segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

OS NOSSOS ANTEPASSADOS: quantos são?

Somos um pouco de cada um deles!
Física e mentalmente seremos o somatório daquilo que foram.
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OS NOSSOS ANTEPASSADOS: quantos são? 
Veja que interessante, a quantidade dos nossos antepassados:
Pais: 2
Avós: 4
Bisavós: 8
Trisavós: 16
Tetravós: 32
Pentavós: 64
Hexavós: 128
Heptavós: 256
Octavós: 512
Eneavós: 1024
Decavós: 2048
Num total de 11 gerações, 4096 ancestrais.
Isto tudo em, aproximadamente, 300 anos antes de nascermos!
Pare por um instante e pense!
De onde vieram?
Quantas lutas travaram?
Por quanta fome passaram?
Quantas guerras viveram?
Por quantas vicissitudes todos estes nossos antepassados sobreviveram?
Por outro lado, quanto amor, força, alegrias e estímulos nos legaram?
Quanto da sua força para sobreviver, cada um deles teve dentro de si para que, hoje, nós estejamos aqui, vivos?
Nós só existimos graças a tudo o que cada um deles passou.
Portanto, curve-se e reverencie os seus antepassados!
Tenha gratidão a todos os nossos ancestrais, pois, sem eles, cada um de nós não teria a felicidade de conhecer a VIDA!
Luiz Pinto 
Enviado por Alves Ribeiro

Livre já tem nova direção e Joacine não faz parte dela

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A nova direção do partido fundado por Rui Tavares foi eleita com 95 votos a favor e 15 brancos.
A nova direção (ou Grupo de Contacto) do Livre foi eleita este domingo durante o congresso do partido. Sem Joacine Katar Moreira, a lista A, a única lista candidata, foi eleita com 95 votos a favor e 15 em branco, de 110 possíveis.
No final do debate e votação das moções apresentadas ao Congresso, e antes do encerramento da reunião magna que decorre em Lisboa desde sábado, Paulo Muacho, membro da Comissão Eleitoral apresentou os resultados.
A ausência da deputada única do partido já era expectável, visto que não foi convidada a integrar a nova direção e não apresentou lista própria.
15 membros foram eleitos nesta lista, sete dos quais transitam da anterior direção, lista o Público, sendo eles Carlos Teixeira, Pedro Mendonça, Ana Raposo Marques, Isabel Mendes Lopes, Pedro Nunes Rodrigues, Safaa Dib e Patrícia Gonçalves. A estes sete membros acrescem Ana de Morais e Castro, Tomás Cardoso Pereira, Maria Janeiro, Filipa Pinto, Filipe Honório, Henrique Vasconcelos, João Monteiro e Teresa da Mota.
De saída, além de Joacine Katar Moreira, estão Eduardo Viana, Florbela Carmo, Jorge Pinto, José Manuel Azevedo, Marta Costa e Paulo Muacho.
Já o Conselho de Jurisdição, a também única lista concorrente teve 66 votos e 15 foram nulos, de um total de 109.
Para a Assembleia – órgão máximo entre congressos – houve 105 votos válidos e quatro nulos (também de um total de 109). Os candidatos apresentam-se individualmente.
A Assembleia do Livre é composta por até 50 membros, dos quais 25 homens e 25 mulheres.
O candidato mais votado foi o fundador do partido, Rui Tavares, com 63 votos, seguindo-se Jorge Pinto, com 60 votos. Entre as mulheres, Patrícia Robalo teve 49 votos e Inês Cisneiros, 45.
A presidente da mesa do Congresso, e até agora coordenadora da Assembleia, Ana Natário, conseguiu 31 votos e fará mais um mandato.
O IX Congresso do Livre, que decorre desde sábado em Lisboa, termina hoje com a votaçao de diversas moções e o anúncio dos resultados das eleições para os órgãos sociais do partido.
A deputada do partido, Joacine Katar Moreira, que integra o Grupo de Contacto ainda em funções, não consta da lista única de candidatos à direção do Livre nem apresentou nenhuma candidatura individual à Assembleia. Rui Tavares, membro fundador do partido, apresentou uma recandidatura à Assembleia do Livre.
O primeiro dia do congresso, no sábado, ficou marcado pelo debate em torno da possibilidade de ser retirada a confiança política a Joacine Katar Moreira, que recusou renunciar ao mandato de deputada.
O congresso decidiu que essa decisão caberá aos novos órgãos do partido que serão hoje eleitos, razão pela qual não será votada este domingo, como estava planeado, uma moção que pedia a saída da deputada da Assembleia da República ou a retirada da confiança política do Livre em Jooacine Katar Moreira.

