sábado, 28 de setembro de 2019

Mundo | Receitas do alojamento de turistas estagnadas em Moçambique

O Presidente Filipe Nyusi revelou durante o seu Informe sobre o Estado da Nação que Moçambique recebeu “quase 3 milhões de turistas”, é quase o dobro do que no ano anterior no entanto os visitantes parecem não frequentar os hotéis pois as receitas de alojamento estagnaram em torno de 2,4 biliões de Meticais. Prioridade, pelo menos nos discursos, o Turismo no nosso país continua a ser feito apenas na Cidade de Maputo que acolheu 41 por cento dos turistas nacionais e 69,1 visitantes estrangeiros.
“O turismo, uma das quatro áreas prioritárias, registou uma evolução na contribuição para o PIB, passando de 2,3 por cento, em 2015, para 3,5 por cento, em 2018 (...) recebemos quase 3 milhões de turistas, no nosso País, um aumento de 64 por cento”, assinalou Nyusi no discurso que efectuou na Assembleia da República no passado dia 31 de Julho.
Porém este números não se traduzem em receitas para os operadores turísticos, a julgar pelas números de 2018 recentemente divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) que contabilizou 5,08 biliões de Meticais, “representando um crescimento de 2,6 por cento face ao igual período de 2017. Relativamente a estrutura da receita, 47 por cento refere-se a receitas de alojamento, 42 por cento as receitas de restauração, estando em harmonia com as receitas de 2017 que foram de 47 por cento e 41 por cento, para o alojamento e restauração, respectivamente”.
O @Verdade perguntou ao antigo representante operadores privados de Turismo e empresário do sector, João das Neves, porque razão o aumento dos turistas assinalado pelo Chefe de Estado não se traduz em mais receitas. “Moçambique enfrenta um enorme desafio na aferição dos dados estatísticos. O sector privado tem vindo a questionar os números divulgados pelas estatísticas oficiais e no meu entender o principal desafio esta relacionado com a necessidade de se definir melhor quais são os dados relevantes que devem ser monitorados”.
Para o empresário turístico: “Alguns países de referência contam por exemplo apenas os estrangeiros não residentes como turistas à chegada à fronteira de entrada no país e apenas os seus cidadãos que saem do país como turistas nacionais que vão para fora. Esta metodologia permite expurgar as inúmeras viagens dos seus próprios cidadãos em movimentos de ida-e-volta frequentes de trabalho e outra mas que alteram as estatísticas”.
“Por outro lado há necessidade de se automatizar o sistema de recolha de dados porque os processos manuais propiciam vícios de lançamento de dados que adulteram os resultados no seu todo. Importa referir que nem tudo vai mal e que há um enorme esforço para se melhorar as estatísticas, mas há ainda uma grande divergência entre o que se pretende e o que se consegue apurar”, ressalvou Neves.
“Inhambane é o turismo tradicional do mercado sul-africano”
Entretanto os dados do INE indicam que a Cidade de Maputo é aquela que continua a receber maior número de hóspedes nacionais com 41 por cento, seguida por Gaza 8,7 por cento, os turistas estrangeiros também preferiram a capital do país para fazer turismo 69,1 por cento, apesar de não possuir as melhores praias e nem mesmo o melhor ecoturismo de Moçambique.

