sábado, 21 de setembro de 2019

Abiente | Metas de neutralidade carbónica vão medir sucesso de cimeira sobre o clima em Nova Iorque, diz ministro

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SAPO24
A cimeira sobre o clima de segunda-feira em Nova Iorque será um "grande sucesso" se grandes economias mundiais assumirem o compromisso de se tornarem neutras em carbono a meio do século, defende o ministro português do Ambiente.
Ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes falava à Lusa a propósito da cimeira de Ação Climática, marcada pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, para Nova Iorque na segunda-feira, na qual vai participar, bem como o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Na entrevista, o ministro fala desses compromissos e do facto de Portugal ter sido o primeiro país a marcar a meta da neutralidade carbónica (não produzir mais do que aquilo que pode resgatar) em 2050.
Afirmando que “alguns países muto dificilmente vão assumir o compromisso da neutralidade em 2050″, Matos Fernandes diz que, se algumas grandes economias o fizerem, arrastando outros países, será muito bom.
“Não esperamos unanimidade, essa unanimidade não existe na União Europeia” (UE), diz Matos Fernandes, lembrando que na Europa nem todos os países assumiram compromissos sobre a neutralidade carbónica.
Mas a verdade, afirma, é que o principal objetivo da cimeira é o de tentar que o maior número de países do mundo se comprometa com a neutralidade carbónica em 2050.
“É absolutamente claro desde o ano passado que, para que os 1,5 graus (de aumento global da temperatura) não sejam ultrapassados no final do século, que o mundo seja neutro em 2050″, frisa.
Na cimeira vai ainda procurar-se compromissos sobre o abandono do carvão para a produção de energia e sobre o fim de subsídios a combustíveis fósseis.
No primeiro caso, Portugal já se comprometeu em encerrar as centrais termoelétricas e quanto aos subsídios, Matos Fernandes afirmou que há dois anos que estão “a desaparecer”.
Em Portugal, “apesar de este Governo já levar dois anos de abandono dos subsídios, ainda existem os subsídios perversos que fazem com que por exemplo no ano passado se tenham perdido 400 milhões de euros no Orçamento do Estado com apoios, que veem de trás, de há muitos anos, e que correspondiam a isenções que eram dadas por exemplo na produção de eletricidade a partir do carvão”, apontou.
Mas o principal objetivo, insiste Matos Fernandes, é alcançar compromissos com a neutralidade carbónica em 2050, tendo sempre em conta a perspetiva de aceitação popular.
Que não são fáceis. Se em Portugal é relativamente fácil absorver os desempregados das centrais de carvão tal será mais difícil num país como a Polónia.
Ainda assim, o ministro não tem dúvidas de que a UE devia falar a uma única voz na luta contra as alterações climáticas, tendo-se batido por isso num dos últimos Conselhos europeus.
Ainda que a quase totalidade dos países tivesse assumido compromissos “a UE, de forma unânime, ainda não o fez”, referiu Matos Fernandes, afirmando acreditar que em 2021 a UE possa apresentar em bloco uma contribuição mais exigente nesta matéria.
Portugal, ao contrário, foi o primeiro país a apresentar as suas metas e vai explicá-las em Nova Iorque: “Vou apresentar o Roteiro (para a neutralidade carbónica), explicando que é uma peça de uma estratégia onde o território tem uma componente muito relevante, e onde a remuneração dos serviços de ecossistema é da maior importância para uma transição justa, tanto quanto possível igualitária no próprio território, e que garanta que o rendimento nunca baixará nos territórios de baixa densidade, porque só dessa forma é que o país como um todo pode de maneira justa ser neutro em carbono”.
Na entrevista à Lusa, Matos Fernandes assinalou que, das diversas coligações que vão ser construídas agora, a partir da cimeira, Portugal escolheu as soluções de base natural e territorial (‘nature-based solutions’).
“Nós não vamos chegar a 2050 com emissões zero (de dióxido de carbono, CO2). As 68 megatoneladas de CO2 de há dois anos serão, correndo as coisas de acordo com a nossa ambição, 13 megatoneladas em 2050. E a nossa capacidade de sumidouro hoje nem é dessa dimensão, anda entre as nove e as 10 megatoneladas”, explica.
E conclui o ministro: “Portanto temos de aumentar a nossa capacidade de sumidouro, e a capacidade de sumidouro em Portugal é basicamente de origem florestal e também com as pastagens biodiversas que queremos aumentar. E por isso esta perspetiva da valorização do território, com uma consequência imediata e positiva que é a de aumentar a capacidade de sumidouro, tem muito a ver com a capacidade de continuar a criar rendimento em todo o território”.
Salientando que o roteiro para a neutralidade carbónica tem de ser articulado com a economia circular e o ordenamento do território, Matos Fernandes lembra que é preciso reduzir para metade a área ardida nos incêndios rurais, cada vez mais difíceis de controlar devido ao aumento das temperaturas, para reafirmar a importância de “redesenhar a paisagem”.
Referindo-se ao Acordo de Paris como o “referencial”, admitindo que nos últimos anos nem tudo correu bem e que os Estados Unidos anunciaram que o iam abandonar, o ministro considera que ainda assim se chega à cimeira de Nova Iorque com uma boa notícia, a exigência de ação por parte das novas gerações.
A dois dias da cimeira, com intervenções já nas iniciativas previstas para domingo sobre desenvolvimento sustentável, neutralidade carbónica e “nature-based solutions”, diz João Pedro Matos Fernandes que há agora um ambiente menos associado à responsabilidade dos líderes políticos, que havia na cimeira de Paris há quase cinco anos, mas mais associado ao que é o desejo da sociedade de mudança.
“Por isso eu direi que temos aqui um bom clima, politicamente falando, para que nos possamos comprometer”, conclui.
Lusa / Madremedia

