quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

𝑁𝑂𝑇𝐴 𝐷𝐸 𝐼𝑀𝑃𝑅𝐸𝑁𝑆𝐴 | 21 𝐹𝐸𝑉 14ℎ30 > 𝐵𝑖𝑏. 𝑀𝑢𝑛𝑖𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 | 𝐶𝑂𝑁𝑉𝑂𝐶𝐴𝑇𝑂́𝑅𝐼𝐴 𝘈̀𝘚 𝘌𝘚𝘛𝘙𝘜𝘛𝘜𝘙𝘈𝘚 𝘈𝘙𝘛𝘐́𝘚𝘛𝘐𝘊𝘈𝘚 𝘌 𝘊𝘜𝘓𝘛𝘜𝘙𝘈𝘐𝘚 𝘋𝘖 𝘋𝘐𝘚𝘛𝘙𝘐𝘛𝘖 𝘋𝘌 𝘝𝘐𝘚𝘌𝘜 | 𝐅𝐢𝐧𝐚𝐧𝐜𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐚 𝐂𝐫𝐢𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚

 A Pausa Possível e a Europa Criativa com o apoio não financeiro da Câmara Municipal de Viseu, comunicam que no dia 21 de fevereiro, pelas 14h30, na Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva irão promover um workshop de 180’ destinado a agentes culturais e criativos das diferentes áreas: música, artes performativas, património, literatura, design, arquitectura, etc para a que mais estruturas do distrito se possam candidatar a fundos europeus.
Procedeu-se a uma convocatória de artistas e agentes do distrito de Viseu uma vez que o número de candidaturas de projectos culturais e artísticos portugueses às diferentes linhas de apoio do programa Europa Criativa, é insipiente face a outros países europeus, situação que se pretende atenuar através desta sessão teórico prática, estimulando as estruturas deste distrito a formalizar candidaturas competentes.
 
Neste sentido apelamos aos órgãos de comunicação social que apoiem a divulgação desta ação, na tentativa de chegar ao maior número de criadores e agentes culturais e artísticos de todas as áreas para que possam ser mais eficazes na elaboração de possíveis candidaturas a projectos que possam beneficiar a região.
 
Obrigada
Sandra Oliveira
 
Presidente da Pausa Possível  
  
CONVOCATÓRIA
ÀS ESTRUTURAS ARTÍSTICAS E
CULTURAIS DO DISTRITO DE VISEU 
“Financiamento europeu para projectos culturais e artísticos: como, quando, onde e porquê?”
Como obter financiamento para um projecto cultural ou artístico é uma pergunta comum (e bastante permanente) do sector cultural e criativo.
 
Nesta sessão teórico-prática pretende-se:
Mapear os principais programas europeus mais vocacionados para financiar projectos culturais e artísticos e a respectiva calendarização indicativa;
Evidenciar as principais funcionalidades do Portal Funding & Tenders, o portal de candidaturas para financiamento europeu;
Detalhar as principais linhas de financiamento no âmbito do Europa Criativa – programa europeu de apoio exclusivo ao sector cultural e criativo
Enumerar quais os erros mais comuns das candidaturas ao Europa Criativa e como os contornar;
>Facultar os dados estatísticos mais relevantes no âmbito do Europa Criativa;
>Detalhar as principais funcionalidades do Portal Funding & Tenders (plataforma onde se fazem candidaturas aos programas Europeus);
>Referir a importância das parcerias locais, regionais e transnacionais e quais os principais mecanismos para encontrar entidades parcerias além-fronteiras;

DESTINATÁRIOS* | Sessão destinada a agentes culturais e criativos das diferentes áreas: música, artes performativas, património, literatura, design, arquitectura, etc.
 

WORKSHOP    21 FEV.| 14H30 | BIBLIOTECA MUNICIPAL  


Sessão da Assembleia Municipal de Porto de Mós Descentralizada | 23 de fevereiro de 2024

 Informam-se todas as pessoas que poderão assistir à sessão ordinária da Assembleia Municipal de 23 de fevereiro de 2024, a ter lugar às 19h00, no Salão Paroquial das Pedreiras

Poderá, ainda, assistir à Sessão Ordinária da Assembleia Municipal, em direto, através da página do facebook do município em facebook/municipiodeportodemos.
 
 
Em 2024 comemoram-se dois acontecimentos que importa assinalar, o Cinquentenário da Revolução de 25 de Abril de 1974 e o centenário da criação da freguesia de Pedreiras, em 19 de dezembro de 1924. Conscientes da sua importância, a Assembleia Municipal de Porto de Mós e a Junta de Freguesia de Pedreiras decidiram convidar um destacado orador nacional para participar na próxima sessão ordinária da assembleia municipal, que fará uma intervenção sobre a importância do poder local para o desenvolvimento e para a democratização da sociedade portuguesa.
 
