sábado, 3 de março de 2018

Macroscópio – As guerras da História e as batalhas da memória e da expiação

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Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!
 
"Portugal assume a sua história em tudo aquilo que tem de bom e de mau e assume, nomeadamente e de forma especial, neste instante e neste memorial aquilo que foi o sacrifício da vida e o desrespeito da dignidade de pessoas e comunidades". Assim se exprimiu Marcelo Rebelo de Sousa quando visitou, em São Tomé e Príncipe, o monumento ao massacre de Batepá. Estas palavras do Presidente não levantaram qualquer celeuma, ao contrário do que sucedera quando, há quase um ano, visitou um antigo entreposto de escravos na ilha de Gorée, no Senegal. Em causa esteve, na altura, o debate sobre se Portugal devia ou não pedir desculpa pela escravatura, um debate que desta vez não reapareceu a propósito das responsabilidades das autoridades coloniais em atrocidades ocorridas há um pouco mais de 60 anos.
 
Este foi precisamente o ponto de partida do mais recente Conversas à Quinta, onde Jaime Gama e Jaime Nogueira Pinto procuraram responder à inevitável pergunta: Devemos pedir desculpa pelo nosso passado? A conversa enquadrou o massacre de Batepá, ocorrido em 1953, mas resultou sobretudo numa reflexão sobre se se deve pedir desculpa pela História dos povos, uma reflexão que nos fez viajar por África mas não esqueceu Espanha e a sua experiência com a Lei da Memória Histórica ou pelo caso da prisão de Pinochet às ordens do juiz Baltasar Garzon.
 
Mas deixemos o nosso pretexto próximo (para saber mais sobre o que se passou em 1953 naquela antiga colónia pode ler o especial do Observador A história do massacre que São Tomé não esqueceu) e alarguemos o âmbito do debate. Primeiro para recordar como as leituras que se fazem da história nem sempre coincidem com a nossa memória colectiva, algo que se recorda em Why Battles Over Memory Rage On, uma reflexão que encontrei no site do Council on Foreign Relations dos Estados Unidos, um texto escrito por altura dos debates sobre o destino das estátuas que celebram alguns heróis do lado que perdeu na Guerra Civil, um tema já tratado em anterior newsletter. Eis o essencial do argumento: “Collective memory is the way we think about history, but it’s not history. History is critical, or it’s nothing. Respectable historians don’t write history to serve the interests of the present. They write history to explain what happened in the past, not to tell you, “this was the bad guy, this was the good guy.” Collective memory is about building solidarity, about building community. It is about finding a way to reconcile with the past.”
 
Bons e maus. Eis de facto o que gostamos de encontrar quando construímos identidades, mas trata-se de um caminho com alçapões. E que afectam mesmo obras clássicas. Um exemplo, e bem interessante, é o de uma das obras que mais marcaram a forma como no mundo anglo-saxónico se olha para a Guerra Civil de Espanha, o testemunho muito pessoal de George Orwell Homenagem à Catalunha. Se há conflito que tem incendiado debates e guerras políticas é precisamente o conflito que dilacerou Espanha entre 1936 e 1939, mas o que agora nos vem dizer um dos seus estudiosos mais prestigiados, Paul Preston, que escreveu um artigo a denunciar a obras do criador de 1984 e O Triunfo dos Porcos. O El Pais fala-nos assim desse artigo em Orwell, un “partisano arrogante” por la Guerra Civil española: “Es un relato “intenso, bien escrito, un testimonio agudo”, admite el historiador Paul Preston, pero predomina en él la mirada de “un partisano arrogante que dice al lector lo que ha de pensar” y está cargado de comentarios “ingenuos y engañosos”, por lo que se puede acusar al autor de “deshonestidad y de culpable ignorancia”. Así lo afirma el prestigioso especialista de la Guerra Civil y biógrafo de Franco en un extenso artículo, Llums i ombres a ‘Homenatge a Catalunya’, en el décimo número de la publicación digital Segle XX. Revista catalana d’Història, editada por la Universitat de Barcelona en colaboración con la Fundación Cipriano García, de CCOO.
 