Nacional | Politécnicos querem integrar caloiros com ações de cariz social e ambiental

Os politécnicos e os seus estudantes vão unir-se numa iniciativa nacional de integração de novos alunos, à qual querem “atribuir um cariz social”, assente em ações de voluntariado social e sustentabilidade ambiental.
A campanha “Ação Nacional de Integração”, promovida pelo Instituto Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) em colaboração com a federação nacional de associações de estudantes destes institutos, arranca já na próxima semana e pretende “apostar no momento de integração dos novos estudantes do ensino superior politécnico”.
“Esta iniciativa será um unir de esforços entre as instituições de ensino superior e as associações académicas e de estudantes para que o início da vida académica dos novos estudantes do ensino superior politécnico fique marcado pela cidadania e pela participação ativa no seio do voluntariado e da responsabilidade social […] a defesa dos oceanos e das florestas será a temática desta campanha”, segundo uma informação disponibilizada pelo CCISP.
Entre os objetivos enunciados estão a criação de um “movimento nacional no ensino superior” orientado para causas sociais e ambientais, fomentar a participação cívica, desenvolver relações de proximidade entre instituições, estudantes e comunidade e promover trabalho de grupo entre os novos alunos.
”Com a mobilização dos estudantes do ensino superior politécnico, iremos procurar sensibilizar para a importância das boas práticas sociais e ambientais. É esta a nossa ambição, acreditamos que as gerações que agora estão a iniciar a sua formação superior devem estar preparadas para todo o tipo de desafios que o Futuro reserva e preservar o meio ambiente será um destes desafios”, refere o CCISP.
A primeira iniciativa já calendarizada acontece a 25 de setembro com a associação académica do politécnico de Setúbal a participar numa “megaoperação de limpeza” do Estuário do Sado, com a ajuda de mais de 500 novos alunos.
“Há um ano, esta iniciativa de voluntariado estudantil rendeu um total de 2.010 quilos de lixo, dos quais 376 foram recuperados para reciclagem, entre vidro e plástico”, segundo o documento do CCISP.
Aliando o conhecimento da cidade à sua limpeza, o Politécnico de Portalegre também organiza no mesmo dia uma ação de recolha de lixo com o objetivo de o separar e enviar para reciclagem.
No âmbito da responsabilidade social o Instituto de Contabilidade e Administração de Coimbra vai promover uma iniciativa de dádiva de sangue e os alunos da Escola Superior de Música de Lisboa vão levar música a crianças e idosos internados em hospitais por questões de saúde ou de fragilidade social.
Em Bragança o politécnico vai promover uma recolha de bens alimentares nas lojas da cidade para distribuir pelos seus alunos mais carenciados e por instituições solidárias locais, uma ação semelhante será desenvolvida pelo politécnico do Cávado e Ave; em Castelo Branco os alunos vão organizar uma recolha de fundos para aplicar em ações de reflorestação de uma das zonas do país mais afetada por incêndios florestais.
Em Lisboa, os estudantes da Escola Superior de Tecnologia da Saúde vão organizar no final de novembro uma ação de recolha e reciclagem de beatas, alertando para os riscos do tabaco e para o impacto das beatas no meio ambiente.
NDC

