quinta-feira, 13 de maio de 2021

Morreu Manuel “Palito”, o homicida que esteve fugido 34 dias à polícia


Manuel "Palito" faleceu esta madrugada no IPO do Porto, vítima de leucemia. Tinha 66 anos e estava a cumprir pena máxima pela morte da sogra e de uma tia da ex-mulher.
Morreu Manuel Pinto Baltazar, mais conhecido como Manuel "Palito", que em 2014 esteve 34 dias em fuga das autoridades, morreu durante a madrugada desta quinta-feira no IPO do Porto, vítima de leucemia.

O homem de 66 anos cumpria pena máxima de prisão depois de ter disparado uma arma tipo caçadeira contra a filha e a ex-mulher (Sónia Baltazar e Maria Angelina Baltazar, que ficaram feridas) e duas familiares desta (a tia e a mãe, Elisa Barros e Maria Lina Silva, que morreram).

Os crimes foram cometidos em Valongo dos Azeites, no concelho de São João da Pesqueira (distrito de Viseu), quando as quatro mulheres estavam num armazém onde existe um forno a fazer bolos para a Páscoa.

Manuel Baltazar foi condenado por quatro crimes de homicídio qualificado (dois dos quais na forma tentada), um crime de detenção de arma proibida e outro de violação de proibições ou interdições, cujas penas somam mais de 63 anos de prisão.

Durante o julgamento, Manuel Baltazar admitiu que quis matar Elisa Barros e Maria Lina. Quanto à ex-mulher, Maria Angelina, disse que apenas a pretendia ofender fisicamente e que a filha foi apanhada inadvertidamente pelo tiro que se destinava à avó.

Para o tribunal, "Palito" quis matar a ex-mulher, tal como já tinha dito a vários amigos que faria. Pretendeu também matar a filha, quando esta estava a tentar socorrer a avó, tendo nessa altura disparado dois tiros.

Lusa

Morreu a atriz Maria João Abreu


Morreu Maria João Abreu, aos 57 anos, avança a SIC. A conhecida atriz de teatro e telenovela não resistiu a dois aneurismas que sofreu no dia 30 de abril, durante as gravações da novela “A Serra”.
A atriz estava internada no Hospital Garcia de Orta, em Almada, onde foi sujeita a duas operações ao cérebro e induzida em coma.

Segunda-feira, diz 10, foi um dia tido como decisivo e, ao mesmo tempo, de esperança: a medicação que induzia o coma começou a ser retirada.

De acordo com a imprensa de terça-feira, dia 11, a reação à nova medicação terá sido positiva e Maria João Abreu terá dado sinais de ligeira recuperação.

À porta do hospital, juntaram-se amigos e familiares e as mensagens de apoio nas redes sociais sucedem-se. A atriz Joana Figueira garantia mesmo que Maria João Abreu estava a ser tratada pelo “melhor médico”.

RR

Imagem: JN

Gosto de Amar de Perto – Uma Questão de Sobrevivência

Livro de Rui Melo apela aos afectos, ao autoconhecimento e ao inconformismo

 


Será que devemos aceitar as diferentes distâncias que viraram moda? Esta é a questão que o professor Rui Melo lança aos leitores no livro Gosto de Amar de Perto – Uma Questão de Sobrevivência. A importância de tirar tempo para nós e para o outro, a diferença entre a auto-estima e a egocentrismo, o que faz de nós, humanos, seres sociais e a importância de amar de perto para o nosso equilíbrio emocional. Aspectos fracturantes na actualidade, abordados pelo autor nesta obra impregnada de uma gentileza desarmante. Gosto de Amar de Perto – Uma Questão de Sobrevivência estará disponível na rede livreira nacional a partir do próximo dia 18 de Maio. O livro poderá ainda ser adquirido através do site oficial da editora.

«O mundo mudou e ensinou a aceitação da distância, numa tentativa de nos contentarmos com pouco. Aceitamos, mas ao aceitar não nos sentimos os mesmos. Ficamos mais frágeis. Porque resignarmo-nos com a distância, não é desejá-la. Não é aceitá-la.»

O professor Rui Melo tem vindo a dedicar a sua atenção ao desenvolvimento pessoal, em particular de jovens e adolescentes, e está ciente do afastamento que as novas formas de comunicar, o défice de atenção e a sobreinformação, adensadas pelo afastamento social resultante da pandemia da COVID-19, promovem.

É nesse quadro que, no livro Gosto de Amar de Perto – Uma Questão de Sobrevivência, o autor relembra a importância vital das relações de proximidade, do toque, do abraço. Afinal, encontramos, em todas as fases da nossa vida, fortes razões para querermos amar de perto. É uma inevitabilidade amarmo-nos e amarmos os outros. «É preciso ter consciência do que se passa para que, arrumando primeiro o nosso mundo, se possa almejar ajudar a arrumar o outro.»

