de familiares e amigos.

ULSNA

UCC de Ponte de Sor/Montargil promove sessão sobre como "Comer bem...Crescer Saudável"

Sendo a  escola um espaço privilegiado para a promoção da saúde, desempenha  esta um papel importante na formação de valores, hábitos e estilos de vida dos alunos.

No entanto  diariamente se verifica que se por  um lado os alunos fazem uma alimentação desregrada, comendo em quantidades superiores às que necessitam  diariamente, por outro lado têm dificuldade em se alimentar corretamente uma vez que  rejeitam  uma grande variedade de alimentos.

Associa-se  a  esta situação  os lanches que trazem de casa e que se revelam pouco ou nada saudáveis.

Face a esta realidade realizou a UCC de Ponte de Sor/Montargil no  passado dia 17 de Abril,  na Escola Básica de Foros de Arrão uma ação de formação para Encarregados de Educação e respetivos educandos.  Foi através de uma apresentação em power point que a UCC apresentou o tema, mostrado  a importância de  uma alimentação equilibrada e saudável, o valor nutricional de diversos alimentos, destacando que quantidade não é sinonimo de qualidade, promovendo igualmente á pratica regular de exercício físico.

Foram também abordadas as patologias associadas  quer ao excesso de peso quer as patologias resultantes de uma alimentação deficitária, tais como a diabetes, obesidade hipertensão.

Pretendia-se com esta  sessão proporcionar a  alunos e encarregados de educação/familiares um momento de  reflexão  sobre os seus hábitos alimentares, quais as consequências dos mesmos na sua saúde e  conseguir desta forma incutir  mudanças de comportamento.

Nesta sessão que proporcionou  uma interessante e importante troca de experiencias e conhecimentos estiveram presentes além das auxiliares educativas e respetiva professora 18 alunos e 12 encarregados de educação/familiares.

ULSNA

Ricardo Salgado já foi constituído arguido no caso EDP

Resultado de imagem para Ricardo Salgado já foi constituído arguido no caso EDP
O ex-presidente do Banco Espírito Santo foi constituído arguido pela quarta vez, desta vez no caso EDP, devido às transferências feitas da Espírito Santo Enterprises para Manuel Pinho, algumas delas enquanto era ministro da Economia. À semelhança dos outros arguidos do processo, Ricardo Salgado só será interrogado mais tarde

Pela quarta vez, Ricardo Salgado foi constituído arguido num processo-crime. Depois do caso Monte Branco, da Operação Marquês e do processo sobre a queda do Banco Espírito Santo (conhecido como processo do Universo Espírito Santo), o ex-presidente do BES foi agora constituído arguido no caso EDP por suspeitas de corrupção ativa, averiguou a VISÃO. Em causa estão os pagamentos feitos a Manuel Pinho, ex-ministro da Economia, entre 2006 e 2012, a partir da Espírito Santo Enterprises, o alegado saco azul do Grupo Espírito Santo.

Os procuradores Carlos Casimiro Nunes e Hugo Neto, que conduzem o caso EDP no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), descobriram através dos dados dos processos do BES e da Operação Marquês que Manuel Pinho terá recebido mais de 1 milhão de euros da Espírito Santo Enterprises entre outubro de 2006 e junho de 2012. Só no período em que era ministro da Economia, o saco azul do GES terá transferido para Manuel Pinho mais de 500 mil euros por via de transferências mensais de perto de 15 mil euros. Conforme foi divulgado pelo Observador, esses pagamentos foram feitos para uma sociedade offshore de Manuel Pinho com sede no Panamá: a Tartaruga Foundation. Essas transferências, diz o jornal online citando um despacho de 11 de junho dos procuradores do caso EDP, terão sido feitas “por ordem de Ricardo Salgado” para que Pinho beneficiasse o BES e o GES e também “a EDP (da qual o BES era accionista) durante o tempo em que exerceu tais funções públicas”.
Recorde-se que o caso EDP investiga vantagens alegadamente concedidas à eléctrica por decisões tomadas pelo então ministro da Economia. A mais polémica é o fim dos contratos de aquisição de energia e a posterior celebração dos CMEC [Custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual]. Também está sob suspeita um patrocínio concedido pela EDP à Universidade de Columbia, nos EUA, onde Manuel Pinho viria a dar aulas.

Além de Ricardo Salgado, também já foram constituídos arguidos Manuel Pinho, ex-ministro da Economia, António Mexia, presidente executivo da EDP, e João Manso Neto, presidente da EDP Renováveis. Também João Conceição, administrador da REN e ex-assessor de Manuel Pinho, o director de regulação da REN, Pedro Furtado, o ex-presidente da REN Rui Cartaxo e um ex-administrador executivo da EDP e vice-presidente da Boston Conssulting Group (Pedro Rezende) já foram constituídos arguidos neste caso.

Lusa
Comentário: assim vai este mísero País, com o Povo a assobiar para o lado como se nada lhe dissesse respeito, melhor, já ninguém presta atenção aos acontecimentos.
Deixou de haver vergonha!
J. Carlos