quarta-feira, 13 de março de 2019

Quatro cidadãs irmãs celebraram aniversário na Marinha Grande


Quatro cidadãs irmãs celebraram aniversário na Marinha Grande


Os municípios geminados de Marinha Grande, Fundão, Montemor-o-Novo e Vila Real de Santo António, comemoraram o 31º aniversário da sua elevação a cidade na passada segunda-feira, 11 de março, na Marinha Grande.

O programa contou com a participação das comitivas das quatro cidades, que integraram a presidente e vereadores da Câmara da Marinha Grande; a presidente de Vila Real de Santo António, Conceição Cabrita; a vereadora da Câmara do Fundão, Maria Alcina Cerdeira; o Vereador Gil Porto, de Montemor-o-Novo; e presidentes de juntas de freguesia.

Além dos representantes dos municípios e freguesias, participaram os alunos e professores do 1º ciclo do projeto educativo “À Descoberta das 4 Cidades”.

A presidente da Câmara da Marinha Grande, Cidália Ferreira, lembrou que “a história faz-se de gente que não cruza os braços, que quando acredita não desiste e isso tem acontecido com o nosso amigo Joaquim Gouveia”, o coordenador do projeto “À Descoberta das 4 Cidades”.

Nestes 25 anos de vigência do projeto, “pude vivenciar a alegria dos meninos, a envolvência das famílias, os laços perpétuos que se estabelecem, o conhecimento mais profundo de cada um dos territórios das cidades irmãs”, “graças a todos os professores que têm assumido como seu projeto de escola o projeto «À Descoberta das 4 Cidades»”.

Este ano, a Marinha Grande foi a cidade anfitriã das comemorações, que tiveram início no dia 9 de março, na Casa da Cultura Teatro Stephens, com a atuação do projeto “Lobos de Barro”, de André Barros e Válter Lobo. No dia seguinte, o mesmo espaço cultural foi palco da peça “A soprar se vai ao longe”, do Grupo de Teatro do Sport Operário Marinhense, com encenação de Norberto Barroca.

No dia 11 de março, data do aniversário da elevação a cidade, na Praça Guilherme Stephens, assistiu-se à entoação do Hino de Portugal e hastear das bandeiras das quatro cidades, atuação do Grupo de Percussão Tocándar, oferta de lembranças das cidades irmãs à Presidente anfitriã, entoação do hino “Caracol da Amizade” e largada de balões.

Seguiu-se a cerimónia comemorativa, com intervenção dos representantes de cada município e a exibição do espetáculo “Um, Dois, Três...Ploc! Pinga Outra Vez.”, que abordou a temática da água e o seu ciclo de forma performativa.

As crianças e professores do projeto “À Descoberta das 4 Cidades” participaram ainda em várias atividades que tiveram lugar, na terça-feira, 12 de março, na Marinha Grande.

