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O ditador Xi Jinping está reprimindo empresas chinesas de tecnologia para ampliar o controle do Estado e achatar as desigualdades sociais.
A ‘era de ouro’ da economia se evanesce, os executivos não têm mais como progredir e os especialistas temem efeitos sobre o mundo.
O grupo econômico Evergrande é um paradigma, com mastodôntica dívida que o governo não se preocupa em resgatar.
Os chineses enriquecidos — membros do Partido Comunista, alguns deles já encarcerados — são pressionados a voltar para o “comunismo originário” radical.
A Feira de São Pedro 2022 abriu portas ontem, 23 de junho, no Parque Regional de Exposições de Torres Vedras. O ato inaugural contou com a presença do secretário de Estado da Agricultura, Rui Martinho.
A presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Laura Rodrigues, iniciou a sua intervenção referindo que a Feira de São Pedro “destaca-se pela sua forte componente agroindustrial, não fosse a região Oeste líder nacional na produção hortícola, frutícola e vitícola”. Neste âmbito, Laura Rodrigues nomeou algumas das iniciativas que terão lugar nesta edição, como o espaço “Vinho nas Linhas”, onde se pode degustar e adquirir vinhos de produtores de Torres Vedras e da restante região vitivinícola de Lisboa; e o IV Fórum Agricultura 4.0, que proporcionará um debate sobre as políticas e prioridades da transição digital e as soluções tecnológicas para uma agricultura cada vez mais inteligente.
O secretário de Estado da Agricultura apontou a Feira de São Pedro como mais um sinal da vitalidade do setor agroindustrial, referindo que “aqui se pode verificar o progresso da nossa agricultura nos últimos anos”. Rui Martinho sublinhou a relevância do certame, que é “a maior montra agroindustrial e comercial da região Oeste”, destacando que reúne mais de 200 mil pessoas num espaço de recreação, comércio, indústria e atividades socioculturais.
A começar o ato inaugural, o presidente do Conselho de Administração da Promotorres, Rui Penetra, sublinhou a componente de inovação associada a esta edição, que “terá pela primeira vez três grandes concertos com artistas conhecidos do grande público: Carolina Deslandes, GNR e David Carreira”. Uma oferta que dá resposta às aspirações dos visitantes, “atraindo desta forma novos públicos e criando mais oportunidades de negócio”, rematou.
A cerimónia de inauguração teve lugar junto à exposição do Orçamento Participativo de Torres Vedras, que passa em revista os projetos vencedores das cinco primeiras edições, para os quais foram direcionados 1.289.298 euros.
A Feira de São Pedro decorre até dia 3 de julho, no Parque Regional de Exposições de Torres Vedras. Com uma área de exposição de cerca de quatro hectares, o certame conta com agentes económicos de toda a região Oeste, repartidos por dois pavilhões, espaços de comércio, artesanato e tradicionais, tasquinhas, restauração, zona de animação noturna e divertimentos.
Na edição de 2022, a Feira de São Pedro é novamente um Eco Evento, distinção atribuída pela Valorsul que incentiva à redução do impacto ambiental resultante do evento e promove a gestão adequada de resíduos. Associada à quantidade de resíduos encaminhados para reciclagem existe uma contrapartida financeira a atribuir a uma instituição do Concelho. Este ano a instituição designada foi o CAT-Renascer.
Será que o relógio interno celular está alterado na doença de Parkinson?
De que forma é que este relógio controla os sintomas da doença e a sua flutuação ao longo do dia?
Poderá esta alteração ser importante para a progressão mais rápida dos sintomas?⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
O CNS | Campus Neurológico, em colaboração com o Institute for Systems Medicine, MSH | Medical School Hamburg University of Applied Sciences and Medical University, em Hamburgo, Alemanha, e o LASIGE | Research Unit da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, irão desenvolver o estudo científico CLOCK4PD (Caracterização molecular do relógio circadiano na doença de Parkinson e em controlos saudáveis), que pretende estudar o relógio molecular das células de pessoas com doença de Parkinson através da determinação dos “genes-relógio” em amostras de saliva.⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Assista ao vídeo explicativo disponível no Canal CNS, no YouTube.
Para mais informações sobre o estudo, poderá contactar a Dra. Rita Peralta através do seguinte e-mail: science@cnscampus.com
O avanço no conhecimento é o resultado da colaboração entre todos.
UMA INICIATIVA CNS SCIENCE
O tão-aguardado evento que marca o calendário dos festivais de verão traz a Águeda grandes nomes da música nacional e internacional e muitas iniciativas de cariz cultural e desportiva
Está quase a começar o AgitÁgueda 2022 (de 2 a 24 de julho), com uma programação ambiciosa, que traz grandes nomes da música nacional e internacional, dirigido a vários tipos de públicos, para além de todo um conjunto de animação de rua (como o Carnaval Fora d’Horas, o Color Day, o Mad Parade, Videomapping), a Feira de Artesanato, as Estátuas Vivas, a arte urbana, sem esquecer as atividades desportivas e lúdicas, bem como a instalação dos guarda-chuvas coloridos, a imagem de marca de Águeda. Uma das grandes novidades este ano é a colocação de uma piscina fluvial.