México | ClickSoftware, Ofrece Empoderar A La Fuerza Laboral De Servicios Públicos Con Movilidad Antes De La Próxima Gran Tormenta


por Yesica Flores
Prepárese con la planificación
El manejo efectivo de tormentas comienza con una planificación proactiva:
1. Identificar áreas de desafío e ineficiencias, tales como:
No tenemos la capacidad de los trabajadores para satisfacer la demanda. Nuestros trabajadores no tienen las habilidades o la experiencia adecuadas, por lo que lleva más tiempo del necesario para restablecer el servicio.

2. Ver dónde se puede introducir la incertidumbre en la ecuación, como:
¿Qué pasa si otra gran tormenta golpea antes de que terminemos de restaurar el servicio de esta? ¿Qué pasa si tenemos las piezas que necesitamos, pero son defectuosas?

3. Determinar dónde se pueden modernizar y optimizar las decisiones de respuesta heredadas, como:
¿Qué decisiones de programación no dieron los resultados esperados? ¿Qué decisiones de la fuerza laboral fueron buenas, pero aún podrían mejorarse?
El desarrollo de una estrategia sobre cómo abordar estos puntos que incorpora una solución de gestión de la fuerza laboral móvil puede ayudar a impulsar una toma de decisiones más rápida y precisa y mejorar la respuesta ante emergencias ante tormentas y la recuperación del servicio.

Prepárese con su fuerza laboral extendida
Maximizar la producción de la fuerza laboral es una prioridad en todas las condiciones climáticas. En el caso de una tormenta importante que resulte en un corte de energía generalizado, una empresa de servicios públicos probablemente aprovechará tanto a los empleados directos como a una fuerza laboral extendida de contratistas externos. La gestión avanzada de la fuerza de trabajo y los activos, junto con los datos capturados con visibilidad en el campo a través de la movilidad, permite a las empresas de servicios públicos tomar decisiones de planificación de capacidad más informadas para una gran demanda. Esto ayuda a las empresas de servicios públicos a lograr una mayor eficiencia y productividad al depender de una fuerza laboral extendida.

Una solución de administración de la fuerza laboral móvil optimiza la programación de recursos de terceros y la asignación de tareas a través de la automatización, lo que hace que la fuerza laboral extendida trabaje más rápido. Permitir la incorporación inmediata de la programación del contratista por adelantado reduce el tiempo de retraso que puede ocurrir con la programación manual a través de llamadas en papel y telefónicas. La priorización automatizada de la gestión del trabajo utilizando algoritmos inteligentes y preprogramados garantiza que se complete una reorganización de los trabajadores y trabajos para hacer coincidir rápidamente los recursos de respaldo disponibles con las necesidades específicas.
La movilidad también proporciona visibilidad total de cada trabajo, así como un canal directo de comunicación entre la empresa de servicios públicos, la fuerza laboral extendida y otras partes interesadas. La utilidad de host puede ver cuánto duran los trabajos, programar el trabajo, proporcionar instrucciones, recibir actualizaciones de estado y más, todo en tiempo real. Esto permite que la utilidad proporcione tiempos estimados de restauraciones a los consumidores y satisfaga los requisitos legislativos que rodean la comunicación. Por ejemplo, se puede requerir que las empresas de servicios públicos proporcionen a los clientes estimaciones sobre cuándo se restablecerá la electricidad en intervalos regulares después de una evaluación inicial de daños de 24 horas.
Vaya con su solución de administración de fuerza de trabajo móvil
La planificación de emergencia es clave para la restauración exitosa del servicio para los servicios públicos. La solución de administración de la fuerza laboral móvil adecuada puede ayudar a las empresas de servicios públicos a sentar las bases para responder de manera más rápida y eficiente a cualquier contratiempo que la Madre Naturaleza nos presente. Asegúrese de que su fuerza laboral esté preparada antes del próximo gran evento climático. Contáctenos hoy para saber cómo Click puede ayudarlo a prepararse para la siguiente gran tormenta.