“A estadia média por hóspede estrangeiro, tal como a de nacionais, foi também de cerca de 2 noites, em 2018. Nesta categoria, destaca-se a província de Maputo com cerca de 5,9 noites de permanência por parte dos hóspedes estrangeiros, seguida pela província de Inhambane com a estadia média de 5 noites” apurou o INE que assinalou, comparando as estadias de 2017-2018, “regista-se que no geral a estadia dos hóspedes estrangeiros cresceu 5 por cento com maior crescimento absoluto em Inhambane e Província de Maputo cujos crescimentos alcançaram um dia”.
João das Neves assinalou que “a província que tem a maior taxa de ocupação continua a ser Niassa devido ao reduzido numero de instâncias. As províncias onde foi feito um avultado investimento e onde o numero de instancias turísticas é elevado, o nível de ocupação foi-se degradando ao longo dos últimos anos causando uma depreciação do nível de oportunidades e promovendo a falência técnica da maior parte dos estabelecimentos”.
Mas o empresários turístico analisa “este factor com alguma sensibilidade pois por um lado gostamos de promover mais investimento para aumentar o número de empregos e dinamizar os mercados com a injecção de dinheiro novo, mas por outro lado se não respeitamos as capacidades do mercado, ao inundarmos com mais e mais provedores de serviços, torna-se um mercado selvagem e insustentável causando a erosão daqueles que já se encontram no mercado”.
“Maputo naturalmente como capital tem que ser um dos Pólos principais. Inhambane é o turismo tradicional do mercado sul-africano que apesar de ser o nosso mercado emissor de baixa renda é o que sustenta a Província de Inhambane pelo numero de visitantes”, esclareceu ao @Verdade.
Falta “estruturação simples e prática para a atracção de turistas de lazer e negócios”
Neves considerou que Moçambique precisa “de eleger um primeiro destino para o transformar no Pólo Turístico de atracção de massas. Nesse local deverão ser criadas todas as condições para o turismo desde a segurança, uma polícia especializada, a higiene e limpeza, as infra-estruturas de acesso, actividades e lazer, logística alimentar e de alojamento, e serviços, desde a cultura ao artesanato, etc, etc. Algo imponente que faça com que toda a gente da região e alem fronteiras pretenda visitar (citando exemplos como Sun City ou Ushaka Marine World em Durban, Marine Water Front em Cape Town)”.
“Depois de conseguirmos por um Pólo a funcionar como deve ser, podemos replicar as experiências por outros pontos do país. Em relação ao local onde isto deve acontecer, há discussões sobre se deveria ser no grande Maputo (que neste momento Congrega a Ponta do Ouro/Reserva dos Elefantes + Baixa da Cidade de Maputo até a Macaneta e as ilhas Xefina) ou a Praia do Tofo em Inhambane. Ambos são bons pontos de partida, o importante é tomar a decisão e fazer acontecer”, sugeriu o operador turístico.
No entanto João das Neves recordou ao @Verdade que continua a faltar também a “estruturação simples e prática para a atracção de turistas de lazer e negócios. Moçambique neste momento não consegue competir fortemente no mercado internacional que gasta milhões de dólares na divulgação dos seus destinos e precisa de encontrar formas inovadoras para se posicionar em um ou dois nichos de mercado apelando à cooperação internacional com os seus parceiros estratégicos para ajudar a impulsionar o fluxo de grupos regulares de turistas e visitantes a partir desses países, incluindo África do Sul, Portugal, Espanha, Itália, Holanda, China, Japão, Rússia, EUA, entre outros”.

“Por outro lado falta a coordenação de programas específicos envolvendo todos os intervenientes: as agências de viagens e operadores turísticos, os hoteleiros, as rent a car, os transportadores aéreos, terrestres e marítimos, os agentes do Estado, agentes da arte e cultura, promotores de eventos e a monitoria dos resultados desses programas de forma simples, prática e direccionada ao desenvolvimento do negócio”, concluiu o experiente operador turístico moçambicano.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Desporto | Contratação de Silas pelo Sporting é “tão ridícula como inaceitável”, diz a ANTF

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O Jogo
Varandas, "licenciado em medicina", criticado por escolher treinador sem qualificação

O Sporting apresentou Silas como o novo treinador, mas o técnico não tem as habilitações mínimas para poder exercer o cargo, facto que mereceu um veemente repúdio da Associação Nacional de Treinadores de Futebol (ANTF).

Em entrevista à Renascença, José Pereira, o presidente da ANTF, criticou duramente Frederico Varandas, o presidente dos leões, por dar cobertura à situação.

"Custa-me a acreditar que uma pessoa licenciada em medicina, como o presidente do Sporting, admita para exercer funções quem não está devidamente habilitado. São situações tão ridículas como inaceitáveis", afirmou.

Silas até pode orientar os treinos, mas nos jogos estará na mira da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, como lembrou o líder da ANTF.

"A nova lei determina que seja a própria ASAE a fiscalizar este tipo de situações", realçou, exemplificando que, como adjunto (é assim que vai constar na ficha de jogo), não poderá estar estar de pé na área técnica a dar indicações.

