terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Livros | Um olhar sociológico sobre a marijuana: um clássico americano


Pode fumar-se marijuana [apenas] por prazer? Segundo o sociólogo norte-americano Howard S. Becker: sim, é possível. No ensaio Fumar Marijuana por Prazer, Becker explora o consumo de marijuana, sem o promover ou desencorajar, explicando, com recurso a investigação científica e a experiências sociais, como pode o consumidor usufruir da sua «pedra», evitando a dependência psicológica ou física. Vanguardista aquando da sua primeira apresentação, nos anos 50, por abordar o tema das actualmente chamadas drogas leves de uma forma nunca antes tratada, Fumar Marijuana por Prazer continua, nos dias de hoje, a ser um precioso contributo para a compreensão de um comportamento ainda considerado desviante. A obra chega a Portugal, numa edição Guerra e Paz Editores, traduzida por Maria José Batista. Pode encontrá-la, quer na rede livreira nacional, quer no site da editora, a partir do próximo dia 8 de Fevereiro.
Que ideia tem da marijuana? Considera o acto de fumá-la um comportamento desviante que cria dependência? Ou, por outro lado, sente-se atraído pela sua atmosfera descontraída e muito associada ao reggae e a Bob Marley? Já fumou e «não sentiu nada»? Já fumou e «não gostou»? A discussão em torno desta droga leve não é recente e as opiniões dividem-se. Mas o que dirá a ciência sobre esta substância?

Há cerca de 70 anos, o sociólogo norte-americano Howard S. Becker firmou a sua reputação de rebelde revolucionário ao desbravar o terreno inexplorado desta temática, quando apresentou à Midwest Sociological Society o artigo de investigação que, entre outras considerações sociológicas sobre comportamentos desviantes, deu vida ao ensaio Fumar Marijuana por Prazer.

No texto, descontraído, mas sociologicamente rigoroso, Becker explorou, pela primeira vez, o consumo de marijuana, sem o promover ou desencorajar, desvendando, em três etapas, como é que se começa a fumar marijuana por prazer. No texto, o autor afirma que «ninguém se torna num consumidor sem (1) aprender a fumar marijuana de forma a ter efeitos reais; (2) aprender a reconhecer os seus efeitos e a relacioná-los com o consumo da droga (aprender, por outras palavras, a ficar pedrado); e (3) aprender a desfrutar das sensações que esta produz.»

Mais do que um guia de «como fumar marijuana», o texto convida o leitor a fazer um pequeno passeio pelo mundo da substância, num misto de investigação científica com experiências da vida real, que quebram a seriedade científica do conteúdo tornando-o mais relaxante e aprazível. Um ensaio vanguardista, na época e ainda hoje, que, segundo o médico norte-americano Andrew Weil, defensor de métodos de terapêutica alternativos, «apontou o caminho para uma visão da canábis mais esclarecida e racional.»

Numa altura em que a área da legalização da marijuana a voltou a colocar nas manchetes dos jornais, este ensaio tornou-se mais actual do que nunca. É, por esse interesse público renovado, agora recuperado e publicado em Portugal, pela Guerra e Paz, numa edição traduzida por Maria José Batista. Fumar Marijuana por Prazer estará disponível a partir do próximo dia 8 de Fevereiro na rede livreira nacional e no site da editora.

Howard S. Becker
Não-Ficção / Ensaio
80 páginas · 15x23 · 13 €
Nas livrarias a 8 de Fevereiro

Castelo de Paiva | Medida social ajuda famílias carenciadas: CÂMARA MUNICIPAL GARANTE CONTINUIDADE DO APOIO DO “CHEQUE FARMÁCIA” EM 2022

 Na sequência da implementação da medida social “ Cheque Farmácia “, em prática desde Março de 2014, a Câmara Municipal de Castelo de Paiva aprovou na sua ultima reunião ordinária, renovar o Acordo de Parceria com as quatro farmácias do concelho, garantindo continuidade em 2022 deste apoio social, que visa apoiar aqueles paivenses que estão numa situação comprovada de carência económica, garantindo através deste auxilio, que ninguém deixe de ter acesso à medicação necessária e aos cuidados mínimos de saúde.