México | Cómo Hacer Frente A La Creciente Demanda De Energía Y A La Vez Proteger El Medio Ambiente


por Yesica Flores
La producción de energía es uno de los desafíos del mundo actual y del mañana. La industria de la energía tiene que responder al desafío de hacer frente al crecimiento constante de las necesidades energéticas mundiales limitando el impacto ambiental. El agua tiene un papel central en la producción de electricidad (térmica, nuclear, energías renovables, hidroelectricidad), la producción de gas y de petróleo, así como muchos otros servicios que dependen de la energía.
Asegurar la continuidad de la producción, considerar la necesidad de garantizar un nivel de seguridad optimizado, minimizar el impacto sobre el medio ambiente y las comunidades, son solo algunos de los retos de los productores y operadores de electricidad.
Por ejemplo, en el caso de los operadores de las centrales, estos deben conciliar dos objetivos: el mantenimiento o la mejora de la competitividad de las herramientas de producción, y al mismo tiempo cumplir con las obligaciones ambientales cada vez más exigentes.
Para que sus actividades sean sostenibles y eficientes, es crucial garantizar la seguridad y la salud de las poblaciones vecinas a sus plantas y de sus propios colaboradores, además de reducir su huella ambiental, optimizar los costos y asegurar la continuidad de la producción.
Pero este es una situación compleja, pues de acuerdo con datos de la Agencia Internacional de Energía, se tiene previsto un aumento del 100% en la producción mundial de electricidad para el 2050.
El incremento de la dependencia energética y de sus costos económicos y ambientales asociados, hacen imprescindible buscar soluciones alternativas a los modelos convencionales de generación y gestión de la energía.
Por lo anterior es necesario asegurar el desempeño operacional y ambiental, mediante soluciones de tratamiento de agua y de residuos específicas para los productores de electricidad, las cuales deberán cumplir con las normativas favoreciendo el crecimiento responsable.
Como ejemplo de las buenas prácticas que se han dado en el sector, hay dos ejemplos en especial, que podemos destacar:
En una central de ciclo combinado en el norte de México, se tenía el reto de tomar el agua residual de la ciudad, convertirla en agua ultra pura y, además, no producir descarga de líquidos. Para resolverlo, primero se diseñó un proceso hídrico en el cual, mediante membranas de ultrafiltración, ósmosis inversa y electrodiálisis, se obtenía el agua con la calidad requerida.
Después de ello, el agua de rechazo, resultante de esta primera parte del proceso se trata con la tecnología ZLD (cero descargas líquidas) que genera un deshecho sólido, que es inocuo para el medioambiente.
Otro ejemplo de eficiencia energética es el que se dio trabajando en conjunto con Sanofi, empresa líder en salud, que buscaba mejorar la eficiencia energética de sus plantas y aumentar el uso eficiente del agua para gestionar el impacto medioambiental de sus actividades industriales.
Esto se consiguió a través de la modernización y aumento de la capacidad de la planta de tratamiento de aguas residuales en la fábrica bioquímica de Saint- Aubin-lès-Elbeuf (Seine-Maritime) y la construcción de una unidad de tratamiento de compuestos orgánicos volátiles y de recuperación energética en la fábrica de productos químicos de Sisteron (Alpes-de-Haute-Provence).
Estos dos proyectos clave, permitieron la optimización del funcionamiento de los sistemas de tratamiento del agua, los residuos y la eficiencia energética mientras se conservan los recursos hídricos.
por Yolanda Padilla, Directora de desarrollo de nuevos negocios de industria pesada para Suez Water Technologies & Solutions México

México | El Segundo Despegue De Los Paneles Solares De Doble Cristal ¿Qué Hay Detrás De Esta Tecnología? Parte 2


