quarta-feira, 16 de junho de 2021

Supertaça entre Sporting e Sporting de Braga em Aveiro, em 31 de julho


A Supertaça Cândido Oliveira, entre o Sporting, campeão nacional de futebol, e o Sporting de Braga, vencedor da Taça de Portugal, vai ser disputada em Aveiro, em 31 de julho, anunciou hoje a FPF.

O Estádio Municipal de Aveiro vai acolher o encontro que marca o arranque da época 2021/22, no dia 31 de julho, um sábado, a partir das 20:45.

O Sporting já ergueu o troféu oito vezes, a última das quais em 2015, enquanto o Sporting de Braga ainda procura a primeira vitória na competição.

Esta vai ser o segundo embate entre os dois clubes na Supertaça, depois da primeira conquista dos 'leões', em 1982, então disputada a dois jogos, com uma derrota por 2-1, em Braga, e um triunfo por 6-1, em Lisboa.

Lusa

Direção Regional de Cultura do Centro promove Conferência Internacional


Cultura, Território e Desenvolvimento - Estruturas de Criatividade é o tema do evento que decorre dias 1 e 2 de julho na Covilhã
Depois do sucesso da primeira edição, em 2019, onde foram apresentados e discutidos os principais desafios e estratégias para selecionar a Capital Europeia da Cultura 2027, em 2021, e sob a prioridade que a reflexão sobre o papel da cultura e da criatividade no desenvolvimento e coesão dos territórios representa para a Região Centro, a DRCC apresenta a segunda edição da Conferência Internacional com um programa onde o foco é colocado sobre as condições necessárias para o fomento de estruturas facilitadores da criatividade nos territórios e junto das comunidades, com vista à promoção de ecossistemas culturais e criativos alargados e resilientes.

“Cultura, Território e Desenvolvimento - Estruturas de Criatividade” decorre nos dias 1 e 2 de julho, no espaço New Hand Lab, na Covilhã, com o apoio da Turismo do Centro de Portugal e do Município da Covilhã. Ao longo destes dois dias serão debatidas visões, experiências e boas práticas, nacionais e internacionais, que abordam temas estruturantes como a formulação de estratégias e políticas culturais, o papel da educação e formação na cultura, formas de gestão e desenvolvimento dos espaços criativos.

Para Suzana Menezes “é difícil destacar um momento de programação quando, em apenas dois dias, teremos em palco os melhores exemplos, nacionais e europeus, da afirmação da cultura como pilar das estratégias de desenvolvimento territorial e societal”. A Diretora Regional de Cultura do Centro afirma ainda que “é urgente percebermos a cultura como fator de coesão, de promoção do conhecimento e do pensamento crítico e criativo e como um profundo exercício de cidadania, e estes são os temas que queremos colocar no centro do debate e da reflexão, sobretudo, num momento tão relevante de definição de políticas públicas e investimentos para a próxima década”.

Dirigida a agentes culturais e criativos, a autoridades locais e regionais, ao setor privado, e a todos os atores envolvidos no planeamento regional e local, a Conferência decorre de modo presencial nas instalações do New Hand Lab, (Covilhã) e de forma digital com transmissão em streaming na página Facebook da DRCC.

Com participação gratuita, as inscrições encontram-se disponíveis, a partir de hoje, no site culturacentro.gov.pt

 

Campanha de apoio à restauração visa atrair turistas e clientes a Évora

Depois de mais de 1 ano de confinamento, é hora, com todos os cuidados a que o contexto obriga, de devolver a vida às ruas de Évora. A par do retomar da atividade cultural, a Câmara Municipal, atenta às dificuldades do setor da restauração, está a lançar a campanha Évora, onde o alentejo se prova à mesa, para apoio aos restaurantes e bares do concelho. Esta é uma ação de âmbito local e nacional com o objetivo de trazer de volta a Évora os clientes e turistas apaixonados pela boa gastronomia alentejana, procurando contribuir, desta forma, para alavancar a retoma de um dos setores mais afetados pelos efeitos da pandemia.

Através desta iniciativa, o município disponibiliza, gratuitamente, mediante solicitação, uma série de materiais promocionais para restaurantes e bares, nomeadamente, placas com a designação aberto/fechado, bases de copos e individuais de mesa. Todos os interessados que pretendam aderir à campanha devem solicitar os materiais através do endereço: cme.dc@cm-evora.pt (limitados ao stock disponível).

