quarta-feira, 10 de março de 2021

Marcelo nomeia Lídia Jorge para o Conselho de Estado e renomeia quatro conselheiros

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, nomeou hoje a escritora Lídia Jorge para o Conselho de Estado e renomeou os quatro conselheiros do seu anterior mandato, Lobo Xavier, Marques Mendes, Leonor Beleza e António Damásio.

Estas nomeações foram divulgadas no sítio oficial da Presidência da República na Internet, ao final do primeiro dia do segundo mandato de Marcelo Rebelo de Sousa como chefe de Estado.

De acordo com a Constituição da República Portuguesa, o Conselho de Estado, órgão político de consulta presidencial, é composto por "cinco cidadãos designados pelo Presidente da República pelo período correspondente à duração do seu mandato", e também por cinco eleitos pela Assembleia da República pelo período correspondente ao da legislatura, além dos membros por inerência.

No início do seu anterior mandato, Marcelo Rebelo de Sousa nomeou para o Conselho de Estado António Lobo Xavier, Luís Marques Mendes, Leonor Beleza, Eduardo Lourenço e António Guterres, que renunciou ao seu lugar neste órgão após ser eleito secretário-geral das Nações Unidas, tendo sido substituído por António Damásio.

O professor e ensaísta Eduardo Lourenço morreu em 1 de dezembro do ano passado, aos 97 anos, e não foi substituído como conselheiro de Estado.

Lusa


Igualdade na ignorância: objetivo socialista

 

As habilidades não cognitivas, como a disciplina, podem estar mais associadas ao sucesso escolar do que alto QI. São estabelecidas desde a primeira infância, devido à hereditariedade e ao ambiente familiar, especialmente pelo nível de educação dos pais.

  • José Antonio Ureta

Aagenda igualitária da esquerda tem sido uma das grandes beneficiárias da covid-19. Junto com a China, ambientalistas verdes e promotores da governança global mal conseguem esconder sua alegria e satisfação com os fatos recentes.

No mês passado tivemos uma eloquente amostragem disso em Portugal, governado pelos socialistas. A fim de evitar oportunidades ‘desiguais’, o Conselho de Ministros luso proibiu as escolas particulares de ministrar aulas on-line durante o atual confinamento, imposto ao país sob o pretexto de impedir a propagação da ‘variante britânica’ do coronavírus… (Ai de quem pensar, e muito menos falar, em ‘vírus chinês’!).

Para isso foram decretadas férias antecipadas de 15 dias, válidas para todos os níveis de ensino, podendo ser prorrogadas. “Esta é uma interrupção letiva para todos”, afirmou o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, quando questionado sobre a possibilidade de os estabelecimentos fora da rede pública continuarem com o ensino à distância. “Este ziguezaguear, não digo oportunismo, mas espreitar sempre à exceção ou tentar fazer diferente é o que nos tem causado tantos problemas em termos de sociedade”, destacou o ministro. Essa alusão se deve a que, no confinamento anterior, as escolas privadas continuaram a funcionar com aulas virtuais, enquanto a maioria das escolas públicas não podia fazê-lo por falta de meios.

Nesse ínterim foram distribuídos 110 mil computadores, e o ministro anunciou que 335 mil já foram adquiridos, mas ainda não foram entregues. Daí a extravagante decisão de que as escolas particulares não podem dar suas aulas on-line até que todos tenham as mesmas condições de estudar em casa.

Herança de socialistas históricos

Tiago Mayan Gonçalves, candidato liberal derrotado nas recentes eleições presidenciais, denunciou: “O que o ministro recomenda é o nivelamento de toda a população, sem qualquer tipo de justificação e sem qualquer fundamento no atual estado de emergência”. Rui Rio, presidente do Partido Social Democrata e líder da oposição, afirmou: “A proibição das aulas digitais no ensino privado é uma medida totalitária de perfil marxista. Não tem nada a ver com a defesa do interesse público, muito menos com a defesa da saúde pública. É a esquerda no seu pior”.

