sexta-feira, 27 de setembro de 2019

CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO DE PAIVA ASSINOU PROTOCOLOS, Distribuição de fruta gratuita e lanche escolar para todos



PARA GARANTIR REFEIÇÕES ESCOLARES E ACTIVIDADES DE APOIO

. Medida abrange 900 alunos do 1º Ciclo e do ensino Pré – Escolar 
A Câmara Municipal de Castelo de Paiva, assinou hoje, com diversas IPSS e instituições do concelho, Protocolos de Colaboração para assegurar o serviço de Refeições Escolares a todos os alunos que estejam a frequentar o 1º Ciclo do Ensino Básico, bem como actividades de animação e apoio à família no Pré – Escolar ( refeição + prolongamento de horário ), uma medida social que abrange cerca de 900 alunos, sendo 559 do 1º Ciclo do Ensino Básico e 260 relativos ao ensino Pré – Escolar. 

Ao nível das refeições escolares no 1º Ciclo do Ensino Básico, a edilidade paivense assinou protocolos, relativas às duas componentes educativas, com o Centro Social de Real, o CENTRUM F de Fornos, o Centro Social de Santa Maria de Sardoura, o Centro Social do Couto Mineiro do Pejão, os Serviços Sociais e Culturais e Desportivos da CM de Castelo de Paiva, a APPACDM de Sabariz e a Associação de Solidariedade Social “ Os Cucos “ de Bairros, sendo que estas medidas de apoio social abrangem alunos de todas as freguesias do município, porque todas têm cobertura destas componentes educativas.

Na perspectiva do presidente da Câmara Municipal, Gonçalo Rocha, esta é uma medida de grande alcance social, que representa um excelente contributo para auxiliar as famílias paivenses, nestes tempos em que, cada vez mais se evidenciam as dificuldades económicas, potenciando uma poupança que poderá ser aplicada em outras necessidades da vida familiar.

Na verdade, destaca o edil paivense, “ desde que assumimos a gestão municipal, elegemos como eixo fundamental da nossa acção governativa, as politicas educativas e sociais e estamos a fazer tudo para ajudar as famílias paivenses nestes âmbitos, daí considerar que, são vertentes fundamentais da valorização humana, que procuramos manter e até reforçar, mesmo que isso possa representar elevados custos, perante a gravíssima situação financeira que herdamos na gestão municipal e das pesadas restrições impostas pela Administração Central que, nos obrigam todos os dias, a fazer grandes sacrifícios e a realizar um enorme esforço para com dignidade, honrar os nossos compromissos “.

Gonçalo Rocha enalteceu a qualidade do serviço que tem sido prestado por estas entidades locais, e evidenciou que, “ ambicionamos fazer mais, até porque queremos continuar a corresponder às necessidades que, neste âmbito educativo, se fazem sentir… e acredito que só através de um continuo investimento na melhoria das condições de acesso ao ensino é que o concelho de Castelo de Paiva pode chegar à prosperidade que se deseja para todos, e ao crescimento e desenvolvimento sustentado que todos ambicionamos para a nossa terra “.

Recorde-se entretanto que, no novo ano lectivo recentemente iniciado, a CM de Castelo de Paiva vai continuar a assegurar a distribuição gratuita de fruta nas escolas do concelho, uma iniciativa com três distribuições semanais, ao mesmo tempo que a autarquia mantém a acção, também orientada para as crianças do 1º Ciclo do Ensino Básico, com a atribuição do Lanche Escolar, a ser gratuitamente distribuído duas vezes por semana nos estabelecimentos de ensino de Castelo de Paiva, mantendo-se a participação ao nível da comparticipação das Refeições Escolares.

O autarca realça que, são medidas importantes para tornar mais saudável a vivencia escolar das crianças e ajudar as famílias paivenses nesta época de carência e contrariedades, sendo um bom contributo nesta fase difícil, em que as despesas se avolumam no arranque escolar.