por Yesica Flores
En la primera parte de este artículo se abordaron los inicios de los módulos de doble cristal y cómo ha sido su evolución paulatina en el mercado de energía fotovoltaica. En esta segunda parte se expone la visión de lo que viene para esta tecnología.
Nuevo viaje y nuevo comienzo después de la integración tecnológica
Después de años de crecimiento, los módulos de doble cristal se han convertido en una opción imprescindible para los fabricantes de esta tecnología. Según las estadísticas, los módulos de doble cristal se vendieron en China con una producción total de hasta 12GW en 2018. Con la instalación de plantas fotovoltaicas agrícolas y solares, plantas fotovoltaicas hidro-solares, plantas de materiales integrados de construcción fotovoltaica (BIPV, por sus siglas en inglés) y otras nuevas plantas, la escalada del mercado de módulos de doble cristal se ampliará aún más sin cesar.
Ahora en 2019, el proyecto de paridad de red se ha convertido en un foco para el desarrollo de la industria fotovoltaica de China y su penetración en el mercado ha acelerado aún más la actualización de productos y la iteración de tecnología. Mientras tanto, ha empujado a la industria hacia el avance de múltiples innovaciones. Específicamente hablando, las tecnologías líderes relacionadas con módulos fotovoltaicos representadas por paneles de celdas escalonadas, bifaciales, semicerradas y multibusbar (MBB, por sus siglas en inglés) se combinarán con tecnologías de celdas tan eficientes como Monocristalinas, PERC (Passivated Emitter and Rear Contact o Emisor Pasivo y de Celda Trasera) y Polycristalinas (silicio negro) para mejorar la confiabilidad y la generación de energía eficiente del sistema fotovoltaico pero con menor costo por kilovatio hora.
Las tecnologías mencionadas anteriormente se pueden combinar en un diseño de doble cristal. Especialmente, existe una tendencia obvia ahora hacia los módulos solares bifaciales, por lo que el módulo bifacial de doble cristal se considera inevitable para el desarrollo tecnológico de los mismos.
La tecnología de módulos bifaciales de doble cristal, con un rendimiento de costos mejorado significativamente, ha recibido una mayor atención por parte del mercado de capitales y de las organizaciones de consultoría de la industria. Con el valor de generación de energía de los módulos bifaciales más reconocido por las compañías del sector, se espera que el módulo bifacial de doble cristal se convierta en un producto principal en el futuro y se estima que su participación de mercado alcanzará hasta 42% en 2021.
El módulo bifacial de doble cristal en 2019 extenderá sus alas a partir del mercado doméstico de generación de energía. Bajo la presión del desarrollo de una planta libre de subsidios, dichos módulos se aplicarán ampliamente a plantas fotovoltaicas a escala de servicios públicos y luego a proyectos fotovoltaicos de energía distribuida.
“Estos módulos aún se encuentran en la etapa de verificación estándar y de campo en algunos otros mercados, pero en países / regiones que sufren una feroz competencia por el precio de la electricidad como Estados Unidos, Australia, América del Sur y Oriente Medio, la voluntad de adoptar ampliamente estos módulos crecerá rápido. Puede haber un aumento fácil de ver en la segunda mitad de 2019”, dijo Jason, Director de Consultoría Estratégica de Gessey.
En marzo de este año, Trina Solar lanzó su próxima generación de módulos de cuatro series, incluida la versión actualizada de su módulo de doble cristal y módulos bifaciales de doble cristal, que maximizarán su rendimiento de generación bifacial de energía.
Para Trina Solar, el lanzamiento del producto también significa el segundo despegue de esta tecnología, con mayor capacidad de producción y mayor disponibilidad.
Le llamamos el segundo despegue porque la meta en el número de embarques de módulos es muy alta y se requiere alcanzarla para poder liderar la industria, ahora tenemos expectativas más altas en los módulos de doble cristal. En la actualidad, éstos están sujetos a algunos problemas no técnicos, que no logran un avance debido y efectivo. Es una pena. Sin embargo, con el avance técnico que se realizará en los módulos bifaciales y con escenarios de aplicación diversificados, esperamos que el nuevo producto de Trina Solar se pueda aplicar ampliamente y que con nuestros esfuerzos incansables y los de toda la industria, podamos poner a este producto de alto rendimiento y costo efectivo, en una nueva fase de aplicación.
Trina Solar es la primera compañía del mundo que obtuvo el certificado de prueba de PID (degradación potencial inducida) de TÜV Rheinland, también es la primera compañía de la industria en la región de Asia y el Pacífico que adquirió la certificación Clase A de seguridad contra incendios para módulos de doble cristal, y la Certificación del Programa Top Runner de China.
En el futuro, Trina Solar continuará guiando el desarrollo de la industria y establecerá el punto de referencia del módulo de doble cristal, y hará mayores contribuciones en el desarrollo y el avance tecnológico de la industria fotovoltaica del mundo.
* Con información de PV-Tech.