São sem dúvidas observações polémicas, mas nós também temos as nossas. Daí que recorde aquela em que esteve envolvido o historiador João Pedro Marques a propósito da necessidade ou não de um pedido de desculpas de Portugal por causa da escravatura. A maior parte dos artigos deste autor tem sido editada no Público, estão reunidos aqui, e deles destaco dois: Quantas vezes terá Portugal de pedir desculpa? E Memória não é História (e às vezes nem sequer é verdade)Para uma visão mais integrada recomendo um livrinho muito esclarecedor e acessível do mesmo João Pedro Marques: Escravatura.
 

(Pequeno parênteses para vos indicar um breve apanhado de casos em que pedir ou não desculpas foi tema de controvérsia, um artigo da revista Visão onde, por exemplo, se recorda o emblemático pedido de desculpas do chanceler Willy Brandt pelo Holocausto e pelos crimes de guerra dos nazis, assim como o não pedido de desculpas de Barack Obama quando visitou Hiroshima.)
 
E assim chegamos à situação presente que, provavelmente, mais controvérsia suscita: a da forma como a Polónia quer oficializar uma versão benigna do comportamento dos polacos na sua relação com os judeus durante a II Guerra Mundial. Em poucos países como a Polónia a história e a memória são tão importantes como componentes da identidade nacional, algo de que me apercebi pela primeira vez ao ler um livro apaixonante, Heart of Europe: The Past in Poland's Present, do grande historiador Norman Davies (autor, mais tarde, de uma monumental história da Polónia, God’s Playground). É uma obra em que, indo do presente para o passado, na ordem reversa da cronologia, se vai percebendo como aquilo que a Polónia é deriva muito da forma como construiu as suas memórias.
 
Isso mesmo também defende Eva Hoffman em Hearing Poland’s Ghosts, um longo ensaio na New York Review of Books onde visita uma série de museus construídos nos últimos anos na Polónia para assinalar momentos da sua história. Escreve ela, de forma muito pertinente: “The past, in Poland, is not a foreign country; it is morality drama and passion play, combining high ideology and down-and-dirty politics. One recent manifestation of history’s significance has been the creation of several ambitious and architecturally inventive museums dedicated to central events and themes in the Polish past. Since the beginning of this century, four “houses of history” have opened in Warsaw and Gdańsk, attracting many visitors and contributing to the development of neglected neighborhoods. At the same time, the museums have inspired sharp controversies over such topics as freedom of cultural expression, the relationship of Polish to European identity, and interpretations of Polish-Jewish history.

 
A questão da relação com os judeus, ou mais exactamente a abordagem do anti-semitismo polaco, é mesmo o tema do momento, pelo que regresso a ele fazendo muito com a ajuda da revista judaica Tablet que organizou uma colectânea de textos, uns mais recentes, outros mais antigos, em The Polish Question. Há aí bastantes leituras interessantes, mas destaco duas:
  • The Conscience of Poland: A Q&A with Adam Michnik, uma conversa daquele intelectual polaco com David Samuels, realizada em 2014 mas onde não se evita este tema sempre delicado. Ouçamos Michnik: “But there is one thing that sits in the center of the Polish conscience like a bug. When Jews were taken to the ghettos, they left their homes, their apartments, and somebody else moved in. Later on, he/she was not very eager to move out. And he/she did not want to remember that. But the same is true of the German homes in the Western part of Poland, where Poles moved in. It was this huge, tectonic shock, tsunami. And Poles don’t like to reminisce. But this is not just a Polish issue—this is an issue throughout all of Eastern-Central Europe. It’s in Slovakia, in Romania, in Hungary, Czech Republic, in Lithuania. But only Poland is openly confronting that issue today.
  • Jan Gross’ Order of Merit, um trabalho de Anna Bikont sobre o investigador que tem revelado alguns dos crimes de ódios praticados nos anos da guerra e que é hoje um proscrito no seu próprio país, “caught up in a toxic new nationalism”. O resultado do seu trabalho é mesmo devastador, mas Bikont apoia as suas conclusões: “Gross’ assertion that Poles caused the deaths of more Jews than they did of Germans during the war, so difficult to accept, nonetheless strikes me as incontrovertible. The level of denunciations and murders of Jews committed during the war is staggering. For many years now I’ve been interviewing survivors, reading archives, and it is still so hard for me to fully take in the information I hear and read. In every place on the map that I happen to end up, I discover Jews murdered by their neighbors. As a Pole, I would like for the history of Polish-Jewish relations to be like how they’re cast by the current authorities and not how they are described by Jan Gross. I would also prefer that as a Jew.”
 