A implementação da medida Cheque Farmácia tem ganhado cada vez mais visibilidade em Castelo de Paiva e apresenta-se como uma necessidade premente, visando apoiar residentes, comprovadamente carenciados economicamente, evidenciando-se o empenhamento politico do actual Executivo Municipal, agora liderado por José Rocha, em manter estes programas com impacto decisivo na erradicação da pobreza e da exclusão social, com o objectivo de reafirmar e reforçar a tomada de medidas que promovam a solidariedade, a justiça e coesão social e, tendo em conta que é do conhecimento geral e, em especial, dos diversos serviços públicos e outras entidades que prestam atendimento às pessoas e ou famílias, a frágil situação económica que presentemente os afecta, sobretudo no que respeita à aquisição dos medicamentos prescritos pelo Serviço Nacional de Saúde.


Recorde-se que, esta importante medida social, que já contemplou mais de 1287 agregados familiares desde a sua criação, estabelece uma comparticipação financeira, orientada para a aquisição de medicamentos e produtos de saúde e bem-estar, nomeadamente fraldas para adultos acamados, leite até um ano de idade, vacina Provenar e Rotavirus, bem como outros medicamentos e pomadas.


Esta parceria é assumida tendo em conta o papel das farmácias do concelho no apoio e no fornecimento de serviços que promovem uma melhor saúde e, em consequência, uma melhor qualidade de vida ao utente, considerando também o papel preponderante do Município na prossecução de objectivos e afins, dentro das suas próprias atribuições e competências, nomeadamente, encontrar respostas eficazes para as necessidades das pessoas mais desprotegidas, para além de que, a situação económica que se vive é hoje um problema reconhecidamente grave, que atinge um grande número de pessoas, com consequências na satisfação das necessidades básicas, exigindo dos poderes públicos maior intervenção, garantindo-lhes e facilitando-lhes o acesso a determinados recursos, bens e serviços e que se reconhece que é necessário apoiar os estratos sociais mais desfavorecidos na aquisição de medicamentos.


Poderão beneficiar do Cheque Farmácia os agregados familiares que se encontram em comprovada situação económica precária, e sinalizados nos termos do Regulamento aprovado pelos serviços de Acção Social da autarquia paivense, tendo o presidente da edilidade, José Rocha, evidenciado a este propósito, o sucesso e o interesse desta medida social, gizada para atenuar as dificuldades que muitos agregados familiares paivenses, em particular os mais carenciados e desprotegidos, têm em garantir os mínimos cuidados de saúde, lembrando o autarca que, apesar das restrições financeiras e com a politica de rigor que tem que ser assumida, não é fácil manter estas medidas actualizadas, mas que elas enquadram-se nas politicas de proximidade que a Câmara Municipal quer continuar a desenvolver, com empenhamento e responsabilidade.


 Carlos Oliveira 

Proença-a-Nova | Munícipes já podem recorrer ao Portal dos Serviços Online da autarquia

 

O Município de Proença-a-Nova já tem disponível o Portal dos Serviços Online, uma plataforma que agiliza as interações entre a autarquia e os munícipes, entidades associativas e empresas, disponibilizando-se por esta via um conjunto de requerimentos e serviços de várias áreas de atividade e permitindo um acompanhamento de toda a comunicação entre as partes. Para o presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, este é um importante passo na modernização administrativa do Município, na agilização de processos e no acesso ao histórico de comunicação. “Este portal de serviços online é a parte mais visível de todo um trabalho que temos vindo a desenvolver nos últimos anos ao nível da modernização administrativa e de criar condições diferenciadas para a comunicação com aqueles a quem servimos em primeiro lugar”, refere João Lobo. “Desta forma, será também possível a quem não resida no concelho e precisa contactar com os serviços municipais, em seu nome ou dos seus familiares, utilizar esta ferramenta a qualquer hora e em qualquer lugar”.

Contrato da água, comunicação das leituras do contador, bolsas de estudo, inscrição em atividades desportivas, apoios no âmbito das Áreas de Reabilitação Urbana ou o cartão social são apenas alguns dos serviços disponibilizados, numa plataforma que continuará a crescer com novas funcionalidades ao longo do tempo. De uma forma geral, permite submeter requerimentos e elementos instrutórios, acompanhar a tramitação e evolução de requerimentos e processos e consultar dados e processos submetidos.

Para usufruir de todas estas funcionalidades, é necessário efetuar um registo de utilizador, estando disponível um documento que explica as diferentes fases deste primeiro passo que pode ser realizado com recurso ao cartão do cidadão ou à chave móvel digital. É ainda necessário incluir documentos que comprovem a identificação e morada e assinar o contrato de adesão. Depois de concluída esta fase, a autenticação deve ser efetuada com NIF, palavra passe, chave móvel digital ou cartão do cidadão. “Incentivo a que todos aqueles que tenham facilidade neste mundo tecnológico em que vivemos a registarem-se e a utilizar esta ferramenta, contribuindo assim para a agilização de processos e para tornar a administração mais eficiente”, complementa João Lobo.

