quinta-feira, 19 de abril de 2018

Sofia Alves e João de Carvalho sobem ao palco do Teatro-Cine de Torres Vedras | Porta com Porta


Sofia Alves e João de Carvalho sobem ao palco do Teatro-Cine de Torres Vedras para apresentar a comédia “Porta com Porta”, no dia 28 de abril, sábado, pelas 21h30.              
A peça, produzida pelo Dramax – Centro de Artes Dramáticas de Oeiras, é da autoria de Lázaro Matheus com encenação de Celso Cleto.

“Rute, uma mulher independente com cerca de 40 anos, resolve comprar um apartamento novo num edifício de prestígio. Mas, na euforia de conseguir mais um passo na sua independência, acontece algo que não estava planeado e que ela não vai conseguir controlar… Tony.
Tony é o proprietário que vai ocupar o apartamento do lado, porta com porta.
De facto, Tony com cerca de 55 anos está muito longe de ser o vizinho ideal para Rute… E os problemas acontecem logo no primeiro encontro.”

Ficha Técnica
Autoria: Lázaro Matheus
Direção: Celso Cleto
Interpretação:  Sofia Alves e João de Carvalho
Assistente de encenação: Helena Veloso
Cenário: João Paulo Araújo
Voz Off: Helena Veloso
Som e Luz: Tiago Pedro
Grafismo: Patrícia Gomes
Coprodução: Câmara Municipal de Oeiras

Destinatários: M/16

Lotação: 400
http://cm-tvedras.pt/assets/images/nespeciais-icon.png acesso a público com mobilidade condicionada 
Preço: (Plateia) 12,5€ | (balcão) 10 €


Teatro-Cine de Torres Vedras
3ª a 6ª: 09h00 às 13h00 e 14h00 às 17h00
a partir das 18h00 em dias de espetáculo

Av. Tenente Valadim, n.º 19
2560 Torres Vedras

261338131


Câmara Municipal de Torres Vedras

Tlf: +351 261 320 751 

Entenda a importância de ser reconhecido como jornalista profissional


Entenda a importância de ser reconhecido como jornalista profissional 
Entenda a importância de ser reconhecido como jornalista e como isso faz a diferença numa eventual demanda judicial. 
Pergunta respondida pelo Juiz Sérgio Moro em entrevista à BBC Brasil, no vídeo Investigar vazamentos é como "Caça a fantasmas", publicada no dia 10/04/2017. 


INICIA AOS 2:26 DO VÍDEO: 
https://www.youtube.com/watch?v=nwYf8OB8_so&list=PL8zL3jk47JdBtnnjkotk5ZqAkB9bEdy15 

Avaria na HCB deixou mais de metade de Moçambique às escuras; Hidroeléctrica de Cahora Bassa sonega informação financeira



Uma avaria não especificada na Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) deixou sete províncias do Centro e Norte de Moçambique sem energia eléctrica desde o início da noite desta terça-feira (17) e causou restrições no fornecimento à Africa do Sul e ao Zimbabwe. Esta situação acontece numa altura em que a HCB prepara-se para cotar-se Bolsa de Valores e o @Verdade descobriu a hidroeléctrica oculta muita informação sobre as suas contas reais.

Cerca das 17 horas desta terça-feira (17) as províncias de Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa sofreram um corte de energia eléctrica. Habituados aos cortes sistemáticos os poucos moçambicanos bafejados pela distribuição da Electricidade de Moçambique (EDM) acreditavam tratar-se apenas mais um!

No entanto um comunicado da EDM informando que o corte deveu-se a “um disparo registado na central da HCB no Songo” veio criar reavivar temores de um apagão como aconteceu em 2015.

O porta-voz da Electricidade de Moçambique, Luís Amado, disse à Rádio Moçambique que embora existam alguns centrais eléctricas na Região Centro e Norte por enquanto a alternativa é a própria HCB.

Até as 23 horas a Hidroeléctrica de Cahora Bassa não tinha tornado pública nenhuma informação sobre esta avaria. Tentativas de contactar a assessoria de imprensa foram infrutíferas.