“A irreverência e a capacidade de surpreender está no ADN deste festival que nos orgulha a todos”, disse Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, durante a apresentação do evento, ontem, no Centro de Artes de Águeda. Lembrando os números do impacto económico – que aponta para um retorno de mais de 8 milhões de euros –, o Edil declara que “o saldo é francamente positivo”, a que acresce “o papel que o AgitÁgueda tem na transformação da imagem da cidade, reconhecida internacionalmente e profusamente copiada em todo o mundo”.
Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, apresentou, juntamente com Jorge Almeida, Marlene Gaio e Vasco Oliveira, a programação intensa prevista para os 23 dias de festival aos muitos jornalistas de vários órgãos de comunicação social locais, regionais e nacionais presentes, salientando a variedade de eventos e atividades que espera atrair mais de 200 mil visitantes.
“Para nós, este é o melhor evento do mundo; para a região é, sem dúvida, um grande evento, que não só promove Águeda, mas toda a região e o país”, disse, sublinhando que as fotos das ruas de Águeda (que são por estes dias os locais mais “instagramáveis”), “correm o mundo e quando se fala de Águeda, está a falar-se da região de Aveiro e de Portugal”.
Celebra-se, em 2022, dez anos de criação da instalação urbana dos guarda-chuvas. Para além da Rua Luís da Camões, apontada por diversos organismos e media internacionais de referência como “uma das ruas mais bonitas do mundo”, são várias as ruas, tanto na parte “alta” como “baixa” da cidade, que recebem estas instalações, que incluem outras formas artísticas de decoração dos “céus” da cidade.
Na área musical, a par dos grandes nomes nacionais e internacionais (como Pedro Abrunhosa, Rui Veloso, Guano Apes e Alphaville), o AgitÁgueda aposta na promoção de bandas emergentes que têm “aqui um palco para atuar e se afirmar no panorama musical nacional”, apresentando um cartaz que promete “grandes espetáculos e aquecer ainda mais as noites de verão”.
Edson Santos lembrou ainda a aposta contínua do Município na arte urbana, que poderá ser apreciada em qualquer momento utilizando a APP do roteiro (http://agitaguedaurbanart.com
Uma das novidades este ano é a piscina fluvial, que vai estar disponível nos meses de julho e agosto, sendo esta uma das iniciativas relacionadas com a fruição do rio, a que se junta a disponibilização de diversos equipamentos, como gaivotas e canoas, entre outros.
De referir que o AgitÁgueda é um evento inclusivo, promovendo a facilidade de acesso para as pessoas com mobilidade reduzida e mantendo, à imagem do que tem acontecido nos últimos anos, a tradução de alguns concertos em Língua Gestual Portuguesa.
Toda a programação do festival (que se envia em anexo) inicia a 1 de julho, com a Silent Party, terminado no dia 24 com o espetáculo dos Insert Coin. Pelo meio, são 23 dias de muita diversão, arte e cultura (nas suas mais diversas expressões), bodypainting, animação de rua, desporto, turismo, artesanato e gastronomia.
ANAM apela à alteração do regime jurídico das autarquias locais para um maior envolvimento dos jovens
Foi na recente audiência da 12ª Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, realizada na passada terça-feira, na Assembleia da República, que, mais uma vez, a Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM) procurou, através de propostas concretas, estimular a participação cívica e cidadã de jovens, com vista a fortalecer a democracia e a combater a forte abstenção que se tem feito notar em todos os sistemas europeus.
Assim sendo, a ANAM, em representação de todos os Presidentes de Assembleia Municipal associados, defendeu que se deveria aproveitar o Ano Europeu da Juventude para, oportunamente, fazer inscrever na legislação a obrigatoriedade das assembleias municipais incluírem no seu plano de atividades até 2024 (ano em que se comemorará o cinquentenário do 25 de Abril) a realização de iniciativas em que, preservando quer os princípios da democracia representativa quer autonomia do poder local, se fizesse apelo à participação cidadã jovem. Para a associação, entre as muitas medidas já implementadas, seria importante incluir uma nova alínea, no ponto nº 2, do artigo 25º da Lei 75/2013, de 12 de setembro, nomeadamente inscrevendo em nova alínea onde se possa ler “realizar iniciativas que estimulem a participação cidadã como, entre outras, a Assembleia Municipal Jovem”.
Para a ANAM e para os grupos parlamentares presentes não há dúvida que as assembleias municipais são órgãos deliberativos de proximidade com dimensão e com poder de envolvimento assinalável, sendo que são os únicos órgãos autárquicos criados com o 25 de Abril. Na audiência que envolveu vários grupos parlamentares, foi, unanimemente, reconhecido que têm surgido, espontaneamente, ou através das mais variadas iniciativas partidárias, diversas manifestações desse envolvimento dos cidadãos e dos autarcas, criando espaços e mecanismos de participação cidadã. São exemplos dessas práticas os orçamentos participativos e as assembleias municipais jovens que têm conquistado o seu próprio espaço, trilhando o seu caminho.