O livro promete «plantar-nos à janela» para uma espreitadela sobre a humanidade e como ela parece apresentar-se aos nossos olhos e ao nosso coração. Este é um olhar penetrante e desconcertante sobre a vida que levamos e sobre a evolução do sentir das várias velocidades e das várias proximidades. Pelo meio, o leitor irá acompanhar a extraordinária aventura do humano Pertus e a sua inexorável necessidade de estar perto, desde que nasce até que morre.

Para o autor, «o futuro da raça humana tem de ser alcançado através do optimismo e do equilíbrio», e a consciência do leitor é testada, espicaçada e convidada a realizar esta viagem para que saia do outro lado com um olhar penetrante sobre si mesmo, mas, principalmente, com a sua capacidade de se indignar restaurada.

Com prefácio do jornalista Pedro Luiz de Castro e uma belíssima ilustração de Sara Leandro, Gosto de Amar de Perto – Uma Questão de Sobrevivência chega à rede livreira nacional no próximo dia 18 de Maio, com a chancela da Guerra e Paz Editores.

Gosto de Amar de Perto – Uma Questão de Sobrevivência
Rui Melo
Não-Ficção / Desenvolvimento Pessoal
120 páginas · 15x23 · 14,5€
Nas livrarias a 18 de Maio

Portugal vive a partir de hoje em “crédito ambiental” até fim do ano

Portugal começa hoje a viver a "crédito ambiental", ou seja, os cidadãos consumiram todos os recursos que permitiriam viver de forma sustentável este ano, alertou a associação ambientalista Zero, assinalando que todos os anos esta data chega mais cedo.

"Se todas pessoas do mundo consumissem como consumimos em Portugal, a partir do dia 13 de maio nós teríamos que acionar um cartão de crédito ambiental. Passaríamos todos a ter que usar recursos para satisfazer necessidades de mobilidade, alimentação e habitação que só devíamos usar a partir do início do próximo ano", disse à agência Lusa a ativista Susana Fonseca.

A especialista em pegada ecológica assinalou que Portugal, "não sendo obviamente o primeiro país do mundo que atinge este limite", está a fazê-lo "muito antes de meados do ano".

"A cada ano que passa temos esta tendência de ter que usar os recursos do ano seguinte cada vez mais cedo", acrescentou, uma vez que no ano passado, por exemplo, o dia da sobrecarga só chegou em 25 de maio.

A Zero indica que "os cálculos têm em conta dados de vários anos, pelo que não espelham de forma clara as implicações da pandemia na pegada ecológica" portuguesa.

Susana Fonseca apontou que as áreas que têm mais peso na pegada ecológica de Portugal são alimentação, responsável por 32 por cento do consumo de recursos, e a mobilidade.

"Não obstante todos os esforços que fazemos pela eficiência energética, pela reciclagem, não estamos a conseguir reduzir a nossa pegada ecológica, estamos é a aumentá-la", lamentou.

Para a Zero, "Portugal tem uma oportunidade única de aproveitar o Programa de Recuperação e Resiliência, a par com fundos de apoio europeus" para fazer transformações nos padrões de consumo.

Susana Fonseca apontou como objetivos a redução do consumo de proteína animal e a aposta numa "alimentação típica mediterrânica, com mais vegetais, leguminosas e mais fruta".

Salientou que o consumo de proteína animal dos portugueses ultrapassa "o recomendado pela própria Direção-Geral da Saúde". De acordo com os dados para Portugal, os cidadãos consomem três vezes mais carne do que se recomenda na roda dos alimentos, metade dos vegetais, um quarto das leguminosas e dois terços da fruta.

Defendeu ainda que a mobilidade sustentável está ao alcance com mais percursos a pé, de transporte público ou de bicicleta e privilegiando os meios de reunião por videoconferência em substituição de tantas viagens de avião.

A Zero recomenda ainda uma mudança da mentalidade "usar e deitar fora" para uma assente no princípio de "ter menos, mas de melhor qualidade".

Para isso, Susana Fonseca salientou que é preciso que os consumidores tenham escolhas sustentáveis que sejam acessíveis, para que deixe de acontecer como agora, em que mais sustentável equivale a mais dispendioso.

Lusa

Dois alpinistas morrem no Evereste

Dois alpinistas estrangeiros, um norte-americano e um suíço, morreram na quarta-feira no Evereste, disseram hoje os organizadores da expedição no Nepal.

"Dois alpinistas morreram na quarta-feira", disse Mingma Sherpa, da agência Seven Summit Treks, à agência de notícias France-Presse (AFP).

O alpinista suíço "sofreu de exaustão" após atingir o cume, indicou outro membro da organização

"Enviámos mais dois sherpas com oxigénio e comida, infelizmente os sherpas não conseguiram salvá-lo", acrescentou.

O alpinista norte-americano tinha conseguido chegar ao degrau Hilary, mas sofreu de cegueira da neve e exaustão, teve de ser ajudado a recuar, disseram os organizadores. Conseguiu chegar ao Campo 4 onde morreu pouco tempo depois.

Os corpos dos falecidos estão localizados a grande altitude, e as condições meteorológicas desfavoráveis estão a impedir que sejam recuperados.

