segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

AVEIRO – POLÍCIA MARÍTIMA APREENDE ARTES DE PESCA INDEVIDAMENTE SINALIZADAS E IDENTIFICADAS

Estas ações decorreram de buscas no mar territorial e no porto de Aveiro.
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O Comando-local da Polícia Marítima de Aveiro realizou durante os dias 25 e 26 de fevereiro, várias ações em busca de artes ilegais no mar territorial e no porto de Aveiro.

​Nestas ações foram apreendidas cautelarmente duas redes de tresmalho fundeadas, com 100 metros de comprimento cada, por não se encontrarem devidamente sinalizadas e identificadas, ou por estarem a menos de ¼ de milha da linha de água, facto que constitui infração à legislação em vigor.

No dia 25 de fevereiro, foi ainda apreendido um equipamento utilizado como chamariz, um foco de luzes e uma bateria.
Neste mesmo período, foi também identificado e autuado um pescador lúdico embarcado, em atividade de pesca na entrada da barra, local proibido para o efeito.
Todo o pescado apreendido, por se encontrar vivo, foi devolvido ao seu habitat natural. Das infrações detetadas, foram instruídos os respetivos expedientes e procedimentos contraordenacionais.

Fonte: Vagosfm

“O luminoso concerto” de Gisela João elogiado pelo The New York Times

Jornal destacou a "excitante e assustadora viagem através de emoções sísmicas" das baladas da portuguesa em Manhattan
O jornal The New York Times considera, numa crítica publicada hoje, que a cantora portuguesa Gisela João convocou "todo o espectro de paixões tempestuosas do fado", no concerto de sábado passado, em Manhattan, que classificou de "luminoso".
"Desde a sua primeira canção, 'Madrugada sem Sono', [Gisela] João convocou todo o espectro de paixões tempestuosas do fado, de melancolia silenciosa a eruptivos, ásperos e emocionantes picos, e a dolorosa resignação. Cada uma das suas baladas era o seu próprio drama, uma excitante e assustadora viagem através de emoções sísmicas", escreveu o crítico Jon Pareles.
O crítico lembrou uma frase de Gisela João - "Muitas pessoas pensam que o fado é triste. O fado não é triste. É intenso. É como a vida" - e disse que "o luminoso concerto", que aconteceu no Schimmel Center, em Manhattan, no âmbito do primeiro festival de fado da cidade, "abrangeu desde angustia desesperada até leves caprichos."
O especialista descreveu Gisela João como uma "tradicionalista", mas diz que "dificilmente é como a austera e de luto cantora de fado de outras eras."
"A sua cadeira e microfone estavam enfeitados com flores garridas, e ela usava um vestido branco, curto e brilhante, com a sua própria textura de folhas. Bebericava vinho branco e fazia risonhos comentários em inglês. Depois de algumas canções, tirou os saltos altos e de forma animada admitiu: 'sou baixa'", descreve o crítico do New York Times.
O artigo destaca canções bem-humoradas, como "O Senhor Extraterrestre", o facto de Gisela João dançar ao som das sua canções e de cantar música de outros países, como acontece com uma do brasileira Cartola e a canção tradicional Mexicana "La Llorona", ambas "impregnadas com a introspeção do fado e uma feroz atenção à 'nuance' poética."
O crítico defende que a portuguesa "trata a herança do fado com profundo respeito e perspetiva moderna" e diz que cantou "O Meu Amigo Está Longe", do repertório de Amália Rodrigues, como um "derramar de solidão agravado por um amor sem fim", mas que misturou o tema com acordes de "Dream On", dos Aerosmith.
"Um bocadinho de revisionismo para ajudar uma tradição intensa a permanecer", defendeu Jon Pareles.
Os músicos que acompanham a fadista (Ricardo Parreira, Nelson Aleixo e Francisco Gaspar) abriram o concerto com uma mostra de fado instrumental que, segundo o jornal americano, "apontava para o parentesco do fado com a música à volta do Mediterrâneo."
Gisela João foi a cabeça de cartaz do primeiro festival de fado de Nova Iorque, que aconteceu no passado fim de semana, e incluiu uma atuação do duo Beatbombers, a exibição de um filme, uma palestra e uma exposição.
Fonte: DN/Lusa
Foto: TWITTER
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Vanessa Fernandes anuncia regresso ao triatlo com os olhos postos em Tóquio2020

A atleta do Benfica regressa à modalidade após vários anos sem competir no triatlo.