Para além deste portal, os serviços municipais estão disponíveis de forma presencial no Balcão Único de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 16h00 (aberto à hora de almoço) ou pelo email bunico@cm-proencanova.pt.

Águeda | Empreitada de águas residuais da Aguieira, Outeiro e Mourisca do Vouga arrancou ontem


Intervenção implica um investimento superior a dois milhões de euros, envolvendo a freguesia de Valongo do Vouga e a UF de Préstimo e Macieira de Alcôba.
Teve lugar, ontem, no Largo da Capela de Á-dos-Ferreiros, o arranque da empreitada de Águas Residuais da Aguieira/Outeiro/Mourisca do Vouga, uma obra realizada pela AdRA – Águas da Região de Aveiro que conta com um investimento de mais de dois milhões de euros (2.087.851,56 euros).

Esta é uma intervenção que atravessa duas freguesias (Valongo do Vouga e Préstimo) e, quando terminada, irá beneficiar cerca de 800 famílias e empresas. Uma obra que contempla a execução de 15 quilómetros de rede de drenagem de águas residuais, bem como a construção de 284 ramais domiciliários e nove sistemas elevatórios de águas residuais e condutas elevatórias.

No momento do início desta empreitada, Jorge Almeida, Presidente da Câmara de Águeda, lembrou a importância que esta intervenção tem no quadro das obras de saneamento e abastecimento de água que estão em andamento no concelho. “Estamos a entrar, agora, nas freguesias mais serranas do nosso concelho e temos, atualmente a decorrer intervenções em Jafafe e na zona central de Barrô”, apontou, salientando ainda a importante obra de abastecimento de água a Agadão, num investimento de mais de dois milhões de euros, que neste momento está a decorrer na zona de Alcafaz e Caselho.

Apesar do volume de intervenções de saneamento e águas residuais, com esta capacidade de concretizar que a AdRA vai tendo no concelho, o Presidente da Câmara apontou para as que ainda estão em falta, nomeadamente em Sernada e Aguada de Cima (Bustelo e Vale Grande). “Depois desta grande empreitada que aqui se vai iniciar, estes são os três locais mais prementes e que deveremos avançar nos tempos mais próximos ”.

O Edil apelou à parceria das Juntas de Freguesa na sensibilização e compreensão junto da população enquanto as obras decorrem, porque implicam “necessariamente lama e pó”. Ainda assim, o resultado final e os benefícios “fazem valer a pena”.

A este propósito salientou a quantidade e, sobretudo, a qualidade da água “das melhores do país” que é fornecida pela AdRA, para a qual contribui a ampliação do Sistema Regional do Carvoeiro, onde “estamos ao melhor nível e que a todos deve orgulhar”.

Uma visão regional para resolver problemas locais
O presidente do Conselho de Administração da AdRA, Fernando Vasconcelos, avança, sobre este assunto, alguns números “esclarecedores”, que conferem à água fornecida pela AdRA (em testes fiscalizados e verificados pela entidade reguladora nacional do sector, a ERSAR) uma conformidade de 100%, algo que “não é verdade em todo o lado pelo país”.

Quanto ao investimento iniciado ontem, salientou que este efluente vai ser recolhido e enviado para o sistema central da AdCL, onde vai ser tratado, sendo “devolvido aos meios recetores de forma adequada para que a água possa ter de novo outro tipo de utilizações”.

A solução que está a ser feita é fruto, sublinha, de “uma visão regional para conseguir ter respostas (adequadas) aos problemas locais”. Fernando Vasconcelos frisou que, desde que foi criada, a AdRA já investiu mais de 140 milhões de euros em equipamentos e na expansão e melhoria dos serviços de abastecimento de água e saneamento.

Jorge Almeida lembrou que, aquando da constituição da AdRA, há dez anos, o Município de Águeda tinha “um nível muito baixo de concretização de abastecimento de água e saneamento relativamente aos nossos vizinhos”, defendendo que, numa altura em que existia “um conjunto muito significativo de fundos comunitários” ao dispor, “era preciso que alguém tomasse conta desta área, que o fizesse em nome desta região e que libertasse os municípios para concretizarem todo um outro conjunto de obras”.

Marinha Grande | EXPOSIÇÃO “MESTRE NA LENTE” NO MUSEU JOAQUIM CORREIA

 O Museu Joaquim Correia, situado no Largo 5 de Outubro, na Marinha Grande, inaugura a exposição coletiva de fotografia “Mestre na lente: Joaquim Correia revisitado”, no próximo sábado, 5 de fevereiro, pelas 15h00, seguida de uma tertúlia com a família do escultor.