O Evereste tem visto um número crescente de alpinistas a tentar alcançar o cume, causando uma sobrelotação que tem sido culpada por várias mortes.

Como resultado, o Ministério do Turismo do Nepal anunciou regras para limitar o número de alpinistas que tentam alcançar o "teto do mundo".

Lusa

Nas fontes de Fátima, uma Lourdes portuguesa

 


A fonte milagrosa em 1922

Na Cova da Iria, a fonte de águas operou curas espirituais e corporais extraordinárias. Os milagres em Lourdes são principalmente físicos, mas em Fátima Nossa Senhora distribui também abundantemente graças espirituais e conversões.

  • Paulo Roberto Campos

Aconversão dos pecadores foi pedida com veemência pela Santíssima Virgem em Fátima, em 1917. Insistiu no recurso à oração e penitência, a fim de que a humanidade se convertesse e retomasse o reto caminho do qual tinha se desviado. Se tal não acontecesse, Deus mandaria terríveis castigos para punir a humanidade. Em 13 de julho de 1917, Ela revelou aos três pastorinhos que, se os homens não se convertessem, “várias nações seriam aniquiladas”.1

Transcorreram 104 anos, e o mundo não se converteu, continua sua corrida louca de ofensas a Deus. Apenas alguns exemplos: modas e costumes imorais, drogas, aborto, eutanásia, divórcio, ideologia de gênero, ‘casamento’ homossexual. E a avassaladora crise religiosa, que levou Paulo VI a declarar que a Igreja estava sendo vítima de um misterioso “processo de autodemolição” (alocução de 7-12-68). Hoje ninguém ousaria dizer que os pedidos de Nossa Senhora foram atendidos.

Pandemia – um flagelo nas mãos de Deus?

Há mais de um ano padecemos males físicos, psicológicos e espirituais decorrentes da atual pandemia, que a partir da China vermelha assola todas as nações. Não seria essa tragédia universal um prenúncio dos passos de Deus que se aproximam? A Santíssima Virgem exortou pela conversão; como não foi atendida, poderá punir com o ‘aniquilamento das nações’. Ficaremos surdos e indiferentes a tudo isso?

Deus bem pode fazer uso de um flagelo oriundo dos próprios homens, para punir o gênero humano descristianizado, como parece ser o caso da presente pandemia. Em certo sentido, pode-se dizer que estamos dentro de uma ‘grande guerra mundial’ — não com armas de fogo, mas com armas biológicas, bacteriológicas e psicológicas. Nessa guerra, governos e tribunais despóticos decretam a seu bel-prazer o que nos proíbem ou autorizam: confinam famílias, fecham escolas e o comércio, produzem o desemprego e a fome; e num cúmulo de autoritarismo incontido, fecham igrejas e cerceiam a liberdade de praticarmos livremente a Religião.

Nesse quadro dantesco estão imersas todas as nações, confirmando a suma importância da Mensagem de Fátima — uma mensagem de tragédias e esperanças, como temos ressaltado em nossas páginas. Ver por exemplo, em nossa edição de maio de 2017, o artigo “Na Cova da Iria, a Rainha do Céu adverte a humanidade e anuncia o seu Reinado na Terra”.

Às tragédias, já nos referimos acima. Quanto às esperanças, repetimos que após os terríveis castigos anunciados em 1917 triunfará o Imaculado Coração de Maria, como Ela prometeu. Será a restauração da Civilização Cristã em seu maior esplendor.

Em 1918, hospital militar, em Camp Funston, Kansas (EUA), atende soldados contagiados pela ‘gripe espanhola’

Na ‘gripe espanhola’, aproximadamente 50 milhões de mortos

De passagem, lembremo-nos de que no ano seguinte às aparições de Nossa Senhora — no final da Primeira Guerra Mundial, cujo término Ela previra — houve uma virulenta pandemia: a ‘gripe espanhola’. Esta devastou várias nações, provocando mais mortes do que a própria guerra. Nos anos 1918 e 1919, dizimou aproximadamente 50 milhões de pessoas e infectou mais de um terço da população mundial. Incluem-se entre suas vítimas Francisco e Jacinta, dois dos videntes de Fátima, hoje canonizados, que faleceram em 4 de abril de 1919 e 20 de fevereiro de 1920, respectivamente.

Fátima, magnífica e milagrosa fonte de salvação

Este mês, em que celebramos a primeira aparição da “Senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o sol”, ocorrida em 13 de maio de 1917, é uma ocasião especial para nos voltarmos a Ela, suplicando seu socorro em meio aos incontáveis sofrimentos dos presentes dias pandêmicos. Assim, trataremos de um aspecto de Fátima propício para o atual momento, mas pouquíssimo conhecido até mesmo por estudiosos do tema, pois tem sido muito silenciado e boicotado.

