segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Marinha Grande | CAMINHADA PELA ROTA “COMBOIO DE LATA”

 No próximo domingo, 23 de fevereiro, às 09h00, o Município da Marinha Grande, organiza a caminhada histórica pela rota do “Comboio de Lata”, que vai levar os participantes ao longo de uma das antigas linhas do Comboio a Vapor “Décauville” pelo Pinhal do Rei, com interpretação de Eduardo Gaspar, da Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos de Ferro.
O evento está agendado para começar às 09h00, junto ao Arquivo Municipal, ou às 09h30, em Pedreanes. O percurso de 10 km contempla vários pontos de interesse, como Guarda Nova, Tremelgo, Pedreira e São Pedro de Moel, culminando no Parque do Bambi. Ao longo do trajeto, os participantes vão poder conhecer mais sobre o impacto histórico do antigo comboio a vapor Décauville e a sua importância na evolução do transporte na região.

Caminhando por esta rota, os visitantes têm a oportunidade de mergulhar na história do concelho, através das explicações apaixonadas acerca do comboio de lata, do marinhense Eduardo Gaspar, enquanto apreciam as cores e os aromas únicos da mata.

A participação é gratuita e não é necessária inscrição prévia.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Dia 20 de fevereiro, às 18h30, na Biblioteca da Fundação de Serralves. Guerra e Paz à Mesa: Política Internacional e Gastrodiplomacia com José Azeredo Lopes.

“Alimentar uma causa” uma parceria entre a Fundação Serralves e a Universidade Católica

"Guerra e Paz à Mesa: Política Internacional e Gastrodiplomacia" com José Azeredo Lopes, professor na Faculdade de Direito – Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa. Esta é a primeira sessão de 2025 do Ciclo de Conversas “Alimentar uma Causa”, uma iniciativa promovida pela Fundação de Serralves, em parceria científica com a Universidade Católica Portuguesa no Porto, que se realiza a 20 de fevereiro, pelas 18h30, na Biblioteca da Fundação de Serralves.
“A gastrodiplomacia promove a identidade e o diálogo. Mas pode também ser domínio e apagamento cultural do adversário. A Gastrodiplomacia tem diferentes dimensões.” explica José Azeredo Lopes na sinopse desta palestra, acrescentando que “por um lado, em sentido restrito, é entendida como uma forma de política pública em que de um modo sistematizado o Estado, servindo-se da sua cozinha, exerce uma forma de política externa. No entanto, não faltam exemplos menos “pacíficos” em torno da gastrodiplomacia, na guerra e na paz.” Assim, a cozinha e a gastronomia são cada vez mais importantes no plano da apropriação e captura cultural, como na afirmação de relações de domínio e de apagamento do adversário. “É por isso que, nos atuais conflitos, nomeadamente na Ucrânia e na Palestina, nem sempre (ou, talvez melhor, quase nunca) a gastronomia, ou a comida, são associadas a uma mensagem de paz, conciliação e diálogo. Com efeito, a gastronomia, como símbolo cultural, tem sido também ela alvo da polarização e da reivindicação de heranças culturais,” conclui José Azeredo Lopes, coordenador do International Studies Programme da Faculdade de Direito - Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa.

A sessão “Guerra e Paz à Mesa: Política Internacional e Gastrodiplomacia” integra o Ciclo de Conversas “Alimentar uma Causa”, uma iniciativa promovida pela Fundação de Serralves, em parceria científica com a Universidade Católica Portuguesa no Porto, que decorre no próximo dia 20 de fevereiro, às 18h30, na Biblioteca da Fundação de Serralves. A entrada é gratuita mediante inscrição prévia.

Mais informações disponíveis em: www.porto.ucp.pt e www.serralves.pt

*Fernanda Teixeira

Universidade de Coimbra | Investigadores desenvolvem produtos naturais à base de algas com potencial contra o SARS-CoV-2

 
Uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), em colaboração com a Faculdade de Farmácia da UC (FFUC), está a desenvolver vários produtos naturais à base de macroalgas com potencial contra o vírus SARS-CoV-2.

