quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

CP tem bilhetes a 5 euros entre Lisboa e Porto a partir de sexta-feira


 CP - Comboios Portugal tem bilhetes promocionais entre os dias 5 e 15 de janeiro, que permitirão realizar viagens na CP até ao dia 14 de março. O desconto pode chegar até 80% do preço inicial do bilhete.
A partir de sexta-feira, dia 5, a CP – Comboios de Portugal tem bilhetes promocionais para promover a ligação de caminhos de ferro entre Lisboa e Porto. Até dia 15 de janeiro estão disponíveis bilhetes partir de cinco euros, entre as duas localidades,  no comboio intercidades.
Os bilhetes promocionais da CP poderão ser adquiridos no portal da CP, através da aplicação, na linha de atendimento e nas bilheteiras. A promoção também abrange os bilhetes de segunda classe no Alfa Pendular.
Esta promoção é válida para os bilhetes em segunda classe comprados “com 10 dias de antecedência, até ao limite de 60 dias, relativamente à data de realização da viagem, que poderá ser efetuada entre 14 de janeiro e 14 de março”, pode ler-se no site da CP. O desconto pode chegar até 80% do valor inicial do bilhete “é limitado ao número de lugares disponibilizados com promoção, em cada comboio”. A CP informa ainda que os bilhetes “são revalidáveis mas não são reembolsáveis”.
Com esta promoção, para as viagens em Intercidades e Alfa Pendular, a CP disponibiliza um total de 7740 lugares.
Com esta promoção, os clientes têm um desconto de cerca de 80% face ao preço normal. Por exemplo, se quiser um bilhete de segunda classe no comboio Intercidades entre Lisboa-Oriente e Porto-Campanhã, tem de pagar 24,70 euros.

Fonte: Jornal Económico

TECNOLOGIAS | Pequim constrói parque para desenvolvimento de inteligência artificial no valor de 1,8 mil milhões

As autoridades da capital chinesa pretendem construir um parque de desenvolvimento de inteligência artificial. Pequim pretende investir cerca de 2,12 mil milhões de dólares na criação desta infra-estrutura. A China quer ser líder na área de inteligência artificial em 2025.
Pequim constrói parque para desenvolvimento de inteligência artificial no valor de 1,8 mil milhões
A cidade de Pequim – capital da China – está a planear construir um parque para o desenvolvimento de inteligência artificial (IA), avançou a agência noticiosa estatal, citada pela Reuters. Para tal, as autoridades pretendem gastar cerca de 13,8 mil milhões de yuan, cerca de 1,8 mil milhões de euros.


O desenvolvimento deste parque insere-se na aposta da China em tornar-se líder mundial na área de IA em 2025. Esta aposta chinesa na IA surge numa altura em que as tensões entre Pequim e Washington, no que diz respeito ao desenvolvimento de aplicações de IA para fins de tecnologia militar, sobe de tom, aponta a Reuters.


A China tem planos para impulsionar o talento, o investimento e a investigação em IA, tendo apelado às empresas privadas, militares e públicas que cooperem nos objectivos estabelecidos no campo da inteligência artificial. Ainda em Dezembro, a Google anunciou que ia colocar uma equipa de investigação em inteligência artificial.


Este parque vai ter capacidade para albergar mais de 400 empresas, de acordo com um relatório das autoridades locais, citado pela Reuters. O grupo Zhongguancun Development, responsável pelo desenvolvimento do projecto, espera alcançar uma parceria com uma universidade estrangeira de forma a construir um laboratório de IA "de nível nacional", indicou a agência estatal de notícias.


Segundo a mesma fonte, este parque vai focar-se na atracção de companhias que operem na área do big data, da identificação biométrica, deep learning e computação na cloud.

Negócios 04 de janeiro de 2018 às 14:00

“Os grupos de trabalho morreram”, lamenta deputado do PSD


O deputado do PSD Carlos Abreu Amorim vai abandonar o grupo de trabalho sobre a eutanásia, no parlamento, porque "os grupos de trabalho morreram" com a polémica em torno da lei de financiamento dos partidos.

“Os grupos de trabalho morreram. Deixaram de existir a partir do momento em que são tidos como grupos secretos, de conspiração”, afirmou Abreu Amorim aos jornalistas, momentos depois de ter comunicado a sua decisão aos deputados da comissão de Assuntos Constitucionais.
A decisão de Abreu Amorim segue-se à polémica em torno da lei de financiamento dos partidos políticos e ao grupo de trabalho em que foram negociadas alterações pela maioria dos partidos, vetadas pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na terça-feira.
Carlos Abreu Amorim disse que deixa o grupo de trabalho da eutanásia e recusa a integrar novos grupos “até ao final da legislatura”, em 2019.
Os grupos de trabalho são, como o nome indica, grupos informais em que se negoceiam os termos de uma lei ou se preparam iniciativas políticas como a da eutanásia, a que pertencia Carlos Abreu Amorim.