         Por várias razões, pode-se afirmar que Fátima é a Lourdes de Portugal. Uma delas é que, assim como na Gruta de Massabielle surgiu milagrosamente uma fonte, na Cova da Iria o mesmo ocorreu; e as fontes foram várias. Quase não se fala delas, por isso apresentaremos a seguir um pequeno histórico.

Com a expansão da devoção a Nossa Senhora de Fátima, nos anos que se seguiram às aparições, aumentou muito o afluxo de peregrinos à Cova da Iria. Sobretudo no dia 13 dos meses de maio a outubro, romarias provinham de muito longe para suplicar graças, recordar e agradecer as aparições da Santíssima Virgem, em número até maior que o dos peregrinos de Lourdes. Temos notícia de que, num só dia de 1926, o local foi visitado por aproximadamente 400 mil fiéis, como está registrado na “Documentação crítica de Fátima – Seleção de documentos (1917-1930)”:

“As peregrinações de Fátima são mais imponentes e significativas que as de Lourdes. Em Fátima juntam-se num só dia muito mais pessoas do que habitualmente se juntam em Lourdes, apesar de todo o conforto e comodidades que a pequena cidade dos Pirineus oferece aos peregrinos. Nunca em Lourdes se viu tanta gente reunida, como se vê em Fátima, principalmente no dia 13 de maio. Dizem que no ano passado [1926] deviam estar lá cerca de 400.000 pessoas” (p. 331).2

A mesma documentação registra: “Se o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes é, por antonomásia, o santuário dos milagres físicos, das curas das doenças de toda a espécie, de que se enferma a pobre humanidade, pode dizer-se com verdade que o Santuário de Nossa Senhora de Fátima é, por excelência, o Santuário das conversões e das graças espirituais. Apesar do segredo que envolve estas ressurreições mais belas e mais admiráveis do que a de Lázaro, quando saiu do sepulcro à voz portentosa do Senhor, que o chamava de novo à vida, não há quem não conheça o movimento consolador de confissões, incessante e intenso, que se realiza em Fátima, principalmente no dia 13 de cada mês” (pp. 471 e 472).3

Fontanário de Fátima, em 1928

Brotaram águas a poucos passos da azinheira

Devido a esse exponencial afluxo de peregrinos, tornou-se urgente e absolutamente indispensável dispor de água em abundância para atender à sede de tanta gente. Mas Fátima está localizada num terreno desértico, calcário, nada propício às fontes de água, e o local era distante de residências, tornando muito difícil essa tarefa. Como dessedentar, portanto, centenas de milhares de peregrinos?

Precisava-se de água também para outras atividades correlatas: para necessidades higiênicas dos peregrinos; para construção e ampliação de hospedarias a fim de recebê-los dignamente; para construir albergues para os enfermos; para os animais que conduziam os peregrinos etc.

Os próprios habitantes daquela região agreste — Cova da Iria, Aljustrel e proximidades — se debatiam havia muito tempo com a dificuldade de obter água. Tão crônica era a carência do precioso líquido, que se viam obrigados a recolhê-lo dos telhados e guardá-lo em cisternas, quando chovia.

Mas a Virgem de Fátima já havia pensado nessa dificuldade, a julgar pelo que registra Thomas Walsh em seu extraordinário livro sobre Fátima: “Em novembro do mesmo ano [1921], mandou ele [o bispo] abrir um poço nas proximidades da Capela [das aparições] a fim de recolher as águas da chuva para o serviço dos peregrinos. Ficou profundamente impressionado quando jorrou do solo pedregoso uma água cristalina, tão abundante que chegou a encher trinta e seis barris. Continua até hoje a abastecer os camponeses das redondezas, e é fonte de saúde para inúmeros doentes”.4

Tal prodígio aconteceu no dia 9 de novembro de 1921, após uma missa celebrada na “Capelinha das Aparições” por D. José Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria. Por uma inspiração providencial, ele mandou explorar o solo do local das aparições e abrir um poço. Os técnicos e operários eram céticos, pois conheciam bem o terreno. Mas, por obediência ao Senhor Bispo, começaram a cavar o solo. E a surpresa não demorou: as águas brotaram abundantemente a poucos passos da azinheira sobre a qual a Santíssima Virgem aparecera a Lúcia, Jacinta e Francisco.

Alguns, chorando de alegria, exclamaram: “É um milagre! Isso não tem explicação natural!”. Os que ainda duvidavam das aparições na Cova da Iria, depois disso ficaram convencidos da sua veracidade. Acreditaram por causa da fonte de água, mas Aquela que fizera surgir essa água já havia operado um milagre ainda maior, naquele mesmo lugar, no dia 13 de outubro de 1917: “O sol ziguezagueou pelo céu”, diante de aproximadamente 60 mil fiéis. “O sol bailou em Fátima”, diziam os camponeses. E o “Milagre do Sol” foi noticiado pelo jornalista Avelino de Almeida no jornal “O Século” (15 de outubro de 1917) com o título “Coisas espantosas! Como o sol bailou ao meio dia em Fátima”.5

A água jorrou milagrosamente no dia 9 de novembro de 1921, após a missa celebrada na “Capelinha das Aparições” pelo bispo de Leiria. Na foto, à esquerda, o fontanário (encimado pela coluna com a imagem do Sagrado Coração de Jesus) com as bicas de água perto da antiga capelinha.