O projeto AlgaMar4antivirus nasceu no contexto da pandemia provocada pela Covid-19 para dar resposta às necessidades urgentes de soluções antivirais eficazes. Esta investigação centra-se no desenvolvimento de novos produtos naturais baseados em macroalgas, explorando os seus compostos bioativos com propriedades antivirais.
«Focado na luta contra o SARS-CoV-2, o AlgaMar4antivirus pretende desenvolver um composto natural que poderá ser utilizado tanto na prevenção como no tratamento deste vírus. Já identificámos as macroalgas da costa portuguesa – verdes, vermelhas e castanhas – que demonstraram resultados promissores, tendo sido sempre privilegiado o cultivo em aquacultura para garantir a sustentabilidade dos recursos marinhos e a obtenção de biomassa suficiente para a extração dos compostos bioativos», revela Ana Marta Gonçalves, investigadora do Centro de Ecologia Funcional (CFE) do Departamento de Ciências da Vida e líder do projeto.

Os ensaios, realizados em colaboração com a FFUC, têm demonstrado a eficácia antiviral de vários compostos extraídos. «Estas descobertas representam um importante avanço no desenvolvimento de soluções farmacêuticas naturais, que podem futuramente ser aplicadas a outros vírus além do SARS-CoV-2», refere a especialista.

A equipa vai continuar os ensaios laboratoriais para validar a eficácia e segurança dos compostos desenvolvidos e concluir o produto farmacêutico de forma a introduzi-lo no mercado. No futuro, os investigadores pretendem expandir a investigação para avaliar o potencial destes compostos contra outros vírus.

*Sara Machado
Assessora de Imprensa
Universidade de Coimbra• Faculdade de Ciências e Tecnologia

EQUIPA FEMININA DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA VENCEU COLECTIVAMENTE A PROVA DE 15 KM DO ZEBRA TRAIL

 

Numa organização da Secção de Atletismo do C. F. “Os Marialvas”, com o apoio institucional da Câmara Municipal de Cantanhede e da União das Freguesias de Cantanhede e Pocariça, União das Freguesias Portunhos e Outil, entre outras instituições locais de relevo, realizou-se no dia 16 de fevereiro de 2025 a III edição do Zebra Trail, uma prova Trail Running que percorreu percursos e trilhos maioritariamente envolventes à localidade da Pena, na União de Freguesias de Portunhos e Outil no concelho de Cantanhede.
Com 2 provas competitivas de Trail Longo de 25km e de Mini Trail de 15km, pontuável para o Circuito Distrital de Trail Running de Coimbra da ADAC, participaram 13 atletas da Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, tendo na prova de
25km, José Santos, alcançado o 3º lugar na classificação geral masculino, Luís Couto, o 4º masculino e Nuno Almeida, 17º lugar na classificação geral masculino.
Ainda no sector masculino, mas na distância de 15km, Pedro Cardoso, alcançou o 29º lugar na classificação geral masculino e o 6º lugar no escalão M45, Gonçalo Gonçalves, 47º masculino, 5º M40, José Machado, 61º masculino, 7º M40, José Mendes, 123º masculino, 22º M35, Miguel Cardoso, 142º masculino, 4º MSub-18.
Já no sector feminino, correndo a mesma distância, Catarina Marques, alcançou a 4ª posição na classificação geral feminina e o 1º lugar no escalão F45, Carla Henriques, 10ª feminina, 2ª F40
Gabriela Marques, 14ª feminina, 3ª F45, Otília Costa, 31ª feminina, 6ª F45 e Luísa Santos, 83ª feminina, 10ª F50, na classificação geral feminina.
Coletivamente a equipa feminina alcançou o 1º lugar e a equipa masculina o 6º lugar na prova de 15km.
Destaque para o excelente resultado e pódio coletivo feminino e para os resultados individuais dos atletas José Santos e Luis Couto nos 25km e Catarina Marques, Carla Henriques e Gabriela Marques nos 15km.