Carlos Oliveira

Proença-a-Nova atrai cada vez mais turistas nos meses de verão


O concelho de Proença-a-Nova está cada vez mais no centro das atenções dos turistas. Durante os meses de julho e agosto foram vários os que escolheram Proença-a-Nova como destino de férias. “A aposta na criação de condições para que os turistas escolham Proença-a-Nova como destino de férias está a dar frutos e as estatísticas comprovam-no. Proença-a-Nova tem condições de atratividade diferenciadas: desde o património histórico ao património natural e à nossa floresta, passando pela nossa gastronomia. Aquilo que o turista que nos interessa efetivamente procura é aquilo que o Interior de uma forma geral mais pode oferecer, que é o turismo de autenticidade, o turismo ambiental, o turismo gastronómico. Mas, mais importante do que a geografia, Proença-a-Nova é o sítio certo”, afirma João Lobo, Presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova. 

O Centro Ciência Viva da Floresta continua a ser o equipamento turístico mais visitado do concelho: nos meses de julho e agosto recebeu mais de 2.300 visitantes, na sua maioria franceses, seguido do Reino Unido. As atividades do Ciência Viva no Verão contaram com 120 participantes, com destaque para “O que contam as estrelas” e “Os Segredos do Vale Almourão”. Seguiu-se o Parque de Campismo da Praia Fluvial da Aldeia Ruiva, de gestão municipal, que recebeu mais de 1.000 campistas, entre junho e agosto. 

Ao longo destes meses, o Município de Proença-a-Nova promoveu um programa repleto de atividades que animaram residentes e visitantes do concelho. As praias fluviais e zonas balneares de Proença-a-Nova receberam o Festival das Artes da Beira Baixa, do projeto Beira Baixa Cultural, um conjunto de cinco espetáculos que animaram os principais pontos de atração do concelho durante o verão. Este festival aconteceu na Zona Balnear de Alvito da Beira, a 20 de julho, na Praia Fluvial da Fróia a 1 de agosto, na Zona Balnear da Cerejeira a 8, na Praia Fluvial da Aldeia Ruiva a 22 e na Praia Fluvial do Malhadal a 29. 

O Proença Anima o Teu Verão encerrou a época de 2019 com um balanço muito positivo na generalidade das iniciativas concretizadas. O destaque recaiu na Descida de Rio Ocreza, a 27 de julho, que bateu o recorde de participantes: dividida em três momentos, manhã, tarde, esta atividade recebeu cerca de 100 pessoas que quiseram desfrutar da beleza ímpar do Rio Ocreza e da Barragem da Pracana. A par das brincadeiras proporcionadas pelo parque aquático Fluvifun instalado no Malhadal, a Tarde Aventura contou com cerca de 100 participantes que disfrutaram de atividades como slide, rappel e canoagem, aproveitando o espelho de água da ribeira do Malhadal. As habituais aulas de hidroginástica percorreram as piscinas públicas de São Pedro do Esteval, todas as segundas e quartas-feiras, e Pedra do Altar, às terças e quintas-feiras, e todas as sexta-feira na Piscina Municipal, contaram com uma média de 15 pessoas por aula, em linha com as edições anteriores. 

Paralelamente ao programa de atividades desportivas, a Unidade Móvel de Saúde visitou as praias fluviais durante os meses de julho e agosto, sensibilizando os veraneantes para os cuidados a ter com o sol, ao mesmo tempo que se fazem rastreios que permitem avaliar alguns indicadores de saúde. Nesta época balnear, a novidade foi a inclusão das piscinas públicas de Pedra do Altar e São Pedro do Esteval no roteiro da UMS, num total de 26 saídas e 405 atendimentos, dos quais 113 foram pessoas de fora do concelho. 

A iniciativa Tira Bilhete pró Mergulho, o transporte de praia gratuito do município, voltou a conquistar os veraneantes, transportando 470 pessoas, entre junho e setembro, sendo que os meses mais fortes foram julho com 195 pessoas e agosto com 180.

Município de Carregal do Sal

Um concerto pelo grupo Viriatus assinala as comemorações concelhias das Jornadas Europeias do Património 2019.
Hoje à noite, às 21h30, no Parque Alzira Cláudio, desfrute de um serão diferente que alia a arte, como fonte de entretenimento, ao lazer...
Associe-se à efeméride!

GÓIS |Comemoração do Dia Mundial de Turismo



O Município de Góis assinala o Dia Mundial do Turismo através da celebração de contrato, com a empresa Construções Castanheira e Joaquim, Lda., dando-se início à Construção de Bar/Restaurante, Arranjos Exteriores, Ponte Pedonal e Apoios na Praia Fluvial de Alvares.