A finalizar apenas mais uma referência, esta a uma notícia do The Times of Israel (a imprensa israelita não tem largado a sensível questão das relações entre os polacos e os judeus). Trata-se 1946 US report said ‘Poles persecuted the Jews as vigorously as did the Germans’, onde se recupera um documento descoberto nos arquivos dos Estados Unidos onde se faz um diagnóstico duro do comportamento anti-semita de inúmeros polacos durante a II Guerra: “Religious and economic in its origins, Polish anti-Semitism was preached by political parties and church heads and practiced by officials high and low,” according to the report. By 1939, on the eve of the Nazi occupation of Poland, “it was one of the distinguishing factors of the country’s political, social and economic life.” “Because anti-Semitism had already become so ingrained in Polish thought, it is not altogether surprising that it still manifests itself in post-war Poland, although common suffering at the hand of the Germans might have been expected to bring the Poles and the Jews closer together.”
 
E por esta semana é tudo. Despeço-me com votos de bom descanso mantendo os olhos bem abertos para o que se vai passando neste nosso mundo. 

 
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Fortinet reconoce a GTlink entre los ganadores de sus 2017 Partner of The Year Awards


por Yesica Flores
Los principales socios y distribuidores de seguridad de red celebran el éxito conjunto en la conferencia mundial de socios y usuarios Fortinet Accelerate 18
Fortinet® (NASDAQ: FTNT) – líder global en ciberseguridad amplia, integrada y automatizada, anunció hoy en su conferencia mundial de socios y usuarios, Accelerate 18, los ganadores de los Fortinet 2017 Partner of the Year Awards. Los premios reconocen las excelentes ventas de ciberseguridad, la experiencia del cliente, la colaboración y los logros de comercialización de los distribuidores y revendedores de la compañía en todo el mundo.
Entre los varios ganadores de América Latina reconocidos durante la conferencia está la empresa mexicana GTlink, quien fue nombrada “Fortinet 2017 LATAM Partner of the Year” y reconocida por su liderazgo en servicio al cliente, crecimiento empresarial y seguridad. GTlink es una empresa proveedora de servicios y soluciones integrales de negocios y es partner oficial de Fortinet México. Ofrece soporte, soluciones de seguridad, consultoría y venta de equipos Fortinet, además de ofrecer asesoría personalizada para evaluar soluciones y satisfacer necesidades individuales.
Ganadores de los 2017 Partner of the Year Awards de Fortinet:
· “Fortinet 2017 LATAM Partner of the Year”: GTlink
· “Fortinet 2017 LATAM Distribution Partner of the Year”: Adistec
· “Fortinet 2017 LATAM Security Fabric Partner of the Year”: Consulting Services
· “Fortinet 2017 LATAM Growth Partner of the Year”: Altas Networks
Los ganadores de los premios de este año se anunciaron en la conferencia global de socios y usuarios de Fortinet Accelerate 18, que se celebró en el hotel The Cosmopolitan of Las Vegas. Accelerate 18 alberga a más de 2.300 asistentes que representan a más de 1.700 organizaciones diferentes de socios y clientes que han viajado desde más de 90 países. Accelerate 18 ofrece una oportunidad única para socios y clientes de adquirir conocimientos sobre la arquitectura de Fortinet Security Fabric, proporcionar retroalimentación directa al liderazgo de Fortinet, aprender a maximizar los programas de habilitación de Fortinet y obtener y compartir las mejores prácticas con los mejores y más brillantes de la industria de ciberseguridad.
Ken Xie, fundador, presidente de la junta y director ejecutivo de Fortinet, expresó: “Me gustaría felicitar a los ganadores de este año por sus importantes logros en 2017. Estos socios demostraron su compromiso de ofrecer las mejores soluciones de ciberseguridad que defienden a sus clientes contra el panorama de amenazas cada vez más avanzado de hoy. También me gustaría extender mi gratitud a todos nuestros socios por su dedicación y logros en 2017. Trabajando juntos, todos hemos contribuido en gran medida a un futuro digital más seguro”.
Patrice Perche, vicepresidente ejecutivo senior, ventas globales y soporte en Fortinet, también expresó su beneplácito: “Nos complace reconocer a Adistec, Altas Networks, Consulting Services y GTlink como los ganadores de los Fortinet 2017 Partner of the Year Awards. Todos los ganadores desempeñaron un papel fundamental en la entrega al mercado de las protecciones avanzadas de Fortinet Security Fabric en 2017”.
Por último, Pedro Paixao, vicepresidente de Ventas Internacionales y gerente general de Fortinet para América Latina y el Caribe, también se unió a las felicitaciones: “Los ganadores de este año han demostrado un liderazgo excepcional en impulsar la seguridad y el éxito del cliente. Felicitamos sus logros y esperamos el éxito continuo de todos nuestros socios a través de Latinoamérica en 2018”.