Fonte:Jornal Económico com Lusa

Reunião Marcada com MAI: LBP Quer Ver Clarificado Papel dos Bombeiros

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) reúne-se amanhã (sexta-feira), 5 de Janeiro, às 18h00, com o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, na Praça do Comércio, em Lisboa.
A LBP pretende ver clarificado, de vez, qual é o papel que o Governo reserva para os Bombeiros Portugueses na sequência das mudanças anunciadas para o universo da proteção civil no nosso país.
A LBP pretende questionar o ministro sobre o que o Governo “quer dos, e para os, Bombeiros Portugueses”, na sequência da moção aprovada no Conselho Nacional da LBP reunido em Santarém em 9 de Dezembro último. Esta moção reforça as posições anteriores da LBP, e do seu conselho executivo, na defesa de proposta concretas, entretanto apresentadas ao Governo e que se mantém sem resposta. Estão nesse caso, cerca de meia centena de propostas ao tempo e a tempo formuladas. E sem que até à data tenham recebido respostas consentâneas.
Fonte: BPS

URGENTE: Prefeito de Porto Alegre convoca Exército e Força Nacional contra baderna no dia 24

O prefeito da cidade de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr, tomou medidas para garantir a ordem no dia 24 de janeiro, quando Lula será julgado em segunda instância pelo TRF-4 na ação do Triplex do Guarujá.
Marchezan protocolou um ofício junto ao Presidente da República, Michel Temer, solicitando a convocação da Força Nacional e do Exército brasileiro no dia em questão.
Será que o exército vermelho de Lula vai mesmo querer encarar ?
Confira o documento:


Com informações do Diário Nacional. e PAPOTV

Portugueses Escolhem “Incêndios” Como “Palavra do Ano”

Na hora de escolher a palavra que melhor define 2017, os portugueses não conseguirem esquecer a tragédia deste verão. A iniciativa “Palavra do Ano”, da Porto Editora, celebra a 10ª edição em 2018.
Sem grandes surpresas, a palavra incêndios é a vencedora da iniciativa “Palavra do Ano”, organizada anualmente pela Porto Editora. O anúncio foi feito esta quinta-feira na Biblioteca Municipal Ary dos Santos, em Sacavém, em Loures. Com 37% dos votos, a palavra bateu concorrentes como afeto, floresta ou vencedor, que também seguiam à frente na votação, que decorreu ao longo de todo o mês de dezembro. Em 2017, participaram na iniciativa 30 mil portugueses, mais cinco mil do que em 2016 e mais 10 mil do que em 2015.
Além de incêndios — que se manteve sempre nos lugares de topo durante toda a votação –, faziam também parte da lista de dez finalistas os vocábulos afeto, que ficou em segundo lugar com 20% dos votos, floresta (14%), vencedor (8%), crescimento (5%), cativação (5%), desertificação (4%), gentrificação (3%), peregrino (3%) e independentista, escolhido por 1% dos votantes.
A lista de finalistas foi selecionada pela Porto Editora, que organiza a iniciativa desde 2009, com base nas propostas feitas pelos portugueses no site da iniciativa, entre maio e outubro, e “no acompanhamento da realidade da língua portuguesa, observando os meios de comunicação, as redes sociais e os registos de consultas dos dicionários online e mobile“. Em 2016, a “Palavra do Ano” foi geringonça, a expressão usada para designar a coligação parlamentar que apoia o atual Governo. O vocábulo foi escolhido por 25 mil portugueses que, durante o mês de dezembro, votaram numa das dez concorrentes.
A iniciativa “Palavra do Ano” foi lançada em 2009 pela Porto Editora e “tem como principal objetivo sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa, património vivo e precioso de todos os que nela se expressam, acentuando, assim, a importância das palavras e dos seus significados na produção individual e social dos sentidos com que vamos interpretando e construindo a própria vida”. Desde então, já foram eleitos os vocábulos esmiuçar (2009), vuvuzela (2010), austeridade (2011), entroikado (2012), bombeiro (2013), corrupção (2014), refugiado (2015) e geringonça (2016). Em 2018, irá realizar-se a 10ª edição da iniciativa, uma data que o grupo editorial garante que não passará em branco.
Tseke é a palavra do ano em Moçambique. E em Angola?
Em 2016, pela primeira vez desde a criação da “Palavra do Ano” em 2009, a iniciativa foi aberta a Moçambique e Angola, onde é organizada pela Plural Editores (uma chancela da Porto Editora que está presente nos dois países há dez anos) com o apoio do Camões — Instituto da Cooperação e da Língua.
A edição deste ano já decorreu nos dois países, faltando, contudo, anunciar a palavra vencedora em Angola. Em Moçambique, o título de “Palavra do Ano” foi para tseke, uma “planta herbácea de rebentos e folhas comestíveis que ganhou notoriedade quando o governo recomendou aos moçambicanos a aposta na sua produção como uma forma de reduzir a pobreza e a fome no país“, refere o site da iniciativa. Em 2016, a “Palavra do Ano” em Moçambique foi paz, numa referência ao fim dos confrontos entre as Forças de Defesa e Segurança moçambicanas e o braço armado do maior partido da posição, a RENAMO.
Em Angola, a palavra de 2017 só será anunciada a 30 de janeiro, numa cerimónia a decorrer no Centro Cultural Português, em Luanda. Em 2016, a escolha recaiu sobre crise, palavra que fez parte do vocabulário dos angolanos durante todo o ano. A “crise económica e financeira que o país atravessa, agravada pela baixa do preço do petróleo no mercado internacional, foi um tema inevitável ao longo do ano”, pode ler-se no site da iniciativa em Angola.
Fonte: rita cipriano|observador
Idem BPS

Mau tempo coloca 15 distritos em aviso amarelo

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Quinze distritos de Portugal continental vão estar esta quinta e sexta-feira sob aviso amarelo devido à agitação marítima, vento forte, precipitação e queda de neve, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
De acordo com o Instituto, os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro vão estar até sexta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de agitação marítima, com ondas de noroeste com 4 a 5 metros.
Por causa da previsão de vento forte de sudoeste com rajadas até 80 quilómetros por hora, podendo atingir os 100 nas terras altas, o IPMA colocou sob aviso amarelo os distritos de Viana do Castelo, Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Aveiro e Braga a partir da noite de hoje e até à manhã de sexta-feira.
O IPMA colocou também os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga devido à previsão de períodos de chuva temporariamente forte passando a aguaceiros que podem ser de granizo e acompanhados de trovoada.
Este aviso de chuva vai ter início às 03:00 de sexta-feira e termina às 12:00 de sábado.