segunda-feira, 13 de maio de 2019

Porto de Mós | Em construção CRO – Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia




Já iniciaram as obras do CRO – Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia, que se localizará na atual Zona Industrial de Porto de Mós.

Estão em fase de execução as fundações e subestrutura sendo, entretanto, betonada a laje.

A obra representa um investimento de €188 596,00 e prevê-se que esteja concluída este ano.

O Centro Municipal de Recolha de Animais de Companhia tem como objetivo promover o bem-estar animal e assegurar a segurança e a tranquilidade das populações, sensibilizando para o respeito dos direitos dos animais.

O centro de recolha permitirá o alojamento dos animais capturados, contribuindo para garantir, do ponto de vista sanitário, a vigilância de zoonoses graves, como é o caso da raiva e o controlo da propagação de outras como leishmaniose, equinococose/hidatidose, sarnas e tinhas. 

O edifício desenvolve-se num único piso e é composto pelos seguintes espaços: uma sala de enfermaria, uma sala de cirurgia, uma sala de recobro, um gabinete médico, três instalações sanitárias, incluindo um duche, um gabinete de receção e administração, um armazém de materiais de captura e alimentação, dezassete celas para cães, quinze celas para gatos (em gaiola), dois compartimentos para outras espécies, duas celas para isolamento ou quarentena, uma cela para fêmeas com ninhadas e uma área para higienização dos animais dotada de água quente. Os vários compartimentos que constituem o Centro (CRO) agrupam-se de modo a separar as áreas de serviço das áreas das celas onde se encontram os animais de companhia, bem como a separação em áreas distintas das zonas destinadas ao canil e ao gatil.

O CRO contará, ainda, com diversas área exteriores que permitirão garantir a existência de condições para melhorar a qualidade de vida animal.

Esta infraestrutura permitirá ao Município dar cumprimento ao disposto na legislação, no controlo de animais errantes, que será complementado com a criação de um programa de adoções responsáveis.

Câmara vai requalificar Jardim Público da Azaruja




Projeto aprovado na última Reunião Pública
Câmara vai requalificar Jardim Público da Azaruja

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A Câmara Municipal de Évora irá iniciar dentro em breve a obra de requalificação do Jardim Público da Azaruja, cujo projeto foi aprovado na última Reunião Pública, que decorreu no passado dia 8 de Maio.
Com um orçamento base de 45 mil euros a que acresce o IVA, esta obra, um anseio de longa data da população local, pretende dar resposta aos vários pedidos da população e da Junta de Freguesia, efetuados aquando da visita da vereação no âmbito da iniciativa “pelos Caminhos do Concelho”. O objectivo é intervir e requalificar um espaço com cerca de 45 anos e que, desde a sua execução/inauguração, não teve qualquer intervenção de reabilitação e atualização: desde mobiliário urbano, pavimentos, a vegetação e iluminação.
A proposta agora aprovada pela Câmara Municipal propõe a conservação da tipologia de Jardim Público, mas requalificando, valorizando e reforçando-o enquanto “espaço verde”, pois é a única área verde existente na vila.
Assim, após a conclusão da intervenção, o Jardim Público na Praça Morgado Torres, da Azaruja, terá sido alvo de recuperação e criação de espaços verdes; recuperação do pavimento; recuperação e melhoramento do sistema de drenagem; melhoramento do sistema de rega; melhoramento da iluminação pública e de instalação de mobiliário urbano.
Plano Local de Habitação de Évora
Na última Reunião Pública de Câmara (RPC) foi apresentado o processo, em curso, de elaboração do Plano Local de Habitação de Évora (PLHE), um instrumento estratégico para responder às necessidades de habitação, que propõe uma ativa participação dos cidadãos e instituições para a construção do Plano Local de Habitação, no sentido de quantificar, definir e programar localmente as intervenções necessárias, tendo em conta os instrumentos e recursos nacionais, para as áreas de habitação e reabilitação urbana para o concelho de Évora.
Com o objetivo de atender às necessidades habitacionais, de acordo com as especificidades das comunidades, dos edifícios e dos territórios no concelho, o documento agora dado a conhecer propõe desenvolver uma metodologia participativa, porque não existem modelos nem metodologias pré-definidas para a sua construção. A partir da metodologia participativa, pretende-se promover uma governança criativa com o envolvimento, a participação e a cooperação de todos.
O Plano Local de Habitação de Évora dirige-se a todas as pessoas e famílias que residem em grave carência habitacional assim como às pessoas e famílias que não têm acesso ao mercado habitacional.