Fortinet ofrece tercera generación de seguridad de redes con la evolución de su Security Fabric

por Yesica Flores
FortiOS 6.0 ofrece más de 200 nuevas capacidades en el Security Fabric para automatizar las operaciones de seguridad y proteger la superficie digital de ataque
Michael Xie, fundador, presidente y director de Tecnología de Fortinet
“La transformación digital está creando nuevos modelos de entrega de servicios y operaciones que proporcionan un valor innegable a los usuarios a través de tecnologías como IoT, informática móvil y servicios basados en la nube, generando una amplia superficie digital de ataque. A medida que la velocidad y escala de las amenazas cibernéticas se expanden, la seguridad debe asumir su propia transformación integrándose en todas las áreas de la tecnología digital y ser capaz de traducir la intención del usuario en una respuesta empresarial automatizada. FortiOS 6.0 ofrece cientos de nuevas funcionalidades y capacidades diseñadas para proporcionar visibilidad amplia, inteligencia de amenazas integrada y respuesta automatizada requeridas para el negocio digital”.

Resumen de noticias
Fortinet (NASDAQ: FTNT), líder global en soluciones de ciberseguridad amplias, integradas y automatizadas, anunció hoy en su conferencia global de socios y usuarios, Accelerate 18, la evolución de su arquitectura Security Fabric con el lanzamiento de FortiOS 6.0, el sistema operativo de seguridad de redes más desplegado del mundo. Con más de 200 características y capacidades nuevas, las empresas se beneficiarán de nuevos niveles de automatización de operaciones de seguridad y protecciones avanzadas para sus superficies digital de ataque en expansión.

• Fortinet presenta nuevas capacidades de seguridad en las principales áreas de soluciones dentro de su arquitectura de Security Fabric, incluyendo administración y análisis, multi-nube, red, protección avanzada contra amenazas, acceso unificado, aplicaciones web, correo electrónico, IoT y seguridad de puntos terminales.
• La funcionalidad SD-WAN segura líder de la industria, los servicios de detección de amenazas y la visibilidad ampliada de IoT para las redes de nubes múltiples protegen la gran superficie de ataque resultante de las estrategias de transformación digital (DX).
• Nuevos flujos de trabajo automatizados, servicios de endurecimiento de superficie de ataque con clasificación personalizada y evaluación comparativa con la industria, brindan el siguiente nivel de administración de NOC/SOC.
• La funcionalidad de etiquetado a nivel empresarial, de red y de entidad permite la segmentación precisa del negocio, proporcionando los bloques de construcción críticos para seguridad de red basada en la intención.

Amplia visibilidad, detección integrada y respuesta automatizada
Según una encuesta de Gartner, en EMEA, el 47 por ciento de los CIOs encuestados tiene un equipo dedicado a negocios digitales. También reveló que pocos de estos equipos (16 por ciento) están formados solo por profesionales de TI. “Si bien la entrega de TI sigue siendo responsabilidad del CIO, el logro del crecimiento de los ingresos y el desarrollo de la transformación digital se identificaron con mayor frecuencia como las principales prioridades comerciales para las organizaciones en 2018”, según Gartner*.