Numa segunda fase, a campanha pretende contar com a participação ativa destes comerciantes, dando-lhes a oportunidade de associarem o seu rosto, mostrando a clientes e visitantes o sorriso de quem os recebe. Para isso, a Câmara Municipal desafia os profissionais da restauração e bares a serem fotografados nos seus estabelecimentos, juntamente com as suas equipas. Os interessados em participarem nas sessões fotográficas devem contactar através do email cme.dc@cm-evora.pt , ou, pelo telefone 266 777 105. Brevemente, serão disponibilizados alguns brindes para oferta aos clientes no final da refeição.

Esta campanha tem como objetivo afirmar ainda mais Évora como terra de bem receber, trazendo os clientes de volta, mas inserindo-se numa estratégia mais ampla. Foi nesse sentido que no último Natal o município desenvolveu uma campanha de estímulo ao comércio local, denominada “Este Natal ofereça uma prenda a Évora, faça compras no comércio Local”, destinada a apoiar o comércio tradicional. Nesta perspetiva alargada cabe também, por exemplo, o Festival Imaterial, que entre 18 e 26 de junho cruza músicas e culturas de vários pontos do globo na capital alentejana, trazendo a dinâmica cultural de volta ao espaço público. É tempo de voltar a Évora.

Cento e trinta anos à deriva

 

  • Péricles Capanema
Pedro Sampaio Malan é um engenheiro e economista brasileiro, que serviu como Presidente do Banco Central do Brasil, entre 1993 e 1994, e Ministro da Fazenda, durante todo o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Lia no jornal paulistano “O Estado de São Paulo”, dias atrás, artigo de Pedro Malan (O terceiro inverno do governo Bolsonaro), quando, de repente, trombei com esta: “O processo que nos trouxe até aqui está em curso há décadas. Estamos há mais de 130 anos em busca de uma República democrática digna desse nome”.

Crise velhíssima. De outro modo, até hoje, não terá havido entre nós república digna de tal nome. À vera, Malan recorda o óbvio. Ela começou com uma quartelada, logo despencou num bonapartismo caboclo que esfrangalhou as liberdades reinantes na monarquia, a seguir eleições “a bico de pena” e de lá para cá barafusta meio bêbada entre golpes, anarquia administrativa, roubalheiras e ditaduras. Currículo consagrador, dúvida nenhuma.

Infelizmente, pelo sacolejar costumeiro da carruagem, Deus nos proteja, parece que não teremos caminho fácil pela frente, pelo menos até onde a vista alcança. República digna do nome? Peraí, devagar, Dr. Pedro. Vamos esclarecer um ponto. Talvez o articulista tenha se referido à república romana, inspiração para muitos republicanos ao longo da história. Quereria um país com homens públicos dotados da “gravitas”, “prudentia”, “honestas”, varões de Plutarco. Se, contudo, tiver como ideal, a república francesa, nascida de 1789, santo Deus! Assassinatos, terror, opressão, tirania, guerras sem fim, e vai por aí afora. Seria então congruente termos com a mão no leme do Estado homens públicos despreparados, inescrupulosos, toscos, aproveitadores, arrivistas, debochados, useiros e vezeiros da linguagem chula e do palavrão, na realidade, hedionda caquistocracia. Marat, Fouchet e Fouquier-Tinville constituiriam lídimos marcos para comportamentos “autenticamente republicanos” do segundo modelo. A propósito, sobre a Revolução Francesa, um de seus corifeus, Georges Clemenceau (1841-1929), afirmava que, por coerência, era preciso aceitá-la “en bloc”; nada de fatiamentos, uns comestíveis, outros intragáveis. “A Revolução Francesa é um bloco, um bloco do qual nada pode ser retirado. Esta revolução admirável ainda não acabou, continua, somos dela os atores”. E ainda, na mesma direção: “A Revolução Francesa é um bloco, que é preciso aceitar ou rejeitar em sua integralidade”.

Deixo de lado a alusão ao modelo que animaria Malan, não sei se o da Antiguidade, se o sanguinolento da Modernidade. Ou se seria outro, quem sabe mescla de várias realizações históricas.

Desalmado processo de décadas. Nota ainda o celebrado economista, padecemos desestabilizador processo de décadas, coisa longa, confusa e desagregadora. Bosqueja traços dessa construção empobrecedora, cujo resultado é cruel exclusão social; ao longo dos anos, milhões e milhões de brasileiros impedidos de ter vida melhor. Processo aponta para ação concatenada, fio de meada. Qual processo? Explica ele meio atabalhoadamente: “Ações e omissões, erros e acertos, paixões e interesses, conflitos e compromissos que nos trouxeram, como país, ao que somos hoje. Entender como um país se tornou o que é, e o que poderia vir a ser, exige consciência do peso ou do empuxo do passado”. Deveras, está descrevendo processo que em muitos traços se poderia chamar de demolição. E o conserto não pode vir só de uma eleição, de troca de gerentes, de medidas entufadas, aparatosas e estrepitosas — vazias, no miolo. Requer muito mais, mas desborda os limites do artigo o trato circunstanciado dos remédios contrários ao retrocesso. De qualquer maneira, já é um avanço ter clara a noção do buraco em que nos metemos.

