quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Colheita de sangue dia 5 de Julho entre as 9 e as 13,00 horas no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro

 Apoio a associações: Bloco exige saber quais não foram informadas


As doenças emocionais / espirituais do nosso tempo..



– Não há nada mais deprimente do que ver pessoas maravilhosas cheias de potencial que não têm consciência dessa Luz interior se perderem na sombra de alguém que as desvaloriza e tudo faz para as abafar!
É bom que tomemos consciência que jamais será o outro, seja ele quem for, que irá fazer o processo de resgate do nosso poder, da nossa luz e do nosso equilíbrio interior. Podemos evitar, recusar ou até adiar … mas mais cedo ou mais tarde teremos que nos render a ele e dar início à nossa aventura pessoal…

E assim vamos evoluindo, desactivando as energias que nos prendem e activando as que nos libertam…

Sem dúvida que uma das grandes doenças deste tempo é a falta de autonomia (espiritual, emocional, mental e financeira) e consciência tanto da nossa herança espiritual como do nosso valor pessoal.

É daqui, acredito eu, que surgem todas as mazelas que andam a encher os bolsos às grandes farmacêuticas:

– A depressão (claro que o nosso espírito anda deprimido e sem “ânimo” quando o obrigamos a viver relacionamentos ou eventos sem alma e sem noção nenhuma do que nos faz sentido e do que não faz sentido ou sequer do propósito da nossa existência! Mas se até há bem pouco tempo a ignorância protegia-nos da transformação, hoje em dia não temos desculpa para não irmos em busca de respostas e novas fórmulas que substituam as que nos levaram a tão triste desfecho)

– A ansiedade (claro que vivemos ansiosos. Quando vivemos para alimentar os caprichos do ego, se iremos conseguir conquistar os seus infinitos desejos e posses e nos prendemos permanentemente ao medo de os perder, a ansiedade é uma das consequências.. Reaprender a confiar na abundância do Universo que nos chega sempre que estamos alinhados com ele, ajuda-nos a reconquistar tanto a responsabilidade pelo nosso equilíbrio interno como a fé num Universo abundante)

– A insegurança (claro que somos todos inseguros! sendo os piores não raramente os que se escondem por trás das máscaras mais fortes. Quando nos fazem acreditar que temos que ser perfeitos para sermos aceites e amados em vez de nos garantir que já somos maravilhosos tal como somos, claro que ficamos e vivemos inseguros)

– O medo (claro que temos medo de tudo!. Perdemos a noção da nossa eternidade espiritual, de vivermos num Universo inteligente e justo onde TUDO conspira para o nosso equilíbrio. Sem a sensação de protecção e apoio superior e sagrado, a vida é de facto um filme de terror e tudo e todos uma constante ameaça!)

– Revolta (claro que temos revolta implodida dentro de nós! ..e ainda bem pois mais cedo ou mais tarde, quando chegarmos ao limite e nos cansarmos de engolir sapos e trair a nossa essência, será a energia que nos fará virar a mesa e lutar pelo que nos alimenta a alma!)

– Resistência (claro que nos tornamos resistentes a mostrar a nossa vulnerabilidade, sensibilidade e verdade! não é fácil abrir o coração e pagar os preços lá fora no mundo por seguir o que ele nos pede, mas é a moeda de troca para a abundância que tanto ansiamos)

– Vitimização (claro que ainda nos vitimizamos! depois de 2000 anos em que a Igreja nos ensinou que façamos o que fizermos somos maus, culpados e imperfeitos e que nos espera o inferno após uma vida de sacrifícios, cedências e fretes não haveríamos nós de nos vitimizarmos?!… mas agora já chega não??)

Grata a cada dia de estar já fora desta velha bolha…

Grata pela tarefa que escolhi de mostrar a cada um como identificar e sair da bolha…

Grata a este tempo de consciência, informação e libertação que finalmente permite, a quem se disponibiliza, de rachar o ovo da nossa essência e pela primeira vez fazer nascer o verdadeiro Ser que viemos Ser.

A todos os que comigo se cruzam assim como a todos os que jamais se cruzarão, deixo a minha intenção de cura, de transformação, de disponibilidade de se libertarem, tanto interna como externamente, de todas as mazelas acima citadas e de rendição a uma existência cada vez mais consciente, inteligente, sensível e sagrada pois é esse o caminho da libertação….