A avaria está a condicionar a venda de energia para a África do Sul, principal cliente da HCB e que fica com mais de 60 por cento de toda energia que a hidroeléctrica produz, assim como ao Zimbabwe, que compra cerca de cinco por cento da energia de Cahora Bassa.

Esta avaria acontece numa altura que a Hidroeléctrica de Cahora Bassa prepara-se para dispersar 7,5 por cento das suas acções através da Bolsa de Valores de Moçambique e o @Verdade descobriu que a empresa não tem divulgado todas as suas contas nos Relatórios anuais que publica.

Analisando as contas disponíveis dos últimos três exercícios fiscais não foi possível apurar os montantes arrecadados pela HCB com a venda de energia à ESKOM, eléctrica sul-africana, à ZESA, eléctrica zimbabweana, ou mesmo à EDM.

Pedidos formais do @Verdade, ao abrigo da Lei do Direito à Informação, secundados por solicitações pessoais ao Presidente do Conselho de Administração, não foram esclarecedores.

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa, que se vangloria de uma alegada amortização total e antecipada do empréstimo contraído para o financiamento da sua reversão do Estado português para o Estado moçambicano, também não apresenta nas suas contas o detalhe sobre a sua situação real de endividamento junto à banca nacional e estrangeira.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Mais uma criança raptada à porta da escola na Beira


Pessoas armadas e com os rostos encobertos, ainda não identificadas, raptaram uma criança de apenas sete anos de idade, à entrada da sua escola, na manhã de terça-feira (17), na cidade da Beira, província de Sofala. O crime dá-se sensivelmente quatro meses depois de o Tribunal Judicial de Sofala (TJS) ter condenado quatro cidadãos a penas de 18 a 24 anos de prisão maior por sequestro de um outro petiz.

O sequestro, materializado de forma relâmpago, aconteceu defronte de uma escola privada de língua inglesa onde a vítima frequenta, no bairro de Macúti.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) naquele ponto do país confirmou a ocorrência e disse que ainda não dispunha de informações detalhadas para se pronunciar. Prometeu fazê-lo oportunamente.

Ao que o @Verdade apurou, a vítima fazia-se transportar num carro particular, supostamente de um parente, e foi sequestrada à porta da escola por três indivíduos. A matrícula do carro em que os raptores viajavam não foi identificada.

Não é a primeira vez que uma criança é raptada na Beira. A 25 de Maio de 2016, no bairro de Ponta-Gêa, um miúdo identificado pelo nome Saneshe Motichande, na altura com nove anos de idade, foi sequestrado e os seus ofensores exigiram dos pais um resgate de cinco milhões de meticais.

O crime foi investigado e os mentores detidos. Mais tarde os mesmos foram julgados e condenados.

Trata-se dos co-réus José Sarmento, Samuel Sotho e Djeisse Sitoi, sentenciados a 24 anos de prisão maior, pelo TJS, e Jeremias Muianga a 18 anos.

Na altura, o miúdo e o seu irmão saíam de casa para entrar no carro que os levaria à escola. Os raptores, em número de três, estavam também com os rostos encobertos.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Presidente de Moçambique atira culpa pelas dívidas ilegais ao Credit Suisse e o Vnesh Torg Bank