         Diante dos protestos generalizados, o primeiro-ministro foi forçado a um recuo paliativo, dizendo que as escolas poderiam continuar a “trabalhar” com os alunos durante as férias forçadas, dando a entender que se trataria apenas de um reforço escolar, sem avançar no ensino das matérias do programa.

         A esquerda sempre odiou a educação privada e sonhou com um sistema único de ensino, alegando que a escola é um instrumento de dominação burguesa, e que as consequentes desigualdades na vida profissional não resultam do mérito, mas da qualidade desigual da formação recebida.

         Para igualar a sociedade, nada melhor do que igualar escolas, métodos pedagógicos e formação de professores. O Manifesto dos Iguais, escrito por Gracchus Babeuf durante a Revolução Francesa, já assinalava: “Não queremos a igualdade apenas inscrita entre os direitos humanos; mas a queremos em nosso meio, sob o teto de nossas casas. Faremos qualquer coisa para obtê-la; por ela, faremos tábula rasa. Pereçam todas as artes, se necessário, desde que tenhamos uma igualdade real”.

Comprovação científica da herança cultural

Os estudos do sociólogo francês Raymond Bourdon [foto] concluíram que as políticas educacionais implementadas para obter a tão sonhada igualdade de oportunidades não contribuíram para maior mobilidade social, mas para uma queda do nível geral de educação e uma desvalorização dos diplomas.

O sociólogo francês Raymond Bourdon [foto] estudou as políticas educacionais das democracias liberais desde a década de 1960, e observou que todas pareciam guiadas pelo mesmo princípio: “Igualar ao máximo as chances de todos terem acesso a um diploma, para atenuar o máximo possível a influência da origem social no nível educacional”. Igualdade em oportunidades de educação, igualdade em oportunidades de emprego, e portanto no status econômico e social.

         Os estudos de Bourdon concluíram, no entanto, que as políticas implementadas para obter a tão sonhada igualdade de oportunidades não contribuíram para maior mobilidade social, mas para uma queda do nível geral de educação e uma desvalorização dos diplomas, prejudicando especialmente os mais aptos em condições inferiores.

O sucesso profissional resulta sobretudo das capacidades individuais, sejam elas cognitivas ou não. Isso foi demonstrado por quatro economistas e sociólogos franceses no livro La Machine à trier (A máquina de triagem). Afirmam eles que habilidades não cognitivas, como a disciplina, podem estar mais associadas ao sucesso escolar do que alto QI. São estabelecidas desde a primeira infância, devido à hereditariedade e ao ambiente familiar, especialmente pelo nível de educação dos pais.

Este último aspecto do problema foi amplamente estudado pelos professores Betty Hart, especialista em Desenvolvimento Humano, e Todd R. Risley, especialista em Psicologia. Um resumo de suas conclusões foi publicado com o título The Early Catastrophe – the 30 million word gap by age 3 (A catástrofe precoce – lacuna de 30 milhões de palavras aos 3 anos). Durante dois anos e meio eles registraram — um dia por mês, durante várias horas — a vida de 42 famílias divididas em três níveis socioeconômicos, incluindo algumas famílias afro-americanas em cada grupo.

Após digitalizar as conversas, mediram tanto o número de palavras usadas pelos pais quanto o número usado por crianças de seis meses a três anos. Verificaram que uma criança cuja família vive do subsídio estatal ouviu em média 616 palavras diferentes por hora, enquanto uma criança da classe média trabalhadora ouviu 1.251 palavras diferentes no mesmo período de tempo. Já um filho de profissionais ouviu 2.153.

         Como a memorização depende muito da repetição, os cientistas destacaram que num período de quatro anos um filho de profissionais teria uma experiência acumulada de 45 milhões de palavras ouvidas; uma criança da classe trabalhadora, 26 milhões; e uma criança de família pobre, apenas 13 milhões. Resultado: uma lacuna de 30 milhões de palavras em três anos.