Este ano, o Museu Joaquim Correia assinala o seu 25º aniversário, a 5 de dezembro, pelo que toda a programação a realizar até final de 2022, pretende evocar a efeméride.

A exposição “Mestre na lente: Joaquim Correia revisitado” é aberta ao público no dia 5 de fevereiro, pelas 15h00, para a sua apresentação e explicação pelos curadores e para a reinterpretação dos trabalhos de Joaquim Correia pelos formandos que participaram no workshop de fotografia organizado pela Câmara Municipal, em dezembro de 2021.

Pelas 15h45, tem lugar a tertúlia com a família Correia, para uma conversa informal e intimista sobre histórias pitorescas a que as obras reinterpretadas estejam associadas, circunstâncias do seu processo criativo, peculiaridades da vida familiar de Joaquim Correia, experiência de modelo dos familiares e sua relação com o pai/ avô/ tio, etc.

A exposição exibe fotografias da autoria de Catarina Godinho, Elisabete Sousa, Guida Lourenço, Joana Bernardes, José Polido, Leonel Passagem, Licínia Batista, Luís Gaudêncio, Sónia Felício e Telmo Felício. Conta com a curadoria dos formadores do workshop de fotografia, Cristiano Justino e Rute Violante.

As fotografias artísticas que compõem esta exposição destacam obras que fazem parte do percurso expositivo do museu e outras que integram a coleção de arte pública da região. Detalhes atentos, jogos de luzes e sombras, exploração de contrastes e dinâmicas, brincadeiras imagéticas e muitos outros recursos que os formandos usaram para recontarem histórias reais ou mitológicas que antes a escultura contou.

O Museu Joaquim Correia acolheu a comunidade com esta experiência pedagógica dos formandos e devolve-a agora à comunidade transformada em experiência artística, depois que a Fotografia captou a sua luz.

A exposição fica patente de 5 de fevereiro a 9 de abril, de quarta-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (últimas entradas 12h30 e 17h30).

Procura por procedimentos estéticos e cirurgia plástica aumenta durante a pandemia

 Rinoplastias, rejuvenescimento facial, cirurgia das pálpebras, substituição de próteses aumentos mamários e de glúteos foram os procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos mais procurados durante a pandemia. Em todos eles foi verificado um aumento da procura, com destaque para as rinoplastias com um crescimento de 144%. Dados revelados pela Up Clinic que demonstram uma preocupação e tendência dos portugueses para investir mais na imagem.

Na análise da Up Clinic, salienta-se ainda o crescimento na generalidade dos procedimentos minimamente invasivos ser verificado nas faixas etárias mais jovens designadamente nas pessoas na casa dos 30 e 40 anos. E isto tanto em mulheres como em homens, tendo ainda aumentado em cerca de 15% o número de homens que recorrem a estes procedimentos sem dowtime.

 

«Ao invés de outras necessidades que eram mais importantes no período pré pandémico como por exemplo gastos em deslocações, na aquisição de viaturas ou ainda em férias - que não foram realizados pelo confinamento e restrições existentes – a prioridade passou mesmo a ser a própria pessoa e o seu corpo», justifica Tiago Baptista Fernandes, diretor clínico de cirurgia plástica e fundador da UP Clinic.

 

Além do aumento exponencial das rinoplastias, na face verificou-se uma elevada procura pela cirurgia periocular, rejuvenescimento das pálpebras e sobrancelhas, com um aumento de 55% nas blefaroplastias ou cirurgias das pálpebras.

 

No corpo, os procedimentos que se destacam comparativamente aos anos anteriores à pandemia, são as cirurgias para substituição das próteses (60%), seguidas dos aumentos mamários com ou sem lifting (40%) e o aumento de glúteos (40%).

 

«Analisando o perfil e as motivações dos nossos pacientes constatamos uma mudança de paradigma nas prioridades e notamos uma vontade maior das pessoas “investirem” nelas próprias.  A possibilidade de poderem trabalhar em casa com a modalidade de teletrabalho e evitarem a exposição após um procedimento, principalmente na cirurgia plástica, também deverá ser considerado», conclui Tiago Baptista Fernandes.

 

Na área não cirúrgica, houve uma maior procura pelos procedimentos de rejuvenescimento facial quando comparados com os corporais, tendência esta já completamente consolidada. Atente-se que enquanto no período pré pandémico o rácio era de 70% de face vs 30% de corpo, durante a pandemia este rácio passou para 90% de face vs 10% de corpo relativamente aos procedimentos de medicina estética.