Foto da Presidencia da RepúblicaFilipe Nyusi esqueceu de levar na sua viagem à capital do Reino Unido a sua retórica que de Moçambique pode “viver com os recursos de que dispõe internamente” ou o argumento do seu antecessor de as dívidas da Proindicus, EMATUM e MAM foram “medidas de natureza estratégico-militar” para defender a soberania das águas nacionais. “Moçambique levou o dinheiro aonde? Levou dinheiro de algum lado. Então esse lado não tinha a sensibilidade que esse dinheiro é muito, demais, que estamos a dar a um pobre, e que não há regras”, reagiu o Presidente a questões de jornalistas estrangeiros, atirando as culpas das dívidas ilegais para o Credit Suisse e o Vnesh Torg Bank e ignorando que o Governo de que fazia parte é que violou, antes dos bancos, a Constituição da República.
O Presidente Nyusi, que em Moçambique não se digna a falar com jornalistas, foi nesta terça-feira (17) emboscado por um batalhão de profissionais da comunicação social em Londres, após realizar uma apresentação sobre a Paz e Democracia na Chatham House, sobre as dívidas contraídas com Garantias Soberanas emitidas sem a aprovação da Assembleia da República.
Sem a retórica que prega aos moçambicanos, de que “(...)o momento de dificuldades que vivemos no relacionamento com os nossos parceiros de cooperação é instrutivo no sentido de tornar cada vez mais urgente a necessidade do nosso País viver com os recursos de que dispõe internamente e produzir suficiente riqueza para financiar o seu próprio orçamento e desenvolvimento”, o Chefe de Estado começou por explicar que “(...) aos credores temos dito que não é um problema de nós recusarmos que asseguramos como Governo, como Estado, são dívidas que assumimos. Um Estado não é a cada ciclo vem muda, diz não, não, depois deixamos de ficar um país sério”.
Deixando de lado o argumento do ex-Presidente Armando Guebuza, que à Comissão Parlamentar de Inquérito disse que as dívidas da Proindicus, EMATUM e MAM foram “medidas de natureza estratégico-militar” para defender a soberania das águas nacionais e que “nós faríamos justamente da mesma maneira hoje, em defesa da Pátria Amada e do maravilhoso povo moçambicano”, Filipe Nyusi atirou as culpas para os bancos Credit Suisse e o Vnesh Torg Bank.
“Cheguei a uma fase em que nem sequer tínhamos medicamentos para os doentes”
Foto da Presidencia da República
“Naturalmente que esse processo é complexo, porque não pode ser só Moçambique a ser visto como o único. Moçambique levou o dinheiro aonde? Levou dinheiro de algum lado. Então esse lado não tinha a sensibilidade que esse dinheiro é muito, demais, que estamos a dar a um pobre, e que não há regras etc, essa responsabilidade tem que ser partilhada”, afirmou o Presidente Nyusi a jornalistas sem mencionar que o Governo onde foi ministro da Defesa violou a alínea p) do número 2, do artigo 179, da Constituição da República e as leis orçamentais de 2013 e 2014.

Visivelmente acossado o Chefe de Estado declarou que a suspensão do apoio financeiro do Fundo Monetário Internacional e dos Parceiros de Cooperação está “agora a sacrificar a um povo”.
“Cheguei a uma fase em que nem sequer tínhamos medicamentos para os doentes do HIV/Sida e da tuberculose porque os investimentos estão bloqueados. É momento já de a comunidade internacional ver a coisa como o prejuízo a um povo, ao cidadão, porque podemos parar inclusivamnte o desenvolvimento de um país, ou a então a vida de uma população por causa de uma coisa esclarecida”, apelou o estadista moçambicano.
Esclarecimento das “lacunas” apontadas pelo FMI não deverá acontecer antes das Eleições Gerais de 2019
O Presidente Nyusi tentou passar a ideia de que Moçambique “não é o único país que tem problemas como esse no mundo, aliás não queremos dizer que as coisas deviam acontecer em Moçambique como cópia de outros país que fazem más coisas não, não é isso que estou a dizer. Mas há países que tiveram coisas muito altas, etc, agora para não se misturar como uma coisa de interesse político acho que devíamos ver exactamente o que tem que ser feito, em que fase, etc, etc”.
Ainda procurando esclarecer aos jornalistas estrangeiros o Chefe de Estado moçambicano faltou a verdade quando disse que o seu Governo colaborou com a Auditoria realizada pela Kroll e que está a cooperar com órgãos de Justiça.
Nyusi concluiu a sua intervenção num tom mais desafiador: “ (...) a vida continua e prevalece e nós não vamos atirar a corda no pescoço porque as coisas aconteceram. É encarar um processo normal e trabalhar para que isso se resolva”, deixando no ar que o esclarecimento das “lacunas” apontadas pelo FMI não deverá acontecer antes das Eleições Gerais de 2019.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Cidade da Beira: Cornelder oferece material didáctico a mais de 1.500 alunos


Foto de Fim de SemanaA Cornelder de Moçambique, SA (CdM), concessionária dos Terminais de contentores e de carga geral do Porto da Beira, no âmbito da sua Política de Responsabilidade Social Corporativa (RSC), tem a Educação, como um dos principais pilares da sua acção solidária.