Ao contrário do que todas as farmacêuticas e a própria ciência nos fazem acreditar, a única maneira que temos de resgatar o nosso equilíbrio e poder interior é a desenvolver todas as energias contrárias e isso é algo que ninguém poderá nunca fazer por nós.

A dependência desses fármacos será então apenas um adiar desse momento em que finalmente resgatamos e assumimos o nosso poder.. sem pressa .. sem culpa … será o momento sagrado em que finalmente estaremos prontos…

Assim sendo e para que tenhamos uma orientação mínima, vejamos algumas dicas de como agir de acordo com cada sintoma;

– A depressão trabalha-se quando reconhecemos que estamos a alimentar o nosso deprimente ego e sua “birra” interior de reconhecer que nada controla. A segunda parte do processo é começar a dirigir a nossa energia para o que nos dá prazer e nos alegra sem qualquer sentimento de culpa, medo ou insegurança reconhecendo que só mesmo dessa maneira voltaremos ao nosso trilho.

– A ansiedade pacifica-se quando adoptamos o Mantra mental

“Eu confio num Universo inteligente que me trás o que eu preciso e não o que eu quero”.

Quando finalmente nos rendemos ao mistério da vida e reconhecemos a nossa ignorância perante a sabedoria do Universo e perante as poderosas Leis Universais como a Lei do karma, toda a nossa ansiedade é transformada em rendição à vida, em fé em cada evento e encontro e como último estágio, em comédia! pois bem vistas as coisas, da fonte de amor viemos e depois de todo o drama, à fonte amor iremos voltar e desse ponto de vista, tudo não deixa de ter a sua graça!

– A insegurança dissolve-se no exercício da criança interior quando o adulto (nós grandes) faz a criança (nós pequenos) sentirmos interiormente que independentemente do que quer que o mundo ou os outros mostrem, ela é amada, protegida e está sempre segura por nós próprios.

– O medo retêm-nos vitimas do mesmo até ao dia em que aceitamos que a única maneira de nos livrarmos dele, é precisamente enfrentando o que mais nos aterroriza. Tal como um jogo de PlayStation, não passamos de nível sem superarmos os obstáculos do nível anterior. Faz do medo um desafio a superar e o medo deixou de existir na tua vida!

– A revolta, tal como todas as energias, tem que ser bem direccionada pois tanto tem o poder de destruir algo de bom como de transformar positivamente o que não faz sentido. Não a julgues ou abafes. Não a escondas como se fosse uma vergonha ou algo feio, mas usa-a sim construtivamente para destruíres o que te prende e para ires atrás do que te chama. O mundo agradece!

– A resistência ou mesmo o cepticismo tem sido o que infelizmente mais nos tem afastado do mundo que todos ansiamos viver. Trabalha-se a resistência, a força, a teimosia, a descrença ou indiferença nos pólos opostos ou seja nas crenças de que a fragilidade, a vulnerabilidade, o amor, a fé, a entrega, a desistência e a rendição são tão OU MAIS poderosas na conquista do nosso poder interior.

– A vitimização começa por se resolver na consciência deprimente da mesma e do que ela representa, ou seja, uma declaração pública de incapacidade de resiliência e de aceitação e superação de provas! A maior inspiração de como se supera e transforma a vitimização é a Madre Teresa de Calcutá que ao invés de ficar presa na lamúria do estado do mundo e na vitimização das injustiças sociais, simplesmente arregaçou as mangas e fez o que podia, onde estava e como sabia!

Para quem está pronto para o processo de transformação por favor seguir o link abaixo:

http://www.veraluz.pt/terapias.html

Bem Hajam e até breve!

Rastreio Nacional da Voz na ULSNA

Resultado de imagem para Unidade de Voz do Hospital Egas Moniz
Realizou-se nos dias 31 de Julho e 01 de Agosto no Centro de Saúde de Portalegre o Rastreio Nacional da Voz. Este resulta de uma iniciativa conjunta da GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas), do Ministério da Saúde e da Unidade da Voz do Hospital Egas Moniz.

O Rastreio realizado pela Dra. Clara Capucho, otorrinolaringologista  (Diretora da Unidade de Voz do Hospital Egas Moniz), pela Enfermeira Joana Nobre (Coordenadora da UCC Ammaya e Responsável de Enfermagem da UCSP Portalegre), e com o apoio do Dr. Luis Sampaio (Vice Presidente da GDA), destinava – se a todas as pessoas que quisessem avaliar o estado da sua voz, com especial enfoque naquelas pessoas que dela necessitam para o exercício da sua atividade profissional.