O ‘antídoto celestial’ do ‘cantinho do Céu’

Em 1922, com o incremento das multidões de peregrinos, D. José Alves ordenou cavar mais dois poços, um de cada lado da fonte primitiva; e, uma vez mais, a água cristalina jorrou copiosamente, enchendo rapidamente um grande reservatório construído de concreto. Alguns habitantes que assistiram ao evento atestam que aquilo não aconteceria sem uma ação sobrenatural. Com esse renovado milagre, a dificuldade hídrica estava sanada, tanto para os peregrinos quanto para as construções projetadas.

Sem nenhuma propaganda, no entanto, começou-se a perceber que aquelas águas estavam produzindo curas corporais e espirituais. Assim, os peregrinos levavam para suas casas garrafas com aquele ‘antídoto celestial’ colhido nas fontes benditas, a fim de o ministrarem aos enfermos que não tinham condições físicas ou econômicas de se deslocarem até aquele lugar sacrossanto. Garrafinhas daquela água eram expedidas por correio para outros recantos de Portugal, e até para o Brasil. Na época, pensou-se em construir tanques com aquelas abençoadas águas — como as célebres piscinas existentes em Lourdes — para os enfermos se banharem individualmente. Mas nunca isso foi concretizado… Por quê? Não se tem conhecimento de explicação para essa manifestação de evidente incredulidade, mas voltaremos ao assunto.

O que se construiu no local das fontes foi um monumento ao Sagrado Coração de Jesus, cuja coluna está no cento de um grande reservatório dotado de 15 torneiras em honra dos 15 mistérios do Santo Rosário. O precioso líquido era distribuído gratuitamente por voluntários, que não podiam receber gorjetas.

“A água da fonte miraculosa é levada pelos romeiros ou expedida pelo correio para todos os recantos do país. O concurso de peregrinos ao Santuário das aparições intensifica-se de ano para ano, e todos aqueles que vão a Fátima uma vez anseiam por lá voltar mais vezes, sendo aquela viagem a única que não cansa o espírito, e que produz sempre sensações novas e inolvidáveis. Fátima, a Lourdes portuguesa, é verdadeiramente um cantinho do Céu, que fascina todas as almas e prende e cativa todos os corações”.6

Alguns golinhos da água de Fátima

A título de exemplo, reproduzimos o relato de um dos inúmeros milagres comprovados, operados pelas águas das fontes de Fátima em pessoas que se encontravam entre a vida e a morte. O leitor encontrará outros relatos nas páginas finais desta matéria.

“Teresa de Jesus Martins, de 19 anos, casada, residente em Lisboa na Avenida das Cortes, contraíra uma tuberculose pulmonar, com fortes hemoptises, que deixaram alarmada a família. Os médicos prescreveram-lhe os tratamentos de praxe, inclusive a saída de Lisboa, e tentaram até interná-la no Sanatório de Portalegre.

“Por fim, internada no pavilhão de tuberculosos nº 5 do Hospital do Rego, no Campo Grande, impossível foi acomodar-se ali à vida de hospitalizada. Tinha chegado a um estado de extrema fraqueza e de palidez cadavérica.

“Entretanto, tendo-lhe sido dado um frasquinho com água da Fátima, ao mesmo tempo que lhe davam a conhecer as curas extraordinárias operadas por Nossa Senhora, sentiu tão grande confiança n’Ela, que, debulhada em lágrimas, se pôs a invocá-La, fazendo-Lhe várias promessas para o caso em que se curasse.

“Todos os dias, e cada vez com mais fervor, renovava as suas súplicas, recitando o terço e tomando desde o primeiro dia algumas gotas da água. À medida que bebia um golinho e fazia as costumadas orações, as pontadas desapareciam quase por encanto, sentia-se aliviada e bem disposta. Nunca deixou de rezar o terço, o que alguns dias fez duas e três vezes.

“Pouco depois haviam passado as hemoptises. Ao cabo de três semanas desapareceram as pontadas, e no fim de um mês estava completamente curada. O médico, ao vê-la pouco depois tão transformada, forte, gorda, corada e aparentando uma saúde esplêndida, não pôde dissimular sua surpresa. Observou-a com toda a atenção e declarou-lhe que, tendo-a julgado perdida, achava-a agora completamente curada. O que reputava inexplicável, quer se considerasse o estado desesperado em que a vira, quer a rapidez com que se efetuara a cura.