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Purpurina suja

Péricles Capanema
De forma obsessiva, o Carnaval tomou conta da televisão, dos jornais, das revistas, de blogues e sites sem-número. Estadeia visibilidade no topo. Viro a moeda, agora miro a coroa. Tomou conta da conversa das pessoas? De suas preocupações? Está de vera em ascensão rumo ao auge?
Corta. No turbilhão de notícias, saraivadas sucessivas, desventrando o caos em que se encontra o Brasil, há anos venho seguindo fenômeno alvissareiro: o Brasil amadurece. Lenta e continuadamente. Por que digo o Brasil? Por ser fenômeno generalizado.
Em vários pontos, emergem gradualmente, tendendo a serem majoritárias, opiniões que supõem reflexão, amplitude de vistas, sopesamento sereno de vários fatores, condições inafastáveis para caminhar na direção certa. Exemplos. Meses atrás li observação do jornalista Otávio Frias Filho (1957–2018), impressionou-me: “Eu fui bem socialista, digamos, entre 76 e 78 ou 79. Mas sempre com visão crítica. Daí eu recebi um convite da parte da ‘Economist’ pra visitar a Grã-Bretanha. Era programa muito bom, você ficava um mês conhecendo instituições e parlamentos, além da Redação da revista. Era a época Thatcher, e eu fiquei impressionado: quanto mais velha a pessoa que eu entrevistava, mais de esquerda ela era. Quanto mais jovem, mais de direita. Eu disse a mim mesmo: ‘Tem alguma coisa errada aqui, não é normal o que está acontecendo’”.
Nada tinha de errado, era normal o que acontecia, a Inglaterra estava amadurecendo, deixava de lado fantasias deformantes, refletia com menos amarras. Em suma, passava por avanço social sério; o socialismo, retrocesso evidente, parecia velheira nefasta a setores cada vez maiores, em especial na juventude. O Brasil, na época, infelizmente ainda estava numa juventude transviada, verde para posição mais lúcida. Gostava de acreditar em devaneios românticos, observava pouco, fantasiava sonhador sobre a ordem temporal. Melhorou bastante, com tropeços andou no rumo certo, amadureceu. E hoje teses de direita são defendidas de forma crescente por jovens.
No caso, na Inglaterra, antes blasonava dominante a opinião de que o Estado estava chamado a resolver os problemas, a sociedade vinha em segundo lugar. Era convicção sem dúvida deletéria. Naquele momento, a convicção antiga murchava nos espíritos. O Estado voltava a seu papel suplementar em relação à sociedade. Os jovens não queriam se ligar ao que presenciavam definhando.
Otávio Frias Filho se espantou com o que enxergou no mundo desenvolvido, oposto ao que sentia no Brasil de então, chapinhando no subdesenvolvimento. Contou ainda o jornalista: “Eu já estava na faculdade, sob influência enorme daquele movimento estudantil bem esquerdizado da época, na São Francisco”. Na ocasião, o mundo intelectual brasileiro que se publicava era maciçamente de esquerda. A juventude inglesa estava noutra, caminhava para a direita. Hoje, é menor entre nós o domínio intelectual da esquerda nos ambientes da intelligentsia, isto é, burguesia culta, jornalistas, docência universitária. Apagou-se em parte o deslumbramento esquerdista.
No Brasil de então, apenas para lembrar um fato, o assunto privatização começava a fazer seu caminho. Surgiram enormes resistências e não apenas na esquerda clássica que deblatera até hoje contra o processo. Houve, ao longo dos anos, marcha gradual para chegar à convicção saudável de que a solução dos problemas nacionais descansa sobretudo na sociedade e não no Estado, a saber, nas pessoas, nas famílias, nas empresas, nas escolas, na vida religiosa. Hoje, proporcionalmente, mais gente, em especial na juventude, apoia a política de privatizações (se bem-feita, claro) que no já longínquo 1979. Amadurecimento.
Outro ponto de amadurecimento, emagreceu nosso ufanismo infantil com o futuro do Brasil. A bem dizer sumiram ditirambos como os do simpático conde Afonso Celso em “Por que me ufano de meu país”: “Não há no mundo país mais belo do que o Brasil. Quantos o visitam atestam e proclamam essa incomparável beleza.” Caíram também no descrédito as bobagens de que somos os melhores em quase tudo, inigualáveis no futebol, reis do jeitinho, criativos como ninguém e vai por aí afora. O óbvio ganha espaços, antes ocupados por fantasia lisonjeante. Está mais difundida a opinião severa (e objetiva) de que um futuro de grandeza supõe como hábito de décadas, para começo de conversa, cultivo sério da inteligência, o esforço, a disciplina, vida ativa, regrada e austera. Aqui também houve amadurecimento. Roberto Campos, jocosamente (ou tristemente), com frequência trazia à baila, martelava Gilberto Amado sempre, ele daria pulos de alegria quando encontrasse um brasileiro capaz de ligar causa e efeito. Campos constatava, continuamos incapazes de ligar causa e efeito. Constato o oposto: começamos em vários setores a ligar causa e efeito, prenúncio de rumo certo.
Agora volto ao tema do artigo: o carnaval está no auge da popularidade? De um auge, sim, melhorando, de um fundo de poço: 2019 representou explosão de espírito libertário, de paganismo debochado e desbragado, lembrou os cultos a Baal da antiguidade pagã.
Em 2019 ficou claro também — primeira vez, pelo que atino — um distanciamento crítico da maioria da população em relação ao carnaval, desagradada de ver montanhas de dinheiro público torrado na proteção e promoção da devassidão. Causa e efeito ligados.
Pesquisa do instituto Paraná desenterrou realidade em geral oculta. Feita a pergunta: “Algumas prefeituras do Brasil decidiram reduzir a verba do carnaval para investir em áreas como saúde, educação, infraestrutura, entre outras. O sr.(a) concorda ou discorda dessa iniciativa?” No Brasil inteiro, 85,8% concordam. Discordam 8,6%. No Sul, mais escolarizado e de maior padrão de vida, 90,2% concordam. Segundo quesito: “Em sua opinião, o carnaval deve ser: (72,6%) totalmente patrocinado pela iniciativa privada; (21,2%) metade patrocinado pelo poder público e a outra metade pela iniciativa privada; (2,4%) totalmente patrocinado pelo poder público. No Sul, 82,5% querem o Poder Púbico fora do Carnaval, 12,9% meio a meio, 1,2% acham que o Poder Público deve patrociná-lo totalmente. Terceira pergunta: “O carnaval é a principal festa popular do Brasil?”, 53,5% responderam Não; 41,7% responderam Sim. Existe aqui clara opinião de reserva, até mesmo de oposição. Somando e subtraindo, os brasileiros, em sua grande maioria, prefeririam o dinheiro público aplicado em escolas, postos de saúde, creches, segurança ao invés de vê-lo torrado irresponsavelmente nos três dias de carnaval; é sinal de maturidade e seriedade de espírito. De longe, brilha a purpurina da popularidade. De perto, apresenta manchas. No caso, bom começo, desperta esperanças.
ABIM
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Você já ouviu falar de buracos brancos?

