quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Rio candidato diz que “PSD não é, nem nunca será, um partido da direita”

Ex-autarca do Porto começa o discurso a citar António Costa (e um ditado popular), dizendo que palavra dada é palavra honrada.
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Rui Rio já é candidato à liderança do PSD e está "com os dois pés" no partido. O anúncio foi feito depois das 18h30, a partir de uma sala de hotel em Aveiro. "Hoje, o meu tempo é o tempo de me dedicar a servir o PSD num dos tempos mais difíceis" do partido, disse. E acrescentou, para que não restasse dúvidas, que "o PSD não é, nem nunca será, um partido de direita".
O ex-autarca do Porto começou a sua declaração sem direito a perguntas citando um ditado que António Costa gosta de usar: "Palavra dada é palavra honrada". E de seguida explicou que "Portugal precisa de um banho de ética", porque "não pode valer tudo".
Reconhecendo que seria mais cómodo não responder aos apelos que lhe fazem, Rio disse que "jamais defraudaria a esperança que tantos" em si depositam. E aos que o têm criticado por estar rodeado da velha guarda do PSD, respondeu: "Num PSD por mim presidido não há rupturas geracionais".
Sobre a questão do bloco central fez questão de sublinhar, sendo muito aplaudido, que o PSD "e partido de poder, não é muleta" e acrescentou que "este é "princípio do fim da coligação parlamentar que hoje, periclitantemente, nos governa".

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CIM Região de Coimbra presente no maior evento de promoção de vinhos e produtos em Paris

No ano em que Portugal é o país convidado de honra de um dos maiores eventos de Paris, a CIM Região de Coimbra, em estreita colaboração com os Grupos de Ação Local (Ad Elo, Adiber, Adices, Coimbra Mais Futuro, Dueceira, Pinhais do Zêzere e Terras de Sicó), Turismo Centro de Portugal e CVR Bairrada marca presença na 84.ª Fête des Vendanges de Montmartre, de hoje, 11 a 15 de Outubro 2017.
A participação da CIM Região de Coimbra prevê a promoção dos produtos e vinhos da região junto de operadores e público parisiense, no evento que decorre anualmente na Butte Montmartre, acolhendo quase meio milhão de pessoas.
Além dos produtos únicos da região de Coimbra são proporcionadas aos visitantes várias atividades e uma programação variada: espetáculos, exposições, animações de rua e espaços de promoção regional.
Organizada pela Câmara do 18.° Bairro de Paris, a Festa das Vindimas de Montmartre tem este ano um sabor português com cinco regiões portuguesas a marcarem presença junto à Basílica do Sacré Coeur, no já célebre “Percurso de Gosto”. Assim, a edição 2017 da Feira das Vindimas é uma oportunidade única dada aos parisienses de provar as especialidades que fazem a riqueza e a singularidade, em particular, da Região de Coimbra sendo esta uma oportunidade de excelência para promover a região em múltiplos domínios
Apaixonados pela sua terra e orgulhosos das suas tradições, os produtores da Região de Coimbra, pela mão dos representantes dos Grupos de Ação Local e CVR Bairrada têm três dias para apaixonar os franceses e os turistas pelos produtos da região.
O início do programa da Feira das Vindimas é assinalado numa das salas míticas do bairro de Montmartre com um espetáculo de Fado. A sala ‘Les Trois Baudets’, onde Jacques Brel, Serge ainsbourg ou Georges Brassens costumavam tocar, recebe Lizzie e os seus músicos, Nuno Estevens e Filipe de Sousa, que apresentam o espetáculo ‘Além Fado’, que mistura poemas de ilustres autores franceses com o Fado.
Antes do concerto e na mesma sala, o ‘rendez-vous’ será marcado por uma prova de vinhos portugueses com especialidades típicas e em que os vinhos da Região de Coimbra, entre outros, vão marcar presença pela mão de Ana Sofia Oliveira, num evento preparado para uma centena de convidados.
Destaque, na manhã de Sábado, dia 14 de Outubro, para o ‘Grand Défilé des Vendanges de Montmartre’, que integra diversas confrarias das regiões francesas presentes e que percorrerá o caminho simbólico entre as vinhas de Montmartre e a Basílica do Sacré Coeur, num momento de festa e de partilha, alvo de grande mediatização em França.
Desde 1934, a Fête des Vendanges de Montmartre celebra em Outubro, a chegada do vinho do Clos Montmartre.
Desta vez, contará com os sabores da Região de Coimbra…

“A mente humana não consegue imaginar.” Investigadores recuperam texto enterrado em Auschwitz