Com o apoio:
Fisioterapeuta Ana Taraio
Luisa Cabeleireiro
Mariana Andrade Martins Nutricionista
Óptica Loisas Loisas – Zeiss
Fisiobaía - Terapias diferenciadas
Streetsport Animação Turística
Fisio André Viegas
NH Fitness Athletes - Preparação Física e Alta - Performance (Nelson Heleno)

E Madrid aqui tão perto!

 Olá Litoral,

Depois de muitas visitas à capital espanhola, decidi finalmente publicar um completíssimo guia para visitar Madrid. É um texto muito longo, onde se encontram dezenas de sugestões de coisas a ver e fazer na cidade. Vale a pena ver e deixar-se inspirar, porque Madrid é mesmo um destino muito interessante.

Plaza Mayor, Madrid

Como complemento, há também um novo artigo sobre a histórica cidade de Toledo (dá para ir e voltar desde Madrid!), bem como um texto específico sobre onde ficar em Madrid, caso precise de ajuda para escolher o melhor bairro onde dormir.

De resto, tenho recebido muitas mensagens sobre o maravilhoso tour de 7 dias em Marrocos organizado pelo meu amigo João Leitão. Pelo que sei, já não há disponibilidade para a data que apanha os feriados de 25 de abril e 1 de maio, mas há muitas outras partidas garantidas ao longo de todo o ano. Aproveite.

Mesmo não sendo novidade, mantenho aqui uma lista de possíveis destinos para este ano que tinha referido na última mensagem. Se precisar de ajuda ou inspiração, não hesite em escrever-me que tentarei ajudar no que souber e puder.

A terminar, deixo o habitual pedido para que utilize estes links quando planear as suas viagens. Para si é igual, mas para mim é uma grande ajuda. Muito obrigado.

Grande abraço e boas viagens,

*Filipe Morato Gomes

domingo, 16 de fevereiro de 2025

Festa do Desporto está agendada para dia 22 de fevereiro. Câmara Municipal de Cantanhede vai homenagear agentes desportivos

 
O Município de Cantanhede vai homenagear os agentes desportivos do concelho, no âmbito da Festa do Desporto a realizar no Pavilhão Multiusos de Febres, dia 22 de fevereiro, a partir das 17h00.
O evento tem como objetivo dar reconhecimento público ao trabalho realizado pelos agentes desportivos envolvidos na promoção e generalização da prática desportiva, quer na vertente competitiva, quer ao nível da formação, contribuindo por essa via para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes.
O Pavilhão Multiusos de Febres será o palco de homenagens aos talentosos desportistas e equipas que se destacaram nas mais diversas modalidades. A Festa do Desporto é mais do que uma simples celebração, é uma oportunidade de também fortalecer laços comunitários e inspirar as gerações futuras”, sublinha a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio.
Os prémios que vão ser entregues foram decididos por um júri constituído para o efeito, nos termos das normas instituídas para fazer o devido “reconhecimento do desempenho daqueles que mais se destacaram em cada modalidade desportiva, distinguindo e incentivando os intervenientes do fenómeno desportivo do concelho de Cantanhede a melhorarem os seus resultados desportivos”.
Para isso, foram definidas duas categorias, designadamente os “Prémios Principais”, com quatro nomeados para eleição de um vencedor pelo júri, e as “Menções Honrosas”, que premeiam todos os atletas que, individual ou coletivamente, tenham alcançado resultados de relevo distrital, nacional e internacional.
Serão atribuídos sete “Prémios Principais” (Equipa do Ano – Desportos Individuais e Coletivos; Atleta do Ano – Masculino e Feminino, em representação de associações do concelho; Atleta do Ano - para todos os naturais ou residentes há mais de cinco anos no concelho, Dirigente do Ano; e Evento Desportivo do Ano).
Já as “Menções Honrosas”, de acordo com a modalidade, contemplam desportos coletivos e individuais, sendo que haverá também prémios de Desporto Adaptado, Fair-Play, Carreira e Dedicação.
A seleção dos vencedores nas respetivas categorias é da responsabilidade de uma Comissão de Avaliação constituída por um conjunto ímpar de personalidades ligadas ao processo desportivo local (dirigentes, treinadores, atletas, jornalistas, entre outros), sendo que compete ao vereador do Desporto, Adérito Machado, enquanto presidente da Comissão de Avaliação, homologar a lista de atribuição dos prémios.