A empreitada, que decorrerá durante a época de inverno, tem um prazo de execução de 180 dias, prevendo-se que a mesma esteja concluída já na próxima época balnear.

Alentejo | Semana Gastronómica Sabores do Lago em 10 restaurantes do concelho de Reguengos de Monsaraz


A Semana Gastronómica Sabores do Lago vai decorrer de 4 a 13 de outubro em 10 restaurantes do concelho de Reguengos de Monsaraz. Esta iniciativa organizada pelo Município de Reguengos de Monsaraz está integrada no Reguengos à Mesa, que inclui quatro semanas gastronómicas durante o ano.

Na Semana Gastronómica Sabores do Lago cada restaurante vai propor aos clientes um prato confecionado com os peixes que podem ser pescados no Grande Lago Alqueva. Em Reguengos de Monsaraz participam os restaurantes Herdade do Esporão (Lúcioperca, alho e coentros), A Moira (Lúcioperca com migas de poejo), O Gato (Sopa de peixe do rio) e Casa do Benfica em Reguengos de Monsaraz (Lúcioperca frito).

Na freguesia de Monsaraz aderiram à semana gastronómica os restaurantes Centro Náutico de Monsaraz (Sopa de peixe do rio à antiga), Casa do Forno (Lúcioperca à casa), Sem-fim (Lúcioperca grelhado com molho de poejos e migas de batata) e O Bizaca (Lúcio frito com migas de tomate). Em Campinho vão participar os restaurantes Monte D’Açorda (Açorda de peixe) e o Monte de Palaios (Sopa de peixe do rio).

Hélio Loureiro, chefe de cozinha com mais de 30 anos de carreira, gastrónomo e investigador na arte da cozinha, com uma forte ligação aos vinhos, responsável gastronómico da seleção nacional de futebol durante duas décadas, autor de mais de 20 livros de gastronomia e apresentador de programas de televisão, é o consultor do Reguengos à Mesa.

No âmbito desta iniciativa já decorreram semanas gastronómicas dedicadas ao porco (22 a 31 de março) e ao borrego (5 a 14 de abril). A fechar esta edição do Reguengos à Mesa vai ser organizada de 1 a 9 de novembro a Semana Gastronómica da Caça.

Mundo | A busca mundial de uma mulher com leucemia para encontrar um dador de medula compatível

 


Astrid com o marido e os dois filhos
Help-astrid.com

Tenho leucemia. A minha herança africana não me deixa encontrar um dador de medula.” O apelo da alemã Astrid está a correr mundo. No sábado vai haver uma campanha de recolha de sangue e registo de dadores de medula óssea em Lisboa
Sara Rodrigues
Jornalista

Astrid tem 42 anos, vive em Frankfurt, na Alemanha, e uma doença que depende da ajuda de outra pessoa. Precisa com urgência de um transplante de medula óssea.

Desde janeiro, altura em que os médicos chegaram à conclusão que as sessões de quimioterapia não estavam a resultar, que os seus familiares e amigos andam a correr mundo para encontrar um dador compatível para reverter a leucemia mieloide aguda de Astrid.

O facto de ter origem multi-étnica (pai nigeriano e mãe alemã) tem transformado esta busca naquilo que se costuma apelidar de "procurar uma agulha num palheiro".

A origem étnica tem um papel fundamental nas doações de células estaminais. Para haver o que se costuma designar de match (pessoa compatível com outra, podendo ser a dadora) tem de existir a mesma herança genética. E o problema é ainda mais complicado quando há genes mistos, como é o caso de Astrid, já que apenas 3% dos dadores registados são multi-étnicos.

Haver um dador compatível é mais difícil para as pessoas que não são brancas, já que, dos mais de 35 milhões de dadores que existem no mundo, 95% são caucasianos e a sua constituição genética é diferente de um indivíduo negro ou oriental.

Depois de verificar, a nível mundial, que não existia ninguém compatível registado e que os dadores multi-étnicos eram uma pequena minoria, a família e os amigos lançaram-se numa corrida mundial para a ajudar, mas também para alertar para a diminuta lista de pessoas de origem africana ou com genes mistos.
Astrid ao colo do pai
Help-astrid.com

Foi lançada uma campanha internacional denominada #MatchMyMix! (com presença em todas as redes sociais) e o site Help Astrid “Se um dos teus progenitores for da África Ocidental, de preferência da Nigéria e do grupo étnico Ibo/Igbo, e o outro progenitor for europeu podes salvar a minha vida através de uma doação de células”, apela-se.