Neste contexto, por ocasião da comemoração do décimo aniversário da Escola Secundária São José da Munhava, comemorado no dia 13 de Abril, apoiou um programa de actividades daquela instituição de ensino, subordinado ao lema: “Uma criança, um professor, um livro e um lápis podem mudar o mundo”. A contribuição da CdM consistiu na oferta de material didáctico, que foi distribuído gratuitamente aos 1.538 alunos que estão abrangidos no desenvolvimento desta plataforma de carácter socioeducativa em curso no bairro da Munhava, um dos mais populosos e vulneráveis da Cidade da Beira.

Para além da entrega do material escolar e de acordo com a programação eleita, a CdM, promoveu igualmente na ocasião, uma sessão de apresentações de conteúdos profissionais, a partir de três colaboradores da empresa, que fizeram explanações ilustrativas sobre o trabalho desenvolvido por cada um no Porto da Beira, criando desta forma, uma interacção positiva entre os colaboradores da CdM e os alunos da escola, no sentido de despertar nos alunos jovens a importância de se dedicarem, com afinco, aos estudos para a consequente progressão e sucesso na sua vida profissional.

Importa referir que esta é mais uma das acções concretas que a CdM leva a cabo este ano, a fim de garantir que os estudantes daquela instituição de ensino e aprendizagem, possam ter acesso gratuito a material didáctico e possibilita simultaneamente, o desfrutar em conjunto, de algumas experiências práticas de trabalho, contadas na primeira pessoa, pelos trabalhadores, que exercem funções em áreas distintas da Cornelder como um engenheiro mecânico, um superintendente de planificação no Terminal de Contentores e um representante do Departamento Comercial.

Pretende-se, com o suporte através deste leque de programas técnico educativos, inspirar os estudantes a desenvolver o espírito empreendedor e também estimular o investimento na qualidade das suas aspirações pessoais, no sentido de dar um rumo mais consentâneo com o desenvolvimento das suas futuras carreiras profissionais. “Temos, mais do que aprender, de colocar em prática os valores passados pelos nossos professores e pais no nosso dia-a-dia.

Não basta apenas que sejamos bons profissionais, temos de saber agir com integridade, honestidade e ética em tudo que fazemos”, disse Miguel de Jenga, director comercial da CdM ao intervir no evento. O Padre Vitorino Simão, na qualidade de responsável da Escola, não escondeu o seu contentamento, testemunhado pela euforia contagiante dos estudantes que fizeram à festa, que expressou a sua gratidão pelo gesto da CdM pelo apoio prestado à Escola Secundária São José da Munhava: “Saibam que cada caderno, cada lápis ou outro material didáctico tem um grande significado na nossa vida.

Não se trata apenas de um lápis ou de uma caneta, tudo quanto falamos aqui resume-se nesses instrumentos de ensino que nos levam até ao emprego, a sermos homens e mulheres com outra visão. Com eles, podemos nos tornar professores, doutores, engenheiros, gestores de empresas e tudo aquilo que desejamos ser na vida", concluiu.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

PJ destruiu cerca de duas toneladas de droga apreendida

PJ destruiu cerca de duas toneladas de droga apreendida

A Polícia Judiciária (PJ) destruiu hoje cerca de duas toneladas de drogas várias, a maior parte cocaína, apreendidas em operações que decorreram maioritariamente no ano passado.

Segundo disse à agência Lusa o diretor da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) da PJ, Artur Vaz, entre as drogas destruídas hoje nas instalações da Valorsul, em São João da Talha, Loures, estão 1.400 quilos de cocaína.

No conjunto de estupefacientes hoje incinerados, que resultaram de cerca de 1.000 apreensões, estão igualmente heroína, haxixe, liamba e algumas drogas sintéticas.

De acordo com o responsável da UNCTE, no ano passado foram destruídas mais de 14 toneladas de drogas apreendidas.

Segundo a mesma fonte, em 2017 foram destruídos quase uma tonelada (990 kg) de cocaína, 53,4 kg de heroína, 672,3 kg de liamba e mais de 270 kg de drogas sintéticas.

Foram ainda incinerados no ano passado mais de 12 toneladas (12.783 kg) de haxixe.

Fonte:impala