domingo, 16 de julho de 2017

Esta faltando você aqui! Passeios de Barco Moliceiro - Aveiro

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Passeios de barco Moliceiro, com visita aos Canais da Cidade de Aveiro. Quem visita Aveiro só ficará a perceber a cidade e as suas gentes depois de percorrer os canais da Cidade em Moliceiro. Estes barcos, outrora usado na apanha do Moliço, é hoje usado como transporte dos inúmeros turistas que visitam Aveiro para que possam olhar para o património edificado e natural de uma perspectiva absolutamente deslumbrante. #Aveiro#Portugal...
Aveiro, Portugal

Piodão - Arganil - Distrito de Coimbra

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A aldeia de Piódão, situa-se numa encosta da Serra do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, tecto coberto com lajes e portas e janelas de madeira pintadas de azul. O aspecto que a luz artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas, fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”. Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras...

6285 Piodão, Portugal

Eu, Psicóloga: O Mínimo para Viver’, é o novo filme da Netflix que retrata a anorexia juvenil


Protagonistas jovens e temas que beiram o tabu fazem parte da nova estratégia da programação da Netflix. A rede lançou esta semana o trailer de O Mínimo para Viver (To The Bone), filme protagonizado por uma moça na faixa dos 20 anos que luta contra a anorexia. É uma de suas próximas apostas depois que sua série 13 Reasons Why (Os 13 Porquês), que aborda o suicídio de adolescentes, se transformou em um dos acontecimentos televisivos mais comentados (e tuitados) do ano. O trailer deste filme reabre o debate sobre se os novos conteúdos do canal suscitam um negativo efeito indutor entre seus espectadores mais jovens.

É nocivo ou instrutivo mostrar na TV de forma explícita um corpo magro ao extremo para ilustrar um relato sobre desordens alimentares? A história deste filme se baseia nas experiências reais de sua diretora e roteirista, Marti Noxon. Lily Collins, a atriz de 27 anos, protagonista de O Mínimo para Viver, também confessou em janeiro ter sofrido de anorexia durante a adolescência.

No trailer, protagonista conta as calorias que vai ingerir com a ajuda de sua irmã. Ao ver sua extrema magreza, um médico pouco ortodoxo (Keanu Reeves) tenta convencê-la a tratar sua desordem alimentar. Enquanto ela acredita ter a situação sob controle, sua família não sabe como abordar o problema.
O efeito Netflix

Quando o filme O Mínimo para Viver foi exibido em janeiro no Festival de Cinema de Sundance, as críticas foram em sua maioria positivas. A produção, cuja previsão inicial era de estreia em salas de cinema, não causou debate sobre a idoneidade de seu conteúdo até a Netflix ter comprado os direitos de exibição.

"Não é fácil de ver, mas pode salvar vidas”, publicou então a revista Variety, especializada em cinema, enquanto que a Hollywood Reporter destacava a possibilidade de que o filme “iniciasse um diálogo público” sobre esse assunto.

A repercussão que a Netflix alcançou, com mais de 100 milhões de assinantes em nível mundial, e sua condição de influenciador entre o segmento de público juvenil fazem com que os conteúdos do serviço de streaming sejam olhados com lupa.

"Não podemos garantir que seja nocivo mostrar em uma série ou filme pessoas excessivamente magras. No entanto, estamos, sim, convencidos de que não é benéfico nem preventivo, por mais bem cuidada que a trama esteja”, comenta uma porta-voz da Associação contra a Anorexia e a Bulimia da Catalunha (ACAB).

A ACAB encontra precisamente na série 13 Reasons Why o exemplo perfeito desta arma de dupla faceta: considera que é uma boa ferramenta de prevenção em escolas, mas um perigo para um adolescente que possa vê-la em seu celular na solidão de seu quarto. “É um produto bem feito e que plasma uma realidade oculta em torno do bullying e do suicídio juvenil. O problema está no explícito de suas imagens e seu relato. Os espectadores jovens deveriam vê-la acompanhados de um adulto que possa resolver as dúvidas que eles vão ter”, comentam na associação.

Lily Collins, a atriz principal de O Mínimo para Viver, argumentou que este filme pode educar muitos espectadores sobre a anorexia juvenil. “Quando eu sofria desse problema, não sabia muitas das coisas que aparecem neste filme. É um privilégio voltar a me colocar em uma situação já vivida, de uma posição tão diferente e com um ponto de vista tão distinto”, declarou em abril na edição norte-americana da Vanity Fair. A atriz explicou que sua perda forçada de peso nas filmagens foi supervisionada a todo o momento por médicos para evitar uma recaída na doença.

E você, o que acha dessa exposição ? Ela é necessária ou acaba sendo ameaçador ?

Debora Oliveira

O que aconteceu antes da história?


Posted: 15 Jul 2017 04:00 AM PDT
Assista a história da humanidade, desde o surgimento de nossos primeiros ancestrais até chegarmos as cidades modernas com as quais estamos acostumados hoje
 

INEM registou agressões da PSP a jovens como "quedas acidentais"

Médicos e enfermeiros que transportaram jovens para o hospital confiaram na palavra da polícia e desvalorizaram ferimentos















Quando foram chamados à esquadra da PSP de Alfragide para levar ao hospital jovens da Cova da Moura feridos, os técnicos de emergência médica receberam informação só dos polícias. INEM diz que tem "confiança" nos seus registos

O INEM registou "queda acidental" como causa dos ferimentos dos jovens que foi buscar em 2015 à esquadra da PSP de Alfragide para os transportar ao hospital da Amadora. De acordo com os formulários de entrada na urgência, que fazem parte do processo de investigação judicial que o DN consultou, essa é a causa indicada pelos profissionais de emergência médica quando acompanharam os jovens, entre eles Celso Lopes, que tinha sido atingido com um tiro de bala de borracha na coxa.