Por Staff Técnico de Trina Solar*

México | Implementación De Nuevas Tecnologías Favorecerá El Sector Inmobiliario


por Yesica Flores
Según la Asociación Mexicana de Profesionales Inmobiliarios (AMPI), se estima que durante el 2019 habrá un crecimiento de entre 5.25% y 6% en la industria inmobiliaria en el país, siendo Ciudad de México, Estado de México y Jalisco las entidades con mayor demanda tan solo en el sector residencial. A pesar de que el sector no es precisamente conocido por pertenecer al mundo tecnológico, se han generado diversas herramientas con el fin de impulsar el crecimiento del mismo.
El sector inmobiliario crece de manera exponencial y se encuentra en transformación constante, en este caso la tecnología puede mejorar sus prácticas y volverlo más competitivo. ¿Por qué? El uso de nuevas tecnologías incrementa la compraventa de bienes raíces, gracias a la implementación de soluciones como el sistema de gestión empresarial, mejor conocido con ERP que optimiza procesos.
Este nicho requiere que cada edificación este correctamente administrada desde la fase de planeación y terminación hasta la gestión de ventas, mantenimientos, contratos y proyección de costos. Por esta razón, Intelisis creó el ERP para Desarrollo Inmobiliario especializado en realizar gestiones de un gran número de activos inmuebles de forma simultánea que agiliza su venta en el menor tiempo posible.
Asimismo, ayuda a optimizar procesos de operación como:
• Administración de inmuebles
• Gestión de contratos
• Generación de análisis de riesgos
• Identificación de nuevas oportunidades de negocio
• Optimización de recursos

De esta manera, la tecnología se vuelve una herramienta, no un sustituto, que facilita y potencializa las labores de compradores, vendedores, proveedores y toda persona que pertenezca al sector inmobiliario.

México | Inclusión Digital Significa No Dejar Atrás A Nadie: Ken Hu

Huawei toma un paso adelante con TECH4ALL para ayudar a más de 500 millones de personas a que se beneficien de la tecnología digital en los próximos cinco 
“La inclusión digital significa utilizar la tecnología digital para promover el desarrollo inclusivo y no dejar atrás a ninguna persona, hogar u organización”, expresó Ken Hu, Presidente Adjunto de Huawei, durante el TECH4ALL Summit en el marco de Huawei Connect 2019.

El tema de esta cumbre fue “Cómo la innovación inclusiva puede empoderar al mundo”, y en su discurso de apertura, Hu elaboró sobre TECH4ALL y compartió el estado actual de esta iniciativa de Huawei. Hizo además un llamado a que más individuos y organizaciones se unan a Huawei para enfrentar asuntos globales relacionados con salud, educación, desarrollo y el medio ambiente. La meta de TECH4ALL es ayudar a 500 millones de personas más para que se beneficien de la tecnología digital en los próximos cinco años.

El Presidente Adjunto de Huawei, Ken Hu, ofreció el discurso de apertura en la cumbre TECH4ALL.