A medida que las empresas buscan transformar todo, desde sus modelos operativos empresariales hasta los métodos de prestación de servicios, están adoptando tecnologías como la informática móvil, IoT y redes multi-nube para lograr la agilidad, la automatización y la escala del negocio. La creciente conectividad digital de las organizaciones está impulsando el requisito de una transformación de seguridad, donde la seguridad se integra en las aplicaciones, los dispositivos y las redes en la nube para proteger los datos empresariales distribuidos en estos entornos complejos.
Fortinet Security Fabric es un marco de seguridad integrado y automatizado diseñado para proteger las redes dinámicas actuales. Brinda amplia visibilidad, detección integrada de amenazas avanzadas y respuesta automatizada, combinadas con la evaluación de confianza continua requerida para asegurar el negocio digital de hoy en día.
Disponible en el primer trimestre de 2018, la versión FortiOS 6.0 proporciona capacidades críticas necesarias para asegurar la creciente superficie digital de ataque impulsada por la transformación digital. Algunas características y capacidades nuevas clave en las áreas de soluciones de Security Fabric incluyen:
Seguridad de red:
• El controlador de ruta SD-WAN mejorado mide las transacciones de aplicaciones para las aplicaciones críticas para el negocio. Estas transacciones granulares son clave para lograr un mejor rendimiento para SaaS, VoIP y otras aplicaciones comerciales con capacidades incorporadas de conmutación por error automática. La nueva VPN de un solo toque y la implementación sin contacto reducen aún más la complejidad y habilitan rápidamente las sucursales de las empresas.
Seguridad multi-nube:
• Los conectores de nube expandidos dentro de Security Fabric ahora incluyen visibilidad de múltiples nubes, que abarcan conectores de nube privados (soporte para VMware NSX, Cisco ACI y Nokia Nuage), conectores de nube pública (soporte para AWS, Microsoft Azure, Google Cloud Platform y Oracle Cloud), y nubes SaaS con conectores CASB (soporte para Salesforce.com, Office 365, Dropbox, Box, AWS y más). Estos conectores de nube permiten a las organizaciones tener una visibilidad completa de su postura de seguridad en todas las redes de la nube para correlacionar el tráfico de red dentro y fuera de la red a través de una consola de administración de seguridad unificada.
• FortiCASB 1.2 brinda integración de Fabric con AV y FortiCloud Sandbox, protección extendida y capacidades de detección, así como informes de detección de TI en la sombra. Además, FortiCASB ofrece soporte para AWS al proporcionar herramientas avanzadas de cumplimiento, informes y análisis que permiten visibilidad y control mejorados para los usuarios de AWS.
Seguridad de punto final IoT:
• FortiClient 6.0 incluirá compatibilidad ampliada con el sistema operativo para Linunx, compartiendo información útil sobre estos sistemas con Security Fabric. FortiClient también proporcionará mayor inteligencia sobre todos los tipos de puntos terminales, incluido el inventario de aplicaciones en cada dispositivo.
• Un nuevo Fabric Agent puede enviar datos de telemetría desde el punto terminal al Security Fabric para obtener una visión más profunda de lo que se está ejecutando en los dispositivos de punto terminal de una red e identificar rápidamente vulnerabilidades. También es compatible para trabajar con la variedad de socios de seguridad de puntos terminales incluidos en el Fabric-Ready.
Protección avanzada contra amenazas (ATP, según sus siglas en inglés):
• Las regulaciones GDPR aumentarán a partir de mayo de 2018 aún más los mandatos regulatorios en empresas globales, haciendo que las mejores prácticas automatizadas de auditoría de seguridad en la red de una empresa sean críticas. El nuevo FortiGuard Security Rating Service ofrece reglas de auditoría ampliadas, auditorías personalizadas basadas en entornos de red y regulaciones bajo demanda e informes de cumplimento.