"Não estou triste por ter morrido, mas estou triste por não poder vingar-me como queria", escreveu Marcel Nadjari, num texto recuperado e agora tornado legível
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"Todos sofremos coisas aqui que a mente humana não consegue imaginar". Esta é uma das frases do texto que o judeu grego Marcel Nadjari escreveu e enterrou no campo de concentração de Auschwitz, um testemunho de um tempo negro, ao qual não esperava sobreviver. Mais de 70 anos depois, cientistas conseguiram finalmente tornar o texto encontrado em 1980 legível.
O documento foi encontrado dentro de uma garrafa quando um estudante fazia escavações na floresta perto das ruínas do crematório III de Auschwitz-Birkenau, em 1980. Apenas 10 a 15% do texto escrito em grego era legível. O papel esteve enterrado durante 35 anos em solo húmido o que ajudou na degradação, explicou o historiador russo Pavel Polian ao jornal Deutsch Welle.
Uma especialista em informática russa conseguiu tornar os contornos das letras visíveis com a ajuda da análise de imagens multiespectral e agora é possível ler cerca de 85 a 90% do texto.
Polian contou ao DW que dos cinco presos de Auschwitz que escreveram e enterraram cartas, a maioria descoberta em 1945, Nadjari foi o único sobrevivente e a sua mensagem foi a última a ser encontrada. Na carta Nadjari conta que o trabalho dos presos era entregar os cadáveres aos fornos crematórios onde "um ser humano acaba em cerca de 640 gramas de cinza".
"Todos sofremos coisas aqui que a mente humana não consegue imaginar", escreveu Nadjari. "Debaixo de um jardim há dois quartos subterrâneos: um é para se despirem e o outro é uma câmara da morte. Entram nuas e quando está cheio com cerca de 3 mil pessoas, fecham e são gaseados", explicou.
O historiador Polian distingue o texto de Marcel Nadjari dos outros cinco encontrados no mesmo campo, pois é o único que fala sobre vingança. "Não estou triste por ter morrido, mas estou triste por não poder vingar-me como queria", escreveu o grego, que acabou por sobreviver ao Holocausto.
Marcel Nadjari, de origem grega, foi deportado para Auschwitz em 1944 e trabalhava na equipa "Sonderkommando", onde tinha como função retirar os cadáveres das câmaras de gás.
Após a guerra voltou para a sua terra de origem e em 1951 foi com a sua mulher e filho para os EUA, onde trabalhou como alfaiate. Morreu em 1971 com 54 anos, em Nova Iorque.

Fonte: DN
Foto: AGENCY GAZETA/KUBA OCIEPA

Mariano Rajoy abre caminho à suspensão da autonomia da Catalunha

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O Conselho de Ministros do Governo espanhol decidiu pedir formalmente à Generalitat para que confirme se declarou a independência da região na terça-feira. Mariano Rajoy explicou que é um “requerimento prévio” às medidas que poderão ser adotadas no âmbito do artigo 155 da Constituição espanhola.

O chefe do Governo espanhol apontou ainda o executivo catalão criou uma “confusão de forma deliberada” com os acontecimentos de terça-feira em Barcelona. “Este requerimento prévio a qualquer das medidas que o Governo pode adotar no âmbito do artigo 155 da nossa Constituição pretende oferecer aos cidadãos a clareza e a segurança que uma questão como esta exige”, explicou o líder popular.

Mariano Rajoy afirma querer “oferecer certezas aos espanhóis, em especial aos catalães e evitar a confusão gerada pelas autoridades da Generalitat”.

“A resposta dada pela Generalitat a este requerimento marcará o futuro dos acontecimentos. Se Carles Puigdemont demonstrar vontade de respeitar a lei e restabelecer a normalidade institucional se porá fim a um período de instabilidade, tensões e quebra da convivência”, afirmou.

“É o que todos querem e esperam”, defendeu Mariano Rajoy. “É preciso que volte a tranquilidade, a segurança e o sossego e que volte com a maior brevidade possível”, completou.

A decisão do Governo de Mariano Rajoy surge depois de o presidente da Catalunha ter declarado a independência da região e suspendido essa mesma declaração para dialogar com Madrid.

O artigo 155 permite a Madrid suspender a autonomia de uma região, passando o governo central a assumir os poderes autonómicos. No entanto, este artigo nunca foi acionado, não sendo portanto consensuais os próprios limites da sua aplicação. O próprio acionar deste artigo deverá demorar pelo menos dois a três dias.