Talvez os buracos negros não sejam o único tipo de buraco no espaço. Hipóteses matemáticas descrevem algo chamado de “buraco branco”, uma singularidade sem massa que seria o oposto do objeto mais conhecido
 
Nem sempre é fácil calcular porcentagens de cabeça, mas um simples truque de matemática pode tornar a realização desses cálculos muito menos complicada
 
A rede mundial de computadores ou WWW foi concebida há trinta anos pelo físico britânico Tim Be rners-Lee, uma invenção que transformou a história moderna


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Ronaldo em noite de sonho e reviravolta épica da Juventus

Hat-trick do português

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Bola na Rede
A Juventus derrotou o Atlético de Madrid por 3-0, com um hat-trick de Cristiano Ronaldo, na segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões, disputada nesta terça-feira, no estádio Allianz, em Turim (Itália).
Com este resultado, os transalpinos anulam a desvantagem trazida da primeira mão. Recorde-se que o conjunto de Madrid vencera esse jogo por 2-0.
No embate decisivo desta terça-feira, Cristiano Ronaldo e João Cancelo foram titulares e estiveram em destaque: CR7 apontou os três golos e Cancelo fez a assistência para o segundo.
A Juventus prossegue em prova e conhecerá o próximo adversário na sexta-feira, data do sorteio onde também estará presente o FC Porto.
Bancada
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Brexit. Parlamento britânico chumbou novamente acordo de saída com 391 votos contra

A primeira-ministra britânica, Theresa May, não conseguiu fazer passar o acordo apesar dos três documentos adicionados segunda-feira que o Governo considerava terem as alterações necessárias para conseguir uma maioria de deputados favorável. O parlamento britânico fez hoje a primeira de três votações esta semana para decidir o futuro do Reino Unido na União Europeia.
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Faltando apenas duas semanas e meia para a data em que o Reino Unido deve deixar a União Europeia, a 29 de março, os deputados rejeitaram um "acordo melhorado" por 242 votos a favor e 391 contra. A primeira-ministra britânica, Theresa May, sofreu mais uma derrota histórica pelas mãos dos deputados britânicos, que rejeitaram pela segunda vez o seu controverso acordo de Brexit negociado até o último minuto com Bruxelas.
Hoje os parlamentares britânicos votaram o Acordo de Saída do Reino Unido (‘Brexit’) da União Europeia (UE), ao qual o governo de Theresa May adicionou três documentos com as alterações que considera necessárias para conseguir uma maioria de deputados favorável.
Ao abrir o debate hoje na Câmara dos Comuns antes do voto ao Acordo, May defendeu que as negociações que decorreram ao longo de oito semanas após o chumbo do documento, em janeiro, resultaram num “acordo melhorado que merece o apoio de todos” os deputados.
“O facto é que há alterações legalmente vinculativas como resultado das negociações”, vincou, a propósito dos três documentos divulgados na segunda-feira em Estrasburgo em conjunto com a União Europeia.
Além do Acordo de Saída e da Declaração Política sobre as relações futuras, foram votados três novos documentos que finalizados ao final do dia de segunda-feira, em Estrasburgo, pela primeira-ministra britânica, Theresa May, e pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.
O primeiro é um “instrumento comum juridicamente vinculativo” relativo ao acordo que “reduz o risco de o Reino Unido ser retido deliberadamente na solução de último recurso (‘backstop’) da Irlanda do Norte indefinidamente e compromete Londres e Bruxelas a trabalhar para substituir o ‘backstop’ por disposições alternativas até dezembro de 2020”.
O segundo novo documento é uma “declaração unilateral” de Londres que define “a ação soberana que o Reino Unido tomaria para garantir que o ‘backstop' seja aplicado apenas temporariamente” e a capacidade para denunciar o mecanismo de salvaguarda.
O documento final é um complemento à declaração política "estabelecendo compromissos do Reino Unido e da UE para acelerar a negociação e a entrada em vigor do seu futuro relacionamento”.
O ‘backstop’ prevê a criação de “um espaço aduaneiro único” entre a UE e o Reino Unido, no qual as mercadorias britânicas teriam “um acesso sem taxas e sem quotas ao mercado dos 27” e que garantiria que a Irlanda do Norte se manteria alinhada com as normas do mercado único “essenciais para evitar uma fronteira física”.
O Procurador Geral britânico disse hoje que as “alterações legalmente vinculativas” ao Acordo de Saída do Reino Unido da União Europeia (UE) reduzem, mas mantêm o risco de o país ficar indefinidamente numa união aduaneira com a UE.
A primeira ministra alertou ainda para o “risco para aqueles que têm fé no povo britânico e querem concretizar o voto pelo ‘Brexit’ que, se este acordo não passar, o ‘Brexit’ pode ser travado”.
O Acordo de Saída negociado com Bruxelas foi submetido ao parlamento britânico pela segunda vez, depois de ter sido chumbado em janeiro, por uma margem de 230 votos, incluindo 118 de deputados do partido do governo, o partido Conservador.
O documento precisava de ser aprovado num “voto significativo” na Câmara dos Comuns para ser ratificado.
Lusa
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terça-feira, 12 de março de 2019