         Outro cientista, Dale Walker, completou o estudo analisando o crescimento do vocabulário dos filhos de 23 das 42 famílias originais, quando atingiam nove a dez anos de idade. Como se pode imaginar, nas diferentes provas o resultado foi a constatação de uma correlação direta entre o nível de proficiência do idioma aos três e aos dez anos de idade.

         Em razão de seus preconceitos igualitários, Hart e Risley concluem, não sem uma ponta de amargura, que “tanta coisa está acontecendo com as crianças durante os primeiros três anos em casa, numa época em que são especialmente maleáveis e dependendo de modo exclusivo da família em suas experiências da vida, que ao atingir três anos [idade de entrada no jardim de infância]uma intervenção [externa dos pedagogos] deve corrigir não só a falta de conhecimentos e competências, mas também a abordagem geral das experiências de vida”.

         Devemos torcer para que o Ministro da Educação de Portugal não saiba disso, do contrário proporá retirar os filhos da tutela dos pais, antes que seja tarde [para a educação de caráter socialista, é claro]. Ou, pelo menos, proibirá os pais de falar com os filhos, para não se configurar a ‘maldita’ desigualdade de oportunidades. Poderá ainda repetir, com o autor do Manifesto dos Iguais“Pereçam, se necessário, todas as artes, desde que tenhamos igualdade real…”

ABIM

Arrancou a Campanha Desportiva da Columbófila Cantanhedense

No arranque da Campanha 2021 da Sociedade Columbófila, Emanuel Ventura é também o primeiro líder da Classificação Geral de Concorrentes e do Troféu Crédito Agrícola.

Com a realização da prova de Figueira de Cavaleiros 1, iniciou-se o Campeonato 2021 da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que nesta campanha conta com a participação de 49 equipas.

Integrando o calendário oficial da Associação Columbófila do Distrito de Coimbra, este concurso foi ganho pelo associado Emanuel Ventura, que desta forma é igualmente o primeiro líder da Classificação Geral de Concorrentes e do Troféu Crédito Agrícola, conforme se pode aferir nas seguintes tabelas:

Prova – Figueira de Cavaleiros 1 - (253 kms – Velocidade)

1º lugar – Emanuel Ventura – 637 pontos; 2º - Nelson Rainho - 619; 3º - Lusitano Espinhal – 617; 4º - José Rossa Ribeiro -  615; 5º - Lusitano Espinhal - 614; 6º - Emanuel Ventura - 598; 7º - Euclides Pimenta - 593; 8º - Emanuel Ventura - 591; 9º - Nelson Rainho - 570; 10º - António Oliveira - 570.

Classificação Geral de Concorrentes

1º lugar – Emanuel Ventura – 637 pontos; 2º - Nelson Rainho - 619; 3º - Lusitano Espinhal – 617; 4º - José Rossa Ribeiro -  615; 5º - Lusitano Espinhal - 614; 6º - Emanuel Ventura - 598; 7º - Euclides Pimenta - 593; 8º - Emanuel Ventura - 591; 9º - António Oliveira - 570; 10º - Nelson Rainho - 570; 11º - José Catarino - 568; 12º - Nuno & Filho 564; 13º - Fernando Pereira – 599; 14º - José Catarino - 545; 15º - Manuel Barreto - 544; 16º - Vitor Ferreira - 543; 17º - Marco Ferreira – 530; 18º - Fábio Cruz - 524; 19º - Vitor Ferreira - 517; 20º - António Santos – 506; 21º - José Rossa Ribeiro - 470; 22º - Lusitano Espinhal - 452; 23º - Fernando Pereira - 439; 24º José Santos - 420; 25º - Gonçalo Paião  380; 26º - Nuno & Filho - 354; 27º - Marco Ferreira – 341; 28º - Cidálio Salvador - 338; 29º - José Oliveira - 326; 30º - Cesar Rainho - 318; 31º - Nuno & Filho - 318; 32º - Manuel Frade – 315; 33º - Asas de Lemede – 310; 34º - Manuel Barreto – 283; 35º - Humberto Carvalho – 272; 36º - Francisco Santos– 267; 37º - Jorge Monteiro  252; 38º - Euclides Pimenta - 238; 39º - Humberto Carvalho - 237; 40º - António Santos  215; 41º - Fábio Cruz– 202; 42º - José Oliveira – 197; 43º - Manuel Frade – 174; 44º - Gonçalo Paião – 170; 45º - Avelino Soares – 122; 46º - Cesar Rainho – 109; 47º - José Vinagreiro – 51; 48º - Carlos Pereira – 37; 47º - Fábio Cruz – 36.