“Eis o atestado assinado pelo distinto clínico de Lisboa, a 15 de janeiro de 1923, e devidamente reconhecido:

‘Atesto que a Sra. Dª. Teresa de Jesus Martins, de 19 anos de idade, natural de A-dos-Cunhados, concelho de Torres Vedras, foi por mim tratada em junho e julho de 1922, de tuberculose pulmonar com hemoptises, febre vesperal, emagrecimento, suores noturnos; hoje não subsistem sinais clínicos dessa doença. E por ser verdade, passo o presente que assino e juro pela minha honra’” (Voz de Fátima, nº 8).7

Na frente o Fontanário, e no fundo o início da construção da futura basílica

Maledicências, boatos e perseguição anticatólica

         Como não poderia deixar de ocorrer, os inimigos da Igreja não conseguiam presenciar tal prova do amor de Deus, de fé e devoção à sua Santa Mãe, sem se organizarem para espalhar boatos e promover perseguições aos católicos.

A título de exemplo, eis um caso: certo dia, o administrador de Vila Nova de Ourém, Antônio de Sá Pavilom, acompanhado de um subdelegado de saúde, apareceu na casa do Pe. Agostinho Marques Ferreira, Pároco de Fátima, a fim de examinarem nas fontes as “águas barrentas com pedaços de algodão ensopados em sangue, porque ali iam vários peregrinos cobertos de chagas, lavar as suas feridas”.

Após o ‘exame’, o administrador mandou fechar aquelas fontes, dizendo que “era prejudicial à saúde pública”. Ao que o Pe. Agostinho respondeu que, apesar do que diziam das águas, “não constava que ninguém tivesse morrido, nem tampouco adoecido, por a ter ingerido. Mas, ao contrário, muita gente dizia ter-se curado de várias enfermidades depois de beber tal água”.8

Mesmo com os milagres, continuava o murmúrio dos ateus

Noutra ocasião, como os fiéis continuavam a fazer uso daquelas águas milagrosas, o administrador e o médico voltaram à porta do Pároco de Fátima, alegando terem ouvido falar que “as águas do fontanário estavam envenenadas”. O Pe. Agostinho os acompanhou até lá e retirou um balde cheio daquela água. Viram que era puríssima, e o médico foi obrigado a confessar que era potável.

Com o tempo, o administrador passou de perseguidor a ajudante dos romeiros que chegavam a Fátima. Ele pôde constatar a falsidade de tudo quanto seus ‘amigos’ ateus e anticlericais espalhavam contra os prodígios operados pelas águas da Cova da Iria. “Isto já parece ser realmente um milagre, pois que hei-de dizer duma água em tal estado que não faz mal a quem a bebe, mas até cura tantas e tão grandes enfermidades?”.9

Mesmo com milagres evidentes e curas inexplicáveis para a ciência, comprovadas por diversos médicos, o complô anticlerical continuou espalhando pela imprensa liberal da época que aquelas águas estavam contaminadas de micróbios. O ódio anticatólico era tal que, no dia 6 de março de 1922, a Capelinha localizada ao lado da bendita azinheira foi destruída por quatro bombas.

Por que tanto ódio contra Nossa Senhora, se Ela só fazia o bem aos enfermos de alma e de corpo? Seus adversários a odiavam porque Ela distribuía ali abundantes graças para Portugal e o mundo, operava inúmeras curas, convertia muita gente que vivia fora da Igreja e/ou atolada na vida pecaminosa, além de reconfortar numerosos sofredores.

A água maravilhosa levada para terras distantes

Com o título “As fontes miraculosas de Fátima”, o site www.pliniocorreadeoliveira.info transcreve um precioso documento e uma bela oração, relativos às águas do abençoado fontanário da Cova da Iria:

A leitura da obra Novos esplendores de Fátima, de autoria do Padre Valentim Armas C.M.F. (Editora Ave Maria, 1944, São Paulo, págs. 209-212) foi recomendada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, em artigo de 8 de abril de 1945 no Legionário, como sendo da mais absoluta necessidade para o mundo contemporâneo:

“Nos dias de grande romaria, logo depois da primeira missa campal, uma multidão inumerável fervilha desde manhã cedo e estaciona no local da fonte miraculosa, na ansiedade irreprimível de fazer provisão da água benéfica e salutar.

“A forma circular da fonte prodigiosa facilita bastante a aquisição do precioso líquido que jorra copiosamente por 15 grandes torneiras de metal amarelo, que simbolizam pelo seu número os 15 mistérios do Santíssimo Rosário.

“Algumas torneiras, porém, só podiam ser utilizadas por aqueles fiéis que se limitam a beber água no próprio local onde ela é fornecida. A ligeira impaciência dos mais apressados é facilmente contida pelos servitas, que regulam, ao mesmo tempo com prudência e firmeza, o difícil acesso às torneiras.

“O aprovisionamento da linfa maravilhosa dura horas compridas, intermináveis, desde as primeiras da manhã até as últimas da tarde. Os peregrinos enchem recipientes de todos os tamanhos e de todos os feitios, que levam consigo para as suas terras distantes, com a fagueira esperança de provocar, mediante a aplicação da água, a cura de alguma pessoa da família ou de amizade, ou ao menos proporcionar um pouco de lenitivo aos seus sofrimentos.