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A portuguesa Vanessa Fernandes, medalha de prata nos Jogos Olímpicos Pequim2008, anunciou esta segunda-feira, em conferência de imprensa, o regresso ao triatlo, apontando já à presença em Tóquio2020.
"Quero voltar à modalidade onde cresci e onde tive momentos que já mais irei esquecer. Oito anos depois volto inteira, com um sonho que tem um nome: Tóquio2020", disse a atleta.
Após vários anos sem competir no triatlo, a atleta do Benfica não quer, para já, estabelecer objetivos para os Jogos Olímpicos de 2020 e lembra que "antes de Tóquio vai haver imensa coisa". "O objetivo principal é lá estar. Só daqui a dois anos posso afirmar o que posso fazer em Tóquio", afirmou.
Depois da consagração na elite das desportistas mundiais, então com 22 anos, Vanessa Fernandes foi vítima de anorexia nervosa e bulimia, problemas cujos primeiros sintomas surgiram precisamente no grande evento internacional realizado na China.
O pós-Pequim foi muito duro para a atleta de Perosinho que foi forçada a fazer uma longa pausa na carreira para recuperar a saúde.
Depois de vários anos sob comando técnico de Sérgio Santos, então diretor técnico da federação, Vanessa Fernandes anunciou em novembro de 2009 que deixaria o Centro de Alto Rendimento do Jamor e passaria a ser orientada por Paulo Colaço, perito da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
A atleta do Benfica voltaria à competição após Londres2012 em provas de atletismo sem 'pressão' e em 2015 experimentou a maratona, prova na qual até conseguiu, à primeira, os mínimos para o Rio2016.
Uma vez que foi ao Brasil como suplente, já que não teve uma das três melhores marcadas entre as maratonistas nacionais, acabou por não competir, mas assumiu que o 'bichinho' da competição continuava lá.
Depois do oitavo lugar em Atenas2004 e segundo em Pequim2008, prepara-se agora para voltar ao mais alto nível depois estar ausente de Londres2012 e Rio2016.
Para voltar aos anos dourados no triatlo basta que se aproxime dos elevados níveis exibidos no passado, já que os 31 anos não são obstáculo - no Rio2016, a norte-americana Gwen Jorgensen foi ouro com 30 anos, a italiana Nicola Spirig prata com 34 anos e a britânica Vicky Holland bronze com 30.
Quando se apresentou em Pequim2008, com somente 22 anos, a atleta de Perosinho, Vila Nova de Gaia, detinha já um currículo habitualmente destinado apenas a atletas de eleição e já em final de carreira - tantos e tão importantes eram os seus feitos.
Muito poucos atletas no mundo ganharam tantas medalhas tão jovens e em tão pouco tempo como Vanessa Fernandes.
Pentacampeã da Europa de elites de 2004 a 2008, campeã do mundo em 2007 e 'vice' em 2006, recordista de vitórias na Taça do Mundo (20), primeira do 'ranking' de qualificação olímpica e tricampeã europeia sub-23 (2004 a 2006) - os números dizem tudo sobre Vanessa, um exemplo de talento, dedicação, trabalho, e espírito de sacrifício que tem ainda o titulo mundial de duatlo em 2007 e a prata em 2006.
Fonte: Lusa
Foto:  Miguel A. Lopes/Lusa
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Sete distritos sob aviso laranja na terça devido à agitação marítima

Sete distritos de Portugal continental vão estar na terça-feira sob aviso laranja devido à previsão de agitação marítima forte, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