A elaboração do PLHE, cuja fase de levantamento da realidade está praticamente concluída, segue agora para o período de recolha de sugestões e opiniões findo o qual começará a ser implementado.

A tragédia de Paris

Hitler em ParisEm novembro de 1941, quando a França era dominada sob o tacão nazista, no semanário “Legionário” o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira lamentou a situação a que ela fora reduzida, mas reconhecendo nisso um castigo extensivo a toda a humanidade. O mesmo comentário se aplica à recente catástrofe de Notre Dame.
É certo que da França nos têm vindo muitas sementes de corrupção e de impiedade. No século XIX, por exemplo, ela produziu um monstro como Gambetta, um ímpio como Renan, atrizes levianas como as que, nas boîtes de Montmartre, escandalizavam os viajantes do mundo inteiro. Mas produziu também Louis Veuillot, Ozanam, Montalembert, Lacordaire, e uma rosa de pureza e candura como Santa Terezinha do Menino Jesus. Se a humanidade inteira, em lugar de se abeberar nas fontes de talento e santidade que nunca se estancaram em terras de França, se ia dessedentar nos antros da corrupção ou nas obras dos apóstatas, de quem é a culpa? Só da França?
A ruína em que está Paris lembra, ponto por ponto, as grandes desgraças que, na narração do Antigo Testamento, se abatiam sobre Jerusalém quando ela violava seus deveres.
Reconhecendo embora, com a tristeza com que os profetas reconheciam a culpabilidade de Jerusalém, que Paris está muito longe de ser uma cidade inocente, é com o coração pesado de amarguras que comentamos a desgraça em que caiu. Tinha Paris uma missão histórica na Cristandade, e sua ruína deve ser por nós chorada, como os profetas choravam a ruína de Jerusalém, deixando transparecer através do pranto as esperanças e o desejo de uma ressurreição.
Se a desgraça de Paris foi merecida, adoremos e beijemos a Mão Divina que permitiu a punição. Nem por isso, entretanto, desculpemos aqueles a quem tão grande desgraça se deve. Crer nos desígnios da Providência não é, por certo, justificar, desculpar, nem mesmo atenuar toda a gravidade da infração que a desgraça de Paris representa quanto às leis da moral internacional.
Mas se Deus pune assim essa cidade, quanta punição isso representa para toda a Cristandade! A antiga capital dos reis cristianíssimos, hoje tomada pelas tropas do neopaganismo! Do alto do Céu, que dirão São Luís IX e Santa Joana d’Arc?
Nessa hora de desgraça, não amaldiçoemos Paris, não batamos palmas aos que a oprimem, não nos acumpliciemos com os que a desolam. Rezemos por Paris. Se das cinzas dessa terrível penitência renascer uma cidade convertida, o que mais podemos desejar para a França, que é e será sempre a Primogênita da Igreja?

