quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Fotorreportagem da Colheita de Sangue da PT Inovação, Dia 15 de Outubro de 2015

Fotorreportagem da Colheita de Sangue da PT Inovação, Dia 15 de Outubro de 2015

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Decorreu hoje (Dia 15 de Outubro) a última colheita de sangue do ano corrente no auditório da PT Inovação de Aveiro, as próximas acontecerão no próximo ano.
A nossa previsão apontava para uma adesão de 45 inscrições, pois, conseguiu-se atingir as 48, destas resultaram 36 dádivas aprovadas, 11 suspensões vs adiamentos, uma inscrição para medula óssea.
Por este meio, expressamos o nosso mais sincero OBRIGADO à Administração da referida empresa pelo facto de ter mais uma vez colaborado com a ADASCA, e com o CST de Coimbra, de onde se deslocou a brigada para realizar a sessão de colheitas, revelando assim o sentido de responsabilização social no âmbito empresarial.
O nosso mais sentido agradecimento a todas as dadoras e dadores, que fizeram questão em aderir a mais esta iniciativa solidária, que na impossibilidade dos doentes agradecerem, fazem-mo-lo nós em seu nome, porque ficarão na verdade muito agradecidos, proporcionando-lhes assim melhor qualidade de vida.
Aproveitamos o ensejo para informar da realização da V Convenção Nacional de Dadores de Sangue que vai decorrer no dia 24 deste mês no Auditório do IPDJ, ficando assim convidados a assistir à mesma quer seja da parte da manhã, ou da parte da tarde. Sintam-se BEM-VINDOS.

As futuras datas para a dádiva de sangue podem ser consultadas no site: www.adasca.pt ou pelo e-mail: geral@adasca.pt.


Saudações solidárias,

Amem a liberdade, sejam felizes.
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Telef: 234 095 331 (Sede) ou 964 470 432
ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO DURANTE O ANO DE 2015?
Coordenadas GPS:
N 40.62659
W -8.65133

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Programa Oficial da 5ª. Convenção Nacional de Dadores de Sangue

             
PROGRAMA OFICIAL
TEMA: O Futuro da Dádiva de Sangue e Incentivos.


09:00 Horas – Acreditação dos Convencionistas

09:15 Horas – Abertura Oficial da 5ª. Convenção Nacional de Dadores de Sangue

09:45 Horas – O futuro da Dádiva de Sangue em Portugal, Realidades e Desafios
- Oradora: Dra. Helena Gonçalves, Presidente da Direcção da Associação Portuguesa de ImunoHemoterapia

10:30 Horas - Reposição da Isenção das Taxas Moderadoras nos Hospitais Públicos
- Orador: Joaquim M. C. Carlos, Presidente da Direcção da ADASCA

11:00 Horas - Intervenções inscritas e apresentação de Moções dos Convencionistas por ordem de chegada

11:30 Horas – O Charme da Vida é ser Surpreendido por ela…
- Orador: Mário Freitas – Portimão

11: 50 Horas – O Norte de Cada um … é na Convivência dos Nobres Exemplos que as Almas se levantam
- Orador: Alves Ribeiro

12: 30 Horas – Almoço Livre. Cada elemento paga o seu almoço

14:00 Horas – O seguro do Dador de Sangue
- Oradores: Dra. Cristina Sousa e Dr. Paulo Benvindo do IPST

15:00 Horas – Comunicações Livres, abertas à participação dos dadores presentes na Convenção

16:00 Horas - Votação das Moções apresentadas e aprovação da Candidatura para a VI Convenção Nacional de Dadores de Sangue no ano de 2016

17:15 Horas – final dos trabalhos

17:30 Horas – Encerramento da 5ª. Convenção Nacional.


A DÁDIVA DE SANGUE É UM GRANDE GESTO SOLIDÁRIO PARA COM O PRÓXIMO QUE NEM CONHECEMOS. Joaquim Carlos, Ano 2007.

Joaquim Carlos - Presidente da Direcção da ADASCA
(Coordenador da V Convenção Nacional de Dadores de Sangue)

Telef: 234 095 331 (Sede) ou 964 470 432

 Aveiro, 12 de Outubro de 2015

sábado, 10 de outubro de 2015

IPST propõe que doentes em fim de vida possam interromper cuidados e ser dadores

IPST propõe que doentes em fim de vida possam interromper cuidados e ser dadores

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) vai propor a possibilidade de as pessoas poderem decidir interromper os seus cuidados de fim de vida e doarem os órgãos após a morte, foi hoje anunciado.

Em novembro de 2013 foi publicado em diário da república o despacho que define os critérios médico-legais segundo os quais pode ser declarada a paragem cardiocirculatória irreversível e em janeiro saiu a portaria que regulamenta o processo de colheita de órgãos nestes dadores.
Esta prática, que visa aumentar o número de transplantes, tem a condicionante de só poder ser feita em caso de paragem cardíaca no hospital ou a caminho do hospital.
Até agora, a colheita de órgãos para transplante apenas era feita em doentes em morte cerebral.
Em qualquer dos casos, trata-se de doação de morte não controlada.
Agora o IPST quer dar um passo no sentido de acompanhar alguns países do norte da Europa, e propor que se permita a doação de morte controlada, anunciou numa conferência de imprensa a propósito do Dia Europeu da Doação de Órgãos, que se assinala no sábado.
Em Portugal, a recolha de órgãos em dadores com paragem cardiocirculatória tem cinco categorias (definidas na chamada classificação de Maastricht), sendo que Portugal só contempla a categoria II, considerada "não controlada", porque o tempo de morte do potencial dador é desconhecido.
"Vamos debater com a Comissão de Ética e a Ordem dos Médicos para passar a ter Maastricht tipo III, em que as pessoas podem decidir que em situação catastrófica não querem viver, interromper os cuidados e depois serem dadores", disse a coordenadora nacional da Transplantação, Ana França.
Nesta classificação, o tipo III é "controlado", uma vez que se pode prever e planear uma morte cardiorrespiratória iminente, normalmente sendo seguido nos cuidados intensivos.
"As pessoas que no testamento vital não querem medidas interventivas, a doação de órgãos pode ser exceção", disse.
Ana França deu o exemplo da Holanda, que "tem o tipo III e faz toda a diferença na doação".
"A opção de doação como cuidados de fim de vida, em que em conjunto com a família se decide interromper [os cuidados]", para que possam ser doados os órgãos, acrescentou.
O presidente da Sociedade Portuguesa de Transplantação, Fernando Macário, reconhece que este não será um tema fácil e lembra que a realidade holandesa é muito diferente, desde logo porque permite a eutanásia.
No entanto, lembra que se em Portugal não é permitida a eutanásia, também não o é a distanásia (prolongamento por meios artificiais a vida de um doente incurável).
Será pois passível de se integrar nesta classificação de dador (tipo III) um doente em cuidados intensivos sem indicação para manutenção de suporte de vida.
Salientou, contudo, que ficam de fora doenças como cancros e infecciosas, por serem passiveis de afetar os órgãos.
Como exemplo de casos de doentes a quem se poderia não prolongar a vida e recolher os órgãos, o responsável referiu hemorragias cerebrais que não levem à morte cerebral ou neoplasias cerebrais que não impeçam a colheita.



Postado por Joaquim Carlos
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Comentários: Levam-nos o sangue, fazem milhões com ele, pagamos para ser solidários, somos desrespeitados no SNS e como tudo isso não bastasse querem fazer dos doentes calhambeques para retirar peças, que a seguir vão cobram aos seus utilizadores.