Barco no meio da borrasca. Malan lembra o clima de incerteza, os riscos atuais à liberdade, a possibilidade concreta das surpresas desagradáveis. Borrasca, barlavento e sotavento em mutação rápida, rajadas desorientadoras sacudindo o navio (ou o Brasil). De fato, confessa-o chapada e candidamente, estamos há décadas agredidos pelo fracasso estrondoso da república.

Conscientização. Vamos, pelo menos muito por alto, aludir à consciência e ao peso do passado, circunstâncias lembradas pelo antigo ministro da Fazenda. Cento e trinta anos batendo cabeça, crâneo lotado de galos doloridos, olhos cansados divisando fantasmas no fundo do panorama. Inevitável a conclusão: a solução (emplastro) gizada às pressas e irrefletidamente pelo marechal Deodoro não funcionou; deu com os burros n’água. Na prática, o emplastro infeccionou ainda mais a ferida.

A “ordem e progresso”, no real, a regressão bagunçada, nasceu da credulidade, enraizada no mimetismo subserviente, de acreditar em fórmulas cerebrinas que, aliás, já caminham celeremente para o ostracismo: positivismo e bonapartismo. Caudatários apaixonados de correntes já meio moribundas e desvalorizadas nas origens, empurraram na época, goela abaixo do Brasil, poções pretensamente mágicas de feiticeiros desmoralizados. Intoxicou, enrijeceu; desnaturou.

Peso do passado. O peso a que alude Malan é a carga jogada nos ombros do povo pelos descaminhos da era republicana. Existe outro passado, anterior ao republicano: teve pesos, mas também teve empuxo e até luz. Não sustento que a monarquia, como existiu entre nós, constituiu governos sem máculas. Longe disso. Apenas que foi começo promissor, carregado de esperanças bem fundadas e realizações de valor. O Brasil poderia ter dado muita coisa boa para seu povo e para o mundo.

Gravitas. Chamo a atenção para um ponto. A “gravitas”, “honestas” e “prudentia” da generalidade dos homens públicos do Império era penhor de caminhada na direção de um bem comum cada vez mais amplo, criador de espaços de oportunidades e realizações, aperfeiçoando pessoas e instituições. A tal perspectiva foram dadas as costas e despencamos. Um exemplo só, revelador, e para fechar: qual foi o homem público mais prestigioso da república, o maior de seus ministros, exemplo de lucidez na ação, clareza de rumos e proficiência para a pátria? Em sua procura de respeitabilidade e eficiência, a república o buscou no Império: o barão do Rio Branco. Que, aliás, nunca deixou de usar o título em ocasiões públicas e privadas. Na república triunfante, seguro, perfil de medalha, ostentava-o: era “o barão”.

Governo do bom exemplo. Por que lembrei tudo isso? Melhor, recordo; repito o que já tenho escrito. Se quisermos progresso para todos, será condição indispensável o cultivo lúcido de elites aptas a conduzir a nau pública com elevado senso do bem comum. Competentes e preparadas, é o início indispensável, mas também com a clara noção do dever da exemplaridade. O bom exemplo dos governantes é fundamento de aperfeiçoamento nacional, pressuposto para amplíssima e benéfica política de inclusão social.

ABIM

Atletas da secção ar livre e aventura da Sociedade Columbófila participaram no 3º Trail trilhos do Arroz Doce


Teve lugar no passado dia 13 de junho, o III Trail Trilhos do Arroz Doce, numa organização do Formobike BTT & Trail Running (Secção do CRP de Formoselha-ACDS), com os apoios do Centro de Recreio Popular de Formoselha, Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Junta de Freguesia de Santo Varão Associação, entre outras entidades, que igualmente assinala o regresso das provas de trail, embora ainda, com muitas limitações devidas à pandemia.

Desenrolando-se maioritariamente, nos trilhos do baixo mondego, esta prova na distância de 18 km, integrou o circuito distrital de Trail Curto, da Associação de Atletismo de Coimbra (ADAC).

Participaram nesta prova de 18km, na vertente de trail curto, 19 atletas da Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense.