Troféu Crédito Agrícola

1º - Emanuel Ventura – 320 pontos; 2º - Emanuel Ventura – 317; 3º - Lusitano Espinhal – 311.

 

Marinha Grande celebra 33º aniversário da sua elevação a cidade

A Marinha Grande celebra o 33º aniversário da sua elevação a cidade na próxima quinta-feira, 11 de março, através de um programa que vai ser transmitido online e que envolve as restantes cidades irmãs.

O programa conta com a participação das quatro cidades irmãs de Marinha Grande, Fundão, Montemor-o-Novo e Vila Real de Santo António, através de um webinar que terá a participação dos respetivos presidentes de Câmara. O programa da Marinha Grande incluiu ainda a transmissão da mensagem da Presidente Cidália Ferreira, de videos do concelho e de uma peça de teatro.

Para a presidente da Câmara da Marinha Grande, Cidália Ferreira, “é um orgulho olharmos para a Marinha Grande de hoje, 33 anos após a sua elevação a cidade, e constatarmos a sua evolução e projeção mundial, sobretudo devido à pujança da indústria”. A autarca acrescenta que “o nosso concelho está na vanguarda da indústria, ciência e tecnologia, que denota o enorme empreendedorismo dos nossos empresários, o dinamismo dos agentes locais, culturais, desportivos e sociais e o trabalho do Município em prol do bem-estar das populações”.

A elevação a cidade está ainda associada “ao projeto educativo «À Descoberta das 4 Cidades», que é realizado pelos quatro municípios há 27 anos e que tem permitido o intercâmbio de alunos do 1º ciclo, suas famílias, professores, autarcas e técnicos dos municípios, com o objetivo de dar a conhecer cada concelho, a nível geográfico, social, cultural e económico”, acrescenta a presidente da Câmara da Marinha Grande.

O programa das comemorações do 33º aniversário da elevação da Marinha Grande a cidade vai ser transmitido na página de Facebook do Município e é o seguinte:

Facebook da Câmara Municipal da Marinha Grande

11 de março de 2021

9h00 | Mensagem da Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Cidália Ferreira

09h30 | Vídeo do Projeto à Descoberta das 4 cidades
 
10h00 |  Webinar das Comemorações do 33º Aniversário de Elevação a Cidade de Fundão, Marinha-Grande, Montemor-o-Novo Vila Real de Santo António
Direto nas páginas de Facebook dos 4 Municípios

Intervenções:
Presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes
Presidente da Câmara Municipal de Marinha Grande, Cidália Ferreira
Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Hortênsia Menino
Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Conceição Cabrita
Coordenador do Projeto “À Descoberta das 4 cidades”, Joaquim Luís Gouveia

Lançamento do site das 4 Cidades e do Jogo "Usos da Água, Ontem e Hoje", pelos técnicos Catarina Oliveira e Hugo Rodrigues

Hino “Caracol da Amizade”, do projeto “À Descoberta das 4 Cidades”

15h00 | Vídeo promocional da Marinha Grande (o das praias)
 
17h45 | Mensagem da Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Cidália Ferreira
 
18h00 | Espetáculo de teatro "GAITAS, MANTAS E CHOURIÇAS”, pelo Grupo Teatro à Solta
#casadaculturapromoveaculturaemcasa

Sinopse
Sabem o que são Lendas? São histórias muito antigas, que passam de geração em geração para que as pessoas saibam como eram os hábitos de uma época diferente da sua, e que identificam as tradições e cultura de uma comunidade. E sabem o que têm em comum gaitas, mantas e chouriços? São todos elementos de lendas muito engraçadas que fazem parte da nossa História! Se estiverem preparados para umas boas gargalhadas, juntem-se a nós e fiquem a conhecê-las!