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De acordo com o Instituto, os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa vão estar sob aviso laranja entre as 06:00 e as 21:00 de terça-feira devido à agitação marítima, prevendo-se ondas de noroeste com 05 a 06 metros, podendo atingir os 09 a 10 metros.
O aviso laranja é o segundo mais grave de uma escala de quatro, é emitido devido a uma situação meteorológica de risco moderado e elevado.
O IPMA colocou também sob aviso amarelo os distritos de Beja, Setúbal e Faro e o arquipélago da Madeira por causa da agitação marítima, prevendo-se ondas com 04 a 05 metros.
O aviso amarelo, segundo menos grave de uma escala de quatro, refere-se a uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
No domingo, a Marinha e a Autoridade Marítima Nacional alertaram em comunicado para o agravamento do estado do mar a partir de hoje nos Açores e a partir de terça-feira na Madeira e no Continente.
De acordo com a Marinha, está previsto um aumento da agitação marítima a norte do arquipélago dos Açores ao longo da tarde de hoje, prevendo-se ondas que podem chegar aos 06 metros, passando para os 04 metros na terça-feira.
"Na área a norte do arquipélago da Madeira e na faixa litoral oeste do continente é esperado um aumento gradual da agitação marítima ao longo da manhã de terça-feira", informou a Marinha.
Para a Madeira estão previstas ondas que podem chegar aos 06 metros e no continente até aos 08 metros ao largo da costa, a norte do Cabo da Roca.
"É expectável que as condições do mar comecem a melhorar a partir da madrugada de quarta-feira, 01 de março, passando a valores na ordem dos 3 a 4 metros", adiantou a Marinha.
Por isso, a Marinha recomenda à comunidade marítima a adoção de medidas de precaução e aconselha vigilância.
 "À população em geral recomenda-se que, caso exista necessidade de se deslocar até à orla costeira, mantenha uma atitude vigilante e tenha sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras", é ainda referido.

Fonte: Lusa
Foto: © Global Imagens

Queda deixa operário em estado grave em Porto de Mós

Na sequência de uma queda de uma altura de cerca de três metros, na localidade de Corredoura, concelho de Porto de Mós.Um homem de 64 anos, trabalhador da construção civil, sofreu ferimentos graves esta segunda-feira de manhã.
Segundo Elísio Pereira, comandante dos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós, a vítima estaria a trabalhar numa habitação e, por razões que estão por apurar, caiu desamparada no solo e terá sofrido um traumatismo craniano.
Depois de estabilizado no local, o homem foi transportado para as urgências do Hospital de Leiria. Os voluntários mobilizaram para a ocorrência quatro elementos, auxiliados por duas viaturas.
Fonte: JN

Rovisco Pais: BE quer integração de 77 trabalhadores precários

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, defendeu, hoje, a integração na administração pública de 77 trabalhadores precários do hospital Rovisco Pais, que representam 30 por cento dos profissionais que ali prestam serviço.
Em declarações aos jornalistas, durante uma visita ao Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro (Rovisco Pais), na Tocha, Catarina Martins disse que a precariedade dos trabalhadores, alguns dos quais estão naquela situação laboral há 11 anos, é um dos problemas da instituição.
“Há mesmo um problema crónico, gravíssimo, de falsos prestadores de serviços, pessoas que trabalham a recibo verde, o que causa dois outros problemas, um óbvio dos direitos das pessoas e a estabilidade do próprio corpo profissional”, alegou a líder do BE.
Catarina Martins disse, ainda, que o processo de integração dos trabalhadores está concluído mas “está dependente de uma autorização do ministro das Finanças” para que os referidos trabalhadores possam passar a ter contrato em funções públicas.
A coordenadora bloquista lembrou, a esse propósito, o Programa Nacional contra a Precariedade, recentemente aprovado no Parlamento “com a colaboração do Bloco de Esquerda”. “É preciso agora dar corpo a esse programa e vincular os trabalhadores aqui do hospital”, defendeu.
Fonte: Campeão das províncias

Inovação - Podemos viver só com energia renovável? E a que preço?