 “Não têm conta os casos de curas maravilhosas atribuídas à água da fonte miraculosa de Fátima. Correndo os olhos pela seção de graças, registradas no último número da ‘Voz de Fátima’ que temos em mão, é fácil constatar que, em quase todas elas, a intervenção sobrenatural opera-se, as mais das vezes, mediante a aplicação ou uso da água miraculosa”.10

Em continuação da matéria acima, o leitor poderá ler no referido site alguns outros exemplos comprovados de milagres operados em Fátima. Transcrevemos desse mesmo excelente site a oração reproduzida no quadro da p. XX.

Prosseguem as graças abundantes da ‘Lourdes portuguesa’

Apesar de todas essas maravilhas operadas pelas águas brotadas nas fontes milagrosas, e sob o pretexto de uma terraplanagem e outras construções na Cova da Iria, por algum mistério inexplicável o manancial com as 15 torneiras ficou soterrado. Restam hoje apenas vestígios, e nem isso se divulga. O peregrino que ali chega não o percebe, apesar de o manancial não ter secado nem mesmo em tempos de severa estiagem na região.

Por que essa sabotagem? Fato incompreensível, pois os milagres ocorreram como nas milagrosas águas de Lourdes. Deveriam ser divulgados ao máximo, no entanto são sabotados. Procura-se assim ‘sepultar’ uma imensa graça concedida pela Senhora de Fátima a Portugal e a todas as nações. Estes e muitos outros ‘boicotes’ inexplicáveis parecem fazer parte do processo de autodemolição da Santa Igreja, cujo início é simultâneo com o Concílio Vaticano II. Estes e muitos outros ‘boicotes’ inexplicáveis parecem fazer parte do processo de autodemolição da Santa Igreja, que se intensificou muito a partir do Concílio Vaticano II.

Por mais empedernidos e radicais que sejam os sabotadores, e por mais trágica e grave que seja a crise na Igreja, Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Mãe Santíssima estão infinitamente acima de todos esses desmandos. Aconteça o que acontecer, continuará a ‘Lourdes portuguesa’ a derramar abundantemente suas graças; a nos incentivar à fidelidade e à conversão; a operar curas espirituais e corporais; a confortar aqueles que sofrem perseguição dos inimigos velados ou declarados d’Aquela que a Tradição católica venera como corredentora do gênero humano, e que instaurará seu Reinado sobre toda a face da Terra.

OBS.: Amanhã, 13 de maio, publicaremos a segunda parte desta matéria com relatos de curas comprovadas e reconhecidas como inexplicáveis pela medicina.

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Notas:

1. Um caminho sob o olhar de Maria – Biografia da Irmã Lúcia Maria de Jesus e do Coração Imaculado, Carmelo de Coimbra, Edições Carmelo, Coimbra, 2013, p. 64.

2. https://www.fatima.pt/files/upload/fontes/F001_DCF_selecao.pdf

3. Id. Ib.

4. William Thomas Walsh, Nossa Senhora de Fátima, Edições Melhoramentos, 1947, São Paulo, SP, 1949, p. 182.

5. Catolicismo, Nº 802, outubro/2017.

6. Documentação crítica de Fátima – Seleção de documentos (1917-1930), p. 470.

7. Pe. José de Oliveira Dias, S.J., Florilégio Ilustrado da Fátima, Oficinas Gráficas PAX, Braga, Portugal, Edição da Sociedade Brasileira de Educação, 3ª. edição, 1952, p. 12-13.

8. Pe. António Maria Martins, S.J., Novos Documentos de Fátima, Edições Loyola, São Paulo (SP), 1984, pp. 134-135.

9. Id. Ib. p. 138.

10. https://www.pliniocorreadeoliveira.info/Fatima_fontes_milagrosas.htm#.YG4_1ehKiUk

Da fonte das águas milagrosas de Fátima,
 pode-se apreciar uma das torneiras que restaram
[Foto: Miguel Angel Gutiérrez]

ORAÇÃO

Ó amada Rainha e excelsa Senhora do Rosário de Fátima!

Esta fonte milagrosa, que Vós fizestes brotar um dia ao pé da azinheira sagrada, é símbolo expressivo do vosso Coração materno manifestado ali, em Fátima, como penhor seguro de paz e salvação para a humanidade.

Fonte de vida é o vosso Coração Imaculado, ó Senhora, porque dele nasceu para nós Aquele que é nosso caminho, verdade e vida, Jesus Cristo.

Fonte aberta sois Vós, ó benditíssima Virgem, da qual fluem os rios de vossas graças e liberalidades.

Fonte sempre aberta para os justos, pelos eflúvios da vossa caridade; e para os pecadores arrependidos, pelas águas de vossa compaixão e misericórdia.

Vós sois aquela fonte de que nos fala o Gênesis (2, 6), pois assim como aquela era abismo de muitas águas, da qual nasciam outras fontes, assim Vós sois abismo de muitas graças para todos os que vos invocam.

Sois ainda, ó Virgem benigna, a fonte selada apregoada no Cântico dos Cânticos (4, 12), onde esteve por nove meses oculta a Humanidade santíssima do Filho de Deus.