Fazer contas às moções

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O IX Congresso do Livre rejeitou hoje duas moções e aprovou 14, entre as quais uma que insta o partido a ocupar o lugar de ecologista, e outra que pede uma avaliação do modelo de organização do partido.
Inicialmente eram 18 as moções apresentadas, mas duas acabaram por ser retiradas pelos proponentes, uma que pedia a retirada da confiança política à deputada Joacine Katar Moreira e a outra para que o partido reagisse aos “ataques infundados” e às “notícias falsas” sobre a eleita.
Entre os 16 documentos postos a votação na reunião magna que decorre em Lisboa, três foram aprovados por unanimidade – “construir o Livre como força autárquica”, “um partido partilhado empenhado na política colaborativa por uma democracia radical” e a moção apresentada por Rui Tavares, “novo pacto verde, um desafio do Livre para Portugal, a Europa e o planeta”.
As restantes foram aprovadas por maioria.
Na apresentação do documento denominado “a urgência do Livre enquanto esquerda verde em Portugal”, um dos aprovados por maioria, Carlos Teixeira, membro do Grupo de Contacto do Livre e segundo candidato por Lisboa nas eleições legislativas, desafiou o partido aproveitar “um território ideológico que está por reclamar” em Portugal.
“No essencial, Portugal continua sem partidos ecologistas e, no essencial, o Livre continua sem ser capaz de se afirmar enquanto tal, na ideia que os portugueses vão construindo do Livre”, considerou o dirigente, que integra a direção do partido.
Aos congressistas, Carlos Teixeira – que ocupará o lugar de Joacine Katar Moreira no parlamento, no caso de ela renunciar ao mandato de deputada – apontou que “é tempo de arriscar” e de “assumir esta prioridade ecológica”.
Advogando que “alguém tem que ser a voz dos que querem uma mudança de paradigma hoje”, o dirigente rejeitou que esse lugar seja ocupado pelos “senhores do costume”, ou por “extremistas e dos demagogos”.
“A voz tem de ser à esquerda para assegurar as lutas simultâneas contra as desigualdades e contra a crise ambiental. Está o livre disposto a ser essa voz, podemos ter essa coragem?”, questionou, salientando que “até agora a voz pouco se fez ouvir”.
No período de apresentação das moções, também Rui Tavares subiu ao púlpito para falar aos congressistas do documento do qual é o primeiro subscritor e que os congressistas aprovaram por unanimidade.
“Se cada minuto passado nas notícias pelas razões erradas significa dias, semanas, meses ou aos de trabalho, em que não se está a falar do que importa, também é verdade que “cada dia, semana, mês que estamos a encarar as consequências das notícias erradas, significa muito tempo de reconstrução”, começou por dizer o fundador do partido.
Rui Tavares acredita que o Livre tem como missão “fazer de Portugal a ponta avançada das políticas mais progressistas da Europa e do mundo”.
Falando nas próximas eleições que o partido quer disputar, as regionais nos Açores, o antigo eurodeputado considerou que, já a partir daquele sufrágio, o Livre pode aplicar um trabalho conjunto, “através do novo pacto verde, com realidade regional, nacional e global”.
Para o antigo eurodeputado, as moções a discussão dão aos membros e apoiantes do Livre “razões para acreditar” num partido “onde há ideias, onde há vontade de as discutir com honestidade perante a verdade”.
Na ótica de Rui Tavares, as 16 moções debatidas e votadas hoje têm um objetivo próprio: permitem ao partido “encontrar o Livre que é de sempre, o Livre no qual temos orgulho e que sentimos que a sociedade respeita”.
“E esse Livre que estivemos a defender neste congresso, é esse Livre que defenderemos sempre”, vincou.
Miguel Wong, candidato à Assembleia, disse ao Congresso que “é o momento para pensar se é preciso mudar alguma coisa, o que está a correr bem e o que está a correr mal” na organização interna do partido e na forma como os processos de decisão são conduzidos.
Os seis anos que o partido leva desde a fundação e o facto de já ter passado por várias eleições, faz com que este seja “um bom momento” para fazer essa reflexão, defendeu o dirigente.
Na moção, que o congresso aprovou por maioria, Miguel Won questiona igualmente algum experimentalismo”, numa referência às especificidades de organização partido, como a escolha dos candidatos em primárias abertas e a “participação horizontal” nos processos de decisão, notando ser necessário avaliar os seus resultados.