Nos dois dias foram avaliadas  56 pessoas, sendo 40 do sexo feminino e 16 do sexo masculino, mormente adultos. Dos avaliados contam-se fumadores, 4 artistas, 2 jornalistas e várias outras pessoas que têm na voz a sua ferramenta de trabalho, é o caso dos enfermeiros, professores e formadores.

Das avaliações efetuadas, através de laringoscopia às cordas vocais, foram encontradas maioritariamente patologias benignas, e poucas as que requerem vigilância e ou outro estudo mais pormenorizado.

Colaborou a ULSNA, EPE com esta iniciativa acreditando que é através do desenvolvimento destas atividades de promoção da saúde que é possível detetar precocemente diversas patologias desconhecidas pelos cidadãos e simultaneamente sensibilizar a população para as mesmas.

ULSNA

Eu, Psicóloga: Ghosting : a maneira cruel de acabar com relacionamentos na era digital




A situação pode ser familiar para muitos: você conhece alguém, troca números de telefone, vai a vários encontros, começa um relacionamento e tudo parece ir muito bem quando, de repente... silêncio.

A outra pessoa deixa de responder mensagens de texto e chamadas e, sem aviso, desaparece sem dar explicações. Em inglês isto é chamado de ghosting, palavra derivada de ghost (fantasma). 

Encerrar um relacionamento da noite para o dia, cortando todo tipo de comunicação, não é novo. Mas alguns especialistas afirmam que as novas tecnologias tornaram esta prática mais comum. Em uma época em que muitas relações começam por meio de sites ou aplicativos dos celulares, o ghosting é algo cada vez mais comum.

Consequências

Psicologicamente o ghosting tem consequências para quem sofre e também para quem pratica.

A pessoa que sofreu o ghosting tem sua autoestima prejudicada e precisa atravessar o período difícil do fim de um relacionamento sem ter todas as respostas sobre o que levou ao rompimento.

A que praticou o ghosting, se for o caso de um relacionamento consolidado, terá que lidar com o remorso e sentimento de culpa por ter abandonado alguém desta maneira.Pessoas  que praticam o ghosting têm medo de conflito, evitando de todas as formas o enfrentamento e o fato de ter que falar pessoalmente que quer encerrar o relacionamento.

'Nos livramos das pessoas'

Com as novas tecnologias nos acostumamos a nos livrar das pessoas simplesmente não respondendo. E isso começa com os adolescentes, que crescem com a ideia de que é possível que enviem uma mensagem a alguém e não recebam nada em resposta. Isto tem graves consequências, porque quando nos tratam como se pudéssemos ser ignorados, começamos a pensar que tudo bem, e nos tratamos como pessoas que não têm sentimentos. E, ao mesmo tempo, tratamos os outros como pessoas que não têm sentimentos neste contexto e a empatia começa a desaparecer.

Para muitos o ato de dizer adeus ou acabar com o relacionamento é incômodo e "o evitamos em muitas esferas, particularmente no setor do amor. 

Passamos muito tempo socializando através das novas tecnologias, compartilhando nossa vida particular nas redes sociais e cada vez nos sentimos mais incomodados com o contato interpessoal. Isto faz com que terminar uma relação seja mais complicado, porque temos cada vez menos prática nisto.

Consciência do dano

Quando se analisa o emocional dos que praticam o ghosting, em alguns casos se vê que foram feridos por pessoas que consideram mais importantes que eles mesmos e que já sofreram rompimentos de relacionamentos que não processaram corretamente. Em algumas ocasiões não têm consciência do dano que causam.

Para a pessoa vítima de ghosting, pode ser uma experiência muito dolorosa. A rejeição causa dor. E o ghosting é uma rejeição vaga que faz que o processo de dor do rompimento seja mais longo.Se torna normal no começo, as pessoas passam por um processo de negação e buscam desculpas para explicar a situação, como a outra pessoa ter perdido o telefone ou ter aparecido uma emergência.E aos poucos Você percebe que esta pessoa não está se comunicando com você e continua com a vida como se nada tivesse acontecido. Faz com que o processo seja mais complicado. Quando se conscientizam da realidade, precisam enfrentar a dor de saber que o outro não se incomodou para dar dignidade à relação e dizer adeus.