Porque hoje é… Domingo: ADASCA NECESSITA DE SEDE PRÓPRIA

 

Numa das edições do nosso Boletim InfoADASCA, abordei os meios como o IPST interfere nas actividades desta associação, limitando a sua autonomia, apesar de se tratar duma associação de direito privado sem fins lucrativos. Não podemos agendar brigadas quando queremos, nem onde nos parece útil. É mais fácil desmarcar uma brigada do que reagendar, as exigências são mais do que muitas, essa uma das razões que não nos interessa realizar sessões nas empresas, aliás, onde nos deslocámos sabem do que me refiro. Ser exigente em espaço alheio, é deselegante.

A ADASCA necessita urgentemente duma sede própria, com condições estruturais para acolhimento dos dadores, equipa técnica e, claro para o bom funcionamento dos órgãos sociais, e espaço para “armazenar” a sua logística destinada à promoção da dádiva de sangue em espaços abertos ou fechados, conforme as circunstâncias.
Vejamos o ponto crucial: ”Apoio financeiro nos termos da Portaria nº 258/2013, de 13/08. São consideradas despesas não elegíveis, designadamente: encargos bancários (com exceção das despesas de manutenção da conta afeta ao projeto), custas judiciais, leasings, medicamentos, equipamento e material de uso clínico, artigos de decoração, aquisição de bens móveis ou imóveis sujeitos a registo e outros de semelhante natureza e outros encargos decorrentes de obrigações de pagamento coercivo, relacionados com incumprimentos legais ou contratuais, como juros, multas, coimas, etc.”
É melhor ficarmos quietos, deixar o barco movimentar-se ao sabor do vento ou das ondas. Já se foi o tempo em que eu ficava “deleitado” quando ouvia elogios pela dedicação à causa, pelos resultados alcançados, pela dinâmica decorrente dos eventos. O mundo, e por sua vez a sociedade não estão para brincadeiras. Primeiro os direitos, depois os deveres.
Em relação ao título desta reflexão a “ADASCA necessita de sede própria” sim, e com urgência. Não podemos continuar nesta incerteza, nesta angústia e instabilidade. Após o Covid-19 as relações interpessoais mudaram, até entre as instituições na área da saúde. Andar a pedir que nos deixem realizar brigadas aqui, ali e acolá, é confrangedor, ainda que se trate de um evento de interesse público.
Umas instalações à semelhança (dimensões) do auditório da ex-Junta de Freguesia de Cacia onde nos deslocamos 3 vezes por ano, já seria o ideal, com espaço anexo para estacionamento das viaturas dos dadores, associação, e equipa técnica do IPST, incluindo os serviços administrativos. Vivemos uns anos na esperança que o actual presidente da Câmara Municipal de Aveiro, nos apoiasse neste projecto. Claro que é necessário terreno e apoio financeiro, mas, ficaria a ganhar a comunidade aveirense e a região. Se existem apoios financeiros da Comunidade Europeia para tudo e mais alguma coisa…
Vamos aguardar que apareça uma luzinha no fundo do túnel, ficamos todos a ganhar com tal projecto. Senhor presidente pense nesta mais valia.

*Joaquim Carlos
Fundador/Presidente da Direcção da ADASCA

** Director do Litoral Centro