 

A utilização de máscara imposta pela pandemia, levou a que a zona do rosto mais exposta fosse a do terço superior na face, que vai que vai da raiz do cabelo até a linha da sobrancelha, e que passasse a ser vista como uma prioridade para muitos. O procedimento que teve maior crescimento foi a Hialoestrutura®, rejuvenescimento global e integral da face e pescoço, com 30% de aumento. Os tratamentos da zona periocular aumentaram cerca de 20% onde as olheiras e a pálpebras foram as principais preocupações.

 

«Outra tendência também já consolidada - e fruto do conceito praticado Up Clinic - foi a maior preocupação com a abordagem integrada e holística da face, pescoço e decote ao invés da correção de pequenos problemas isolados o que naturalmente permite alcançar melhores e mais duradouros resultados», acrescenta Vítor Figueiredo, médico de medicina estética e fundador da UP Clinic.

 

Devido à menor exposição solar houve uma estabilização dos peelings e lasers efetuados, tendo sido largamente compensados pelo aumento dos tratamentos com injetáveis e fios, respetivamente na face e pescoço. Neste sentido, a melhoria da qualidade da pele também representou uma importante motivação com um aumento de 20% na procura dos tratamentos com este propósito.

 

Sobre a Up Clinic

A Up Clinic apresenta-se com um novo conceito de saúde integrado, focado em aumentar a autoestima e em promover o bem-estar físico, psicológico e social através de procedimentos corretivos e preventivos para atingir e manter o bem-estar; com a adoção de estilos de vida saudáveis. Este conceito de saúde nasceu na Cirurgia Plástica e Medicina Estética, mas guiado pela inovação que marca o seu ADN, juntou o Smart-aging, a Nutrição, a Ginecologia, os mais avançados equipamentos da indústria e a atividade física de modo a prestar uma experiência de saúde integrada baseada no desenvolvimento de um estado completo de bem-estar físico, psíquico e social.

 

Site: www.grupohpa.com/pt/UP-HPA  | Instagram: www.instagram.com/up_hpa

Arouca | Escola de Trail Running “Sapatilhas Verdes” chega a Escariz

 

A Escola de Trail Running “Sapatilhas Verdes” está a chegar ao Complexo Desportivo de Escariz. As inscrições para os treinos da modalidade são gratuitas e encontram-se abertas para maiores de 6 anos, através do preenchimento de um formulário disponível em https://forms.gle/i8oF4256BPJzR6uL7l

Depois do rápido sucesso obtido na abertura da Escola de Trail Running, no Complexo Desportivo de Arouca, o projeto é alargado a Escariz, com arranque previsto para fevereiro, sob orientação da equipa técnica dos Complexos Desportivos Municipais. Divididos em três escalões de aprendizagem, os treinos já têm calendário definido: Trail Kids (6-11 anos) às terças-feiras, pelas 18h15; Trail Iniciação (a partir dos 12 anos) às quartas-feiras, pelas 19h15; e Trail Pro (a partir dos 12 anos) às sextas-feiras, pelas 19h00.

 


A modalidade consiste em corrida por percursos naturais, muitas vezes efetuada através de trilhos, caminhos e percursos alternativos, alguns deles acessíveis apenas a pé. Na última década, tem vindo a captar cada vez mais praticantes a nível nacional e, em Arouca, desde o lançamento deste projeto, em outubro de 2021, as “Sapatilhas Verdes” são já 66, divididas pelos escalões Kids (10), Iniciação (33) e Pro (23).

 

“Sou de Arouca, mas acabei por conhecer este território através de trilhos e lugares encantadores que nem sabia existirem. Além disto, são evidentes os benefícios, não só em termos de perda de peso, como em ganho de massa muscular e aumento de resistência”, assegura Maria Carrola, aluna da escola de trail que, aos 45 anos, afirma nunca ser tarde para começar. “Já frequentava as aulas de hidroginástica no Complexo Desportivo de Arouca e isto foi uma nova experiência. Achei que desistiria ao primeiro ou segundo treino por não ter preparação física para progredir, mas estava enganada. Ninguém fica para trás e os treinos têm sido muito bons, quase sempre no terreno, seja por estrada, ciclovia ou caminhos pedestres”.

Com objetivo de promover um estilo de vida saudável, através da prática de atividade física ao ar livre e em comunhão com o meio natural, esta escola de trail procura, de igual modo, sensibilizar os participantes para a importância da preservação e conservação da natureza.