Débora Oliveira
Psicóloga Clínica 

Torneio De Futsal Em Parada


Vai já na III edição…
A Associação Recreativa de Parada continua a apostar anualmente no Torneio de Futsal que mobiliza os amantes desta prática desportiva e lhes faz o gosto ao pé durante quase duas semanas, no Polidesportivo da Freguesia.
Este ano, o pontapé de saída foi a 30 de julho mas até ao dia 11 de agosto, as equipas participantes vão suar a camisola para tentarem arrecadar o primeiro prémio do Torneio no valor de 150,00 €uros.
Ao todo, seis equipas - Grupo Amigos de Parada; RMA (Carregal do Sal); Tó Neves Tratorista de Papízios; Entre Amigos (São João de Areias); Fiais da Telha e NGA (Santa Comba Dão), disputam o Torneio que atribui prémios a todas as equipas participantes; ao melhor marcador; ao melhor guarda-redes e a taça de disciplina.
Os próximos jogos realizam-se nos dias 4, 5, 8, 9, 10 e 11 (final). Mas pelo meio, a organização convida também para outras iniciativas: no dia 4, um baile no recinto dos jogos, com a Banda Som d’Côco e no dia 6, o convívio “Porco no Espeto”.

“Estamos a escavar uma aldeia” da Idade do Ferro: Campanha arqueológica no Castro de Salreu chega amanhã ao fim

A terceira campanha arqueológica no Castro de Salreu está a chegar ao fim, após quatro semanas de escavações que envolveram uma equipa de cerca de 40 pessoas, entre arqueólogos, estudantes e outros voluntários. Horas e horas de trabalho moroso vieram corroborar a existência da ocupação do local há cerca de 2500 anos, na Idade do Ferro, e desenterraram novos achados.

Na zona, onde agora proliferam eucaliptos e floresta, podemos imaginar “alguma vegetação natural, carvalhos, castanheiros, mas sobretudo casas redondas, de pedra, com coberturas vegetais. Era um povoado que, à chegada dos romanos, provavelmente foi abandonado. Podemos imaginar todo este topo do monte cheio de casas, pessoas, animais, atividades profissionais, teares, fornos, como uma aldeia.” Assim seria há 2500 anos atrás, cinco séculos antes do nascimento de Jesus Cristo, no Castro de Salreu. O exercício é feito por António Manuel Silva, presidente do Centro de Arqueologia de Arouca, sendo possível graças às campanhas arqueológicas que se têm realizado no local.

Onde agora é floresta viviam centenas de pessoas

Apesar do local ter sido afetado por vegetação e intervenções recentes, o que dificulta as investigações, a equipa de especialistas atesta “um conjunto de indícios muito interessantes” que “confirmam que este povoado proto-histórico, pré-romano, teve uma área doméstica, residencial e teve estruturas de limitação com funcionalidade defensiva mas não só”, referindo-se à muralha de xisto encontrada, que teria dois a três metros de altura e serviria igualmente para delimitar a aldeia. Neste local, “viviam umas centenas de pessoas e existiam dezenas de casas”, continua a descrever o responsável, sendo o carácter exclusivamente indígena um dos seus principais atrativos.
Noutra sondagem, a poucos metros da muralha e a uma profundidade de dois metros, os arqueólogos e a sua equipa de voluntários escavam uma pequena casa no topo do castro e cuja dimensão revela o modo de vida do povo que ali viveu no período da Idade do Ferro. Seria uma construção redonda e frágil feita em xisto e pedra seca, sem qualquer tipo de argamassa.“Estamos a começar a definir todo o interior, nomeadamente o piso de circulação e uma pequena lareira. Vamos continuar a escavar para tirar mais elementos para futuras datações”, explica o arqueólogo Gabriel Pereira.
Apesar de moroso, é “gratificante”, diz Gabriel. “Às vezes é uma questão de sorte aparecerem este tipo de estruturas, porque muitas das vezes estão destruídas por ações mais contemporâneas. Neste caso, a estrutura apareceu o que é ótimo. Está a tornar-se realidade”, afirma.
Sítio de enorme potencial arqueológico

Mesmo a correr contra o tempo, este trabalho requer doses de persistência e paciência, sendo produzido com recurso a um colheril, uma pequena colher que lentamente vai-nos trazendo pedaços do distante passado. Esse passado vem em forma de fragmentos de “cerâmicas que distinguem o tipo de utensílios que eles utilizavam, escória e outros restos de fundição, cerâmicas decorativas que seriam de potes e taças” ou até de um curioso objeto que os arqueólogos pensam ter servido como“peso de tear ou de suporte de cobertura das habitações”, refere a arqueóloga Sara Almeida e Silva, ao mesmo tempo que mostrava os vários achados.