O Governo de Mariano Rajoy tem de começar por avisar oficialmente o presidente da Generalitat da sua intenção e dos seus motivos. Só depois as medidas devem ser apresentadas e clarificadas junto do Senado, onde podem ainda sofrer alterações.

À espera da resposta catalã

A resposta de Mariano Rajoy a Carles Puigdemont agrada aos socialistas. O líder do Partido Socialista da Catalunha escreveu no Twitter que “valoriza muito a prudência da declaração de Mariano Rajoy”. “Espero que a resposta ao requerimento esteja à altura”, pede Miquel Iceta.

A grande questão agora é como irá a Generalitat responder a Mariano Rajoy. Esta manhã, ainda antes do anúncio do primeiro-ministro espanhol, o porta-voz do governo catalão esclareceu que a declaração de independência assinada na terça-feira é um “ato simbólico”, uma vez que a independência teria de ser feita pelo Parlamento.

“Um ato simbólico em que atestamos o nosso compromisso em declarar a independência”, explicou Jordi Turull, citado pela France Presse.

No entanto, o porta-voz da Generalitat prometeu que Barcelona “será consequente com o compromisso do povo catalão” no caso de Mariano Rajoy decidir acionar o artigo 155 da Constituição.

"Se o Governo põe em marcha o artigo 155 quer dizer que não há nenhuma vontade de diálogo e o Governo, nesse caso, será consequente com o compromisso do povo catalão", afirmou Jordi Turull à televisão pública catalã.

Fonte: RTP
FotoSergio Perez - Reuters

Hora de Fecho: Em direto/ É acusado de 31 crimes e teria 24 milhões na Suíça

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Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
Acabou a espera. Sócrates acaba de ser acusado de corrupção passiva, branqueamento de capitais, falsificação de documento e fraude fiscal qualificada. Salgado, Bava e Granadeiro também acusados.
O ex-primeiro-ministro deve ao fisco mais de 19 milhões de euros pelos rendimentos que, segundo a acusação, recebeu de forma ilegal. Na totalidade, o Estado foi lesado em 58 milhões de euros.
Carta do primeiro-ministro estabelece prazos para governo catalão reagir. Se não forem cumpridos, Artigo 155 entra em marcha. No Parlamento discutem-se os méritos de reformar Constituição.
Dois novos escalões, novos limites, novo mínimo de existência. As mudanças no IRS já estão acordadas, falta apenas fechar a forma como serão aplicadas. Veja aqui o que muda.
Governo e PCP estão a negociar aumento extraordinário de pensões, mas Centeno não está disponível para gastar os 140 milhões que a medida custa. Aumento pode cingir-se a pensionistas com mais de 75.
Tem o "glamour" que o partido quer, mas já não tem tantos fiéis. Tem Relvas, que já não tem (tanto) o PSD. Tem os anti-Rio, mas tem também anticorpos. Tem hipóteses de ganhar, mas tem tudo a perder.
O Facebook está mais uma vez em baixo e o Instragram (que pertence à mesma empresa) também está a apresentar falhas no serviço. O Facebook já avisou: a falha vai demorar "horas".
Momentos de trabalho e tempos livres, passados por vezes a fazer tricot. Durante 9 anos, uma hospedeira da Virgin America tirou fotografias aos bastidores da tripulação e partilhou-as no Facebook.
O rapper gravou um vídeo de quatro minutos e meio em que improvisa e tece duras críticas a Donald Trump. Charlottesville, Coreia do Norte, NFL, Porto Rico e Las Vegas: está lá tudo.
Lola Ogunyemi é modelo, nigeriana, nasceu em Londres e vive em Atlanta. Tornou-se esta semana a cara da discriminação. A modelo negra do anúncio polémico da Dove diz que não é uma vítima.
O grande rival de Vladimir Putin, Alexei Navalny, decidiu revelar a casa e as férias que o presidente russo quer esconder de todos. A propriedade fica na fronteira entre a Finlândia e a Rússia. 
Opinião

Rui Ramos
Uma República Catalã dominada pelo esquerdismo revolucionário, com fronteiras incertas e abarcando milhões de espanhóis contrariados, nunca seria mais um pacato Portugal na Península Ibérica.

Manuel Villaverde Cabral
Ninguém de boa-fé ignora que uma «declaração unilateral de independência» significaria automaticamente a saída da Catalunha da UE, apesar de os líderes do «procès» terem escamoteado o facto até agora.