Ficha Técnica
Criação coletiva a partir de lendas
Duração: 50 minutos
Classificação: M 3
Dramaturgia: Suzanna Rodrigues
Encenação: Cristóvão Carvalheiro
Interpretação: Tânia Catarino, Jaqueline Figueiredo, Eurico Santos & Cristovão Carvalheiro
Cenografia: Miguel Tepes
Ilustrações: Sara Allen
Figurinos: Cristina Ferreira.

RONDA Leiria Poetry Festival começa esta sexta-feira e transforma a cidade na capital da poesia


Imperdível e memorável! É assim que o Ronda Leiria Poetry Festival será vivido e sentido em Leiria e no mundo durante os 10 dias em que vai decorrer, online.

Entre 12 e 21 de março, o RONDA Leiria Poetry Festival irá receber entrevistas, conferências, debates, workshops, vídeo-poemas, espetáculos musicais e performances poéticas, num total de 65 horas de programação, com 200 convidados de 40 países.

No ano em que Leiria comemora o quarto centenário da morte do seu poeta maior – Francisco Rodrigues Lobo – este é um evento que celebra, também, o seu legado, afirmando Leiria como território de poesia e de poetas.

Promovido pelo Município de Leiria, Leiria Cidade Criativa da Música e Livraria Arquivo, o RONDA Leiria Poetry Festival traz até nós e leva ao mundo, sempre em formato digital, participantes como o francês Gilles Lipovestsky, o norte-americano Jack Hirschman, o angolano Ondjaki ou ainda Tyehimba Jess, Dwayne Betts, Bejan Matur, Lebo Mashile, Arthur Sze e Yoko Tawada.

Entre os autores convidados para o RONDA, temos referências nacionais de um mérito incontornável, com Luís Tinoco, Regina Guimarães, José Luís Peixoto, Nuno Júdice, José Anjos e João de Melo.

Sendo Leiria uma Cidade Criativa da Música UNESCO, a música estará sempre presente neste festival, que termina com composições de Rita Redshoes, que musicou poemas de Francisco Rodrigues Lobo.

“Provavelmente a alegria”, pelo Grupo Leirena Teatro, sobe também ao palco “digital” do RONDA, através da dramatização do livro de Saramago “1993”, entre muitas e importantes atuações que incluem ainda uma ação poética no Estabelecimento Prisional de Leiria.

Entre 12 e 21 de março, num palco digital – de Leiria para o Mundo e do Mundo para Leiria – todos estão convidados a acompanhar o RONDA Leiria Poetry Festival em:


Toda a informação em https://leiriapoetryfestival.com/

“A melhor política económica hoje em dia é vacinar mais e mais rápido”

 A previsão de crescimento económico na zona euro para este ano foi melhorada em três décimas pela OCDE, estimando-se agora uma retoma de quase 4% no conjunto dos países da moeda única.

Em entrevista à Euronews, a economista-chefe da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico alertou no entanto para a importância de acelerar a vacinação e o problema de divergências de políticas de combate à epidemia entre os países.

A OCDE tinha publicado uma estimativa em dezembro, agora reviu-a à luz do progresso do combate global à pandemia e apontou a uma retoma de 5,6% a nível mundial, este ano, e de 4% em 2022, o que equivale a melhoria de 1,4% e 0,3%.

Colocando o foco na zona euro, após o mergulho de 6,8% no ano passado, o ano da Covid-19, a estimativa para este ano é uma subida de 3,9% e de 3,8% para 2022.

Muito importante para esta retoma será, no entanto, o progresso da vacinação contra a Covid-19, como nos explicou Laurence Boone.