Hacer que la tecnología sea más cálida al esparcir el afecto y las historias conmovedoras alrededor del mundo
Los avances tecnológicos están acelerando la llegada del mundo inteligente. En tanto que disfrutamos la conveniencia de la ciencia y la tecnología, también debemos mirar al otro lado de la historia. Los gaps digitales siguen existiendo: en muchas ciudades en China, las personas mayores podrían ser incapaces de pedir un taxi en la calle, porque los taxis ahora se piden a través los dispositivos móviles. En Bangladesh, las mujeres no tienen muchas oportunidades de aprender sobre computación. En las Comoros, hasta hace dos años, los habitantes estaban aislados del mundo exterior, porque no habían tenido una red de comunicaciones.
Como infraestructura del mundo inteligente, la industria de TIC ha jugado un rol vital en promover el crecimiento económico nacional e impulsar el bienestar social y la felicidad. También ayudará a que se logren las Metas de Desarrollo Sostenible de la ONU, habilitando a la humanidad para enfrentar retos como pobreza, inequidad, cambio climático, deterioro del medio ambiente, asuntos económicos y problemas de salud. La meta final es no dejar a nadie atrás en el mundo digital.
La inclusión digital: hacer que la tecnología sea más cálida. Huawei nunca ha claudicado en sus esfuerzos en este tema. Hoy, la empresa ha estado impulsando su iniciativa de largo plazo, TECH4ALL, para prometer la inclusión digital. La inclusión digital significa que cada individuo y organización pueda tener acceso y uso igualitario a la tecnología de información y comunicaciones.
Hoy, los niños africanos pueden ver el mundo exterior. Los niños impedidos visualmente pueden experimentar la alegría interminable de la lectura. Las personas pueden entender las frecuencias en que las ballenas mandan a sus seres queridos. La lista seguiría. En general, la tecnología se considera una herramienta que gradualmente marca una distancia entre las personas y la naturaleza. Sin embargo, más y más historias reales y conmovedoras sobre cómo la tecnología logra acercar a la humanidad con la naturaleza se están esparciendo en este mundo en rápido desarrollo.
“La tecnología no debería estar en una torre de marfil. En su lugar, debería beneficiar a toda la humanidad”, dijo Ken Hu. “Creemos firmemente que la tecnología digital beneficiará a cada persona, hogar y organización”.
Tecnología, aplicaciones y habilidades: donde empieza la inclusión digital
La visión y misión es llevar lo digital a cada persona, hogar y organización para un mundo totalmente conectado e inteligente. La inclusión digital refleja muy bien el valor social que Huawei puede crear a través de esta visión. Frente a este escenario, nace TECH4ALL.
“La tecnología digital está dando una nueva forma al mundo. Queremos que beneficie a todos y queremos la inclusión digital para todos. En este rubro, la tecnología es el fundamento, las aplicaciones son la llave y las habilidades ofrecen certeza”, dijo Hu. “TECH4ALL se enfocará en tres áreas: tecnología, aplicaciones y habilidades”.
 Tecnología: Huawei reducirá continuamente los costos de conexión y eliminará las barreras de cobertura a través de innovación tecnológica en conectividad, Inteligencia Artificial, nube y dispositivos móviles.
 Aplicaciones: Huawei dará impulso a los ecosistemas y ayudará a que los desarrolladores creen más aplicaciones para diferentes comunidades e industrias.
 Habilidades: Huawei trabajará conjuntamente con gobiernos locales, comunidades y otros sectores para mejorar las habilidades digitales de toda la sociedad.
“Debemos tener una dirección clara si deseamos aprovechar lo que tenemos para crear valor”, dijo Hu. Al determinar la dirección de TECH4ALL, Huawei consideró sus capacidades disponibles y direcciones viables basada en el impacto potencial de la industria de TIC y el significado de inclusión digital. También identificó cuatro dominios en los cuales podría promover de manera completa la inclusión digital.
 Salud: Utilizando la tecnología digital para ofrecer a más personas un fácil acceso a mejores recursos de cuidado de la salud.
 Educación: Con tecnología para ofrecer a los más perjudicados, como mujeres y adolescentes, el acceso igualitario a la educación y enriquecer sus recursos educacionales.
 Desarrollo: Eliminando las brechas de desarrollo para varios sectores, negocios, regiones, y grupos, asegurando el acceso igualitario a recursos digitales y permitiendo que la tecnología beneficie a todos.
 Medio Ambiente: Utilizando tecnologías innovadoras para ayudar a las ONGs para que protejan y conserven los ecosistemas de manera eficiente.
Hasta hoy, Huawei ha asegurado la comunicación consistente para más de 3 mil millones de personas alrededor del mundo, y ofrece soporte a las operaciones estables de más de 1,500 redes en más de 170 países y regiones. Hu dijo que en los siguientes cinco años, la compañía ayudará a otros 500 millones de personas para que se beneficien de la tecnología digital. Estos beneficios no estarán limitados a la conectividad, también incluyen los beneficios de las tecnologías como IA, nube y dispositivos inteligentes, así como aplicaciones y habilidades relacionadas.
Huawei Connect 2019 es el evento insignia anual realizado por Huawei para la industria global de TIC, y se realiza en Shanghai del 18 al 20 de septiembre. La conferencia de este año tiene como lema “Advance Intelligence” y apunta a establecer una plataforma compartida, cooperativa y abierta para los clientes y asociados, para que exploren nuevas oportunidades para un futuro inteligente.

Para más información, visita: https://www.huawei.com/en/press-events/events/huaweiconnect2019?ic_medium=hwdc&ic_source=corp_event2_hc2019