Vós sois aquela fonte de Siloé, cujas águas correm silenciosas e por intervalos, à maneira como correm vossos favores, consoante a vossa vontade.

Salve, Maria, fonte de graça, piedade e misericórdia; manancial inexaurível de doçura e clemência.

Fazei-nos ouvir aquelas doces palavras que um dia proferiu vosso Filho: Vinde a mim, todos os que tendes sede. Eu sou a fonte de águas vivas que jorram para a vida eterna.

Afastai-nos dessas águas lodosas do pecado, que se precipitam no abismo, e guiai-nos para essas outras que desalteram e acalmam, que curam e ressuscitam.

E regai com as águas puras e cristalinas de vossa graça a terra seca e árida de nossos corações; lavai as manchas de nossa alma, a fim de sermos dignos de seguir nessa nossa peregrinação, e depois possuir por toda a eternidade o vosso amado Filho, fonte viva e indefectível de todo bem.

Deixai-nos proclamar com vosso amado servo São Metódio: “Fonte de propiciação de Jesus Cristo para com o gênero humano, rogai por nós” – Fons propiciationis Filii erga genus humanum, ora pro nobis.*

ABIM 

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*https://www.pliniocorreadeoliveira.info/Fatima_fontes_milagrosas.htm#.YG4_1ehKiUk

COLUMBÓFILIA: António Oliveira venceu concurso de Montilla Del Palancar

 José Rossa Ribeiro continua líder da Classificação Geral de Concorrentes e Emanuel Ventura do Troféu Crédito Agrícola.

Com a realização da prova de Montilla Del Palancar, decorreu a décima primeira prova do Campeonato 2021 da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que nesta campanha conta com a participação de 33 equipas.

Integrando o calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, este concurso foi ganho por António Oliveira, continuando líder da Classificação Geral de Concorrentes José Rossa Ribeiro e do Troféu Crédito Agrícola, Emanuel Ventura, conforme se pode aferir nas seguintes tabelas:

Prova – Montilla Del Palancar - (Fundo)

1º lugar – António Oliveira – 229 pontos; 2º - José Rossa Ribeiro – 221; 3º - Emanuel Ventura – 216; 4º - Emanuel Ventura - 198; 5º - Nuno & Filho - 205; 6º - José Vinagreiro 201; 7º - Marco Ferreira – 595; 8º - Humberto Carvalho - 195; 9º - Lusitano Espinhal - 192; 10º - Fernando Pereira - 188.

Classificação Geral de Concorrentes

1º lugar – José Rossa Ribeiro – 6848 pontos; 2º - Nuno & Filho - 6714; 3º - Emanuel Ventura – 6530 ; 4º - Lusitano Espinhal - 6500; 5º - Gonçalo Paião 6227; 6º - José Rossa Ribeiro - 6218; 7º - José Santos - 6163; 8º - Fábio Cruz - 5969; 9º - Nuno & Filho - 5933; 10º - Humberto Carvalho - 5891; 11º - Nelson Rainho - 5883; 12º - Manuel Barreto - 5825; 13º - Emanuel Ventura – 5755; 14º José Oliveira - 5657; 15º - Fernando Pereira - 5647; 16º - Vitor Ferreira - 5527; 17º - António Oliveira – 5262; 18º - António Santos - 5158; 19º - Marco Ferreira 4967; 20º - Asas de Lemede – 4860; 21º - Jorge Monteiro - 4830; 22º - Manuel Frade - 4810 23º - Avelino Soares - 4559; 24º Lusitano Espinhal - 4201; 25º - Francisco Santos - 4026; 26º - José Catarino - 3970; 27º - Fábio Cruz – 3773; 28º Euclides Pimenta - 3534; 29º - José Vinagreiro - 3433; 30º - Nelson Rainho 3432; 31º António Santos - 3332; 32º - Cidálio Salvador – 3334; 33º - Lusitano Espinhal - 3010; 34º - Vitor Ferreira – 2988; 35º - Emanuel Ventura – 2913; 36º Humberto Carvalho – 2814; 37º - Manuel Barreto - 2666; 38º - Fernando Pereira 2287; 39º Nuno & Filho - 2227; 40º - Marco Ferreira - 2226; 41º - José Oliveira 2162; 42º - César Rainho – 2154; 43º - Gonçalo Paião – 1928; 44º - Avelino Soares/B – 1821; 45º - Manuel Frade – 1799 46º - José Catarino – 1725; 47º - Euclides Pimenta - 1668; 48º - Carlos Pereira – 1574; 49º - Francisco Santos - 1571; 50º Fábio Cruz - 1313; 51º - António Oliveira - 1014; 52º - José Vinagreiro – 714; 53º César Rainho - 670; 54º - Fernando Pereira – 419; 55º - Fernando Cruz– 285.

Troféu Crédito Agrícola

1º - Emanuel Ventura – 2107 pontos; 2º - Nuno & Filho – 2050; 3º - José Rossa Ribeiro – 1958.