No final da prova Pedro Cardoso, alcançou o 26º lugar na classificação geral masculino e o 10º no escalão de M40, Nelson Heleno, 38° geral masculino e 14° M Senior, Nuno Coelho, 48° geral masculino e 22° M40, José Machado, 82º geral masculino e 21º MSenior B, Nuno Almeida, 98° geral masculino e 46° M40, Brian Ferreira, 113º geral masculino e 16º MSenior A, Joselito Marques, 153º geral masculino e 70º M40 e José Mendes, 155º geral masculino e 37º MSenior B

No sector feminino regista-se a prova de Daniela Guerra, que obteve o 11º lugar na classificação geral feminina e o 3° lugar no escalão F Senior B, ocupando um lugar no pódio, Gabriela Oliveira, 14° geral feminina e 5° F40, Otília Costa, 19° geral feminina e 9° F40, Catarina Marques, 29° geral feminina e 15° F40, Sandra Ângelo, 30° geral feminina e 16° F40, Luísa Santos, 50° geral feminina e 25° F40, Emanuella Barradas, 51° geral feminina e 13° FSenior B, Anabela Almeida, 56° geral feminina e 30° F40, e Ana Ferreira, 57° geral feminina e14° FSenior B.

Participaram ainda nesta prova as atletas Daniela Geitoeira e Jessica Cardoso.

Estes resultados permitiram à equipa da Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, obter o 6º lugar na Classificação geral masculina, em 21 equipas participantes e alcançar na Classificação geral feminina o 3° lugar, salientando-se a participação de Daniela Guerra que alcançou um lugar no pódio.



Solidariedade: Angariação de fundos para as crianças de Moçambique

 

Está em curso um projeto na Escola João Afonso de Aveiro, Turma 9º D para uma campanha de angariação de fundos que visa apoiar as crianças de Moçambique.
Os meninos do 9ºD agradecem a todos os que contribuíram para a realização deste projeto, nomeadamente a quem disponibilizou os prémios.
O jornal da escola, o Moliceiro, dá destaque à iniciativa e espera que iniciativa supere as expectativas.
Os interessados podem comprar o referido jornal na papelaria por um euro, se assim o entenderem, sendo uma das formas para apoiar.
O referido jornal contém outros artigos de interesse, nomeadamente a participação na assembleia municipal jovem.





Município de Silves altera mecanismos de atendimento ao público


No âmbito do Estado de Calamidade e do levantamento das medidas de confinamento em cumprimento do previsto nas Resoluções do Conselho de Ministros n.ºs 70-B/2021, de 04 de junho, e 74-A/2021, de 09 de Junho, o Município de Silves informa que os serviços de atendimento ao público passaram a funcionar sem marcação prévia. Contudo, com vista a promover a contenção e a diminuição do risco de exposição e contágio por COVID-19, a autarquia continua a apelar aos munícipes que procurem evitar deslocações presenciais aos serviços municipais, dando preferência ao contacto através de telefone (número 282 440 800, com linhas dedicadas), email ou skype.

Neste contexto, e sempre que se justifique a deslocação presencial junto dos serviços municipais, é obrigatório o uso de máscara e o cumprimento do dever de etiqueta respiratória e de distanciamento físico, assim como a higienização das mãos, tendo o Município de Silves disponibilizado em todos os seus edifícios e serviços dispensadores de solução álcool-gel para o efeito.

Com exceção da Biblioteca Municipal de Silves, Castelo de Silves, Igreja da Misericórdia, Museu Municipal de Arqueologia e Museu do Traje e das Tradições, todos os restantes equipamentos municipais de natureza cultural, lúdica e recreativa permanecerão encerrados. O complexo das piscinas municipais de Silves encontra-se a funcionar nas vertentes de ginásio, aulas de grupo “Água” e “Terra”, Escola Municipal de Natação (nas classes Iniciação Técnica IT1, IT1 +8, IT2, Aperfeiçoamento e Manutenção) e piscina (utilização livre).

Informações adicionais poderão ser recolhidas através do despacho presidencial, disponível em https://www.cm-silves.pt/pt/noticias/7699/municipio-de-silves-altera-mecanismos-de-atendimento-ao-publico.aspx, onde estão vertidas todas as medidas adotadas até ao momento e as que produzem efeito desde o dia 10 de junho, enquanto o Estado de Calamidade vigorar, sem prejuízo de eventuais prorrogações em função da avaliação que, em cada momento, seja feita da adequação das medidas adotadas, tendo a determinante finalidade de controlo e contenção da propagação do novo coronavírus (SARS-CoV-2), causador da doença COVID-19.