• El nuevo FortiGuard Virus Outbreak Service (VOS) cierra la brecha entre las actualizaciones de antivirus con el análisis de FortiCloud Sandbox para detectar y detener las amenazas de malware descubiertas entre las actualizaciones de firmas antes de que se puedan propagar por toda la organización.
• El nuevo Servicio FortiGuard de Desarmado y Reconstrucción de Contenido (CDR, según sus siglas en inglés) elimina proactivamente contenido potencialmente malicioso integrado en Microsoft Office y archivos de Adobe para desinfectar los formatos de archivo más comunes utilizados para propagar malware y ayudar a cerrar la oportunidad de infección por ingeniería social o error humano.
• El nuevo Servicio de Indicadores de Compromiso (IOC) de FortiGuard utiliza una lista continuamente actualizada de elementos defectuosos conocidos y escanea dispositivos conectados al Security Fabric para identificar los dispositivos comprometidos para una acción inmediata.
• FortiSandbox ATP para Amazon Web Services, disponible según demanda y formato trae tu propia licencia (BYOL, según sus siglas en inglés), permite a las organizaciones defenderse frente a amenazas avanzadas de forma nativa en la nube, trabajando junto a la red, correo electrónico, punto terminal y otros, o como una extensión de su arquitectura segura local.
Correo electrónico y aplicaciones web:
• FortiMail ahora es compatible con los nuevos servicios FortiGuard VOS y CDR. Estos nuevos servicios evitan la propagación de ataques emergentes rápidos y extraen contenido activo para impedir los ataques mediante la ejecución de código integrado.
• Los nuevos widgets ofrecen una vista integral y centralizada de todas las aplicaciones de correo electrónico y web en la red, con una protección avanzada contra amenazas integrada en las aplicaciones dentro del Security Fabric.
Gestión de seguridad y análisis:
• Nuevas capacidades de flujo de trabajo de Respuesta a Incidentes (IR, según sus siglas en inglés) en el Security Fabric permiten a los usuarios automatizar respuestas basadas en factores desencadenantes predefinidos (eventos del sistema, alertas de amenazas, estado del usuario y dispositivo) o a través de la integración directa de ITSM. Métodos de respuesta como cuarentena, notificaciones, ajustes de configuración e informes personalizados proporcionan a las organizaciones control en tiempo real de sus entornos de flujo de trabajo.
• La función de endurecimiento de superficie de ataque automatizado proporciona recomendaciones y datos de tendencias sobre la postura de cumplimiento de seguridad y adopción de mejores prácticas, con una evaluación comparativa que clasifica a las organizaciones frente a empresas similares en términos de tamaño, industria y región.
Acceso unificado:
• Con FortiOS 6.0, la seguridad integrada en los conmutadores Fortinet y puntos de acceso inalámbricos permite la automatización de la respuesta de seguridad a eventos, como la cuarentena, segmentación o bloqueo, cuando un conmutador o punto de acceso infectado infringe una política configurada.
Segmentación precisa del negocio ofrece una base para seguridad de red basada en la intención
Fortinet introduce la segmentación precisa del negocio a través del etiquetado, brindando los bloques fundamentales que las empresas necesitan para avanzar hacia la seguridad de red basada en la intención. Las organizaciones pueden etiquetar dispositivos, interfaces y objetos a nivel comercial, de entidad y de red, y establecer políticas globales para la aplicación automática cuando se crean nuevos objetos en la red. Este nivel de etiquetado es fundamental para la arquitectura de seguridad de red basada en la intención, ya que permite la segmentación precisa del negocio, la administración automatizada y el control de todos los elementos de la red.
Conferencia global de socios y usuarios Fortinet Accelerate 18
Fortinet también anunció en su conferencia global anual de socios y usuarios, Accelerate 18, su sistema avanzado de detección de amenazas FortiGuard Inteligencia Artificial (IA).