ABIM

Venezuelanos em Fátima para pedir paz no país

Venezuelanos que regressaram a Portugal dirigem-se por estes dias ao Santuário de Fátima para pedir paz no seu país, que vive uma crise económica e política profunda.
No meio de um recinto do Santuário de Fátima quase vazio sobressai uma grande bandeira da Venezuela hasteada a uns três metros de altura.
"Este é o ponto de encontro para os venezuelanos", conta José Ornelas, que viveu 49 anos em Caracas, capital da Venezuela, e que já é presença habitual na Cova da Iria durante a peregrinação de maio, trazendo sempre a grande bandeira azul, amarela e vermelha do país de onde saiu definitivamente há um ano.
Por lá, vão aparecendo outros venezuelanos para trocar algumas palavras e histórias em tudo semelhantes.
"A minha filha está desesperada. Já não suporta a situação. Falta luz, falta água, falta tudo", disse à agência Lusa Fátima Marques da Costa, que se tinha juntado ao grupo de venezuelanos que rodeava a bandeira de José Ornelas.
Veio há dois anos para Portugal e hoje está em Fátima para pedir "à Nossa Senhora para ajudar a Venezuela".
"A Venezuela tem um problema grave e tem de ser resolvido o mais rápido possível", vincou Fátima Marques da Costa, que até nas férias em Portugal, quando vivia na Venezuela, passava pela Cova da Iria.
Se desde pequena os seus pais lhe incutiram a fé em Deus, a situação vivida na Venezuela aumenta a força na crença, "para ver se se encontra uma luz", diz.
As conversas que José Ornelas vai ouvindo são "sempre as mesmas", conta, notando que, ao longo dos últimos 12 anos que marca presença em Fátima, o número de venezuelanos que o abordam foi aumentando, multiplicando-se as histórias de regresso a Portugal.
Victor Nunes, que esteve 42 anos na Venezuela, tem "o coração partido", com "três filhos cá e três filhos lá".
A cada 15 dias, o ex-emigrante a viver na sua terra natal, Tomar, dirige-se a Fátima e afirma que já não pensa em voltar ao país onde construiu uma empresa de construção civil.
"Venho para pedir paz e saúde à Venezuela", afirma, de voz embargada, salientando que tem que mandar regularmente embalagens com medicamentos para os três filhos que ainda continuam pelo país.
Com uma situação cada vez menos favorável, face às tensões entre oposição e Governo e à crise económica, José Ornelas acredita que, no futuro, mais venezuelanos aparecerão ao lado da sua bandeira, no recinto de Fátima, para partilhar histórias de saída do país e rezar pelo regresso da paz à Venezuela.
A crise política na Venezuela agravou-se em 23 de janeiro, quando o líder da AN, Juan Guaidó, autoproclamou-se Presidente interino e prometeu formar um Governo de transição e organizar eleições livres.
Guaidó, de 35 anos, contou de imediato com o apoio de mais de 50 países, incluindo os EUA e a maioria dos países da União Europeia, entre os quais Portugal, que o reconheceram como Presidente interino encarregado de organizar eleições livres e transparentes.
Na madrugada de 30 de abril, um grupo de militares manifestou apoio Juan Guaidó, que pediu à população para sair à rua e exigir uma mudança de regime.
Nicolás Maduro, 56 anos, no poder desde 2013, recusou o desafio de Guaidó e denunciou a iniciativa do presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderada pelos Estados Unidos.
Lusa / Madremedia

Sociedade | Violência doméstica com peso “preocupante” entre os crimes de homicídio em Portugal, alerta APAV

A violência doméstica tem um peso “preocupante” entre os crimes de homicídio em Portugal e em quase um terço dos casos acompanhados pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima há um relacionamento de intimidade entre vítima e agressor.