Atendendo que a ANAM tem vindo a desenvolver iniciativas numa estreita colaboração com o IPDJ, com a FNAJ e a acompanhar o Parlamento Jovem, reconhecendo sempre o esforço das Instituições, (Presidente da República, Assembleia da República e Governo) no reforço da democracia e do sistema democrático, considera fundamental aprofundar o debate e reforçar as medidas em torno da participação dos jovens, nomeadamente através da normalização das medidas a implementar.
Na comissão parlamentar, foi realçado que grande parte dos deputados são ou já foram presidentes de assembleias municipais, tendo sido ainda reconhecida a importância de todas e quaisquer iniciativas relacionadas com a participação dos jovens na construção de um sistema democrático mais forte quer a nível do poder local, quer a nível do poder central.
Segundo o deputado Miguel Matos, do grupo parlamentar do PS, também ele deputado municipal desde 2017, é importante valorizar as assembleias municipais defendendo que é necessário “aprofundar o seu funcionamento e a sua capacidade de fiscalização”. Nesse sentido não deixou de evidenciar o trabalho que tem vindo a ser feito pela ANAM, nomeadamente, através dos programas que têm vindo a ser criados por diversas autarquias com vista alcançar “uma democracia mais participativa. Lembrou que o PS foi percursor dos Conselhos Municipais de Juventude”.
Para Jorge Galveias, deputado do grupo parlamentar do CHEGA, a proposta merece ser analisada para além das dúvidas que as assembleias municipais suscitam ao partido, enquanto despesa pública. Segundo o deputado “todas as formas, esforços e estratégias que tenham como objetivo aproximar os jovens portugueses da participação cívica e política devem ser sempre saudadas e apoiadas”.
Da parte do grupo parlamentar do PSD, também Alexandre Poço diz “ver com bons olhos todas as iniciativas que vão ao encontro de estabelecer uma maior participação das pessoas junto dos organismos de poder e junto dos órgãos deliberativos”, registando a sugestão de alteração legislativa proposta pela ANAM.
Sobre as iniciativas desenvolvidas a nível local, Albino Almeida revela que “são cada vez mais as assembleias municipais que procuram apoio para levar a cabo as assembleias municipais jovens, ainda que existam, atualmente, mais de 100 autarquias que não possuem conselho municipal da juventude, pelo que era importante que todos fizessem um esforço para colmatar esta lacuna. Referiu as boas práticas de muitas Assembleias Municipais e que a ANAM as tem difundido pelos Municípios. Relativamente a alguns assuntos apresentados pelos senhores Deputados, comprometeu-se a enviar a posição da ANAM, após análise e aprovação da sua Direção, em complemento do documento hoje apresentado”.
Sónia Matos
O Programa +Cidadania +Direitos +Participação, desenvolvido com um grupo de crianças do 4º ano do CATL da Associação Fernão Mendes Pinto e no âmbito do Projeto ADN, Ativar Direitos dos Nov@s, termina no próximo dia 28 junho, terça-feira, com a realização do Parlamento de Crianças de Montemor-o-Velho. O Projecto ADN é cofinanciado pelo Programa Cidadãos Ativ@s (EEA Grants), centrado na promoção da cidadania e na defesa dos Direitos das Crianças e conta com a parceria das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens dos Municípios de Cantanhede, Figueira da Foz, Mealhada, Mira e de Montemor-o-Velho e da Associação Projeto Criar do Porto. As crianças irão apresentar as suas propostas de melhoria para o concelho, centrando-se em questões relacionadas com as acessibilidades, o aumento da felicidade e melhoria do nível de bem-estar das populações vulneráveis, do tempo para brincar e espaços de lazer ou da luta contra o racismo. A sessão decorrerá no Salão Nobre da Câmara Municipal, pelas 16h, com a presença do Sr. Presidente da Câmara, Vereadores e Vereadoras e demais dirigentes convidados/as. Esta iniciativa foi o culminar de um trabalho desenvolvido ao longo dos dois últimos anos letivos, nos quais o Direito à Participação e Opinião das Crianças esteve no centro de todas as sessões, indo ao encontro da Convenção dos Direitos das Crianças e dos princípios do Programa Cidades Amigas das Crianças (UNICEF), uma das prioridades assumidas pela Comissão de Proteção de Crianças de Jovens e Município de Montemor-o-Velho. Defende-se assim, as crianças como sujeitos de direitos, mudando a visão secularmente enraizada de um papel de subalternização e clara diminuição das suas reais competências que não são compatíveis com os princípios de cidadania participativa que se exige nas sociedades ditas democráticas. |