FC Porto vence clássico e deixa Leão mais longe do título

Vitória do FC Porto deixa o Sporting mais longe do título. São agora oito pontos que separam as duas equipas.
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O FC Porto bateu, esta sexta-feira, o Sporting por 21 no jogo inaugural da 25.ª jornada do campeonato português disputado no Estádio do Dragão. Marcando abriu o marcador para os azuis e brancos, Rafael Leão empatou para no final da primeira parte para os Leões e Brahimi sentenciou a partida na etapa complementar. Sporting fica a agora a oito pontos do primeiro lugar, ocupado pelo FC Porto.
Para este desafio, o treinador Sérgio Conceição apostou em Dalot para a defesa e Gonçalo Paciência para o ataque, com este a ser a única alteração face ao último jogo dos Dragões, fazendo assim a sua estreia como titular em jogos do campeonato. Osorio, Paulinho, André André e Watis ficaram de fora por opção. Já Jorge Jesus optou por colocar Bryan Ruiz a fazer o papel de Gelson Martins (expulso na última partida), tendo riscado Lumor, Petrovic e Wendel. Aboubakar entrou (71’) na segunda parte para o lugar de Paciência.
O FC Porto entrou bem na partida, mais pressionante, e deu logo sinal de real perigo aos 12 minutos, com Sérgio Oliveira a cabecear, acertando no poste, e Bryan Ruiz a aliviar na recarga.
Cinco minutos depois, num lance entre Doumbia e Dalot, Artur Soares Dias esperou pela paragem do jogo e recorreu ao vídeo-árbitro. Foi o próprio árbitro que visualizou as imagens e decidiu que não houve falta falta.
Aos 28 minutos, o FC Porto fez o primeiro golo da parida, com Maxi Pereira a meter para Herrera e este a cruzar para a área, onde Marcano, de cabeça, atirou para o fundo das redes adversárias.
Nos últimos minutos da primeira parte, Doumbia lesionou-se e Rafael Leão foi chamado para o substituir. Bastaram dois minutos para o jovem avançado marcar e empatar a partida, após passe de Bryan Ruiz. A defesa e Iker podiam ter feito muito mais neste lance, que daria alento para os Leões na segunda parte.
Aos 62 minutos de jogo, quando o FC Porto estava em vantagem (2-1), houve uma grande confusão com Fábio Coentrão perto da área onde os maqueiros estão sentados. Jogadores, treinadores e staff técnico foram de imediato ao local tentar acalmar os ânimos, mas acabaram por tornar a situação ainda mais confusa.
O lateral do Sporting desentendeu-se com o maqueiro, passando da troca de palavras para os empurrões. Ao que parece, a bola ficou presa nessa tal compartimento dos maqueiros. Já com os ânimos mais calmos, Artur Soares Dias voltou para pedir a expulsão do maqueiro visado.
Até ao apito final o resultado não se alterou e o FC Porto fica com os três pontos do clássico, que os deixa mais líder no campeonato. Já o Sporting tem a vida mais difícil daqui para a frente, estando a oito pontos do primeiro lugar.
Sapo

Experts estão embasbacados com essa nova arma nuclear russa que pode atingir qualquer lugar do mundo


Posted: 02 Mar 2018 11:05 AM PST
Em anúncio chocante, Rússia revela novo míssil de cruzeiro alimentado por energia nuclear e capacitado com armas nucleares, capaz de voar indefinidamente e atacar qualquer ponto da superfície terrestre
 
Posted: 02 Mar 2018 09:45 AM PST
Neil deGrasse Tyson perguntou a Stephen Hawking o que ele acha que havia por aí antes do Big Bang. Veja qual foi sua resposta
 
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A cantora americana Taylor Muhl, da Califórnia, tem uma condição muito especial chamada quimerismo: ela é sua própria gêmea

Instagram pode receber nova função de chamadas de voz e vídeo

Instagram pode receber nova função de chamadas de voz e vídeo

Segundo um vazamento recente, o Instagram estaria preparando uma nova função que possibilitará a realização de chamadas de voz e videoconferências diretamente do aplicativo móvel da rede social de fotos.

Conforme noticiou o site TechCrunch, evidências do recurso foram encontradas por meio de uma análise do arquivo APK do Instagram para Android. Nele, foram encontradas imagens com ilustrações de botões que sugerem claramente a função de chamadas de voz e vídeo, reforçando ainda mais o rumor ventilado em janeiro deste ano pelo WABetaInfo.


Ícones encontrados no APK do Instagram sugerem o recurso de chamadas de voz e vídeo (Imagem: TechCrunch)
É importante notar que o arquivo de instalação analisado corresponde à uma versão de testes fechada do Instagram, o que significa que ela é voltada apenas para os programadores do aplicativo. Além disso, o conjunto de ícones pode não ser utilizado nas próximas atualizações, podendo permanecer escondido apenas como uma preparação para futuras funções que o Instagram implementará em algum momento.

Ainda não há mais detalhes como a função de chamadas funcionará, muito menos sobre uma possível estimativa de seu lançamento. A expectativa, porém, é que ela seja disponibilizada como parte da seção Direct do Instagram. Quando o recurso de chamadas foi cogitado no início do ano, a empresa responsável pela rede social de fotos se negou a comentar sobre o assunto.

Fonte: TechCrunch

Jaques Wagner é vaiado enquanto discursava em inauguração em Salvador

Durante discurso em um evento de inauguração em Salvador, o ex-governador, alvo da Operação Cartão Vermelho, foi vaiado por manifestantes.

Um deles gritava “pega o reloginho aqui”, em referência à apreensão de 15 relógios do petista em operação da PF que investiga suposto superfaturamento das obras de reconstrução do estádio Fonte Nova.

Via: papotv.com.br