Fonte: MadreMedia

domingo, 19 de janeiro de 2020

Câmara de Silves investe 2,7 milhões de euros em Armação de Pêra

O Município de Silves lançou um concurso público para a empreitada de «Requalificação Urbana da Baixa de Armação de Pera, 1ª Fase – Infraestruturas de Drenagem e Elevação de Pluviais e Saneamento».

A autarquia silvense dispõe-se a pagar pela realização da obra 2,7 milhões de euros, que é o valor do preço base do procedimento lançado.

As empresas do setor interessadas têm 30 dias para apresentar propostas, sendo que será escolhida a que apresentar o preço mais baixo.

Uma vez adjudicada, a obra, que consiste na execução de colectores e estações elevatórias para águas residuais e águas pluviais, deverá ficar concluída no prazo máximo de 15 meses.

In Loco lança campanha de crowdfunding para apoiar a produção

A Associação In Loco lança uma campanha de financiamento colaborativo com o propósito de recolher apoio para executar o projeto 100% Local.

Sabe quantos quilómetros fez a sua última refeição? Contabiliza-se que em média um alimento percorre 2.400 quilómetros até chegar ao seu prato, o que implica um elevado impacto ambiental, social e económico. Perante um panorama mundial marcado por um aumento da densidade populacional e da produção industrial de alimentos, vêem-se hoje transformados os padrões atuais de consumo e, consequentemente, redefinidas as formas de produção alimentar. Hoje pratica-se maioritariamente uma agricultura de exportação, apostando nas monoculturas intensivas, altamente consumidora de recursos naturais e energéticos, prejudicial para os ecossistemas e, por fim, com impacto negativo na agricultura familiar e nas economias locais.

Esses são alguns dos motivos que mantêm acesa a discussão sobre uma maior autonomia alimentar e a urgência de recuperar as dinâmicas de produção e consumo sustentáveis a uma escala local, temas que continuam em destaque na agenda da Associação In Loco. Na continuidade dessa linha de intervenção surge também o projeto 100% Local, atualmente a decorrer, com o objetivo de facilitar o acesso informado e de confiança dos consumidores a produtos alimentares locais, sazonais e de qualidade da região do Algarve. Pretende também distinguir e identificar os produtores locais, criando estruturas que possibilitem a sua aproximação aos consumidores.

O projeto conta com um grande apoio financeiro do No Planet B by AMI, do Instituto Camões e da União Europeia, faltando angariar ainda 10% do valor que permitirá assegurar na íntegra a sua execução, fator que motivou o lançamento da campanha. A verba arrecadada apoiará na organização de mercados de produtores MD5.03/1

nos concelhos da região, na prossecução de uma campanha de sensibilização que incide na importância de privilegiar os circuitos curtos de produção e consumo e, por fim, no principal produto diferenciador que será a criação e promoção da aplicação web e mobile “Cá se Fazem” (casefazem.pt). Esta última será um dos resultados do projeto que se propôs a criar uma ferramenta tecnológica para acessibilizar a produção local do Algarve. Aí estarão identificados e mapeados os produtores da região, os seus pontos de venda e produção, além de outros locais e iniciativas relacionados, ficando disponível publicamente para utilização gratuita.