IGUALDADE DE GÉNERO | "Mulheres submissas e homens que as escolhem." Mulheres do PS atacam SIC e TVI

Entidade Reguladora para a Comunicação Social já recebeu queixas. Mulheres Socialistas pedem ação da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.​
O Departamento Nacional de Mulheres Socialistas do PS "repudia de forma veemente" os programas que estrearam domingo à noite na SIC e na TVI em que homens procuram mulheres para casar ou namorar.
"Quem Quer Casar Com o Meu Filho?" e "Quem Quer Namorar Com o Agricultor?" têm gerado críticas e Elza Pais, presidente da estrutura feminina do Partido Socialista, confessa à TSF que ficou espantada com "tudo" o que se viu nestes programas: "Imagens estereotipadas de género que contrariam o princípio da igualdade constitucionalmente garantido".
A dirigente socialista diz que não querem colocar em causa o princípio da liberdade de imprensa, "mas no cumprimento da liberdade de imprensa, estes estereótipos não deviam ser veiculados pela própria imprensa". "Há limites que não podem ser ultrapassados", afirma.
Elza Pais diz que estes programas merecem o "mais veemente repúdio das Mulheres Socialistas: as imagens de mulheres submissas e homens que as escolhem,... como também mulheres sujeitas, inclusivamente, à opinião de outra mulher, a hipotética futura sogra..."
Razões e limites alegadamente "ultrapassados", que levam o Departamento Nacional de Mulheres Socialistas do PS a pedir uma reação à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) da Presidência do Conselho de Ministros, à semelhança do que aconteceu no passado.
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) confirmou à TSF que recebeu já nesta segunda-feira queixas a propósito dos programas "Quem quer casar com um Agricultor?" e "Quem quer casar com o meu filho?", sem adiantar, no entanto, o número de participações em causa.
Falando em "machismo e sexismo em todo o seu esplendor", a associação feminista Capazes já apelou ao boicote destes reality shows, sublinhando que "dois dias depois de assinalarmos com estrondo o Dia Internacional das Mulheres e a importância da luta pela Igualdade, a TVI e a SIC apresentam dois formatos absolutamente degradantes para as mulheres. Programas em que as mulheres são postas a competir pelo macho Alfa e pelo seu dote, sujeitando-se às maiores humilhações e fazendo-nos, a todas e todos, recuar ao século passado."
TSF
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BRASIL | Duplicou o número de brasileiros a pedir ajuda para sair de Portugal

Há cada vez mais brasileiros em Portugal, mas também cada vez mais a pedirem ajuda para regressar ao Brasil.

Quase duplicou, no último ano, o número de brasileiros a viver em Portugal que pede ajuda à Organização Internacional para as Migrações (OIM) para regressar ao seu país.
O Programa de Retorno Voluntário destina-se a imigrantes que têm grandes dificuldades em Portugal e querem regressar ao país de origem mas não têm meios próprios para pagar a viagem.
Depois de um mínimo de 190 em 2016, o número de brasileiros inscritos neste programa cresceu para 355 em 2017 e 616 em 2018, segundo dados fornecidos à TSF.
Dos 680 estrangeiros que no último ano pediram ajuda à OIM para sair de Portugal, cerca de 90% eram brasileiros, com 353 a acabarem por receber mesmo o apoio dessa organização internacional para regressar ao país de origem.
Por outro lado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) confirma à TSF que no último ano a comunidade brasileira em Portugal voltou a crescer, apesar de os números finais ainda não estarem completamente fechados.
Recorde-se que em 2017 os brasileiros já eram a principal comunidade estrangeira residente em Portugal, com um total de 85 mil residentes.
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TSF
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