Outras peças que se distinguem aos olhos da especialista são as “duas contas de colar”, reveladores de outros objetos utilizados à época. Sara Silva afirma que “não é frequente aparecerem assim tantos objetos tão expressivos”, permitindo adiantar que Salreu é um “sítio de enorme potencial arqueológico”, pelas estruturas que preserva e pelos materiais que vão aparecendo.

Os importantes vestígios da ocupação do local fornecem, cada vez mais, dados mais precisos “em termos de cronologia e informação científica”, especifica António Silva. “Começam a aparecer ruínas que as pessoas vão gostar de ver restauradas, musealizadas e assim perceber como se vivia aqui há mais de dois mil anos.”

Sensível à preservação das memórias e do património local, a Câmara Municipal de Estarreja apostou nesta aventura e reconhece que há ainda “um grande caminho a percorrer e teremos todo o interesse em aprofundarmos estas descobertas”, garantiu no local o Vereador da Cultura, João Alegria. Satisfeito pelos resultados desta terceira campanha, que vêm “consolidar as descobertas do ano passado”, considera que as expectativas foram superadas e vieram reafirmar a “relevância histórica deste sítio”, bem como o potencial para se tornar num “centro de referência ao nível da arqueologia neste período pré-romano e na zona à volta da foz do Antuã”. O arqueólogo Gabriel Pereira acrescenta que junto à costa não existem muitos sítios como estes e Salreu é um “caso paradigmático”.

Sob orientação de arqueólogos do Centro de Arqueologia de Arouca, os trabalhos realizados com o apoio da Câmara Municipal de Estarreja tiveram mais uma vez associado um programa de voluntariado que reuniu participantes não só do concelho, como de municípios vizinhos e até do estrangeiro, como é o caso de Espanha e Brasil. 


CÂMARA MUNICIPAL DE ESTARREJA

Praça Francisco Barbosa - 3864-001 Estarreja
Tel. (+351) 234 840 612 (Ext. 404) 

Cineteatro Alba atinge os 130 mil espetadores

O Cineteatro Alba atingiu, no final de julho, os 130 mil espetadores desde a sua reabertura em 2012. Para Delfim Bismarck, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, o número vem afirmar que “com uma programação eclética, transversal e intergeracional, o CTAlba conseguiu, em pouco mais de cinco anos de existência, afirmar-se como um dos equipamentos de melhor programação cultural da região”.

  O Cineteatro Alba reabriu ao público em abril de 2012 após profundas obras de reabilitação. Em pouco mais de cinco anos, já passaram pelos seus quatros espaços – Sala Principal, Espaço Café-Concerto, Sala Estúdio e Sala de Exposições – mais de 700 eventos, entre espetáculos de música, dança e teatro, cinema, debates, conferências, entre outras iniciativas. Em 2016, a taxa de ocupação média foi de 73,41 por cento, a taxa mais elevada dos últimos quatro anos.

O Cineteatro Alba tem sido um ponto de paragem obrigatório nas digressões de muitos artistas e companhias nacionais. Pedro Abrunhosa, Rodrigo Leão, Ana Moura, Carminho, Aurea, Deolinda, João Pedro Pais, Dead Combo, Miguel Araújo, Blind Zero, José Cid, Ruy de Carvalho, Herman José, Alexandra Lencastre, Bruno Nogueira, Diogo Infante, Ana Bola, Maria Rueff, Joaquim Monchique, Olga Roriz, Paulo Ribeiro e quase todos os grandes nomes da música, teatro e dança nacionais já marcaram presença no palco principal.

  Encerrado em agosto, o Cineteatro Alba prepara a programação do último trimestre de 2017. Confirmadas estão as presenças de Luísa Sobral, Maria João e Emmy Curl, na música, e dos atores Miguel Guilherme e Jorge Mourato, no elenco da peça “Dois Homens Completamente Nus”. A abrir a programação, no dia 1 de setembro, terá lugar a apresentação do documentário “Nasci com a Trovoada – Autobiografia Póstuma de um Cineasta”, sobre a vida e obra do realizador Albergariense Manuel Guimarães.