"A melhor política económica hoje em dia é vacinar mais e mais rápido. Se estamos em guerra com o vírus , temos de ter recursos para essa guerra, [temos] de produzir e distribuir a vacina. O que vemos é que quando olhamos para um país como Israel, com uma taxa de vacinação altíssima, hoje em dia as restrições à mobilidade acabaram e a atividade económica está a ser retomada à velocidade da luz.

Vemos isso [também] com os Estados Unidos ou com o Reino Unido. Na Europa, estamos atrasados. Não só não produzimos vacinas suficientes como as que temos não as utilizamos devidamente. Devemos passar rapidamente a uma velocidade de guerra", afirmou a economista-chefe da OCDE.

Israel lidera a tabela da vacinação, com mais de 50% já vacinada pelo menos com uma dose, beneficiando do facto de ter sido laboratório de testes da Pfizer/BoNtech.

O Reino Unido precipitou a vacinação sem certificação, logo no início de dezembro, já tem mais de 30% da população com pelo menos uma dose de vacina tomada, enquanto a Europa continua a jogar pelo seguro em bloco e com custos na rapidez do processo.

Laurence Boone diz-nos ser muito importante não serem deixados para trás os países mais pobres, como acontece com o Brasil, um dos três países mais afetados pelo SARS-CoV-2, com políticas divergentes entre os governadores estatais e o próprio Governo federal de Jair Bolsonaro.

"Se não vacinarmos nos países emergentes ou de menor rendimento, o vírus vai continuar a circular, vamos continuar ter fronteiras fechadas e as atividades turísticas continuarão paradas, tanto as de lazer como as profissionais", avisou Laurence Boone.

No relatório agora publicado, e apesar da revisão mais otimista, a OCDE alerta para os problemas que poderão surgir na retoma económica devido às diferentes políticas de combate à Covid-19 de cada país, com impacto nomeadamente no referido turismo internacional, um setor de grande peso por exemplo para as economias lusófonas de Portugal e Brasil.

Nube: Herramienta Que Hace Más Eficiente El Trabajo

Gracias al poder de la conectividad, la nube se ha convertido en una de las herramientas más comunes hoy en día, tanto para hacer respaldos o resguardar información a nivel personal, como para trabajar en equipo o administrar distintos proyectos. Es tal su importancia que la interconexión privada entre las empresas y los proveedores de nube aumentará a una tasa de crecimiento anual compuesto de 112% en 2022 a nivel mundial.[1]

Para las pequeñas y medianas empresas (PyMEs), el cómputo en la nube podría ayudar a planear sus ventas concentrándose en promociones o aligerando la carga en la planeación de la capacidad de su infraestructura informática. Si en algún momento hay necesidad de más almacenamiento, el usuario puede incrementarlo de manera sencilla.

En México, 8 de cada 10 PyMEs están interesadas en digitalizar sus procesos. Además, 9 de cada 10 negocios que migran a la digitalización mejoran su productividad. 89% de estas empresas toman mejores decisiones en menos tiempo, 51% aumenta ahorros monetarios y 38% toma mayor control del negocio.[2]

¿Por qué invertir en una herramienta de nube?

  • Se puede sacar el mayor provecho a estas herramientas gracias a la conectividad.
  • Son escalables, es decir que se usa lo que se necesita y se paga por lo que se usa.
  • Ayuda a hacer más eficiente la operación.
  • Búsqueda y acceso a la información de manera más sencilla.
  • Se cuida el medio ambiente al evitar el uso innecesario de papel.

En AT&T México estamos comprometidos con impulsar el desarrollo de empresas y negocios a través de innovación tecnológica, por eso hemos desplegado en el país una red 4G LTE que ha sentado las bases para permitir que los mexicanos tengan acceso más rápido a las tecnologías del futuro, generando nuevas posibilidades para las empresas y los consumidores.

[1] https://cio.com.mx/hacia-donde-apuntan-las-tendencias-de-la-nube-este-ano/

[2] Resultados Definitivos de los Censos Económicos 2019, INEGI