Já foram feitas algumas dezenas de colheitas na Alemanha, Nigéria, Gana, Reino Unido e EUA.

No sábado, dia 28 de setembro, é a vez de Portugal. Em dois locais diferentes de Lisboa: o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) vai recolher sangue e fazer o registo para dadores de medula nas instalações da Igreja de Santa Isabel, na Rua Saraiva de Carvalho, 2A, entre as 9 horas e as 13 horas; o outro local, também com organização do IPST, é o Hospital Júlio de Matos, Avenida do Brasil 53, Pavilhão 17, entre as 8 horas e as 19 horas.
Cartaz da campanha mundial
Help-astrid.com

“Ela não vai sobreviver se não fizer o transplante de medula”, diz, à VISÃO, Judy Asamoah, a amiga de Astrid, residente em Lisboa há vários anos, responsável pela campanha de apelo em Portugal. “Agora está a fazer um tratamento para a manter estável, mas só um transplante a pode salvar.”

E porquê Portugal? Os amigos e familiares chegaram à conclusão que “existe uma variedade muito grande de pessoas com heranças multi-étnicas devido ao passado do país”, nota Judy, que aliás, acrescenta, “a mistura genética aqui é muito mais interessante do que a da Alemanha”.

A recolha, a cargo do IPST, vai decorrer durante todo o dia com uma equipa preparada para receber as amostras de sangue e os registos para dadores de medula.

Em Portugal, segundo números fornecidos pelo IPST, há 403 832 dadores registados e a grande maioria, embora não haja valores certos, é que 95% dos inscritos sejam caucasianos.

Maria Antónia Escoval, presidente do Conselho Diretivo do IPST, em reposta por e-mail à VISÃO, aponta para a emotividade que casos particulares possam causar e apela a que “os dadores se inscrevam com serenidade e por decisão própria” e “após total esclarecimento sobre o processo, até à dádiva e após esta”.

A especialista diz que, perante o número de dadores já existentes e “a diversidade genética já representada, não há urgência em colher mais mil ou dois mil dadores” nesta ação. Por experiência, refere que “iniciativas deste género, na sua maioria, apenas ajudam a introduzir dadores geneticamente idênticos aos já existentes”. “Não será nesse grupo que vamos encontrar um dador específico para um doente se ele não existir já em mais de 35 milhões.”

Aliás, e a curto prazo, será o Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (CEDACE) “a determinar quando e onde pretende colher, com base em estudos que permitem identificar as regiões onde ainda é possível aumentar mais a diversidade genética, e assim ajudar mais doentes”, diz Maria Antónia Escoval.

Astrid soube que tinha leucemia mieloide aguda – cancro raro e agressivo do sangue e da medula óssea que interfere no desenvolvimento de células sanguíneas saudáveis – em setembro de 2018.

Fez tratamentos de quimioterapia que começaram por dar alguma esperança aos médicos, mas que durou pouco. Em janeiro “ficou claro que a única hipótese de vencer o cancro seria através de um transplante de medula”, escreveu a alemã no seu site.

Com dois filhos, de 9 e 12 anos, ela, o marido, Florian (que está numa cadeira de rodas devido a um acidente de moto em 2014), e os amigos juntaram-se para esta campanha mundial que, esperam, venha a ter resultados rápidos.




Algarve | Ir às compras sem dinheiro

Cacela Velha recebe, no domingo, 29 de setembro, entre as 15h00 e as 18h00, mais uma edição do Mercado de Trocas.Esta iniciativa possibilita a troca de bens ou serviços de forma direta, sem recorrer a dinheiro, permitindo a todos a experiência de uma realidade onde não existe moeda ou limitações económicas.
No Mercado de Trocas podem ser encontrados muitos produtos alimentares como legumes, fruta, plantas, ervas aromáticas, mel, bolos, pão, compotas ou todo o tipo de artesanato.
Este evento é organizado pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, através do Banco Local de Voluntariado, e conta com a colaboração do Centro de Investigação e Informação do Património Cultural de Cacela (CIIPC) e da Associação de Defesa, Reabilitação, Investigação e Promoção do património Natural e Cultural de Cacela (Adrip).
A entrada é livre.