Tanto os elementos do INEM como os bombeiros da Amadora, chamados à esquadra no final do dia 5 de fevereiro de 2015, foram ouvidos pela Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT) da Polícia Judiciária (PJ), que coordenou a investigação titulada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Amadora. Os seus testemunhos, conforme foi possível confirmar no processo, pouco ou nada contribuíram para fundamentar a tese de que os jovens tinham sofrido agressões graves, sido torturados, sequestrados e injuriados com motivação de ódio racial - como concluiu o Ministério Público (MP) na acusação contra todos os 18 polícias que estiveram de serviço naquela esquadra nesse dia. Técnicos de emergência e bombeiros assistiram os jovens ainda na esquadra e disseram aos investigadores que não se aperceberam nem viram ninguém a ser agredido. A informação sobre as quedas acidentais teve origem nos próprios agentes da PSP que ali se encontravam, de acordo com o relato que fizeram ao DIAP e à UNCT.

INEM mantém "confiança"
Confrontada pelo DN com o registo em causa, depois de já ter sido conhecida a acusação, fonte oficial do INEM assegura ter "total confiança no serviço prestado pelos seus profissionais, incluindo na informação que é registada nos documentos clínicos que acompanham a vítima". O porta-voz oficial diz que, "apesar de qualquer cidadão ter o dever de participar um crime e o Ministério Público ter a competência de investigar, note-se que os profissionais do INEM são solicitados após o acidente ou a doença ocorrer, ou seja, não presenciaram os factos que deram origem ao sinistro ou alegado crime. Acresce que, no âmbito de inquéritos que visam investigar a prática de alegados crimes, os profissionais do INEM são frequentemente inquiridos pelo Ministério Público a fim de testemunharem sobre as situações presenciadas durante a prestação de cuidados de saúde pré-hospitalares às vítimas".

Questionado sobre como se concluiu que os jovens tinham sofrido uma queda, esta fonte oficial sublinha que "em qualquer situação, no momento em que chegam ao local onde se encontra a vítima que precisa de ajuda, os profissionais do INEM têm o dever de recolher, junto da própria vítima e/ou eventuais testemunhas que presenciaram os factos, toda a informação disponível e pertinente que permita a prestação mais adequada da assistência médica pré-hospitalar. Depois de recolher a informação e de serem prestados os cuidados de saúde iniciais à vítima, os profissionais do INEM devem registar cuidadosamente - da forma mais clara, detalhada e objetiva possível - toda a informação que considerem relevante das observações e tratamentos realizados".

E como se explica a contradição implícita pelas conclusões expressas na acusação do MP, em relação à causa desses ferimentos? De acordo com os relatórios clínicos, que também fazem parte do processo, os jovens tinham vários hematomas e lesões por todo o corpo e rosto, dentes partidos, traumatismos cranianos. O INEM garante que não foi influenciado pela informação dada pelos agentes. "Os profissionais do INEM têm o dever constitucional, consagrado no Código de Ética dos Profissionais do INEM, de tratar qualquer cidadão de forma justa e imparcial, não devendo ser influenciados por informações de terceiros."

Quanto a possíveis medidas para prevenir este tipo de contradições, o INEM admite que, "caso surjam indícios fortes de consubstanciar a prática de infração disciplinar, o INEM pode e deve instaurar processos de inquérito ou disciplinares". Não diz, no entanto, se o pretende fazer neste caso.

Fonte: DN

Marvão: Máscaras de Proteção Oferecidas

Os Bombeiros de Marvão foram ofertados com 15 máscaras de proteção respiratória para uso no combate aos incêndios florestais pela empresa RPBK Lda.
As máscaras visam a proteção das vias respiratórias dos bombeiros em situação de combate a incêndios florestais.
A preocupação com o bem estar e saúde dos bombeiros é uma prioridade de todos nós, já que no exercício da atividade de bombeiro voluntário contraem, por vezes, doenças do trato respiratório que influenciam negativamente o seu desempenho a nível da sua profissão e a nível familiar.
Fonte: BPS

Espiche Golf quer chegar às 30 mil voltas em 2017

O Espiche Golf celebrou o seu quarto aniversário no passado dia 8 de Julho, com um evento em que recebeu os parabéns da parte de representantes da indústria hoteleira local, operadores turísticos, autarcas, diversos parceiros de negócios e, como não podia deixar de ser, dos membros do clube.
Instalado a apenas alguns minutos da costa e da cidade de Lagos, este campo de golfe é composto por 18 buracos de par 72. Com mais de 5800 metros dos tees e a possibilidade de várias outras opções, o campo reúne condiçõespara que possa ser utilizado tanto por  iniciantes como por golfistas casuais ou até mesmo pelos mais experientes.
Em 2017, a sua administração tem como objectivo ultrapassar as 30.000 voltas de golfe, “um crescimento sustentado pelo investimento contínuo na experiência de golfe, do qual é exemplo a recente inauguração da nova área de jogo curto, que complementa a oferta existente no Driving Range.”
O Espiche Golf deu um passo de gigante, em termos de reconhecimento internacional, após ter conseguido uma posição de destaque nos prémios ‘Clubhouse of the Year’, promovidos pela Golf Inc Magazine. O clube de golfe algarvio conquistou a 3ª posição na categoria ‘Nova Construção e Remodelação’, integrando um selecto grupo de premiados.
Fonte: O Algarve