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) tem há seis anos uma Rede de Apoio a Familiares e Amigos de Vítimas de Homicídio, que este ano passou também a incluir as vítimas de terrorismo, a par de um Observatório de Imprensa de Crimes de Homicídio em Portugal e de Portugueses no Estrangeiro (OCH), criado em 2014 para melhor compreender o fenómeno.
Segundo o relatório anual referente a 2018 da Rede de Apoio a Familiares e Amigos de Vítimas de Homicídio e Vítimas de Terrorismo, a que a Lusa teve acesso, entre os crimes acompanhados destacam-se “as relações de proximidade entre os autores e as vítimas de crime”, sendo de “destacar as relações de intimidade entre autores e vítimas”.
“Os relacionamentos entre cônjuges, namorados, ex-namorados, companheiros e ex-companheiros representam 31,25% da totalidade dos diferentes tipos de relacionamentos”, refere a APAV.
De acordo com a organização, “este número remete para a importância que a violência doméstica tem para a produção de crimes de homicídio em Portugal”.
Analisando os 28 casos de homicídios tentados acompanhados pela Rede de Apoio, os números mostram que quase 40% deles (11) têm na origem uma relação de intimidade entre agressor e vítima, com quatro casos cometidos pelo cônjuge, três pelo companheiro, outros três pelo ex-companheiro e um pelo namorado.
Já entre os 20 casos de homicídios consumados, a percentagem chega aos 20%, com dois casos cometidos pelo cônjuge da vítima, um pelo companheiro e o outro pelo ex-companheiro.
Em declarações à agência Lusa, o responsável pela Rede de Apoio apontou que “é preocupante” a questão de proximidade entre autor do crime e vítima e como isso ocupa uma “fatia bastante grande” entre os homicídios reportados.
Bruno Brito apontou que os dados do OCH mostram que houve 87 casos de homicídio em Portugal no ano passado, 32 (36,78%) dos quais em contexto de violência doméstica, 20 (23%) dos quais com vítimas mulheres.
Ou seja, quase um em cada quatro homicídios são de uma mulher em contexto de um relacionamento de intimidade e perto de 37% dos homicídios ocorridos em Portugal “têm como ponto comum a existência de violência doméstica”.
Relativamente às 20 mulheres mortas no ano passado, Bruno Brito explicou que o procedimento é de verificar se a vítima estava a ser ou tinha sido acompanhada pela associação, sendo que só muito raramente isso aconteceu.
“Isto é muito preocupante porque sabe-se que na maior parte das vezes a situação de violência doméstica não acontece apenas numa situação de crime único, ou seja, quando acontece uma situação de homicídio, isto decorre na sequência de uma escalada de violência”, salientou.
De acordo com o responsável, isto demonstra que “de alguma forma, a sociedade ainda esconde estas situações”, que só se tornam visíveis numa forma mais extremada, como homicídio.
Bruno Brito aproveitou para chamar a atenção para os 25 casos de homicídios de portugueses no estrangeiro, cinco deles na Venezuela, três no Brasil, mas também dois na Síria, em combate pelo grupo terrorista do autoproclamado Estado Islâmico, quatro em Inglaterra ou dois na Bélgica.
O responsável salientou que, nestes casos, a maior dificuldade está em identificar e contactar as famílias para lhes poder oferecer algum tipo de apoio, sendo que muitas vezes nem conseguem chegar à fala com essas pessoas.
Acrescentou que a APAV continua a tentar estabelecer parcerias com as autoridades nacionais, estando a aguardar que seja possível chegar a um protocolo oficial com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para que passe a haver um procedimento sistematizado e todas as situações de portugueses assassinados no estrangeiro possam ter o mesmo tipo de acompanhamento.
Os dados da Rede de Apoio mostram ainda que, em 2018, foram apoiadas 68 pessoas, uma parcela das 531 ajudadas ao longo dos últimos seis anos por causa de 418 crimes reportados e por causa das quais foram feitos 3.486 atendimentos.
Entre as pessoas apoiadas, tanto devido a homicídios tentados como consumados, a maioria eram mulheres, enquanto os alegados autores eram sobretudo homens.
Lusa

Desporto | FC Porto goleia na Madeira e despromove Nacional

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SAPO Desporto
“Dragões” cumprem missão com golos de Telles, Óliver e Corona e ficam a aguardar por notícias de Vila do Conde.
O FC Porto venceu este domingo o Nacional da Madeira, por 0-4, em partida da 33.ª e penúltima jornada da I Liga que ditou a despromoção da equipa insular, já sem possibilidades matemáticas de anular os quatro pontos de desvantagem para Tondela e Desp. Chaves.
Alex Telles (14'), Óliver Torres (28'), Corona (59') e Marega (88’, de grande penalidade) foram os autores dos golos portistas, que ficam a aguardar pelo Rio Ave-Benfica desta noite, em Vila do Conde, para avaliar as probabilidades de revalidação do título na ronda que encerra o campeonato.
O Nacional foi presa demasiado fácil de um FC Porto que ainda apanhou um susto aos 12 minutos, quando Vaná saiu em falso e Riascos, com a baliza desguarnecida, atirou ao lado.
Na resposta, Alex Telles marcou de livre directo o quarto golo na Liga e sexto na época, tendo Óliver confirmado a superioridade portista com um golo de belo efeito, de pé esquerdo, após assistência de calcanhar de Corona. Marega falhou duas ocasiões a terminar a primeira parte, mas Corona entrou decidido a selar o triunfo na segunda metade. O mexicano ainda obrigou Daniel a uma defesa apertada antes de marcar o terceiro, a passe de Marega, que fecharia as contas a dois minuto dos 90, de penálti,
Com o Nacional na iminência de ver consumada a despromoção, os madeirenses ainda tentaram o golo de honra. Riascos caiu na área de Vaná, em disputa com Felipe, e Carlos Xistra assinalou penálti que o VAR corrigiu, frustrando as intenções dos insulares, que regressam à II Liga um ano depois de terem sido campeões do escalão secundário.