Porque a economia é feita por todos, porque o acesso à alimentação é um direito de todos, porque o apoio aos pequenos produtores impulsiona as economias locais e porque um consumo consciente protege o ambiente e o planeta, a Associação In Loco apela ao seu contributo para apoiar esta iniciativa.

Descubra tudo sobre a campanha e sobre como poderá contribuir em https://www.gofundme.com/f/100-local.

Fonte: In Loco

Workshop Alterações Laborais e Incentivos ao Emprego

23 de janeiro, às 15h00, em Albufeira


A Moneris e a Garrigues, com o apoio da ACRAL – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve, vão organizar um workshop sobre as alterações em sede laboral: o Código do Trabalho, o Código Contributivo e os incentivos e apoios ao emprego.

Esta sessão, direcionada a empresários, empreendedores e responsáveis de recursos humanos, irá realizar-se no próximo dia 23 de janeiro, entre as 15h00 e as 18h00, no Hotel Brisa Sol, sito na Rua do Município, 27, em Albufeira.

A participação é gratuita, mas limitada aos lugares disponíveis.

Quatro feridos em rixa que envolveu 40 pessoas na Mouraria

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Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas na sequência de uma rixa na zona da Mouraria, em Lisboa, que envolveu cerca de 40 pessoas, disse à agência Lusa fonte oficial do Comando Metropolitano da PSP.
A polícia indica não ter ainda conhecimento das motivações da “desordem que envolveu cerca de 40 pessoas” na Rua do Terreirinho, na zona da Mouraria, pelas 21:15 de hoje.
Pelo menos quatro pessoas foram feridas com arma branca e uma delas foi também baleada numa perna. Todos os feridos foram transportados para o hospital de São José, acrescentou a mesma fonte do Comando Metropolitano.
Alguns dos envolvidos nos desacatos foram identificados e serão feitas averiguações para perceber as motivações e os autores dos desacatos.
Lusa

Príncipe Harry e Meghan renunciam aos títulos da realeza

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SAPO24
O Palácio de Buckingham anunciou um acordo em que o príncipe Harry e a sua mulher, Meghan, renunciaram aos respetivos títulos, abandonando os deveres enquanto membros seniores da família real do Reino Unido e deixando de receber fundos públicos.
Buckingham informou que Harry e Meghan deixarão de ser membros ativos da família real, assim o acordo surtir efeito na “primavera de 2020”. Nessa altura, passarão a ser referidos como Harry, duque, e Meghan, duquesa de Sussex.
O casal deixará de usar o título de “Sua Alteza Real”, mas não será destituído do mesmo. Harry manter-se-á como príncipe e sexto na linha de sucessão ao trono britânico.
O palácio indicou ainda que o casal irá devolver aos contribuintes britânicos cerca de 2,4 milhões de libras (2,82 milhões de euros) gastos na renovação da sua casa, nos arredores do Castelo de Windsor.
Num comunicado divulgado, a rainha Isabel II manifestou-se “satisfeita” com o acordo alcançado.
“Juntos encontrámos uma forma construtiva de cuidar do meu neto e da sua família. Harry, Meghan e Archie serão sempre membros muito amados da minha família”, fez saber a rainha britânica.
“Reconheço os desafios que tiveram que enfrentar em resultado do escrutínio intenso de que foram alvo nos últimos dois anos e apoio o seu desejo de terem uma vida mais independente”, disse ainda a monarca.
“A esperança de toda a minha família é que este acordo lhes permita começarem uma nova vida feliz e em paz”, acrescentou Isabel II.
O anúncio do Palácio Buckingham conclui vários dias de conversações no seio da família real britânica, que se seguiram à decisão tornada pública por Meghan e Harry de abandonarem os respetivos deveres enquanto membros de topo da realeza britânica e viverem no Canadá e no Reino Unido.
O palácio real não revela quem irá suportar as despesas com a segurança do casal, atualmente suportadas pelo erário público britânico, escusando-se a comentar “sobre detalhes relativos a segurança”.
“Existem processos independentes bem estabelecidos para determinar a necessidade de segurança suportada por financiamento público”, fez saber o palácio.
Fonte e Foto: Lusa / Madremedia