Foto do autor

Inovação

Por Pedro Esteves, Jornalista
Esta é a newsletter mensal do Observador sobre Inovação. Temos encontro marcado na última segunda-feira de cada mês para lhe falar de como ela nos dá novos horizontes. Bem-vindo.
Santander Totta
Ilustração: Maria Gralheiro
Sempre achei que de pouco serve carregar a bateria de um carro elétrico se o fizermos com energia produzida a partir de combustíveis fósseis. Precisar de carvão para fazer mover os nossos carros “amigos do ambiente” é, mal comparado, o mesmo que comer alimentos de agricultura biológica produzidos com recurso a sementes geneticamente modificadas.
Usar a imensa quantidade de energia limpa que a Terra gera e recebe é essencial para garantir o futuro do planeta. Portugal está entre os países do mundo que melhor tira proveito da “energia verde”, mas nem tudo são rosas.
A Ana Suspiro falou com especialistas para tentar perceber se podemos viver só com energias renováveis e qual é o preço de tamanha (mas fundamental) mudança. A abordagem, importância e complexidade do assunto justifica ter sido escolhido como tema de capa desta newsletter.
É praticamente certo que, um dia, toda a gestão energética se fará com o apoio da Inteligência Artificial (IA), uma tecnologia com muito para andar mas que já deixou de ser apenas ficção científica. Aproveitei a passagem de Chris Lamberton por Lisboa para falar de software que transporta os velhos programas de “ecrã verde” para os sistemas digitais modernos, sobre os desafios da robótica e da IA no setor financeiro e, de caminho, para tirar as teimas a um mito: será que os robôs vão roubar empregos às pessoas? Pelo contrário, defende o especialista.
Finalmente, uma linha para sublinhar a opinião de António Covas e o cenário de futuro que traça para os rendimentos e para as profissões, um assunto que se aprofunda na nossa sugestão para livro do mês.
Não sabemos quais ou como vão ser as profissões dos nossos filhos pequenos, mas sei que no final de março muda a hora, chega a primavera e logo a seguir regressa o Edgar Caetano, bastante relaxado e com esperança de que a inovação se mantenha longe do aconchego arcaico das “fraldas e papinhas“. O futuro exige que algumas coisas mudem, mas outras não. Tenha uma boa semana.

HORIZONTES

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Podemos viver só com renováveis? E a que preço?

Portugal é visto como exemplo nas energias verdes. A produção renovável vai continuar a crescer. Mas até onde se pode ir sem colocar em risco a segurança do abastecimento e sem agravar os custos?
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Os robôs vão roubar empregos? Pelo contrário

O futuro vai trazer a sinergia entre pessoas e computadores e a Inteligência Artificial não vai destruir empregos, muito pelo contrário, diz Chris Lamberton, especialista em IA, em entrevista.
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Inovar é Divertido. Netos e avós juntos na sala

Inovar e potenciar a criatividade das crianças foi o que a Boehringer levou até às salas de um jardim de infância nos Olivais. O Observador acompanhou a iniciativa, que contou com a presença dos avós.
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O serviço Via Verde Transportes foi apresentado esta quarta-feira e quer ser uma alternativa aos atuais títulos de transporte. A tecnologia é 100% portuguesa.
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Será possível transformar a poluição emitida pelos automóveis numa coisa boa? Segundo a empresa Graviky Labs, tal pode mesmo ser feito: transformando-a em tinta. E de alta qualidade.
Exagerado, seguramente. Ficção, talvez. Apenas um aviso à navegação. E quanto ao mix de rendimentos desta vida uberizada, aqui também há várias possibilidades. Chegámos a um tempo novo, e desconhecido
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Magicoach. Em busca da perfeição nas quatro linhas

Há uma aplicação portuguesa que promete ajudar os clubes de futebol a explorar os potenciais mais escondidos dos atletas. Magicoach regista as performances dos futebolistas em campo e fá-los evoluir.
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O Benfica vai ser a 'casa-mãe' de dez projetos, com a escolha de empresas (start ups) que apresentem ideias inovadoras nas áreas do desporto, num programa levado a cabo pela Kick Up Sports Inovation.
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Um passo português no combate ao cancro

Um medicamento contra tumores da cabeça e do pescoço passou nos primeiros ensaios clínicos em humanos. Falámos com os responsáveis para conhecer melhor o potencial desta nova terapia.

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