Isto porque Silas não tem o quarto nível UEFA Pro, necessário para orientar uma equipa da I Liga.

"No Belenenses SAD tinha que estar sentado no banco, podendo dar esporadicamente uma instrução, como pode um médico, um massagista, ou um fisioterapeuta. Se incumprir no Sporting, está sujeito a multas pecuniárias e suspensões", insistiu José Pereira.

A situação será ainda mais complicada na Liga Europa, uma vez que Silas nem sequer poderá participar nas conferências de imprensa nem nas entrevistas rápidas após os jogos.

"Poderá ir como adjunto, como acontece em Portugal. Como principal terá de estar outra pessoa com o quarto nível UEFA Pro e só essa pessoa poderá usufruir da área técnica e dar instruções aos jogadores, de acordo com a regulamentação", reforçou.

A nível oficial, o Sporting contratou um adjunto... até ao final da época. Isto porque Silas não conseguirá obter o quarto nível antes do campeonato terminar.

"Não está nos programas da Federação fazer um curso em novembro", explicou o presidente da ANTF, reagindo a algumas notícias que davam conta de que Silas iria obter a habilitação necessária em novembro.

"Aliás, nunca o fez e não acredito que faça um curso especial para o Silas. O próximo curso a realizar-se será no final do campeonato", concluiu José Pereira.

Bancada.pt

Tecnologia | Facebook esconde contador de “likes” a partir desta sexta-feira

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Renascença
Medida começa a ser testada na Austrália. Os utilizadores podem ver as reações dos seus posts, mas não a quantidade dos que o fizeram.

Como fazer com que os utilizadores liguem mais aos conteúdos das publicações? Acabar com “likes” (gosto em português). A medida arranca esta sexta-feira, na Austrália.

Os primeiros testes do Facebook para esconder o número de “likes” aos posts dos utilizadores arrancaram na Austrália. Assim, os utilizadores desta têm acesso a todos as pessoas que fizeram um “like” ou outra reação, mas não a quantidade.

A medida quer evitar que os utilizadores apaguem publicações por não terem o número de “likes” esperados e diminuir a constante comparação entre perfis.

Esta medida é semelhante ao que foi feito no Instagram, e depois da Austrália devem seguir-se outros países.

Segundo um porta-voz do Facebook, o objetivo é recolher feedback dos utilizadores para compreender se esta mudança vai melhorar a experiência das pessoas na rede social.

Os utilizadores vão poder continuar a expressar reações, como “adoro” ou “surpresa”, e a fazer comentários.

RR / Agências

Mundo | Encontrado corpo de bebé atirado ao rio pelo pai adolescente em Barcelona

Jornal SOL - SAPO
A polícia espanhola localizou o corpo sem vida do bebé atirado pelo pai ao rio Besòs, em Sant Adrià, nos arredores de Barcelona, na Catalunha.

O corpo do bebé, nascido na segunda-feira, foi encontrado pelos cães de busca num canavial daquele curso de água e recuperado pelos Mossos d' Esquadra (a polícia da Catalunha) após o corte das canas.

O bebé foi atirado ao rio ao final da tarde de terça-feira, pelo pai da criança, um jovem de 16 anos, que confessou o crime às autoridades. O juiz decretou que o jovem fosse internado em regime fechado durante seis meses num centro juvenil.

A mãe tem 13 anos e escondeu a gravidez. O casal reservou na segunda-feira um quarto de um hostel em Collblanc de l'Hospitalet, onde a jovem deu à luz. Depois limparam o quarto e deixaram o local como se nada tivesse acontecido.

Saíram com uma mala para Sant Adrià de Besòs, na terça-feira, e à tarde separaram-se. O pai foi visto a atirar a mala para o rio e testemunhas garantem que entrou depois num bar, encharcado e em estado de choque, até os pais chegarem ao local para o levarem a confessar.