Laurinda Alves
Ao longo deste ano foi possível ver a forma dedicada como os crentes devotos se encaminharam para Fátima, como o Papa Francisco disse tudo em duas palavras, quando veio rezar a 13 de Maio: “Temos Mãe"

José Manuel Fernandes
Em Portugal há gente suficiente para o PSD ter futuro se disser qualquer coisa que não seja de esquerda. Não há é futuro para uma cópia ensimesmada e bolorenta do PS, sonhando ser o seu parceiro menor

José Manuel Moreira e André Azevedo Alves
Trata-se de revelar a premissa omissa na agenda progressista: a noção de que o Estado se encontra investido da autoridade de um senhorio público com inquestionável poder de domínio sobre a sociedade.
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Os acusados, as ligações e os milhões. Todos os detalhes sobre a Operação Marquês

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Especial
José Sócrates

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É um terramoto que atinge a elite política e financeira. A acusação da Operação Marquês não poupa ninguém. O ex-primeiro-ministro José Sócrates é acusado de 31 crimes, entre eles corrupção passiva, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e fraude fiscal qualificada. Da lista dos acusados constam também Ricardo Salgado, Carlos Santos Silva, Zeinal Bava, Henrique Granadeiro, Helder Bataglia ou Armando Vara. Leia sobre os detalhes, as ligações e os milhões.
21441976_770x433_acf_cropped.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Especial/A origem do cerco a José Sócrates

Tudo começou com duas comunicações bancárias a relatarem operações suspeitas de Carlos Santos Silva de 1,2 milhões de euros. Uma delas envolvia a mãe de Sócrates. Foi o início da Operação Marquês.
jr__3660_770x433_acf_cropped.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Os próximos passos da Operação Marquês

O que podem fazer os 28 arguidos agora acusados na Operação Marquês? Podem evitar ser julgados? Quanto tempo pode demorar até o processo terminar definitivamente?
22079374_770x433_acf_cropped.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Em direto/ José Sócrates acusado de 31 crimes. Teria 24 milhões na Suíça

Acabou a espera. Sócrates acaba de ser acusado de corrupção passiva, branqueamento de capitais, falsificação de documento e fraude fiscal qualificada. Salgado, Bava e Granadeiro também acusados.
befunky-collage1_770x433_acf_cropped.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Acusados: quem são e que crimes estão em causa

28 acusados. 19 pessoas singulares, 9 empresas, dezenas de crimes. Quem é quem na acusação da Operação Marquês e quais são os crimes de que o Ministério Público os acusa.
arquivamentos-1.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Os três arguidos que não foram acusados

O Ministério Público arquivou as acusações relativamente a três arguidos: João Abrantes Serra, Joaquim Paulo da Conceição e Paulo Lalanda e Castro. Em relação a este último foi extraída uma certidão.
22107550_770x433_acf_cropped_770x433_acf_cropped.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Operação Marquês. Leia o comunicado completo

O Ministério Público deduziu acusação contra os 28 arguidos da Operação Marquês, entre eles Sócrates, Santos Silva, Salgado, Bava, Granadeiro e Vara. Leia o comunicado na íntegra.
823105684_770x433_acf_cropped.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Vídeo/ Operação Marquês: os dez arguidos com mais crimes

As 4 mil páginas da acusação apontam 174 crimes no total a 28 arguidos. Os lugares do pódio são ocupados por Carlos Santos Silva, José Sócrates e Ricardo Salgado.
110868590_770x433_acf_cropped.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Arguidos devem ao fisco 58 milhões (Sócrates 19,5)

O ex-primeiro-ministro deve ao fisco mais de 19 milhões de euros pelos rendimentos que, segundo a acusação, recebeu de forma ilegal. Na totalidade, o Estado foi lesado em 58 milhões de euros.
12138655_770x433_acf_cropped-1.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Especial/ Os 5 casos da face oculta de Sócrates na Justiça

José Sócrates nunca foi arguido em nenhum outro processo além da Operação Marquês, mas a Justiça conhece o seu nome desde os casos Cova da Beira, licenciatura, Freeport, Face Oculta e Monte Branco.
18536785_770x433_acf_cropped.jpgCASO JOSÉ SÓCRATES

Foi Sócrates quem aprovou as leis que o apanharam

A transposição das regras comunitárias de combate ao branqueamento de capitais foi essencial para o início da Operação Marquês. Adivinhe quem fez a transposição? O Governo Sócrates, pois claro.
colunista_jmfernandes-200x200.png
O que o despacho de acusação nos mostra é que este não é um mero caso de Justiça, é muito mais do que isso. Mostra até onde chegou a concentração de poder e a sofreguidão do duopólio Sócrates-Salgado.
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