Fonte: Público
Foto: Lusa

Ambiente | Calor coloca Leiria, Lisboa e Setúbal sob aviso amarelo

Os distritos de Leiria, Lisboa e Setúbal estão hoje sob aviso amarelo devido à persistência de valores elevados das temperaturas máximas, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

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Impala
De acordo com o IPMA, as temperaturas máximas em Leiria vão chegar aos 34 graus Celsius, em Lisboa 35 e em Setúbal 36. O aviso amarelo vai estar em vigor até às 20:00 de hoje.
O IPMA colocou ainda sob aviso amarelo o distrito de Faro mas por causa da previsão de agitação marítima até às 12:00 de hoje.
O aviso amarelo, o segundo menos grave, indica uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
O IPMA prevê para hoje no continente céu geralmente limpo, vento fraco a moderado do quadrante leste,rodando temporariamente para norte na faixa costeira ocidental
Durante a tarde, e sendo moderado a forte nas terras altas até final da manhã e para o final do dia.
A previsão aponta ainda para uma pequena subida da temperatura mínima nas regiões do litoral Norte e Centro e pequena subida da máxima nas regiões do interior Norte e Centro.
Além dos distritos de Lisboa, Leiria e Setúbal, o IPMA prevê máximas de 36 graus para os distritos de Santarém e Beja, 35 para Beja, Braga e Castelo Branco 32, Portalegre e Coimbra 31 e Porto e Vila Real 30.
Os restantes distritos de Portugal continental estão abaixo dos 30 graus Celsius.
Incêndios: Risco máximo em quatro concelhos do distrito de Faro
 Os concelhos de Loulé, São Brás de Alportel, Tavira e Alcoutim, no distrito de Faro, apresentam hoje risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O IPMA colocou também em risco muito elevado de incêndio 13 concelhos dos distritos de Faro, Beja, Santarém, Guarda e Bragança.
Em risco elevado de incêndio estão 40 concelhos dos distritos de Faro, Beja, Évora, Santarém, Lisboa, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança.
O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de “reduzido” a “máximo”, sendo o "elevado” o terceiro nível mais grave.
Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.
No domingo, a Marinha portuguesa anunciou que duas patrulhas de fuzileiros foram destacadas para vigilância e patrulhamento terrestre contra possíveis incêndios nos distritos de Lisboa e Setúbal.
Até terça-feira, as duas patrulhas do Corpo de Fuzileiros estarão a apoiar a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil nas ações de vigilância e patrulha terrestre, "tendo em consideração as atuais condições meteorológicas que são potenciadoras de eventuais incêndios rurais".
Por causa do tempo quente, o Governo assinou um despacho que proíbe a realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração entre sábado e terça-feira, nos distritos de Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, Faro, Guarda, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal.
Esta decisão conjunta do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, surge na sequência das previsões meteorológicas que dão para o continente temperaturas superiores a 30 graus.
Numa nota, o Governo destaca que esta decisão resulta das informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) sobre o agravamento do risco de incêndio para a globalidade do território do continente.
Na sexta-feira, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) lançou um aviso à população sobre o perigo de incêndio rural e determinou a passagem ao Estado de Alerta Especial Amarelo do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais nos distritos de Beja, Évora e Faro.
Lusa