JN
Foto  Epa/alejandro Garcia

México | Satisfacción Al Cliente Y Atención Personalizada, Aspectos Que Hacen Mejor Los Emprendedores Que Los Grandes Comercios Electrónicos


por Yesica Flores
De acuerdo con Mail Boxes Etc., los emprendedores digitales especializados en la venta de electrónicos deberán mejorar su logística de envíos para competir con las gigantes tiendas de comercio electrónico en México, las cuales ofrecen envíos confiables, rápidos, accesibles para la entrega de este tipo de productos que, generalmente, implican una inversión considerable para el consumidor.
La venta en línea de este tipo de productos ha superado la resistencia del consumidor por adquirir algo sin antes interactuar con él. Ahora con tan solo una detallada descripción de las características, fotos de todos los ángulos y videos que ilustren el producto, así como reseñas y evaluaciones de los clientes satisfechos, es que se fundamenta la decisión del comprador.
Los aparatos electrónicos se encuentran entre los más buscados en línea desde celulares hasta pantallas y refrigeradores, incluso en el mercado han surgido emprendimientos de personas que buscan generar un propio ingreso al crear tiendas en línea que ofrecen productos de doble uso, seminuevos, además de servicios de reparación.
De acuerdo con un estudio de la Asociación Mexicana de Venta Online (AMVO), las compras en línea se están diversificando para artículos tradicionalmente adquiridos en tiendas físicas; los electrónicos (computadoras, cámaras y celulares) y del hogar (decoración, muebles, electrodomésticos) son los más vendidos con una penetración de compra en línea de 65% y 63%, respectivamente. Además, durante la campaña Hot Sale que se realizó este año, la asociación logró un crecimiento de 77% en ventas en comparación con 2018, entre las que destacan los electrónicos (30%), celulares (21%) y electrodomésticos (19%).
Crear una tienda en línea para ofrecer productos electrónicos requiere planeación y conocimiento del mercado y de la competencia, por lo que la logística es uno de esos detalles que se deben cuidar para tener una propuesta única de valor que la haga diferente al resto, ya que la rentabilidad no solo dependerá de tener buenos productos sino de acompañar al consumidor en cada paso, desde que siente interés por el producto hasta que llega a sus manos.
“La experiencia de entrega debe ser grata, es un ingrediente clave en el éxito de los gigantes del comercio electrónico. Para que este simple proceso juegue a favor de la empresa no se debe pensar como un tema aislado sino dentro de la misma estrategia de negocio y definir cómo entregar un extra para que los clientes nunca olviden a la marca”, afirmó Ilan Epelbaum, director general de Mail Boxes Etc.
Algunas recomendaciones para asegurar que se está aplicando un diferenciador en los envíos son: personalizar la entrega según la persona que recibirá la compra con un diseño acorde a la ocasión. Incluir la opción de enviar el mismo día considerando a las nuevas generaciones ávidas de inmediatez, una plataforma para dar seguimiento en tiempo real, un empaque que proteja y brinde emoción a la experiencia y establecer una política accesible de devoluciones, además se debe considerar tener de un socio en logística para asegurarnos de que todo lo anterior suceda.
“La venta de electrónicos en línea se ha convertido en un negocio de alta demanda, por lo que tener un apoyo logístico es crucial para que los productos lleguen a su destino en el menor tiempo y costo posible, de manera que seamos competitivos frente a los gigantes. Se puede crear un envío que supere las expectativas y proporcione satisfacción al cliente a través de una atención personalizada. Todo aquello que un emprendedor puede hacer y que quizás no es posible manejar para una empresa de mayor tamaño”, finalizó Ilan Epelbaum.

Mundo | Women Economic Forum Llega A México Para Potencializar El Liderazgo De Las Mujeres