Diogo Ferreira é doutorado em História e investigador integrado do polo de investigação “História, Territórios e Comunidades”, da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa. Tem desenvolvido uma carreira sólida sobre teoria e metodologia da história local, ancorada frequentemente nos seus vários trabalhos sobre História de Portugal no século XX e sobre o município de Setúbal em particular. É, hoje, uma referência nacional nestes campos de estudos, sendo autor de vários livros, capítulos e artigos de especialidade, em revistas nacionais e internacionais.
 
*Patrícia Alves
Gabinete de Comunicação

ALTERAÇÕES DE TRÂNSITO EM SILVES A PARTIR DO DIA 16 DE FEVEREIRO ÀS 09H00

 O Município de Silves informa que, serão implementadas alterações de trânsito em Silves, a partir do dia 16 de fevereiro, às 09h00, com as seguintes modificações:
» Rua Sítio do Pinheiro e Rua do Monte Branco » implementação de sentido único de trânsito, poente/nascente
» Rua S. José, Enxerim » implementação de sentido único de trânsito, poente/nascente
» Rua dos Lírios e Rua da Esteva, Bairro Ché, Enxerim » implementação de sentido único
» Rua do Sagrado Coração de Maria » implementação de sentido único de trânsito poente /nascente
» Rua Dr. João de Menezes » implementação de sentido único no sentido nascente/poente
» Rua Cruz da Palmeira » implementação de sentido único de trânsito, exceto bombeiros (até ao quartel)
O Município de Silves agradece a melhor compreensão e atenção dos automobilistas, residentes e utentes.

 

Integrando as comemorações do 50.º aniversário do 25 de Abril. “A OPOSIÇÃO DE SILVES AO ESTADO NOVO” ABRE CICLO DE CONFERÊNCIAS “A PALAVRA É UMA ARMA”

 Terá lugar no próximo dia 20 de fevereiro, pelas 21h00, na Sociedade Recreativa Alcantarilhense, a palestra “A Oposição de Silves ao Estado Novo”. A conferência, promovida pelo Município de Silves no âmbito do 50.º aniversário do 25 de Abril, integra um ciclo de três conferências “A palavra é uma arma” e será proferida pela investigadora Maria João Raminhos Duarte.
Esta 1.ª sessão irá centrar-se, particularmente, na oposição ao regime ditatorial no concelho de Silves no período entre 1926 e 1974 e de como a cidade, caracterizada por um forte movimento operário ligado à indústria corticeira e pelo republicanismo “democrático” da sua elite local, se destacou, desde o primeiro momento, no combate à ditadura.
“Em Silves, houve opositores de todos os tipos. Neste âmbito, apresenta-se a história desses movimentos, os seus protagonistas e são identificadas as suas atividades e influência dentro e fora do concelho. De igual modo se apresenta a repressão social, civil e política, a depuração administrativa e, por último, a repressão formal e a violência”, salienta Maria João Raminhos Duarte referindo-se a este tema.
A expulsão da função pública, os despedimentos, as torturas, as prisões e o desterro prolongado fazem parte da memória coletiva da cidade que aqui também se pretende preservar.
As sessões seguintes, que serão alvo de oportuna divulgação, realizar-se-ão nos dias 01 e 15 de março, respetivamente, abordando as temáticas "Existência no Feminino: A Mulher Algarvia no Estado Novo" e "A Longa Noite: Presos Políticos Silvenses".

A entrada é livre.

Cantanhede | Helena Teodósio critica orientação do Governo no plano estratégico para a água e saneamento

 

A presidente da Câmara Municipal de Cantanhede está desagradada com a orientação dada pelo Governo à distribuição dos fundos no setor da água e saneamento, lamentando que nesse processo “sejam privilegiados fatores de escala e maximização dos apoios, restringindo-os, como regra geral, aos investimentos que beneficiem da escala de agregação em entidades intermunicipais ou de parcerias com entidades gestoras do Grupo AdP – Águas de Portugal, conforme é preconizado na Resolução do Conselho de Ministros n.º 23/2024 e no Plano Estratégico para o Abastecimento de Água e Gestão de Águas Residuais e Pluviais 2030 (PENSAARP 2030).
Subscrita por todos os vereadores do executivo camarário cantanhedense e pelo Conselho de Administração da INOVA-EM,a posição crítica de Helena Teodósio já foi manifestada pela própria no Conselho Diretivo da ANMP, do qual faz parte, e na CIM – Região de Coimbra, onde é vice-presidente. A autarca considera a orientação do Governo “uma inaceitável discriminação negativa dos municípios que insistem em manter a seu cargo a gestão dos sistemas de abastecimento de água e saneamento, como é o caso de Cantanhede, através na INOVA-EM. Na prática, a nossa empresa municipal fica impedida de recorrer aos fundos comunitários para financiamento dos investimentos estruturantes que tem projetados neste domínio”, afirma, dizendo não vislumbrar “que critérios podem estar na base de tal impedimento para empresas não integradas em parcerias intermunicipais ou no Grupo AdP – Águas de Portugal”.
Segundo Helena Teodósio, “tem havido uma enorme insistência no sentido de a INOVA-EM ser integrada nessa entidade, o que o Município de Cantanhede sempre recusou negociar, no pressuposto de que os serviços prestados pela empresa municipal são de excelente qualidade e os seus indicadores de gestão refletem uma sólida situação financeira, em função dos bons resultados de exploração que tem obtido, mesmo cobrando tarifas que são das mais baixas a nível nacional. Quero acreditar que a limitação no acesso aos fundos comunitários com que estão confrontadas as empresas não integradas em parcerias intermunicipais ou em entidades gestoras do Grupo AdP – Águas de Portugal não é uma forma de pressão para que essa integração venha a ocorrer, mas torna-se difícil não ler dessa forma tal impedimento”, lamenta a líder do executivo camarário cantanhedense.
Helena Teodósio entende que “a distribuição dos recursos financeiros do PRR e do Portugal 2030 num setor tão estruturante como o da água e saneamento deve obedecer, exclusivamente, a critérios de qualidade técnica e relevância dos projetos, independentemente da dimensão das entidades gestoras que submetam as candidaturas para obtenção de financiamento. Não vejo como um processo desta natureza possa ser equacionado de outra forma”, sublinha.

*Carla Cruz Silva 
Divisão de Comunicação

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE DESAFIA CRIANÇAS A “SENTIR AS EMOÇÕES”


“Sentir as Emoções” é a designação do programa de competências sociais e emocionais, num ambiente positivo e estimulante, que está a ser desenvolvido pelo Município da Marinha Grande em escolas do pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico do concelho.
O projeto pretende combater problemas de relacionamento e comportamentos inadequados, desenvolvendo a inteligência emocional, através do estímulo da perceção emocional, da capacidade de entender e gerir as emoções, do desenvolvimento de competências de autocontrolo e do desenvolvimento de competências sociais (relacionamento interpessoal) e de tomada de decisão consciente.
Foram, até à data, realizadas várias sessões em contexto de turma/sala de aula, por uma psicóloga, com o objetivo de promover o desenvolvimento de competências emocionais e transmitir hábitos saudáveis ao nível da saúde mental.
A primeira edição deste programa foi implementada em três turmas da Escola Básica João Beare, entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024. Segue-se nova edição, que vai contemplar o Jardim-de-Infância da Ordem. A Câmara Municipal levará esta iniciativa a outras escolas, mediante a manifestação de interesse da parte de professores e educadores.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Aula Aberta para assistir online, a 22 de fevereiro, às 14h30. O que é que o código de conduta nos diz sobre a cultura ética da organização?

 Manuela Silva, provedora de Ética da EDP e responsável pelo Ethics Office corporativo da mesma empresa, e Helena Gonçalves, coordenadora do Fórum de Ética da Católica Porto Business School, são as oradoras convidadas da Aula Aberta sobre “Código de ética/conduta: o que nos diz sobre a cultura ética da organização?” que se realiza online a 22 de fevereiro, às 14h30. Uma iniciativa da Católica Porto Business School, aberta ao público, que se enquadra no lançamento da 3ª edição do Curso Executivo de Ética, Compliance e Whistleblowing nas Organizações.
 Os códigos de ética/conduta são uma ferramenta crucial para as organizações expressarem a sua cultura ética, darem orientações claras aos seus colaboradores e partilharem expectativas com as partes interessadas”, salienta Manuela Silva, que refere ainda que as organizações que não possuem este tipo de códigos acabam por perder uma oportunidade de reforçar a sua própria cultura ética.
 
Manuela Silva teve a seu cargo em 2019 o processo de revisão do Código de Ética da EDP. “Esse novo código, reconstruído ao nível das melhores práticas internacionais, foi considerado um dos melhores das empresas do PSI, de acordo com a metodologia do Instituto of Business Ethics (IBE) para avaliar a qualidade dos códigos”, realça a provedora e responsável pelo Ethics Office corporativo da empresa.
 
No entender de Helena Gonçalves, é importante que as organizações utilizem “a Lei 93/2021 e o Regulamento Geral de Prevenção da Corrupção para a criação de ambientes legalmente enquadrados e propícios ao desenvolvimento de um clima e cultura éticas nas organizações”.
 
Nesta aula aberta, vai ser apresentado o Code of Ethics/Conduct Index [PSI] Portugal, que permite avaliar de modo abrangente os códigos de ética/conduta de organizações sedeadas em Portugal através de uma análise de quatro dimensões: natureza, linguagem e tom; facilidade de utilização; canal de denúncias/’speak up’; e liderança. A sessão “Código de ética/conduta: o que nos diz sobre a cultura ética da organização?” realiza-se em formato online a 22 de fevereiro, às 14h30.

Fernanda Teixeira