por Yesica Flores

  • La primera edición en el país contará con 70 galardonados
  • Durante los tres días de evento habrá 8 conferencias magistrales, más de 130 panelistas, cena de gala y un magno concierto
  • Women Economic Forum celebró 25 ediciones mundiales en abril de 2019
 #DreamsInAction: Conectando la fuerza humana” es el tema central del Women Economic Forum que se llevará  a cabo en el Centro CitiBanamex del 15 al 17 de octubre y recibirá a personalidades como Rosario Marín, Ex-tesorera mexicana de los Estados Unidos, Marcelo Ebrard, Secretario de Relaciones Exteriores de México, Irene Espinosa, Subgobernadora del Banco de México, Benjamín Salinas, Director General de TVAzteca, entre otros.
Women Economic Forum, es una organización sin fines de lucro con una visión filantrópica y un espíritu de colaboración de clase mundial, que ha creado conexiones con 100,000 miembros y mujeres inspiradoras en 150 países, llega a México por primera vez con el objetivo de apoyar el empoderamiento de la mujer.
Esta organización de la mano de ALL Ladies League, han creado una plataforma internacional que permite a mujeres y líderes ampliar oportunidades comerciales impulsadas por emprendedores, autores, líderes de opinión y celebridades más exitosos del mundo.
“Uno de nuestros objetivos es que las mujeres encuentren un rol de liderazgo en lo político, en lo laboral y en todos los aspectos de su vida. Al empoderarnos creamos redes de conexión y de sororidad que funcionen para impulsar una sociedad incluyente y con mayor equidad”, comentó Michelle Ferrari, Presidenta Women Economic Forum México.
Las actividades de inauguración y clausura, contarán con la presencia de la Dra. Harbeen Ahora, Fundadora y CEO Global de ALL Ladies League y del Women Economic Forum, Claudia Sheinbaum, Jefa de Gobierno de la CDMX, la Dra. Beatriz Gutiérrez Müller, Presidenta del Consejo Asesor Honorario de la Coordinación Nacional de Memoria Histórica y Cultural de México, Michelle Ferrari, Presidenta Women Economic Forum México, entre otros, además personalidades como Yalitza Aparicio, la Dra. Olga Sánchez Cordero, Secretaria de Gobernación, Adela Micha, periodista, Sergio “Checo” Pérez, piloto de automovilismo, Alfonso Cuarón, director y productor de cine, Martha Debayle, locutora y empresaria, son sólo algunos de los galardonados.
México aún tiene retos para integrar a las mujeres en el ámbito laboral y disminuir la brecha salarial. Según cifras del Foro Económico Mundial, la población está compuesta en un 52% por mujeres, de la cual sólo cerca del 42% son económicamente activas y tiene un trabajo remunerado. De acuerdo a ONU Mujeres, las mexicanas ganan en promedio 16.5% menos que los hombres.
ALL & WEF se encuentran entre las redes de mujeres más grandes que ofrecen un gran impacto de apoyo, permitiendo conexiones globales para potenciar el emprendimiento y el liderazgo de las mujeres bajo el espíritu #SheforShe, #SheforHe y #HeforShe, siendo un movimiento de igualdad de género sin división de género.
Women Economic Forum, ha realizado ediciones a nivel mundial en Estados Unidos, Canadá, Europa, Reino Unido e India, donde la organización tiene su sede, alentando a reunirse para el intercambio de pares y la creación de redes que permiten “Business Beyond Borders” en un espíritu de hermandad.

Negócios | Thomas Cook. Governo abre cordões à bolsa com 150 milhões para as empresas

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TSF
Pedro Siza Vieira anunciou ainda que o Governo vai criar um plano especial de promoção para o Algarve e para a Madeira, no valor de dois milhões e 250 mil euros.O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, anunciou em entrevista à TSF que o Governo abriu "uma linha de crédito disponível para as empresas que possam ser afetadas pela insolvência da Thomas Cook que vai estar disponível para apoiar a tesouraria dessas empresas".

Pedro Siza Vieira explica que esta linha é criada no âmbito do programa Capitalizar: "São cerca de 150 milhões de euros que estão disponíveis e o crédito por empresa pode chegar até cerca de um milhão e meio de euros. Isso permitirá às empresas aguentar até um período de três anos em condições muito favoráveis àquilo que possa ser uma quebra da sua tesouraria motivada por estas insolvências."
O governante explica que pelo peso daThomas Cook nas regiões do Algarve e da Madeira é necessário "fazer um esforço grande para conseguir recuperar turistas para essas regiões".
"Vamos fazer um plano especial de promoção para o Algarve e para a Madeira, no valor de dois milhões e 250 mil euros, que será feito em parceria com a Associação de Turismo do Algarve e a Associação de Promoção da Madeira para conseguirmos promover estes destinos, aumentar a oferta de transporte aéreo e de operação turística para alguns mercados emissores onde a Thomas Cook tinha mais importância. Desde logo o Reino Unido, mas também a Alemanha, a França, a Holanda, os países nórdicos ou a Polónia", anunciou.
TSF